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Jornalismo, self media, media sociais e a realidade dos “prosumers”
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Jornalismo, self media, media sociais e a realidade dos “prosumers”

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Apresentação feita no Seminário de Ciberjornalismo do Mestrado em Ciências da Comunicação da Universidade do Porto. 20 de Abril de 2009.

Apresentação feita no Seminário de Ciberjornalismo do Mestrado em Ciências da Comunicação da Universidade do Porto. 20 de Abril de 2009.

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Jornalismo, self media, media sociais e a realidade dos “prosumers” Jornalismo, self media, media sociais e a realidade dos “prosumers” Presentation Transcript

  • Jornalismo, self media, media sociais e a realidade dos “prosumers” Inês Amaral (ISMT e CECS – UMinho) http://ciberesfera.com | inesamaral@gmail.com Seminário de Ciberjornalismo do Mestrado em Ciências da Comunicação da Universidade do Porto - 20.Abril.2009
    • Ponto de partida
    • Cenário de mudança de paradigma
    • Da Comunicação de Massas…
  •  
    • À Comunicação em Rede
  •  
    • Duas realidades: mass media E novos media
    • Novo paradigma da comunicação:
    • INDIVIDUALIZAÇÃO
    • Novos modelos de comunicação
    • Novo espaço
    • Novas dimensões sociais
    • E um novo paradigma social:
    • COLECTIVO
    • COLECTIVO = INDIVIDUALIZAÇÃO?!
    • Sem contradições, uma realidade
    • MAS
  •  
    • Sem anular o paradigma anterior
    • Comunicação de Massas e Cibercultura coexistem
    • Vale a pena lembrar “A Pele da Cultura” de Kerckhove
  •  
    • A tecnologia materializou a “ aldeia global ” de McLuhan
    • Partiu da ficção para o real: o Ciberespaço de Gibson
    • E deu vida à utopia de Jean Cloutier: a era de EMEREC
    • Mas quem é o EMEREC?
    • A Time respondeu
    • 2006
    • Afinal estamos a falar de quê?
    • Tecnologia?
    • Comunicação?
    • Jornalismo?
    • Pessoas?
    • Falamos de um novo espaço.
    • Uma esfera “tecno-social”…
    • … que tem a comunicação como elemento central…
    • … onde os leitores foram convertidos em UTILIZADORES…
    • … numa esfera sem fronteiras de tempo e espaço…
    • … onde o jornalismo existe num continuum.
    • Ciberjornalismo, Jornalismo Online, Webjornalismo…
    • … definições para uma mesma realidade…
    • … que passou por várias fases/gerações…
    • … e enfrenta agora um fenómeno incontornável:
  •  
    • O’Reilly (2004): a Web 2.0 é uma atitude, não uma tecnologia
    • Realidade sócio-comunicacional em permanente mutação
    • A Web entendida como plataforma para propiciar ambientes.
    • O utilizador no centro das aplicações
  •  
    • Ainda estamos a falar de novos media?
    • Não.
    • Duas realidades: novos media e self media
    • Em coexistência com os mass media…
    • … a influenciarem-se mutuamente.
    • Mas atenção: os self media não são produto da Web 2.0 .
    • Os self media são uma extensão dos novos media e…
    • … as novas plataformas da Web 2.0 potenciam-nos.
    • Novas plataformas?
  •  
    • “ Aldeia Global”?
  •  
    • Recapitulando…
    • Mass media + novos media = convergência
    • Novos media = informação profissionalizada
  •  
    • Self media = utilizador comum com novos acessos, novas ferramentas e possibilidade de entrar na esfera pública da rede (global?)
    • Parêntesis na conversa : a esfera pública da rede é global? A questão do acesso.
    • De volta aos self media…
    • O leitor foi convertido em UTILIZADOR…
