Sistema de grillas (2)
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Sistema de grillas (2) Sistema de grillas (2) Document Transcript

  • Josef Müller-Brockmann Josef Müller-BrockmannSistemas de retículas Sistemas de grelhas
  • E d i t o r i a l G u s t a v o Gili, S. A .Barcelona-29 Rosellón, 87-89. Tel. 259 14 00Madrid-6 Alcántara, 21. Tel. 401 17 021064 Buenos Aires Cochabamba, 154-158. Tel. 361 99 9803100 México D.F. Amores, 2027. Tels. 524 03 81 y 524 01 35Bogotá Diagonal 45 N.° 16 B-11. Tel 245 67 60Santiago de Chile Santa Victoria. 151. Tel. 222 45 67
  • Josef Müller-BrockmannSistemas de retículas Un manual para diseñadores gráficosSistemas de grelhas Un manual para desenhistas gráficos GG Editorial Gustavo Gili, S. A. Barcelona-1982
  • P a r a mi h e r m a n o C h r i s t i a n , m a e s t r o c o n s t r u c t o r A o m e u i r m ã o C h r i s t i a n , m e s t r e c o n s t r u t o r porpor v o c a c i ó n vocaçãoDirector de la ColecciónYves Z i m m e r m a n nTítulo originalRaster systeme für die visuelle GestaltungEin H a n d b u c h für Grafiker, Typografen undAusstellungsgestalterVersión castellanade Ángel Reparaz AndrésVersión portuguesade Fernando Pereira CavadasRevisión técnica del portuguéspor Marco Antonio Amaral RezendeArthur Niggli Ltd., Publishers,C H - 9 0 5 2 Niederteuten (Suiza), 1981y para la edición castellanaEditorial Gustavo Giii, S. A., Barcelona, 1982Printed in SpainISBN; 84-252-1 105-0Depósito legal: B-21533-1982Grafos, S. A. Arte sobre papelP.° Carlos I, 157 - Barcelona-13
  • Indice IndicePrólogo 7 Prólogo 7El presente libro 9 O livro 9Retícula y filosofía del diseño 10 Grelha e filosofia do desenho 10La retícula tipográfica 11 A grelha tipográfica 11¿Para qué sirve la retícula? 13 Qual é finalidade da grelha? 13Formatos del papel 15 Formatos do papel 15El sistema de medidas tipográficas 17 O sistema tipográfico de medidas 17Tipos de letras 19 Modelos de alfabetos 19Anchura de columna 30 Largura de coluna 30El interlineado 34 Entrelinhas 34Proporciones de los blancos 39 Proporções das margens 39Folio 42 O número da página 42Letras base y letras de resalte 45 Tipos gráficos para textos e títulos 45La construcción de la mancha (superficie Construção da área tipográfica 49impresa) 49 Construção da grelha 57La construcción de la retícula 57 Área de texto e ilustração com 8 campos 72Mancha e ilustraciones con 8 campos reticulares 72 Área de texto e ilustração com 20 campos 76Mancha e ilustraciones con 20 campos reticulares 76 Área de texto e ilustração com 32 campos 87M a n c h a e ilustraciones con 32 campos reticulares 87 A fotografia no sistema de grelhas 97La fotografía en el sistema reticular 97 A ilustração no sistema de grelhas 99La ilustración en el sistema reticular 99 A cor do texto no sistema de grelhas 101La superficie cromática en el sistema reticular 101 Exemplos práticos 104Ejemplos de la práctica 104 O sistema de grelhas na identidade visual 133El sistema reticular en la imagen de empresa 133 A grelha no desenho tridimensional 141La retícula en el diseño tridimensional 141 Exemplos de exposições 149Ejemplos de exposiciones 149 Sistemas de ordem nos tempos antigos eSistemas de ordenación antiguos y modernos 158contemporáneos 158 Observações finais 174 Epílogo 174 Cronologia biográfica Bibliografía 175 de Josef Müller-Brockmann 177 Lista de artistas 176 Exposições individuais 178 Cronología biográfica Acerca da obra 179 de Josef Müller-Brockmann 177 Exposiciones individuales 178 Acerca de la obra 179
  • Prólogo PrologoLa tipografía moderna se basa fundamentalmente en A tipografia moderna está baseada, primordialmente,consideraciones tocantes a su teoría y configuración de nas teorias e princípios de desenho desenvolvidos noslos años veinte y treinta de nuestro siglo. En el siglo xix, anos vinte e trinta do nosso século. Foram Mallarmé eMallarmé y Rimbaud, y a principios del siglo xx, Apolli- Rimbaud, no século xix, e Apollinaire, nos princípios donaire, fueron los precursores de una comprensión nue- século xx, que abriram o caminho para uma nova com-va de las posibilidades tipográficas que, liberada de preensão das possibilidades inerentes à tipografia. Li-prejuicios y trabas convencionales, crearon con sus ex- bertos dos preconceitos e cadeias convencionais, cria-perimentaciones las condiciones para las obras precur- ram através das suas experiências, a base para assoras de los artistas objetivos y teorizadores que les obras pioneiras dos teóricos a técnicos que se segui-siguieron. Walter Dexel, El Lissitzky, Kurt Schwitters, ram. Walter Dexel, El Lissitzky, Kurt Schwitters, JanJan Tschichold, Paul Renner, László Moholy-Nagy y Tschichold, Paul Renner, Moholy-Nagy. Joost Schmidt,Joost Schmidt, entre otros, procuraron nueva vida a etc., infundi ram nova vida a uma ti род rafia anacrónica -una tipografía anquilosada. mente rígida. No seu livro Die neue TypographieEn su libro Die rieue Typografie [La tipografía moder- (1 028), Jan Tschichold formulou as regras para uma ti-na], de 1928, Jan Tschichold formuló las normas de una pografia atualizada e objetiva que respondia às neces-tipografía moderna, práctica y adaptada a su tiempo. sidades do tempo.El desarrollo de sistemas de ordenación en la comuni- Devemos aos expoentes da tipografia objetiva e funcio-cación visual fue el mérito y la contribución de los re- nal e do desenho gráfico o desenvolvimento de siste-presentantes de la tipografía y del diseño gráfico objeti- mas reguladores da comunicação visual. Já pelos anosvo-funcionales. Va en los años veinte aparecieron en vinte, trabalhos, concebidos em termos objetivos eAlemania, Holanda, Unión Soviética, Checoslovaquia y compostos de acordo com princípios rigorosos, esta-Suiza, en los ámbitos de la tipografía, el diseño gráfico vam a ser produzidos nos campos da tipografia, desen-y la fotografía, trabajos de concepción objetivada y ho gráfico e fotografia, na Alemanha, Holanda, Rússia,composición rigurosa. Checoslováquia e Suiça.La retícula, como principio de organización tal como lo A grelha como um princípio de controle e tal como oconocemos hoy, no había sido descubierta aún. Pero ya conhecemos hoje, não tinha sido ainda inventada. Noexistía un embrión: la tendencia a la máxima ordenación entanto estavam a dar-se os primeiros passos nesseposible y a la economía en la aplicación de los medios sentido, dentro duma série de esforços para conseguirtipográficos. El sistema reticular que se presenta en es- a maior ordem e economia possíveis no uso dos recur-te libro se desarrolló y se aplicó en un principio en la sos tipográficos. O princípio do sistema de grelhasSuiza de después de la segunda guerra mundial. En la apresentado neste livro foi desenvolvido e usado nasegunda mitad de los años cuarenta aparecieron los Suiça, depois da II grande guerra. Na segunda metadeprimeros materiales impresos configurados con la retí- dos anos quarenta apareceram os primeiros exemploscula. Una rigurosa concepción del texto y de las imáge- de material impresso desenhado com a ajuda duma gre-nes, una pauta unitaria para todas las páginas y una lha. Esta nova tendência caraterizava-se por uma dis-orientación objetiva en la presentación del tema consti- posição do texto e das ilustrações concebida segundotuían lo característico de la nueva tendencia. princípios rigorosos, por uma uniformidade na composi- En 1961, por vez primera apareció una breve exposición ção de todas as páginas, e por una atitude objetiva na literaria y gráfica de la retícula en el libro Gestaltungs- apresentação do assunto. probieme des Grafikers [Problemas de configuración O livro Gestaltungsprobleme des Grafikers (Nígglí Ver- del diseñador gráfico] (Niggli Verlag), del autor. A ella lag) {O Artista Gráfico e os problemas do Desenho) de
  • Prólogo Prologosiguió una introducción a la naturaleza y las aplicacio- que sou autor, publicado em 1961, foi o primeiro a darnes de la retícula publicada bajo el título Das fíastersys- um breve informe, com palavras e imagens, do sistematem ais Hilfsmittel bei der Gestalîung von Inseraten, Ka- de grelhas. Publicou-se depois Das Rastersystem aistaiogen, Ausstellungen usw[B sistema reticular como Hilfsmittel bei der Gestalîung von Inseraten, Katalogen,auxiliar en la configuración de anuncios, catálogos, ex- Aussterlungen usw. (O Sistema de Grelhas como umaposiciones, etc.] y acompañada de 28 ejemplos de apli- ajuda no desenho de Anúncios, Catálogos, Exposições,cación de la retícula extraídos de la práctica diaria. etc,), uma introdução ao espírito e aplicação do siste-A ello siguieron, en ocasiones, artículos en revistas es- ma, junta com 28 exemplos de grelhas, tomados da ex-pecializadas que trataban el tema de la retícula. Pero periência prática.ninguna publicación podía exponer la estructura y el Depois, de tempos a tempos, apareceram artigos emempleo de la retícula, y mucho menos mostrar cómo publicações especializadas, tratando o tema da grelha.debía estudiarse la configuración del sistema reticular. Mas não havia nenhuma publicação que mostrasse co-Este libro pretende llenar ese hueco. mo se construía e aplicava a grelha, para não falar doEl autor agradece al editor su disposición a publicarlo, a modo como deia aprender-se o desenho do sistema delos diseñadores y empresas su permiso para publicar grelhas.ejemplos de aplicación de la retícula y a su colaborado- Este livro é uma tentativa para preencher esta lacuna.ra, la señorita Ursula Mótteli, su ayuda en la confección O autor agradece ao editor por aceitar publicar o livro,de los dibujos. aos desenhistas e às firmas por permitirem usar os exemplos de grelhas, e à minha assistente, miss Ursula Motteli, pela sua excelente ajuda na produção dos de- senhos.
  • El presente libro O livroLa presente publicación sobre función y empleo de) sis- O presente volume sobre a função e o uso do sistematema reticular quiere ser un instrumento de trabajo para de grelhas, pretende dar ao desenhista que trabalha emel diseñador que se ocupa de espacios bi y tridimensio- duas ou três dimensões, um utensílio prático de traba-nales de modo que le permita la concepción, organiza- lho que lhe permitirá manipular os problemas de comu-ción y configuración de las soluciones visuales a sus nicação visual e resolvê-los em termos de concepção,problemas de forma más segura y rápida. organização e desenho, com uma maior rapidez e con-Pero también quisiera poner en manos del educador un fiança.medio auxiliar que pueda serle de utilidad en la ense- Ao mesmo tempo, coloca nas mãos do educador umañanza orientada hacia la solución de problemas. Al es- ajuda que ele pode usar com bons resultados num ensi-tudiante le brinda la posibilidad de que se familiarice no baseado na solução de problemas práticos. Dará aocon la naturaleza y ei proceso de invención de la retícula estudante uma oportunidade para familiarizar-se comy de aprender su uso a través de sus propios ejercicios. os aspetos essenciais da grelha e do modo de construí-El autor ha intentado registrar y explicar con detalle, y la e igualmente aprender a usá-la através dos seus pró-paso a paso, los puntos esenciales que deben tenerse prios exercícios.en cuenta en la concepción de una retícula. O autor procurou identificar e explicar pormenorizada eCuando un diseñador desee utilizar la retícula de forma gradualmente os pontos essenciais que devem ser res-inteligente y funcional precisará de un estudio cuidado- peitados no desenho duma grelha.so de todos los criterios desde los que se plantea el Para usar racional e funcionalmente a grelha, o dese-problema. El hecho de que la mayor parte de los diseña- nhista deve submeter todos os critérios a um estudodores no conozcan el sistema de ordenación o lo entien- cuidadoso. O fato de que a grande maioria dos desen-dan indebidamente y, por lo tanto, tampoco lo apliquen histas ignorem tal sistema para estabelecer uma ordemde modo adecuado, constituye una advertencia para ou de que não chegem a entendê-lo e portanto a usá-loque se aprenda con rigor el empleo de la retícula. Quien correctamente, pode ser considerado como um sinal deno tema someterse a este esfuerzo acabará advirtiendo que o uso da grelha requer um estudo sério. Qualquerque, con auxilio del sistema reticular, se encuentra en pessoa que aceite este trabalho, necessário, descobri-condiciones de resolver múltiples problemas en forma rá que, com a ajuda do sistema de grelhas, se encontramás funcional, lógica y hasta estética. melhor equipada para resolver os seus problemas de desenho, duma maneira funcional, lógica e mesmo mais satisfatória esteticamente.
  • Retícula y filosofía del diseño Grelha e filosofia do desenhoEi empleo de la retícula como sistema de ordenación O uso da grelha como um sistema de ordenação é aconstituye la expresión de cierta actitud mental en que expressão duma atitude mental na medida em que mos-ei diseñador concibe su trabajo de forma constructiva. tra que o desenhista concebe o seu trabalho em termosEsto expresa una ética profesional: el trabajo del dise- que são construtivos e orientados para futuro.ñador debe basarse en un pensamiento de carácter ma- Isto é a expressão dum ethos professional: o trabalhotemático, a la vez que debe ser claro, transparente, do desenhista deveria possuir essa qualidade clara-práctico, funcional y estético. mente inteligível, objetiva, funcional e estética, do pen-Así, el trabajo debe ser una contribución a la cultura samento matemático.común, e incluso debe ser una parte de la cultura. O seu trabalho deveria, assim, ser um contributo para aMediante un tipo de creación constructiva analizable e cultura geral passando a formar parte dela.inteligible, se puede elevar el nivel del gusto de la socie- O desenho constrútivo que seja capaz de análise e re-dad, la cultura de las formas y la de los colores. produção, pode influenciar a elevar o bom gosto da so-En la configuración objetiva, comprometida con el bien ciedade e o modo como esta concebe formas e cores.común, bien compuesta y cultivada se encuentran las O desenho que é objetivo, comprometido com o bemcondiciones de una actitud democrática. La configura- comum, bem composto e refinado, constitui a base dumción constructivista significa la tranformación de leyes comportamento democrático. O desenho construtivistaconfiguradoras en soluciones prácticas. En el trabajo significa a conversão de leis de desenho em soluçõesformal riguroso y sistemático se cumplen ias exigencias práticas. O trabalho feito sistematicamente e de acordode claridad, transparencia e incorporación de todos los com princípios formais rigorosos estabelece estas exi-factores que en la vida son de la máxima importancia. gências de retidão, inteligibilidade e do conjunto de to-Trabajar con el sistema reticular significa someterse a dos os fatores que são igualmente vitais na vida socio-leyes universalmente válidas. política.La aplicación del sistema reticular se entiende como Trabalhar com o sistema de grelhas significa submeter-una voluntad de orden, de claridad, se a leis de validez universal.voluntad de penetrar hacia lo esencial, de concreción, O uso do sistema de grelhas implicavoluntad de cooperación constructiva con la sociedad, o desejo de sistematizar, clarificar ..voluntad de objetividad en lugar de subjetividad, o desejo de chegar até ao essencial, de concentrarvoluntad de racionalización de los procesos creativos y o desejo de cultivar a objetividade em lugar da subjeti-técnico-productivos, vidadevoluntad de rentabilidad, o desejo de racionalizar os processos criativos e técni-voluntad de integración de los elementos formales, ero cas de produçãomáticos y materiales, o desejo de rentabilidadevoluntad de dominio de la superficie y del espacio, o desejo de integrar elementos de cor, forma e materialvoluntad de una actitud positiva, orientada al futuro, o desejo de conseguir domínio arquitetural sobre a su-voluntad de una actitud autocrítica, ligada a los intere- perfície e o espaçoses generales, o desejo de adotar uma atitude positiva para o futurodisciplina en los procesos mentales, o reconhecimento da importância da educação e o re-reconocimiento de la significación pedagógica y de las sultado do trabalho pensado num espírito construtivo.consecuencias de los trabajos. Cada trabalho visual criativo é uma manifestação do Cada trabajo visual y creativo es manifestación del ca- carácter do desenhista. É um reflexo do seu conheci- rácter del creador. En él refleja saber y actitud. mento, habilidade, e da sua mentalidade.
  • La retícula tipográfica A grelha tipográficaCon la retícula, una superficie bidimensional o un espa- A grelha divide um plano de duas dimensões em cam-cio tridimensional se subdivide en campos o espacios pos menores ou um espaço tridimensional em comparti -más reducidos a modo de reja. Los campos o espacios mentos menores. Os campos ou compartimentos po-pueden tener las mismas dimensiones o no. La altura de dem ter os mesmos ou diferentes tamanhos. Os camposlos campos corresponde a un número determinado de correspondem em profundidade a um número especificolíneas de texto, su anchura es idéntica a la de las co- de linhas de texto e a largura dos campos é o mesmolumnas. que a largura das colunas. As profundidades e as largu-Las dimensiones de la altura y la anchura se indican con ras aparecem indicadas em medidas tipográficas, emmedidas tipográficas, con punto y cicero. pontos ou ciceros.Los campos se separan uno de otro por un espacio in- Os campos estão separados por un espaço intermediá-termedio con objeto, por un lado, de que las imágenes rio de tal forma que, por um lado, as imagens não seno se toquen y que se conserve la legibilidad, y por otro toquem mutuamente, preservando-se deste modo a le-de que puedan colocarse leyendas bajo las ilustra- gibilidade, e por outro, as legendas possam colocar-seciones. sob as ilustrações.La distancia vertical entre los campos es de 1, 2 o más A distância vertical entre os campos é de 1, 2 ou maislíneas; la distancia horizontal es función del tamaño de linhas de texto, dependendo o espaço horizontal do ta-los tipos de letra y de las ilustraciones. manho da letra e das ilustrações.Con esta parcelación en campos reticulares pueden or- Por meio desta divisão da grelha em campos, os ele-denarse mejor los elementos de la configuración: tipo- mentos de desenho, isto é, tipografia, fotografia, ilustra-grafía, fotografía, ilustración y colores. Estos elementos ção e cor, podem ordenar-se dum modo mais satisfató-se reducen a la dimensión de ios campos reticulares, rio. Estes elementos adaptam-se ao tamanho dos cam-adaptándose exactamente a su magnitud. La ilustración pos da grelha e encaixam precisamente dentro das me-más pequeña corresponde al campo reticular más didas dos campos. A menor ilustração corresponde aopequeño. mais mínimo campo da grelha. A grelha duma páginaLa retícula de una página 1/1 comprende un número inteira compreende u m m e n o r o u m a i o r n u m e r o dessesmenor o mayor de tales campos reticulares. Todas las campos de grelha. Todas as ilustrações, fotografias, ta-ilustraciones (directos o plumas), cuadros, tablas, etc., belas, etc., têm o tamanho de 1, 2, 3 ou 4 campos detienen dimensiones de 1, 2, 3, 4 o más campos reticu- grelha. Deste modo consegue-se uma adequada unifor-lares. midade na apresentação da informação visual.Así se consigue una unidad en la presentación de las A grelha determina as dimensões constantes do espa-informaciones visuales. ço. Virtualmente não há nenhum limite de divisões da grelha. Pode dizer-se, dum modo geral, que cada tra-La retícula determina las dimensiones constantes de balho deve ser estudado muito cuidadosamente paralas cotas y del espacio. El número de divisiones reticula- obter o sistema específico de grelha que correspondares es prácticamente ilimitado. En general puede decir- às necessidades de tal trabalho.se que a cada problema estudiado con rigor debiera A regra é: quanto menos sejam as diferenças de tama-corresponder una red de divisiones específica. nho das ilustrações, mais serena é a impressão criada La regla: cuanto menor diferencia exista entre las gran- pelo desenho. Entendida como um sistema de controle,des ilustraciones, tanto más tranquila resulta la confi- a grelha torna mais fácil dar à superfície ou espaço umaguración. Como sistema de organización, la retícula fa- organização racional. cilita al creador la organización significativa de una superficie o de un espacio. Um tal sistema de ordenação obriga o desenhista a ser
  • La retícula tipográfica A grelha tipográficaEl sistema de ordenación exige honestidad en la aplica- honesto no uso dos recursos do desenho. Exige que eleción de los medios configuradores. Requiere una pues- se adapte ao problema que tem entre mãos e que ota en claro y un análisis de la tarea planteada. Impulsa analise. Favorece o pensamento analítico e dá à solu-el modo de pensar analítico, la fundamentación lógica y ção do problema uma base lógica e material. Se o textoobjetiva de la solución a los problemas. En la organiza- e as imagens são ordenadas sistematicamente, maisción objetiva de los medios para la configuración del claramente ressaltam as prioridades.texto y de las imágenes, las prioridades cobran mayor Uma grelha adequada no ao projeto visual torna maisrelieve. fácil:Una retícula adecuada en la configuración visual posi- abilita: construir o argumento dum modo objetivo com os meiosa da comunicação visualla disposición objetiva de la argumentación mediante blos medios de la comunicación visual construir o texto e o material de ilustração, dum modob sistemático e lógicola disposición sistemática y lógica del material del texto сy de las ilustraciones organizar o texto e as ilustrações numa ordenação com-с pacta segundo o seu próprio ritmola disposición de textos e ilustraciones de un modo dcompacto con su propio ritmo reunir o material visual de tal forma que seja prontamen-d te inteligível a estruturado com um alto grau de inte-la disposición del material visual de modo que sea fácil- resse.mente inteligible y estructurado con un alto grado de São várias as razões que justificam o uso da grelhainterés. como um instrumento na organização do texto e ilus-Existen diferentes motivos para utilizar la retícula como trações:auxiliar en la organización del texto y de las ilustra- razões de economia: um problema pode resolver-se emciones: menos tempo e com um menor custo ..motivos económicos: un problema puede resolverse en motivos racionais: os problemas, simples ou comple-menos tiempos y con menos costes xos, podem resolver-se dentro dum estilo uniforme emotivos racionales: es posible resolver tantos proble- caraterísticomas aislados como complejos con un estilo unitario y atitude mental: a apresentação sistemática dos fatos,característico seqüências de acontecimentos, e soluções de proble-actitud mental: la representación ordenada de hechos, mas deveria, por razões sociais e educacionais, serde procesos, de acontecimientos, de soluciones a pro- uma contribuição construtiva para o estado cultural dablemas, debe ser, por causas sociales y pedagógicas, sociedade e uma expressão do nosso sentido da res-una contribución constructiva a la situación cultural de ponsabilidade.la sociedad y expresión de nuestra conciencia de laspropias responsabilidades.
  • ¿Para qué sirve la retícula? Qual é a finalidade da grelha?La retícula es empleada por tipógrafos, diseñadores O tipógrafo, o gráfico, o fotógrafo e o projetista de expo-gráficos, fotógrafos y diseñadores de exposiciones para sições usam a grelha para resolver problemas visuaisla solución de problemas visuales bi o tridimensionales. em duas ou três dimensões. O gráfico e o tipógrafoEl diseñador gráfico y el tipógrafo se sirven de ella para usam-na para desenhar anúncios de jornais, folhetos,la configuración de anuncios, prospectos, catálogos, li- catálogos, livros, publicações periódicas, etc., e obros, revistas, etc.; el diseñador de exposiciones, para projetista de exposições usa-a para conceber o seu piala concepción de exposiciones, escaparates, etc. no de exposições e mostras.En la división en rejilla de las superficies y espacios el Ao ordenar as superfícies e espaços dentro do quadrodiseñador tiene la oportunidad de ordenar los textos, d u m a grelha, o desenhista está favoravelmente coloca-las fotografías, las representaciones gráficas, etc., se- do para dispor os seus textos, fotografias e diagramasgún criterios objetivos y funcionales. Los elementos vi- segundo critérios objetivos e funcionais. Os elementossuales se reducen a unos pocos formatos de igual mag- pictóricos são reduzidos a alguns formatos do mesmonitud. El tamaño de las ilustraciones se establece en tamanho. O tamanho das figuras é determinado segun-función de su importancia temática. do a sua importância dentro do tema.La reducción de los elementos visuales y su subordina- A redução do número de elementos visuais usados e ación al sistema reticular puede producir la impresión de sua incorporação num sistema de grelhas cria um senti-armonía global, de transparencia, claridad y orden con- do de planificação compacta, inteligibilidade e clareza,figurador. El orden en la configuración favorece la credi- e sugere uma idéia de ordem no desenho. Esta ordembilidad de la información y da confianza. aumenta a credibilidade da informação e desperta con-Una información con títulos, subtítulos, imágenes y tex- fiança.tos de las imágenes dispuestos con claridad y lógica no A informação apresentada com títulos, subtítulos, tex-sólo se lee con más rapidez y menor esfuerzo; también tos, ilustrações e legendas, todos eles dum modo clarose entiende mejor y se retiene con más facilidad en la e dispostos duma forma lógica, será não somente lidamemoria. El diseñador debiera tener siempre presente mais rapida e facilmente, senão que será melhor enten-este hecho, científicamente probado. dida e retida na memória. Este é um fato cientificamenteCon la retícula se configuran con éxito las imágenes de provado e o desenhador deveria tê-lo constantementelas empresas. Por imagen de empresa (o corporativa) em conta.se entiende todo tipo de elemento portador de informa- Para criar a identidade visual das empresas pode usar-ción visual, desde la tarjeta de visita al puesto de la se a grelha com muito sucesso. Isto engloba todos osexposición, pasando por los formularios de circulación meios visuais de informação, desde o cartão de visitaexterna e interna, la publicidad impresa, los vehículos até ao estande de exposição: todos os impressos parapara el transporte de personal y de mercancías, los ró- uso interno e externo, material de publicidade, veículostulos en edificios, etc. de carga e passageiros, placas com o nome e letreiros dos edifícios, etc.
  • Formatos del papel Formatos do papelLa mayor parte del material impreso se adapta a los Muito material impresso adere aos tamanhos do siste-formatos normalizados DIN. El diseñador hará bien en ma padronizado DIN. O desenhista fará bem em empre-servirse también de estos utilizadisimos formatos de gar igualmente estes tamanhos que são os mais comu-papel. De una parte, porque se encuentran en reserva mente usados. Primeiro porque estes formatos são osen el almacén del fabricante de papel y el impresor los que a indústria tem em estoque e que o impressor podepuede solicitar sin pérdida de tiempo. Por otro lado, por- pedir e obter dum modo imediato. Segundo, porque asque las máquinas de imprimiry las cortadoras también imprensas e as guilhotinas de papel têm também dimen-tienen determinadas medidas normalizadas de acuerdo sões padronizados de acordo com os tamanhos de pa-con los formatos de pape! de la serie DIN. También las pel do sistema DIN. Os tamanhos dos envelopes se-medidas de los sobres están normalizadas según DIN y, guem também o sistema DIN e. última razão mas não alo que también es importante, las tarifas postales están menor, a escala das taxas de correios segue, ainda queen parte graduadas conforme a las normas DIN. parcialmente, os padrões DIN.Un formato que se solicite al margen de los normaliza- Um formato que esteja fora dos do sistema DIN tem quedos por DIN tiene que ser elaborado en la fábrica de ser produzido segundo um sistema próprio pela fábricaoapel con las medidas requeridas, o bien deberá utili- e, por outro lado, um tamanho maior do que o necessá-zarse en la impresión un formato mayor que el deseado rio, usado na impressào e cortado depois, significa umy después cortado a la medida de éste, lo que significa desperdicio de papel. Tanto uma como outra, são solu-una pérdida de papel. En ambos casos se encarece la ções que aumentam os custos de produção.producción. A página seguinte mostra os tamanhos das séries DIN.La página siguiente muestra los formatos de la serie O leitor verá que o formato maior é sempre o dobro doDIN. Observará el lector que, en cada caso, un formato tamanho do formato precedente; por exemplo, о A6 é oes el doble del que inmediatamente le sigue; así, el for- dobro do format о A7. Isto significa que cada formatomato A-6 representa el tamaño doble del A-7. Esto sig- DIN, dobrado, produz igualmente um outro formato DIN.nifica asimismo que si plegamos un formato DIN volve- As vantagens desta padronização são incomparavel-mos a tener un formato DIN. mente maiores que as desvantagens. Una empresa de-Las ventajas de esta normalización son incomparable- sejando possuir uma identidade visual própria deverámente mayores que las desventajas. Una empresa que igualmente introduzir tamanhos de papel uniformes,quiera disponer de una imagen corporativa unitaria ten- uma vez que a informação impressa em papel padroni-drá que introducir formatos de papel igualmente unita- zado produz um maior impacto sobre o leitor.rios, porque las informaciones impresas se presentan Também é mais provável que o destinatário conserveasí de forma más persuasiva al lector. os papéis padronizados pois que cabem mais facilmente Los formatos de papel normalizados también se conser- nos dossiers e nos arquivos. Este é um ponto que ne-van mejor por parte del destinatario, porque pueden co- nhum desenhista pode ignorar. locarse en clasificadores y ficheros. Este aspecto no debe pasarlo poralto ningún diseñador.
  • Formatos del papel Formatos do papelFormatos DIN A0-A10 Tamanhos DIN A0-A10El pliego es Ia forma básica de cortar, la serie С son formatos de A folha é a forma básica de cada Séries A. As Séries С e D cha-cualquier formato. Si se hace una envoltura y sobres para la serie A. formato. Dobrando-a uma vez ob- mam-se séries adicionais. Os for-doblez al pliego se obtendrá la mi- Las series С y D son las llamadas temos a meia folha, isto é, duas matos A entram nos envelopes dotad de pliego o folio, que repre- adicionales. folhas ou quatro páginas. A folha formato C. Os envelopes do ta-senta 2 hojas de papel о 4 pági- Los formatos A se adaptan a las dobrada quatro vezes produz o manho С entram nos pacote B.nas. El pliego al que se hacen dos envolturas del formato С. Las en- quarto, isto é, 4 folhas ou 8 pági- Os formato para fins especiaisdobleces es el cuarto de pliego, volturas del formato С se adaptan nas impressas. existem também em formato rec-también llamado cuarto, que re- a los contenedores В. Os trabalhos impressos em tama- tangular.presenta 4 hojas de papel u Formatos con fines especiales se nhos standard provêm das séries O formato americano é dum certo8 páginas. emplean también en la forma А, В, С e D. Os tamanhos de folha modo menos profundo que o euro-El material impreso normalizado apaisada. El formato americano, base representam-se pelas séries peu. As dimensões, em lugar dese desarrolla a partir de las series comparado con el europeo, es un A = 841 x 1189 mm A4 (29,7 x 21 cm), são 21,57 cm.А, В, C, D. Las dimensiones bási- poco más bajo. Sus dimensiones, В = 1000 x 1414mmcas de los pliegos son las series en lugar de A4 (29,7 x 21 cm) son С = 917 x 1297 mm A = 841 X 1189 mm 27,94 x 21,57 cm. A série A é a série de formatos В = 1000 X 1414 mm que forma a base de todas as ou- С = 917 X 1297 mm tras séries. A série В indica os for- La serie A es la base de las de- matos náo recortados, as Séries más. La serie В son formatos sin С sáo o papel de envelope das
  • El sistema de medidas tipográficas O sistema tipográfico de medidasEl sistema de medidas tipográficas se basa en la unidad O sistema tipográfico de medidas está construido sobredel punto que lleva el nombre del fundidor de tipos de o ponto, assim chamado pelo inventor-tipógrafo pari-imprenta parisino Firmin Didot (1712-1768), que mejoró siense Firmin Didot (1712-1768). Este inventor melho-el sistema de puntuación inventado en 1675 por Four- rou o sistema de pontos inventado por Fournier, emnier. El sistema Didot se extendió por toda Europa y ha 1675. O sistema Didot foi adotado em toda Europa,conservado hasta el presente su aplicabilidad. Este sis- mantendo-se até hoje. É um sistema relacionado com ot e m a se ajusta al pie francés de 30 cm de longitud. El pé francês de 30 cm. O tipómetro corresponde ao pétipómetro corresponde al pie francés. Tiene 30 cm de francês. Tem 30 cm de comprimento e mede 798 pontoslargo y mide 798 puntos tipográficos. En 1898 se intro- tipográficos. A atual altura tipográfica de 62 Ъ pontos sódujo por vez primera una altura unitaria para los tipos de se fixou, dum modo uniforme, em 1898.62 Ъ puntos. Na tipografia tradicional utilizando caracteres de chum-En la tipografía tradicional, de composición con plomo, bo fundido, as medidas eram feitas em pontos não ense contaba con puntos tipográficos, no con centímetros. cm. Com a chegada das técnicas fotográficas de tipo-Con la aparición de los caracteres reproducidos fotome- grafia, as medidas podem establecer-se em mm e pole-cánicamente las medidas pueden indicarse tanto en mi- gadas, bem como em pontos. Desde os anos sessentalímetros o pulgadas como en puntos. Desde los años esforços são feitos para introduzir o sistema métrico emsesenta se pretende introducir en la tipografía la medida lugar do sistema de ciceros nas medidas tipográficas.métrica en lugar del cicero. O sistema Didot é hoje usado em Europa, e o sistemaEl sistema Didot se emplea hoy en Europa, el sistema Anglo-Americano é usado sobretudo na Inglaterra e nosde puntuación anglo-americano se utiliza sobre todo en Estados Unidos. Em ambos sistemas, o ponto é a menorInglaterra y América. Ambos sistemas tienen como uni- unidade de medida.dad mínima de medida el punto. Em tipografia convencional o tamanho de letra mede-seEn la tipografía convencional las letras se miden en em pontos. A ilustração da página 18 mostra tamanhospuntos. La figura de la página 18 muestra los tamaños de 6 à 60 pontos. Certas famílias de carateres têm tam-de 6 a 60 puntos. Además, algunas familias de caracte- bém letras de 70 pontos. A profundidade da letra (deres poseen los 70 puntos. cima abaixo) chama-se o «altura tipográfica» ou «cor-El tamaño de los caracteres se llama «cuerpo»; la an- po» e a largura das letras chama-se «largura».chura de ias letras «grosor». As alturas tipográficas (no sistema, Anglo-Americano)Los caracteres poseen además los nombres antiguos: mantêm ainda os, nomes antigos: 6 puntos: Nomparela 7 puntos: Miñona 6 pontos = Nonpareil 7 pontos = Minion 8 puntos: Gallarda 9 puntos: Breviario 8 pontos = Brevier 9 pontos = Bourgeois 10 puntos: Filosofía 12 puntos: Cicero 10 pontos = Long primer 12 pontos — Pica 14 puntos: Texto 16 puntos: Texto gordo 14 pontos = English 16 pontos = Great primer 18 puntos: Parangona 18 pontos = ParagonMientras ia altura de Ias letras con 62 2/э puntos es siem- Enquanto que a altura do pape! permanece semprepre la misma, la anchura difiere. Hay letras estrechas, igual a 62 Ъ pontos, a largura varia. Há diferentes tipos:normales y anchas, estrechas extremas y anchas extre- condensado, normal e largo, extra-condensado e extra-mas. Los caracteres normales son los que se leen con largo. O tipo normal é o mais fácil de 1er. más facilidad.
  • El sistema de medidas tipográficas O sistema tipográfico de medidas ) D e n o m i n a c i ó n de m e d i d a s Os n o m e s das u n i d a d e s tipográfi- T a m a n h o s de letra desde 6 a 60tipográficas cas de medida C u e r p o s de 6 a 60 puntos Univers pontos Univers. La figura m u e s t r a una compara- Para cada tipo de letra existen de A gravura mostra a unidade tipo- Cada tipo gráfico e n g l o b a de 12 a c i ó n entre la u n i d a d tipográfica de 12 a 20 t a m a ñ o s distintos. Se lla- gráfica de medida, o cicero, com- 20 t a m a n h o s distintos. C h a m a m - m e d i d a , el c i c e r o , y la unidad mé- man cuerpos de letra los que co- parado com a unidade métrica de se c o r p o s de letra ou pontos de trica, el c e n t í m e t r o . rresponden a u n i d a d e s de puntos. m e d i d a , o cm. letra e r e p r e s e n t a m um certo nú- 1 c i c e r o t i e n e 12 p u n t o s , 1 cm tie- Las líneas e n c i m a y d e b a j o de los 1 c i c e r o representa 12 pontos mero de pontos. As linhas acima e ne 10 m m . números de las letras, point, co- 1 cm representa 10 mm, 26 cice- abaixo dos n ú m e r o s e das pala- 26 c i c e r o s y 8 puntos correspon- rresponden al espesor de los ros e 8 pontos c o r r e s p o n d e m a vras «ponto» c o r r e s p o n d e m à es- d e n a 12 c m . Al pie francés co- cuerpos de las letras metálicas. 12 cm. A medida padrão que tem pessura total dos caracteres de r r e s p o n d e la m e d i d a unitaria, el ti- Las letras mayores de 72 puntos 30 cm de c o m p r i m e n t o e contém metal. Letras de mais de 72 pon- p ó m e t r o de 30 cm de longitud con se graban en madera o se proyec- 798 pontos tipográficos corres- tos de t a m a n h o f a z e m - s e em ma- 798 p u n t o s tipográficos tan mediante f o t o c o m p o s i c i ó n a la p o n d e ao pé francês. deira ou podem projetar-se c o m a 1 m = 2 6 6 0 p u n t o s = 221 2 /3Cics. altura deseada. 1 m = 2660 pontos = 221 ^з cics. profundidade requerida através 1 pie francés = 30 cm = 1 tipóme- El empleo de los distintos cuerpos 1 pé francês = 30 cm = 1 tipóme- dos s i s t e m a s fotográficos de com- tro = 7 9 8 puntos = 66 /г ciceros de letra d e p e n d e del objetivo que tro = 798 pontos = 66 /г ciceros posição. Os t a m a n h o s da letra de- 1 mm = 2.66 p i n t o s . se persiga. Para textos de pros- 1 mm - 2,66 pontos p e n d e m dos usos a que se desti- 1 p u n t o = 0 , 3 7 6 m m = 1,07 pun- pectos, catálogos y libros la 1 ponto = 0 , 3 7 6 mm = 1.07 pon- nam. T a m a n h o s de 8 a 12 pontos tos a n g l o - a m e r i c a n o s = 0,0148 mayor parte de las v e c e s son sufi- tos a n g l o - a m e r i c a n o s = 0,0148 s e r v e m g e r a l m e n t e para o texto pulgadas cientes los cuerpos de letra de 8 a polegadas de livros, folhetos ou catálogos. 1 c i c e r o = 4,51 m m 12 puntos. 1 c i c e r o = 4,51 mm.
  • Tipos de letra Modelos de alfabetosEn la actualidad, el diseñador tiene a su disposición un O desenhista dos nossos dias tem à sua disposição umsinnúmero de tipos de letra. Desde la invención de los grande número de tipos de letra. Desde que Gutenbergcaracteres móviles por Gutenberg en 1436-1455 se han inventou pela primeira vez o tipo móvel, centenas deproyectado y fundido en plomo cientos de tipos de le- tipos gráficos diferentes foram desenhados e fabricadostras. El desarrollo técnico de la época más reciente, con em chumbo. Os desenvolvimentos técnicos mais recen-la fotocomposición y la composición por ordenador, ha tes baseados no computador e nas técnicas fotográficastraído al mercado tipos de letras nuevos o variantes de de composição introduziram uma vez mais novos tiposlos ya existentes. gráficos ou variantes dos antigos.El diseñador puede escoger. A su sensibilidad formal A escolha pertence agora ao desenhista. Será a suaqueda confiado el empleo de buenos o malos caracteres sensibilidade às formas que o levará a usar um bom oupara sus trabajos de configuración. Considerando el li- mau tipo gráfico, ao realizar o seu desenho. Dada amitado espacio de que disponemos, nos referimos aquí escassez do espaço disponível, referir-nos-emos aquisólo a algunos tipos de letras notables del pasado y del somente a alguns dos mais importantes desenhos dosiglo XX, aquellos que aparecen con mayor frecuencia passado e do século xx e que mais freqüentemente apa-en las publicaciones. receram em publicações.El conocimiento de las cualidades de un tipo de letra es Estudando os desenhos clássicos de Garamond, Cas-de la mayor importancia de cara a los efectos funciona- lon, Bodoni, Walbaum e outros, o desenhista podeles, estéticos y psicológicos del materia! impreso. Tam- aprender quais são os critérios clássicos que produzembién la configuración tipográfica, esto es, los espacios um tipo gráfico refinado e artístico capaz de facilitar aadecuados entre letras y palabras y los espacios interli- leitura. Os desenhos de tipos gráficos Berthold, Helveti-neares y la longitud de las lineas que favorezcan la legi- ca, Folio, Univers, etc., produzem áreas tipográficasbilidad tienen importancia a la hora de producir un buen agradáveis e de fácil leitura. As regras tipográficas queefecto. La fotocomposición y la composición por compu- se aplicam aos caracteres romanos são também válidastadora ejercen hoy día una amplia hegemonía en este para os caracteres sem serifa.campo. Uno de sus inconvenientes es que, a veces, las Os criadores destes desenhos de tipos gráficos eramletras pierden entre ellas e! blanco adecuado y esto difi- artistas extremamente inteligentes, dotados de altosculta la legibilidad. El diseñador hará bien, al realizar el poderes criativos. É o que nos mostra o fato de queencargo de la fotocomposición, exigir ai mismo tiempo durante mais de quatro séculos, incontáveis desenhis-un espaciado normal entre letras. tas tipográficos tentaram criar novos alfabetos masEstudiando los tipos de letra clásicos —Garamond, muito poucos conseguiram ser aceitos. Um alfabeto co-Caslon, Bodoni, Walbaum y otros— el diseñador se fa- mo o de Garamond, por exemplo, é um produto artísticomiliarizará con las normas permanentemente válidas de primeira ordem. Cada letra tem a sua própria e incon- para los tipos fácilmente legibles, distinguidos y artísti- fundível face, seja maiúscula ou minúscula, e revela acos. También los tipos de plomo Berthold, Helvética, mais alta qualidade de forma e de originalidade. Cada Folio y Univers muestran composiciones correctas y fá- letra tem a sua própria personalidade e produz um im- cilmente legibles. Las mismas normas tipográficas váli- pacto marcante. das para la ietra romana sirven para las letras de palo Todo o desenhista que esteja envolvido com a tipografia seco. deveria dar-se ao trabalho de, no momento de criar de- Los creadores de los tipos de letra citados eran artistas senhos gráficos, esboçar à mão, palavras e frases. Mui- extraordinariamente inteligentes y creativamente dota- tos desenhistas usam com proveito o processo Letraset dos. Esto lo prueba el hecho de que, desde hace más de que permite. sem dúvida nenhuma, criar um desenho
  • Tipos de letras Modelos de alfabetoscuatro siglos, incontables diseñadores de tipos se es- inicial limpo, quase pronto para impressão. No entanto,fuerzan por crear nuevos alfabetos, pero de éstos sólo o sentido das boas formas de letras e duma composiçãounos pocos se imponen. Un alfabeto como el de Gara- atraente só pode ser adquirido com a prática constantemond, por ejemplo, es un producto artístico del más alto e cuidadosa, do desenho de letras.rango. Cada letra posee su propia e inconfundible for- Os exemplos das páginas seguintes podem mostrar co-ma, tanto las minúsculas como las mayúsculas, y son mo as formas das letras podem criar simultaneamentede la más alta calidad formai y originalidad. Cada letra tensão e nobreza e como as linhas duma área tipográfi-tiene un carácter impregnado de intensa energía. ca podem aparecer aos olhos do leitor com a qualidadeT o d o diseñador que trabaje en el campo de la tipografía duma leitura agradável.debiera tomarse la molestia de diseñar a mano las pala- A Renascença criou a distribução tipográfica de eixobras y las frases cuando traza el esbozo de soluciones central que se manteve até ao século xx.gráficas. Muchos diseñadores hacen uso del método A nova arquitetura tipográfica distingue-se da antigaLetraset que, ciertamente, puede producir la impresión pelo fato de que é a primeira a tentar desenvolver ade un diseño limpio, casi listo para la imprenta. Pero el aparência exterior, a partir da função do texto.sentido de la forma correcta de las letras y de la imagen A nova tipografia usa o fundo como um elemento deproducida por ellas sólo puede conseguirse mediante desenho no mesmo nível dos outros elementos. A distri-un constante y cuidadoso bosquejo de tipos. Los ejem- bução antiga (a de eixo centrai) desempenhava um pa-plos de las páginas que siguen muestran cómo pueden pel ativo sobre um fundo morto, passivo.ser las letras simultáneamente interesantes y refinadasen su forma y cómo los renglones pueden provocar elefecto de una lectura agradable.El Renacimiento creó la distribución tipográfica de ejecentral, conservada hasta el siglo xx.La nueva distribución tipográfica se distingue de las an-teriores en el hecho de que por vez primera pretendedesarrollar su forma de presentación a partir de la fun-ción del texto.La nueva arquitectura tipográfica utiliza el fondo comoun elemento configurador de igual valor que los demás.La distribución anterior (la de eje central) era activa so-bre un fondo pasivo y muerto.
  • Tipos de letras Modelos de alfabetosGaramond GaramondG a r a m o n d , 48 punios, normal. La s o n de 6 a 48 puntos normal, fina, Garamond, o G a r a m o n d - A n t i q u a 48 pontos normal médio, meio-letra romana fue diseñada y gra- s e m i n e g r a y cursiva de 48 pontos, normal, foi desen- preto e itálico.bada en 1535 en París por el gra- Tipos c o m p l e m e n t a r i o s de los hado e gravado em Pans, em O modelo normal ou médio apre-bador de punzones Claude Gara- n o r m a l e s son la (ma, la semine- 1535. pelo artesão Claude-Gara- senta as variantes de clara, meia-m o n d (1480-1561 ) Es una escri- gra, la negra y la cursiva. m o n d (1480-1561). É um modelo preta, preta e itálica.tura p u r a m e n t e medieval. Por vez La escritura fina se utiliza en de letra em puro estilo antigo Ga- A letra clara usa-se com freqüên-primera, G a r a m o n d consideró a la c u e r p o s m e n o r e s para las notas ramond foi o primeiro a desenhar cia nos tamanhos p e q u e n o s parar e d o n d a y a la cursiva como par- m a r g i n a l e s y los pies de las ilus- letras romanas e itálicas c o m o notas marginais e legendas detes integrantes de un mismo gra- traciones. c o m p o n e n t e s de uma familia tipo- ilustrações.bado de tipo. Los tipos de Gara- La esentura seminegra, la negra y gráfica As letras Garamond fo- A meia-preta, preta e itálicam o n d fueron posteriormente la cursiva se utilizan sobre todo ram mais tarde aperfeiçoadas por u s a m - s e sobretudo para destacarm e j o r a d o s por Robert Granjon y para resaltar palabras o texto Robert Granjon e Christoph van palavras ou textosC h r i s t o p h van Dick. Los tipos mayores se utilizan en Dyck, Graças à clareza e harmo- Ha outros corpos de letra maioresGracias a sus tormas claras y ar- g e n e r a l en los titulares nía das suas formas, sobrevive- que se reservam n o r m a l m e n t e pa-m ó n i c a s han podido mantenerse ram até aos nossos dias. Este tipo ra os títulos.hasta la actualidad. Hoy se en- grático pode também realizar-sec u e n t r a n en el mercado t a m b i é n hoje através das técnicas fotográ-e n la t o t o c o m p o s i c i ó n . ficas de impressão O tipo Gara- Los tipos G a r a m o n d disponibles m o n d existe em tamanhos de 6 a
  • Tipos de letras Modelos de alfabetosCaslon CaslonCaslon, 48 puntos, normal Wi- Caslon, letra romana de 48 pon-lliam Caslon I (1692-1766) dio tos, normal, foi desenhada pornombre a la letra romana que di- William Caslon l (1692-1766), to-señó y grabó. Caslon comenzó su mando o seu nome. CasIon come-actividad como grabador de pun- çou os seus trabalhos como fabri-zones en Oxford, en 1 720 can te de caracteres em Oxford,El alfabeto de Caslon tiene un 1720. O alfabeto de Caslon é umprecedente en otro, 200 años más modelo de letra que tem já 200antiguo. Entre 1720 y 1726, Cas- anos. Entre 1720 e 1726 CaslonIon grabó ias especialmente her- cortou os tamanhos engtish, picamosas letras «inglesa-, «pica» y e brevier, que eram muito atraen-«breviario». tes. O seu trabalho lançou na In-Con su trabajo sentó las bases glaterra as bases do desenvolvi-para e¡ desarrollo de la fundición mento da fabricação inglesa detipográfica en Inglaterra caracteres.Los tipos Caslon disponibles hoy Actualmente o alfabeto Caslonson de 6 a 48 puntos normal, fina, existevem tamanhos de 6 a 48seminegra y cursiva. pontos normal, médio, meio-preto e itálico.
