Análise de Redes Sociais na Internet

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Comunicação apresentada na sessão IberoAmericana (Misc.) no XXX INSNA Sunbelt, Riva del Garda, Itália. 03 de Julho de 2010.

Comunicação apresentada na sessão IberoAmericana (Misc.) no XXX INSNA Sunbelt, Riva del Garda, Itália. 03 de Julho de 2010.

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  • 1. ANÁLISE DE REDES SOCIAIS NA INTERNET Inês Amaral | CECS (Universidade do Minho) e ISMT | ciberesfera.com | [email_address] Helena Sousa | CECS (Universidade do Minho) | [email_address] XXX Sunbelt, Riva Del Garda Sessão IberoAmericana 03 de Julho de 2010
  • 2. Proposta de trabalho
    • Modelo de análise de redes sociais na Internet recorrendo à lógica dos sistemas de tagging.
  • 3. Pergunta de partida
    • Nas redes sociais na Internet existe uma sociabilidade emergente e desterritorializada, decorrente das ferramentas de interacção mediada por computador?
  • 4. Objecto de estudo
    • Micro-redes sociais ( redes temáticas de uma escala macro, definida com base no sistema de suporte ) que se estabelecem numa plataforma de micro-blogging em torno de acontecimentos que ocorreram durante o ano de 2009 e tiveram impacto à escala global.
  • 5. Objectivo
    • Analisar micro-redes que se desenvolvem em sites de social media com base na premissa da “análise do social pelo social” (Durkheim), para averiguar se o novo modelo de comunicação traduz ou não novas formas de sociabilidade.
  • 6. Premissa
    • As aplicações informáticas (software social) que suportam as redes sociais na Web são tecnologias que ultrapassam os padrões de plataforma de mero lazer e os jogos electrónicos, estabelecendo-se como espaços de interacção social desterritorializada.
  • 7. Ponto de partida
    • Utilizar a lógica dos sistemas de social tagging para caracterizar a sociabilidade de redes sociais que se estabelecem em suportes de micro-blogging.
  • 8. Contexto
  • 9. Reflexões inerentes
    • A nova sociabilidade desterritorializada
    • A técnica ao serviço da comunicação
    • Os social media como suporte técnico da Comunidade 2.0
    • A realidade dos “Prosumers”
  • 10. Redes Sociais na Internet
    • (Re) Configuração do espaço social e novas práticas de sociabilidade
    • A metamorfose do conceito de território : a desterritorialização da sociedade
  • 11. Mudança de paradigma
  • 12. Transições
    • Individualização = Colectivo?
    • Paradigma comunicacional da INDIVIDUALIZAÇÃO: dos novos media aos self media
    • COLECTIVO como elemento formador: materialização da “aldeia global”
    • A metáfora da “Pele da Cultura”, de Derrick De Kerckhove
  • 13. Ciberespaço: metáforas de território
  • 14. Espaço: Ciberespaço
    • Tecido social rico : multiplicidade de ambientes, ferramentas de comunicação, interacção e comunidades
    • É uma rede de redes ou um espaço de espaços (Castells)
    • Comprime (ou suprime ) o espaço e o tempo
    • Espaço “ geossocial ” (Escobar) – a ideia de “ tecno-sociabilidade ”
  • 15. Modelo de análise [1]
    • REDES SOCIAIS NO TWITTER
  • 16. Modelo de análise [2]
    • REDES SOCIAIS NO TWITTER Estudos Exploratórios
    • Hashtag Network
    • Twitter API
    • Actores: utilizadores que digitaram a hashtag
    • Linhas: interacções directas - @ e RT: conversação e conteúdo
    • Grafos não-direccionados
  • 17. Estudo exploratório [1]
    • REDES SOCIAIS NO TWITTER
    • Hashtag network #iranelection 17.Junho.2009
    #iranelection Number of users 8083 Total of Tweets 12006 Interactions among users 5001
  • 18. Estudo exploratório [2]
    • REDES SOCIAIS NO TWITTER
    • #iranelection
  • 19. Estudo exploratório [3]
    • REDES SOCIAIS NO TWITTER
    • #iranelection – Resultados
    • 1,49 tweets por utilizador
    • Conectividade residual
    • Grupo pequeno mais coeso e com maiores interacções
    • Conversações secundários mais frequentes
  • 20. Limitações metodológicas
    • REDES SOCIAIS NO TWITTER
    • A questão temporal e o número quase imensurável de tweets
    • Twitter API
    • Dados dos utilizadores (podem ser enviesados)
    • Contas privadas
    • SPAM
    • Língua > análise conteúdo a evitar?
    • Distinção necessária entre tweets conversacionais [cross-tweets]
  • 21. W.I.P.
    • REDES SOCIAIS NO TWITTER
    • Quem é o utilizador com mais ligações?
    • Existe algum utilizador sem ligações?
    • As ligações alteram-se temporalmente?
    • A maioria dos utilizadores escreve tweets, replies ou retweets?
    • Os utilizadores cujos tweets são mais citados (via retweet) têm maior número de followers?
    • Qual é a potencial dimensão da audiência da hashtag?
  • 22. W.I.P.
    • REDES SOCIAIS NO TWITTER
    • > Trabalho empírico: WORK IN PROGRESS
    • Recolha de dados
    • Metodologia cruzada: ARS / CC
    • Implementação do algoritmo
    • Análise dos dados