    • … e os utilizadores foram convertidos em MEDIA.
    • O paradigma do colectivo: os SOCIAL MEDIA.
  •  
    • Os social media são o suporte do novo consumidor de informação.
    • Consumer 2.0
  •  
    • Postulam os tecnófilos:
    • Inteligência Colectiva (Lévy)
    • Intercriatividade (Berners-Lee)
    • Multidões Inteligentes (Rheingold)
    • Fim dos Great Good Places (Oldenburg)
    • A verdade é que existe um novo consumidor…
    • … que é simultaneamente produtor:
    • PROSUMERS (Alvin Tofler)
    • “ Novas” palavras-chave:
    • Tags, RSS, Crowdsourced Content, Social Bookmarking, Wikis, Podcasts, Social Networking, Microblogging, Tumblelog, Digg This, Stumbling…
    • Espaços próprios:
    • Twitter, Facebook, YouTube, Flickr, Delicious, Second Life, Linkedin, Entropia Universe, Active Worlds, Digg, FriendFeed, StumbleUpon…
    • Multi-plataformas, Agregadores de Conteúdos, Novos dispositivos
    • ENTÃO: Cidadão jornalista, como disse Dan Gillmor?
    • Várias interpretações, mas uma realidade: os PROSUMERS existem.
    • Mesclam os self media nos media sociais, para terem “altifalante”.
    • E de repente…
    • Janeiro 2009
    • Claro: não é novo.
    • Tsunami na Ásia, Furacão Katrina…
    • Furacão Katrina - 2005
    • A diferença está no acesso aos meios...
  •  
  •  
    • … na possibilidade de imediatismo, combinada com a interacção…
  •  
    • … no potencial de audiência...
  •  
    • ... e no próprio conteúdo ( user-generated content )…
  •  
  •  
    • Os SELF MEDIA avançaram da opinião para a informação , agora de forma agregada e colaborativa nos SOCIAL MEDIA .
    • A política já percebeu:
    • Obama fez História: YES WEB CAN .
    • E o Jornalismo?
    • “ Temos tendência a pensar o novo a partir da cultura do velho” (Orihuela)
    • Já foi mais verdade…
    • Há grandes mudanças no Jornalismo. Online e Offine, o Jornalismo já é DIGITAL .
    • A ideia permanente de CONVERGÊNCIA e a procura de novos modelos de comunicação.
    • RECAPITULANDO
    • REALIDADE: A tecnologia permite que os utilizadores se convertam em media.
    • Palavras de ordem dos novos públicos: participação, mobilidade, poder.
  •  
    • Exigência ao Jornalismo: valores idênticos, práticas renovadas e novas relações (com a audiência, tecnologias e as fontes).
    • Novas práticas: desenvolver uma cultura hipertextual, incentivar feedback, promover a (re)utilização de conteúdos ( inevitável ), entrar nos espaços onde estão os utilizadores, valorizar o user-generated content, produzir para vários dispositivos, interagir nos media sociais, ENTENDER o cenário digital e as suas tags (crowdsourcing, social boomarking…).
    • Conclusão: nenhuma. Muitas perguntas e uma certeza.
    • Muitas perguntas:
    • O Gatekeeper desaparece?
    • A rede é só um imenso agregador?
    • De quem é a propriedade intelectual?
    • Os novos dispositivos confundem entretenimento e jornalismo?
    • O utilizador é jornalista?
    • O que acontece à profissão de Jornalista?
    • Uma certeza:
    • A rede está em permanente estado de reinvenção.
    • Aos jornalistas:
    • Cabe a difícil tarefa de reaprender a fazer Jornalismo com as novas configurações tecnológicas, que afectam mass media e novos media, e conviver com os self media e media sociais.
    • Aos académicos:
    • Cabe a tarefa de investigar os novos públicos e as suas especificidades, novas práticas jornalísticas, novos dispositivos e as suas potencialidades.
    • Aos estudantes:
    • Cabe a mais importante das tarefas: incorporar a REALIDADE…
    • … de já não existir o “Going Online” mas antes o “Being Online”.