  • Tipos de letras Modelos de alfabetosBaskerville Baskerville Baskerville, 48 puntos, normal f u n d a m e n t e marcada por los im- Baskerville. 48 pontos, normal. m a r c a d a por impressores e fabri- J o h n Baskerville (1706-1775) presores y fundidores de la tradi- John Baskerville (1706-1775) cantes de tipos que seguiam a tra- m e j o r ó modelos h o l a n d e s e s y ción de Baskerville. aperfeiçoou os modelos holande- dição de Baskerville. A t u a l m e n t e creó los tipos «Baskerville» que Los tipos Baskerville disponibles ses e criou o modelo Baskerville. Baskerville faz-se em tamanhos c a u t i v a n por sus expresivas for- hoy son los de 6 a 36 puntos nor- generoso e com um aspect o muito de 6 a 36 pontos normal, romano mas. J e n s o n , el mismo diseñador mal, fina y cursiva agradável. Jenson, ele m e s m o um ou itálico. tipográfico, observa que los tipos desenhista de letras, o b s e r v a que Baskerville son los que p o s e e n Baskerville é o tipo de letra de las proporciones g e o m é t r i c a s de proporções geométricais mais mayor exactitud y elegancia Se precisas e de maior elegância. b a s a n en escrituras manuales Como outros modelos mais recen- c o m o asimismo una parte de otros tes. recorda um certo estilo de ca- tipos nuevos Entre ellos puede ligrafia Baskerville está portanto c o n s i d e r a r s e ei Baskerville un entre os precursores dos tipos de precursor del tipo moderno letra atuais. La influencia de Baskerville fue A influência de Baskerville foi par- e s p e c i a l m e n t e intensa en Inglate- ticularmente forte na Inglaterra rra. En la segunda mitad del siglo Na segunda metade do século XVIII la tipografía inglesa fue pro- XVIII a tipografia inglesa estava
  • Tipos de letras Modelos de alfabetosBodoni BodoriiB o d o n i . 48 p u n t o s , normal puntos normal, fina, s e m i n e g r a , B o d o m , 48 pontos, médio. te d i s p o m o s de modelos de ta-Los tipos g r a b a d o s en Parma por negra y cursiva « B o d o m » é considerado como m a n h o s de 6 pontos a 48 pontosG t a n b a t t i s t a B o d o m (1740-1813) uma forma de transição entre os normal, médio, meio-preto, pretos o n c o n s i d e r a d o s c o m o forma de d e s e n h o s de Fournier e Baskervi- e itálico.t r a n s i c i ó n de los de Fournier y lle. Foi realizado em Parma, emB a s k e r v i l l e En su Manuaie Tipo- 1 790 por Gianbatrista Bodonigrafico p u b l i c o 291 alfabetos y or- ( 1 7 4 0 - 1 8 1 3 ) . No seu Manuaie Ti-n a m e n t o s que p r e s e n t a b a n una pográfico, publicou 291 alfabetosgran r i q u e z a y m u l t i p l e s variacio- e "floreios» de impressor, forne-nes de materiales. Bodoni fue el cendo uma riqueza de materiaisgran precursor de los tipos moder- de grande variedade Bodonr foinos. Su escritura se caracteriza um pioneiro destacado da arte ti-por los perfiles d e s a c o s t u m b r a d a - pográfica moderna. O seu dese-m e n t e d e l g a d o s , en contraste con nho caracteriza-se por linhas ex-los v o l u m i n o s o s g r u e s o s . c e p c i o n a l m e n t e finas, contrastan-La influencia de B o d o m fue ex- do com uns traços principais mui-t r a o r d i n a r i a en su tiempo Hoy en- to fortes.c o n t r a m o s sus tipos en 6 a 48 AinfluênciadeBodoninoseu tempo foi excepcional. Atualmen-
  • Tipos de letras Modeos de alfabetosClarendon ClarendonC l a r e n d o n , 48 puntos, normal g i n a l e s que C a s l o n había creado Clarendon, 48 pontos, normal. tra original criada por C a s l o n emLos tipos Clarendon se basan en en 1843. O modelo C l a r e n d o n está basea- 1843.los tipos egipcios, pue aparecen El C l a r e n d o n se caracteriza por do na letra e g i p c i a que a p a r e c e u C l a r e n d o n d e s t a c a - s e pelas lin-por vez primera en la fundición las fuertes lineas horizontales de p e i a p r i m e i r a v e z e m 1815, na has de união horizontais muitoFiggins. El desarrollo de la econo- unión que a p e n a s con tras tan con Fundição de Caracteres Figgins fortes e que diferem muito poucomía m o d e r n a requeria de tipos de ios trazos verticales O crescimento dos negócios de dos traços principais.imprenta con un intonso efecto El C l a r e n d o n se encuentra en 8 a então exigia um tipo de letra de Clarendon existe em tamanhos depublicitario, y entre ellos los egip- 64 p u n t o s normal, fina y semi- eteito publicitario forte; entre es- 8 a 64 pontos normal, medio ecios eran los más importantes negra tes tipos, a e g i p c i a era a mais im- meio-pretoPara lograr un mayor efecto, las portante. Para p r o d u z í r u m impa-s e r i f a s d e las letras se dibujaron cto maior, as linhas finas das le-gruesas. tras eram desenhadas com traçosLos tipos egipcios conocieron una carregados.variante en 1929 con el tipo Uma v a n a n t e do tipo e g i p c i o apa-« M e m p h i s » , que produjo la fundi- receu e m 1929. sob a forma deción de tipos Stempel Hermann ••Memphis», produzida pela Fun- E i d e n b e n z perfeccionó para la dição de Caracteres Stempel. Afundición de tipos de Haas ios ori- pedido de Fundição Haas, Her- mann Eidenbenz aperfeiçou a le-
  • Tipos de letras Modelos de alfabetosBerthold BertholdB e r t h o l d , 48 p u n t o s , normal ron a p l i c a c i ó n sobre todo en la Berthold, de 48 pontos e normal Berthold, em 1967, foi dese-El palo seco B e r t h o l d tue diseña- p u b l i c i d a d industrial. O Berthold sem serifa foi desen- nhado para as t é c n i c a s fotografido en 1898 por el d i s e ñ a d o r tipo- Los tipos B e r t h o l d fueron diseña- hado em 1898 pelo d e s e n h i s t a cas de c o m p o s i ç ã o pela Agencygráfico H o f m a n n , en Berlin Se dos en 1967 por la GGK Agentur Hofmann, em Berlim. B a s e i a - s e G G K de Basiléia, em tipos norbasan e n t i p o s d e p a l o s e c o d e de B a s i l e a para ta fotocomposi- nas let ras sem serifa de principios mal, claro, médio, meio-preto,principios del siglo xix. Es carac- ción en las v e r s i o n e s normal, fina do século XIX. Um traço caracte- preto, itálico, c o n d e n s a d o e di-terístico de los tipos Berthold el s e m i n e g r a , negra, supernegra. rístico do modelo Berthold é a latadoe s p e s o r casi igual de las líneas cursiva, e s t r e c h a y a n c h a . 1 quase igual grossura das linhasv e r t i c a l e s y horizontales. El nom- verticais e horizontais. A designa-bre a l e m á n de la letra, «Grotesk». ção «sem serifa» deve-se à omis-p r o v i e n e de la i m p r e s i ó n de algo são das serifas. isto é, os ornatosestrafalario o grotesco que pro- f i n a i s q u e a c o m p a n h a m o alto e ad u j o c u a n d o a p a r e c i ó , p u e s t o que base das letras. A letra Bertholdc a r e c i a de t o d o s los trazos de cie- c o n h e c e u um ressurgimento de-rre. Los t i p o s Berthold c o n o c i e r o n V é a s e K a r l G e r s t n e r , Diseñar pois da S e g u n d a Guerra Mundial,u n r e n a c i m i e n t o tras la s e g u n d a programas (p. 3 5 ) , C o l e c c i ó n primeiro na Suíça e depois no res-g u e r r a m u n d i a l , primero en Suiza «GG D i s e ñ o » (Editorial G u s t a v o to de Europa. Pela sua forma friay d e s p u é s e n e l resto de Europa. Gili, S.A., B a r c e l o n a , 1979) (N. u s a v a - s e particularmente na pu-A c a u s a de su Iría forma encontra- del Ed.) blicidade industrial. O modelo
  • Tipos de letras Modeos de alfabetosTirr.es Times T i m e s , 48 puntos, normal. Times, de 48 pontos, normal. Los tipos T i m e s New R o m a n fue- O m o d e l o T i m e s N e w R o m a n foi ron d i s e ñ a d o s en 1923 para el desenhado em 1 9 2 3 p a r a o j o r n a l diario The Times y e s p e c i a l m e n t e The Times tendo particularmente p e n s a d o s para la impresión de em mente a impressão de jornais. p e r i ó d i c o s C u m p l e n muy bien la Esta e s p e c i a l m e n t e indicado para e x i g e n c i a de una buena legibilidad assegurar uma boa legibilidade, de ia letra, t a m b i é n de la impresa mesmo em papel d<~ baixa quali- sobre mal papel, puesto que las dade, uma vez que as letras apre- letras p o s e e n serifas cortas, fuer- s e n t a m umas serifas curtas, vigo- tes y p u n t i a g u d a s . Las versales y rosas e p o n t i a g u d a s , tanto en las m i n ú s c u l a s se dibujan muy maiúsculas c o m o as minúsculas claramente. surgem com uma grande clareza Junto c o n Erich Gill, Roger y Updi- Esta letra toi d e s e n h a d a por Stan- ke, Stanley Morrison ha hecho ley Morrison que, j u n t a m e n t e com meritorias y fieles copias de tipos Ene Gill, Roger e Updike, prestou de imprenta clásicos. grandes serviços para uma repro- dução fiel dos modelos clássicos de letra.
  • Tipos de letras Modelos de alfabetosHelvética HelveticaHelvética, 48 puntos, normal. La H e l v e t i c a se funde en 13 tama- Helvetica, de 48 pontos, normal modo, a legibilidade e melhor.Los tipos Helvética, originarios de ños, 6 a 4 8 p u n t o s . Actualmente O tipo Helvetica, criado pela Fun- A Helvetica existe em 13 taman-la fundición de Haas, en Basilea, se e n c u e n t r a n en el mercado tam- dição de Caracteres Haas, de Ba- hos de 6 a 48 pontos Ja esta dise n c o n t r a r o n gran eco en poco bién en t o t o c o m p o s i c i ó n . siléia, foi muito bem acolhido. ponivel em fotocomposição.t i e m p o . M. M i e d i n g e r concibió los M. Miedínger d e s e n h o u este tipoc a r a c t e r e s en 1957. La forma de em 1957. A f o r m a d a s l e t r a s e s t álas letras se a p o y a en la de los baseada no modelo Berthold et i p o s B e r t h o l d y en palos secos nas letras sem serifas anteriores.a n t e r i o r e s . Son características de Traços característicos do tipola H e l v é t i c a las t e r m i n a c i o n e s de Helvetica são as letras c, e, g, slas letras c, e, g, s, g r a b a d a s hori- que apresentam as e x t r e m i d a d e szontalmente en contraposición a cortadas horizontalmente, con-la B e r t h o l d , q u e las tiene graba- trastando com o modelo Berthold,das en s e n t i d o radial. Las formas onde estas letras estão cortadasson algo m á s abiertas y redondas. radialmente. As formas são um La G está simplificada. Las líneas pouco mais abertas e redondas.v e r t i c a l e s s o n algo más cortas O «G» é mais simples. Os traçosq u e las de la Berthold, lo que verticais são um pouco mais cur- m e j o r a la legibilidad. tos que no modelo B e r t h o l d ; deste
  • Tipos de letras Modelos de alfabetos Univers Univers29 U n i v e r s . 48 p u n t o s , normal cleo y el redondeamiento de la le- Univers, de 48 pontos, normal. letra tornam-se mais finas e os Los t i p o s Univers, p r o y e c t a d o s en tra y se han acortado los trazos O modelo Univers, desenhado por traços a s c e n d e n t e s e d e s c e n d e n - 1 9 5 7 - 1 9 6 3 por A d r i a n Frutiger pa- alto y bajo. Adrian Frutiger, 1 957-1963, para tes mais curtos ra la f u n d i c i ó n de tipos Deberny & os fabricantes Deberny & Peignot, P e i g n o t . de París, son desde en- de Paris, tornou-se desde então a t o n c e s la escritura de palo seco letra s e m serif a m a i s c o m u m e n t e m á s a m p l i a m e n t e d i l u n d i d a . Ello usada O fato deve-se a certas lo d e b e n a a l g u n a s ventajas, de v a n t a g e n s importantes para os r e l e v a n c i a para los talleres tipo- i m p r e s s o r e s e desenhistas Pri- gráficos y los d i s e ñ a d o r e s Por un m e i r a m e n t e porque este modelo lado e x i s t e n las variantes de fina, existe em tipo claro, medio, meío- s e m i n e g r a , negra y supernegra preto, preto, romano e igualmente enlaredondaycursiva, yporotro em itálico, em segundo lugar, po- s e d i s p o n e d e e l l o s e n l a fotocom- de utilizar-se nas técnicas foto- p o s i c i ó n en todas las formas y en gráficas de composição em todos m ú l t i p l e s países A! objeto de ob- o s t a m a n h o s e n u m grande nume- t e n e r la mejor r e p r o d u c c i ó n im- ro de países. Para assegurar a p r e s a p o s i b l e se han a d e l g a z a d o melhor reprodução possível, as los p u n t o s de unión entre el nú- c o n e x õ e s entre о pe e o corpo da
  • Anchura de columna Largura de colunaLa anchura de columna no es sólo una cuestión de dise- A questão da largura da coluna não é um problema me-ño o de formato: también es importante plantear el pro- ramente de desenho ou de formato; a legibilidade é umblema de la legibilidad. Un texto debe leerse con facili- outro aspeto da questão, de igual importância. O leitordad y agrado. Esto depende, en última instancia, del deve poder ler a mensagem dum texto, fácil e conforta-tamaño de los tipos de letra, de la longitud de las líneas velmente. Ora isto depende numa grande parte do ta-y del interlineado entre éstas. manho da letra, da extensão das linhas e dos espaços.El material impreso en formato normal se lee habitual- O material impresso num formato normal é normalmentemente a una distancia de 30-35 cm. El tamaño de los lido à distância de 30 ou 3 5 c m d a v i s t a . O t amanho datipos debe calcularse para esa distancia. Letras muy letra deve ser calculado tendo esta distância em vista.grandes o muy pequeñas se leen con esfuerzo. El lector Tanto a letra demasiado pequema como a demasiadose cansa antes. grande exige do leitor um esforço. Cansa-se mais de-Según una norma empírica, para un texto de alguna pressa. Segundo uma regra empírica, bem conhecida,longitud debe haber por término medio siete palabras deve haver 7 palavras por linha para um texto de qual-por línea. Si quisiéramos de 7 a 10 palabras por línea, quer extensão. Se queremos q u e h a j a 7 a 1 0 palavraspuede calcularse fácilmente su longitud. Para que la por linhas, a extensão da linha pode facilmente sercal-página impresa en su conjunto dé la impresión de ser culada. Para manter a área tipográfica leve e abertaabierta y ligera debemos establecer el interlineado, esto quanto ao seu aspecto, devemos determinar os espa-es, la distancia vertical de linea a linea, adaptada al ços, isto é, a distância vertical de linha a linha, de taltamaño de la letra. La fotocomposición ha planteado un forma que eles se adaptem ao tamanho da letra. Asproblema adicional, el del espaciado entre las letras. En técnicas fotográficas de composição trouxeram un pro-la composición con tipos de plomo, el espaciado entre blema adicional, nomeadamente, o do espaço entre le-letras se determinaba y equilibraba por el grosor del tras. Nos caracteres de chumbo, a distância entre ascuerpo de los mismos. En el caso de la fotocomposición, letras estava determinada pelo corpo da letra e equali-el espaciado entre letras debe ajustarse en la compone- zada. Em fotocomposição, a distância entre as letrasdora para cada ocasión. De ahí el aspecto irregular que tem que ser ajustada de cada vez, na máquina. Daqui apresentan las palabras, demasiado apretadas la mayor irregularidade da área tipográfica e, .infelizmente, a co-parte de las veces. locação das letras demasiado juntas. O desenhista fará bem em insistir no espaço normalEi diseñador hará bien en exigir un espaciado normal entre as letras.entre letras.Cualquier dificultad en ta lectura significa pérdida de Qualquer dificuldade que se apresente significa perdacomunicación y capacidad de retener lo leído. da comunicação e na capacidade de memorizar.Al igual que las líneas demasiado largas, las demasiado Assim como linhas demasiado compridas cansam, ocortas también fatigan. El ojo siente l^s líneas largas mesmo acontece com as demasiado curtas. A linhacomo algo pesado, porque hay que .emplear demasiada comprida torna-se fatigante para a vista pois que seenergía en mantener la línea horizontal a gran distancia requer demasiada energia para manter a tinha horizon-del ojo; en la línea demasiado corta, el ojo es obligado tal diante dos olhos durante uma longa distância. Nocon demasiada rapidez a cambiar de línea. También caso da linha demasiado curta, a vista é obrigada a mu-esto requiere, a su vez, gasto de energía. dar de linha demasiadas vezes.El ancho de c o l u m n a adecuado crea las condiciones para A largura de coluna correta é essencial para um ritmoun ritmo regular y agradable, que posibilita una lectura de leitura constante e agradável, permitindo ao leitord i s t e n d i d a y por completo pendiente del contenido. relaxar-se e concentrar-se totalmente no conteúdo.
  • Anchura de columna Largura de colunaA n c h u r a s de c o l u m n a con palo Larguras de coluna com letra des e c o de 7 puntos y 1 punto de in- 7 p o n t o s s e m serifa e entrelinha eterlínea de 1 ponto.Elegir la anchura de columna que establece que se ha logrado una Escolher a largura duma coluna siada energia Há u m a regra quep o s i b i l i t e la lectura de los textos anchura de c o l u m n a favorable pa- e m que o texto seja de leitura e s t a b e l e c e que u m a coluna é fácilsin e s f u e r z o es uno de los proble- ra la lectura c u a n d o se c o l o c a n agradável, é um dos problemas ti- de 1er q u a n d o a sua largura tem am a s tipográficos importantes. La por término medio 10 palabras por pográficos mais importantes. A c a p a c i d a d e suficiente para umaa n c h u r a de c o l u m n a tiene que ser línea. Esta es una norma válida largura da coluna deve estar pro- média de 10 palavras por linhaa d e c u a d a al tamaño del cuerpo en los textos de a l g u n a longitud. porcionada c o m o tamanho da le- Se o texto é longo, esta regra po-de letra. Las c o l u m n a s d e m a s i a d o Si se d i s p o n e poco texto en líneas tra As colunas demasiado largas de ser uma ajuda prática Uma pe-a n c h a s c a n s a n el ojo y resultan largas o d e m a s i a d o cortas, no se c a n s a m a vista e têm um eleito q u e n a q u a n t i d a d e de texto podep s i c o l ó g i c a m e n t e negativas. Asi- e x p e r i m e n t a molestia. psicológico negativo. As colunas c o l o c a r - s e e m linhas c o m p r i d a sm i s m o perturbadoras pueden ser Como ya se ha dicho, las anchu- d e m a s i a d o curtas podem também ou muito curtas s e m causar pro-las c o l u m n a s d e m a s i a d o estre- ras de c o l u m n a s d e p e n d e n del ta- causar problemas porque inter- b l e m a s ao leitor.c h a s al interrumpir el flujo de la maño de los tipos y de la c a n t i d a d r o m p e m o ritmo de leitura e dis- C o m o já o referimos, a largural e c t u r a , puesto que el ojo debe de texto. Los tipos de 20 puntos traem o leitor obrigando a vista a das c o l u n a s d e p e n d e do t a m a n h oc a m b i a r con excesiva rapidez de requieren una anchura de colum- mudar de linha demasiado rapida- da letra e da q u a n t i d a d e de texto.línea. T a n t o las lineas d e m a s i a d o na relativamente g r a n d e . Los de 8 mente. As linhas que são dema- Uma letra de 20 p o n t o s r e c l a m al a r g a s c o m o las demasiado cortas puntos una c o l u m n a relativamente siado curtas ou demasiado com- uma c o l u n a r e l a t i v a m e n t e larga,d i s m i n u y e n la c a p a c i d a d de rete- estrecha Si, por e j e m p l o , se utili- pridas reduzem a capacidade de e n q u a n t o que uma letra de 8 pon-ner lo leído al exigir que se gaste za un tipo de 20 puntos c o m o títu- m e m o r i z a ç ã o do que se lê porque tos requer uma largura relativa-una e n e r g í a excesiva. Una regla lo de un texto para el que se ha s o m o s obfigados a gastar dema- mente estreita. Se, por e x e m p l o .
  • Anchura de columna Largura de colunaA n c h u r a s de c o l u m n a con palo se- Larguras de c o l u n a c o m letra dec o de 10 p u n t o s , 2 p u n t o s de inter- 10 p o n t o s , sem serifa e entrelinhalínea de 2 p o n t o s .e m p l e a d o un tipo de 8 puntos, y los tienen por función llamar la u m a letra de 20 pontos é a usada car-se aos títulos e subtítulos. Napara a m b o s t i p o s de letra debe atención. Deben obligar al ojo del n u m título e que o total da compo- p u b l i c i d a d e , a função dos títulos ee l e g i r s e la m i s m a a n c h u r a de co- lector a leer su m e n s a j e . No es in- sição a p a r e c e c o m uma letra de subtítulos é fazer sobressair a im-l u m n a , e n t o n c e s d e b e buscarse la frecuente que los titulares de 8 p o n t o s , e se se vai usar a mes- portância de m e n s a g e m . Deve-a n c h u r a m á s favorable para los ti- g r a n d e s tipos se a j u s t e n a varias ma largura de coluna para os dois riam forçar a vista do leitor a ab-p o s de 8 p u n t o s . c o l u m n a s porque la a n c h u r a de co- tipos de letra, a largura indicada é sorver esta m e n s a g e m .Para la lectura fácil y a g r a d a b l e lumna de que se d i s p o n e suele a q u e se a d a p t e melhor à letra de Os títulos que se a p r e s e n t a m c o mde t e x t o s es f u n d a m e n t a l un inter- obligar a ello. T a m b i é n se da el 8 pontos. um tipo g r a n d e de letra, distrí-l i n e a d o s u f i c i e n t e m e n t e amplio. caso contrario c u a n d o hay que U m a entrelinha suficiente entre b u e m - s e c o m freqüência ao longoC u a n d o las l í n e a s del texto se en- poner leyendas con tipos peque- as linhas é de importância primor- de várias linhas, dada a largurac u e n t r a n m u y p r ó x i m a s entre sí ños en grandes a n c h u r a s de co- dial para facilitar a leitura. Se as de coluna d i s p o n í v e l O p r o b l e m ase o b l i g a al ojo a la lectura simul- lumna. linhas e s t ã o d e m a s i a d o j u n t a s , a oposto surge i g u a l m e n t e q u a n d ot á n e a de los párrafos v e c i n o s . Estos casos e x c e p c i o n a l e s se vista, ao 1er, é obrigada a «incluir» se trate de colocar e m c o l u n a sT o d o lo que p e r j u d i q u e el ritmo de c o n s i d e r a n a c e p t a b l e s d e s d e el as linhas vizinhas. Tudo o que largas l e g e n d a s feitas c o m um ti-l e c t u r a d e b i e r a ser c u i d a d o s a - punto de vista e s t é t i c o y de legibi- p o s s a entorpecer o ritmo de leitu- po de letra pequeno. mente evitado. lidad. ra d e v e r i a evitar-se escrupulosa- Estas e x c e p ç õ e s j u s t i f i c a m - s e Por s u p u e s t o q u e lo d i c h o no vale mente. desde o ponto de vista da legibili- p a r a los t i t u l a r e s y subtítulos. En Não faz falta dizer que o que aca- dade e da estética. la p u b l i c i d a d los títulos y subtítu- b a m o s de apontar não pode apli-
  • Anchura de columna Largura de colunaA n c h u r a s de c o l u m n a con palo se- Larguras de coluna com letra deco de 20 p u n t o s , 4 puntos de inter- 20 pontos sem serifa e entrelinhalínea. de 4 pontosC u a n d o se utilicen tipos grandes Ao usar letras de tamanho grandee n c o l u m n a s a n c h a s debe tenerse em colunas largas deveria haver оc u i d a d o de que los márgenes no cuidado de não reduzir d e m a s i a d or e s u l t e n d e m a s i a d o pequeños. En as margens Em nenhum caso de-n i n g ú n c a s o debe producirse la ve dar-se a impressão de que ai m p r e s i ó n ó p t i c a de que las letras área tipográfica se aproxima de-se a c e r c a n d e m a s i a d o al margen masiado das extremidades do pa-y, de este m o d o , que fuerzan el pel, o que desorganizaria oespacio disponible. desenho.
  • El interlineado EntrelinhasComo a la longitud de las líneas, también debe dedicar- Não só a largura das linhas mas também as entrelinhasse mucha atención al espacio entre las mismas, conoci- requerem uma atenção especial. Com efeito, tal comodo con el nombre de interlineado. Porque, al igual que la as linhas que são demasiado compridas ou demasiadoexcesiva longitud o cortedad de las líneas, también el curtas, as entrelinhas podem também afetar a área tipo-interlineado influye en la composición y con ello en la gráfica e daí a legibilidade do texto. As linhas colocadaslegibilidad del texto. Las líneas demasiado próximas muito perto uma das outras prejudicam a velocidade deentre sí perjudican la velocidad de lectura puesto que leitura porque as linhas superior e inferior são recebidasentran al mismo tiempo en el campo óptico el renglón pela vista ao mesmo tempo. A vista não pode focar lin-superior y el inferior. Ei ojo no es capaz de ajustarse a has excessivamente juntas dum modo conveniente umalas líneas muy apretadas con una precisión tal que sólo vez que uma linha isolada lê-se sem o contorno imedia-se lea la línea en cuestión y no se lean las de las inme- to que entra também dentro do campo visual. A vistadiaciones. La vista se desvía, el lector gasta energías distrai-se e o leitor gasta energia inutilmente, cansan-donde no debe y se cansa antes de lo preciso. do-se mais facilmente.Lo mismo puede decirse del interlineado excesivo. Al O mesmo não deixa de ser verdade nas linhas que estãolector le cuesta encontrar la unión con la línea siguiente, demasiado separadas. O leitor tem dificuldades em en-la inseguridad crece y el cansancio llega con mayor ra- cadear com a linha seguinte, a insegurança cresce e apidez. Un buen interlineado puede conducir ópticamente fatiga instala-se antes. Umas entrelinhas corretas po-al ojo de línea en línea, le presta apoyo y seguridad, el dem levar a vista duma linha à seguinte, dando-lhe con-ritmo de lectura se puede estabilizar rápidamente, lo fiança e estabilidade, permitindo-lhe absorver e recor-leído se recibe y se conserva en la memoria más fácil- dar mais facilmente o que acaba de 1er. Se a leitura émente. En la lectura sin esfuerzo, las palabras son com- fluente e fácil, o sentido das palavras é captado dumprendidas con mayor intensidad en su significado, reci- modo mais claro; adquirem mais carácter e expressão eben un contenido expresivo y un perfil mayores y se se gravam mais profundamente na mente.aprehenden mejor. A distância correta das entrelinhas é um dos fatoresPara lograr una composición tipográfica armónica, fun- mais importantes para a obtenção duma área impressacional, estética y duradera es de importancia capital ei harmónica e funcional, esteticamente agradável e dura-correcto interlineado entre renglones. doura.Otro punto digno de atención atañe a la composición Um outro ponto que requer a nossa atenção diz respeitocon 3 , 4 o más tipos de letra de distinto tamaño. Para à área tipográfica que contém 3, 4 ou mais tamanhoslograr una composición tipográfica regular y bella deben diferentes de letra. Para garantir um desenho tipográfi-ajustarse unos a otros los distintos tamaños de tetra. co atraente e regular, os espaços para os diferentesLa magnitud del interlineado determina el número de tamanhos de letra devem ajustar-se uns aos outros.líneas que entrarán en una página impresa. Cuanto O tamanho dos espaços determina o número de linhasmayor sea el interlineado menor número de líneas po- que uma página impressa pode conter. Quanto maioresdrá ponerse en la página. sejam os espaços, mais pequeno o número de linhas que podem colocar-se numa página.
  • El interlineado EntrelinhasL í n e a s c o n palo seco de 7 puntos, Linhas de letra de 7 pontos semc o n 1, 2, 3 y 4 puntos de interli- senfa e entrelinha de 1, 2, 3 eneado 4 pontos. El interlineado tiene una influen- cas. U n a d i s p o s i c i ó n tipográfica As entrelinhas representam um Um d e s e n h o d e m a s i a d o aberto c i a d e c i s i v a en la anchura de co- d e m a s i a d o abierta interrumpe la fator importante de avaliação rompe a c o e s ã o do texto, as li- l u m n a desde el punto de vista de t r a b a z ó n entre aquellos elemen- quando queremos saber se u m a nhas a p a r e c e m isoladas e tigurarn la l e g i b i l i d a d del texto. Los gran- tos que c o m u n i c a el texto, las lí- largura dada de coluna será de c o m o e l e m e n t o s independentes. des m a e s t r o s del arte de la tipo- neas p a r e c e n demasiado aisladas leitura agradavel Os grandes A i m p r e s s ã o perde a sua compaci- g r a f i a — C a s l o n , Baskervllle, D¡- y se p r e s e n t a n c o m o elementos mestres da tipografia tais c o m o dade. parece morta e carente de dot, E h m c k e , Tschichold, entre independientes. La disposición Caslon. Baskerville, Didot, Ehmc- d e s e n h o A v e l o c i d a d e de leitura o t r o s — han prestado la mayor pierde en a r m o n í a de conjunto, ke. Tschichold. etc prestaram diminui, a n ã o s e r q u e e n t r e m e m a t e n c i ó n al interlineado. Como los pierde t e n s i ó n y aparece c o m o al- particular atenção a questão das jogo outros factores motivadores b l a n c o s entre las palabras y entre go sin configurar. El flujo de lectu- entrelinhas. T o r n a - s e p r e d o m i n a n t e o senti- las letras p u e d e n ser muy reduci- ra se hace más lento sin que se Assim com as distâncias entre le- mento de que a matéria tipográfica dos o muy grandes, t a m b i é n un in- a ñ a d a n a s p e c t o s motivadores tra e palavras podem ser dema- a p a r e c e c o m o algo estático e t e r l i n e a d o d e m a s i a d o grande o nuevos. P r e d o m i n a el sentimiento siado grandes igualmente dema- inativo d e m a s i a d o pequeño afectará ne- de que el c o n j u n t o impreso actúa siada entrelinha ou demasiado Um efeito negativo similar pode g a t i v a m e n t e a la Imagen óptica de c o m o algo estático e inactivo. pouca entrelinha pode afetar ne- i g u a l m e n t e surgir n u m a composi- la t i p o g r a f i a , disminuirá el interés El m i s m o efecto negativo puede gativamente a imagen óptica da ção em q u e a s linhas estão dema- por la lectura y provocará cons- resultar de una disposición tipo- tipografia, desanimar o leitor e, siado ¡untas A materia tipográfica c i e n t e o i n c o n s c i e n t e m e n t e la gráfica c o n las líneas demasiado consciente ou mcoscientemente. a p a r e c e d e m a s i a d o escura, as a p a r i c i ó n de barreras psicológi- unidas El texto aparece harto os- levantar barreiras psicológicas linhas perdem a sua clareza ópti-
  • El i n t e r l i n e a d o EntrelinhasLíneas con palo seco de lOpun- Linhas de letra de 10 pontos s e mtos. sin interlmear.y con 1 r 2y 4 pun- serifa, sem entrelinha, entrelinhatos de interlineado de 1, 2 e 4 pontos curo, las l i n e a s p i e r d e n óptica- tiene una i m p o r t a n c i a determi- ca e o seu carácter repousado A trata de facilitar a legibilidade. Um m e n t e e n c l a r i d a d y reposo. Se nante para la fácil l e g i b i l i d a d Los vista encontra-se sobrecarregada texto longo deveria, nào s o m e n t e e x i g e d e m a s i a d o del ojo, que re- textos largos no sólo d e b e r á n te- e é incapaz de 1er cada uma das conter una entrelinha comparati- s u l t a i n c a p a z de leer aisladamen- ner un interlineado r e l a t i v a m e n t e linhas s e m «se desdobrar», isto é, v a m e n t e grande, mas ser ao mes- te u n a l í n e a sin leer a ta vez la grande; t a m b i é n d e b e n estar se- sem 1er as linhas precedente e se- mo t e m p o dividido em parágrafos anterior y la siguiente El estuerzo parados por las seriales de párra- guinte. A concentração requerida Um novo parágrafo pode facil- e n c o n c e n t r a r s e favorece el can- fo. Un nuevo párrafo del t e x t o produz a fadiga, mente distínguír-se, sob o ponto sancio. puede s e ñ a l a r s e ó p t i c a m e n t e me- O p r o b l e m a de encontrar a j u s t a de visto óptico, d e i x a n d o uma li- Se c o n s i d e r a n aquí Iae cuestiones diante una l i n e a en b l a n c o que le entrelinha, em cada caso, junto nha de intervalo, a v a n ç a n d o a pri- del i n t e r l i n e a d o i d ó n e o que fun- a n t e c e d a , m e d i a n t e una primera com o problema duma largura de meira linha, através d u m a letra c i o n e en t o d o s s u s a s p e c t o s y la de linea entrada, m e d i a n t e una ini- coluna que se adapte ao tamanho inicial ou d u m a m a i ú s c u l a la a n c h u r a de c o l u m n a a d e c u a d a cial o una versalita. do tipo de letra usado, são exami- al t a m a ñ o de letra e m p l e a d o , por nados aqui porque estão direta- el h e c h o d e q u e a m b a s e s t á n en mente ligados com o desenho da i n m e d i a t a reiación c o n ta configu- grelha. r a c i ó n reticular. J u n t a m e n t e com a largura correta La l o n g i t u d del texto, c o m o la se- da coluna e a entrelinha correta e p a r a c i ó n c o r r e c t a entre columnas e x t e n s ã o do texto é também um por u n tado y de l í n e a s por otro, fator determinante quando se
  • El interlineado EntrelinhasL i n e a s con p a t i s e c a de îQ piani- L i n e a s .con palo >seca de. 2 0 p u n - LinHKSíltelètfadfe 2 0 p o n t o s .semtos, c t m S y t 6 p u n t o s de L m h a s de l e t r a d e W g o n t o s . , sem tos; я п ¡interlinear y c o n 2 Sfirrtój ssen errtreHnMa a e m r e t i n t i airtte-rimeadio serifa. e n t r e l i n h a daffia ttëipantùa, puntos deinterlineadoU n a t i p o g r a f i a ел l a q u e se htarn Uma area tipogratlca e m q u a ав -li-e s p a c i a d o b i e n las (шеяэ №еле nhas 03î &OCûfreiiî &men!6entre-e f e c t o s relayantes y e s t i m u l a n t e s línhad&H dfescarBaaiwsia"tdDsofcwe eti lector. t h a tipografía em tana>o m e s m o t e m p o q u a e s î l m u l à -l a q u e s e h a y a n a p i i c a d o todtoslbs. а з и а - т в Ш е : Se s e f l i B s t O u d e v i d â -a s p e c t o s die que s® ha traiadm: atançãa a : t o d ò s o s p o r t o s traiama q u í аскрлпгЛ ил œ p e c t o c i a & c o dba aqijí, o ttahalhtumpresEOy aternpofaí. ganheiá:uma;aparênraarcláss3caL o s grandies düeeñadtires cono^ eduradtmra;cían, y sjgucteram lias Iteyes ete l a ttr Osgrancf&s tlpografdscDnfieraarrrp c g r a f í a . qwe han. permanecida e segpiram as Ibie da tipografia;tmvariabtes desde- h a c e ssgjos leis qpe há séculüK nãti sãufTiodi- ficadas,
  • El interlineado EntrelinhasL í n e a s c o n palo s e c o de 20 pun- Linhas de letra de 20 pontos s e mtos, c o n 4. 8, 16 y 32 p u n t o s de serifa, entrelinha, espaço de 4, 8,interlineado 16 e 32 pontosLo que se ha d i c h o a n t e r i o r m e n t e plea en t e x t o s en prosa. Con ello O que a c a b a m o s de dizer nas pá- cada linha é a c e n t u a d a e o seusirve para la c o m p o s i c i ó n normal, queda e s p e c i a l m e n t e d e s t a c a d a ginas precedentes aplica-se ao valor s i n g u l a r i z a d o Uma intera-tal y c o m o se c o n c i b e para un li- cada línea y a c e n t u a d a en su va- material tipográfico normal desti- ção cheia de sensibilidade dosbro. un c a t á l o g o o un prospecto. lor. Un j u e g o c o m b i n a d o y realiza- nado a um livro, catálogo ou bro- distintos e l e m e n t o s , bom desenhoEn t e x t o s c o r t o s de noticias de do con s e n s i b i l i d a d entre una bue- chura. No caso de texto curtos de da área impressa, t a m a n h o de le-p r e n s a , a n u n c i o s e s p e c i a l e s , etc. na forma de letra, su t a m a ñ o , notas de imprensa, aúnelos, etc., tra, intervalos regulares entre le-se e s t a b l e c e el interlineado fun- unos e s p a c i o s regulares entre le- a q u e s t ã o das entrelinhas é geral- tras e palavras e entrelinhas aber-d a m e n t a l m e n t e desde un punto tras y entre p a l a b r a s y un interli- mente tratada dentro do campo da tas, pode fazer c o m que a apre-de v i s t a e s t é t i c o . La d e t e r m i n a - neado abierto p u e d e n hacer de estética Num livro de versos as s e n t a ç ã o dum p o e m a se torne umción del i n t e r l i n e a d o será de es- laimagenformaldeun poemaun entrelinhas favorecem o efeito a c o n t e c i m e n t o artísticop e c i a l i m p o r t a n c i a para el efecto a c o n t e c i m i e n t o artístico. psicológico, sendo portanto dep s i c o l ó g i c o en un libro de poe- particular importância. A apresen-m a s . La p r e s e n t a c i ó n tipográfica tação tipográfica dum poema de-d e u n p o e m a d e b e crear una viva ve criar tensão na relação entre in ter r e l a c i ó n entre la l o n g i t u d de c o m p r i m e n t o de linha, tamanho línea, el t a m a ñ o de la letra, el in- da letra, entrelinha e o tamanhot e r l i n e a d o y el t a m a ñ o de la pági- da página do livro. Normalmente na. Por regla g e n e r a l se elige un e s c o l h e - s e um espaço maior que i n t e r l i n e a d o may o r d e l q u e se em- num texto em prosa. Deste modo
  • Proporciones de los blancos Proporções das margensLa mancha queda siempre rodeada de una zona de A área impressa rodeia-se invariavelmente de uma zo-blancos. De un lado por motivos técnicos: el corte de las na livre. Primeiramente, por razões técnicas: como re-páginas varía normalmente entre 1 y 3 mm, a veces gra, diferenças de 1 a 3 mm e muitas vezes de 5 mmhasta 5 mm. Así se evita que el texto quede cortado. Por surgem no momento em que as páginas são cortadas.otro lado por motivos estéticos. Unos blancos bien pro- Sem uma margem conveniente o próprio texto poderiaporcionados pueden acrecentar extraordinariamente el ser mutilado. Em segundo lugar, há razões estéticas.goce de leer. Todos los trabajos bibliográficos célebres Uma margen bem proporcionada pode aumentar enor-de siglos pasados presentan las proporciones de los memente o prazer da leitura. Todos os famosos traba-blancos cuidadosamente calculados, bien mediante ¡a lhos tipográficos dos séculos passados apresentamsección áurea o con otra relación matemática. uma proporções de margem cuidadosamente calcula-Se recomienda no dejar muy pequeña la anchura de los das segundo a Secção Aúrea ou outras fórmulas mate-blancos, de modo que un corte impreciso de las páginas máticas.no provoque una impresión óptica negativa. Cuando la É uma boa idéia não deixar margens demasiado estrei-zona marginal es pequeña, en seguida se advierte un tas e assim um corte não cuidado não danificará o aspe-eventual corte impreciso de la página. Cuanto mayor to da página. Se a margem é estreita, um corte impreci-sea el blanco tanto menos podrá afectar a la impresión so saltará à vista imediatamente, Quanto mais larga aglobal de una página bien configurada una imprecisión margem, menos possibilidades há de que descuidostécnica, con las que siempre, en mayor o menor medida, técnicos, que são inevitáveis, danifiquem a apresenta-hay que contar. ção duma página bem desenhada.Teniéndolo en cuenta, el diseñador sensible tratará de Un desenhista sensível fará todo o possível por criarconseguir las proporciones más atractivas para los uma tensão máxima nas proporções de margens esco-blancos. El estudio de la configuración de los libros de lhidas. Um estudo cuidadoso do desenho do livro deconocidos diseñadores tipográficos como Gutenberg, expoentes ilustres tais como Gutenberg, Caslon. Gara-Caslon, Garamond, Bodoni y ei de las obras de los pre- mond, Bodoni e os trabalhos dos pioneiros do século xxcursores del siglo xx como Jan Tschichold, Karel Teige, tais como Jan Tschichold, Karel Teige, Moholy-Nagy.Moholy-Nagy, Max Bill, etc. podrá ser de gran utilidad. Max Bill, etc., será uma a[uda valiosa.En libros con grandes ilustraciones se prefieren las pá- Em livros ilustrados dá-se preferência à página semginas, sin blancos, cuando las mismas deban cobrar margens se a lâmina deve ter uma aparência grandiosa.una apariencia muy llamativa. En cuatro páginas las Em quatro páginas as lâminas vão até ao extremo deilustraciones se ponen a sangre y por lo tanto se impri- página impressa, isto é, são impressas dentro do ta-men al tamaño máximo, casi siempre se combinan las manho máximo. Normalmente estas páginas «sangra- páginas con ilustración a sangre con las que llevan das» combinam-se com outras munidas de margens. blancos. Con una buena pauta, la configuración puede Se a paginação é boa, um tal desenho pode possuir presentar un aspecto más generoso. uma aparência mais generosa.
  • Proporciones de los blancos Proporções das margensProporción poco sugestiva Margens com umas proporções Proporciones funcionalmente Margens funcionalmente inade-de los blancos sem interesse inadecuadas de los blancos. quadasProporciones funcionalmente Por el contrario, una relación ar- As m a r g e n s e as suas p r o p o r ç õ e s , brada e proporcionada entre ai n a d e c u a d a s de los blancos m ó n i c a y p r o p o r c i o n a d a entre las isto é, as relações de t a m a n h o en- l o m b a d a , corte, cabeça e pé deLos m á r g e n e s y sus proporciones d i m e n s i o n e s de los b l a n c o s de tre elas, podem ter uma influência p á g i n a , pode produzir uma im-e s t o es la relación entre ellos, c a b e / a , pie, corte y lomo puede m a r c a n t e na impressão dada por p r e s s ã o agradável e de repouso.p u e d e n tener una m a r c a d a in- tener un efecto t r a n q u i l i z a d o r y uma página impressa. Se são de- T o d o s os g r a n d e s tipógrafosf l u e n c i a en la i m p r e s i ó n óptica da- agradable. T o d o s los g r a n d e s di- m a s i a d o pequenas, o leitor sente p r e s t a r a m a maior atençáo a esteda por una página. Si son dema- señadores tipográficos han atri- que a página está saturada e rea- problema.s i a d o p e q u e ñ o s , el lector siente buido la m á x i m a i m p o r t a n c i a al ge negativamente, ainda que s e m U m a m a r g e m de t a m a n h o sufi-q u e la p á g i n a está saturada y p r o b l e m a de la c o n f i g u r a c i ó n de dar-se conta, ao ver que os seus ciente é t a m b é m uma n e c e s s i d a d er e a c c i o n a n e g a t i v a m e n t e , aunque los blancos. d e d o s , ao segurar o livro ou bro- t é c n i c a . As operações de retoquesin d a r s e c u e n t a , al ver que sus Un blanco s u f i c i e n t e m e n t e grande chura, tapam o texto ou as ilus- a recortes podem reduzir a páginad e d o s , al coger el libro, t a p a n el c o r r e s p o n d e t a m b i é n a una nece- trações. a d i m e n s õ e s que no peor dos ca-t e x t o o las i l u s t r a c i o n e s . sidad técnica. En el ajuste y corte Se as margens sâo d e m a s i a d o sos r e p r e s e n t a m 5 mm menos.Si las z o n a s del m a r g e n son de- de las páginas del material impre- grandes, torna-se difícil náo ver aí O e x e m p l o 1 mostra uma área de m a s i a d o g r a n d e s es fácil que so el corte de una p á g i n a en casos uma nota de extravagância e sen- texto e ilustrações colocado de- s u r j a la s e n s a c i ó n de derroche y desfavorables p u e d e llegar a tir que um texto curto foi obriga- m a s i a d o alto ópticamente. O re- se t e n g a la i m p r e s i ó n de que el 5 m m de diferencia. do a estender-se num grande s u l t a d o é que a área tipográfica m a t e r i a l i m p r e s o se ha estirado El e j e m p l o 1 m u e s t r a una m a n c h a espaço. parece que está a tomar voo. e n su l o n g i t u d . ó p t i c a m e n t e d e m a s i a d o alta. Por Ao contrário, uma relação equili-
  • Proporciones de los blancos Proporções das margensBlancos mal proporcionados Margens mal proporcionadas Blancos bien proporcionados Margens bem proporcionadaseso parece escaparse hacia d e n producir una configuración in- No exemplo 2 a área de texto e O e x e m p l o 4 mostra umas mar-arriba t e r e s a n t e de la página; siempre imagens está demasiado baixa; gens que em proporção c o m o ta-En el ejemplo 2 la mancha está s u r j e c o n ellas la sensación de in- parece que está a cair-se da pági- m a n h o da página, e a área de tex-situada demasiado baja en la pá- c e r t i d u m b r e y de carencia de in- na. Neste caso as duas margens to e i m a g e n s se revelam b e m co-gina. Opticamente parece que va terés. laterais são do mesmo tamanho. locadas e agradáveis. Vê-se cla-a caer de la página hacia abajo. El e j e m p l o 4 muestra unas propor- Esta falta de contraste é desagra- ramente que a página está p e n s a -En este caso ambos blancos, lo- c i o n e s de blancos útiles y agrada- dável e insípida. da para ser a página esquerda domo y corte, son demasiado pareci bles en relación con el t a m a ñ o de O exemplo 3 mostra uma grelha livro, uma vez que a margem dados. Esta falta de contraste resul- la p á g i n a y con la mancha. Se tra- bem colocada na página no que direita é suficientemente larga,ta desagradable y provoca una ta de la página par de un material respeita a profundidade. Mas as tendo em conta a lombada do li-sensación de incertidumbre. i m p r e s o puesto que el blanco de- margens superior e laterais são vro. Uma área tipográfica c o m oEl ejemplo 3 muestra una imagen recho tiene que estar en el lomo. do mesmo tamanho o que, uma esta poderia ser apropriada parareticular que con respecto a la al- Esta mancha podría servir para vez mais, não agrada. As mar- um trabalho de literatura aindatura se encuentra bien situado en una obra impresa de carácter lite- gens do mesmo tamanho nunca que m e n o s apropriada para u mla página. Pero los márgenes de rario; m e n o s apropiada sería para dão bons resultados num desenho tema publicitário. Estas m a r g e n slomo, de corte y de cabeza, son una de tipo publicitario. Para ésta, interessante de página; produzem p o d e m considerar-se d e m a s i a d odel mismo tamaño, lo que resulta los c o s t e s de los márgenes resul- invariavelmente uma impressão l u x u o s a s somente se temos e minsatisfactorio. Las zonas margi- tarían excesivos. de indecisão e de moleza. c o n t a a d e s p e s a que acarretam.nales del mismo tamaño no pue-
  • Folio O numero da páginaLa colocación del número de página debe ser satisfacto- O número da página deve estar colocado dum modo queria desde los puntos de vista funcional y estético. En seja satisfatório, funcional e esteticamente. Em princi-principio puede estar arriba, abajo, a la derecha o a la pio pode estar no alto ou na parte inferior da área tipo-izquierda de la mancha. La posición de la mancha den- gráfica, à direita ou à esquerda. A posição da área tipo-tro de la página y la anchura del blanco de que se dis- gráfica na página e a largura da margem disponível de-pone determinan la posible situación del número de termina a sua possível posição.página. Em casos muito raros, o número da página é colocadoEn contadísimos casos el número de página se coloca na margem direita da página. E na margem esquerdaen el blanco de corte. Y en el blanco del lomo únicamen- somente quando esta é tão larga que hão há nenhumte cuando el mismo es lo bastante amplio como para perigo que o número da página desapareça na lombadaque no haya peligro de que se acerque demasiado a él do livro.el número de página. Desde um ponto de vista psicológico, o número de pági-Desde un punto de vista psicológico, el número de pági- na colocado no eixo centrai tem um efeito estático en-na situado en la mitad de la misma causa el efecto de quanto que o número colocado na margem de fora éalgo estático; el situado en el blanco de corte, de algo dinâmico.dinámico. Há duas razões para explicar isto. O deslocamento doDinámico, además, por dos motivos. El desplazamiento número da página, no sentido de margem exterior dadel número de página al blanco de corte tiene por resul- página, faz com que a vista se mova para fora e, portan-tado que ópticamente salta fuera de la página; por otro to, um número de página nesta posição é sentido comolado, al pasar las páginas es sentido como peso óptico um peso óptico na margem exterior da página quandoen el margen, lo que intuitivamente acelera el ritmo de se írate de voltar as páginas, fazendo com que estevolver las hojas. Esto, naturalmente, en una configura- processo pareça mais rápido. Isto só tem aplicação,ción de página equilibrada al detalle. evidentemente, se o desenho tipográfico revela um sen-Si el número de página se halla debajo o encima de la tido fino do equilíbrio.mancha su distancia respecto a la misma, es decir, ha- Se o número da página está em cima ou em baixo dacia arriba o hacia abajo, debe corresponder a una o más área tipográfica, deveria colocar-se a uma distância delíneas vacías, según el tamaño del margen. uma ou mais linhas em branco, acima ou abaixo, con-Si el número de página se pone a la izquierda o a la forme o tamanho da margem.derecha de la mancha, la distancia será normalmente Se o número da página está colocado à esquerda ou àigual al espacio intermedio entre columnas. direita da área tipográfica, a distância deveria ser, como regra, igual ao espaço que separa as colunas da área tipográfica.
