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Redes Sociais na Internet: Sociabilidades Emergentes
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Redes Sociais na Internet: Sociabilidades Emergentes

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Redes Sociais na Internet: Sociabilidades Emergentes > Defesa da tese de Doutoramento em Ciências da Comunicação - especialização em Media Interactivos, na Universidade do Minho ...

Redes Sociais na Internet: Sociabilidades Emergentes > Defesa da tese de Doutoramento em Ciências da Comunicação - especialização em Media Interactivos, na Universidade do Minho (08.Fevereiro.2012).

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  • Olá Inês! Adorava que escrvesses un artigo para o meu blog mais recente. A temática é super interessante e tenho a certeza que pode mudar a sociedade na sua estrutura de forma definitiva e com um melhoramento da democracia equalidade de vida.
    http://deixatuatvnarua.wordpress.com
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Redes Sociais na Internet: Sociabilidades Emergentes Redes Sociais na Internet: Sociabilidades Emergentes Presentation Transcript

  • Redes Sociais na Internet: Sociabilidades Emergentes Tese de Doutoramento em Ciências da Comunicação – Especialidade em Media Interactivos Universidade do Minho - Fevereiro 2012 Inês Albuquerque Amaral Orientação: Doutora Helena Sousa Projecto desenvolvido com o apoio financeiro da Fundação para a Ciência e Tecnologia no âmbito do Programa Bolsas de Doutoramento
  • Contexto e Pressupostos
  • Ponto de partida
  • Objectivo Geral
  • Objectivos Específicos
    • (i) Estudar a interacção enquanto processo de comunicação , à luz do fenómeno da Web 2.0 e das noções que o preenchem: media sociais, redes sociais, consumidores 2.0 e prosumers ;
    • (ii) Reflectir sobre as redes sociais na Internet e o seu contexto – a mudança de paradigma comunicacional; a reinvenção do conceito de comunidade; a desterritorialização da sociedade; a ideia de cultura participativa e a redefinição de espaço público; o aparecimento do netcitizen e as questões de identidade no âmbito do online;
    • (iii) Analisar redes sociais assimétricas que se desenvolvem em torno de conteúdo com base na premissa da « análise do social pelo social » (Durkheim, 1964), para averiguar se o novo modelo de comunicação que caracteriza a Internet se materializa num paradigma social.
  • Hipóteses de trabalho
    • (i) No ciberespaço existe uma sociabilidade própria , com relações e práticas sociais distintas das tradicionais, e que tem por base a exclusão do determinismo territorial.
    • (ii) Os media sociais constituem um termómetro social desterritorializado , criado pela participação em rede.
    • (iii) As redes sociais assimétricas constroem uma realidade social própria através da indexação do conteúdo .
  • Estrutura da Tese
    • PARTE I : DA COMUNICAÇÃO NA REDE > contextualização da problemática da investigação e enquadramento teórico e metodológico .
    • PARTE II : DAS REDES NA REDE > apresentação do estudo de caso, metodologias adoptadas, resultados e respectiva discussão.
  • Da Comunicação na Rede: Contextualização
  • Da Comunicação na Rede: Enquadramento teórico
    • Para um contexto de mudança de paradigma comunicativo
    • Desterritorialização da sociedade
    • Sociedade 2.0
    • Redes Sociais
    • Plataformas e redes sociais na Internet
    • Conteúdo como laço relacional
  • Argumento: Das Redes na Rede
    • O conteúdo é o elemento determinante para a formação de redes sociais assimétricas e sustenta a ideia de cultura de participação maximizada, permitindo interpretar a informação publicada pelo utilizador numa lógica viral e identificar a emergência de modalidades de sociabilidade decorrentes de novas práticas que se concretizam em relações sociais distintas das tradicionais.
  • Das Redes na Rede: Cenário Modelo de «Individualismo em Rede»
  • Das Redes na Rede: Contexto
    • A apropriação da rede pelas redes
    • A análise de redes sociais assimétricas estruturadas pela semântica é uma área ainda embrionária.
    • O conteúdo como laço mobilizador de capital social relacional não é uma perspectiva muito explorada nos estudos de ARS e nas investigações em Ciências da Comunicação.
    • Objectivo : contribuir para o desenvolvimento de um quadro teórico sobre esta temática no contexto das Ciências da Comunicação .
  • Das Redes na Rede: Percursos Teóricos
    • Web 2.0 e o novo paradigma sócio-comunicacional (2008)
    • A era dos self media (2009)
    • Sociedade 2.0: a emergência de uma nova sociabilidade? (2009)
    • Sociedade e Comunidades 2.0: uma proposta para equacionar modelos de comunicação num “alvo em movimento” (2010)
    • Redes Sociais no Twitter: a emergência de uma nova sociabilidade num novo ecossistema de comunicação? (2010)
  • Das Redes na Rede: Estudos Exploratórios
  • Das Redes na Rede: Estudo de Caso
    • A apropriação da rede pelas redes: estudo de caso #cablegate