  • Folio O número da página Posibilidades para la Possíveis soluções para a coloca- colocación de la foliación ção do número da página.43 Un e l e m e n t o importante en la esta p á g i n a c o r r e s p o n d e n a pági- O número da página é um elemen- tipográfica Todos os e x e m p l o s c o n f i g u r a c i ó n del material a impri- nas pares. El número de página to importante no d e s e n h o do ma- desta página representam a pági- mir es el n ú m e r o de página. Se- en la parte exterior tiene el valor terial i m p r e s s o . S e g u n d o a posi- na esquerda duma obra i m p r e s s a g ú n su c o l o c a c i ó n , la página pue- óptico de un peso, de tal modo ção que o c u p a , pode dar à página A colocação do número na parte de cobrar un a s p e c t o tranquiliza- que la vuelta de página se hace um aspecto d i n â m i c o ou tranquilo de fora da página c o n c e d e - l h e , dor o d i n á m i c o . Nuestros ejem- más d i n á m i c a y enérgica. Os e x e m p l o s aqui presentes mos- ópticamente falando, uma funçáo plos m u e s t r a n las p o s i b i l i d a d e s El e j e m p l o 3 está situado simétri- tram as principais p o s s i b i l i d a d e s , de peso. investindo o m o v i m e n t o que se e m p l e a n en la práctica. c a m e n t e en el centro y debajo de u s a d a s na prática. de girar a página dum mais di- Sólo la c o l o c a c i ó n del n ú m e r o de la m a n c h a . El efecto es estático, S o m e n t e a posição, que o exem- nâmico. p á g i n a del e j e m p l o 1 d e b e consi- tranquilo. La distancia interlineal plo 1 nos mostra, pode conside- O e x e m p l o 3 mostra uma posição derarse desfavorable. Está situa- es aquí, c o m o en el e j e m p l o 2, de rar-se c o m o uma má c o l o c a ç ã o do central debaixo da área tipográfi- do d e m a s i a d o al fondo y se a i s l a una línea vacía. numero da página. Está c o l o c a d o ca. O efeito é estático e de d e s c a n - del c u a d r o del texto. O p t i c a m e n t e La figura 4 presenta la foliación d e m a s i a d o baixo e encontra-se so. Tal c o m o no e x e m p l o 2, o e s p a ç o se d e s l i z a hacia abajo. de una página impar y debajo de isolado do corpo principal do tex- consiste numa linha em branco. El e j e m p l o 2 se encuentra en la la m a n c h a . En páginas dobles to. Está c o m o que d e s a p a r e c e n d o A figura 4 mostra o n ú m e r o da pá- práctica c o n m u c h a frecuencia: q u e d a n s u b r a y a d o s ópticamente pela parte baixa da página. gina à direita sob a área tipográfi- c o l o c a d o a la izquierda y d e b a j o los ejes simétricos. O e x e m p l o 2 mostra uma prática ca, d a n d o ênfase óptica ao eixo de la m a n c h a Debe tenerse en La figura 5 tiene una posición de muito c o m u m : o número é coloca- central das páginas de direita e de c u e n t a que todos los e j e m p l o s de la foliación poco habitual. En este do em baixo, à e s q u e r d a da área esquerda
  • Folio O número da páginaPosibilidades para la Possíveis soluções para a coloca-colocación de la foliación ção do número da página 44c a s o la foliación prolonga óptica- p o s i c i ó n . En los casos en que la A figura 5 mostra uma p o s i ç ã o Figura 8: O número de página co-m e n t e la b a s e de la c o l u m n a . foliación d e s e m p e ñ a una función não freqüente do n ú m e r o da pági- locado no cimo da página à alturaFigura 6: t a m b i é n esta s o l u c i ó n es i m p o r t a n t e o e s p e c i a l c o m o en na que c o l o c a d o d e s t e m o d o au- do eixo central atrai mais a aten-r e l a t i v a m e n t e rara La foliación o b r a s de c o n s u l t a , diccionarios, menta dum ponto de vista ó p t i c o a ção devido à sua posição destaca-p r o l o n g a aquf, igual que en el etc., e s t a c o l o c a c i ó n representa base de coluna do texto. da. Nos casos em que o númeroe j e m p l o 5, la primera línea. La co- u n a s o l u c i ó n práctica Figura 6: outra posição b a s t a n t e de página tem uma função espe-l u m n a « c u e l g a » ó p t i c a m e n t e en C u a n d o los n ú m e r o s de página se pouco о р т и т . Tal c o m o a c o n t e c e cial como, por exemplo, e m obrase s t a línea de n u m e r a c i ó n que e n c u e n t r e n al lado de la mancha no exemplo 5, aqui t a m b é m , a li- de referência, dicionários, etc.,a l a r g a el texto. d e b e n a l i n e a r s e s i e m p r e con una nha, neste caso a linha 1, t o r n a - s e esta posição é a solução práticaFigura 7: la foliación, subida al línea d e l texto. mais e x t e n s a c o m o n ú m e r o da de tal problema.m a r g e n superior, tiene la tenden- Los e j e m p l o s 9 a 16 ilustran las página. A c o l u n a do texto está óp- Se o número de página se colocacia ó p t i c a a escapar de la página d i f e r e n t e s p o s i b i l i d a d e s de colo- t i c a m e n t e «pendurada» d e s t a li- ao lado da área tipográfica devee n d i r e c c i ó n a s c e n d e n t e . Debiera c a c i ó n en p á g i n a s de 2 columnas. nha de texto, a u m e n t a d a c o m o estar sempre alinhado c o m umaa p r o x i m a r s e m á s a las c o l u m n a s número da página. linha do texto.d e l texto. Figura 7 : 0 n ú m e r o da p á g i n a im- Os e x e m p l o s 9-16 mostram solu- Figura 8: la foliación, s i t u a d a en el presso ria m a r g e m superior t e n d e ções possíveis de colocação do eje central y en la c a b e z a de la ó p t i c a m e n t e a escapar pela parte n ú m e r o de uma página a duas p á g i n a , atrae la a t e n c i ó n en de c i m a 1)9 página. Deveria colo- colunas. m a y o r m e d i d a por su arriesgada car-se (fiais junta às colunas. o
  • Letras base y letras de resalte Tipos gráficos para textos e títulosPor letra base se entiende la que forma el volumen prin- O tipo gráfico para textos é o tipo de letra usado nocipal de un material impreso. Por letra de resalte se conjunto dum trabalho, isto é, do texto propriamenteentienden las palabras o partes de frase que se desta- dito. O tipos gráficos para títulos diz respeito ás pala-can del texto por su disposición especial, llamativa, por vras ou material tipográfico que se faz ressaltar do restotipos de letra mayor, en negra, o cursiva, etc. La forma do texto, através duma disposição especialmente des-de destacar depende del problema planteado en cada tacada ou usando tipos de letra maior, mais preta, emcaso itálico, etc. A escolha de meios para o trabalho de títulosAquí se presentarán algunas principales posibilidades depende da tarefa a realizar. Aqui descreveremos cer-que se han aplicado en la práctica. tos princípios que são aplicados na prática. Antigamen-En siglos anteriores se imprimían letras y titulares te havia o costume de imprimir as palavras importantesacentuados con color rojo. Pero en la impresión en ne- e os títulos, a vermelho. No entanto, se a impressão égro deben usarse combinaciones de letras para fines de em preto, somente podemos usar combinações deacentuación. letras,Cuando se pretenda una unidad en el tipo de letras, los Se desejamos uma unidade tipográfica, os títulos de-titulares habrán de componerse en el mismo tipo de le- vem apresentar-se com o mesmo tipo de letra do texto.tra. En ningún caso se mezclarán letras de distinta fami- Em nenhum caso devem ser misturados com caractereslia, por ejemplo una Helvética con una Univers o una de outro estilo ou tipo. Por exemplo, nada de HelveticaGaramond con una Bodoni. Las dos páginas que siguen com um Univers ou um Garamond com um Bodoni.muestran diferentes posibilidades de diseño de titulares As duas páginas seguintes mostram algumas das possí-extraídas de la práctica. Una tipografía funcional y con- veis maneiras práticas de desenhar títulos. Numa tipo-secuente hace depender la posición del titular de la grafia que se pretenda funcional e conforme a princípiosconcepción global de la obra impresa. consistentes, a posição do titulo deveria depender doCuando deban utilizarse letras de distinto tamaño, los desenho geral do trabalho impresso em questão.tipos presentarán claramente distinguibles diferencias Se se devem usar vários tamanhos de letra, as diferen-de magnitud. La letra de 9 puntos se distingue inmedia- ças entre eles devem ser claramente reconhecíveis.tamente de la de 6 puntos, la diferencia de tamaño no A letra de 9 pontos distingue-se imediatamente da letraadmite duda. de 6 pontos e, portanto, a diferença de tamanho nãoTambién se diferencia considerablemente la letra nor- deixa lugar a equívocos.mal de la seminegra y ésta a su vez de la negra. Se Uma vez mais, há diferenças notórias entre a versãoreconocen en seguida las notables diferencias en la in- média, clara e meio-preta, e entre a meio-preta e pretatensidad del gris de los 3 tipos de letra. La letra normal Há claras diferenças entre os valores de cor dos trêsofrece una imagen de la superficie impresa gris clara, la tipos de letra. A média produz uma área ligeiramenteseminegra un tono medio y la negra una imagen de gris cinzenta, a meio-preta, um cinzento médio, e a preta umintenso. cinzento profundo, cheio de cor.Los contrastes inequívocos entre los caracteres y los Os contrastes claros entre os tipos de letra e os taman-tamaños de las letras hacen posible la lectura más fácil hos produzem uma leitura rápida e fácil.y más rápida.
  • Letras base y letras de resalte Tipos gráficos para textos e títulosP o s i b i l i d a d e s para la c o l o c a c i ó n Possíveis m a n e i r a s de colocard e l titular o títuloE j e m p l o 1 : el titular está a la cabe- está c o l o c a d o con una línea vacía Exemplo 1 : O título figura no cimo Exemplo 3: O título está colocadoz a de la p á g i n a impresa y des- de i n t e r l i n e a sobre el texto da página Impressa mas s e p a r a d o no alto da p á g i n a num tipo de ca-p r e n d i d o del texto. El t a m a ñ o de Ejemplo 3; el titular está a la cabe- do texto O t a m a n h o da letra é o racter maior. É a mesma soluçãoletra c o r r e s p o n d e al del texto Las za de la página compuesto con un mesmo do do texto. As linhas de a d o p t a d a no exemplo 1, só quelíneas visibles en este caso pue- tipo de letra mayor. Es la m i s m a texto vistas aqui, r e p r e s e n t a m о aqui a acentuação revela-se maisd e n c o n s i d e r a r s e el c o m i e n z o de s o l u c i ó n que la del ejemplo 1, começo d u m texto maior. O título marcada.un t e x t o más largo. a u n q u e aquí se refuerza más el figura c o m o tal, graças ao lugar Exemplo 4: O título está realizadoEl titular a p a r e c e , c o m o tal, sólo, acento. especial que ocupa. O e s p a ç o c o m letras de tamanho aindag r a c i a s a su s i t u a c i ó n especial. Ei Ejemplo 4: el titular es aún mayor. branco entre o texto e o título dis- maior. O contraste entre o texto ee s p a c i o en blanco entre el texto y El contraste entre el texto y el titu- tingue-o d u m a linha normal de o título reveste uma maior ênfase.el titular hace d e s t a c a r a éste so- lar es t o d a v í a más s e ñ a l a d o . texto tornando-o visível e signifi-bre el valor de una línea normal, cante.lo c o n v i e r t e en algo Importante; A solução é elegante, c o m e d i d a e es i m p o s i b l e que se pase por alto. no entanto segura de si m e s m a . Esta s o l u c i ó n es elegante, sobria Exemplo 2: O título está impresso ydalaimpresióndesegurldaden acima do texto, e m tipo preto e do sí m i s m a . mesmo t a m a n h o que o do texto, Ejemplo 2: el titular, en s e m l n e g r a mediando, entre texto e título, — e l t a m a ñ o de letra del t e x t o — , uma linha em branco.
  • Letras base y letras de resalte Tipos gráficos para textos e títulosPosibilidades para la colocación Possíveis maneiras de colocardel titular o títuloE j e m p l o 5: el titular se c o l o c a so- c a m p o del texto y el subrayado re- Exemplo 5: O título aparece sobre Exemplo 8: A linha do título colo-bre la c o l u m n a de texto c o n la fuerzan la significación de la linea a c o l u n a de texto, com urna letra ca-se sobre um traço c o n t i n u om i s m a letra del texto y c o n una li- del titular. do m e s m o t a m a n h o que a do texto que a s e p a r a do texto. A separa-nea vacía entre título y texto. e s e p a r a d o dele por um espaço de ção do c a m p o do texto e o subli-Ejemplo 6: se consigue una dife- uma entrelinha. nhado a c e n t u a m a importância dor e n c i a c i ó n clara entre el t e x t o y el Exemplo 6: U s a m - s e letras itáli- títulotitular con la letra cursiva. En este cas para distinguir claramente oc a s o el t a m a ñ o de letra corres- título do texto. Aqui o tamanho dap o n d e a la del texto. La cursiva se tetra c o i n c i d e com o do corpo doutiliza c o n frecuencia c o m o sub- texto. As letras itálicas reservam-título. se com freqüência para os subtí- Ejemplo 7: muestra ta m i s m a solu- tulosc i ó n que el ejemplo 2, c o n la dife- Exemplo 7: Trata-se da m e s m arencia de que la línea s e m i n e g r a s o l u ç ã o do e x e m p l o 2 com a dife-e s t á d i r e c t a m e n t e sobre et texto, rença de que a linha com letra sin interlínea. preta está directamente colocadaE j e m p l o 8; la línea del titular está sobre o t e x t o s e m essa linha emc o l o c a d a sobre un filete que la se- branco de intervalo.p a r a del texto. La separación del
  • La construcción de la mancha Construção da área tipográfica(superficie impresa)La mancha puede determinarse cuando el diseñador Antes de que a área impressa possa ser determinada, oconoce la amplitud y la naturaleza de la información desenhista deve saber quanto texto e material ilustradográfica y textual que debe incorporar al diseño. También há a alojar no trabalho impresso que ele deve desenharse requiere una idea previa sobre el aspecto que pre- e de que natureza é. Deveria também ter uma ideia dosentará, en su conjunto y en detalle, la solución del pro- tipo de resposta a dar ao problema em geral e em parti-blema. El boceto debe estar lo bastante desarrollado cular. O seu esboço deveria levá-lo a um reconhecimen-para que en principio resulte claramente reconocible la to claro do que é texto e ilustração de tal modo que sejadistribución de texto e ilustraciones y pueda derivarse possível planificar a área com referência a essa divisão.de ella la clara determinación de la mancha. O desenhista cuidará, o mais possível, os seus esboçosSe recomienda que el diseñador trace los bocetos en em formato reduzido. Um erro, muito comum, consisteformato reducido y con toda la precisión necesaria para em esboçar as linhas do texto duma forma não realista;que sea posible el traslado a la solución definitiva. El as linhas são, habitualmente, indicadas demasiado va-error que se encuentra a menudo, y que siempre se gamente. Ao converter o esboço no formato 1:1 é pos-repite, consiste en trazar de forma irreal las líneas del sível que se descubra subseqüentemente que os textostexto, normalmente con trazos demasiado gruesos. Co- não encaixam no tamanho desejado. Necessita-se pra-mo consecuencia, en la recomposición en formato 1:1 tica para esboçar textos, duma forma realista, no menorno pueden alojarse los textos con el tamaño deseado. formato. A melhor solução está em que o desenhistaPara poder trazar textos de forma realista en un formato desenhe a área impressa à escala real sempre que pos-reducido se requiere práctica. La mejor forma de lograr- sa. Deve sentir-se seguro com as formas e proporçõesla para el diseñador consiste en dibujar, fiel a la escala, dos distintos alfabetos e ser capaz de os esboçar delas letras lo más a menudo que pueda. Debe alcanzar cor. Só deste modo é possível adquirir gradualmente aun sentido certero de las formas y proporciones de los habilidade para produzir, mesmo em pequenos esbo-diversos alfabetos y ser с а р а г de diseñarlos de memo- ços, modelos tipográficos realistas, isto é, que podemria. A partir de entonces, progresivamente, adquiere la transferir-se ao formato final sem dificuldade.capacidad de trazar diseños tipográficos, incluso de las Se a informação visual consta sobretudo de texto comdimensiones más reducidas, que puedan pasarse sin muito poucas imagens, a área tipográfica pode determi-dificultades al formato definitivo. nar-se com referência ao formato impresso.Si la información visual consiste principalmente en tex- Juntamente com a profundidade e a largura da área ti-tos a los que deben incorporarse pocas ilustraciones, la pográfica, o tamanho da letra, o volume do texto e omancha puede ajustarse al tamaño del formato de im- número de páginas disponíveis devem ser tidos em con-presión. ta. Uma grande quantidade de texto a colocar em pou- cas páginas, requererá uma área tipográfica o maiorLa amplitud del texto y el número de páginas de que se possível, com margens relativamente estreitas e um ti-disponga serán elementos determinantes en relación po de letra comparativamente pequeno. O número decon la altura y anchura de la mancha, así como al tama- colunas —uma, duas ou mais— depende do formato im-ño de los tipos. Un texto largo que tenga que componer- presso e do tamanho da letra. As condições para quese en pocas páginas requiere una mancha lo más gran- uma página impressa mostre na sua totalidade uma har-de posible, con un tamaño de letra y zonas marginales monia e seja fácil de ler estão na clareza do tipo de letrarelativamente pequeños. Que la mancha conste de una, e no s e u t amanho, no t a m a n h o d a s linhas, nos espaçosdos o más columnas depende del formato de impresión entre linhas, e no tamanho das margens. O formato day del tamaño de los tipos. La imagen general de armonía página e o tamanho das margens determinam o tama-y buena legibilidad de una página impresa depende de
  • La construcción de la mancha Construção da área tipográficala claridad de las formas de los tipos, de su tamaño, de nho da área tipográfica. A impressão geral de estéticala longitud de las líneas, de la separación entre ellas y resultante depende da qualidade das proporções dode la amplitud de los blancos marginales. El formato de formato dá pagina, do tamanho da área tipográfica e dala página y la amplitud de los márgenes determinan las tipografia.dimensiones de la mancha. La calidad en las proporcio- Os exemplos seguintes ilustram a diversidade dos pro-nes del formato de página, de la dimensión de la man- blemas com que o desenhista possivelmente terá quecha y de la tipografía dan por resultado ta impresión enfrentar-se. De caso para caso os problemas são dife-estética global. rentes. As condições económicas, sociais e culturaisLos ejemplos que siguen ilustran la diversidad de tos estão em mutação contínua e simultânea e exercemproblemas con que puede enfrentarse el diseñador. Los uma influência variável na publicidade, a qual reflecte aproblemas varían de un caso a otro. Pero también se mutação nos processos psicológicos e sociais.modifican constantemente las situaciones económicas, Assim como cada problema é novo e diferente de ou-sociales y culturales. Tales situaciones influyen en tros, do mesmo modo a grelha deve ser concebida demayor o menor medida en las actividades publicitarias. novo e de cada vez para que responda às exigências doTambién las formas de expresión de la publicidad reac- momento. Isto significa que o desenhista deve equacio-cionan a las manifestaciones de la época; dependen nar cada novo problema com uma mente aberta e devecontinuamente de los cambiantes procesos psicológicos tentar resolvê-ío, analisando-o objetivamente. As difi-y sociales. culdades da tarefa devem-se às enormes diferençasAsí como cada problema se distingue de los demás, es existentes nos múltiplos trabalhos que o desenhadornuevo y requiere de una nueva reflexión, también la recebe. Um pequeno anúncio de jornal não apresentaretícula debe ser objeto de una concepción específica as mesmas dificuldades de desenho que, por exemplo,correspondiente al problema en cuestión. Para ei dise- um jornal diário com 10 e mais colunas, uma grandeñador, esta exigencia significa que debe estar abierto variedade de temas, e uma seção adicional de anún-ante cada nuevo problema y procurar analizarlo y resol- cios. Uma tarefa desta natureza exige não só talento doverlo objetivamente. La dificultad de cumplir este reque- desenhista mas também capacidade de organização,rimiento se explica por el hecho de que entre los diver- uma vez que os múltiplos elementos de informação, emsos problemas pueden existir inmensas diferencias en mutação constante, têm que ser ordenados dentro du-el grado de dificultad que presenten. Un anuncio peque- ma ordem lógica e as suas prioridades refletidas numaño puede ser más fácil de resolver que, por ejemplo, la tipografia adequada.configuración de un periódico con 10 columnas o más,con los temas más diversos y su parte adicional de pu-blicidad. Aquí se necesita, además de un talento para eldiseño, una aptitud organizadora para la ordenación ló-gica de las informaciones múltiples y siempre cambian-tes que deben recomponerse según prioridades en lacorrespondiente tipografía.
  • La construcción de la mancha Construção da área tipográficaDisposición simétrica y asimétrica Disposição simétrica e assimétri-de la mancha ca da área tipográficaLa mancha ocupa la mitad del Area tipográfica numa relação Mancha y márgenes en la relación Area tipográfica e margens em re-área del papel 1:2 com a área do papel áurea lação, segundo a Seção ÁureaLos ejemplos aquí presentados sa estético-formal: el campo tipo- Estes exemplos de áreas tipográ- pés de página são claramentedeben ser entendidos sólo como gráfico parece más ligero por fica pretendem ser simplesmente mais profundos que as cabeças, esugerencias, no como soluciones efecto de haber sido elevado. La sugestões e não soluções pron- isto, por uma questão de estética:acabadas. Cada problema nuevo superficie impresa, que óptica- tas. Cada novo trabalho põe os a área tipográfica parece assimimpone otro tipo de consideracio- mente resulta gris, queda en la seus próprios problemas e conduz mais leve porque precisamentenes y lleva a otros resultados. página, por así decir, en estado a diferentes conclusões. menos lançada para a parte supe-El ejemplo 1 muestra una disposi- de flotación. Si el campo impreso O exemplo 1 mostra uma disposi- rior da página. A zona impressación simétrica de la mancha, en está situado hacia abajo se produ- ção simétrica de uma dupla pági- que salta à vista como uma áreauna doble página con un espacio ce la impresión de que cae fuera. na, com a ampla margem corres- cinzenta permanece como queancho en el lomo, pensada para el Ejemplo 2: la disposición asimétri- pondente à lombada; trata-se flutuando sobre a página. Se, aodiseño de un libro. En los libros ca de las manchas desplazadas a dum desenho que poderia servir contrário, a área tipográfica vemvoluminosos se alabean las pági- la derecha y con espacios de lomo para um livro. Nos livros volumo- para baixo, é como se estivesse anas. Los amplios espacios del lo- desigualmente anchos. sos as páginas tendem a encur- caida página.mo tienen por función impedir que El ejemplo 3 muestra una disposi- var-se quando se abre o livro. As O exemplo 2: a disposição é assi-las líneas del texto se lean con di- ción simétrica clásica de la man- amplas margens correspondentes métrica com áreas tipográficasficultad a causa del abombamien- cha. Mediante la división diagonal às lombadas, destinam-se a impe- deslocadas para a direita e asto. Los márgenes del pie son con- de la doble página y de la sencilla dir que as linhas do texto se tor- margens interiores são desiguais.siderablemente más altos que los se consigue una mancha según el nem difíceis de ler devido precisa- O exemplo 3 mostra uma clássicade la cabeza. Esto tiene una cau- método de la sección áurea. mente a esta convexidade. Os disposição simétrica. A linha que
  • La construcción de la mancha Construção da área tipográficaEjemplos de configuración de la Exemplos de desenho de áreas ti- Ejemplos de configuración de la Exemplos de desenho de áreas timancha, con 1 y 2 columnas pográficas com 1 e 2 colunas mancha, con 1 y 2 columnas pográficas com 1 e 2 colunasLos márgenes del papel se en- diversos de disponer la mancha. cruza em diagonal as duas pagi- No exemplo 2 temos um formatocuentran en la siguiente relación En la práctica siempre se presen- nas juntamente com uma outra de livro em oitavo com uma rela-recíproca: tan casos en que, por motivos linha que traça a diagonal duma ção de 34:21 (Seção Áurea). ALomo Cabeza Corte Pie prácticos, dos columnas deban página baseiam-se as duas na área tipográfica e as margens do2 : 3 : 4 : 5 combinarse con tres o cuatro Seção Áurea. papel estão também relacionadasEn el lenguaje técnico los márge- (figs. 15 a 19). Os extremos do papel obedecem com as proporções da Seçãones del papel reciben los siguien- Una posibilidad consiste, por à seguinte relação mútua: Áurea.tes nombres: ejemplo, en dividir una columna Lombada Cabeça Corte Pé Os diagramas 1 -36 ilustram asMargen interior = Margen de lomo en dos para poder utilizar ambas, 2: 3: 4: 5: possíveis maneiras de ordenar aMargen exterior = Margen de corte combinada una con otra. O bien As margens do papel têm os se- área tipográfica. Na prática, asMargen arriba = Margen de cabeza una página con 3 columnas se di- guintes nomes técnicos: soluções surgem continuamente;Margen abajo = Margen de pie vide en 6 y éstas a su vez se em- Margem interior = Margem da onde, por exemplo, temos duasEn el ejemplo 2 aparece un forma- plean combinadas en la misma lombada colunas de área tipográfica, pode-to de libro en octavo en la relación página. Margem exterior = Margem mos, por razões de ordem prática,34:21 (sección áurea). La mancha El ejemplo 25 muestra 4 columnas de corte combiná-las com áreas de três ey los márgenes del papel están combinadas con 8. Lo singular de Margem superior = Margem quatro colunas (figuras 15 e 19).asimismo en la proporción de la esta solución es que las 8 colum- de cabeça Uma das possibilidades é dividirsección áurea. nas se encuentran a la mitad de la Margem inferior = Margem uma coluna em duas, de tal formaLas figuras 1 a 36 ilustran modos altura de la mancha. de pé que se possam usar as duas.
  • La construcción de la mancha Construção da área tipográficaEjemplos de configuración de la Exemplos de desenho de área Ejemplos de configuración de la Exemplos de desenho de áreas ti-mancha, con 2 y 3 columnas tipográficas com 2 e 3 colunas mancha, con 2 y 3 columnas pográficas com 2 e 3 colunasEl e j e m p l o 26 muestra la d i v i s i o n " En la configuración con dos. tres y Outra possibilidade e subdividir usada c o m muita f r e q ü ê n c i a nasde una p á g i n a de cuatro c o l u m n a s cuatro c o l u m n a s se presentan los as très c o l u n a s duma página em revistas e jornais.en ocho. m i s m o s problemas que en el caso seis c o l u n a s , e estas por sua vez Muitos jornais, e m e s p e c i a l osEl e j e m p l o 27 tiene o c h o colum- de una c o l u m n a Deben resolver- se c o m b i n a m entre si, dentro da grandes jornais, c o n h e c e m d e s d enas, de n u e v o divididas en el se los problemas de la funcionali- m e s m a página. há muito as p o s s i b i l i d a d e s que ae j e m p l o 28 dad, de la legibilidad y de la es- O e x e m p l o 25 mostra uma combi- c o m b i n a ç ã o de c o l u n a s oferece eT e n e m o s ya 16 c o l u m n a s , una tética. nação de 4 com 8 colunas. A cara- s o u b e r a m usá-las. O e s t u d o ded i s t r i b u c i ó n de p á g i n a utilizada En la página 56 se muestran pági- terística especial deste dese- tais jornais revela que estas com-c o n frecuencia para revistas y pe- nas de 5 a 10 columnas, que han nho está em que as 8 colunas binações reservam para o futuroriódicos. encontrado aplicación en la prác- a p a r e c e m a meia altura na área muitas possibilidades.La m a y o r parte de los p e r i ó d i c o s , tica. A mayor número de c o l u m n a s tipográfica Desenhar c o m duas, três e quatrosobre todo los g r a n d e s , c o n o c e n y por página los tipos de imprenta O e x e m p l o 26 mostra como uma colunas tem os m e s m o s proble-p o n e n en práctica d e s d e hace dé- serán forzosamente menores, su- p á g i n a de 4 colunas se divide pa- mas que desenhar c o m u m a .c a d a s las p o s i b i l i d a d e s de la com- p o n i e n d o que queramos conse- ra c o n s e g u i r 8 colunas. Q u e s t õ e s de f u n c i o n a l i d a d e , legi-b i n a c i ó n de c o l u m n a s . El e s t u d i o guir líneas con las habituales 7 pa- O e x e m p l o 27 tem 8 colunas e. no bilidade e aparência a g r a d á v e lde los m i s m o s e n s e ñ a que en labras c o m o media. e x e m p l o 28, estas 8 colunas são tém que ser resolvidas d u m m o d oe s a s c o m b i n a c i o n e s aún perma- La configuración de una página uma vez mais subdivididas. convincente.n e c e n latentes g r a n d e s posibilida- con una c o l u m n a necesita la mis- T e m o s agora 16 colunas, uma for- Na página 56 v e m o s p á g i n a s c o mdes para el futuro. ma destreza y sensibilidad que la ma de divisão de página que é 5 e 10 colunas de área tipográfica
  • La construcción de la mancha Construção da área tipográficaEjemplos de configuración de la Exemplos de desenho de áreas ti- Ejemplos de configuración de la Exemplos de desenho de áreas ti-mancha con 3 y 4 columnas pográficas com 3 e 4 colunas mancha con 3. 4 y 8 columnas pográficas com 3, 4 e 8 colunasotra p á g i n a con o c h o c o l u m n a s . b l e m a q u e satisfaga todos los re- todas elas u s a d a s na pratica. largas e preciso ter cuidado paraPara lograr un b u e n efecto, el ta- q u e r i m i e n t o s exigidos, la mejor Quanto maior seja o número de que os t a m a n h o s de letra sem a ñ o de letra, la l o n g i t u d de las m a n e r a q u e tiene un d i s e ñ a d o r colunas da página, menor terá a d a p t e m às larguras das colunas.l i n e a s , el i n t e r l i n e a d o y la magni- para e m p e z a r es hacer p e q u e ñ o s que ser a letra, considerando que Por outras palavras, as colunast u d de las c o l u m n a s d e b e n estar e s b o z o s y verificarlos críticamen- u s a m o s linhas c o m uma média mais largas necessitam uma letraen r e l a c i ó n f u n c i o n a l y tensa. te de forma continua. Si el formato normal de 7 palavras. maior que as colunas estreitasEn las c o m b i n a c i o n e s de colum- de i m p r e s i ó n está e s t a b l e c i d o de Desenhar uma página com uma S o m e n t e deste modo é possívelnas e s t r e c h a s y a n c h a s d e b e a n t e m a n o , los esbozos d e b e r á n coluna requer a mesma h a b i l i d a d e obter uma área tipográfica equili-p r e s t a r s e a t e n c i ó n a que los tipos h a c e r s e ya a la escala a d e c u a d a e s e n s i b i l i d a d e que um d e s e n h o brada, c o m um ritmo de impressãode letra se a d a p t e n a la a n c h u r a Si se p r o c e d e de este m o d o cuida- com 8 colunas, por e x e m p l o . que se m a n t é m igual ao longo dede las c o l u m n a s . Esto es, las co- d o s a m e n t e , proporciona la ven- Para que uma coluna simples pro- todo o trabalho. Ao procurar uma l u m n a s m á s a n c h a s p r e c i s a n ti- taja de p o d e r controlar mejor la duza um b o m efeito, o t a m a n h o da área tipográfica que convenha a pos m a y o r e s q u e las e s t r e c h a s . m a n c h a e s b o z a d a en su relación letra e e x t e n s ã o da linha, e s p a ç o s u m trabalho em particular e que Es e n t o n c e s c u a n d o se o b t i e n e c o n la p á g i n a y con los m á r g e n e s . e largura de coluna, todos estes responda a todas as exigências, o u n a i m a g e n tipográfica equilibra- La b ú s q u e d a de la mancha ó p t i m a aspectos t ê m que estar funcional- melhor que o desenhista pode fa- da c o n el m i s m o ritmo c o n s t a n t e p l a n t e a c u e s t i o n e s al d i s e ñ a d o r mente relacionados para que se zer é c o m e ç a r por elaborar pe- e n la escritura. q u e no p u e d e n pasarse por alto: consiga um d e s e n h o c o m t e n s õ e s q u e n o s e s b o ç o s e submetê-los a Para d e t e r m i n a r la m a n c h a ade- 1 interessantes. uma crítica contínua. Se o formato c u a d a para un d e t e r m i n a d o pro- ¿Tendrá la m a n c h a una, dos. tres Ao combinar colunas estreitas e impresso está já de antemão fixa-
  • La construcción de la mancha Construção da área tipográfica Ejemplos de configuración de la Exemplos de desenhos de área ti- Ejemplos de configuración de la Exemplos de desenho de áreas ti- mancha, página doble con 1 y pográfica de páginas duplas com mancha, página doble, con 3 y pográfica de páginas duplas com 2 columnas 1 e 2 colunas 4 columnas 3 e 4 colunas55 o más columnas? De la anchura influencia en la configuración de do. os esboços deveriam dese- 2 de la columna depende el tamaño la mancha. nhar-se corretamente, isto é, des- Que tipo de informação queremos del tipo de letra. Para la colocación, por ejemplo, de o principio, de acordo com a colocar na área tipográfica? Os 2 de las notas marginales puede escala. A vantagem desta prática, textos comportarão anotações e ¿Qué clase de información textual disponerse una columna estrecha se se faz cuidadosamente, está notas em rodapé 7 Os textos in- deben incorporarse en la man- especial junto a las del texto. Para em que se pode controlar mais ra- cluem ilustrações e legendas? cha? ¿Son textos con notas al la colocación de las imágenes de- pidamente a area tipográfica es- 3 margen o al pie? ¿Son textos con be encontrarse una retícula que boçada e a sua relação com a pá- Se há que combinar ilustrações imágenes y leyendas? se corresponda con la mancha gina e as margens. com texto, quantas imagens há ao 3 Con independencia de ello, al es- A procura da melhor área tipográ- todo? En el caso de que se tengan que tablecerse el tipo de mancha de- fica possível põe certas questões 4 combinar ilustraciones con el tex- ben resolverse problemas forma- que o desenhista deveria ter em Quantas serão grandes e quan- to, ¿cuántas ilustraciones hay en les nada sencillos: ¿debe la man- mente ao desenhar: tas. pequenas? Ambos factores, total? cha aprovechar óptimamente la 1 isto é, a natureza dos textos e a 4 página impresa, esto es, dejar Deveria a área consistir de uma, quantidade e tamanhos das ilus- ¿Cuántas deben ser grandes y únicamente márgenes pequeños? duas ou mais colunas? O tamanho trações, exercem uma influência cuántas pequeñas? Ambas cosas, O bien, ¿debe desempeñar la su- da letra depende da largura da no desenho da área tipográfica la naturaleza del texto y el número perficie sin imprimir de los márge- coluna? Uma coluna estreita especial po- y tamaño de las imágenes, tienen nes una función óptica comple-
  • La construcción de la mancha Construção d área tipográficaE j e m p l o s de c o n f i g u r a c i ó n de la E x e m p l o s de d e s e n h o de áreas ti- E j e m p l o s de c o n f i g u r a c i ó n de la E x e m p l o s de d e s e n h o de áreas ti-m a n c h a , p á g i n a doble, con 5 y pográficas de páginas d u p l a s c o m mancha, página doble, con 8 y pográficas de páginas duplas c o m6 columnas 5 e 6 colunas 10 c o l u m n a s 8 e 10 c o l u n a s 56 m e n t a r í a ? ¿ D e b e ser la m a n c h a de c o l o c a r - s e j u n t o ás c o l u n a s de derá possivelmente tratá-las d u m u n a e n t i d a d e s b e l t a en la página texto d e s t i n a d a às a n o t a ç õ e s . modo satisfatório. Em muitos ca- c o n g r a n d e s m á r g e n e s laterales o • Para a l é m destes p o n t o s , há pro- sos, no entanto, uma área tipográ- d e b e ser a m p l i a c o n o b j e t o de que b l e m a s formais a resolver que es- fica que esteja m a t e m a t i c a m e n t e t e n g a p o c a altura? tão longe de ser simples: r e l a c i o n a d a com a profundidade, Son d e m a s i a d a s p r e g u n t a s las Deveria a área tipográfica usar ao largura e a área da página, inclui- que d e b e n resolverse individual- m á x i m o a página de a imprimir, is- das as margens, provou o seu va- m e n t e en cada p r o b l e m a para que to é, d e i x a n d o só uma m a r g e n s lor nas aplicações práticas p u e d a n recibir un t r a t a m i e n t o teó- pequenas? rico satisfactorio. Ou deveria dar-se à area não im- En m u c h o s c a s o s ha d a d o buen pressa das m a r g e n s , u m a função r e s u l t a d o una m a n c h a que está visual? b a s a d a en p r o p o r c i o n e s m a t e m á - Deveria a área tipográfica ser le- ticas en c u a n t o a la relación entre ve, d e i x a n d o m a r g e n s a m p l a s ; ou altura, a n c h u r a , así c o m o al for- deveria ser ampla mas de profun- m a t o de la p á g i n a , i n c l u i d o s los didade reduzida? m á r g e n e s no impresos. C a d a trabalho levanta t a n t a s per- guntas que requerem s o l u ç õ e s próprias que n e n h u m a teoria po-
  • La construcción de la retícula Construção da grelhaAl principio de cada trabajo debe estudiarse el problema O problema de cada trabalho, deve estudar-se antes deimplícito en él. En esa etapa deben aclararse las cues- que o projeto possa iniciar-se. Questões como o forma-tiones dei formato, del material textual y gráfico, de las to, o texto e as ilustrações, o tipo de letra o método deleyendas, del tipo de letras, de la modalidad de impre- impressão e a qualidade do papel têm que clarificar-se.sión y de la calidad del papel. Después, el diseñador O desenhista começa então a equacionar a solução docomienza a aproximarse a la solución del problema con problema através de pequenos esboços. As proporçõespequeños esbozos. Es conveniente que los esbozos destes esboços deveriam referir-se às do formato finaltengan ya las dimensiones del formato definitivo, al de tal modo que se evitem dificuldades desnecessáriasobjeto de que no surjan dificultades al pasar a la escala no momento de estabelecer a versão definitiva. Esbo-del formato original. ços em escala reduzida facilitam uma visão global do que virá a ser a paginaçào.Los esbozos en formato pequeño facilitan la visión delconjunto. Ao preparar o esboço, o número de colunas duma pági-Al esbozar debe considerarse en cuántas columnas van na é um dos pontos a ter em consideração: 1 colunaa dividirse las páginas: para texto e ilustrações deixa pouca liberdade para re-Una columna para texto e imágenes ofrece pocas posi- produzir imagens de tamanho grande, médio ou peque-bilidades de mostrar las figuras grandes, pequeñas o de no; 2 colunas para texto e ilustrações concedem maistamaño medio. campo; o texto pode ir na primeira coluna e as ilustra-Dos columnas para texto e imágenes ofrecen más posi- ções na segunda. Texto e ilustrações podem tambémbilidades: en la primera columna pueden ponerse los colocar-se na mesma coluna, um sob o outro. Além dis-textos, en la segunda las imágenes. El texto y las imá- so, a divisão em 2 colunas pode subdividir-se, formandogenes también pueden ponerse en la misma columna uma página de 4 colunas; 3 colunas pode igualmenteuno encima de las otras o viceversa. Además, la distri- responder a uma variedade de oportunidades de orde-bución en 2 columnas puede ser partida de nuevo en nação de texto e ilustrações com tamanhos distintos.una página de 4 columnas. O sistema de três colunas pode igualmente ser subdivi- dido em função duma organização de seis colunas.Tres columnas pueden ofrecer también un número sufi- Os inconvenientes duma paginaçào com 3 ou 6 colunasciente de posibilidades de variación para la colocación estão em que as linhas do texto tornam-se relativamentede los textos y la disposición de imágenes de distintos estreitas e consequentemente terá que optar-se por umtamaños. También la concepción de 3 columnas se pue- tipo de letra pequeno. É uma questão que depende dode descomponer en una de 6. Una desventaja de las 3 y objetivo a alcançar. A divisão em 4 colunas é aconse-6 columnas es que las líneas del texto se hacen relativa- lhável sempre que necessitemos espaço para muitomente estrechas y, consiguientemente, debiera elegirse texto e um grande número de figuras ou onde as tabelasun tipo de letra más pequeño. Esta cuestión depende tenham que figurarcom muitas imagens, gráficos edel problema planteado. curvas.La división en 4 columnas se recomienda cuando hayaque colocar mucho texto y muchas ilustraciones o cuan- O sistema de 4 colunas pode ulteriormente subdividir-do deba aparecer material estadístico con muchos nú- se em 8, 16 e mais colunas, o que convém à apresenta- meros, curvas y gráficas. ção de tabelas.T a m b i é n las 4 columnas pueden dividirse de nuevo en A largura das colunas modifica o tamanho de letra a 8, 16 y más columnas, una forma habitual para la repre- usar. Normalmente quanto mais estreita seja a coluna,sentación de tablas. m e n o r t e r á que s e r o tipo de letra. Se a coluna é dema- La anchura de las columnas influye en el tamaño de la siado estreita e o caráter demasiado grande, demasia-
  • La construcción de la c a Construção da realetra a utilizar. Cuanto más estrecha es la columna más do poucas palavras poderão colocar-se numa linha e apequeña será, normalmente, la letra. En una columna mudança rápida duma linha a outra, cansa a vista.estrecha y con letra grande puede ponerse un número A distância normal de leitura que separa a vista do folhe-demasiado pequeño de letras en la línea. El rápido cam- to, livro ou jornal é de 30-35 cm. A esta distância o textobio de línea durante la lectura cansa el ojo. deveria ler-se duma forma agradável. Devem repetir-seLa distancia normal de lectura es de 30-35 cm entre el as experiências com 2, 3 e 4 colunas e distintos taman-ojo y el prospecto, libro o periódico. A esa distancia hos de letra até que uma possível solução comece adebe poder leerse el texto sin esfuerzo. Los ensayos ganhar forma.con 2, 3 y 4 columnas, con letra más pequeña o más A partir deste momento os esboços podem ser compara-grande, deben proseguirse hasta que se perfile una po- dos. Desenhos que se revelem inadequados podemsible solución. descartar-se até que fiquem 2 ou 3 esboços aceitáveis.Es entonces cuando pueden compararse entre sí los É uma boa idéia ampliá-los até 1:1 e voltar a compará-esbozos. Las ideas inequívocamente inservibles se los até que não fique mais que um esboço. As linhasdescartan, después las otras, de modo que al final que- que mostram o tamanho de letra a usar são então esbo-den 2 o 3. Es útil ampliar éstas al tamaño 1:1, después çadas dentro das colunas do esboço final. Sobrepõe-sese comparan de nuevo entre sí, hasta que sólo quede então a divisão da grelha a examina-se a página paraun diseño. En este diseño se esbozan las líneas con el ver quantas linhas de texto podem colocar-se num cam-tamaño de letra que debe emplearse. po da grelha. A primeira linha do texto no campo daDespués se colocan encima las divisiones de la retícula grelha deve coincidir com o limite superior do campo,y se controla cuántas líneas caben en un campo reticu- enquanto que a última linha deve corresponder com olar. La primera línea del texto en el campo reticular tiene limite inferior. É raro encontrar a solução definitiva, nu-que corresponder exactamente al límite superior del ma primeira tentativa. Em muitos casos o campo é, oucampo, mientras la última debe encontrarse sobre la demasiado alto ou demasiado baixo. Outro ponto a con-última línea de delimitación. Rara vez se logra una solu- trolar, é se a profundidade da coluna de texto concordación definitiva en el primer intento. En la mayor parte de com a profundidade dos campos de grelha, ordenadoslos casos el campo reticular deseado es demasiado alto um após o outro, tendo em conta a distância entre eles.o demasiado bajo. Por otro lado hay que verificar si la Uma vez mais, ao começar, só umãsolução aproximadaaltura de la columna del texto coincide con la de los se pode encontrar.campos reticulares apilados, para lo cual hay que tener A estas alturas do desenho preliminar é aconselhávelen cuenta la distancia de los campos. También aquí se fazer alguns cálculos. Um exemplo mostrará o que seobtendrá al principio del trabajo tan sólo una aproxima- pretende:ción al resultado deseado. Suponhamos que, no nosso esboço, a coluna tem uma En este estadio del trabajo de diseño se recomienda profundidade de 57 linhas. Queremos quatro campos proceder mediante cálculos. Lo aclararemos con un numa coluna, isto é, a coluna será dividida em quatro ejemplo: campos iguais, com um espaço entre os campos, Para Supongamos que la altura de columna es en nuestro esta distância intermédia, escolhemos o espaço ocupa- caso de 57 líneas. Deseamos 4 campos reticulares por do por uma linha de texto. Este espaço é conhecido com columna, es decir, la columna debe dividirse en cuatro o nome de «linha em branco», isto é, o espaço em que campos reticulares de igual tamaño, existiendo entre pode caber uma linha de texto, permanece em branco. los campos un espacio intermedio. Como medida de es- Das 57 linhas que constituem a profundidade da coluna, pacio intermedio elegimos el que ocupa una línea. Este subtraímos 3 linhas que se necessitam para os espaços
  • La construcción de la c a Construção da reaespacio se llama «linea vacía», es decir, el espacio en entre os campos da grelha. Dividimos o número de lin-que podría estar la línea queda vacío. has, 54, por 4, obtendo-se 13,5 linhas por campo. ComoDe las 57 líneas que forman la altura de la columna em tipografia não há meias linhas, procuramos o menordeducimos las 3 que precisan los espacios intermedios número divisível por 4. Se cada um dos 4 campos con-de los campos reticulares. Tenemos ahora aún 54 lí- tém 1 3 linhas, temos agora, contando os 3 linhas emneas que deben llenar 4 campos reticulares. Dividimos branco, uma profundidade de coluna de 55 linhas,por4elnúmerodecolumnasynosquedan54:4=13,5 4 x 1 3 + 3 = 55. Realizaremos então os ajustes quelíneas por campo reticular. Puesto que la tipografía no sejam necessários no esboço. Avançamos um poucotiene medias líneas, buscamos el número inmediata- mais e determinamos o número de colunas. Se escoIhe-mente inferior divisible por 4. Es el 52, que dividido por mosduascolunas,cadacolunacontém55linhasou44 da 13. Si cada uno de los 4 campos reticulares tiene campos. Os campos destinam-se as ilustrações.13 líneas tenemos, contando también las 3 líneas va- A coluna corrigida de 55 linhas entra precisamente nosc í a s , u n a al tura de c o l u m n a d e 5 5 l í n e a s , quatro campos de 1 3 linhas, com os campos separado( 4 x 13) + 3 - 5 5 . entre si por uma linha. A profundidade da coluna é ago-Conforme a esto corregimos nuestro diseño. ra de 54 ciceros e 8 pontos ou 24.77 cm.Demos un paso más y determinemos el número de co- Se por exemplo, a coluna da esquerda da página con-lumnas. Si elegimos 2 columnas, cada una de ellas tie- tém 55 linhas de texto, e a coluna da direita, 4 camposne 55 líneas o 4 campos reticulares. Los campos reticu- com fotografias uma após a outra e um espaço dumalares están pensados para las figuras. linha a separá-las, então as margens superior e inferiorLa columna corregida de 55 líneas coincide rigurosa- da ilustração, estão sempre alinhadas com os movimen-mente con 4 campos reticulares de 13 líneas y 1 línea tos ascendentes e descendentes das linhas do texto.de espacio intermedio entre ellos. La altura de la colum- Num sistema de grelha sofisticado, as linhas do textona es ahora de 54 ciceros y 8 puntos o bien de 24,7 cm. alinham-se não só com as ilustrações mas igualmenteSi, por ejemplo, la columna izquierdade una página com as legendas, títulos e subtítulos. Para estar segurotiene 55 líneas y la derecha 4 campos, uno sobre otro, de que a legenda será lida como uma informação quecon fotografías a la distancia de 1 línea cada una, los está subordinada ao texto,-pode apresentar-se em ca-bordes superior e inferior de las figuras están siempre racteres itálicos ou num tipo de letra menor. Se, nestealineadas con las letras de trazo alto y trazo bajo. exemplo, a impressão das legendas deve alinhar-se En un sistema reticular perfeccionado están alineadas com as linhas do texto, ela deve ter a mesma profundi-con las figuras no sólo las líneas de texto, sino también dade, considerando-a conjuntamente com os espaços. las leyendas, los títulos y los subtítulos. Para que la Por outras palavras, 2 linhas de 6 pontos juntos ( = 1 2 leyenda se lea como información subordinada al texto pontos) corresponde a uma linha de texto de 1 С pontos debe ponerse en cursiva o con un tipo más pequeño. En com 2 pontos para os espaços. Dentro desta proporção nuestro ejemplo, para que las letras de la leyenda pue- todas as linhas do texto se alinham com as linhas das dan alinearse con las líneas del texto, deben tener junto legendas. con el interlineado la misma altura. Es decir, a una letra Na prova prévia os 6 pontos foram esboçados. A letra del texto de 10 puntos con 2 puntos de interlínea = 12 de 6 pontos pode, a partir de agora, ser colocada debai- puntos de altura corresponden 2 líneas con 6 puntos sin xo das imagens, em 1 ou mais linhas. interlinear = 12 puntos. Con esta relación están alinea- Cálculos do mesmo tipo devem fazer-se no momento de das todas las líneas del texto con las de la leyenda. escolher o tipo de apresentação dos títulos. Se, por En el boceto se bosqueja el cuerpo 6. Bajo las imágenes exemplo, a letra de 20 pontos com 4 pontos de espaço
  • La construcción de la c a Construção da reapueden ahora ponerse letras de 6 puntos en una o más ( = 24 pontos) é a escolhida, as 2p / linhas de 10 pontoslíneas. com um espaço de dois pontos ( = 24 pontos) alinhar-El mismo proceso de cálculo debe realizarse para la se-ão com ela.elección de los tipos de títulos. Si, por ejemplo, se Portanto, se as linhas do título se alinham com as linhasadopta para los títulos un tipo de letra de 20 puntos con do texto, os campos da grelha farão o mesmo.4 puntos de interlínea = 24 puntos, entonces se ali- A paginação completa-se com o título.nean 2 líneas de 10 puntos con 2 puntos de interlínea Quando necessário outro tipo de letra para resolver o= 24 puntos. problema, adoptar-se-á, em princípio, o mesmo pro-Así pues, si las líneas del título se alinean con las del cesso.texto, lo mismo ocurre con los campos reticulares. Ilustrações, quadros, tabelas, etc., tratam-se como camLa pauta se completa con el título. pos d u m a grelha, isto é, desenhados segundo o tama-Si para la solución de un problema se requiere, además, nho dos campos da grelha.otro tamaño de letra, hay que efectuar las mismas con- Podemos conbinar vários campos em campos maiores;sideraciones. neste caso, as margens superior e inferior dos camposLas ilustraciones, tablas, cuadros, etc. se manejan co- devem alinhar-se com as linhas do texto.mo campos reticulares, es decir, se diseñan en función Uma vez que linhas e campos tenham sido ajustadosde aquéllos. mutuamente, deve decidir-se se a área tipográfica temSi se desea, varios campos reticulares pueden juntarse uma relação com o tamanho da página, satisfatória epara dar otros mayores, operación en la cual el borde esteticamente agradável. Neste sentido, devem exami-superior e inferior de los campos debe alinearse con las nar-se as proporções das margens, a relação entre umalíneas del texto. e outra e com o conjunto da área tipográfica.Una vez que se ha llevado a cabo el ajuste entre las Se o resultado não é satisfatório, devemos começar delíneas y los campos reticulares debe verificarse si el novo. Este trabalho pode representar muito tempo, masconjunto impreso produce un efecto satisfactorio y esté- vale a pena, porque a impressão que a publicação dará,tico con relación al tamaño de la página. Para ello hay pode, em última análise, depender dele.que examinar las proporciones de los márgenes, la rela-ción entre ellos y su relación con y la superficie delconjunto impreso.Si el resultado no es satisfactorio hay que empezar otravez desde el principio. Este trabajo puede llevar tiempo.Pero merece la pena, porque de su resultado dependeel efecto de la publicación.
  • La construcción de la c a Construção da rea B o s q u e j o 3: S u b d i v i s i ó n de las Esboço 3: Divisão das c o l u n a s em c o l u m n a s en c a m p o s de la camposB o s q u e j o 1 : D i m e n s i o n a d o de la Esboço 1 : D e t e r m i n a ç ã o da área retícula Esboço 4: A p r o f u n d i d a d e das li-mancha tipográfica; B o s q u e j o 4: C o t e j o de la altura de nhas do texto c o m p a r a d a c o m aB o s q u e j o 2: División de la m a n c h a Esboço 2: Divisão da área tipográ- las líneas del texto con la altura profundidade dos c a m p o s daen d o s c o l u m n a s fica em duas colunas de los c a m p o s de la retícula grelhaUn m é t o d o útil para encontrar una Fig. 3 Um método que ajuda a encontrar Fig. 3m a n c h a a d e c u a d a para un come- Ahora divide horizontalmente las a área de texto e ilustrações ne- Divide entào as c o l u n a s do textotido d e t e r m i n a d o es el siguiente: c o l u m n a s en 2, 3 o más c a m p o s , cessária para u m a tarefa específi- horizontalmente e m 2. 3 ou maisFig. 1 que en este momento todavía es- ca é o s e g u i n t e : campos.El d i s e ñ a d o r b o s q u e j a la mancha tán separados por una sola línea. Fig. 1 Fig 4a e s c a l a 1:1 en la altura y anchura Fig. 4 O d e s e n h i s t a esboça a 1:1 a área O d e s e n h i s t a deve a g o r a decidirq u e le p a r e z c a más favorable, El diseñador debe decidir ahora tipográfica c o m a profundidade e que t a m a n h o de letra e que espa-t a n t o en el a s p e c t o funcional co- qué tipo de letra y qué interlínea e x t e n s ã o que ele considera me- ço usará no texto. Se. por exem-m o en el e s t é t i c o . quiere emplear en el texto. Si, por lhores tanto funcional como este- plo, uma letra de 10 p o n t o s c o mFig. 2 ejemplo, una letra de 10 puntos ticamente. um espaço de 3 pontos g a r a n t e aC u a n d o se ha d a d o en el bosquejo con 3 puntos de interlinea da la Fig. 2 legibilidade que ele procura, con-c o n e s a m a n c h a , el diseñador la imagen y legibilidad d e s e a d a s , Uma vez que se tenha encontrado trola entáo a p r o f u n d i d a d e dosd i v i d e en 2, 3 o más columnas. En entonces controla la altura de los no e s b o ç o esta área tipográfica, o campos e s b o ç a d o s e c a l c u l ael c a s o de d o s c o l u m n a s , por c a m p o s bosquejados y examina d e s e n h i s t a divide-a em 2. 3 ou quantas linhas de 10 p o n t o s po-e j e m p l o , d i v i d e verticalmente la cuántas líneas de 10 puntos de le- mais colunas de texto Onde te- d e m entrar n u m c a m p o . Em mui-m a n c h a en d o s partes que distin- tra pueden entrar en un campo. La mos, por e x e m p l o . 2 colunas de tos casos, o d e s e n h i s t a terá queg u e m e d i a n t e un espacio inter- mayoría de las veces, el diseña- texto, o desenhista divide a área ajustar a p r o f u n d i d a d e do c a m p o medio. dor se verá obligado a adaptar la tipográfica em 2 partes, por meio à profundidade do n ú m e r o e s p e c í altura del c a m p o a la de un deter- d u m e s p a ç o intermédio. fico de linhas de texto
  • La construcción de la c a Construção da reaBosquejo 5: Separación de los Esboço 5: divisão da grelha em Bosquejo 7: Retícula definitivacampos de la retícula campos. con 6 campos Esboço 7: Grelha definitiva com 6Bosquejo 6: Reacomodo de los Esboço 6: os campos da grelha Bosquejo 8: Las líneas del texto campos.campos de la retícula a las líneas harmonizados com as linhas do alineadas con los campos de la Esboço 8: linhas do texto alinha-del texto texto. retícula das com os campos da grelhaminado numero de lineas del tex- más la línea que hemos incorpora Figs. 5/6 No caso de 3 campos necessita-to. Los campos aumentarán o dis- do para la vacía. Os campos pensados para as mos 2 espaços, isto é, 2 linhas vaminuirán algo. Con tres campos necesitamos pa- ilustrações, desenhos, fotogra- zias, no caso de 4 campos. 3 li-Figs. 5/6 ra 2 separaciones = 2 lineas va- fias, etc. encontram-se ainda co- nhas em branco, etc.Los campos proyectados para cías, con cuatro campos son 3 lí- locados um sobre o outro e sepa- Figs. 7/8ilustraciones, dibujos, fotografías, neas vacías, etc. rados somente por uma linha. De- A grelha com 6 campos da Fig. 7etc., se encuentran todavía unos Figs. 7/8 vem estar separados de tal forma está em harmonia com uma áreasobre otros, separados sólo por La retícula con 6 campos en la fi- que não se toquem mutuamente. tipográfica com 26 linhas. Na Fig.una línea. Para que no se toquen gura 7 se ha ajustado a una man- As ilustrações estão separadas 8 as linhas limítrofes, superior ehay que separarlos. cha de 26 líneas. En la figura 8 se por uma ou mais linhas vazias. Se inferior, dos campos da grelha ali-Los campos se separan por una han alineado en cada caso las lí- há, por exemplo, dois campos, um nham-se uma e outra com umalínea vacía o por varias. Cuando neas límite superior e inferior de após o outro, numa coluna de tex- linha de texto.en una columna, por ejemplo, dos los campos reticulares con una lí- to, e os separamos com uma linhacampos están uno sobre otro y los nea de texto vazia, temos então numa colunaseparamos con una línea vacía, de texto o número de linhas quetenemos entonces en una colum- podem entrar em ambos camposna el número de líneas que pue- mais as linhas usadas como li-den colocarse en ambos campos nhas em branco.
  • La construcción de la ca Construção da r e aRetícula con 8 campos, dejando Retícula con 8 campos, con un pieuna línea debajo de cada ilustra- Grelha de 8 campos, cada um de 3 líneas debajo de cada ilus- Grelha de 8 campos, cada umción para el correspondiente pie com uma linha para as legendas tración com 3 linhas para as legendas.Figs. 9/10 El tamaño de la retícula de las Figs. 9/10 a grelha de ilustrações a encon-Cuando se trata de dar con una ilustraciones, como el de la man- Se a grelha vai usar-se somente trar, tem que harmonizar-se comretícula de ilustraciones que sirva cha, debe mantener una propor- para a colocação de ilustrações a área tipográfica, a qual prova-para la colocación de éstas con ción bella con el texto impreso y com as legendas corresponden- velmente conterá uma variedadesus correspondientes leyendas, con las zonas marginales. tes, o problema é comparativa- de tamanhos de letra.el problema planteado es relativa- Notablemente más difícil y con mente fácil de resolver. Segundo Se a grelha de ilustrações coinci-mente sencillo. Según el número exigencias de más tiempo es la o número de ilustrações a colocar de totalmente com a área tipográ-de ilustraciones que haya que po- búsqueda de la retícula de las numa página, as distâncias verti- fica, nesse caso as extremidadesner en una página se trazan co- ilustraciones cuando ésta debe cais devem ser maiores que as superior e inferior das ilustraçõeslumnas verticales, divididas en di- coincidir con la mancha y si, ade- horizontais uma vez que as legen- alinhar-se-ão sempre com as li-rección horizontal y a cierta dis- más, se utilizan tipos de distinto das têm que ser incluidas sob as nhas do texto. Isto quer dizer quetancia una de otra. Las distancias tamaño. ilustrações. independentemente do tamanhoverticales tienen que ser mayores Si la retícula de las ilustraciones Náo há necessidade de dizer que cada imagem terá as suas extre-que las horizontales porque los coincide en todos los puntos con as legendas podem igualmente midades superior e inferior exata-textos explicativos se ponen de- la mancha, el margen superior y el colocar-se ao fundo da página ou mente alinhadas com as linhas dobajo de las ilustraciones. Eviden- inferior de las imágenes estarán qualquer outro lugar que seja con- texto adjacente que aí se encon-temente, estos textos pueden po- siempre alineados con las líneas veniente. tre. As linhas e a profundidadenerse al final de la página o en del texto. Esto es, cualquier ima- A tarefa torna-se consideravel- das imagens deveriam ajustar-secualquier otro sitio apropiado. gen —grande o pequeña— que mente mais difícil e demorada se umas às outras. Assim como a
  • La construcción de la retícula Construção da grelha Área tipográfica com 53 linhas,Mancha de 53 líneas acomodada adaptada a uma grelha de 18a una retícula de 18 campos campos. Retícula de 18 campos Grelha de 18 campostenga texto al lado estará exacta- cula de las ilustraciones hay que profundidade das imagens deve Dependendo do tamanho das le-mente alineada en su extremo su- tener en cuenta tanto las colum- ajustar-se às linhas, assim tam- gendas a distância vertical entreperior y en el inferior con una lí- nas como las imágenes. bém a largura das colunas deve imagens será de 1, 2, 3 ou maisnea de texto. La distancia vertical entre las imá- harmonizar-se com a largura das linhas em branco. Somente seDe igual forma que la altura de las genes será, según la amplitud de colunas. usam linhas em branco inteirasimágenes tiene que adecuarse a la leyenda en cada caso, de 1, 2, 3 Deve cuidar-se que a extensão (nunca meias linhas), porque delas líneas, su anchura debe coin- 0 más líneas blancas. No deben das linhas seja normal e corres- outro modo a profundidade dascidir con la de las columnas del utilizarse medias líneas blancas, ponda ao tamanho de letra escol- linhas numa coluna não estariatexto. Al respecto hay que prestar sino enteras, pues en caso con- hido. Isto significa que deveria em correspondência com a deatención a que las líneas tengan trario las alturas de las columnas haver aproximadamente 10 pala- outra.una longitud normal, que se co- no se corresponden. vras por linha. Ao mesmo tempo, Figs. 1/2rresponda con el tipo de letra ele- Figs. 1/2 no entanto, as linhas deveriam ter As colunas de texto da Fig. 1 estãogido. Esto significa que en cada Las columnas de texto en la figura uma largura que se adapte às em harmonia com uma grelha de línea debe haber aproximadamen- 1 se han adaptado a una retícula ilustrações. 18 campos, Fig. 2. O texto apre-te 10 palabras. Pero al mismo de 18 campos. Assim, ao estabelecer a grelha de senta uma marcha desigual, istotiempo la anchura de las líneas Fig. 2 ilustrações, tanto as colunas de é, com linhas não totalmente aca- debe tener una dimensión satis- El texto se ha dispuesto en com- texto como as imagens devem to- badas, com espaços iguais entre factoria para las imágenes. posición sólo justificada por la iz- mar-se em consideração. as palavras e poucas divisões de Por lo tanto, al establecer la retf- quierda. palavras.
  • La construcción de la ca Construção da g r a Grelha de 18 c a m p o s e 53 linhasR e t í c u l a de 18 c a m p o s y 53 líneas de texto Detalle de la retícula anterior Pormenor do d i a g r a m a a d j a c e n t eFigs. 3/4 t i e n e n una anchura que resulta Figs. 3/4 ficado pela esquerda o compri-Los filetes de cierre horizontales agradable con relación al t a m a ñ o As linhas horizontais que limitam mento das colunas está a g r a d a -de los c a m p o s reticulares han si- de la letra. os c a m p o s da grelha prolonga- velmente p r o p o r c i o n a d o c o m o ta-d o l l e v a d o s , e n el e j e m p l o ante- El interlineado es suficientemente ram-se para lá das colunas do texto manho da letra. O e s p a ç o é sufi-rior, m á s allá de las c o l u m n a s pa- grande c o m o para poder leer el para mostrar c o m o as linhas do cientemente grande para que ora mostrar c ó m o d e b e n alinearse texto sin esfuerzo. texto d e v e m alinhar-se c o m os texto se leia a g r a d a v e l m e n t e . Alas l i n e a s c o n los c a m p o s . El limi- La m a n c h a llena la página al má- c a m p o s . A e x t r e m i d a d e superior área tipográfica enche a p á g i n a ote s u p e r i o r de la i m a g e n debe en- ximo. Los blancos marginales de da i m a g e m deveria ocupar hori- mais possível. As m a r g e n s da pá-c o n t r a r s e e n la m i s m a línea hori- la página son de d e s i g u a l dimen- z o n t a l m e n t e a m e s m a linha que gina sâo de diferentes t a m a n h o sz o n t a l que la c a b e z a de las sión para que la configuración de passa pela parte superior das de forma a criar t e n s ã o nom a y ú s c u l a s . S i n e m b a r g o , el lífrii- la p á g i n a resulte más dinámica. m a i ú s c u l a s . A e x t r e m i d a d e infe- desenho.te inferior de la i m a g e n debe estar Los filetes rojos marcan la man- rior da i m a g e m , por seu lado, de- As linhas v e r m e l h a s m a r c a m aen la m i s m a horizontal que los tra- cha que contiene 18 c a m p o s reti- ve estar na m e s m a linha horizon- grelha de ilustrações c o m o totalz o s b a j o s de las minúsculas. culares. Entre cada c a m p o reticu- tal que passa pelos pontos inferio- de 18 capipos. Entre os c a m p o sLa m a n c h a de 2 c o l u m n a s se for- lar hay una línea de interlínea a res d a s letras minúsculas. da grelha há s e m p r e 1 e n t r e l i n h am a c o n letra palo seco de 10 pun- utilizar c o m o espacio v a c i o o para A área tipográfica c o m duas colu- usada c o m o espaço e m b r a n c o outos r e d o n d a y 3 p u n t o s de interlí- leyendas de las ilustraciones. nas está d e s e n h a d a c o m uma le- espaço para as l e g e n d a s das ilus-nea e n c o m p o s i c i ó n sólo justifica- tra de 10 pontos, normal, sem se- trações.da a la izquierda. Las c o l u m n a s rifa, 3 pontos de entrelinha e justi-
  • La construcción de la ca Construção da g r aR e t í c u l a c o n t i p o s de letras de 7, Letras de 7 p o n t o s , 10 pontos e10 y 20 p u n t o s . ( R e d u c c i ó n foto- 20 p o n t o s , na grelha. (Reduçãográfica.) fotográfica.) 66 Fig. 5 La d i s t a n c i a de un filete rojo a otro Fig.5 corresponde a 3 linhas de letra de La r e p r e s e n t a c i ó n m u e s t r a 3 co- es de 24 puntos. Esa distancia co- A ilustração mostra três colunas 7 pontos, separadas por entrelin- l u m n a s c o n t i p o s de letra de dis- rresponde a 3 líneas con escritura c o m letra da diferentes t a m a n h o s ha de 1 ponto = 24 pontos. Ou tinto t a m a ñ o y una cuarta c o l u m n a de 7 puntos más 1 punto de interlí- e uma quarta coluna c o m o tra- 2 linhas de letra de 10 pontos se- con a l i n e a m i e n t o horizontal. nea para cada una = 24 puntos. cejado horizontal. paradas por entrelinha de 2 pon- En la primera c o l u m n a hay un tipo 0 a 2 líneas de texto de 10 puntos Na primeira coluna há uma letra tos = 24 pontos, e i g u a l m e n t e de letra de 7 p u n t o s c o n 1 punto con 2 puntos de interlínea cada de 7 pontos c o m entrelinha de u m a linha de letra de 20 pontos de interlínea. una = 24 puntos, y también una 1 ponto. Na s e g u n d a coluna há c o m entrelinha de 4 pontos. En la s e g u n d a c o l u m n a hay un línea de texto de 20 puntos con uma letra de 10 pontos com entre- Se uma ilustração da m e s m a lar- tipo de letra de 10 puntos c o n 4 puntos de regleta. linha de 2 pontos. Na terceira co- gura que uma coluna de texto c o m 2 p u n t o s de interlínea. Si ahora se colocara una ilustra- luna, há u m a letra de 20 pontos uma profundidade que vá, por En la tercera c o l u m n a hay un tipo ción c o n la anchura de una colum- c o m e n t r e l i n h a de 4 pontos. As exemplo, desde a primeira linha de letra de 20 p u n t o s c o n 4 puntos na y una altura que, por ejemplo, linhas v e r m e l h a s horizontais divi- vermelha até à sétima linha ver- de interlínea. llegara d e s d e el primero de los fi- d e m as linhas em grupos. O grupo melha, é colocada numa das três Los filetes rojos h o r i z o n t a l e s divi- letes rojos al séptimo, los extre- de letras de 7 pontos tem três lin- colunas, tanto a e x t r e m i d a d e su- d e n las l í n e a s en g r u p o s . El gru- mos superior e inferior de la ilus- has, o de 10 pontos, duas linhas, perior da imagem c o m o a extremi- po de la letra de 7 p u n t o s t i e n e n tración t e n d r í a n que quedar ali- e o de 20 p o n t o s , u m a linha. dade inferior coincidiriam c o m as tres filetes; el de 10, dos, y el n e a d o s c o n las líneas del texto. As linhas v e r m e l h a s têm 24 pon- linhas, isto é, estariam ao m e s m o de 20, una. Si d e b a j o de esa ilustración pone- tos de s e p a r a ç ã o . Esta distância nível que elas. Se, sob esta ilus-
  • La construcción de la retícula Construção da grelhaDivisión de la mancha en campos Divisão da área tipográfica em División de la mancha en 9 y 6 Divisão da área tipográfica em 9 ede retícula de igual tamaño campos de igual tamanho campos 6 camposmos una segunda del mismo ta- cho, para separar las ilustracio- tração, colocamos uma segunda has. com uma linha em branco en-maño, pero evitando el contacto nes, pero también para, en su do mesmo tamanho, ordenadas tre os campos.entre ambas mediante la distancia caso, poder acoger leyendas de tal modo que não estejam em Como já foi explicado, a linha emque corresponde a la que hay en- 0 signos. contacto directo mas separadas branco entre os campos serve pa-tre un filete rojo y el siguiente, en- El número de líneas determina el pel ) espaço correspondente à ra manter as ilustrações separa-tonces se alineará de nuevo esta de las subdivisiones en campos. distância que vai duma linha ver- das e igualmente, se necessário,ilustración en sus extremos supe- Una mancha de, por ejemplo, melha à seguinte, neste caso. como espaço para legendas ourior e inferior con las líneas del 59 líneas puede dividirse de 5 for- também, as extremidades supe- símbolos O numero de linhas de-texto; estara a la misma altura mas diferentes: rior e inferior desta imagem esta- termina o numero de subidivisõesFigs. 6/7 a rão alinhadas com as linhas do em campos. Uma área tipográficaLa mancha de 53 líneas puede di- en 12 campos de 4 líneas con texto, isto é. estarão ao mesmo de 59 linhas, por exemplo, podevidirse o bien en 9 campos de 1 línea blanca entre cada campo nível. dividir-se de 5 maneiras dife-5 lineas, con una línea blanca de b Figs. 6 7 rentes:interlínea entre los campos o bien en 10 campos de 5 líneas con A área tipográfica de 53 linhas po- aen 6 campos de 8 líneas, asimis- 1 línea blanca entre cada campo de dividir-se tanto em 9 campos em 12 campos de 4 linhas commo con una línea blanca de interli- с de 5 linhas, com uma linha em 1 linha em branco de intermédio,nea entre los campos. en 6 campos de 9 lineas con branco (entrelinha) entre os cam- bLa línea blanca entre los campos 1 linea blanca entre cada campo pos, como em 6 campos de 8 lin- em 10 campos de 5 linhas comes necesaria, como ya se ha di- 1 linha em branco de intermedio;
  • La construcción de la retícula Construção da grelha Área tipográfica e grelha deMancha y retícula de 36 campos 36 campos Retícula de 36 campos Grelha de 36 campos 68d Fig. 9 с Fig. 9en 5 campos de 11 líneas con El filete grueso rojo señala el es- em 6 campos de 9 linhas com uma A linha vermelha marca o espaço1 línea blanca entre cada campo pacio disponible para el texto y 1 linha em branco de intermédio; que fica disponível para texto ee las ilustraciones en los ejemplos d ilustrações, como nos exemplosen 4 campos de 14 lineas con 10-13. El espacio libre superior em 5 campos de 11 linhas com 10-13. O espaço livre na parte su-1 línea blanca entre cada campo. está previsto para titulares. El nú- 1 linha em branco de intermédio, perior está previsto para títulos. mero de folio está situado abajo y ou O número de página coloca-se emFig. 8 al comienzo de la segunda colum- e baixo e ao começo da segundaLos ejemplos de las tigs. 1 -3 se na de texto con dos líneas de in- em 4 campos de 14 linhas com coluna de texto com 2 linhas deconcibieron con 2 columnas de terlínea. 1 linha em branco de intermédio. espaço.texto o figuras. La retícula supe- Fig. 8rior se concibió por participación Os exemplos das Figs. 1-3 foramde 2 columnas en 4. La retícula desenhados com 2 colunas depuede utilizarse tanto para una texto ou ilustrações. A grelha aci-pauta de 2 columnas como para ma foi feita com 4 colunas obtidasuna de 4. pela bisecção de 2 colunas. A grelha pode usar-se numa compo- sição de 2 colunas ou de 4.
  • La construcción de la retícula Construção da grelha Titular y texto en la retícula, con Titulo e texto em dois tamanhos Texto e ilustraciones en la Area de texto com a grelha de dos tipos de letras de letra, na grelha retícula ilustrações.69 Fig. 10 Fig. 11 Fig. 10 Fig 11 El titular y las dos columnas del La colocación de las ilustraciones O título e as duas colunas de texto A disposição das imagens uma texto están en la cuadrícula de la unas sobre otras o unas junto a estáo na rede da grelha. O espaço sobre a outra ou lado a lado, sem retícula. El espacio libre en blan- otras, sin separación, sólo es de branco entre o título e as colunas nada a separá-las, só funciona co entre los titulares y las colum- desear cuando la ilustración aisla- de texto acentuam a importância quando o desenhador quer que nas del texto intensifica la impor- da, en juego con las demás, debe do título porque cria a impressão uma ilustração crie uma atmosfera tancia de aquéllos al provocar el crear un determinado ambiente, duma zona de repouso. especial ao relacionar-se com as efecto de una zona de descanso. sin realzar demasiado el conteni- outras, sem que destaque como do propio. uma imagem em si mesma.
  • La construcción de la retícula Construção da grelhaI l u s t r a c i o n e s , t e x t o y pies dentro Fotografias, t e x t o s e l e g e n d a s na Titular, i l u s t r a c i o n e s y pies en la Título, i m a g e m e legenda nade la r e t í c u l a grelha. retícula grelha.Fig. 12 Fig. 13 Fig. 12 Fig. 13Las fotografías y las leyendas Dentro de la retícula, s o l u c i o n e s I m a g e n s e legendas em harmonia No interior da grelha, soluçõesc o i n c i d e n c o n la retícula. Median- muy simples p u e d e n resultar co- d e n t r o da grelha. Através de con- muito s i m p l e s p o d e m ser as corre-te c o n t r a s t e s de t a m a ñ o entre rrectas, según el p r o b l e m a plan- trastes de t a m a n h o entre as pró- tas, conforme o p r o b l e m a a resol-i m a g e n y letra p u e d e n conseguir- teado en cada caso. En este prias figuras e as figuras e o texto, ver. Neste e x e m p l o , o objetivo pri-se a t r a c t i v o s resultados. e j e m p l o se trata, fundamental- p o d e m criar-se tensões interes- mordial é mostrar da maneiraL a s l e y e n d a s se a l i n e a n en las mente, de representar de la forma santes. mais simples, a relação entre av e r t i c a l e s c o n las ilustraciones. más sencilla posible la relación As legendas alinham verticalmen- grelha e a ilustração e texto.En una c o n f i g u r a c i ó n de página entre la retícula, la imagen y el te c o m as ilustrações. Uma simples c o m b i n a ç ã o de ima-c o m o é s t a es c o n d i c i ó n necesaria texto. C o m um d e s e n h o de página deste gens g r a n d e s c o m mais peque-d i s p o n e r de una ilustración amplia L a ^ i m p l e c o m b i n a c i ó n de gran- tipo, uma boa ilustração e em pro- nas, verticais q u a d r a d a s e retan-e i m p o r t a n t e . La ilustración debe des ilustraciones con otras más p o r ç õ e s g e n e r o s a s é um acessó- gulares, pode ser suficiente parad o m i n a r a tal punto el espacio pequeñas, verticales y c o n imáge- rio necessário. As figuras d e v e m criar uma viva i m p r e s s ã o , partin-b l a n c o no i m p r e s o que pueda acti- nes c u a d r a d a s y a p a i s a d a s puede d o m i n a r o e s p a ç o branco não im- do do fato que o texto e a i m a g e mv a r l o ó p t i c a m e n t e . Si no, la pági- ser suficiente para producir una presso, de forma a ativá-lo óptica- são, eles m e s m o s , vivos e infor-na a p a r e c e r í a c o m o algo aburrido impresión de vivacidad. Para ello m e n t e . De outra forma a página mativos.y sin fuerza. es preciso que i m á g e n e s y t e x t o . c a u s a r á uma sensação de tédio e sean expresivos e informativos. desinteresse.
  • Mancha e ilustraciones con 8 campos Area de texto e ilustrações com 8 camposreticularesEn las páginas que siguen se muestran las manchas As páginas seguintes apresentam exemplos de áreascon 8, 20 y 32 campos reticulares para el formato A4 de texto e ilustrações com grelhas de 8, 20 e 32 campos(29,7 X 21 cm) y a escala 1:1. Los ejemplos, provistos num papel de formato A4 (29,7 x 21 cm), escala 1:1.de sus medidas, posibilitan el control al lector. Las me- Estes exemplos, acompanhados das dimensões, pre-didas están indicadas en ciceros y puntos. En la compo- tendem dar ao leitor a possibilidade de controlar o seusición tradicional en plomo se usan medidas tipográfi- próprio trabalho. As medidas aparecem em ciceros ecas, mientras en la fotocomposición se emplea el metro. pontos. Para o caracter de chumbo fundido convencio-La mancha con 8 campos reticulares se emplea a menu- nal usam-se as unidades de medida tipográfica e parada en prospectos y folletos. La combinación de 8 tama- as técnicas fotográficas de composição, o sistemaños de imagen diferentes, en muchos casos es suficien- métrico.te para la representación de problemas sencilfos. Con A área de 8 campos é a que freqüentemente se usa emun poco de fantasía pueden formarse pautas expresivas folhetos de propaganda e nas brochuras. A combinaçãoy ricas en contrastes, especialmente cuando se hace de imagens de 8 tamanhos diferentes é, em muitos ca-uso con instinto certero del espacio en blanco — l a su- sos, suficiente para resolver problemas simples. Comperficie no impresa— como elemento contigurador. um pouco de imaginação é possível produzir composi-La retícula con 8 campos hace posible la división en ções gráficas vivas e ricas de contrastes, particularmen-16 campos. En nuestro caso se formarían campos rec- te se o espaço branco (área não impressa) for utilizadotangulares de tamaño vertical mediante la partición ver- claramente como um elemento de desenho.tical de los campos. Las leyendas de las figuras se com- Numa grelha de 8 campos a subdivisão em 16 campos épondrían al ancho de estos campos más pequeños. igualmente possível. No nosso exemplo a divisão verti- En la combinación de 8 campos reticulares con 16 cam- cal de campos horizontais permitiria campos rectangu-pos, al diseñador se le ofrecen múltiples posibilidades lares verticais. As legendas seriam então colocadas so-de variación. El texto podría ponerse en 2 columnas y bre as larguras destes campos menores. los textos explicativos en 4. A combinação duma grelha de 8 campos com uma de 16 dá ao desenhista uma gama maior de possibilidades. O texto poderia ser colocado em duas colunas e as le- gendas em 4 colunas. Figs. pp. 73/74 Si se trabaja c o n los m é t o d o s tra- Figs. pp. 73/74 d i d a s s ã o dadas em ciceros e I n d i c a c i o n e s p a r a a n c h o s de co- d i c i o n a l e s de imprimir, las indica- D i m e n s õ e s de grelhas para áreas p o n t o s (em pontos, no s i s t e m a l u m n a s y r e t í c u l a de imágenes ciones de m e d i d a t i e n e n que ha- tipográficas e ilustradas, de 8 a n g l o - a m e r i c a n o ) , e n q u a n t o que con 8 campos. cerse en puntos y c i c e r o s ; si se c a m p o s . Se o impressor quer pro- na f o t o c o m p o s i ç á o as m e d i d a s Las m e d i d a s e x a c t a s para la man e m p l e a la f o t o c o m p o s i c i ó n , las in- duzir u m trabalho cuidado deve p o d e m d a r - s e e m cm. c h a y la retícula de i m á g e n e s s o n d i c a c i o n e s p u e d e n h a c e r s e en p o s s u i r exactas d i m e n s õ e s d a p a r a el i m p r e s o r c o n d i c i o n e s im- centímetros. g r e l h a da área tipográfica e ilus- p r e s c i n d i b l e s de un trabajo t r a d a . Q u a n d o se usam p r o c e s s o s preciso. de impressão tradicionais, as me-
  • I
  • Gestaltung und kommen Gesamtkonzeption 74
  • Mancha e ilustraciones con campos reticulares Area de texto e ilustrações com camposOcho formatos de diferentes Formatos de 8 tamanhos diferen-tamaños en una retícula de 8 tes disponíveis numa grelha decampos 8 campos.Una p á g i n a con 8 c a m p o s reticula- Incluso en los más sencillos inten- Em muitos casos uma página c o m b o m sentido da c o m p o s i ç ã o eres ofrece o p o r t u n i d a d e s suficien- tos de s o l u c i ó n el diseñador nece- 8 c a m p o s é suficiente para permi- sensibilidade para captar a se-tes para incorporar ilustraciones sita un buen sentido de la compo- tir colocar ilustrações de vários q ü ê n c i a rítmica de imagens e tex-de distinto t a m a ñ o . Son cuatro sición, c o m o t a m b i é n sentido para tamanhos. Há quatro t a m a n h o s to. O sistema de grelhas põe nasformatos e s t r e c h o s y altos y cua- la s u c e s i ó n rítmica de imágenes y estreitos e direitos e quatro lar- mãos do desenhista nem maistro a n c h o s . S e g ú n el p r o b l e m a textos. Quien se sirve de la retícu- gos. Conforme o trabalho, o de- nem m e n o s do que um instrumen-p l a n t e a d o , el d i s e ñ a d o r p u e d e co- la tiene en sus manos nada más y senhista pode reunir na m e s m a to útil que torna possível criar dis-locar en la m i s m a página imáge- nada m e n o s que un instrumento página figuras de vários taman- p o s i ç õ e s de imagens e texto inte-nes de distinto t a m a ñ o , en combi- b u e n o y útil que hace posible una hos, c o m b i n a n d o - o s ou não, c o m ressantes, cheios de contraste en a c i ó n c o n el texto, o sin ella. O d i s p o s i c i ó n de texto e imagen in- texto. Pode igualmente produzir d i n â m i c o s , ainda que não seja,c o n s e g u i r una pauta variada con teresante, concentrada y atracti- uma c o m p o s i ç ã o muito variada por si m e s m o , uma garantia def o r m a t o s de diferentes dimensio- va, pero no la garantiza. c o m formatos de t a m a n h o s desi- éxito.nes. En el caso de que el diseña- Los c a m p o s que en este caso se guais. M e s m o c o m 8 c a m p o s e se Os c a m p o s que aparecem aquidor no se haya impuesto suficien- han m a r c a d o en rojo para las imá- o desenhista não se disciplina no m a r c a d o s a vermelho para aste d i s c i p l i n a , c o n 8 c a m p o s reticu- g e n e s naturalmente pueden lle- uso dos diferentes t a m a n h o s de ilustrações podem e v i d e n t e m e n t elares existe el peligro de provocar narse con dibujos, fotografías, ta- ilustração, se corre o risco d u m ser preenchidos com d e s e n h o s ,un efecto g l o b a l de e x c e s i v a in- blas, ilustraciones o superficies efeito final instável. fotografias, tabelas, ilustraçõesq u i e t u d en el e m p l e o de los distin- cromáticas. M e s m o nas soluções mais sim- ou áreas coloridas.tos t a m a ñ o s de las figuras. ples, o desenhador necessita um
  • Mancha e ilustraciones con 20 campos Area de texto e ilustrações com 20 camposreticularesCon el ejemplo de una retícula para mancha de texto e Tomando uma área de texto e ilustrações com uma gre-ilustraciones con 20 campos he intentado, con 42 posi- lha de vinte campos, tentei dar, através de 42 possíveisbilidades de solución, proporcionar una idea sobre lo soluções, uma idéia do enorme campo aberto ao dese-considerable que puede ser el número de soluciones en nhista. Quem quer que, animado por estes exercícios,la configuración. Quien, animado por estos ejercicios, se atreva a procurar outras possíveis soluções, rapida-se atreva con el esbozo de otras propuestas, en seguida mente constatará que o campo da criatividade é virtual-podrá comprobar lo inmenso que puede resultar el cam- mente ilimitado.po de la creatividad. As idéias aqui mostradas não se referem a nenhum de-Las ideas que se presentan aquí no corresponden a senho específico; os textos são fictícios, as ilustraçõesproblemas concretos; los textos son ficticios, las ilustra- compiladas livremente, sem nenhum tipo de vínculo en-ciones han sido agrupadas libremente y no tienen entre tre elas. O que estes exemplos pretendem é mostrar así relación alguna. impressão que um jogo ópticamente satisfatório de títu-Estas pruebas pueden proporcionar una idea del buen los, texto, ilustrações e legendas, pode criar. O leitorjuego óptico conjunto de titular, texto, ilustraciones y deveria ser capaz de ver, num relance, as prioridadesleyendas. El lector debe poder entender sin esfuerzo atribuídas aos vários pontos de informação, isto é, alas prioridades informativas; en otras palabras, su ojo sua vista deveria ser automaticamente guiada pela co-debe ser automáticamente conducido por la situación locação espacial e acentuação do texto e imagens.y acentuación especiales de los elementos textuales y No entanto, as páginas seguintes mostram tambémgráficos. Pero las páginas que siguen también ilustran quanta imaginação deve revelar o desenhista.cuánta fantasía puede esperarse del diseñador. É evidente que o número de grelhas que se necessitaEn realidad, casi siempre basta un número relativamen- para produzir um número muito substancial de boas so-te reducido de campos reticulares para poder lograr un luções é comparativamente pequeno.número considerable de buenas soluciones. As dificuldades aparecem quando o desenhista tem queLas dificultades se presentan cuando el diseñador debe encontrar para uma série de páginas de material im-encontrar —página tras página de un material impreso presso uma seqüência variada de texto e imagens dan-con temas cambiantes y las más diversas imágenes, de do corpo a uma diversidade de temas e figuras de todocolores, en blanco y negro —, una sucesión de texto e tipo, de cor e a preto e branco, de tal forma que estimuleimágenes que resulte variada, interesante, lógica en su o interesse, combine logicamente com a composiçãodisposición tipográfica y también estética. tipográfica, e ao mesmo tempo seja esteticamente agradável.Figs. pp. 77/78 ñador se ahorra ambigüedades en Fig. p. 77/78 motío o desenhista evitará pontosIndicaciones para anchos de co- el propio trabajo y en su relación Dimensões de grelhas de áreas ti- obscuros no seu próprio trabalhol u m n a y retículas de imágenes c o n el impresor. La mancha de pográficas e ilustradas, com 20 bem como ao tratar com o impres-con 20 c a m p o s . 20 c a m p o s reticulares amplía campos. sor. C o m p a r a d a com a área tipo-La retícula tíe imágenes para e n o r m e m e n t e las posibilidades de Como no exemplo de grelha com gráfica de 8 campos, a versão de20 c a m p o s , al igual que el del v a r i a c i ó n de texto y figuras en 8 campos, a grelha de ilustrações grelha com 20 campos ampliae j e m p l o de 8 c a m p o s , debe estar c o m p a r a c i ó n con la de в campos. de 20 c a m p o s deveria igualmente enormemente o campo das va-provisto de indicaciones exactas conter medidas exatas. Oeste narles.de sus medidas. Con ello el dise-
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  • Art und Anlage vor allem zwei Gruppen
  • Mancha e ilustraciones con 20 campos reticulares Area de texto e ilustrações com 20 camposVeinte formatos de diferentest a m a ñ o s en una retícula de F o r m a t o s de 20 t a m a n h o s diferen-20 c a m p o s . tes na grelha de 20 c a m p o s . La p á g i n a anterior muestra una c a t á l o g o para los cuales el dise- A p á g i n a anterior mostra uma de o desenhador necessita aten- retícula de i m á g e n e s con 20 cam- ñador quiere efectuar él mismo la grelha de ilustrações, de 20 cam- der a uma c o m p o s i ç ã o c o m ima- pos. C o m o ya se ha d i c h o e n la c o m p a g i n a c i ó n de imágenes y pos. Os t a m a n h o s da letra, c o m o gens e texto, é a c o n s e l h á v e l pedir primera parte del libro, los tama- texto, e n t o n c e s se recomienda se e x p l i c o u na primeira parte do ao impressor folhas duplas c o m a ños de las letras d e b e n ser coordi- obtener del impresor pliegos do- livro, t ê m que estar c o o r d e n a d o s grelha impressa num ligeiro tom n a d o s con los c a m p o s reticulares bles c o n la retícula impresa en un com os c a m p o s reservados para cinzento, prevendo pelo m e n o s tanto para títulos y subtítulos co- tono gris claro. Cuando menos un títulos, subtítulos e i g u a l m e n t e le- 25 % mais de páginas d u p l a s do mo para leyendas. 25 % más respecto a las páginas gendas. que, h a b i t u a l m e n t e , c o n t é m u m li- Los d i b u j o s 2 a 5 muestran los d o b l e s con q u e cuenta el material Os d i a g r a m a s 2-5 mostram os 20 vro terminado, de dal forma que 20 d i s t i n t o s formatos de ilustra- impreso. Esto, con el fin de que se t a m a n h o s diferentes de formatos se d i s p o n h a de páginas extras ción de que se d i s p o n e en el retí- d i s p o n g a de suficientes pliegos d i s p o n í v e i s na grelha de 20 cam- d i s p o n í v e i s para fazer frente à culo de 20 c a m p o s para la presen- d o b l e s si hay que efectuar modifi- pos, apta para a a p r e s e n t a ç ã o de e v e n t u a l i d a d e de quaisquer alte- t a c i ó n de fotografías, ilustracio- c a c i o n e s . De esta manera, no só- fotografias, ilustrações e tabelas. rações. Desta forma a c o m p o s i - nes y tablas. C o n la c o m b i n a c i ó n lo la m a q u e t a se hace más preci- A s i m p l e s c o m b i n a ç ã o destes 20 ção é mais cuidada e ao m e s m o de e s t o s 20 formatos el d i s e ñ a d o r s a ; t a m b i é n el diseñador se hace formatos põe à d i s p o s i ç ã o do de- tempo o d e s e n h i s t a pode fazer d i s p o n e ya de un surtido de posi- una idea mejor del producto final y senhista um leque de possiblida- uma melhor idéia de c o m o será o b i l i d a d e s de variación suficiente el impresor recibe un original dig- des que serão suficientes para produto final e o impressor d i s p õ e para m ú l t i p l e s casos. no de confianza al que puede ate- muitas a p l i c a ç õ e s . d u m original fiável para trabalhar. Si se trata de diseñar un libro o nerse. A d e m á s , el trabajo de con- No caso d u m livro ou c a t á l o g o on- Para além disso, o trabalho de
  • Mancha e ilustraciones con 20 campos reticulares Area de texto e ilustrações com 20 camposSeis e j e m p l o s de diferentes dis- Seis e x e m p l o s de diferentes colo-p o s i c i o n e s del texto c a ç õ e s de t e x t o 80 fección de la m a q u e t a resultará nas. Las l í n e a s p u e d e n c o m p o - preparação da c o m p o s i ç ã o pode mais colunas estarão sempre em p o s i b l e en m e n o s t i e m p o . nerse j u s t i f i c a d a s por la d e r e c h a fazer-se em.menos t e m p o . alinhamento. y por la i z q u i e r d a (en bloque), só- As linhas p o d e m colocar-se igua- Los p o c o s e j e m p l o s de esta pági- lo por la i z q u i e r d a o centradas. O reduzido n ú m e r o de e x e m p l o s ladas à direita e à esquerda, ou na m u e s t r a n tan sólo algunas de Los lugares sin imprimir, en blan- d e s t a página mostra s o m e n t e al- d e s i g u a i s , s e g u n d o um eixo cen- las m u c h a s p o s i b l e s s o l u c i o n e s ti- co, de una o b r a impresa p u e d e n g u m a s das muitas s o l u ç õ e s tipo- tral. As áreas brancas não impres- p o g r á f i c a s que p u e d e n c o n c e b i r s e cobrar una e s p e c i a l significación gráficas p o s s í v e i s c o m as grelhas sas p o d e m adquirir uma importân- c o n 20 c a m p o s reticulares. ó p t i c a y e s t é t i c a . Bien proyecta- . de 20 campos. cia óptica e estética particular El d i b u j o reticular muestra los d o s , p u e d e n hacer la imagen tipo- O diagrama 1 mostra os c a m p o s num trabalho impresso. Se estão c a m p o s u t i l i z a d o s en los ejem- gráfica g l o b a l ingrávida, transpa- da grelha usados nos e x e m p l o s bem distribuidas, p o d e m fazer plos 2-7. rente y m á s legible. 2/7. Onde sejam necessários es- c o m que todo o modelo tipográfico C u a n d o se d e s e e n e s p a c i o s va- paços em branco entre título e se torne leve, transparente e facil- cíos entre titular y texto, entre tex- texto, entre texto e legendas, ou mente legível. to y l e y e n d a s o entre párrafos del entre secções de texto, os espa- texto, a q u é l l o s d e b i e r a n s u p o n e r ços varios d e v e r i a m ser equiva- una o m ú l t i p l e s l i n e a s o bien una lentes a uma ou mais linhas ou a u n i d a d de retícula. Sólo de este uma unidade da grelha. S o m e n t e m o d o se a l i n e a r á n s i e m p r e entre d e s t e modo p o d e m o s estar segu- s i las l í n e a s de dos o más colum- ros de que as linhas de d u a s ou
  • Mancha e ilustraciones con 20 campos reticulares Area de texto e ilustrações com 20 campos E j e m p l o s de c o m p o s i c i ó n em- p l e a n d o ilustraciones de dife- E x e m p l o s de c o m p o s i ç õ e s de fi- rentes t a m a ñ o s , c o r t a d a s horizon- guras r e c t a n g u l a r e s e verticais tal o v e r t i c a l m e n t e e m t a m a n h o s diferentes.81 El dibujo reticular 1 muestra que T o d o s los e j e m p l o s , también los O d i a g r a m a 1 mostra os c a m p o s Todos os exemplos, incluidos os c a m p o s c u a d r a d o s se utilizaron de las páginas que siguen, han da grelha usados nos e x e m p l o s das páginas seguintes, estão de- para los e j e m p l o s 2-7. sido configurados con textos ficti- 2/7. Em contraste c o m a página s e n h a d o s com material tipográfico A diferencia de la página prece- cios y con imágenes especialmen- anterior, somente a menor unida- colado e as figuras foram espe- d e n t e , en los e j e m p l o s de más te c r e a d a s para ellos. de q u a d r a d a é usada nos exem- c i a l m e n t e criadas para o efeito. arriba se ha utilizado sólo la más plos a c i m a dados, j u n t a m e n t e reducida unidad cuadrada junto c o m ilustrações retangulares e c o n i m á g e n e s a p a i s a d a s y de ta- verticais, s e g u n d o a grelha do m a ñ o vertical, a n á l o g a m e n t e al d i a g r a m a de figura 1. d i b u j o de la retícula de la figura 1. Se o material impresso pretende Para c o n s e g u i r una apariencia parecer со V i c e n t e , deve estar c o n v i n c e n t e del material impreso d e s e n h a d o com linhas claras, es d e c i s i v a una configuración cla- funcionais e centrar-se no es- ra, funcional y concentrada en lo sencial esencial.
  • Mancha e ilustraciones con 20 campos reticulares Area de texto e ilustrações com 20 camposE j e m p l o s de c o m p o s i c i ó n em- E x e m p l o s de c o m p o s i ç õ e s c o mp l e a n d o i l u s t r a c i o n e s verticales figuras verticais de várias lar-de diferente a n c h u r a guras. El d i b u j o de retícula 1 muestra los que las formas de una figura se O diagrama 1 mostra os c a m p o s se fundam c o m as da i m a g e m c a m p o s reticulares que se aplican j u n t e n ó p t i c a m e n t e con las de la de grelha usados nos e x e m p l o s vizinha. en los e j e m p l o s 2-7. figura c o n t i g u a . 2/7. Os formatos verticais p o d e m O e s p a ç o intermediário deveria Las figuras de t a m a ñ o vertical El e s p a c i o i n t e r m e d i o tiene que jogar um papel muito activo no de- estar proporcionado de tal forma p u e d e n d e s e m p e ñ a r un papel estar d i m e n s i o n a d o de tal modo senho. Tais formas verticais q u e pareça acertado tanto para as muy activo en la configuración. que sea correcto tanto para imá- criam a impressão óptica de força figuras p e q u e n a s como para as Las formas altas p a r e c e n óptica- g e n e s g r a n d e s c o m o para peque- e energia. Desnecessário é dizer g r a n d e s . Antes de que o desen- m e n t e e l e m e n t o s fuertes, carga- ñas. A n t e s de e s t a b l e c e r definiti- que as figuras d e v e m ser apro- hista se decida por u m a grelha em d o s de energía. C o n d i c i ó n para v a m e n t e la retícula debiera acla- priadas se se quer extrair vanta- particular, deveria pór a claro es- ello es que las figuras sean ade- rarse esta c u e s t i ó n m e d i a n t e las gem destas características. Uma tes pontos por meio de expe- c u a d a s a este formato. pruebas adecuadas. vez mais, deve chamar-se a aten- riências. D e b e aludirse aquí de nuevo a la ção para a importância do e s p a ç o i m p o r t a n c i a del e s p a c i o interme- em branco entre as ilustrações e dio entre i l u s t r a c i o n e s y entre las entre as ilustrações e o texto. Se i l u s t r a c i o n e s y el texto. Una clara os elementos formais estão clara- s e p a r a c i ó n de los e l e m e n t o s for- mente separados, torna-se mais m a l e s facilita al ojo el reconoci- fácil para a vista reconhecer e en- m i e n t o y la c o m p r e n s i ó n de los tender o conteúdo. Tal divisão im- c o n t e n i d o s . Evita el peligro de pede que as formas d u m a i m a g e m
  • Mancha e ilustraciones con 20 campos reticulares Area de texto e ilustrações com 20 campos E j e m p l o s de c o m p o s i c i ó n lograda E x e m p l o s de c o m p o s i ç õ e s c o m fi- c o n ilustraciones c u a d r a d a s de guras q u a d r a d a s de t a m a n h o s diferentes t a m a ñ o s diferentes.83 Se p r e s e n t a n a q u i algunas varia- montajes, fotocollage e ilustracio- A m e s m a grelha de 20 c a m p o s é de diferentes possibilidades de c i o n e s t o m a n d o por base la mis- nes silueteadas se reconocerá la usada aqui c o m o a base d u m nú- d e s e n h o existe. ma retícula de 20 c a m p o s , confi- a b u n d a n c i a de soluciones confi- mero de variantes, d e s e n h a d a s Muitos das realizações importan- g u r a d a s e x c l u s i v a m e n t e con figu- guradoras. somente c o m figuras q u a d r a d a s , tes na c o m u n i c a ç ã o visual de- ras c u a d r a d a s c o m b i n a d a s con M u c h o s trabajos significativos de c o m b i n a d a s c o m texto. v e m - s e à simplicidade, à redução texto. la c o m u n i c a c i ó n visual cautivan Uma vez mais, é possível produzir dos recursos gráficos à sua ex- T a m b i é n a q u i resulta posible un por su sencillez, por la reducción um grande número de variantes pressão mais simples. e l e v a d o n ú m e r o de interesantes de los e l e m e n t o s configuradores interessantes. R e s u m i n d o , pode-se dizer que o variaciones. a lo estrictamente imprescindible. A grelha 1 indica qual dos c a m p o s d e s e n h i s t a consciente das possi- El d i b u j o reticular 1 señala c u á l e s R e s u m i e n d o , puede decirse que q u a d r a d o s foi usado para os de- bilidades de variantes e combina- de los c a m p o s cuadrados fueron el diseñador que sabe percibir las senhos das figuras adjacentes. ções abertas pelo sistema de gre- utilizados para estos diseños. posibilidades de variación y com- Uma solução satisfatória d e p e n d e Ihas pode estar seguro dum traba- Una s o l u c i ó n satisfactoria depen- binación del sistema reticular não s o m e n t e do uso duma grelha lho professional cheio de varieda- de no sólo del uso de la retícula, puede estar seguro de que reali- mas igualmente da q u a l i d a d e e da de e satisfação. sino t a m b i é n de la c a l i d a d y ac- zará una labor profesional fértil y actualidade do texto e imagens. t u a l i d a d de los textos y las imá- satisfactoria. Se se u s a m t a m b é m fotomontd* genes. gem, fotocolagem e recortes de C u a n d o , s e g ú n el tipo de proble- fotografias, conforme a natureza ma p l a n t e a d o , se trabaje con foto- do trabalho, ver-se-á que riqueza
  • Mancha e ilustraciones con 20 campos reticulares Area de texto e ilustrações com 20 camposE j e m p l o s de c o m p o s i c i ó n lograda E x e m p l o s de c o m p o s i ç õ e s c o m fi-con ilustraciones horizontales g u r a s rectangulares de taman-de d i f e r e n t e s t a m a ñ o s hos diferentes. El d i b u j o reticular 1 señala los O diagrama 1 mostra a grelha c a m p o s reticulares utilizados usada nos e x e m p l o s 2-7. Neste e n los e j e m p l o s 2-7. caso t e m o s figuras de formato Se e m p l e a n aquí formatos cua- q u a d r a d o ou rectangular, ocupan- d r a d o s y a p a i s a d o s que o c u p a n do toda a largura da página. Isto t o d a la a n c h u r a de la página. Así cria uma impressão de generosi- es c o m o se p r o d u c e la impresión dade na aplicação dos recursos de un m a n e j o g e n e r o s o de los me- gráficos. Não é necessário dizer d i o s gráficos. Por s u p u e s t o que que esta solução se aplica, ou esta p o s i b i l i d a d d e p e n d e del pro- não, conforme o tipo de problema b l e m a p l a n t e a d o en c a d a caso a resolver. Não deixa de ser me- A s i m i s m o resulta d e c i s i v a la cali- nos crucial a qualidade formal das d a d formal de las i m á g e n e s y los imagens e do texto. A o r g a n i z a ç ã o t e x t o s . La o r g a n i z a c i ó n de la su- da área ilustrada c o m a ajuda da perficie d e d i c a d a a las imágenes grelha não é mais que um b o m c o n a y u d a de la retícula no es instrumento que, em muitos ca- más q u e un b u e n instrumento, útil sos, se revela útil. la m a y o r parte de las veces.