    • Objectivo central: Analisar redes sociais assimétricas conectadas por conteúdo e as relações entre os actores que as compõem , com vista a compreender padrões de interacção e regularidades sociais que permitam aferir se, com a utilização de técnicas de indexação semântica em ferramentas de interacção mediada por computador, emergem novas modalidades de sociabilidade .
  • Das Redes na Rede: Estudo de Caso #cablegate - Etapas
  • Das Redes na Rede: Metodologia
    • Abordagem: Estudo de Caso
    • Etapa 1 : Técnicas de observação directa com recolha sistematizada de dados e análise documental
    • Etapa 2: Análise documental, combinação de índole extensiva/quantitativa e intensiva/qualitativa
    • Etapa 3: Análise de Redes Sociais
  • Das Redes na Rede: Conclusões Parciais I
    • Etapa 1 > Enquadramento e Contextualização da Temática
    • “ Wikileaks” é um complexo fenómeno que remete os media profissionais para o papel de « segundos intermediários » (Pacheco, 2011).
    • Repositório de conteúdo descontextualizado e necessidade de redes de curadores de conteúdo .
    • O jornalismo do cidadão passa a jornalismo social .
    • A Web social não é um “altifalante” das sociedades: a falácia da “Primavera Árabe” .
    • O potencial de acção colectiva e viralidade está mais próximo do utilizador comum, mas não o transforma em gatekeeper à escala mundial.
  • Das Redes na Rede: Conclusões Parciais II
    • Etapa 2 > Caracterização dos dados
    • Vocabulário próprio e adequação de normas.
    • Apropriações dos códigos, funcionalidades e técnicas para múltiplos propósitos > detectadas rotinas sociais próprias das quais decorrem relações sociais sem hierarquização, sem determinismo geográfico ou obrigatoriedade de reciprocidade .
    • Novas modalidades de sociabilidade que decorrem de uma adequação das às novas condições espácio-temporais mas sem paralelo no mundo offline.
    • Actores mais convocados: modalidades de sociabilidade organizada (Gurvitch, 1986) e níveis elevados de influência .
    • Diferentes modalidades de capital social (individual e colectivo) mobilizadas decorrentes das práticas sociais > maximização do argumento de «inteligência conectada» (Kerkhove, 1997).
  • Das Redes na Rede: Conclusões Parciais III
    • Etapa 3 > Análise de Redes Sociais
    • « Scale Free Networks »: estruturas sociais auto-organizadas e com efeito de « small world ».
    • Redes centradas no conteúdo e na sua apropriação: relações sociais fracas > redes de hashtags : realidade social própria > assimetria
    • Redes que obedecem a leis de potência: mecanismo de ligação preferencial .
    • Redes descentralizadas, pouco densas e muito fragmentadas: « individualismo em rede » (Castells, 2003).
    • Padrão de interacção de reduzida conectividade, reciprocidade e transitividade.
    • Padrões de conectividade : permanente mutação , velocidade de transmissão da informação, potencial de viralidade e capacidade para acção colectiva > o conteúdo como laço relacional .
  • Conclusões Gerais I
    • O Twitter como uma ferramenta de massas , glocalização , termómetro social desterritorializado que permite a expansão de laços fracos e mobiliza a acção colectiva .
    • A participação implica o conhecimento de códigos e a apropriação de técnicas.
    • As redes de conteúdo como canais de comunicação e indicador de contextos, opiniões e valor informativo .
    • A participação nas estruturas de hashtags cria streams sociais temáticos que alteram a própria noção de rede .
    • Indexação de conteúdos potencia disseminação viral , produção distribuída e consumo colectivo de streamings variados .
    • O potencial colaborativo dos media sociais estabelece espaços declarados para uma participação pública na Internet.
  • Conclusões Gerais II
    • A Web social exerce pressão sobre as esferas de poder mas procura a credibilização dos media profissionais .
    • A mobilização social não passa por uma generalização mas antes pela lógica viral associada à ideia de comunidade : a convocação de múltiplas audiências desterritorializadas .
    • Não existe um novo tipo de cidadania mas uma maximização das possibilidades à escala global.
    • A indexação semântica de conteúdo, baseada numa hierarquização dos actores, promove uma interacção social única que não tem paralelo e pode ter repercussões no mundo offline.
    • Cultura individual de participação em rede : sentimento de pertença, identidade e grupo através da apropriação de códigos e técnicas de indexação > padrão de «individualismo em rede» .
    • As diferentes apropriações da técnica originam redes sociais de conteúdos com especificidades próprias: padrões de conectividade assimétricos que alteram a cultura digital, ao nível da produção e recepção .
  • Reflexões Finais
  • Redes Sociais na Internet: Sociabilidades Emergentes Tese de Doutoramento em Ciências da Comunicação – Especialidade em Media Interactivos Orientação: Doutora Helena Sousa Fevereiro 2012