  • Mancha e ilustraciones con 20 campos reticulares Area de texto e ilustrações com 20 camposMás e j e m p l o s de las p o s i b i l i d a d e sde c o m p o s i c i ó n sobre una retícula Mais e x e m p l o s de d e s e n h o s c o mde 20 c a m p o s u m a grelha de 20 c a m p o s . Los s i g u i e n t e s 4 ejemplos repre- Este e j e m p l o , c o m o el preceden- Os 4 e x e m p l o s s e g u i n t e s mos- c o n t e ú d o do texto. No entanto es- s e n t a n variantes de las inconta- te, ha sido configurado con me- tram a l g u m a s das v a r i a d í s s i m a s tes e x e m p l o s são tão só uma su- bles p o s i b i l i d a d e s que se presen- dios muy sencillos. La impresión maneiras de que d i s p õ e o desen- gerència dos possíveis m o d o s de tan al d i s e ñ a d o r que se auxilia de positiva que p r o d u c e n es debida a hista no uso da grelha de 20 produzir d e s e n h o s c o m a ajuda da la retícula de 20 campos. la a c t u a l i d a d de los contenidos de campos. grelha de 20 c a m p o s . texto e i m á g e n e s . Con ellos se su- A c o m b i n a ç ã o dos vários formatos En la tigura 1 hay 3 columnas de gieren las posibilidades de confi- Na figura 1 há 3 c o l u n a s de texto à para ilustrações e texto j u n t a m e n - texto a la d e r e c h a en el c a m p o re- gurar c o n auxilio de 20 campos direita do c a m p o de 4 colunas. te c o m uma escolha de tipos de ticular de 4 columnas. Sólo la ilus- reticulares. Somente a ilustração se e s t e n d e letra de todos os t a m a n h o s e pe- t r a c i ó n se extiende sobre 4 colum- En la c o m b i n a c i ó n de los diferen- a todas as 4 colunas. Desta forma sos, romana ou itálica, dá ao de- nas. De este modo el lector expe- tes formatos para ilustraciones y o leitor tem a i m p r e s s ã o óptica de senhador um c a m p o vasto para rimenta la s e n s a c i ó n óptica de texto, c o n t a n d o a d e m á s con la que o e s p a ç o em b r a n c o acima e utilizar os seus talentos. que el espacio libre que está de- p o s i b i l i d a d de emplear letras de debaixo da ilustração na coluna bajo y e n c i m a de la ilustración de todos los t a m a ñ o s gruesos, gran- da esquerda é um e l e m e n t o mais la primera c o l u m n a izquierda es de, n o r m a l y cursiva, el diseñador na c o m p o s i ç ã o do d e s e n h o . un e l e m e n t o configurador de la d i s p o n e de un amplio margen de Tal c o m o o e x e m p l o precedente, composición. maniobra. este é d e s e n h a d o c o m meios mui- to simples. O e x c e l e n t e efeito de- ve-se ã situação da figura e ao
  • Mancha e ilustraciones con 20 campos reticulares Area de texto e ilustrações com 20 camposM á s e j e m p l o s de las posibilidadesde c o m p o s i c i ó n c o n 20 c a m p o s de Mais e x e m p l o s de d e s e n h o s c o mretícula u m a grelha de 20 c a m p o s .La fotografia recortada en forma a l i n e a n c o n las c o l u m n a s del tex- Uma fotografia recortada c o m a d o s tubos estão em linha com asde letra r e p r e s e n t a un tipo extre- to. El gran resorte en espiral con- forma de u m a letra é uma forma c o l u n a s do texto. A grande molam o de c o n f i g u r a c i ó n , raramente trasta p o d e r o s a m e n t e con las for- e x t r e m a de desenho raramente e m espiral forma um forte contras-e m p l e a d a . La d o b l e función del mas de los tubos. Una solución usada A d u p l a função do «F» te c o m as formas dos tubos. Umas i g n o «F» por un lado representa con la que se integran en la com- — o r a representa o edifício, ora o s o l u ç ã o e m q u e e l e m e n t o s foto-el edificio, por otro el signo «F» p o s i c i ó n los e l e m e n t o s fotográfi- caracter «F»— normalmente dimi- gráficos e texto estão integradosc a s i s i e m p r e tiene c o n s e c u e n c i a s cos y t e x t u a l e s . nui o efeito esperado. A vista, ora no c o n j u n t o da c o m p o s i ç ã o .n e g a t i v a s sobre el efecto espera- vê o edifício duma d o r m a mais sa-do. El ojo ve el edificio más inten- Un e l e m e n t o configurador adicio- liente que o caracter «F», ora vê Um recurso adicional para o de-s a m e n t e que el signo «F» o ve pri- nal del q u e aún no se ha hablado primeiro o «F» como uma letra. s e n h o , não discutido aqui, é a cor.m e r a m e n t e la «F». A m e n u d o , lo es el color. La a p l i c a c i ó n del color Muitas vezes o que fica na mente O uso da cor em fotografia e emq u e q u e d a en la m e m o r i a es la im- a la fotografía y a la tipografía am- do leitor é uma impressão ambí- tipografia dá uma d i m e n s ã o maisp r e s i ó n d i s c o r d a n t e de la falta de plía el ya g r a n d e m a r g e n de la ac- gua p r o v o c a d a pelas obscurida- ao a m p l o c a m p o da actividadec l a r i d a d e imprecisión. tividad creadora. des e falta de precisão da ima- criativa.En la figura 4 los e l e m e n t o s ima- gem.g e n y tipografía se han dispuesto No outro exemplo, as figuras e ac o n m u c h a p r e c i s i ó n y teniéndose tipografia estão ordenadas dumen c u e n t a r e c í p r o c a m e n t e . Las modo preciso como e l e m e n t o s ee s b e l t a s formas de los tubos se c o m o conjunto. As formas esguiaí
  • Mancha e ilustraciones con 32 campos Area de texto e ilustrações com 32 camposreticularesSi el ejemplo de los 20 campos reticulares ha mostrado A ampla gama de possibilidades de paginação que aya un número casi ilimitado de posibilidades de organi- grelha de 20 campos concede, torna-se maior com azar la pauta, el retículo de 32 campos aún aumenta de grelha de 32 campos com o seu quase ilimitado númeroforma considerable el ámbito de las soluciones en la de soluções de desenho. Com o aumento do número deconfiguración. campos desta grelha, a gradaçáo das imagens, isto é,Con un gran número de campos reticulares aún mayo- as diferenças de tamanho, pode ser explorada dumares pueden diferenciarse las gradaciones o diferencias maneira mais subtil. Ao mesmo tempo o desenhadorde tamaño entre las ilustraciones, De este modo, el di- pode ativar a área ilustrada com maior intensidade eseñador también puede ritmizar y dinamizar la superfi- introduzir ritmos mais complexos. A possibilidade decie ocupada por las imágenes. combinar figuras grandes e pequenas, de cor e em preto La variación en el juego de imágenes grandes y peque- e branco, escuras e claras, é uma fonte de fantasia para ñas, de color y en blanco y negro, oscuras y claras, etc., qualquer desenhista inteligente e imaginativo.tiene un fascinante poder de atracción para cualquier Dum ponto de vista material, a área com 32 campos dá diseñador inteligente e imaginativo. espaço para um grande número de ilustrações. Isto po- Desde el punto de vista material, la superficie de 32 de sei de grande importância para uma firma que queira campos reticulares ofrece espacio para múltiples ilus- expor o maior número possível de produtos ou uma traciones. Esta circunstancia puede resultar de gran im- agência de viagens que queira ilustrar as suas ofertas portancia para una empresa que quiera exponer el de férias. mayor número posible de productos, o, también, para Uma grelha com 32 campos permite uma quantidade de compañías de viajes que tengan que presentar visual- soluções que cobrem praticamente qualquer tipo de tra- mente sus ofertas para vacaciones. balho mas requer do desenhista um alto grau de auto- Una retícula de imágenes con 32 campos ofrece solu- disciplina para que ordenação lúcida, clareza e ordem ciones para prácticamente todos los problemas. Pero não degenerem em confusão. requiere por parte del diseñador un mayor grado de au- Este livro Sistemas de grelhas foi igualmente desenha- todisciplina para evitar que, en lugar de la visualidad, la do com uma grelha de 32 campos e o formato DIN A4. claridad y el orden, se imponga la confusión. Os títulos estão feitos em Helvetica de 12 pontos meio- También ei libro Sistemas de retículas ha sido concebi- preta, sem seriía, o texto-em letra romana de 9 pontos do con 32 campos reticulares dentro del formato com uma entrelinha de 3 pontos, as legendas em letra DIN A4. Los titulares se ha compuesto con Helvética romana de 7 pontos com uma entrelinha de 1 ponto. de 12 puntos seminegra, el texto con la de 9 puntos fina A área tipográfica tem duas colunas com texto de 9 pon- de 3 puntos de interlínea y las leyendas con 7 puntos tos e 4 colunas com legendas de 7 pontos. fina y 1 punto de interlínea. La mancha tiene 2 colum- nas con texto de 9 puntos y 4 con leyendas compuestas en letra de 7 puntos. Figs. pp. 88/89 Frente a la mancha de 20 campos Figs. pp. 88/89 obscuros no seu próprio trabalho Dimensiones de mancha de 32 reticulares, la de 32 amplía ex- Dimensões para áreas tipográfi- e no seu trato com o impressor. campos. Como en el ejemplo de traordinariamente las posibilida- cas e ilustradas em grelhas de Comparada com a área tipográfica los 20 campos, la mancha de imá- des de variación con texto e 32 campos. de 20 campos, a versão de 32 genes debe de estar provista de imagen. Tal como no exemplo com 20 сагт campos amplia enormemente o dimensiones exactas. Con ello el pos, a grelha de ilustrações de 3Í campo das variantes diseñador se ahorra inexactitudes campos deveria igualmente con- en su propio trabajo, pero también ter as medidas exatas. Desta for- en su relación con el impresor. ma o desenhista evitará pontos
  • Mancha e ilustraciones con 2 campos reticulares Area de texto e ilustrações com 2 camposE j e m p l o s c o n 4 c o l u m n a s vertica- E x e m p l o s c o m 4 colunas verticaisles y 8 d i v i s i o n e s h o r i z o n t a l e s e 8 divisões horizontais. La r e t i c u l a de 32 c a m p o s que se cera. Los formatos se m o d i f i c a n A grelha de 32 c a m p o s aqui apre- de a mais p e q u e n a unidade de p r e s e n t a aquí está d i v i d i d a en desde la u n i d a d mínima de ima- s e n t a d a está dividida e m 4 colu- ilustração até ao t a m a n h o vertical 4 c o l u m n a s ; c a d a c o l u m n a posee gen, muy a n c h a , hasta el t a m a ñ o nas, cada u m a c o m p r e e n d e n d o de 3 c o l u n a s . 8 campos. vertical e x t r e m o de 3 c o l u m n a s 8 campos. O d i a g r a m a 5 mostra os 8 forma- El d i b u j o reticular 2 m u e s t r a los El dibujo reticular 5 m u e s t r a los O d i a g r a m a 2 mostra os diferentes tos de i m a g e n que têm 4 colunas f o r m a t o s d e i m a g e n de distinto ta- 8 formatos de i m á g e n e s , c o n una t a m a n h o s de i m a g e m na primeira de largo e com alturas diferentes. m a ñ o de la primera c o l u m n a , de anchura de 4 c o l u m n a s y de dife- coluna, 7 deles sendo de forma Se t o d o s os formatos de i m a g e m los c u a l e s 7 s o n de t a m a ñ o verti- rente altura. vertical. Os formatos vão desde o a p r e s e n t a d o s no diagrama 4 se cal. S o n f o r m a t o s d e s d e el ele- Si se c o m b i n a n todos los formatos menor e l e m e n t o rectangular até c o m b i n a m , produz-se uma enor- mento más pequeño apaisado de i m á g e n e s de los 4 d i b u j o s reti- ás v e r s õ e s verticais extremas. me g a m a de possibilidades de de- h a s t a el t a m a ñ o vertical extremo. culares a p a r e c e una g a m a enor- O d i a g r a m a 3 mostra os 8 tama- senho. Se se p õ e m em serviço os El d i b u j o reticular 3 p r e s e n t a los m e m e n t e a m p l i a de p o s i b i l i d a d e s nhos diferentes de imagem obti- recursos tipográficos dos distintos 8 f o r m a t o s de i m a g e n de distinto de diseños. Si, a d e m á s , se hace dos pela j u n ç ã o da primeira e da t a m a n h o s de letra, de 4 pontos a t a m a ñ o q u e resultan c u a n d o se uso para ello de los m e d i o s de la s e g u n d a colunas. 72 p o n t o s , tipo fino, normal, meio- j u n t a n las c o l u m n a s 1 y 2. tipografía c o n los t i p o s de 4-72 O d i a g r a m a 4 mostra os 8 tama- preta e preta, para não mencionar El d i b u j o reticular 4 m u e s t r a los puntos y los g r u e s o s de letra fina, nhos diferentes de imagen que re- as v e r s õ e s redonda e itálica, o 8 f o r m a t o s de i m a g e n de distinto normal, s e m i n e g r a , negra y, para sultam da j u n ç ã o da primeira, se- c a m p o de c o m u n i c a ç ã o visual es- t a m a ñ o q u e se f o r m a n al j u n t a r las la letra normal, la c u r s i v a , se am- g u n d a e terceira colunas. Os for- t e n d e - s e ainda mais. E se o de- c o l u m n a s p r i m e r a , s e g u n d a y ter- plía c o n s i d e r a b l e m e n t e el espec- matos variam grandemente, des- s e n h i s t a recorre igualmente à fo-
  • Mancha e ilustraciones con 2 campos reticulares Area de texto e ilustrações com 2 camposO c h o formatos de ilustración de Oito formatos de diferente profun-diferente altura que c u b r e n c a d a didade, cada um cobrindo 1 e 2uno 1 y 2 c o l u m n a s . colunas.tro de las formas de representa- Puede necesitarse m u c h o tiempo tografia e ilustração c o m b i n a d a que usar e que e s p a ç o seria con-c i ó n visual. Si el diseñador d e s e a hasta que se encuentren los dis- com o poder e x p r e s s i v o da cor, veniente para o t a m a n h o de letratrabajar en los ámbitos del diseño tintos t a m a ñ o s de letra con la co- não há p r a t i c a m e n t e limite para a e s c o l h i d o . Todos os c a m p o s dec o n fotografía e ilustraciones, e n rrespondiente distancia interli- sua criatividade. ilustrações d e v e m alinhar-se c o mc o m b i n a c i ó n con las posibilidades neal. T o d o s los c a m p o s de las Esta grelha multidividida usa-se as linhas usadas c o m os diferen-e x p r e s i v a s de los colores, se abri- i m á g e n e s tienen que estar alinea- mais p a r t i c u l a r m e n t e q u a n d o se tes t a m a n h o s de letrará a su creatividad un c a m p o in- dos c o n las líneas de letras de di- necessita uma g r a n d e flexibilida- Esta página e as seguintes d ã om e n s a m e n t e amplio. ferente t a m a ñ o . de de d e s e n h o . Livros e catálo- um t e s t e m u n h o i m p r e s s i o n a n t eEsta retícula multidivisional se Esta p á g i n a y las cuatro siguien- gos, jornais e revistas que têm do número de diferentes tama-aplica en c a m p o s en que se re- tes ilustran e x p r e s i v a m e n t e la que informar os leitores c o m a nhos de imagen disponíveis.q u i e r e una especial flexibilidad multitud de diferentes t a m a ñ o s de ajuda d u m grande n ú m e r o de pe-para el diseño. Los libros, catálo- que se d i s p o n e para las imá- quenas ilustrações, r e c l a m a mg o s y todo tipo de revistas que de- genes. uma grelha de malha fina. Q u a n t ob e n ser provistos de ilustraciones maior seja o n ú m e o de c a m p o s ,p e q u e ñ a s precisan una retícula maior será a dificuldade para en-de c u a d r í c u l a s pequeñas. contrar a grelha j u s t a e paraEl g r a d o de dificultad en la bús- aplicá-la.q u e d a de la retícula a u m e n t a c o n Pode tomar muito t e m p o decidirel n ú m e r o de c a m p o s . qual dos distintos tipos de letra há
  • Mancha e ilustraciones con 2 campos reticulares Area de texto e ilustrações com 2 camposO c h o f o r m a t o s de i l u s t r a c i ó nd e d i f e r e n t e altura q u e abarca Oito formatos de diferentes pro-3 columnas fundidades, 3 columnas. La r e t í c u l a de 32 c a m p o s propor- en los c o n t e n i d o s de los t e x t o s y A grelha de 32 c a m p o s pode ser r i d a d e s se t e n h a m e s t a b e l e c i d o , c i o n a una a y u d a práctica en los en la i n f o r m a c i ó n gráfica. Confor- de ajuda prática e m casos onde o e s p a ç o d i s p o n í v e l pode compor- c a s o s en q u e d e b a n p r e s e n t a r s e me a esa lista de prioridades se um grande número de p e q u e n a s se c o m a a j u d a destes 32 campos. m u c h a s i l u s t r a c i o n e s e n poco c o n c e b i r á y c o n f i g u r a r á con ilustrações têm que colocar-se Um o b s t á c u l o difícil que o dese- espacio. 32 c a m p o s el e s p a c i o d i s p o n i b l e . n u m e s p a ç o reduzido. n h i s t a d e v e superar c o n s i s t e na En e s t a c o n c e p c i ó n reticular pue- Un o b s t á c u l o difícil se le presenta Esta forma de grelha proporciona n e c e s s i d a d e de inventar um siste- de d i s p o n e r s e de 32 c a m p o s de al d i s e ñ a d o r c u a n d o deba procu- 32 c a m p o s que p o d e m variar de ma de o r d e m r e c o n h e c í v e l que d i f e r e n t e t a m a ñ o m e d i a n t e las su- rar un o r d e n c o n t i n u o y reconoci- t a m a n h o , c o m b i n a n d o as unida- a c o m p a n h e o seu trabalho e per- c e s i v a s c o n c e n t r a c i o n e s de la ble, de m o d o q u e los e l e m e n t o s des m e n o r e s de grelha c o m as mita que se r e c o n h e ç a m os ele- u n i d a d reticular m í n i m a en unida- c a r a c t e r í s t i c o s del d i s e ñ o perma- u n i d a d e s maiores para texto e m e n t o s c a r a c t e r í s t i c o s sempre d e s m a y o r e s para los t e x t o s e n e z c a n c o n s t a n t e m e n t e reconoci- ilustrações. A estrutura, c o m p a r a - q u e estes a p a r e ç a m , fazendo i l u s t r a c i o n e s . La e s t r u c t u r a c i ó n bles, pero r e s u l t a n d o al m i s m o t i v a m e n t e estreita das páginas c o m q u e o d e s e n h o todo perma- r e l a t i v a m e n t e a p r e t a d a de las pá- t i e m p o una r e p r e s e n t a c i ó n global permite colocar informação de di- neça funcional, vital e satisfatório g i n a s p o s i b i l i t a la c o l o c a c i ó n de c o n v i n c e n t e , e x p r e s i v a y fun- ferentes tipos. O desenhista en- O risco que corre o d e s e n h i s t a es- i n f o r m a c i o n e s de distintos tipos. cional. c o n t r a - s e c o m muitas exigências. tá no uso d o s diferentes t a m a n h o s Las e x i g e n c i a s p l a n t e a d a s al di- El peligro para el d i s e ñ a d o r está Fará b e m em preparar um e s b o ç o d o s c a m p o s d a grelha c o m dema- s e ñ a d o r son c o n s i d e r a b l e s . Es en no d i s c i p l i n a r s e lo suficiente c o n t e n d o as prioridades a respei- s i a d a p o u c a disciplina. preferible q u e se haga un borra- en el e m p l e o de los c a m p o s reti- tar q u a n t o a texto e informação U m d e s e n h o pode c h e g a r a ser d o r q u e c o n t e n g a las prioridades culares de d i s t i n t o t a m a ñ o . El di- ilustrada. Uma vez que estas prio- p o d e r o s o e s u r p r e e n d e n t e so-
  • Mancha e ilustraciones con 2 campos reticulares Area de texto e ilustrações com 2 camposO c h o formatos de ilustraciónde diferente altura que abarca Oito formatos de diferentes pro-4 columnas fundidades, 4 c o l u n a s .s e ñ o resultará enérgico y fuerte e s e n c i a l para el profesional de la mente se o d e s e n h i s t a se limita cial para a profissão de C o m u n i -sólo c o n una inteligente limitación c o m u n i c a c i ó n visual. Sin recurrir ao mínimo e d u m a forma inteli- cador Visual. S e m recorrer à pla-al m í n i m o . a la planificación o a métodos gente. nificação e aos m é t o d o s construti-Igual que en los ámbitos afines de c o n s t r u c t i v o s no puede haber de- Tal c o m o a c o n t e c e nos c a m p o s vos não pode haver n e n h u m de-la configuración visual, sea la ar- s e n v o l v i m i e n t o o mejora en las da arte visual vizinhos — s e j a m s e n v o l v i m e n t o ou elevação daq u i t e c t u r a , la pintura, la plástica, c u a l i d a d e s formales del diseño. eles a arquitetura, a pintura, a es- q u a l i d a d e formal do d e s e n h o .el d i s e ñ o de productos, etc., la re- cultura ou o d e s e n h o de produ-d u c c i ó n a lo esencial, la concen- tos— a redução às n e c e s s i d a d e st r a c i ó n del mensaje en lo estricta- básicas e a c o n c e n t r a ç ã o da ex-m e n t e imprescindible son condi- pressão no e s s e n c i a l é a chave deción de los resultados auténticos realizaçoês g e n u i n a s e perenes.y duraderos. O objetivo deste livro é mostrarEl o b j e t i v o de este libro es mos- claramente q u à o útil e m e s m o ne-trar c u á n útil y necesario resulta cessário é que o d e s e n h i s t a in-para el diseñador investigar las vestigue as virtudes da padroniza-virtudes de la estandarización a ção através do uso do s i s t e m a detravés del uso de sistemas de retí- grelhas. R e a l m e n t e u m conheci-c u l a s . Realmente, tal c o n o c i m i e n - mento do s i s t e m a de grelhas eto y el de sus usos prácticos es dos seus usos práticos é essen-
  • Mancha e ilustraciones con 2 campos reticulares Area de texto e ilustrações com 2 campos Bosquejos sobre una retícula de Esboços para uma grelha de 32 càmpos 32 campos 94 Al esbozar una retícula hay que tamaño de las líneas y su longitud Ao esboçar uma grelha, deve ter- das linhas e de quanta área deve tener en cuenta que el esbozo co- y la proporción entre los tamaños se o cuidado de assegurar-se que reservar-se para material impres- rresponda con la mayor exactitud de la letra y el campo pictórico. El o esboço corresponda o mais pos- so e quanta para ilustrações. O posible a las proporciones de for- diseñador se sentirá fácilmente sível às proporções do formato desenhista pode facilmente cair mato a imprimir. Las indicaciones tentado de trazar la escritura con impresso final. Os pormenores na tentação de indicar a área tipo- sobre columnas y líneas del texto trazos demasiado rápidos que no que dizem respeito às colunas do gráfica com uns traços a lápis ex- deben ser lo más precisas posi- permiten hacerse idea alguna so- texto e das linhas deveriam ser o cessivamente pesados e impreci- bles. Un buen esbozo puede tener bre el tamaño de las letras y la an- mais precisos possível. Um bom sos que não dáo nenhuma indica- el mismo efecto que una repro- chura de las columnas. Se necesi- esboço pode chegar a parecer ção do tamanho das letras e da ducción impresa de tamaño redu- ta concentración y sensibilidad, uma reprodução em escala, im- largura das colunas de texto. Ne- cido. Esto significa que las líneas pero también una cierta práctica, pressa. Isto implica que as linhas cessita-se concentração e sensi- bosquejadas para las líneas de para conseguir un bosquejo que esboçadas que representam as bilidade. e também uma certa prá- texto y los contornos para los for- produzca rigurosamente el efecto linhas impressas e os traços ge- tica. antes de que o esboço come- matos de las imágenes deben en- del original. rais dos formatos da imagem de- ce a parecer um original com que contrarse en la relación más apro- Los bosquejos reproducidos fue- veriam ser aproximadamente pro- o impressor possa trabalhar. ximada posible respecto al mate- ron dibujados en el original con porcionais ao trabalho impresso Os esboços aqui apresentados rial impreso definitivo. Un esbozo una altura de 6,5 cm, esto es, sólo final. Tal esboço deveria dar uma têm 6,5 cm de alto no original, isto realizado así ya puede dar una unos milímetros mayores que la idéia de quantidade de texto, do é, somente alguns milímetros idea sobre la cantidad de texto, el impresión. tamanho da letra, do comprimento maiores que o impresso.iV
  • Mancha e ilustraciones con 2 campos reticulares Area de texto e ilustrações com 2 camposB o s q u e j o s sobre una retícula de Esboços para uma grelha de32 c a m p o s 32 c a m p o s .Los e s b o z o s muestran tan sólo p l e n a e v i d e n c i a el resultado im- Os e s b o ç o s mostram s o m e n t e al- clara d o que será, uma vez im-u n a s p o c a s de las posibilidades preso. T a l e s e s b o z o s se amplían g u m a s das muito possibilidades presso. Esboços deste tipo po-de la c o n f i g u r a c i ó n con 32 cam- f á c i l m e n t e al t a m a ñ o del original, de desenho c o m uma grelha de d e m muito bem ampliar-se até aopos. T i e n e n por objeto sugerir la p u d i e n d o realizarse e n t o n c e s las 32 c a m p o s . O seu propósito é in- t a m a n h o original e somente entãom a n e r a c o m o debiera procederse n e c e s a r i a s c o r r e c c i o n e s de dicar c o m o os e s b o ç o s d e v e r i a m se darão os toques finais neces-al hacer el e s b o z o de forma que detalle. j e s e n h a r - s e , de modo a dar-nos sários.se p u e d a inferir el resultado a par- El d i s e ñ a d o r carente de experien- uma i m a g e m do resultado final. Um d e s e n h i s t a sem nenhuma ex-tir de aquél. C u a n t o más impreci- cia en el m a n e j o de la retícula de- Quanto mais d e s c u i d a d o sejo o periência prévia do uso da grelhaso se c o n f e c c i o n e el esbozo, tan- biera estudiar estas páginas cui- esboço, mais difícil se torna ima- deveria estudar estas páginas deto m e n o s podrá dar una idea del d a d o s a m e n t e y hacer pruebas ginar o aspecto que terá o traba- perto e fazer as suas próprias ex-a s p e c t o definitivo que presentará h a s t a que el sistema reticular le lho final impresso. Q u a n t o mais periências até conseguir captar oel material impreso. Por el contra- resulte c o m p r e n s i b l e . Entonces cuidado seja o esboço, mais fácil modo de funcionamiento deste rio, c u a n t o m á s preciso sea, tanto s a c a r á provecho de su trabajo ba- será para o desenhista controlar a sistema. Somente então terá pos-m á s fácil resultará al diseñador s a d o en la retícula y en el pensa- adaptabilidade da idéia que o ori- sibilidades de sacar proveito doponer a prueba, en su aplicabili- miento matemático. ginou. pensar e m termos de grelha e ded a d , la idea s u b y a c e n t e . Há desenhistas que p o d e m produ- matemáticas.Hay d i s e ñ a d o r e s que, incluso pa- zir, m e s m o para cartazes, os maisra carteles, h a c e n esbozos muy pequenos esboços, que d ã o , n or e d u c i d o s en los que se ve con entanto, uma informação bastante
  • La fotografía en el sistema reticular A fotografia no sistema de grelhasLas fotos se conciben casi siempre sin retícula. Y esto As fotografias concebem-se geralmente sem pensar naporque la mayor parte de los diseñadores no la conocen grelha. A razão está em que muito poucos desenhistaso porque no quieren tomarse la molestia de trabajar con estão familiarizados com a grelha, ou não querem dar-ella. Además, rara vez el fotógrafo sabe en qué contexto se ao esforço de trabalhar com ela. Além disso, o fotó-visual se empleará su fotografía. A menudo se utiliza en grafo raramente sabe se a sua fotografia será incorpora-distintos cometidos, por lo que no puede determinarse da num projeto e, se sabe, não sabe como tal incorpora-de antemano el tamaño de la fotografía con la que apa- ção será feita. Muitas vezes a fotografia tem destinosrecerá en su destino final. múltiplos e o tamanho com que ela aparecerá no anún-Sólo cuando el fotógrafo y el diseñador trabajen en es- cio não pode ser estabelecido de antemão.trecha colaboración resultará posible que aquél pueda Somente quando o fotógrafo e o desenhista trabalhamconcebir sus tomas con ayuda de la retícula que ha de- em estreita colaboração será possível que o fotógrafosarrollado el diseñador gráfico. El fotógrafo puede colo- conceba a sua fotografia nos termos da grelha que ocar el dibujo de la retícula sobre el vidrio mate de su desenhista desenvolveu. O fotógrafo tem a possibilida-cámara y disponer los objetos que deba fotografiar, o de de colocar o desenho da grelha diante da sua objeti-bien monta la retícula con una estructura de metal, por va e dispor os objetos a fotografar dum modo que seejemplo, introduce los objetos en esta retícula y los fo- adapte à grelha. E pode também, por exemplo, montartografía de este modo junto con la retícula misma. Am- um sistema metálico que corresponda à grelha e colocarbas posibilidades han sido ya puestas en práctica con os objetos a fotografar dentro desse sistema de tal for-éxito. Cierto que el trabajo es difícil y exige mucho tiem- ma que, tanto objetos como grelha, sejam tomados empo. Pero el resultado recompensa el esfuerzo. conjunto. Estes dois métodos foram usados com éxito. Este trabalho é, no entanto, difícil e exige muito tempo mas o resultado final recompensa o esforço feito.
  • La tra en el sistema reticular A tra no sistema de grelhasLa fotografía silueteada en la Fotografía y superficie cromática Fotografía e área colorida naretícula A fotografia em silhueta na grelha en la retícula grelhaPara dar más consistencia óptica El ejemplo 2 se aplica sobre todo Para dar uma maior estabilidade O exemplo 2 é usado com fre-a una fotografía silueteada puede en material impreso para la publi- óptica a uma fotografia podemos qüência com material de publici-ponérsele de fondo una superficie cidad industrial. Se sobreimprime dispõ-la sobre uma área colorida dade industrial. Imprime-se umacromática, del mismo modo que la una fotografía con una superficie como se dum esboço de ilustração área de cor sobre uma fotografiailustración de igual característica. cromática para que resalte de su se tratasse. Desta forma a foto- de forma a destacá-la dos seusCon ello se encaja sólidamente la entorno y ejerza un efecto domi- grafia fica também firmemente in- contornos e torná-la dominante.fotografía en la retícula, alineada nante. Cuando no se pueda hacer tegrada na grelha e alinhada den- Nos casos em que os custos dumaen la altura y en los lados con el frente a los costes de una repro- tro dela em profundidade e pelos reprodução a 4 cores sejam proi-mismo. ducción de 4 colores, la utilización lados. bitivos, o uso duma çor única é aOtra posibilidad consiste en ro- de una superficie de color es la Outra possibilidade é enquadrar a melhor solução.dear a la fotografía de un marco solución más indicada. fotografia dentro de linhas limítro-lineal que tuviera las dimensiones fes que tenham as mesmas di-de un campo reticular. También mensões que um campo da grel-sería correcto marcar con filetes ha. Uma outra solução satisfatórialos limites superior e inferior del seria marcar os limites superior ecampo reticular, entre los que se inferior do campo da grelha porpone entonces la fotografía silue- meio de réguas entre as quais seteada. Fig. 1 pode colocar a fotografia, tal co- mo na figura 1.
  • La ilustración en el sistema reticular A ilustração no sistema de grelhas Las ilustraciones, dibujos, tablas, cuadros, etc., se ajus- As ilustrações, os desenhos, as tabelas, os diagramas tan también, de igual modo que las íotograíías, a los ajustam-se aos campos da grelha da mesma forma que campos reticulares. Es útil colocar las ilustraciones si- as fotografias. No caso das ilustrações recortadas, sem lueteadas sin delimitación rectangular, de tal manera limites rectangulares, é uma boa idéia colocá-las na pá- que el fondo corresponda a un campo reticular. A menu- gina dum modo que o fundo corresponda a um campo do es recomendable poner debajo un fondo tramado, da grelha. Muitas vezes será bom usar um fundo com que da por resultado que la ilustración, conservando su um ligeiro meio tom de tal forma que a ilustração man- vida propia, se adapte con mayor exactitud a la organi- tenha a sua própria vitalidade mas conservando, dum zación reticular a través del fondo claro. modo mais definido, os laços com a composição resul- Carece de importancia al respecto el tamaño y la forma tante da grelha. Neste contexto, o tamanho e a forma da de la ilustración. La adecuada disposición de la ilustra- ilustração deixam de ser importantes. A integração da ción en el orden reticular expresa con mayor fuerza la ilustração no modelo da grelha dá maior força ao desen- voluntad organizadora del diseñador. hador para organizar o seu trabalho. En lugar del fondo tramado puede, en el caso de una Se a impressão é a cores, pode usar-se, sempre que impresión policroma, emplearse también una superficie possível, uma área com uma cor forte em lugar dum cromática. fundo com uma tonalidade suave.99
  • La ilustración en el sistema reticular A ilustração no sistema de grelhasLa ilustración silueteada A ilustração e m silhueta La ilustración cerrada A ilustração fechada 100Una ilustración silueteada que de- na para que a p a r e z c a formalmen- Uma ilustração colocada num largura que a coluna do texto tor-ba ser c o l o c a d a en un campo de te ligada al texto. c a m p o de texto, corre o risco de nando-se assim formalmente inte-texto corre el peligro de quedar A menudo debe aparecer la ilus- tornar-se ópticamente indetermi- grada no texto. Muitas vezes é de-ó p t i c a m e n t e indistinta en el espa- tración más c o m p a c t a d&4o que nada no espaço. Para dar-lhe es- sejável que a ilustração pareçacio de la página. Para darle con- es; en tal caso debe ser reforzada tabilidade, pode ser colocada nu- mais c o m p a c t a do que na realida-s i s t e n c i a puede ponerse sobre un por detrás con un tono gris que ma área cinzenta ou de cor. O ta- de o é. Para consegui-lo, pode-set o n d o gris o de color. La magnitud abarque superficialmente la es- manho desta área deve adaptar- reforçá-la c o m um tom cinzentode tal superticie tiene que ajustar- tructura lineal. se ao da grelha no caso de haver c o m o pano de fundo que acentuase a la retícula, si la hay, o a las Fig. 2 uma, e se não, ao das linhas. Des- a estrutura linear, obtendo-sel i n e a s . De este m o d o puede inte- Si se trata de que la ilustración in- te modo a área cinzenta ou de cor, desta forma uma superfície maisgrarse en la c o n c e p c i ó n global de tensifique su i m p o r t a n c i a óptica juntamente com a ilustração, po- plana, figura 2.la p á g i n a la superficie y con ella la se le pone de fondo un tono de de tornar-se uma parte ordenada Se se quer reforçar a ênfase ópti-ilustración, figura 1. color. do desenho total, figura 1. ca pode colocar-se a ilustraçãoN o r m a l m e n t e es más fácil dispo- As ilustrações que se encontrem sobre uma área de cor.ner de forma estéticamente satis- dentro duma forma geométrica fe- chada podem, em princípio, adap-factoria las ilustraciones con for- tar-se mais facilmente e d u m mo-ma g e o m é t r i c a cerrada en una do mais satisfatório ao modelo dom a n c h a tipográfica. A la ilustra- texto. A ilustração tem a m e s m ac i ó n se le da el ancho de la colum-
  • La superficie cromática en el sistema A cor do texto no sistema de grelhas reticular Un problema especialmente difícil de resolver se produ- Um problema particularmente complicado surge quando ce cuando una superficie cromática tiene que imprimirse um tom forte deve usar-se na impressão, dentro duma en una retícula con texto, éste también en la retícula. La grelha que contém texto alinhado com a grelha. Em tal superficie cromática y el texto tienen en ese caso la caso, a área de cor e o texto têm as mesmas fronteiras misma delimitación en los lados. Esto significa que el laterais. Segue-se então que o texto começará e termi- texto empezaría y terminaría en uno y otro extremo del nará nas margens da área de cor. A impressão criada borde cromático. La impresión que esto produce es in- não é satisfatória. satisfactoria. Se ofrecen dos soluciones: Há duas soluções: a a La superficie cromática coincide con la retícula, el blo- A área de texto com um tom forte coincide com o campo; que tipográfico no se emplea en su anchura completa o bloco de texto não é colocado a toda a largura da sino que retrocede algunos puntos, según el tamaño de coluna mas metido alguns pontos para dentro, depen- la letra, del límite de la superficie cromática. De este dendo do tamanho da letra, a partir das margens da modo, el campo tipográfico se encuentra dentro de la área de cor. O texto fica assimdentro desta área com misma, um tom mais forte, b b La superficie cromática se extiende hacia ambos lados A área de cor estende-se em ambos os lados para além más allá del campo tipográfico. Así, éste cae de nuevo da área tipográfica. O resultado é que a área tipográfica dentro de la retícula. fica de novo dentro da área de cor. Ninguna de las dos soluciones es totalmente satisfacto- Nenhuma das soluções é totalmente satisfatória. A es- ria. Según que se desee alinear la letra en el campo colha depende da preferência que tenhamos: que seja cromático o la superficie cromática con las líneas que a área tipográfica ou a área de cor a que se alinhe com anteceden o que siguen, se adoptará la segunda solu- as linhas de texto precedentes ou seguintes. ción o la primera, respectivamente.101
  • La superficie cromática en el sistema reticular A cor do texto no sistema de grelhasSuperficie cromática y tipográfica Área de cor e tipografia 102De cuando en cuando surge la ne- encuentran ahora rodeadas en Por vezes torna-se necessário de branco, por outro lado, o quecesidad de marcar determinado tres lados por la superficie cromá- apresentar uma seçáo particular dificulta a leitura. O efeito criado éparrafo de un texto con más inten- tica y en uno por el blanco, lo que de texto dum modo mais proemi- ópticamente muito insatisfatório.sidad que los otros. Este proble- disminuye la legibilidad. nente. Este problema pode resol- As duas zonas carecem de formasma puede solucionarse de dife- De este modo se crea un efecto ver-se de várias formas. As linhas claras.rentes maneras. Las líneas en óptico muy insatisfactorio. Ambas em questão podem ser postas em No exemplo 2 uma parte do textocuestión pueden ser realzadas zonas aparecen formalmente in- relevo sublinhando-as com um aparece também com um relevomediante el subrayado con una lí- definidas. traço a preto e branco ou colorido especial por meio duma área denea discontinua o de color o se las En el ejemplo 2 se da de nuevo ou dando-lhes um fundo cinzento cor. Todas as linhas do texto têmretuerza con un fondo tramado o una especial significación a un ou colorido. O uso de tal fundo a mesma extensão e enchem ode color macizo. La solución de la fragmento del texto mediante la põe certos problemas ao desen- campo da grelha. A área de corsuperficie reforzada plantea algu- superficie cromática. Todas las lí- hista. estende-se lateralmente paranas cuestiones al diseñador. neas del texto son iguales y llenan Na figura 1 a área de cor começa além da área tipográfica.En la figura 1 la superficie cromá- el campo reticular. La superficie e acaba com as linhas do texto.tica empieza y acaba con las li- cromática ha sido prolongada la- A primeira e última letra ias linhasneas del texto. Las primeras y las ^ teralmente más allá del cuadro ti- e o fundo colorido limitan-se comultimas letras de las líneas dan pográfico. os bordos do texto. As letras en-con la superficie cromática en el contram-se agora cercadas demargen del texto. Las letras se uma área de cor por très lados, e
  • La superficie cromática en el sistema reticular A cor do texto no sistema de grelhas Superficie cromática y tipográfica Área de cor e tipografia El color en la tipografía O cor em tipografia103 En el ejemplo 3, las lineas de tex- Una solución mejor y más satis- Na figura 3, as linhas do texto da Um modo satisfatório de resolver to que están en la superficie cro- factoria consiste en imprimir en área de cor estáo colocadas para o problema é não usar a área de mática han sido desplazadas ha- color la parte de texto que deba dentro dos dois lados, de tal forma cor e imprimir a cor o texto a des- cia ambos lados con objeto de resaltarse en lugar de emplear que as primeiras e as últimas le- tacar (fig. 4). que las letras iniciales y finales no una superficie de color (fig. 4). tras não coincidem com a linha coincidan con los extremos latera- onde começa e acaba a área de les de la superficie cromática. cor. Cuanto más claro sea el rojo tanto Quanto mais leve seja o vermelho, más legible resultará el texto. Si, mais legível será o texto. Se por por causas técnicas, el rojo tiene razões técnicas o vermelho tem que ser oscuro, la superficie roja que se substituído pelo preto, po- puede ser tramada, con lo que de aplicar-se a cor com uma retí- también se produce un rojo claro. cula de meio tom de modo a con- seguir o efeito dum vermelho leve.
  • îjemplos de la práctica Exemplos práticos.os e j e m p l o s de la práctica son pruebas de la utilidad y Os exemplos tirados da prática mostram a utilidade e оle las universales posibilidades de aplicación del siste- alcance do sistema de grelhas. No entanto, estes exem-na reticular. En todo caso, no proporcionan sino una plos não dão mais que uma idéia incompleta da grandeista parcial a los múltiples campos temáticos que pue- diversidade de temas, apresentados dum modo práticoien ser representados de íorma tanto práctica como e esteticamente agradável através do sistema de gre-jstética. T a m p o c o pueden dar una impresión de lhas. E também não dão uma noção adequada de como:onjunto sobre los empleos y aplicaciones universales este sistema de grelhas é usado à escala mundial. Esta-leí sistema. Pero c o n o c e m o s buenos ejemplos no euro- mos ao corrente do excelente trabalho feito fora da Eu-)eos, de América del Norte y del Sur, Canadá, Japón ropa, como, por exemplo, na América do Norte e do Sul, Australia. Canadá, Japão e Austrália.í e s g r a c i a d a m e n t e hay pocas Escuelas de Diseño y Infelizmente não há muitas escolas de desenho ou insti- c a d e m i a s de Artes Aplicadas que se encuentren en tutos que sejam capazes de ensinar aos seus estudan-ondiciones de familiarizar a los estudiantes con el em- tes as maneiras e meios precisos de aplicar a grelha.ileo riguroso de la retícula. Se debe parcialmente a fal- Isto é devido, em parte, a uma falta de interesse dosa de interés por parte del profesor, a su desconocimien- próprios professores, à sua ingorâncía, e também ào o, también, a la muy extendida creencia de que el uso errada idéia, infelizmente ainda muito estendida, dele la retícula limita las posibilidades creativas, que o uso da grelha restringe grandemente as possibili-.os ejemplos reproducidos demuestran, eso espera- dades criativas.nos, lo contrario.
  • Ejemplos de la práctica Exemplos práticosLibro: Problemas de configuración Livro: Problemas de Desenho dodel diseñador gráfico Artista GráficoR e t í c u l a de u n a d o b l e p á g i n a G r e l h a para a d u p l a p á g i n aLa t e r c e r a e d i c i ó n d e e s t e l i b r o , A terceira edição d e s t e livro apa-a p a r e c i d a e n 1 9 6 8 , fue c o n c e b i - receu e m 1968. Está d e s e n h a d oda con 4 c o l u m n a s de texto y una c o m 4 c o l u n a s de texto e u m aretícula de imágenes con 8 g r e l h a de ilustrações dividida emcampos. 8 partes. Em cima e d e b a i x o daPor e n c i m a y por d e b a j o de la retí- g r e l h a de ilustrações reservam-sec u l a de i m á g e n e s se h a n previsto 3 e 8 linhas para os títulos do te-3 l í n e a s p a r a los titulares de te- ma e l e g e n d a s r e s p e c t i v a m e n t e .m a s y 8 p a r a los epígrafes de las Os t e x t o s e l e g e n d a s a p r e s e n t a mimágenes. dois t a m a n h o s de letra. As linhasLos t e x t o s y las l e y e n d a s se han do texto b e m c o m o as das legen-c o m p u e s t o e n d o s t a m a ñ o s de le- das e s t ã o a l i n h a d a s c o m as ilus-tra. T a n t o las líneas del texto co- t r a ç õ e s . A l g u m a s das 710 ilustra-m o las de la l e y e n d a e s t á n alinea- ç õ e s são a cores e outras a pretod a s c o n las i l u s t r a c i o n e s . Las e branco.7 1 0 i l u s t r a c i o n e s s o n e n parte en F o r m a t o : 22,5 x 26,5 c mc o l o r , en parte en b l a n c o y negro. N ú m e r o de páginas: 186F o r m a t o : 2 2 , 5 x 26,5 c mP á g i n a s : 186
  • Ejemplos de la práctica Exemplos práticosRevista m e n s u a l Roto С de Ia R e v i s t a m e n s a l Roto С de C i b a R e t í c u l a de Ia p á g i n a d o b l e G r e l h a para a d u p l a p á g i n a: i B A , Milán Milão Roto С Roto С 106La r e v i s t a Roto С tie la C I B A , dad. Las i m á g e n e s de 1/8 de pagi- A revista Roto С de Ciba Milão es- g e n s de 1/8, 1/4, 1/2 e uma páginaM i l á n , se b a s a en una retícula de na a l t e r n a n v i v a m e n t e con las de tá b a s e a d a n u m a grelha de 8 g e r o u e s q u e m a s interessantes.8 campos. 1/4, 1/2 y u n a p á g i n a . Puesto que campos. Uma vez que todos os títulos es-El t e x t o y los s u b t í t u l o s se h a n todos los t i t u l a r e s se p o n e n a la O texto е s u b t í t u l o s t ê m o m e s m o tão c o l o c a d o s no alto das colunas,c o m p u e s t o c o n el m i s m o t a m a ñ o c a b e z a de las c o l u m n a s , en los t a m a n h o de letra. Os s u b t í t u l o s há á r e a s mais ou m e n o s grandesde letra. Los s u b t í t u l o s se s e p a - t e x t o s de los c a p í t u l o s m á s cortos d e s t a c a m - s e do texto m e d i a n t e de e s p a ç o em branco nos extre-ran del t e x t o por l í n e a s b l a n c a s se o r i g i n a n al final superficies uma linha e m b r a n c o c o l o c a d a an- m o s , s e m p r e que os textos sãoq u e se c o l o c a n a n t e s y d e s p u é s blancas más o menos grandes tes e depois. Esta s e p a r a ç ã o con- curtos. Estes e s p a ç o s a c e n t u a mdel s u b t í t u l o c o r r e s p o n d i e n t e . Por que s u b r a y a n el efecto s u s c i t a d o siste em uma linha inteira, não o estilo aberto que presidiu à or-el h e c h o de q u e la s e p a r a c i ó n e s por la o r g a n i z a c i ó n en g r a n d e s meia linha ou u m quarto de linha, g a n i z a ç ã o das ilustrações.de u n a l í n e a b l a n c a c o m p l e t a , no superficies d e las i m á g e n e s . e c o n s e q u e n t e m e n t e as linhas da C o r e s : preto/brancom e d i a o u n c u a r t o , las l í n e a s de la Colores: blanco/negro primeira c o l u n a de texto a l i n h a m - F o r m a t o : 42,2 x 22 c mp r i m e r a c o l u m n a de t e x t o se ali- F o r m a t o : 4 2 , 2 x 22 cm se c o m as da s e g u n d a . P á g i n a s : 20n e a n c o n las de la s e g u n d a . Las Páginas: 20 Os g r a n d e s c a r a c t e r e s do títulog r a n d e s letras del título contras- constituem um contraste acentua-tan de f o r m a c o n v i n c e n t e c o n el do c o m o t a m a n h o de letra u s a d ot a m a ñ o de letra del texto. La con- no texto. O texto e a c o m p o s i ç ã of i g u r a c i ó n del t e x t o y de las imá- d a s ilustrações s ã o t r a t a d o s d u mg e n e s se ha h e c h o con g e n e r o s i - m o d o generoso. O uso de ima-
  • Ejemplos de la práctica Exemplos práticos R e t í c u l a de la m e m o r i a anual dei Grelha para o relatório a n u a l M e m o r i a del D e u t s c h e Bank Relatório A n u a l do D e u s t c h Bank D e u t s c h e Bank do D e u t s c h Bank107 La m e m o r i a del D e u t s c h e Bank se Las ilustraciones son en varios O Relatório A n u a l do D e u t s c h Formato: 27 x 21 c m ha d i s e ñ a d o b a s á n d o s e en una colores. Bank e s t á d e s e n h a d o c o m a mes- Número de páginas: 150 r e t í c u l a o b l i g a t o r i a p a r a toda la F o r m a t o : 27 x 21 cm ma g r e l h a corporativa que foi i m a g e n de este b a n c o . T e x t o s , P á g i n a s : 150 a d o p t a d a para a formação da ima- i m á g e n e s , t a b l a s y d i b u j o s se in- g e m do D e u t s c h e Bank. T e x t o s , t e g r a n en la p l a n i f i c a c i ó n de la i l u s t r a ç õ e s , tables e d e s e n h o s es- p a u t a c o n u n a r e t í c u l a de 9 c a m - tão t o d o s i n c o r p o r a d o s n u m a p o s . T o d o el m a t e r i a l i m p r e s o de grelha de 9 c a m p o s . T o d o o mate- c i r c u l a c i ó n e x t e r n a e interna se rial i m p r e s s o para uso interno e c o n f i g u r a c o n la r e t í c u l a . e x t e r n o está d e s e n h a d o s e g u n d o La retícula de 9 c a m p o s puede ser esta g r e l h a . Q u a n d o uma malha s u b d i v i d i d a m á s v e c e s para mate- mais fina se torna necessária, a rial i m p r e s o q u e r e q u i e r a una divi- grelha de 9 c a m p o s pode subdivi- s i ó n de p á g i n a m á s fina, por ejem- dir-se, d i v i d i n d o s i m p l e s m e n t e os plo, d i v i d i e n d o s i m p l e m e n t e los 9 c a m p o s em 18: e se necessário, 9 c a m p o s r e s u l t a n 18, d i v i d i e n d o u m a ulterior divisão produzia 36 de n u e v o se o b t i e n e n 36. La divi- campos. É igualmente possível s i ó n v e r t i c a l de los c a m p o s es asi- u m a d i v i s ã o vertical dos c a m p o s . mismo posible. As ilustrações são a cores
  • Ejemplos de la práctica Exemplos práticosLibro Diseño para Ia industriasuiza Livro Schweizer Industrie GrafikR e t í c u l a de u n a d o b l e p á g i n a G r e l h a para a d u p l a p á g i n a 108El libro se b a s a en u n a retícula de El formato del libro es de O livro está b a s e a d o n u m a grelha O formato do livro é retangular,12 p a r t e s . 25,5 x 26 cm dividida e m 12 partes. 2 5 , 5 x 26 cm, i m p r e s s oT e x t o e i m á g e n e s se a j u s t a n re- Impresión tipográfica O texto e as ilustrações e s t à o e m N ú m e r o de p á g i n a s : 200c í p r o c a m e n t e ; las l í n e a s se ali- P á g i n a s : 200 harmonia, a l i n h a n d o - s e as linhasn e a n c o n los e x t r e m o s s u p e r i o r e c o m os bordos superior e inferiorinferior de las i m á g e n e s . Las lí- das ilustrações. As linhas de texton e a s del t e x t o c o m i e n z a n en la c o m e ç a m no alto da área tipográ-p a r t e s u p e r i o r de la m a n c h a , fica e n q u a n t o que as l e g e n d a sm i e n t r a s las l e y e n d a s de las imá- d a s ilustrações a p a r e c e m na linhag e n e s e s t á n s i t u a d a s en la b a s e de base das colunas.d e las c o l u m n a s y d i s c u r r e n hacia Todas as 200 p á g i n a s do livro es-arriba. T o d a s las p á g i n a s del li- táo d i s p o s t a s n u m a c o n f o r m i d a d eb r o , 2 0 0 , e s t á n d i s p u e s t a s exac- precisa c o m a grelha. As ilustra-t a m e n t e c o n r e l a c i ó n a la retícula. ções são ora a c o r e s , ora e m pretoL a s i l u s t r a c i o n e s son en parte e n e branco.c o l o r , en parte en b l a n c o y negro.
  • Ejemplos de la práctica Exemplos práticos C a t á l o g o « H e y w o o d Industrial Catálogo «Heywood Industrial R e t í c u l a del c a t á l o g o « H e y w o o d Grelha para o catálogo « H e y w o o d Estate», Canadá Estate», Canadá Industrial Estate», Canadá Industrial Estates», C a n a d á109 El c a t á l o g o para Ia « H e y w o o d In- que p e r t u r b a c i o n e s ó p t i c a s en la O c a t á l o g o para a firma canadien- visuais d u m a i m a g e m interfiram d u s t r i a l E s t a t e » c a n a d i e n s e está i m a g e n vecina. se « H e y w o o d Industrial Estate» com as da vizinha. c o n c e b i d o c o n una retícula de F o r m a t o : 30 x 25.5 - 30 cm, las e s t á d e s e n h a d o c o m uma grelha Formato: 30 x 25,5 - 30 c m , 12 c a m p o s . T a b l a s geográficas p á g i n a s están e s c a l o n a d a s en su de 12 partes. As l á m i n a s geográfi- (as páginas diferem de largura) a l t e r n a n c o n p á g i n a s de texto y de anchura c a s a l t e r n a m com páginas de tex- Número de p á g i n a s : 20 i l u s t r a c i o n e s T o d a s las ilustracio- P á g i n a s : 20 to e ilustrações. T o d a s as ilustra- nes s o n en c o l o r . La tipografía se ç õ e s são a cores. O material tipo- ha c o m p u e s t o c o n d o s t a m a ñ o s gráfico a p r e s e n t a dois t a m a n h o s de letra. de letra. Las l í n e a s v e r t i c a l e s de la dere- As linhas verticais do lado direito c h a , s i t u a d a s j u n t o a la retícula de da g r e l h a de 12 partes indicam o 12 p a r t e s , i n d i c a n la a n c h u r a cre- a u m e n t o de largura das páginas c i e n t e de las p á g i n a s que siguen. seguintes. La d i s t a n c i a entre los c a m p o s reti- A d i s t â n c i a entre os c a m p o s da c u l a r e s e s r e l a t i v a m e n t e peque- g r e l h a é c o m p a r a t i v a m e n t e pe- ña. Si las i m á g e n e s no se han q u e n a . Se as ilustrações não se a d a p t a d o c u i d a d o s a m e n t e unas harmonizam cuidadosamente, c o n o t r a s , s u r g e el peligro de que c o r r e - s e o risco de que as formas las f o r m a s de u n a de ellas provo-
  • Ejemplos de la práctica Exemplos práticosRevista i l u s t r a d a Casabella Revista Casabella R e t í c u l a de Ia revista Casabella G r e l h a para a revista Casabella 110La r e v i s t a de a r q u i t e c t u r a Casa- F o r m a t o : 31 x 24,5 cm A revista de a r q u i t e t u r a Casabella F o r m a t o : 31 x 24,5 cmbella e s t á c o n f i g u r a d a c o n u n a re- P á g i n a s : 108 está d e s e n h a d a c o m u m a grelha N ú m e r o de p á g i n a s : 108t í c u l a de 12 c a m p o s Allí d o n d e Io de 12 partes. S e m p r e q u e o temar e q u i e r a Ia t e m á t i c a , la r e t í c u l a se o exija, a g r e l h a s u b d i v i d e - s e emd i v i d e en 18 c a m p o s , en c u y o ca- 18 c a m p o s , h a v e n d o e n t ã o umaso s u r g e n en la altura 6 c a m p o s p r o f u n d i d a d e de 4 c a m p o s e m lu-en vez de 4 gar d e 6 .T e x t o e i m á g e n e s e s t á n alinea- O texto e as i l u s t r a ç õ e s estãodos. El i n t e r l i n e a d o entre la figura a l i n h a d o s . O e s p a ç o entre ilustra-y el t e x t o es de d o s l í n e a s v a c í a s . ção e texto é de d u a s linhas e mT í t u l o s , t e x t o y l e y e n d a s de las branco. Os títulos, texto e legen-i m á g e n e s e s t á n c o m p u e s t o s con das a p r e s e n t a m - s e c o m tama-tamaños diferentes. nhos diferentes. As ilustrações daLas i l u s t r a c i o n e s de las s e c c i o n e s parte t é c n i c a s ã o a preto e bran-e s p e c i a l i z a d a s s o n en b l a n c o y co, e n q u a n t o q u e as da s e ç á o den e g r o ; e n la s e c c i ó n de a n u n c i o s , p u b l i c i d a d e s ã o a 4 cores.t a m b i é n en c u a t r o c o l o r e s .
  • Ejemplos de la práctica Exemplos práticos Grelha para o poster « m u s i c a Cartel «música viva* Poster « m u s i c a viva» R e t í c u l a del cartel « m ú s i c a viva> viva»111 El cartel « m ú s i c a viva» se ha O poster «musica viva» está c o n s t r u i d o s o b r e u n a retícula c o n c o n s t r u i d o c o m uma grelha de 4 /г 4 /г c a m p o s de a n c h u r a y 4 de al- c a m p o s de largo e 4 c a m p o s de tura. A m b a s p a l a b r a s , «música vi- p r o f u n d i d a d e . As d u a s palavras v a » , e s t á n d i s p u e s t a s en forma de « m u s i c a viva» estão d i s p o s t a s em c r u z ; las letras de « m ú s i c a » se cruz, as letras de «musica» estão h a n c o l o c a d o a d i s t a n c i a s irregu- c o l o c a d a s a intervalos irregulares lares c o n o b j e t o de provocar cier- de forma a criar ritmo. As linhas to ritmo. Las l í n e a s del programa, do p r o g r a m a em letra p e q u e n a p u e s t a s en letra p e q u e ñ a , están a l i n h a m c o m as letras de «musica a l i n e a d a s c o n las letras de «músi- viva». Deste modo p r o d u z - s e uma c a v i v a » . De esta forma se produ- i m p r e s s ã o de arquitetura severa ce la i m p r e s i ó n d e una arquitec- mas e l e g a n t e . tura r i g u r o s a pero e l e g a n t e . C o r e s : azul, verde e branco Colores azul-verde-blanco F o r m a t o : 128 x 90,5 F o r m a t o : 128 x 9 0 , 5 cm
  • Ejemplos de la práctica Exemplos práticos R e t í c u l a p a r a la revista O p p o s i -Revista Oppositions Revista Oppositions tions G r e l h a para a revista OppositionsLa revista Oppositions se c o m p a - c o m p a r a d a s de e d i f i c a c i o n e s de A revista Oppositions está feito A grelha usada parece r e s p o n d e rgina basándose en una retícula siglos p a s a d o s . c o m u m a g r e l h a de 15 c a m p o s . d u m m o d o e m i n e n t e m e n t e satis-de 15 c a m p o s . En c a s o s e s p e c i a - La retícula e m p l e a d a p a r e c e sa- Em c a s o s e s p e c i a i s a série cen- fatório a todas as e x i g ê n c i a s .les se v u e l v e a s u b d i v i d i r la fila tisfacer p l e n a m e n t e las más di- tral de c a m p o s está s u b d i v i d i d a . As ilustrações são a preto em e d i a de los c a m p o s . versas exigencias. As c o l u n a s d o t e x t o c o m e ç a m à brancoLas c o l u m n a s del t e x t o c o m i e n z a n Las ilustraciones son e n blanco y altura das i l u s t r a ç õ e s e t e r m i n a m F o r m a t o : 25 x 21 cma la altura de las i m á g e n e s y ter- negro. ao n í v e l da linha de b a s e da ilus- N ú m e r o de páginas: 120m i n a n en la l i n e a del pie de las F o r m a t o : 25 x 21 cm t r a ç ã o . O t e x t o e as l e g e n d a s apam i s m a s . El t e x t o y las l e y e n d a s de P á g i n a s : 120 r e c e m c o m d o i s t a m a n h o s de le-las i m á g e n e s se h a n c o m p u e s t o tra, e s o m e n t e os títulos e m letrac o n d o s t a m a ñ o s de letra; ú n i c a - m e i o - p r e t a . As l e g e n d a s são e mm e n t e los títulos e s t á n en s e m i n e - itálico.gra. Las l e y e n d a s de las i m á g e - A revista m o s t r a fotos de arquite-nes son cursivas. tura, p l a n t a s e p o r m e n o r e s deLa revista m u e s t r a e n v i v a interac- e l e v a ç õ e s , p r o j e ç õ e s axonométri-c i ó n fotos de a r q u i t e c t u r a , p l a n o s cas e i m a g e n s de edifícios de sé-en p l a n t a y v i s t a s de d e t a l l e , pers- c u l o s p a s s a d o s para u m trabalhopectivas paralelas e imágenes de c o m p a r a ç ã o .
  • Ejemplos de la práctica Exemplos práticos R e v i s t a Ottagono R e v i s t a Ottagono. R e t í c u l a de una d o b l e p á g i n a G r e l h a para a dupla página.113 U n a r e t í c u l a de 20 partes está en La retícula de 20 partes hace po- A g r e l h a de 20 partes é a base de A g r e l h a de 20 partes p e r m i t e ao la b a s e de la revista de arquitectu sible una c o n s i d e r a b l e a l t e r n a n c i a Ottagono, u m a revista d e d i c a d a a d e s e n h i s t a resolver os p r o b l e m a s ra y de d i s e ñ o de p r o d u c t o s Otta- entre distintos t a m a ñ o s de las fi- a r q u i t e c t u r a e ao d e s e n h o . O tex- p o s t o s por ilustrações de diferen- gono. El t e x t o c o n s t a de tres ta- guras. En revistas ilustradas que to a p r e s e n t a três t a m a n h o s de le- tes t a m a n h o s . Uma grelha de ma- m a ñ o s de letra, la cursiva entre d e b e n informar sobre m u c h o s te- tra, u s a n d o - s e ao m e s m o t e m p o a lha fina pode ser de g r a n d e a j u d a ellas. m a s e ilustrar a éstos c o n imáge- letra itálica. para as revistas que i n f o r m a m os Las i l u s t r a c i o n e s c a m b i a n en su nes de distinta i m p o r t a n c i a , una As ilustrações alternam de tama- seus leitores d u m a g r a n d e varie- m a g n i t u d de t o d a p á g i n a a un retícula de malla e s t r e c h a p u e d e nho d e s d e 1/1 página até um cam- dade de t e m a s fazendo a c o m p a n - c a m p o reticular. Una parte de las resultar de gran valor. po da grelha. A l g u m a s das ilustra- har e s t e s t e m a s de i l u s t r a ç õ e s de i l u s t r a c i o n e s s o n en color. Formato: 24 x 21,3 cm ç õ e s s ã o a cores. i m p o r t â n c i a vária. Páginas: 122 F o r m a t o : 24 x 2 1 , 3 cm N ú m e r o de páginas: 122
  • Ejemplos de la práctica Exemplos práticos R e t í c u l a para el libro LouisLibro Louis Soutier Livro Louis Soutier Soutter G r e l h a para o livro Louis Soutter 114La o b r a - c a t á l o g o Louis Soutter, p á g i n a . En su m a y o r í a son en O livro Louis Soutter, c o n t e n d o As ilustrações a p r e s e n t a m tama-d e 3 8 2 p á g i n a s y 2 8 4 4 ilustracio- b l a n c o y negro, a l g u n a s en color. 301 p á g i n a s e 2 8 4 4 ilustrações, nhos distintos, desde 1 /1 a 1 /6 denes. se c o n f i g u r ó c o n u n a r e t í c u l a El formato del libro: 30 x 23,5 cm foi d e s e n h a d o c o m u m a grelha de página. São sobretudo a preto ede 16 partes. Los t e x t o s se c o m - I m p r e s i ó n en offset 16 c a m p o s . Os t e x t o s foram com- branco e a l g u m a s a cores.p u s i e r o n en 2 c o l u m n a s , las Páginas: 382 postos e m 2 c o l u n a s e as legen- Formato do livro: 30 x 23,5 cm.l e y e n d a s en 4. Para los t e x t o s se das em 4 c o l u n a s . Os t e x t o s apa- I m p r e s s o e m offseth a n e m p l e a d o 3 t a m a ñ o s de letra. recem e m 3 t a m a n h o s de letra. N ú m e r o de páginas: 382T o d o s los t a m a ñ o s de letra se h a n T o d o s os t a m a n h o s de letra estãoa j u s t a d o a la r e t í c u l a de imá- e m h a r m o n i a c o m a grelha de ilus-genes. trações.L a s i m á g e n e s t e n í a n d i s t i n t o for- As ilustrações v a r i a m de formato:m a t o , v a r i a n d o del t a m a ñ o alto al vertical e horizontal. Apesar da di-o b l o n g o . La p a u t a d e b í a p r o v o c a r v e r s i d a d e de formatos de ilustra-u n efecto unitario, a p e s a r de la ção, t o r n a v a - s e i m p o r t a n t e q u e am u l t i p l i c i d a d de los f o r m a t o s de a c o m p o s i ç ã o c r i a s s e u m a im-las i m á g e n e s , y ser p r á c t i c o c o m o p r e s s ã o uniforme e fizesse delao b r a de c o n s u l t a . uma o b r a de referência de consul-Las i l u s t r a c i o n e s v a r í a n e n su ta- ta fácil.m a ñ o d e s d e 1/1 p á g i n a a 1/6 de
  • Ejemplos de la práctica Exemplos práticos R e t í c u l a del folleto « M u n i c h , ciu- G r e l h a para a b r o c h u r a « M u n i q u e , F o l l e t o « M u n i c h , c i u d a d de los B r o c h u r a « M u n i q u e , c i d a d e dos d a d de los J u e g o s O l í m p i c o s Cidade dos Jogos Olímpicos J u e g o s O l í m p i c o s 1972» J o g o s O l í m p i c o s 1972» 1972» 1972»115 El folleto « M u n i c h , c i u d a d de los se e n c u e n t r a n en la retícula de 16 A brochura « M u n i q u e , C i d a d e d o s tão o r d e n a d a s u m a s o b r e a g r e l h a J u e g o s O l í m p i c o s 1972» se con- c a m p o s , m i e n t r a s las dos fotogra- Jogos O l í m p i c o s 1972» foi dese- de 16 c a m p o s e n q u a n t o que as f e c c i o n ó c o n una retícula de 16 fías g r a n d e s y la m á s p e q u e ñ a del nhada c o m uma grelha de 16 a 20 d u a s fotos g r a n d e s e a m e n o r e m c a m p o s . T e x t o e i m á g e n e s están e x t r e m o inferior izquierdo se han c a m p o s . O texto e as i m a g e n s es- baixo, à e s q u e r d a , e n t r a m na e x a c t a m e n t e alineados. El texto d i s p u e s t o en una retícula de 20 tão a l i n h a d o s d u m a m a n e i r a pre- g r e l h a de 20 c a m p o s . A c o m b i n a - de la parte interior está c o m p u e s - partes. La c o m b i n a c i ó n de d o s re- cisa. O texto da parte interior está ç ã o de d u a s g r e l h a s e x i g e perícia to c o n un solo t a m a ñ o de letra. t í c u l a s r e q u i e r e d o t e s de sensibili- posto num único t a m a n h o de le- e s e n s i b i l i d a d e por parte do de- T o d a s las i m á g e n e s son en 4 co- d a d y d e c a p a c i d a d configuradora. tra. Todas as ilustrações são a senhista. lores. La d i s p o s i c i ó n de las imá- F o r m a t o : 2 9 , 7 x 28 c m 4 cores. C o n s e g u i u - s e produzir F o r m a t o : 2 9 , 7 x 28 cm g e n e s p o s e e un buen ritmo. El es- P á g i n a s : 34 um e s q u e m a rítmico ao o r d e n a r N ú m e r o de p á g i n a s : 34 p a c i o e n blanco entre las imáge- as ilustrações. O e s p a ç o vazio nes refuerza el efecto. entre as ilustrações faz ressaltar La retícula de 16 partes se combi- este efeito. A grelha de 16 divi- na c o n u n a de 20 partes, aplicada sões está c o m b i n a d a c o m a de e n d i s t i n t a s páginas en función de 20, usada em certas páginas de las i m á g e n e s . El e j e m p l o de arri- acordo c o m as ilustrações. Os ba m u e s t r a una página del folleto e x e m p l o s acima indicados mos- en la q u e las tres fotografías cua- tram uma página de brochura na d r a d a s c o l o c a d a s una sobre otra qual as três figuras q u a d r a d a s es-
  • Ejemplos de la práctica Exemplos práticosJapón. L i b r o Design de S u g i u r a , Livro j a p o n ê s de S u g i u r a Design R e t í c u l a para el libro j a p o n é s G r e l h a para o livro j a p o n ê s eп la s e r i e « E p i s t e m e t e r » na série « E p i s t e m e t e r » Design Design 116D e s d e q u e fue c o n o c i d o el siste- Las ilustraciones son e n b l a n c o D e s d e que o s i s t e m a de grelhas z a ç ã o do livro. As ilustrações sãom a r e t i c u l a r en los a ñ o s s e s e n t a , y negro. se t o r n o u c o n h e c i d o nos anos a preto e b r a n c o . Este e x e m p l o éalgunos diseñadores japoneses N ú m e r o e s p e c i a l : Estética de la s e s s e n t a , a l g u n s d e s e n h i s t a s ja- um n ú m e r o e s p e c i a l : Estética daintentaron aplicarlo también cons- matemática p o n e s e s q u i s e r a m provar t a m b é m M a t e m á t i c a , N o v e m b r o , 1976,c i e n t e m e n t e en s u s c o n f i g u r a c i o - N o v i e m b r e de 1976 o s i s t e m a de grelhas nos seus Asahi S u p p a n - S h a , T ó q u i o .n e s . Los c a r a c t e r e s j a p o n e s e s , Asahi Shuppan-Sha, Tokio p r o j e t o s . Os caracteres j a p o n e s e s F o r m a t o : 2 5 , 3 x 15,2 cma n á l o g a m e n t e a los c h i n o s , e s t á n F o r m a t o : 2 5 , 3 x 15,2 cm tais c o m o os chineses, sáo cons- N ú m e r o de p á g i n a s : 248.c o n s t r u i d o s s o b r e la forma cua- P á g i n a s : 248 t r u i d o s d u m a forma quadrada.d r a d a . Por e s a r a z ó n r e s u l t a n A d a p t a m - s e portanto muito bem amuy apropiados para una pauta u m a c o m p o s i ç ã o com grelha.r e t i c u l a r . En e s t e e j e m p l o t e n í a n N e s t e e x e m p l o os nomes e as le-q u e u s a r s e t a m b i é n en el texto ja- g e n d a s o c i d e n t a i s no alfabetop o n é s n o m b r e s o c c i d e n t a l e s en el á r a b e t i v e r a m que ser u s a d o s aoa l f a b e t o latino. El d i s e ñ a d o r ha m e s m o t e m p o no texto j a p o n ê s .p u e s t o e s a s l í n e a s e n t r e d o s cam- O d e s e n h i s t a colocou estas par-pos del texto japonés. tes de t e x t o entre dois c a m p o s de E s t a f o r m a de p a u t a se e m p l e a t e x t o j a p o n ê s . Esta forma de com-c o n s i s t e n t e m e n t e en el libro. p o s i ç ã o foi a d a p t a d a d u m a forma p e r m a n e n t e durante toda a reali-
  • Ejemplos de la práctica Exemplos práticos R e v i s t a m e n s u a l de arte bijutsu R e v i s t a m e n s u a l de arte bijutsu techo techo R e t í c u l a para un libro j a p o n é s G r e l h a p a r a u m livro j a p o n ê s117 T a m b i é n esta revista de arte es El e j e m p l o de la d e r e c h a repre- Esta revista de arte bijutsu techo O e x e m p l o da direita mostra uma un i n t e n t o de ordenar texto e imá- s e n t a una d o b l e p á g i n a de un libro representa outra tentativa de or- d u p l a p á g i n a d u m livro j a p o n é s . g e n e s c o n a y u d a del sistema reti- j a p o n é s . La p á g i n a c o n s t a de 16 denar texto e ilustrações c o m a A p á g i n a consta de 16 linhas or- cular. El configurador alinea los líneas dispuestas verticalmente, a j u d a duma grelha. O d e s e n h i s t a d e n a d a s verticalmente, cada uma e l e m e n t o s gráficos c o n las líneas c o n 43 s i g n o s de escritura c a d a alinha os e l e m e n t o s ilustrados c o m 43 caracteres. C a d a caracter de los c a r a c t e r e s . Las tres c o l u m - una. C a d a s i g n o de escritura se c o m as linhas dos caracteres. As é e s b o ç a d o c o m o um q u a d r a d o li- nas del t e x t o e s t á n m a r c a d a s por ha b o c e t a d o c o m o un c u a d r a d o três colunas de texto d e s t a c a m - near. Os caracteres j a p o n e s e s , g r a n d e s e s p a c i o s intermedios. La de lados l i n e a l e s . Los s i g n o s ja- se pelos amplos e s p a ç o s intermé- tais c o m o os c h i n e s e s , são cons- n u m e r a c i ó n de p á g i n a y la indica- p o n e s e s , c o m o los c h i n o s , se dios. O número de p á g i n a e a indi- t r u i d o s sobre u m a base q u a d r a d a . c i ó n del t e m a al pie de la p á g i n a c o n s t r u y e n sobre una b a s e cua- c a ç ã o do tema ao fundo da p á g i n a A p á g i n a do livro tradicional japo- e s t á n c l a r a m e n t e s e p a r a d a s de la d r a d a . Una p á g i n a de libro tradi- estão colocados d u m a m a n e i r a nés é lida de c i m a para baixo, pelo parte i m a g e n - t e x t o . c i o n a l j a p o n é s se lee de arriba a clara, separados do texto e da se- q u e as as linhas a p a r e c e m ampla- C a s i t o d a s las ilustraciones son a b a j o , por lo q u e las líneas pre- ção ilustrada. m e n t e s e p a r a d a s e n q u a n t o que en b l a n c o y negro; algunas, en s e n t a n g r a n d e s d i s t a n c i a s , mien- As ilustrações são na sua maioria os p i c t o g r a m a s , c o l o c a d o s u m d o s o c u a t r o colores. tras los s i g n o s de escritura dis- em preto e branco, a l g u m a s a sob o outro, se s u c e d e m muito F o r m a t o : 21 x 14,6 cm p u e s t o s u n o s sobre otros se en- d u a s ou 4 cores. juntos. P á g i n a s : 366 c u e n t r a n m á s p r ó x i m o s entre sí. Formato: 21 x 14,6 cm Número de páginas: 366
  • Ejemplos de la práctica Exemplos práticos 118El f o l l e t o p u b l i c i t a r i o para Luft- O folheto publicitário de Lufthansah a n s a se ha c o n s t r u i d o s o b r e una está c o n s t r u i d o c o m uma grelhar e t í c u l a d e 16 p a r t e s . En su con- de 16 d i v i s õ e s Neste d e s e n h oc e p c i ó n s e n c i l l a y clara se a l i n e a n claro e s i m p l e s as ilustrações e oc o n rigor t e x t o e i m á g e n e s . Las texto estão a l i n h a d o s d u m a formai m á g e n e s e n c o l o r , de d i f e r e n t e s precisa. As ilustrações de cor, det a m a ñ o s , e s t á n d i s p u e s t a s rítmi- t a m a n h o s distintos, estão ordena-camente. Título y texto están d o s s e g u n d o u m e s q u e m a rítmico.c o m p u e s t o s c o n d o s t a m a ñ o s de O título e o texto a p r e s e n t a m - s eletra. c o m dois t a m a n h o s de letra.F o r m a t o : 19,7 x 21 cm F o r m a t o : 19,7 x 21 cmPáginas: 8 N ú m e r o de p á g i n a s : 8
  • Ejemplos de la práctica Exemplos práticos Folheto IBM, Itália, «La mac-Folleto IBM Italia «La macchina» china».R e t í c u l a de una d o b l e p á g i n a G r e l h a para a dupla página.El folleto «La m a c c h i n a » , de IBM O folheto «La m a c c h i n a » de IBMItalia, está configurado con una está d e s e n h a d a c o m uma grelhar e t í c u l a de 18 c a m p o s . Con fanta- de 18 campos. Arte e i m a g i n a ç ã osía y h a b i l i d a d se han representa- produziram u m m o d e l o de texto,do los t e x t o s , las leyendas de las legendas e ilustrações, distintoi m á g e n e s y las ilustraciones de e m cada página. Os títulos, textom o d o d i s t i n t o en todas las pági- e legendas têm o m e s m o t a m a n h onas. T í t u l o s , textos y leyendas se de letra, muito e m b o r a as legen-h a n c o m p u e s t o con el mismo ta- das a p a r e ç a m a v e r m e l h o . Distin-m a ñ o de letra, las leyendas de las g u e m - s e assim, d u m a forma cla-i m á g e n e s se han impreso en rojo. ra, do texto p r o p r i a m e n t e dito.Así se d i s t i n g u e n claramente del As ilustrações são a preto e bran-t e x t o principal. co na sua maioria. A l g u m a s , aLas i m á g e n e s son en su mayoría preto e vermelho.en b l a n c o y n e g r o ; una parte en Formato: 21 x 21 c mn e g r o y rojo. Número de páginas: 70F o r m a t o : 21 x 21 cmP á g i n a s : 70
  • jemplos de la práctica Exemplos práticos R e t í c u l a de Ia serie de c a t á l o g o s G r e l h a para a série de c a t á l o g o sCatálogo « G e s c h i c h t e der C a t á l o g o « G e s c h i c h t e der S c h e i - dei Instituto S u i z o de la C i e n c i a p r o d u z i d o s pela S c h e i e r i s c h e Ins-Schweizer Kunsttopographie» zer K u n s t t o p o g r a p h i e » del Arte titut fur K u n s t w i s s e n s c h a f t . 120Serie d e c a t á l o g o s del Instituto de sus p u b l i c a c i o n e s , formularios Série de c a t á l o g o s p u b l i c a d o s pe- das suas p u b l i c a ç õ e s , formuláriosSuizo de la C i e n c i a del Arte. y exposiciones. la S c h e i z e r i s c h e Institut fur e exposições.= o r m a t o : 23 x 21 c m Los c a t á l o g o s aquí p r e s e n t a d o s Kunstwissenschaft. Os c a t á l o g o s a p r e s e n t a d o s aqui m p r e s i ó n : m o n o c o l o r , negro. contienen textos, imágenes, F o r m a t o : 23 x 21 c m . c o n t é m t e x t o s , i l u s t r a ç õ e s , legen-Cubierta b i c o l o r , n e g r o y un color leyendas, a n u n c i o s y t a b l a s . I m p r e s s ã o : n u m a só cor, preto. das, referências e listas.variable. C a p a : a d u a s cores, preto e uma. a r e t í c u l a de la serie de catálo- cor variante.gos c o n s t a d e 18 c a m p o s . Los A grelha para esta série de catálo-: a m p o s se h a n d i s p u e s t o en 3 co- g o s c o n s t a de 18 c a m p o s . u m n a s , d e las q u e d o s s o n an- O s c a m p o s estão d i s p o s t o s emchas y u n a e s t r e c h a . três c o l u n a s , duas s e n d o largas e•En las c o l u m n a s a n c h a s a p a r e c e n u m a outra estreita. Os textos v ê m os t e x t o s , e n la e s t r e c h a las no- nas c o l u n a s largas e as notas e as y los pies de las i l u s t r a c i o n e s . l e g e n d a s na estreita. As ilustra-E s t a s p u e d e n c u b r i r t o d o s los ç õ e s p o d e m o c u p a r qualquer doscampos reticulares. c a m p o s da grelha.El I n s t i t u t o S u i z o de la C i e n c i a del O S c h e i z e r i s c h Institut fur Kunst-V t e s i g u e d e s d e h a c e a ñ o s una w i s s e n s c h a f t a d o t o u há anos i n e a u n i t a r i a e n la c o n f i g u r a c i ó n u m a linha uniforme no d e s e n h o
  • Ejemplos de la práctica Exemplos práticos Página dei c a t á l o g o « K u n s t w i s - U m a p á g i n a do c a t á l o g o : «Kunst-C a t á l o g o «Kunst des 19. und 20. C a t á l o g o « K u n s t d e s 19, u n d 20 s e n s c h a f t an S c h w e i z e r H o c h s - w i s s e n s c h a f t an S c h e i z e r Hoch-Jahrhunderts» Jahrbunderts » chulen» schulen»Esta serie de o b r a s científico-ar- en la i m a g e n y los c o l o r e s de la Esta série de trabalhos sobre a i m p o s s i v e l confundir u m v o l u m et í s t i c a s está configurada con Ia cubierta. c i ê n c i a da arte está d e s e n h a d a c o m o outro.m i s m a retícula y con los mismos El c a r á c t e r u n i t a r i o de la configu c o m a mesma grelha e c o m o A u n i f o r m i d a d e do d e s e n h o faztipos y c u e r p o s de letra del ejem- ración c o n t r i b u y e a que se note m e s m o tipo e t a m a n h o de letra do c o m que a série e x e r ç a u m impac-plo anterior. T a m b i é n la configura- mejor y d u r a n t e m á s t i e m p o una e x e m p l o anterior. to maior e mais d u r a d o u r o sobre oc i ó n de las c u b i e r t a s está b a s a d a c o l e c c i ó n de obras. O d e s e n h o da capa está t a m b é m p ú b l i c o que a lê.en el m i s m o s i s t e m a . Mientras la b a s e a d o no m e s m o s i s t e m a . En-c o n c e p c i ó n tipográfica permane- q u a n t o que o c o n c e i t o tipográficoce la m i s m a , el color de la cubierta se mantém inalterado, a cor dac a m b i a en c a d a tomo. c a p a muda de v o l u m e para El c a r á c t e r unitario de la configu- volume. r a c i ó n se c o n s i g u e mediante el A uniformidade do d e s e n h o con- e m p l e o del m i s m o formato, de la seguiu-se através do uso do mes- m i s m a c a l i d a d de papel, de la mo formato, a m e s m a q u a l i d a d e m i s m a retícula y de los mismos ti- de papel, a m e s m a grelha, a mes- pos y c u e r p o s de letra. ma letra bem c o m o os m e s m o s ta- Q u e un v o l u m e n determinado no m a n h o s de letra. A diferença de p u e d a c o n f u n d i r s e con otro es d e s e n h o e de cor da c a p a torna una c o n s e c u e n c i a de la diferencia
  • Ejemplos de la práctica Exemplos práticos G r e l h a p a r a a folheto «GraphicF o l l e t o « D i s e ñ o gráfico por Rolf Folheto «Grahic D e s i g n by Rolf R e t í c u l a del folleto « D i s e ñ o gráfi- D e s i g n by Rolf Harder a n d ErnstH a r d e r y Ernst R o c h » Harder and Ernst Roch» co por Rolf Harder y Ernst Roch» Roch».F o l l e t o p u b l i c i t a r i o de un e s t u d i o Um folheto publicitário para umg r á f i c o . Las i m á g e n e s y l e y e n d a s e s t u d i o de d e s e n h o gráfico. Ase s t á n s u b o r d i n a d a s a una retícula i l u s t r a ç õ e s e as l e g e n d a s entramd e 2 0 c a m p o s . El t e x t o i n t r o d u c t o - n u m a grelha de 20 c a m p o s . O tex-rio d e las p r i m e r a s p á g i n a s se ha to introdutório das primeiras pági-c o m p u e s t o e n d o s c o l u m n a s . Los nas está d i s p o s t o em duas colu-t a m a ñ o s de las i m á g e n e s v a r í a n nas. As ilustrações têm t a m a n h o sd e s d e 1 c a m p o reticular h a s t a d i s t i n t o s d e s d e 1 a 16 c a m p o s .16 c a m p o s . As i l u s t r a ç õ e s são umas a cores e L a s i l u s t r a c i o n e s s o n e n parte en o u t r a s e m preto e branco. c o l o r , e n parte en b l a n c o y negro. F o r m a t o : 2 6 , 7 x 21 cm F o r m a t o : 2 6 , 7 x 21 c m I m p r e s s ã o offset I m p r e s i ó n e n offset N ú m e r o de páginas: 52 P á g i n a s : 52 I I
  • Ejemplos de la práctica Exemplos práticosI B M A n n u a l Report, E s t a d o s R e t í c u l a para el IBM A n n u a l Re- G r e l h a p a r a o Relatório A n u a l daUnidos R e l a t ó r i o A n u a l da IBM, USA port E s t a d o s Unidos IBM, U S A .El informe a n u a l de la firma IBM O Relatório Anual da IBM está de-e s t á c o n f i g u r a d o con una retícula s e n h a d o c o m uma grelha de 21d e 21 p a r l e s , de las c u a l e s las partes das quais as très superio-tres s u p e r i o r e s se e m p l e a n para res se r e s e r v a m para c o l o c a ç ã ola c o l o c a c i ó n d e los títulos a la ca- dos títulos no alto da página. Esteb e z a de la p á g i n a . Este c a m p o , de c a m p o , de altura superior aos res-altura s u p e r i o r a los d e m á s , tam- tantes, proporciona um e s p a ç ob i é n ofrece suficiente e s p a c i o pa- suficiente para os títulos longos.ra títulos largos. Los t e x t o s y O texto e as legendas apresen-l e y e n d a s e s t á n c o m p u e s t o s en t a m - s e c o m 4 tamanhos de letra.4 t a m a ñ o s de letra. Las i m á g e n e s As ilustrações são a 4 cores Formato: 26,7 x 23 cms o n e n c u a t r o colores. Número de páginas: 36F o r m a t o : 2 6 , 7 x 23 cmP á g i n a s : 36
  • Ejemplos de la práctica Exemplos práticosP r o s p e c t o p l e g a b l e p a r a unaexposiciónR e t í c u l a d e u n a h o j a del pros- F o l h e t o para uma e x p o s i ç ã o .pecto G r e l h a d u m a folha do folheto. 124El p r o s p e c t o se p l i e g a siete ve- el efecto de las formas c o n c o n t e - O folheto dobra-se 7 vezes. A g e n e r o s o . As s e ç õ e s de texto es-c e s . La r e t í c u l a se a p o y a sobre la nido ilustrativo. g r e l h a está baseada na divisão tão s e p a r a d a s por u m a linha e md i v i s i ó n v e r t i c a l de la h o j a en Gracias a los siete p l i e g u e s el ca- vertical da folha em 8 q u a d r a d o s b r a n c o . A d i s p o s i ç ã o clara e práti8 c u a d r a d o s d e i g u a l t a m a ñ q . Las tálogo impreso por a m b o s lados de igual t a m a n h o . As linhas alin- ca de tipografia e i l u s t r a ç õ e s fazl í n e a s e s t á n a l i n e a d a s c o n las fo- se pudo enviar por correo c o n so- h a m - s e c o m as fotografias. c o m que as formas a p a r e ç a m vi-tografías. bres normales DIN A5/6. Para o texto e as l e g e n d a s u s a - s e sualmente como que escolhidas En los p r o s p e c t o s p l e g a b l e s d e b e Colores: b l a n c o / n e g r o o m e s m o t a m a n h o de letra. So- para as ilustrações.t e n e r s e la p r e c a u c i ó n de dejar en- F o r m a t o : 56 x 21 cm. m e n t e o título se a p r e s e n t a c o m O folheto está i m p r e s s o e m am- tre las i m á g e n e s y las c o l u m n a s tipo g r o s s o de letra, 4 pontos bos os lados e, d o b r a d o sete ve- s u f i c i e n t e d i s t a n c i a p a r a q u e no maior. z e s entra no e n v e l o p e p a d r ã o . c o i n c i d a n c o n los p l i e g u e s . Ao d e s e n h a r folhetos é importante A 5/6 para efeitos de correio. La c o m p o s i c i ó n de 2 y m á s cua- ver se há e s p a ç o suficiente entre C o r e s : preto e branco drados en unidades superiores as i l u s t r a ç õ e s e o texto para asse- F o r m a t o : 56 x 21 c m h a c e p o s i b l e una c o n f i g u r a c i ó n g u r a r - s e de que as d o b r a s não os m á s g e n e r o s a . Las d i s t a n c i a s en- afectam. tre los p á r r a f o s d e t e x t o s u p o n e n P o d e m c o m b i n a r - s e dois ou mais e n c a d a c a s o u n a l í n e a v a c í a . La q u a d r a d o s para c o n s e g u i r unida- o r d e n a c i ó n o b j e t i v a y clara de ti- d e s m a i o r e s , criando assim um p o g r a f í a e i l u s t r a c i o n e s refuerza d e s e n h o c o m um aspeto mais
  • Ejemplos de la práctica Exemplos práticos F o l l e t o para el Grupo Pirelli Folheto para o Pirelli Group. R e t í c u l a de una d o b l e p á g i n a G r e l h a para a d u p l a página125 El folleto ha sido c o n c e b i d o con ha c o m p u e s t o con d o s t a m a ñ o s Folheto está d e s e n h a d o c o m uma nhos de letra. As i l u s t r a ç õ e s são u n a r e t í c u l a de 24 c a m p o s apaisa- de letra. Las i l u s t r a c i o n e s e s t á n grelha de 24 c a m p o s quadrados. u m a s a cores e outras a preto e d o s . Las i m á g e n e s están dispues- p a r c i a l m e n t e en color, parcial- Há ilustrações de 10 t a m a n h o s di- branco. tas en diez t a m a ñ o s diferentes mente en b l a n c o y negro. ferentes de tal forma que há um F o r m a t o : 2 9 , 7 x 28 cm c o n u n a viva a l t e r n a n c i a de for- Impresión e n offset c o n t r a s t e vivo entre formatos pe- matos grandes y pequeños. Formato: 2 9 , 7 x 28 cm q u e n o s e grandes. L a s c o l u m n a s del texto están ali- A primeira e última linha das colu- n e a d a s e n la primera y última lí- nas de texto estáo alinhadas c o m n e a arriba y a b a j o de la página as ilustrações no alto e no fundo c o n las i l u s t r a c i o n e s . Las otras lí- da página. As outras linhas náo n e a s no e s t á n a j u s t a d a s a las estáo especificamente relaciona- imágenes. das c o m as ilustrações. Este e j e m p l o es representativo de Este exemplo é muito representa- m u c h o s o t r o s en el sentido de que tivo na medida em que se selec- se ha e l e g i d o u n a retícula exacta ciona uma grelha precisa para as p a r a las i m á g e n e s que, sin em- ilustrações que (com a e x c e p ç á o b a r g o , no es o b l i g a t o r i a para las da primeira e da última linhas) l í n e a s del texto (con la e x c e p c i ó n não coincide com as linhas do tex- de la p r i m e r a y última). El texto se to. O texto apresenta dois t a m a -
  • ,s Exemplos de la práctica Exemplos práticos R e t í c u l a de Ia revista fodor24, G r e l h a para a revista lodor24,v i s t a fodor 24, H o l a n d a R e v i s t a fodor24 Holanda Holanda Holanda 126 revista d e m u s e o s fodor se ha A revista de m u s e u s fodor está e ñ a d o c o n u n a r e t í c u l a d e 48 d e s e n h a d a c o m u m a g r e l h a de 48rtes. Es i n t e r e s a n t e el q u e to- partes. É i n t e r e s s a n t e notar q u es los t e x t o s se h a y a n c o m p u e s - todos os t e x t o s s ã o c o m p o s t o s: o n el composer. El o r i g i n a l de e m c o m p o s e r . Por esta razão a e t í c u l a i n d i c a en f o r m a d e pun- g r e l h a indica por m e i o de pontos , e n los c a m p o s r e t i c u l a r e s , los nos c a m p o s o n ú m e r o de traços ites d e t a n t e o q u e hay q u e te- e s s e n c i a i s n e c e s s á r i o s para que< en c u e n t a para q u e la retícula • a g r e l h a e s t e j a correta.3 correcta, F o r m a t o : 25 x 2 0 cmrmato: 25 x 20 c m N ú m e r o de p á g i n a s : 8ginas: 8
  • Ejemplos de la práctica Exemplos práticos C a t á l o g o « P h a r m a c i e Principale Catálogo «Pharmacie Principale R e t í c u l a para el c a t á l o g o «Phar- Grelha para o catálogo «Pharma- Genève» Genève» m a c i e Principale G e n è v e » cie P r i c i p a l e G e n è v e »127 La t i p o g r a f í a y la d i s p o s i c i ó n de A o r d e n a ç ã o das fotografias do las i m á g e n e s fotográficas para el c a t á l o g o «Pharmacie Principale c a t á l o g o « P h a r m a c i e Principale G e n è v e » está c o n s e g u i d a c o m G e n è v e » ha sido p r o y e c t a d a con uma g r e l h a de 48 partes, e s t a n d o u n a r e t í c u l a de 49 partes. La for- o texto distribuido por 4 colunas. m a de fondo sobre la q u e se en- O e s q u e m a de fundo sobre o qual c u e n t r a n los p r o d u c t o s c a m b i a de se c o l o c a m os produtos varia de t a m a ñ o y forma en c a d a página. forma e t a m a n h o , de página para L a s fotografías son en blanco y página. n e g r o , el t e x t o está impreso en As fotografias são a preto e bran- rojo. co, o texto impresso a vermelho. F o r m a t o : 2 0 , 5 x 20,5 cm F o r m a t o : 20,5 x 20,5 cm P á g i n a s : 32 N ú m e r o de páginas: 32
  • Ejemplos de la práctica Exemplos práticos G r e l h a para a b r o c h u r a da firmaF o l l e t o p a r a la i n d u s t r i a d e l alum- B r o c h u r a para a firma de material R e t í c u l a d e l folleto de la industria de material de i l u m i n a ç ã o S w i s sbrado Swiss Lamps de i l u m i n a ç ã o S w i s s L a m p s del a l u m b r a d o S w i s s L a m p s Lamps 128 La r e t í c u l a de 54 p a r t e s y 6 c o l u m - A g r e l h a de 54 partes e 6 c o l u n a s nas facilita la c o l o c a c i ó n e x i g e n t e p e r m i t e m resolver, d u m modo sa- de d a t o s y d i b u j o s t é c n i c o s . La tisfatório, o difícil p r o b l e m a de co- i l u s t r a c i ó n m u e s t r a u n a breve his- locar as i n f o r m a ç õ e s t é c n i c a s jun- toria d e l a l u m b r a d o . t a m e n t e c o m os d e s e n h o s . A ilus- La i l u s t r a c i ó n e s t á i m p r e s a a c u a - t r a ç ã o mostra u m a breve história tro c o l o r e s . d o s s i s t e m a s de i l u m i n a ç ã o . F o r m a t o : 2 9 , 8 x 21 c m A i l u s t r a ç ã o está i m p r e s s a a qua- tro cores. F o r m a t o : 29,8 x 21 cm
  • Ejemplos de la práctica Exemplos práticos R e t í c u l a para el c a t á l o g o «Ro- G r e l h a p a r a o c a t á l o g o «Ro- Catálogo «Rosenthal» C a t á l o g o «Rosenthal» senthal» senthal»129 El c a t á l o g o de la « R o s e n t h a l Stu- c o m p u e s t o s con una interlínea re- O c a t á l o g o para o «Rosenthal curtos e c o m e s p a ç o s relativa- d i o - L í n í e » e s t á configurado c o n lativamente grande. S t u d i o - L i n i e » está d e s e n h a d o mente amplos. u n a r e t í c u l a de 60 partes. Esta di- Las i l u s t r a c i o n e s son en blanco y c o m u m a grelha de 60 c a m p o s . As i l u s t r a ç õ e s s ã o a preto e bran- v i s i ó n e s t r u c t u r a l tan fina de la negro y en color. Esta rede de divisões finas amplia co e a c o r e s p á g i n a p e r m i t e una gran libertad Formato: 30 x 30 cm o c a m p o de açào na organização F o r m a t o : 30 x 30 c m e n la o r g a n i z a c i ó n gráfica y tex- P á g i n a s : 62 de ilustrações e textos, requeren- N ú m e r o de p á g i n a s : 62 t u a l , p e r o e x i g e por parte del dise- do, no e n t a n t o , do desenhador ñ a d o r u n a i n t e l i g e n t e disciplina uma a u t o - d i s c i p l i n a para usar tais de la l i m i t a c i ó n de los medios. recursos c o m medida. T o d o s los t e x t o s e ilustraciones T o d a s as ilustrações e textos es- e s t á n s o b r e fondo negro. Así. las tão sobre u m fundo preto. Desta i m á g e n e s g a n a n en expresividad. forma as ilustrações a u m e n t a m o Por otra p a r t e , la lectura de los seu poder expressivo. Por outro t e x t o s resulta difícil c u a n d o éstos lado os textos a p r e s e n t a m mais s o n m u y l a r g o s o se c o m p o n e n dificuldades à hora da leitura so- c o n letras m u y j u n t a s . Por eso, los bretudo se são longos e de linhas t e x t o s en n e g a t i v o d e b e n ser cor- d e m a s i a d o j u n t a s . Daí que os tex- tos y, c o m o e n nuestro ejemplo. tos d e v a m ser, c o m o no exemplo,
  • Ejemplos de la práctica Exemplos práticosR e v i s t a CCA Today, Estados R e t í c u l a de la revista CCA Today, G r e l h a para a revista CCA Today,Unidos R e v i s t a CCA Today, USA Estados Unidos USALa revista CCA Today n e c e s i t a Por otro lado, a u m e n t a el riesgo A revista CCA Today requer uma dor um alto grau de flexibilidade.p a r a sus m ú l t i p l e s c o m e t i d o s una de q u e la multiplicidad de posibili- g r e l h a de 65 c a m p o s para respon- Por outro lado há u m maior riscoretícula de 65 campos. Grandes d a d e s de diseño que brindan los der às s u a s múltiples funções. de que a riqueza de p o s s i b i l i d a d e sr e p r e s e n t a c i o n e s se a l t e r n a n c o n 65 c a m p o s reticulares p r o v o q u e n G r a n d e s ilustrações a l t e r n a m d a d a s pela grelha de 65 c a m p o slas i m á g e n e s m á s p e q u e ñ a s . Pa- un d e s c u i d o de la claridad y la ló- c o m o u t r a s de t a m a n h o reduzido. leve o d e s e n h i s t a a d e s c u i d a r ara los t i t u l a r e s , t e x t o s y l e y e n d a s gica de la configuración. T r ê s t a m a n h o s de letra, tipo mé- clareza e a lógica de c o m p o s i ç ã o .se e m p l e a n 3 t a m a ñ o s de letra, T o d a s las ilustraciones están im- dio e m e i o - p r e t o , são os u s a d o s T o d a s as ilustrações v ê m impres-n o r m a l y s e m i n e g r a . Los t i t u l a r e s p r e s a s en blanco y negro. e m t í t u l o s , t e x t o e legendas. Os sas a preto e brancose i m p r i m e n e n n e g r o o azul, se- F o r m a t o : 43,1 x 28 cm títulos e s t ã o i m p r e s s o s a preto ou Formato: 43,1 x 26 cmg ú n su i m p o r t a n c i a . I m á g e n e s y Páginas: 4 azul, c o n f o r m e a sua importância. N ú m e r o de páginas: 4l í n e a s se a l i n e a n allí d o n d e las As i l u s t r a ç õ e s e as linhas do textoprimeras están cortadas con e s t ã o a l i n h a d a s , lá onde as ilus-exactitud. t r a ç õ e s foram c u i d a d o s a m e n t eEn g e n e r a l , las r e v i s t a s n e c e s i t a n recortadas.u n a r e t í c u l a de red tina. Los con- E m g e r a l , as revistas periódicast e n i d o s de los t e x t o s y las ilustra- n e c e s s i t a m u m a grelha de malhaciones cambian constantemente y fina. A s c o n t e ú d o s do texto e dase x i g e n la m á x i m a f l e x i b i l i d a d del ilustrações estão em constantediseñador. m u t a ç ã o r e q u e r e n d o do d e s e n h a -
  • Ejemplos de la práctica Exemplos práticos R e t í c u l a para el cartel «The New G r e l h a para o poster «The New C a r t e l de «The New S w i s s Film* Poster «The New S w i s s Film» S w i s s Film» S w i s s Film»131 El a n u n c i o «The New S w i s s Film» O poster «The New Swiss Film» se ha c o n c e b i d o con una retícula foi c o m p o s t o c o m u m a grelha de de 72 c a m p o s , está i m p r e s o en 72 c a m p o s e impresso a preto e b l a n c o y n e g r o y pertenece a una branco. Trata-se d u m exemplar s e r i e de a n u n c i o s configurados d u m a série de posters desenha- c o n la m i s m a tipografía, pero c o n dos c o m a m e s m a tipografia mas d i s t i n t a d i s p o s i c i ó n de las ilustra- distinto e s q u e m a de ilustrações. ciones. O n e s p a ç o s verticais entre as Las d i s t a n c i a s verticales entre ilustrações sáo consideravelmen- imágenes son considerablemente te m a i o r e s que os horizontais uma m a y o r e s q u e las horizontales, da- vez que aí d e v e m caber 4 linhas d o q u e d e b e n dejar e s p a c i o para de texto de legendas. As zonas 4 l í n e a s de t e x t o de las l e y e n d a s . m a r g i n a i s c o n s e r v a m - s e o mais L o s m á r g e n e s se han c o n s e r v a d o a m p l a s possível para rodear as g r a n d e s al o b j e t o de rodear a las ilustrações fotográficas d u m fun- i m á g e n e s fotográficas de un fon- do preto, o mais extenso possível. d o n e g r o lo m á s g r a n d e posible. O poster tem 59,3 x 41,8 cm de El f o r m a t o del a n u n c i o es de superfície. 5 9 , 3 x 4 1 , 8 cm.
  • El sistema reticular en la imagen O sistema de grelhas na identidade visualde empresaLa concepción de una imagen de empresa debe hacerse A concepção da identidade visual tem que ser planejadapara todos los elementos portadores de información para todos os meios de informação que uma empresaque una empresa emplea en sus servicios internos y usa nas suas transacções internas ou externas. Deveexternos. Debe buscarse una idea base que haga posi- procurar-se uma idéia básica que permita encontrarble no sólo resolver de modo consecuente, objetivo y respostas consistentes, lógicas e funcionais aos proble-funcional la totalidad de los problemas que se presen- mas que surjam mas ao mesmo tempo deve ir mais lon-tan, sino que la concepción hallada debe resultar en la ge: a concepção uma vez encontrada, deve ser capazpráctica y a lo largo de los años un programa perfilado y de desenvolver-se num programa que mantenha na prá-característico de la filosofía de la empresa. tica e no decorrer dos anos o seu carácter próprio eUna dificultad especial estriba en el hecho de que la expresse a filosofia da empresa.concepción debe resultar adecuada a problemas que Uma dificuldade particular surge do facto de que a con-sólo surgirán en el futuro. Con el proyecto de retícula cepção deve adaptar-se a funções que só se revelarãotambién deben tratarse los problemas del tipo de letra y no futuro. A planificação da grelha deve ter em conta osde los colores de forma simultánea. Para estar en condi- problemas de tipografia e cor. A concepção de umaciones de resolver problemas de comunicación futuros, identidade visual deve apresentar uma grande flexibili-todavía desconocidos, la concepción de la imagen de dade de tal forma que corresponda a funções de comu-empresa, debe poseer una gran flexibilidad. La imagen nicação desconhecidas ainda. Nos múltiplos c a m p o s dede empresa debe asimismo resultar constantemente sua aplicação a identidade visual deveria criar sempreatrayente, innovadora y eficaz en su empleo, una exi- um sentido de interesse e inovação. Esta é uma exigên-gencia que requiere mucha inteligencia, conocimientos, cia que reclama uma grande medida de inteligência, pericia y fantasía por parte del diseñador. conhecimento, habilidade e imaginação da parte do de- La imagen de una empresa media comprende ya una senhista. multitud de elementos portadores de información, todos A identidade visual, mesmo quando de uma firma mé- los cuales pueden, desde un punto de vista publicitario, dia, compreende um grande número de canais de,infor- promocionar la imagen de la empresa: todos los impre- mação que, tomados do ponto de vista da publicidade, sos de carta para uso externo e inteino, por ejemplo, são todos capazes de promover a imagen da firma: to- formularios para cartas y facturas, recibos de suministro dos os formulários de escritório para uso interno e ex- y de solicitud, logotipo, símbolo, tarjetas de visita, so- terno, incluindo modelos de carta e faturas, notas de bres de distintos tamaños, coches de suministro, eti- entrega e modelos de encomenda, marcas comerciais, quetas, envases, prospectos, catálogos, anuncios, ex- emblemas, cartões de visita, envelopes de tamanhos posiciones, letreros en puertas y edificios, etc. vários, carrocerías de veículos, rótulos, embalagens, Muchas grandes empresas han reconocido la importan- brochuras, catálogos, anúncios na imprensa, exposi- cia de la idea de la Corporate Identity y empleado tos ções, letreiros nas portas e estabelecimentos, etc. Mui- servicios de diseñadores para su configuración. tas firmas grandes reconheceram a importância da idéia, identidade visual e chamaram homens e mulhe- res, altamente qualificados, para projetá-la.
  • El sistema reticular en la imagen de empresa O sistema de grelhas na identidade visualLa tipografía moderna requiere una estructuración lógi- A tipografia moderna exige uma organização lógica eca y sistemática de las páginas de composición y de sistemática das páginas de texto e material ilustrativo:imágenes: aa títulos do mesmo tamanho e na mesma posição em to-títulos con el mismo tamaño y en el mismo lugar en das as páginas, mantendo-se sempre o mesmo tipo detodas las páginas, con el tipo de letra invariable letra,b bsubtítulos con el mismo tamaño y, con relación a la si- subtítulos do mesmo tamanho e numa posição que es-tuación en el texto, a una distancia invariable del texto teja sempre à mesma distância do texto precedente aanterior y del siguiente seguinte,с сretícula de composición y de imágenes invariable en legendas das ilustrações do mesmo tamanho e dispos-[odas las páginas tas segundo uma relação constante com a ilustração;d dleyendas de ilustraciones de tamaño invariable y dispo- as mesmas grelhas para texto e gravuras de todas assición en relación con la ilustración páginas;e e¡etras de resalte de tamaño invariable y disposición en títulos do mesmo tamanho e dispostas em uma mesmarelación con el texto relação com o texto;í fasimismo las notas marginales idem com as notas à margem;3 g lustraciones: directos, plumas, tablas, etc., en los ta- ilustrações: fotografias, diagramas, tabelas, etc., do ta-maños de los campos reticulares manho de campos da grelha;h hmantener los directos en la misma concepción fotográfica as fotos deveriam reflectir sempre a mesma abordagem fotográfica;mantener los plumas, si es que tienen que resultar obje- itivos, en el mismo estilo de representación na medida em que as ilustrações devem ser objetivas, deveriam ser apresentadas sempre dentro do mesmomantener las representaciones de tablas y cuadros en estilo; j a misma forma de representación< 0 material referente a tabelas deveria expor-se sempreconservar los mismos colores para iguales contenidos da mesma forma; кconservar el interlineado para todos los textos con tipo manter as mesmas cores nos mesmos tipos de con-de letra del mismo tamaño teúdo;m 1emplear 1 , 2 o más líneas blancas para las divisiones manter sempre o mesmo espaço em todos os textos quede textos, nunca medias líneas blancas, para evitar que apresentem o mesmo tamanho de letra; no alineen las líneas de la columna siguiente.
  • El sistema reticular en la magen de empresa O sistema de grelhas na identidade visual La configuración unitaria del material impreso exige m q u e portada y c o n t r a p o r t a d a sean configuradas con la 1, 2 ou mais linhas em branco completas devem usar-se m i s m a retícula y con los mismos tipos de letra que se para dividir o texto, mas não tinhas meio em branco, utilizan en las páginas interiores. Esta forma de diseño porque de outro modo as linhas da coluna seguinte já c o n s e c u e n t e requiere que, al comienzo, se desarrolle não se alinhariam. el c o n c e p t o de portada y contraportada conjuntamente P a r a q u e um texto apresente uma uniformidade cons- con el de las páginas interiores. tante no desenho devem usar-se a mesma grelha e os Para ello se h a d e dar con una retícula que satisfaga mesmos tamanhos de letra, tanto nas capas como nas todas las exigencias que plantean una cubierta de gran páginas interiores. Para que um desenho siga em todas efecto y la presentación práctica y eficaz del tema en as partes uns princípios constantes torna-se essencial las páginas interiores. Este planteamiento supone aún que o conceito usado nas páginas interiores seja desen- más problemas para el diseñador y le obliga a una pro- volvido, desde um principio, de acordo com o desenho fu ndización en sus reflexiones si quiere dar con una so- das capas. lución tanto funcional como estéticamente convincente. O desenho a projetar, neste sentido, deve responder às No s o r p r e n d e , por lo tanto, que la mayor parte de las necessidades duma capa que chame a atenção assim v e c e s e n c o n t r e m o s resultados en los que cubierta y como à necessidade duma apresentação do tema do contracubierta fueron d i s e ñ a d o s con independencia de livro, objetiva e efetiva. Esta é uma tarefa que coloca o la c o n c e p c i ó n de las páginas interiores. Libre de atadu- desenhador diante dum número adicional de problemas ras formales con las páginas interiores, la fantasía dis- e lhe exigirá um pouco mais de reflexão se deseja en- pone de más ámbito con relación al empleo de formas contrar uma solução que seja ao mesmo tempo funcio- libres, número y elección de los colores. La mayoría de nal e esteticamente agradável. los d i s e ñ a d o r e s eligen este camino, más sencillo y en e! Quase deixa de ser surpreendente, então, que os resul- que se ahorra tiempo. tados que, habitualmente, vemos, são os duma capa, desenhada independentemente das páginas interiores. Liberta da necessidade de obedecer ao plano das pági- nas interiores, a imaginação dispõe dum campo maior135 no que respeita ao uso de formas livres e o número e seleção de cores. Muitos desenhistas preferem este método mais simples.
  • El sistema reticular en la imagen de empresa O sistema de grelhas na identidade visual 3/4i 1 3/4 Primeira e última páginas de umRetícula de catálogos, prospectos Grelha para catálogos, folhetos e Anverso y reverso de un folleto folheto apresentando a lista dey hojas sueltas panfletos del surtido de productos produtos duma companhia.2 2 5/6 5/6Página doble del folleto del surti- Dupla página de um folheto de lis- Cara interna y dorso del folleto de Página interior e exterior de umdo de productos tas de produtos repuestos o accesorios folheto de acessóriosEmpresas de importancia han fija- A la concepción pertenecen las As companhias importantes defi- Ao conceber o desenho deve pen-do los aspectos de forma y color reflexiones concernientes al ca- niram a sua identidade visual a sar-se na uniformidade do mate-de su imagen en un manual de di- rácter unitario de impresos, for- partir dos aspectos formais a cro- rial impresso, formulários, anún-seño lo han distribuido con carác- mularios, letreros del exterior, máticos e registaram-na num ma- cios, filmes de TV, exposições, etc.ter de directrices obligatorias en- spots televisivos, exposiciones, nual de usos aoqual cs órgáos Uma atenção particular devetre los colaboradores responsa- etc. A la elección del color carac- responsáveis por tais assuntos igualmente prestar-se à questãobles de ello terístico de la empresa correspon- devem referir-se. da escolha da cor como uma ca-Antes de que so pueda concebir la de una gran importancia. Antes de que se possa inventar racterística da firma.retícula de una imagen de empre- uma grelha para formar a identi-sa deben estar disponibles todos dade visual duma firma, todos oslos documentos que tengan que documentos de tal firma a que seconfigurarse aplicará o desenho devem estarSi la empresa quisiera diseñar un disponíveis.nuevo logotipo o símbolo, en el Se a firma deseja possuir um novoproceso de creación de ambos emblema ou uma nova marca, odebe tenerse en cuenta la imagen papel de tal emblema ou marcade empresa que se quiere con- deve considerar-se também à luzcebir da imagem empresarial a desen- volver.
  • El sistema reticular en la imagen de empresa O sistema de grelhas na identidade visual7/14 7/14P o r t a d a s de folletos c o m e r c i a l e s C a p a s de folhetos de p r o d u c t o sLas p o r t a d a s de todos los pros- las i m á g e n e s de las p á g i n a s inte- As c a p a s de todas os folhetos, tal As fotos e s t ã o a l i n h a d a s c o m asp e c t o s , al Igual que las páginas riores y los titulares c o n los de las c o m o a c o n t e c e c o m as páginas ilustrações d a s p á g i n a s interioresi n t e r i o r e s , se han configurado so- páginas s i g u i e n t e s . interiores, d e s e n h a m - s e na grel- e o título da b r o c h u r a c o m os títu-bre la b a s e d e la retícula obligato- Retícula de 30 c a m p o s . ha que se asou para todo o outro los das p á g i n a s s e g u i n t e sria para t o d o el material impreso. Letra: Palo s e c o material impresso. O t a m a n h o e o Grelha de 30 c a m p o s .Los t i p o s y los t a m a ñ o s de letra A cuatro c o l o r e s tipo de letra p e r m a n e c e m os Tipo de letra: títulos sem serifa.p e r m a n e c e n iguales. Formato: A4, 2 9 , 7 x 21 cm mesmos. quatro c o r e sLos folletos de todo el programa Para a c a p a de folhetos d e d i c a d o s Formato: A4, 29.7 x 21 c mde p r o d u c t o s t i e n e n una fototemá- a listas g l o b a i s de produtos escol-tica e s p e c i a l para la portada, que he-se um t e m a fotográfico espe-se d i s t i n g u e sin posibilidad de cial que as distingue d u m pontoe q u i v o c o de la c o n c e p c i ó n de las de vista pictórico das brochurasi m á g e n e s de los prospectos de d e d i c a d a s a produtos em particu-las d i f e r e n t e s r e p r e s e n t a c i o n e s lar. Os produtos a p r e s e n t a m - s ede p r o d u c t o s . Estos se presentan c o m os seus c a m p o s de aplica-c o n s u s á m b i t o s de aplicación: ção: casa unifamiliar, desevolvi-c a s a unifamiliar, urbanización, mento da v i v e n d a , distrito, escola, barrio, e s c u e l a , industria, etc. indústria, etc. Las i l u s t r a c i o n e s se alinean con
  • El sistema reticular en la imagen de empresa O sistema de grelhas na identidade visual 17 Anverso y reverso de una revista 17 de e m p r e s a Primeira e última p á g i n a d u m a 18 b r o c h u r a de c o m p a n h i a15/16 15/16 F u r g ó n s u m i n i s t r a d o r c o n la m a r - 18D o b l e p á g i n a t o m a d a de Ia revista d u a s d u p l a p á g i n a s de um tolheto c a c o m e r c i a l y los c o l o r e s d e la C a m i n h ã o de e n t r e g a s c o m ade Ia e m p r e s a de c o m p a n h i a empresa m a r c a e cores da casa. 138 I m á g e n e s de la i z q u i e r d a sobre una cinta blanca se encuen- Fig. e s q u e r d a p r e s s a a vermelho numa faixa Los folletos y p r o s p e c t o s de las tra la m a r c a de la c a s a en rojo, Os f o l h e t o s e panfletos produzi- branca, limitada por uma área de e m p r e s a s c o n filiales en el ex- f l a n q u e a d a arriba y abajo por una d o s por c o m p a n h i a s internacio- a m a r e l o em cima e e m baixo. t r a n j e r o se c o n f i g u r a n a s i m i s m o superficie amarilla. nais d e s e n h a m - s e c o m a m e s m a c o n la m i s m a retícula. T a m b i é n grelha. A q u i os títulos a p a r e c e m T o d o s os outros meios publicitá- aquí se e n c u e n t r a n los t i t u l a r e s T o d o s los d e m á s e l e m e n t o s a los u m a vez m a i s c o m o m e s m o tipo rios tais c o m o bandeiras, material c o n el m i s m o t a m a ñ o y tipo de le- q u e se p u e d e aplicar publicidad, de letra, t a m a n h o e posição q u e de montras, sistemas de ilumina- tra y la m i s m a p o s i c i ó n q u e en los c o m o b a n d e r a s , e s c a p a r a t e s , le- nos e x e m p l o s anteriores. As ilus- ção, etc., estão d e s e n h a d o s se- e j e m p l o s a n t e r i o r e s . Las i m á g e - treros l u m i n o s o s , etc., se d i s e ñ a n t r a ç õ e s , o t e x t o e as l e g e n d a s es- g u n d o o m e s m a e s q u e m a de le- nes, el t e x t o y las l e y e n d a s se c o n la m i s m a c o n c e p c i ó n en las tão e m r e l a ç ã o h a r m ó n i c a . tras e cores. adaptan recíprocamente. letras y los colores. Fig. direita I m á g e n e s de la d e r e c h a . O logotipo «weishaupt», a verme- De i g u a l f o r m a q u e t o d o el mate- lho e m todo o material i m p r e s s o , rial i m p r e s o lleva la m a r c a weis- aparece igualmente e dum modo haupten rojo, t a m b i é n los vehícu- uniforme e m t o d o s os c a m i n h õ e s los de s u m i n i s t r o y s e r v i c i o de la de s e r v i ç o s e e n t r e g a da firma. A e m p r e s a lo l l e v a n de m o d o unifor- d i s p o s i ç ã o do e s q u e m a de letras me. La d i s p o s i c i ó n de las letras y e cores m a n t é m - s e o m e s m o e m los c o l o r e s es a s i m i s m o u n i f o r m e : t o d o s os l u g a r e s : a marca é im-
  • El sistema reticular en la imagen de empresa O sistema de grelhas na identidade visual19 19P o r t a d a y d o r s o del libro del ani- C a p a s do livro de J u b i l e u de O u r ov e r s a r i o de la e m p r e s a da c o m p a n h i a20 20 21/22 21/22D o b l e p á g i n a del libro del aniver- D u p l a p á g i n a do livro de J u b i l e u D o b l e s p á g i n a s del libro del ani- D u p l a s p á g i n a s do livro do J u b i l e us a r i o de la e m p r e s a de Ouro da c o m p a n h i a v e r s a r i o de la e m p r e s a de O u r o d a c o m p a n h i aEl libro de a n i v e r s a r i o de Ia em- se ha a m p l i a d o a 30 x 25,5 cm. O livro do J u b i l e u de Ouro da fir- tanto pela s u a estética c o m o pelop r e s a ha sido c o n f i g u r a d o s e g ú n Las fotografías se han e l e g i d o se- ma foi d e s e n h a d o s e g u n d o os seu c o n t e ú d o e i m p r e s s a s a qua-los m i s m o s p r i n c i p i o s que se apli- g ú n criterios tanto funcionales co- m e s m o s princípios usados na im- tro cores.c a r o n al m a t e r i a l i m p r e s o de pro- mo estéticos. T o d a s las ilustracio- p r e s s ã o do seu material publicitá-p a g a n d a . Los t i t u l a r e s y las leyen nes s o n a cuatro colores. rio. О texto e l e g e n d a s são de le-d a s se h a n c o m p u e s t o con tipo tra Helvetica. Os títulos estão co-H e l v é t i c a . Los titulares se en- l o c a d o s n u m e s p a ç o e m brancoc u e n t r a n e n u n e s p a c i o libre so- a c i m a da área tipográfica. As le-bre la m a n c h a . Las letras del lomo tras da l o m b a d a do livro e a orde-y la d i s p o s i c i ó n tipográfica de la n a ç ã o tipográfica do título do livrop á g i n a d e t í t u l o están de acuerdo e s t ã o e m relação c o m a área tipo-c o n la m a n c h a de las páginas in- gráfica d a s páginas interiores.teriores. No e n t a n t o para marcar o caráter P e r o , al o b j e t o de subrayar el ca- festivo do livro todas as fotogra- r á c t e r s o l e m n e del libro, todas las fias estão i m p r e s s a s e m toda a i l u s t r a c i o n e s se han impreso a e x t e n s ã o da p á g i n a e e s c o l h e u - s e s a n g r e , es d e c i r , sin blancos, y el u m formato maior, 30 x 25,5 cm, f o r m a t o del libro, en contraposi- e m lugar do c o n v e n c i o n a l A 4 . c i ó n al A 4 q u e se utiliza siempre, As fotografias foram selecionadas
  • La retícula en el diseño tridimensional A grelha no desenho tridimensionalAl igual que en el diseño bidimensional, también en el Exatamente como no desenho bidimensional, a grelhaespacial de tres dimensiones, el sistema reticular es un pode igualmente tornar-se uma ajuda útil no desenhoauxiliar útil. Hace posible la organización objetiva y sis- de composições tridimensionais. Permite que os meiostemática y la representación clara de los medios visua- visuais sejam dispostos dum modo prático e sistemáticoles; a d e m á s , puede reportar ventajas en ios aspectos de tal forma que sejam prontamente compreendidos pe-de tiempo, económico y estético. lo visitante e ao mesmo tempo torna-se ventajosa doEl diseño con retícula para una exposición espacial ponto de vista de economia, tempo e estética. Para de-comprende las cuatro paredes, la superficie del suelo y senhar uma exposição numa sala, a grelha aplica-la cubierta. Como en la resolución de problemas para se às quatro paredes, ao teto e ao soalho. Tal como nouna superficie bidimensional, la estructura de la retícu- caso de problemas apresentados pela superfície bidi-la, esto es, el tamaño de los campos reticulares mensional, a estrutura da grelha, isto é, o tamanho dosdepende: campos da grelha, dependea ade la magnitud del volumen, do tamanho da sala,b bdel número de informaciones textuales y gráficas que do número de pontos de informação, em texto e ima-d e b e n colocarse, gens, a colocar,с сdel t a m a ñ o y número de los productos que deban pre- do tamanho e número dos produtos a apresentar,sentarse, dd da mobília requerida pela sala: mesas, cadeiras, estan-del necesario amueblamiento del volumen: mesas, si- tes, paredes de exposição, luminárias, etc.llas, bastidores, pantallas protectoras, iluminado, etc. No caso de exposições, a informação através de textosEn exposiciones normalmente se limita al mínimo el e ilustrações reduz-se, em princípio, ao mínimo. Nota emensaje textual y gráfico. Letras e imágenes grandes y imagens, grandes e facilmente legíveis, uma organiza-claramente legibles, una clara organización de los pro- ção clara dos produtos, um uso moderado da cor e rela-ductos, una coloración moderada y referida al tema y cionada com o tema, uma concepção arquitetural fun-una concepción arquitectónica técnica funcional, con el cional, todos estes elementos podem, com a ajuda du-auxilio todo ello de una disposición reticular sistemática, ma grelha, sistematicamente ordenada, fazer com quepuede hacer al visitante más fácil y convincente la re- o visitante apreenda mais facilmente o que está em ex-cepción del tema. posição e se convença dos méritos dos produtos.En la disposición de texto e imágenes debe tenerse en Ao ordenar texto e imagens, um ponto a recordar é acuenta la altura de los ojos del visitante. Puede supo- altura a que o visitante os verá. Uma altura de 170 cmnerse una altura media de 170 cm. pode tomar-se como altura média.Los textos e imágenes situados a una altura excesiva Textos ou imagens colocados demasiado altos, cansamfatigan a quien los observa, puesto que tiene que man- o visitante porque obrigam-no a manter a cabeça levan-tener la cabeza inclinada hacia arriba, como también tada demasiado tempo; imagens e textos colocados de-resultan molestos los situados demasiado bajos. La masiado baixos, são igualmente fatigantes. Um ligeirotensión de los músculos es mínima cuando la cabeza se ângulo de inclinação da cabeça para baixo, exige ummantiene ligeramente inclinada. esforço mínimo da parte dos músculos. Ao projetar a
  • La retícula en el diseño tridimensional A grelha no desenho tridimensionalEn la planificación de la retícula para un diseño tridi- grelha dum desenho tridimensional o processo é basi-mensional se procede en principio como en la concep- camente o mesmo que o duma grelha bidimensional.ción de una retícula de dos dimensiones. Sin embargo, Alguns problemas adicionais derivam do material, ilumi-los problemas referentes al material, la iluminación y la nação e circulação dos visitantes.circulación de los visitantes son nuevos. A organização sistemática das três dimensões permiteMediante la división sistemática de la planta y de los que se taça o melhor uso possível da área de exposiçãoalzados puede optimizarse la superficie de la exposición ao apresentar os produtos ou o tema. Uma vez mais, opara la presentación de productos o temas. También en éxito depende de que se cumpram por parte do dese-este caso debe cumplirse por parte del diseñador una nhador as seguintes condições:serie de condiciones importantes para un efecto satis- estudo do problema,factorio: estudo das dimensões espaciais da área de exposição,estudio del problema estudo do meio ambiente e dos factores que podemestudio de las dimensiones de la superficie de la expo- exercer um certo tipo de influência no impacto produzi-sición do pela exposição,estudio del entorno y de los factores que pudieran influir estudo dos hábitos do visitante ao percorrer uma expo-en los resultados de la exposición en cualquier sentido sição com o habitual excesso de sensações visuais,estudio de los hábitos de los visitantes recorriendo una estudo do percurso e direcções a tomar na exposição,exposición con una oferta desmesurada de sensaciones estudo das condições de iluminação,visuales estudo das distâncias máximas a que os textos podemestudio de los desplazamientos de los visitantes, de la ler-se,dirección de los movimientos estudo da distância que separa um expositor de outro,estudio de la disposición del iluminado estudo dos problemas técnicos: água, conexões eléctriestudio de las distancias máximas desde las que aún cas, caraterísticas do solo do lugar da exposição.pueden leerse los letreros O nome da firma, emblema, produto, serviço, etc., bemestudio de las distancias a los expositores vecinos como os textos informativos, imagens e cor, todos de-estudio de los problemas técnicos: agua, conexiones vem estar fortemente iluminados dum modo claro, ine-eléctricas, dispositivos de suspensión, naturaleza del quívoco e adaptado à importância do artigo.terreno del recinto de la exposición.El nombre de la firma, el logotipo, el producto, la gamade prestación de servicios, etc., así como los textos in-formativos, las imágenes y colores deben destacarse,según su importancia, de modo claro y sin posibilidadde equívoco.
  • La retícula en el diseño tridimensional A grelha no desenho tridimensionalD i v i s i ó n r e t i c u l a r d e l a s c a r a s ex- D i v i s i ó n r e t i c u l a r d e las c a r a s in-ternas de un espacio tridimensio- Divisáo da grelha das faces exte- ternas de un espacio tridimensio- D i v i s ã o d a g r e l h a d a s faces inte-n a l , c o n b o s q u e j o d e t e x t o e ilus- riores d u m espago tridimensional n a l , c o n b o s q u e j o d e t e x t o e ilus- riores d u m espaço tridimensionaltración c o m texto e ilustração esboçados tración com texto e ilustração esboçadosEl d i s e ñ o e n t r e s d i m e n s i o n e s , e n p a r e d e s , p u e r t a s , v e n t a n a s y los D e s e n h a r a très d i m e n s õ e s , isto ção. O tamanho dos c a m p o s dael e s p a c i o , c o n a y u d a d e l s i s t e m a e l e m e n t o s del alumbrado. é, r e s o l v e r o s p r o b l e m a s e s p a - g r e l h a d e v e d e c i d i r - s e à luz d er e t i c u l a r c o n s t i t u y e e n p r i n c i p i o el El t a m a ñ o d e los c a m p o s r e t i c u l a - ciais, com o sistema de grelhas, considerações de ordem pratica.m i s m o p r o c e s o q u e el d i s e ñ o bidi- res se e s t a b l e c e en función de não difere em princípio do trabal- O tamanho da grelha pode deter-m e n s i o n a l e n el p l a n o . C o n el c o n s i d e r a c i o n e s p r á c t i c a s . El ta- h a r c o m d u a s d i m e n s õ e s . A ma- minar-se segunda a quantidadeejemplo del cubo puede explicar- m a ñ o d e la r e t í c u l a p u e d e « s t a - neira como a grelha pode aplicar- de texto e informação ilustrada as e f á c i l m e n t e el p r o b l e m a d e la b l e c e r s e s e g ú n la c a n t i d a d d e in- se se explica facilmente c o m a colocar nas paredes, s e g u n d o or e t í c u l a , el p r o b l e m a d e la c o n f i - formaciones textuales y gráficas ajuda dum cubo. As superfícies tamanho e quantidade dos artigosg u r a c i ó n c o n e l l a . L a s c a r a s ex- q u e h a y a q u e colocar en las pare- exteriores — e portanto as superfí- a expor, ou segundo o mobiliáriot e r n a s e i n t e r n a s d e l c u b o s e cu- d e s , s e g ú n el t a m a ñ o y c a n t i d a d cies interiores t a m b é m — cobrem- n e c e s s á r i o c o m o e s t a n t e s , me-b r e n c o n la m a l l a r e t i c u l a r d e s e a - de los o b j e t o s a e x p o n e r , o s e g ú n se c o m a grelha reticular pertinen- sas, cadeiras, aparadores, etc.d a si e s q u e s e t r a t a d e c o n f i g u r a r el m o b i l i a r i o n e c e s a r i o , c o m o te, d e f o r m a a q u e a s f a c e s d e f o r ael e x t e r i o r y el i n t e r i o r . bastidores, mesas, sillas, arma- c o m o a s d e d e n t r o e n t r e m n o de-Textos e ilustraciones, pero tam- rios, etc. s e n h o . O s textos e as i l u s t r a ç õ e sb i é n l o s m u e b l e s , s e a j u s t a n a las bem como o mobiliário harmoni-d i m e n s i o n e s d e la r e t í c u l a . T a m - z a m - s e c o m as d i m e n s õ e s debién se a d a p t a n a las d i m e n s i o n e s grelha, incluindo nesta harmoni-d e la r e t í c u l a las a b e r t u r a s d e las z a ç ã o as a b e r t u r a s , p a r e d e s jane- las, portas e s i s t e m a s de ilumina-
  • La retícula en el diseño tridimensional A grelha no desenho tridimensionalD i v i s i ó n reticular d e las 6 carasi n t e r n a s a b a t i d a s de un e s p a c i o D i v i s ã o d a g r e l h a das 6 faces inte-tridimensional: suelo. 4 paredes riores d u m e s p a ç o t r i d i m e n s i o n a llaterales y techo e m solo, 4 m u r o s laterais e teto. 144El c u b o d e s p l e g a d o da al d i s e ñ a - La b ú s q u e d a de la retícula practi- Se se d e s d o b r a o cubo, o dese- A procura d u m a grelha c o n v e n i e n -dor u n a idea de c o n j u n t o s o b r e las cable p u e d e costar m u c h o tra- n h i s t a terá u m a idéia das superfí- te pode tornar-se u m p r o c e s s osuperficies y espacios disponi- bajo, e s p e c i a l m e n t e c u a n d o se cies e s p a ç o s à sua d i s p o s i ç ã o . Se muito laborioso p a r t i c u l a r m e n t ebles. A u n q u e el e s p a c i o a configu- trata de una retícula con el q u e o e s p a ç o a d e s e n h a r t e m outras q u a n d o tal grelha tenha q u e dar arar t e n g a o t r a s p r o p o r c i o n e s , ello d e b a n resolverse m u c h o s proble- d i m e n s õ e s , isto não afeta o pro- s o l u ç ã o a p r o b l e m a s muito dife-no m o d i f i c a e n a b s o l u t o lo princi- mas diferenies. c e d i m e n t o básico a adotar na pro- rentes.pal del m é t o d o de b ú s q u e d a de la c u r a d u m a grelha c o n v e n i e n t e .r e t í c u l a a d e c u a d a El d i s e ñ a d o r Vai e x p e r i m e n t a n d o várias manei-esboza distintas subdivisiones ras de dividir estas superfícies atéhasta que cree haber encontrado q u e p e n s a ter encontrado a solu-la r e t í c u l a c o r r e c t a . E n t o n c e s co- ção c o r r e c t a . C o m e ç a então a tra-m i e n z a a p r o c u r a r la s o l u c i ó n de balhar na s o l u ç ã o do seu proble-los p r o b l e m a s . Si la r e t í c u l a no re- ma. Se a g r e l h a se revela inconve-s u l t a a p r o p i a d a , i n t e n t a dar c o n niente, c o n t i n u a c o m os seus es-n u e v a s p r o p o r c i o n e s de retícula b o ç o s até dar c o m outra que lheh a s t a q u e d i s p o n g a de la defi- dê a r e s p o s t a final ao seu pro-nitiva. blema.
  • La retícula en el diseño tridimensional A grelha no desenho tridimensional D i v i s i ó n reticular de las caras in- t e r n a s d e un e s p a c i o tridimensio- D i v i s ã o das faces interiores d u m nal c o n b o s q u e j o de puertas, pavi- e s p a ç o t r i d i m e n s i o n a l c o m os es- m e n t o , i l u m i n a c i ó n del techo, tex- boços de portas, solo, luzes, tos e i l u s t r a c i o n e s textos e quadros145 El d i s e ñ o m u e s t r a c ó m o textos, c i ó n de la c a b e z a i n c l i n a d a hacia O d i a g r a m a mostra como portas, i l u s t r a c i o n e s y la iluminación del atrás p u e d e resultar muy fati- textos, ilustrações e luzes (no tec- t e c h o p u e d e n d i s p o n e r s e y ajus- gante. to) p o d e m ordenar-se a relacio- tarse r e c í p r o c a m e n t e en el siste- nar-se c o m a ajuda d u m a grelha. m a reticular. Um ponto a ter em conta no dese- D e b e p r e s t a r s e atención siempre nho e s p a c i a l é a altura da vista a e n los d i s e ñ o s e s p a c i a l e s a la al- que o visitante d u m a e x p o s i ç ã o , tura de los ojos d e s d e la que los terá que Ia, por exemplo, as infor- v i s i t a n t e s de una e x p o s i c i ó n se mações. v e n o b l i g a d o s a leer, por ejemplo, Todos os elementos formais, las i n f o r m a c i o n e s . cujas d i m e n s õ e s têm que ser de- T o d o s los e l e m e n t o s formales t e r m i n a d a s , deveriam apresentar- c u y a s d i m e n s i o n e s haya que de- se de tal forma que e n c a i x e m no t e r m i n a r d e b e n poder incorporar- sistema da grelha. se al s i s t e m a reticular T e x t o s , ilustrações, listas, etc., a Los t e x t o s , ilustraciones, tablas, 1er de muito perto, não d e v e r i a m etc., q u e h a y a q u e leer a corta c o l o c a r - s e d e m a s i a d o altos uma d i s t a n c i a no d e b e n situarse a de- vez que o manter a c a b e ç a eleva- m a s i a d a altura p u e s t o que la posi- da pode tornar-se muito fatigante
  • La retícula en el diseño tridimensional A grelha no desenho tridimensionalD i v i s i ó n reticular de las caras in- S u b d i v i s ã o das faces interiorest e r n a s de un e s p a c i o t r i d i m e n s i o - d u m e s p a ç o t r i d i m e n s i o n a l emnal, c o n e l e m e n t o s i n d i v i d u a l e s e l e m e n t o s s i m p l e s do m e s m ode igual tamaño tamanho 146 En e s t a r e p r e s e n t a c i ó n se han di- Neste d i a g r a m a as superficies v i d i d o las s u p e r f i c i e s de las pare- d a s p a r e d e s , solo e tecto foram d e s , s u e l o y t e c h o en e l e m e n t o s d i v i d i d a s e m e l e m e n t o s de igual d e l m i s m o t a m a ñ o . El m é t o d o de t a m a n h o . O método de dividir su- d i v i d i r las s u p e r f i c i e s en u n i d a d e s perficies e m unidades menores é p e q u e ñ a s p u e d e r e s p o n d e r a con- de éxito seguro no terreno da prá- s i d e r a c i o n e s p r á c t i c a s . Las uni- tica. As u n i d a d e s pequenas po- d a d e s p e q u e ñ a s p u e d e n fabricar- d e m pré-fabricar-se e transportar- se y t r a n s p o r t a r s e con facilidad, se f a c i l m e n t e , montar-se e des- m o n t a r s e y d e s m o n t a r s e de nuevo. m o n t a r - s e de novo. En u n a e s t r u c t u r a bien c o n s t r u i d a Os e l e m e n t o s com as m e s m a s di- los e l e m e n t o s de i g u a l e s d i m e n - m e n s õ e s e construidos de forma s i o n e s p u e d e n e m b a l a r s e y alma- r e s i s t e n t e p o d e m empilhar-se e c e n a r s e b i e n . De este m o d o , pue- a r m a z e n a r - s e rapidamente. Po- d e n ser u t i l i z a d o s d u r a n t e años. d e m servir muitos anos. Somente S ó l o h a b r í a q u e i n t r o d u c i r modifi- a i n f o r m a ç ã o , que constantemen- c a c i o n e s e n las i n f o r m a c i o n e s , te d e v e atualizar-se, teria que re- q u e d e b e n a c t u a l i z a r s e en c a d a vestir u m d e s e n h o distinto. caso.
  • La retícula en el diseño tridimensional A grelha no desenho tridimensional D i v i s i ó n reticular de e l e m e n t o s de i g u a l t a m a ñ o c o n b o s q u e j o de tex- Divisão de e l e m e n t o s do m e s m o to e i l u s t r a c i o n e s sobre los t a m a n h o c o m c a m p o s de texto e campos ilustração, e s b o ç a d o s147 Las r e p r e s e n t a c i o n e s de arriba Os d i a g r a m a s acima indicados m u e s t r a n ú n i c a m e n t e los elemen- mostram s i m p l e s m e n t e amplia- tos i n t e g r a n t e s del dibujo de la pá- ções das u n i d a d e s estruturais do g i n a a n t e r i o r , a u m e n t a d o s . Puede d e s e n h o da página precedente. v e r s e a h o r a c o n una mayor clari- A d i s p o s i ç ã o dos títulos, textos e d a d la d i s p o s i c i ó n de títulos, tex- ilustrações tornar-se agora mais tos e i l u s t r a c i o n e s . La representa- visível. A a p r e s e n t a ç ã o é diagra- c i ó n es sólo e s q u e m á t i c a porque mática porque o problema de de- el p r o b l e m a de la configuración s e n h o pode explicar-se mais sim- p u e d e e x p l i c a r s e con más senci- ples e claramente através de llez y c l a r i d a d m e d i a n t e retícula. grelhas. El d i s e ñ a d o r p o d r á encontrar sin Uma vez que o desenhista capte o esfuerzo soluciones convincentes princípio e o uso do sistema de p a r a los p r o b l e m a s que se le plan- grelhas, náo terá nenhumas difi- t e a n s ó l o c u a n d o haya e n t e n d i d o culdades e m encontrar boas e el p r i n c i p i o del e m p l e o de la retí- c o n v i n c e n t e s soluções para os cula. p r o b l e m a s que se lhe apre- sentem.
  • La retícula en el diseño tridimensional A grelha no desenho tridimensionalRetícula en un espacio tridimen- Grelha no espaço tridimensionalsional con b o s q u e j o de ilumina- c o m luzes, piso, móveis, textos ec i ó n , p a v i m e n t o , m o b i l i a r i o , tex- ilustrações, todos sob a forma detos e ilustraciones esboços 148C o n esta r e p r e s e n t a c i ó n en pers- Este d e s e n h o em perspectivap e c t i v a s e e x p l i c a el m o d o c o m o mostra diagramaticalmente comos e r e a l i z a la d i v i s i ó n y e s t r u c t u r a - o e s p a ç o p o d e s e r a r t i c u l a d o e es-c i ó n e s p a c i a l e s p o r m e d i o d e la t r u t u r a d o c o m a a j u d a d u m a grel-r e t í c u l a . El m o b i l i a r i o , la i l u m i n a - ha. M ó v e i s , i l u m i n a ç ã o , tipografiac i ó n e n el t e c h o , la t i p o g r a f í a y l a s é ilustrações, todos estes elemen-ilustraciones están condicionados tos estão em relação com a grelhap o r la r e t í c u l a e n lo t o c a n t e a no q u e a t a m a n h o e d i s p o s i ç ã o nom a g n i t u d y d i s p o s i c i ó n e n el v o l u - e s p a ç o , s e refere. U m a s d a s mui-m e n . El s u e l o , c o m o u n a e n t r e tas p o s s i b i l i d a d e s c o n s i s t e e mm u c h a s p o s i b i l i d a d e s , p u e d e cu- cobrir o piso c o m placas ou estei-brirse c o n a z u l e j o s o esteras del ras q u e t e n h a m o t a m a n h o d u m at a m a ñ o de una unidad reticular, unidade da grelha e outra soluçãoaunque también puede emplearse está em cobri-lo muito simples-una m o q u e t a entera para cubrirlo m e n t e c o m u m tapete, de p a r e d epor completo. Un revestimiento a parede. Um soalho revestido ad e l s u e l o m o n o c r o m o p u e d e refor- uma só cor pode ajudar a pôr osz a r c o n s i d e r a b l e m e n t e el e f e c t o outros elementos em destaque.de los otros e l e m e n t o s e s p a c i a l e s .
  • Ejemplos de exposiciones Exemplos de exposiçõesLa arquitectura de exposiciones experimentó un cambio Com a construção do Palácio de Cristal em Londrescon la construcción del Palacio de Cristal, en la Exposi- (1851) a arquitetura promocional alcançou um pontoción Universal de 1856 en Londres, con consecuencias decisivo exercendo aínda hoje a sua influência. Estaque aún se hacen sentir. Entonces se concibió por vez era a primeira vez que uma estrutura tão gigantesca iaprimera toda la gigantesca estructura con elementos ser construida utilizando elementos pré-fabricados; foipretabricados y se construyó en un tiempo récord. Este levantado num tempo recorde. Este revolucionáriopaso revolucionario pasó inadvertido entonces para el avanço passou desapercibido aos desenhistas gráficosmundo profesional del diseño gráfico o, cuando menos, de então, ou pelo menos não se viam nenhuns resulta-no se produjeron resultados visibles. Sólo después de dos visíveis. Foi só depois da Segunda Grande Guerrala segunda guerra mundial, en Italia, aparecieron confi- que apareceram projetos de exposição na Itália, notá-guraciones de exposiciones que mostraban estructuras veis pela sua semelhança com a grelha, pela sua cons-de tipo esquelético, similares a una retícula. Pero en las trução esquelética. No entanto, o texto e os gráficosdisposiciones reticulares no estaban aún integrados el não estavam integrados dentro do sistema da grelha;texto y los elementos gráficos. Estos se concebían to- continuavam a desenhar-se independentemente das di-davía con independencia de las medidas de los elemen- mensões dos elementos da exposição.tos de la exposición. As exposições desenhadas dum modo sistemático em que o estande, os textos, as imagens, o produto, etc.,E x p o s i c i o n e s sistemáticamente configuradas en las constituíam uma unidade formal e estavam relacionadosq u e texto, imagen, producto, etc., constituían una uni uns com os outros segundo as suas proporções, foramd a d formal y proporcional aparecen por primera vez en vistas pela primeira vez nas feiras dos anos cinqüenta.las ferias suizas de los años cincuenta. Estos ejemplos Estes exemplos foram rapidamente copiados pelos de-encontraron imitación especialmente en Alemania entre senhistas progressistas da Alemanha. Mas mesmo hojediseñadores progresistas. Pero tanto en ferias naciona- este tipo de exposições são a grande excepção tantoles como internacionales siguen constituyendo la ex- nas feiras internacionais como nacionais.cepción. Hay varias razones para ello: por un lado, el Há uma série de razões para explicar este fenómeno:trabajo conceptual y práctico cuando se emplea la retí- primeiramente, o uso dum^ grelha reclama um esforçocula es más exigente y requiere más tiempo, aparte del mental maior e maiores esforços práticos, o que equiva-hecho de que la mayor parte de los diseñadores de ex- le a dizer mais tempo, também. Além disso, muitos posiciones carecen de los conocimientos necesarios. projetistas de exposições carecem do conhecimento Por otro lado, los trabajos para las exposiciones se lle- necessário. Uma vez mais, o trabalho duma exposição van a cabo casi siempre con gran premura de tiempo y geralmente tem que ser feito dentro dumas exigências los diseñadores no hallan tranquilidad para el trabajo de rapidez e os desenhistas não podem encontrar a cal- planificador y constructivo. ma necessária para trabalhar de acordo com um projeto Hay otro aspecto a considerar. Hoy se dispone de nue- construtivo. vos medios de publicidad y exhibición. Las presentacio- nes con diapositivas, las demostraciones y degustacio- Há um outro ponto que pode igualmente jogar um papel. nes de productos han creado un nuevo estiio. Los efec- Hoje dispomos de novos meios de publicidade e apre- tos acústicos y luminosos se han hecho más refinados. sentação. Sessões de diapositivos e filmes, demostra- La presentación convencional de imagen, texto y pro- ções do produto e facilidades para prová-los criaram ducto ha sido relevada en muchas partes por medios novos pontos de ênfase. Os efeitos de som e luz torna- publicitarios más atractivos. ram-se mais elaborados. A apresentação convencional
  • Ejemplos de exposiciones Exemplos de exposiçõesPero los resultados notables y su gran duración en el de imagens, texto e produto foi em muitos casos substi-tiempo tienen un efecto constante en la voluntad de lo- tuida por meios de publicidade mais atraentes, cuja su-grar soluciones constructivas, bien organizadas, inte- bordinação a um conceito geral de planificação estágradoras de todos los elementos visuales. ainda por fazer.El diseñador moderno que trabaja en tres dimensiones No entanto, os empreendimentos importantes que ultra-se enfrenta con múltiples exigencias. Debe funcionar passam uma etapa particular do tempo, não deixarãocomo constructor, arquitecto, tipógrafo, diseñador, fotó- nunca de causar impressão porque refletem a vontadegrafo y conocedor del cine, como psicólogo de colores y firme de encontrar uma solução, cuidadosamente or-c o m o asesor. Como constructor debe tener conocimien- questrada, a fim de incluir todos os meios visuais dentrotos de resistencia de materiales y de estructuras; como dum desenho.arquitecto, talento para la planificación y la configura- O moderno desenhador tridimensional tem que ser umción del espacio. Como tipógrafo y diseñador gráfico h o m e m com muitos recursos. Tem que ser projetista,tiene que disponer los instrumentos de la información arquiteto, tipógrafo, desenhista gráfico, fotógrafo e ex-(texto, foto, dibujo, color) de forma lógica y funcional en perto em filmes, psicólogo das cores e conselheiro ge-relación proporcional a la arquitectura de la exposición; ral. Como projetista deve estar familiarizado com oscomo arquitecto de interiores proyecta la instalación de materiais e métodos estruturais, como arquiteto, develos elementos del alumbrado, de los bastidores y vitri- ser capaz de planificar e organizar o espaço dum modonas, del mobiliario, de las salas de conferencias, etc. Y, funcional. Como tipógrafo e desenhista gráfico tem quefinalmente, el diseñador es responsable de la organiza- ordenar os meios de informação, texto, fotografia, de-ción del calendario de compromisos y de su cumplimien- senho e cor, de tal modo que apresentem uma relaçãoto, de los presupuestos y de los pagos. lógica e funcional com a arquitetura e mostrem as suasC o n el crecimiento de las ferias nacionales e internacio- proporções. Como um decorador, planifica a inserçãonales, y con su creciente importancia económica, los no conjunto, dos sistemas de iluminação, as estantes,diseñadores se han hecho auténticos especialistas en os mostruários, o mobiliário e as salas de conferências.exposiciones. En los últimos veinte años se ha desarro- E finalmente, o desenhista é responsável pela organiza-llado una cantidad respetable de nuevos sistemas de ção do programa, velando pelo seu cumptimento, con-exposición consistentes en elementos combinables, de seguindo ofertas e asistlndo ao balanço final. 150gran variación, con medidas unificadas (sistema de las Com o aumento do número das feiras nacionais e inter-unidades unificadas de montaje). Tales sistemas simpli- nacionais e a sua importância crescente no mundo dos negócios, os desenhistas tiveram que tornar-se verda-fican en gran manera la construcción de las exposicio- deiros especialistas da exposição. Durante os últimosnes, reducen el tiempo de construcción y hacen posible 20 anos, desenvolveram-se bastantes sistemas novosque los mismos elementos puedan usarse múltiples de exposição, baseados no sistema da unidade deveces. construção, usando elementos dimensionados dum mo- do uniforme, podendo montar-se de muitas e diferentes maneiras. Facilitam grandemente a construção de ex- posições, reduzem o tempo de montagem e permitem que o material seja usado muitas vezes.
  • Ejemplos de exposiciones Exemplos de exposiçõesM o d e l o 1: 20 de un s t a n d de expo- M o d e l o 1:20 de e s t a n d e para ex-sición posiçãoEste e j e m p l o , extraído de la prác- nimo los m a l o s e n t e n d i d o s entre Este e x e m p l o , tirado da prática, sões entre o c l i e n t e e o d e s e n h i s t atica, m u e s t r a c ó m o el diseñador cliente y d i s e ñ a d o r . mostra c o m o o desenhista faz um p o d e m a s s i m r e d u z i r - s e aoe l a b o r ó un m o d e l o a escala del lo- m o d e l o e m escala do espaço da mínimo.cal d e la e x p o s i c i ó n con objeto de e x p o s i ç ã o , tornando-se assimp r e s e n t a r una idea de la misma. p o s s í v e l dar uma idéia de c o m o aC o m o s i g u i e n t e paso, dispuso en e x p o s i ç ã o poderia ser organizadael m o d e l o c u a n t o s objetos, ins- O p a s s o seguinte será introduzirc r i p c i o n e s , etc., se n e c e s i t a b a n os o b j e t o s , textos, etc., que se ne-e n la e x p o s i c i ó n , t a m b i é n a escala c e s s i t a m para a exposição, res-exacta. p e i t a n d o igualmente a escala. Es- Este m o d o de trabajar simplifica te p r o c e d i m e n t o facilita grande- c o n s i d e r a b l e m e n t e la discusión mente as d i s c u s s õ e s com o clien- c o n el cliente q u e , con auxilio del te C o m a ajuda de um modelo co- m o d e l o , p u e d e hacerse una idea mo este o cliente pode fazer-se p r e c i s a del p r o y e c t o y de su reali- u m a idéia bastante exata do z a c i ó n . T a m b i é n le permite intro- projeto e de como será realizado. d u c i r c o r r e c c i o n e s . Con este mé- Pode ao m e s m o t e m p o introduzir t o d o de t r a b a j o se reducen al mí- todas as modificações que consi- dere necessárias. As incompreen-
  • Ejemplos de exposiciones Exemplos de exposições iE x p o s i c i ó n « D e p o r t e » c o n ele- E x p o s i ç ã o «Sport» c o m p a i n é i sm e n t o s m u r a l e s de i g u a l t a m a ñ o p r é - f a b r i c a d o s de t a m a n h oprefabricados uniforme 152El p r o y e c t a r c o n el a u x i l i o de la cies de las i m á g e n e s , sencilla, O uso d u m a g r e l h a na planíficaçáo eficaz, de c o m o as áreas ilustra-r e t í c u l a ha d a d o b u e n o s resulta- pero muy práctica. m o s t r o u na prática, u m a e outra das e n c a i x a m na grelha.d o s en la p r á c t i c a en m ú l t i p l e s vez, o s e u valor. O e x e m p l o acimao c a s i o n e s . El e j e m p l o s u p e r i o r dá u m a idéia de c o m o , através du-proporciona una buena ilustración ma o r g a n i z a ç ã o rigorosa e práticade c ó m o la c o n f i g u r a c i ó n m e d i a n - da i n f o r m a ç ã o e m textos e ilustra-te u n a o r g a n i z a c i ó n o b j e t i v a y ri- ç õ e s , o d e s e n h o atrai d u m a formag u r o s a de las i n f o r m a c i o n e s tex- mais a c e n t u a d a a a t e n ç ã o do visi-t u a l e s y g r á f i c a s o r i e n t a al o b s e r - tante p a r a os t e m a s apresenta-v a d o r de m o d o m á s d e c i d i d o ha- dos. Não há a c e s s ó r i o s formaiscia los t e m a s r e p r e s e n t a d o s . No de n a t u r e z a p u r a m e n t e decorativase le s o b r e c a r g a ni se le c a n s a que o distraiam desnecessaria-c o n e l e m e n t o s a c c e s o r i o s forma- mente. Uma apresentação comles y d e c o r a t i v o s . El m e n s a j e pro- esta d i s c i p l i n a a s s e g u r a de que apio de la i m a g e n d e s t a c a primaria- m e n s a g e m visual das i m a g e n s é am e n t e g r a c i a s al m o d o de repre- que p r i m e i r o p a s s a .sentación disciplinado. Os q u a t r o p a i n é i s m o s t r a m o mo-Los 4 e l e m e n t o s de la t a b l a ilus- do, s i m p l e s mas e x t r e m a m e n t et r a n la r e t i c u l a c i ó n de las superfi-
  • Ejemplos de exposiciones Exemplos de exposiçõesi E x p o s i c i ó n móvil «Suiza» c o n ele- E x p o s i ç õ e s de v i a g e n s m e n t o s p r e f a b r i c a d o s de igual « S c h w e i z » c o m e l e m e n t o s pré-fa- tamaño b r i c a d o s de t a m a n h o uniforme 153 La c o n f i g u r a c i ó n de la e x p o s i c i ó n midad, c l a r i d a d y a m p l i t u d e n la A e x p o s i ç ã o foi planificada c o m o d a d e , c l a r e z a e a m p l i d ã o na apre- r e s p o n d e al c a r á c t e r itinerante p r e s e n t a c i ó n del t e m a . u m a e x p o s i ç ã o de v i a g e n s a orga- s e n t a ç ã o do t e m a . p a r a el q u e se c o n c i b i ó , de m o d o nizar não s o m e n t e e m e s p a ç o s fe- q u e d e b í a m o n t a r s e tanto en es- c h a d o s mas t a m b é m ao ar livre. p a c i o s c e r r a d o s c o m o al aire libre. Por c o n s e g u i n t e os e l e m e n t o s fo- Por e s a razón, los e l e m e n t o s se ram feitos c o m materiais retisten- f a b r i c a r o n c o n material resistente tes à água. a los a g e n t e s atmosféricos. A e x p o s i ç ã o teve que ser desen- La c o n c e p c i ó n de la e x p o s i c i ó n hada dentro d u m a flexibilidade na d e b í a permitir t a m b i é n flexibilidad d i s p o s i ç ã o d o s painéis de forma a e n la d i s p o s i c i ó n de los paneles y, a garantir a sua adaptabilidade ás d e e s a forma, q u e se adecuara a diferentes d i m e n s õ e s dos las d i s t i n t a s d i m e n s i o n e s de los lugares. l u g a r e s d e m o n t a j e . Los textos Os t e x t o s e s t ã o e m três línguas. s o n t r i l i n g ü e s . Por obra de la retí- G r a ç a s à grelha e s c o l h i d a , as c u l a e l e g i d a , la proporción que ilustrações, gráficos e texto estão m a n t i e n e n las i m á g e n e s , las re- relacionadas de tal forma que se p r e s e n t a c i o n e s gráficas y el texto cria u m a i m p r e s s ã o de uniformi- p r o d u c e una i m p r e s i ó n de unifor-
  • Ejemplos de exposiciones Exemplos de exposições 3/4 3/4E x p o s i c i ó n de la e m p r e s a Ing. С. E x p o s i ç ã o por Ing. С. Olivetti & M o n t a j e d e los s o p o r t e s normali- M o n t a g e m das estruturas padro-Olivetti & С.S.p.A. С., S.p.А. z a d o s c o n p a n e l e s de texto nor- n i z a d a s de suporte c o m o painel1 1 malizados p a d r o n i z a d o para textos.D i s e ñ o reticular de la p l a n t a D e s e n h o da g r e l h a para a planta 5 52 2 Estructura soportante y construc- Estrutura de suporte e c o n s t r u ç ã oP l a n t a y d i s e ñ o del t e c h o Planta e d e s e n h o do teto c i ó n d e l t e c h o t i p o bastidor da a r m a ç ã o do teto. La c o n c e p c i ó n d e l s t a n d de e x p o - d i a n t e g r a p a s a d e c u a d a s . Los pa- Este e s t a n d e da e x p o s i ç ã o Olivet- verticais de suporte por meio de s i c i ó n d e O l i v e t t i se ha d i s e ñ a d o neles c o n texto e s t á n d o b l a d o s en ti foi d e s e n h a d o lógica e funcio- parafusos. Os painéis de texto fo- consecuente y funcionalmente s e m i c í r c u l o e n su e x t r e m o supe- n a l m e n t e c o m a ajuda d u m a ram a r r e d o n d a d o s na parte alta c o n a u x i l i o de u n a retícula. rior y de este m o d o p u e d e n ser grelha. formando um semicírculo que per- La figura 1 m u e s t r a el p r o y e c t o de e n g a n c h a d o s a los e l e m e n t o s ho- A Fig. 1 m o s t r a o plano que com- mite d e p e n d u r á - l o s dos m e m b r o s la p l a n t a c o n 9 c a m p o s . r i z o n t a l e s de unión. preende 9 campos. horizontais de c o n e x ã o . La figura 2 e x p r e s a la idea de los La figura 5 ilustra p l á s t i c a m e n t e A Fig. 2 e x p r e s s a a idéia d o s ele- A Fig. 5 mostra em 3 d i m e n s õ e s e l e m e n t o s d e s u p e r f i c i e q u e han la o r g a n i z a c i ó n c o n t i n u a de la m e n t o s p l a n o s q u e serão o supor- c o m o o d e s e n h o se resolve total- d e a p o y a r el t e c h o . La c u b i e r t a c o n f i g u r a c i ó n c o n u n i d a d e s reti- te do teto da e x p o s i ç ã o . O teto es- m e n t e em u n i d a d e s da grelha. Os e s t á r e t i c u l a d a c o m o la p l a n t a ; las culares. Los e l e m e n t o s más redu- tá d e s e n h a d o sobre uma grelha p e q u e n o s produtos e n c o n t r a m - s e s u p e r f i c i e s de a p o y o c o r r e s p o n - c i d o s s o n a s i m i s m o integrados en igual à do solo; os e l e m e n t o s de i g u a l m e n t e integrados no siste- d e n e n su a n c h u r a a la l o n g i t u d o el s i s t e m a . Las l á m p a r a s se colo- suporte t ê m a m e s m a largura que ma. As luzes c o l o c a m - s e no teto. a la d i a g o n a l de un c a m p o reti- can en la estructura del techo. La o c o m p r i m e n t o ou a d i a g o n a l d u m As c o m p o n e n t e s de suporte e de cular. e s t r u c t u r a de detalle de los ele- campo da grelha. c o n e x ã o do estande estão tam- m e n t o s s u s t e n t a d o r e s y de unión As Figs. 3 e 4 m o s t r a m c o m o os bém, no que aos seus p o r m e n o r e s L a s figuras 3 y 4 e x p l i c a n la reali- t a m b i é n está b a s a d a en la división e l e m e n t o s de c o n s t r u ç ã o foram se refere, b a s e a d a s na divisão da z a c i ó n t é c n i c a y el m o n t a j e de los reticular. d e s e n h a d o s e l e v a n t a d o s . Os grelha. e l e m e n t o s c o n s t r u c t i v o s . L o s ele- m e m b r o s h o r i z o n t a i s de c o n e x ã o m e n t o s de u n i ó n h o r i z o n t a l e s se estão u n i d o s c o m os e l e m e n t o s u n e n a la e s t r u c t u r a de a p o y o me-
  • Ejemplos de exposiciones Exemplos de exposiçõesб 6R e p r e s e n t a c i ó n de c o n j u n t o di- D e s e n h o m o s t r a n d o todo o estan-b u j a d a del s t a n d de la e x p o s i c i ó n de da e x p o s i ç ã o j u n t a m e n t e c o mc o n el material e x p u e s t o os p r o d u t o s e x p o s t o s6La r e p r e s e n t a c i ó n precisa y a es- T r a t a n d o - s e d u m d e s e n h o precisocala de la figura 6 ofrece ya una e s e g u n d o e s c a l a , a Fig. 6 d á - n o sidea de la forma c o m o se presen- u m a idéia muito boa do aspetotará al v i s i t a n t e el s t a n d de expo- q u e a e x p o s i ç ã o real dará ao visi-s i c i ó n a e s c a l a natural. tante.P s i c o l ó g i c a m e n t e , la c o n c e p c i ó n Psicologicamente a concepçãoc o n s t r u c t i v a y l ó g i c o - t u n c i o n a l de estrutural da e x p o s i ç ã o com a suala e x p o s i c i ó n p u e d e transmitirse c o m p o s i ç ã o lógica e funcional po-de m o d o p o s i t i v o a los p r o d u c t o s de ser um i n s t r u m e n t o eficaz paraexpuestos. fazer c o m que as mercadorias ex- postas a p a r e ç a m c o m uma vanta- g e m particular.
  • Ejemplos de exposiciones Exemplos de exposiçõesExposición móvil «Deutschlands E x p o s i ç ã o de v i a g e n s « D e u t s -W e g » c o n e l e m e n t o s prefabrica- c h a n d s W e g » c o m e l e m e n t o s pre-d o s de igual t a m a ñ o fabricados de t a m a n h o uniformeEsta e x p o s i c i ó n se c o n c i b i ó , co- g a n c i a y ligereza, los e l e m e n t o s Tal como o exemplo p r e c e d e n t e , certa altura do solo e fixados am o el e j e m p l o anterior, c o n retícu- de las t a b l a s se l e v a n t a r o n del esta e x p o s i ç ã o foi d e s e n h a d a u m a c o n s t r u ç ã o mural.la s e n c i l l a , c o n e l e m e n t o s prefa- suelo y se a t o r n i l l a r o n a una es- c o m uma grelha simples, u s a n d ob r i c a d o s del m i s m o t a m a ñ o . La tructura de las p a r e d e s . e l e m e n t o s pré-fabricados de ta-e x p o s i c i ó n se m o n t ó en 6 v a g o n e s m a n h o idêntico. A e x p o s i ç ã o foid e ferrocarril y se m o s t r ó en dife- realizada em 6 vagões ferroviáriosrentes ciudades como exposición e a p r e s e n t a d a em várias c i d a d e sitinerante. c o m o uma exposição itinerante.La e s t r e c h e z de los v a g o n e s obli- A estreiteza dos v a g õ e s o b r i g o u agó a c o l o c a r los t e m a s en la mitad colocar os temas na parte supe-s u p e r i o r de las tablas. De este rior dos painéis. Os visitantes po-m o d o los v i s i t a n t e s p o d í a n mover- diam assim deslocar-se ao l o n g ose en los e s t r e c h o s pasillos sin in- dos estreitos corredores, s e m ne-clinarse. c e s s i d a d e de inclinar-se. El e s p a c i o de que se d i s p o n í a pa- O espaço disponível para os ele- ra las r e p r e s e n t a c i o n e s gráficas mentos gráficos foi d i v i d i d o e m se s u b d i v i d i ó en p e q u e ñ a s unida- p e q u e n a s unidades. Para parece- d e s reticulares. Para q u e presen- rem mais leves e mais e l e g a n t e s t a r a n un a s p e c t o de mayor ele- os painéis foram c o l o c a d o s a u m a
  • Sistemas de ordenación antiguos Sistemas de ordem nos tempos antigosy contemporáneos e modernosLe C o r b u s i e r «La a u t é n t i c a clave Le C o r b u s i e r «A ordem é a verda-de la v i d a es el o r d e n » , en Modu- deira c h a v e da vida». Modulor I,lorl , p. 77 Р .77.Así c o m o en la Naturaleza los sistemas de organización Assim como na natureza, os sistemas de ordem regemdeterminan el crecimiento y la estructura de la materia o crescimento e a estrutura do material animado e inani-a n i m a d a e inanimada, también la actividad humana se mado, assim também a actividade humana está, elaha distinguido desde épocas muy remotas por la ten- mesma, desde os primeiros tempos, marcada pela bus-dencia al orden. Ya los pueblos más antiguos creaban ca duma ordem. Mesmo os povos mais antigos, naso r n a m e n t o s con formas matemáticas y de gran belleza. suas criações, usaram formas matemáticas e adornosEl deseo de organizar la desconcertante multiplicidad de grande beleza.de ios fenómenos corresponde a una profunda necesi- O desejo de pôr ordem na desconcertante confusão dosdad del hombre. fenómenos reflete uma profunda necessidade humana.Pitágoras (580-500 a.C.) enseñó que los números sim- Pitágoras (580-500 AC) ensinou que os números sim-ples y sus relaciones recíprocas, así como las figuras ples e as relações entre eles, bem como as figuras geo-geométricas sencillas con las medidas expresadas por métricas simples construidas segundo tais medidas,aquellos números, representan el secreto íntimo de la são uma imagem do segredo mais íntimo da natureza.Naturaleza. Descubrió que la armonía de los intervalos Descobriu que a harmonia dos intervalos musicais de-musicales depende de sencillas relaciones numéricas pende das simples relações numéricas de distânciasen las distintas de la cuerda y de la flauta. espaciais na corda da harpa ou na flauta. Los griegos encontraron también las relaciones de la Os Gregos descobriram também as proporções da Sec- sección áurea y demostraron que las mismas se en- ção Áurea e mostraram que ela está presente nas pro-cuentran en las proporciones del cuerpo humano. Sobre porções da figura humana. Foi sobre estas descobertasellas basaron sus obras los arquitectos, pintores y es- que os arquitetos, pintores e escultores basearam o seucultores. trabalho. Los artistas del Renacimiento reconocieron en la medi- Os artistas da Renascença encontraram a base para da y en las proporciones los principios de sus composi- suas composições na medida e na proporção. Durer ciones. Durero pasó el tiempo que permaneció en Italia passou o seu tempo na Itália a estudar as obras, mate- e s t u d i a n d o las obras matemáticamente concebidas de maticamente concebidas, dos artistas contemporâneos los artistas de entonces y llevó a Alemania los conoci- e regressou à Alemanha com os conhecimentos adqui- mientos adquiridos. ridos. Filósofos, arquitectos y artistas desde Pitágoras, Vitru- Filósofos, arquitetos e artistas, desde Pitágoras, Vitru- vio, Villard de Honnecourt, Durero, etc., hasta Le Cor- vio, Vi Hard de Honnecourt, Dürer e outros, até Le Cor- b u s i e r , n o s d e j a r o n t e o r í a s s o b r e la p r o p o r c i ó n q u e p e r - busier, deixaram atrás de si doutrinas sobre a propor- miten echar una mirada fascinada al pensamiento mate- ção que nos dão uma visão fascinante do pensamento mático de sus épocas. matemático do seu tempo. Los ejemplos de las páginas que siguen pretenden ilus- As ilustrações das páginas seguintes comparam e con- trar el profundo efecto intemporal de las formas mate- trastam exemplos históricos e contemporâneos tentan- máticas de organización mediante la confrontación con do mostrar a influência poderosa e sempre válida, exer- e j e m p l o s históricos y contemporáneos. cida pelas formas matemáticas de ordem.
  • Sistemas de ordenación antiguos y contemporáneos Sistemas de ordem nos tempos antigos e modernos Cola de caballo en invierno C a u d a de cavalo no inverno Detalle de un panal de abejas Pormenor d u m favo de mel159 En el m u n d o vegetal nos encon- El c a n o n más antiguo sobre las No reino vegetal encontramos A regra mais antiga conhecida re- t r a m o s con una gran variedad de m e d i d a s del cuerpo humano se uma multiplicidade de esquemas lacionada c o m as proporções do d i s p o s i c i o n e s simétricas de ex- d e s c u b r i ó en una cámara mortuo- simétricos de extraordinária bele- corpo humano, foi encontrada traordinaria belleza. Tal abundan- ria de Mentis (ca. 3000 а.С.). za. Há uma riqueza de formas em num túmulo e m M é n f i s cia c o m p r e n d e todas las figuras T a m b i é n los ptolomeos, griegos y que cabe tudo o que podemos (c. 3000 AC). i m a g i n a b l e s , desde la estructura r o m a n o s nos han legado sus cá- imaginar desde as estruturas du- Os Ptolomeus, Gregos e Roma- s e v e r a y plástica hasta el más de- nones. Citaremos también los de ma escultura severa até às formas nos transmitiram-nos t a m b é m re- licado y elegante despliegue de la Polícleto, Vitruvio, Leonardo da elegantes de leques duma delica- gras d e s t e tipo. Há t a m b é m re- forma. Vinci, Miguel Ángel y Durero. deza infinita. gras atribuídas a Polycletes, Vi- En el mundo animal nos sorpren- En el siglo xix se demostró que el O reino animal maravilha-nos com truvio, Leonardo da Vinci, Miguel d e n creaciones de la más admira- hombre bien proporcionado está criaturas mostrando uma geome- A n g e l o e Durer. ble fantasía en su forma geométri- formado según la sección áurea. tria de formas extremamente fan- No século 19 mostrou-se que o ca, que, por encima de su función, Le Corbusier escribe en su obra tásticas, que transcende a mera corpo h u m a n o bem proporcionado p r o d u c e n un efecto de suprema Modulor: função, para criar um efeito de su- está construido segundo a Seçáo belleza. «... el Partenón, los templos in- prema beleza. Aurea. Na sua obra O Modulor, Le dios, las catedrales góticas se Corbusier escreve: c o n s t r u y e r o n según medidas «... o Parténon, as catedrais góti- exactas que formaban un código, cas foram construídas segundo un sistema coherente, que incluso medidas precisas que formavam
  • Sistemas de ordenación antiguos y contemporáneos Sistemas de ordem nos tempos antigos e modernosC a n o n de p r o p o r c i o n e s del O C â n o n das Proporções do Ho-hombre m e m Vitrúvio/Le CorbusierVitruvio/Le CorbusierV i t r u v i o : Los 10 Libros de la Arqui- Vitruvio, Os Dez Livros de Arqui-tectura, Libro III, cap. 1 tectura, Livro 3.°, Cap. 1 Le Corbusier. Modulor I Le Corbusier, «Modulor l> 160m a n i f e s t a b a una u n i d a d esencial. tos auxiliares en la medición de um código, um sistema coerente, um princípio c o m o ajudas paraAún m á s : el salvaje de todas las las cabanas, casas y templos que revelando verdadeiramente uma medir as cabanas, c a s a s ou tem-é p o c a s y p a í s e s , el portador de había que construir.» u n i d a d e essencial. Mais ainda: о plos a construir.»t o d a s las culturas e l e v a d a s , el El «modulor» desarrollado por Le s e l v a g e m de todas as idades e O «modulor» de Le Corbusier ée g i p c i o , el c a l d e o , el griego, etc., Corbusier es una medida basada países, o guardiáo das civiliza- uma medida que ele d e s e n v o l v e uhan c o n s t r u i d o y c o n s i g u i e n t e - en las matemáticas y en las pro- ções avançadas, o Egipcio, о Cal- a partir das matemáticas e dasm e n t e m e d i d o . ¿De q u é herra- porciones del cuerpo humano. deu, o Grego, etc., construíram e proporções do figura h u m a n a .m i e n t a d i s p o n í a n ? De herramien- portanto, mediram.tas e t e r n a m e n t e d i s p o n i b l e s , de Que instrumento tinham eles?h e r r a m i e n t a s que son preciosas T i n h a m instrumentos eternos ep o r q u e e s t á n v i n c u l a d a s al ser sempre disponíveis, instrumentosh u m a n o . Esas h e r r a m i e n t a s te- preciosos porque estavam ligadosnían n o m b r e s : cúbito, d e d o , pul- com a figura humana. Estes ins-gar, pie, palmo, escritura, etc. trumentos tinham nomes: cúbito.A t e n g á m o n o s e s t r i c t a m e n t e a los dedo, polegar, pé, palmo, passo,h e c h o s : e s a s m e d i d a s eran partes etc. E parece evidente o fato def u n d a m e n t a l e s del c u e r p o huma- que estas medidas eram t a m b é mno y, por ello, ya de a n t e m a n o e e s s e n c i a l m e n t e partes do corpoa p r o p i a d a s para servir de elemen- h u m a n o e portanto aptas desde
  • Sistemas de ordenación antiguos y contemporáneos Sistemas de ordem nos tempos antigos e modernosS i s t e m a de medición en la es- O sistema de medidas das letrascrituraJ o h a n n Neudorffer, estructura J o h a n n Neudorffer, c o n s t r u ç ã od e las m a y ú s c u l a s l a t i n a s , h a c i a das letras latinas m a i ú s c u l a s em Olivetti, alfabeto para la matriz Olivetti, alfabeto para a 7 x 9 Ma-1660 1660 7 x 9 Printer, 1972 trix Printer. 1972Así c o m o los signos de Ia escritura matriz 7 x 9 Printer y presentado Assim como os caracteres chine- c o m o uma proposta á Europeanc h i n a se formaron teniendo por c o m o propuesta a la European ses se construíam sobre o qua- C o m p u t e r Manufacturers Asso-b a s e el cuadrado, las letras lati- Computer Manufacturers. Con un drado, assim também as letras la- ciation.nas se concibieron sobre reflexio- c a m p o rectangular de 35. 49 o 63 tinas se desenhavam de acordo Com um c a m p o rectangular de 35,nes rigurosas y constructivas. círculos del mismo t a m a ñ o se com princípios de construção ri- 49 ou 63 círculos de igual taman-De J o h a n n Neudòrffer, alrededor pueden representar todas las le- gorosos. ho é possível criar todas as letrasde 1660, nos han llegado intere- tras del alfabeto, incluyendo los J o h a n n Neudòrffer, em 1660, do alfabeto, incluindo os algaris-s a n t e s construcciones de un alfa- números del 1 al 9. A l g u n a s letras construiu alguns alfabetos inte- mos 1 -9. A forma tradicional de al-beto. La base de las medidas de resultan modificadas en su forma ressantes. О quadrado fornece a g u m a s letras é modificada maslas letras la proporciona el cua- tradicional, pero sin poner en peli- base para as dimensões das le- não ao ponto de que a sua legibili-d r a d o , que se divide en 10 partes gro su legibilidad. tras e é dividido em 10 partes dade seja dificultada.i g u a l e s . Una parte corresponde al La sistematización de los signos iguais. Uma parte corresponde à A s i s t e m a t i z a ç ã o de signos sobregrosor de la línea de «sombra» de en base a superficies circulares grossura dos traços de «sombra» a base de áreas circulares produzla letra. da por resultado formas de letras da letra. Há também um alfabeto formas de letra caraterizadas porT a m b i é n existe un alfabeto de Du- en las que resulta característico y desenhado por Dürer baseado no uma reconhecível linguagem for-rero, b a s a d o en el cuadrado de reconocible un lenguaje formal quadrado de 10 partes. mal unificadora. Pela forma e pela10 partes. unificado. Las letras producen un Em 1972 Olivetti desenvolveu, em qualidade estética estas letras efecto de a n o n i m a t o por su forma Itália, um alfabeto destinado à criam uma impressão de ano-Olivetti, en Italia, desarrolló en y su aspecto estético. Matrix Printer 7 x 9 e submetido nimato.1972 un alfabeto, destinado a la
  • Sistemas de ordenación antiguos y contemporáneos Sistemas de ordem nos tempos antigos e modernosSignos y logotipos Signos e emblemasS í m b o l o s de los siglos xiv a xix Signos desde o séc. xiv ao xix DC Marcas del siglo xx E m b l e m a s do séc. xx 162 M u c h o s s í m b o l o s del p a s a d o im- comerciales de 1 a 12, la m i s m a Muitos signos usados no passado Os e m b l e m a s de 1 -12 caracteri- p r e s i o n a n por su rigurosa confor- clara c o n c e p c i ó n de la idea y de la d e s t a c a m - s e pela prática rigorosa zam-se pela m e s m a c o n c e p ç ã o m a c i ó n formal. A m e n u d o se han traducción formal Tanto las for- da forma. C o m freqüência ba- clara da idéia e a sua conversão realizado b a s á n d o s e en una cir- mas positivas como las negativas s e i a m - s e num círculo, num qua- em forma. Tanto as formas positi- c u n f e r e n c i a , un c u a d r a d o , u n están en una dinámica relación drado, num triângulo ou numa vas como as negativas estão in- t r i á n g u l o o la c o m b i n a c i ó n de es- recíproca. La forma de los símbo- c o m b i n a ç ã o destas três formas ter-relacionadas dum modo que tas formas b á s i c a s . S í m b o l o s co- los comerciales está en condicio- básicas. activa o todo. A forma do e m b l e m a m o el de los c a n t e r o s del gótico se nes de expresar el contenido de la Signos c o m o os usados pelos ma- pode dar expressão visível à idéia f o r m a n por d i v i s i ó n de, por ejem- idea, en parte mediante una seve- ções durante o período gótico for- por uma construção geométrica plo, una forma circular en que se ra estructura geométrica y en par- m a v a m - s e , subidividindo, por rigorosa, por um lado, e por outro, h a n inscrito c u a d r a d o s de distinto te mediante una idea de la forma e x e m p l o , um círculo no qual se por uma idéia formal bem propor- t a m a ñ o c o l o c a d o s horizontalmen- fundamentalmente emocional, d e s e n h a v a m quadrados de vários cionada que é primariamente te y en d i a g o n a l . Las líneas de pero también bien proporcionada. t a m a n h o s , colocados horizontal- emocional. Os e m b l e m a s são ex- unión v e r t i c a l e s , horizontales y Los símbolos comerciales son ex- mente e diagonalmente. As linhas pressões do desejo de atingir uma d i a g o n a l e s , y las intersecciones presión de la voluntad de alcanzar de c o n e x ã o , verticais, horizontais qualidade formal rigorosa, inde- de estas líneas, d e t e r m i n a n la una regularidad formal que sea e d i a g o n a i s e as suas interseções pendente do tempo e transcen- l o n g i t u d y la d i r e c c i ó n de las par- atemporal. d e t e r m i n a v a m o comprimento e a dendo-o. tes de q u e c o n s t a n los símbolos. direção das partes que consti- S o n propias de estos s í m b o l o s tuíam os signos.
  • Sistemas de ordenación antiguos y contemporáneos Sistemas de ordem nos tempos antigos e modernos Pictogramas Pictogramas P i c t o g r a m a s egipcios Pictogramas e g i p c i o s Leídos de izquierda a derecha y Lidos da e s q u e r d a para a direita, de arriba a abajo signitican: hom- estes signos significam: ho- bre / rey / divinidad / cielo / estre- mem / rei / d i v i n d a d e / céu / estre- lla / sol / a g u a / buey / casa / cami- la / sol / água / boi / c a s a / c a m i n h o Pictogramas de los Ferrocarriles P i c t o g r a m a s dos C a m i n h o s de no / c i u d a d / país / cidade / terra Federales Suizos, 1980 Ferro Federais SUÍÇOS, 1980163 S i g n o s figurativos de objetos del trato de los Ferrocarriles Federa- Encontram-se signos pictóricos dos no e s t ú d i o do autor para os entorno h u m a n o se encuentran en les Suizos y sobre la base del retí- representando objetos do mundo C a m i n h o s de Ferro Federais SUÍ- los s i s t e m a s de escritura de los culo cuadrado. Con un e l e m e n t o que nos rodeia nos sistemas de ÇOS, t o m a n d o c o m o base uma s u m e r i o s , hititas, egipcios y chi- básico de la longitud y el espesor escrita dos Sumérios, Hititas, grelha quadrada. U s a n d o um ele- nos. Son símbolos de palabras de con que se configuraron los picto- Egípcios e Chineses. Funcionam mento básico de c o m p r i m e n t o e las respectivas lenguas. En parte gramas pudo lograrse la sistema- como símbolos das palavras da grossura específicos para desen- son imitaciones de objetos de uso tización de los signos y con ello la língua em questào. São por vezes har os pictogramas, foi p o s s í v e l diario. Otros se han desarrollado h o m o g e n e i d a d . Por una parte, es- imitações de objetos do uso quoti- sistematizar os signos e produzir p r o g r e s i v a m e n t e a partir de las to tiene cierta importancia c u a n d o diano. Outros desenvolviam-se assim u m sistema unificado. Isto c o n c e p c i o n e s tradicionales. el público debe recibir por medio gradualmente a partir de idéias é particularmente importante se, Pero siempre significan una re- de múltiples pictogramas cierta tradicionais. por um lado, d e v e m o s dar ao pú- d u c c i ó n de las formas al mínimo cantidad de informaciones reque- Mas em todos os casos são for- blico um n ú m e r o de e l e m e n t o s de detalles necesario para la ridas, y por otra el viajero debe mas reduzidas ao mínimo, neces- necessários de informação c o m a comprensión. encontrarse siempre c o n los mis- sário, para a compreensão dos ajuda de vários pictogramas e se, mos signos allá donde vaya. Esto pormenores essenciais. por outro lado, o passageiro onde Los e j e m p l o s muestran algunos evita el riesgo de malentendidos. O nosso exemplo mostra alguns quer que esteja, d e v e encontrar signos del sistema de escritura signos do sistema de escrita sempre os m e s m o s signos. Isto egipcio. egípcio. , reduz o risco de i n c o m p r e e n s ã o . Los pictogramas se han realizado en el taller del autor para un con- Os pictogramas foram desenha-
  • Sistemas de ordenación antiguos y contemporáneos Sistemas de ordem nos tempos antigos e modernosLa t i p o g r a f i a TipografiaJ. G u t e n b e r g , p á g i n a de la Biblia J. Gutenberg, página da Bíblia de J. M ü l l e r - B r o c k m a n n , cartel de J. M ü l l e r - B r o c k m a n n , p o s t e r pa-de 42 líneas, ca. 1455 42 linhas, em 1455 una e x p o s i c i ó n 1980 ra u m a e x p o s i ç ã o , e m 1980 164D e s d e G u t e n b e r g , la tipografía ha pografía se caracterizan por la D e s d e o t e m p o de Gutenberg, a dida, pelo seu e s q u e m a de ordemt r a b a j a d o c o n reglas fijas que se considerable regularidad de su tipografia trabalhou c o m regras fi- rigoroso.a p l i c a n a la c o n f i g u r a c i ó n de disposición. xas que se aplicavam ao desenho Esta exigência de estrutura orde-o b r a s i m p r e s a s . La a t e n c i ó n a es- De conformidad con esta exigen- de trabalhos impressos. O cum- nada e qualidade estética é algotas reglas facilita t a n t o la configu- cia, la moderna tipografía debiera primento d e s t a s regras facilitava que a tipografia moderna deveriaración f u n c i o n a l c o m o la estética. satisfacer también las condicio- o d e s e n h o funcional e estético. As t a m b é m procurar satisfazer muitoLas reglas tipográficas se refieren nes de regularidad y calidad esté- regras de tipografia referem-se embora exista o risco de deixar-no sólo a las d i s t a n c i a s entre le- tica. De no ser así, su complacen- não só à distância entre letras e se levar por interesses que obe-tras y entre p a l a b r a s , al interlinea- cia con tendencias sujetas a la palavras, aos espaços entre li- d e c e m meramente a t e n d ê n c i a sdo, al tipo de letra, etc., sino tam- moda puede llevar a un mal uso nhas, ao t a m a n h o da letra, etc., da moda.bién al e s t a b l e c i m i e n t o de las pro- de ella. mas t a m b é m às proporções dap o r c i o n e s de la m a n c h a , de las área tipográfica, da coluna de tex-c o l u m n a s , de los m á r g e n e s y de to, das m a r g e n s e do tamanho da los formatos de página. página. En m ú l t i p l e s o c a s i o n e s se ha lle- Fizeram-se muitos ensaios parav a d o a c a b o la b ú s q u e d a de la dividir a p á g i n a impressa com ad i s t r i b u c i ó n tipográfica de página a j u d a da S e ç ã o Aurea. Os mais fi- c o n a y u d a de la s e c c i ó n áurea. nos e x e m p l o s de tipografia desta- Los m á s bellos e j e m p l o s de la ti- c a m - s e s e m p r e e em suma me-
  • Sistemas de ordenación antiguos y contemporáneos Sistemas de ordem nos tempos antigos e modernosMusica Música J o h a n n Sebastian Bach (1685-J o h a n n S e b a s t i a n Bach (1685- 1750) Mauricio Kagel,1750). Sei Solo a Violino, Sonata 1 Sei solo a violino, Sonata I Mauricio Kagel, Sonata, Fin I. p 2 Sonant. Fin. I, p á g i n a 2La m ú s i c a y las artes plásticas terminó Ia forma entera de Ia mú- A música e as artes sào as irmás harmonia e tonalidade até q u eson h e r m a n a s de las matemáti- sica hasta la aparición de los das matemáticas. Como qualquer c h e g a r a m os c o m p o s i t o r e s utili-cas. C o m o todo arte, también la compositores dodecafónicos. Un arte, a música está baseada em zando 12 tons. O ritmo métricom ú s i c a se basa en leyes natura- ritmo métrico contínuo a s o c i a b a leis naturais. Pitágoras formulou contínuo uniu os d e s e n v o l v i m e n -les. P i t á g o r a s formuló sus ideas desarrollos m e l ó d i c a m e n t e moti- as suas idéias sobre a refaçâo de tos de motivos de melodia à si-sobre la relación entre los núme- vados con simetrías. números integrais com as conso- metria.ros e n t e r o s y las consonancias. La disposición dodecafónica sus- nâncias. Para Platão o número O sistema de doze tons substituiuPara P l a t ó n el número era la base tituyó a la a r m ó n i c o - m e l ó d i c a y se era a base de toda a harmonia. o de harmonia e m e l o d i a e crioude t o d a armonía. Así como las ar- creó su propia ley, que hacía posi- Assim como as artes visuais —ar- uma nova lei que permite uma no-tes p l á s t i c a s (arquitectura, pintura ble una nueva unidad de organiza- quitetura, pintura e escultura— va unidade de o r d e m musical ay e s c u l t u r a ) están sometidas a re- ción musical a partir del m u n d o estão sujeitas a leis de forma, cor criar fora do m u n d o da i m a g i n a ç ã og u l a r i d a d e s de las formas, colores serial de imágenes. e proporção, assim também os serial.y p r o p o r c i o n e s , también los ele- elementos m u s i c a i s — n o t a s , me-m e n t o s de la música (tonos, com- tros, melodias e frases— estãop a s e s , m e l o d í a s y frases musica- construidos de acordo com nor-les) se c o n s t r u y e n conforme a mas determinadas por leis.n o r m a s regulares. Durante os últimos três séculos, a La d i s p o s i c i ó n armónico-tonal de forma em música estava geral- los ú l t i m o s trescientos años de- mente regida por exigências de
  • Sistemas de ordenación antiguos y contemporáneos Sistemas de ordem nos tempos antigos e modernosO r n a m e n t o s en la c o n s t r u c c i ó n O r n a m e n t a ç ã o dos edificiosRelieve en el Palacio de las Co- Relieve en h o r m i g ó n en el Centro Relevo em cimento no Centro Mu-l u m n a s de un r e y - s a c e r d o t e , Mi- Relevo no Palácio das Colunas M u n i c i p a l de Z u r i c h / H ó n g g , de nicipal de Zurique/Hongg, portla, México d u m rei-sacerdote, Mitla, México. Shizuko, Y o s h i k a w a , 1973 S h i z u k o Yoshikawa. 1973Los o r n a m e n t o s en la construc- nan c o m o e l e m e n t o s constructi- A o r n a m e n t a ç ã o dos edificios po- rais, e aparecem sobre a superfí-ción p u e d e n ser c o n s i d e r a d o s y vos y aparecen en la superficie de ver-se e julgar-se de vários cie do edificio como projeções ouj u z g a d o s d e s d e d i s t i n t o s puntos del edificio c o m o formas salientes pontos de vista. Por um lado, cavidades, isto é, como formasde vista. C o n o c e m o s el o r n a m e n - o entrantes, positivas o negativas. existe esse o r n a m e n t o que é do positivas ou negativas, com umato que procede del uso del m i s m o Que, a d e m á s , se corresponden m e s m o material que o edificio, da c o n c e p ç ã o formal que se adaptamaterial que se e m p l e a para la en la c o n c e p c i ó n formal con las m e s m a cor, e, por outro lado, às proporções do edifício, assimi-c o n s t r u c c i ó n , del m i s m o color proporciones de la edificación al existe esse outro o r n a m e n t o que lando-as, interpretando-as e di-t a m b i é n , y, por otra parte, el que asumir las m i s m a s medidas pro- não é do m e s m o material que o versificando-as de acordo com ac o n s t a de materiales no e m p l e a - porcionales e interpretarlas y va- edifício e de cor que não pertence lógica da sua arquitetura.dos en la c o n s t r u c c i ó n y posee riarlas de forma lógica. á arquitetura do edifício. una c o l a b o r a c i ó n propia que no Do m e s m o modo, a forma do orna- a p a r e c e en n i n g ú n otro e l e m e n t o mento pode ser idêntica às formas constructivo. do edifício ou pode ter uma lin- A s i m i s m o , la forma del o r n a m e n t o g u a g e m própria. p u e d e ser idéntica o bien disponer Os ornamentos são c o n v i n c e n t e s de un lenguaje formal propio. sobretudo quando são feitos do Más c o n v i n c e n t e s s o n los orna- mesmo material que o edifício, m e n t o s que, p r o c e d i e n d o del ma- q u a n d o figuram no edifício c o m o terial de la c o n s t r u c c i ó n , funcio- e l e m e n t o s ou u n i d a d e s estrutu-
  • Sistemas de ordenación antiguos y contemporáneos Sistemas de ordem nos tempos antigos e modernosEscultura Escultura Max Bill, c o l u m n a de secciones Max Bill, colunas de granito comOficial asirio, relieve de Khor- Oficial assírio, relevo de Khor- triangulares y octogonales, grani- cortes transversais de 3 asabad sabad to, 1966 8 cantos, 1966C o m o en la configuración bidi- La escultura de Max Bill es una Tal c o m o no desenho bidimensio- A escultura de Max Bill é um pilarm e n s i o n a l , t a m b i é n en la escultu- columna de 60 cm de diámetro y nal, assim também na escultura que tem 60 cm de d i â m e t r o era es la c a l i d a d de la concepción, 420 cm de altura = 1:7. La sección tridimensional a qualidade da 420 cm de altura = 1:7.c u a n d o m e n o s , cuestión de com- de la columna por encima de la c o n c e p ç ã o é em parte uma ques- O corte transversal sobre a basep o s i c i ó n y proporción. Todas las base redonda es triangular y se va tão de composição e proporção. redonda tem très cantos, e por u mg r a n d e s culturas crearon su ca- transformando hasta convertirse Todas as grandes civilizações processo de transformação, tor-non, que c o m p r e n d í a y describía en octogonal bajo el remate supe- produziram os seus próprios câ- na-se um corte transversal c o m 8el c o n c e p t o de lo bello. La organi- rior redondo. La idea y el efecto nones que marcam e descrevem o cantos (sob o fecho redondo doz a c i ó n de la c o m p o s i c i ó n y las re- de esta escultura se basan exclu- seu conceito de beleza A estrutu- pilar). A idéia e o efeito d e s t a es-l a c i o n e s de proporción saltan me- sivamente en la concepción mate- ra da c o m p o s i ç ã o e as suas pro- cultura estão baseados unica-nos a la vista en la escultura figu- mática y en la realización en gra- porções são menos visíveis na mente na concepção m a t e m á t i c arativa que en las realizaciones de nito técnicamente perfecta. La escultura realista que nas obras e na realização, t e c n i c a m e n t elos e s c u l t o r e s constructivistas. obra atrae y convence por la idea esculturais dos construtivistas. perfeita, em granito. A obra pro- innovadora, por la grácil disposi- duz o seu efeito agradável e con- ción de las partes y por la torsión vincente pela sua idéia inovadora, rítmica de las superficies. pela ordenação d e l i c a d a das s u a s partes e pela rotação rítmica das suas superfícies.
  • Sistemas de ordenación antiguos y contemporáneos Sistemas de ordem nos tempos antigos e modernosPintura Pintura Piet Mondrian, 1872-1944, dia- Piet Mondrian, 1872-1944. Dia-Pinturicchio, 1454-1513, fresco, Pinturicchio, 1454-1513. grama y p r o p o r c i o n e s de la o b r a g r a m a das proporções do quadroB i b l i o t e c a de Siena Biblioteca em Siena Broadway Boogie-Woogie Broadway Boogie-Woogie 168Al igual que en la a r q u i t e c t u r a y En el siglo xx, sobre todos los re- Tal como a arquitetura e a escul- No século xx os representantesen la escultura, en la pintura rigen presentantes de la orientación tura, a pintura está t a m b é m regida da escola concreta e construtivis-leyes formales y e s t é t i c a s que concreta y constructiva de la pin- por leis formais e estéticas, no ta de pintura e escultura produzi-p r o p o r c i o n a n al c u a d r o a r m o n í a y tura y escultura, han creado obras sentido de criar modelos de ten- ram obras que estão totalmentet e n s i ó n . En m u c h a s c o m p o s i c i o - totalmente deudoras del pensa- são no quadro e dar-lhe harmonia. comprometidas com o pensamen-nes es manifiesto el e m p l e o de la miento matemático. Piet Mon- Pode mostrar-se que muitas com- to matemático. Piet Mondrian, ums e c c i ó n áurea, un s i s t e m a de rela- drian, un precursor de la pintura posições se basearam na Seção pioneiro da pintura abstrata criouc i o n e s de proporción a r m ó n i c a s . no figurativa, representaba en sus Aurea, um sistema que garante obras que eram puras encarna-M a n t e g n a , Rafael, Piero della obras pictóricas estrictas realiza- proporções harmoniosas. Man- ções de relações matemáticas.F r a n c e s c a , Leonardo da Vincí, ciones de relaciones matemáti- tegna, Raffael, Piero della Fran- Desde então a arte, matematica-Durero, entre otros m u c h o s , tra- cas. Desde entonces, el arte ma- cesca, Leonardo da Vinci, Durer e mente orientada, cresceu em im-b a j a b a n s e g ú n rigurosas reglas t e m á t i c a m e n t e orientado ha au- outros, trabalharam de a c o r d o portância e extensão. É a únicade proporción. T o d o s los e l e m e n - m e n t a d o en importancia y exten- com regras de proporção rigoro- escola de arte do séc. xx que con-tos pictóricos i m p o r t a n t e s fueron sión sin que en ninguna o c a s i ó n sas. Todos os elementos impor- tinua a desenvolver-se sem des-s u b o r d i n a d o s a la c o n c e p c i ó n ma- haya estado a m e n a z a d o por ten- tantes do quadro estavam subor- viar-se da sua linha. t e m á t i c a de la o r g a n i z a c i ó n del dencia dependiente de la moda. dinados à concepção m a t e m á t i c a c u a d r o . Es ella q u i e n d e t e r m i n a el Unica orientación artística que, da sua estrutura. Era isto que de- ritmo, el o r d e n y la t e n s i ó n en la en el siglo xx, ha continuado su terminava o ritmo da quadro, o o r g a n i z a c i ó n del c u a d r o . evolución sin oscilaciones. seu repouso e as suas tensões.
  • Sistemas de ordenación antiguos y contemporáneos Sistemas de ordem nos tempos antigos e modernosArquitectura Arquitetura Le C o r b u s i e r , 1 8 8 7 - 1 9 6 5 , « U n i t é Le C o r b u s i e r , 1 8 8 7 - 1 9 6 5 d H a b i t a t i o n » , M a r s e l l a , 1947- «Unité d H a b i t a t i o n » , M a r s e l h aK y o t o , Villa K a t s u r a K y o t o , Vila K a t s u r a 1952 1947-1952La a r q u i t e c t u r a es m a t e m á t i c a he- r e s u l t a d o e n la altura y la a n c h u r a A a r q u i t e t u r a é a m a t e m á t i c a con- largura o r e s u l t a d o d u m a c e r t ac h a e s p a c i o . L a s o b r a s d e las de u n a d e t e r m i n a d a s u m a de ele- v e r t i d a e m e s p a ç o . As o b r a s das s o m a de e l e m e n t o s d e i g u a l ta-g r a n d e s c u l t u r a s de A s i a , del mar m e n t o s de igual m a g n i t u d . g r a n d e s c i v i l i z a ç õ e s de Asia, do manho. A estética desta arquitetu-M e d i t e r r á n e o y de A m é r i c a Cen- En n u e s t r o siglo, Le C o r b u s i e r in- M e d i t e r r á n e o e da A m é r i c a Cen- ra r e s i d e na b e l e z a d a s s u a s pro-tral s o n t e s t i m o n i o s de s i s t e m a s v e n t ó el m o d u l o r , un s i s t e m a de tral s ã o t e s t e m u n h a s de s i s t e m a s p o r ç õ e s e nos m a t e r i a i s u s a d o s .de organización altamente desa- m e d i c i ó n c o n el que se «hace lo de o r d e m a l t a m e n t e d e s e n v o l v i - No n o s s o s é c u l o . Le C o r b u s i e rr r o l l a d o s . T a m b i é n e n las senci- b u e n o fácil y lo malo difícil» (Eins- d o s . M e s m o as e s t r u t u r a s s i m p l e s d e s c o b r i u o « m o d u l o r » , u m siste-llas c o n s t r u c c i o n e s de los p u e b l o s t e i n a Le C o r b u s i e r , p. 58 de Mo- d o s p o v o s p r i m i t i v o s são u m a ex- ma de p r o p o r ç ã o c o m o q u a l «on a t u r a l e s se m a n i f i e s t a la c o m - dulor). D e s d e e n t o n c e s , 1949, Le p r e s s ã o da c o m p r e e n s ã o que o b o m t o r n a - s e fácil e o m a u difícil»p r e n s i ó n d e las r e l a c i o n e s armó- Corbusier proyecta sus construc- h o m e m t e m d a s p r o p o r ç õ e s har- ( E i n s t e i n a Le C o r b u s i e r ) . D e s d en i c a s e n t r e las m e d i d a s . c i o n e s c o n a y u d a del m o d u l o r . Un moniosas. então (1949) Le C o r b u s i e r planifi-La e s t r u c t u r a de las c a s a s y los s i s t e m a m o d u l a r en c u y a base es- A residência e o templo japoneses cou os s e u s e d i f í c i o s c o m a a j u d atemplos j a p o n e s e s está basada tán las p r o p o r c i o n e s d e la s e c c i ó n estão fundados sobre a unidade do « m o d u l o r » : u m s i s t e m a d e pro-e n la u n i d a d d e m e d i d a del felpu- á u r e a , que se e n c u e n t r a en la na- do tapete tatami que mede 90:180 p o r ç õ e s b a s e a d o na S e ç ã o Á u r e ad o T a t a m i , 9 0 : 180 c m = 1 : 2 . Un t u r a l e z a y e n la estructura del c m = 1:2. O p l a n o e s t á f o r m a d o que se p o d e e n c o n t r a r na n a t u r e -m ú l t i p l o d e e s t a m e d i d a propor- c u e r p o h u m a n o . Las c o n s t r u c c i o - por u m n ú m e r o d e s t a s u n i d a d e s . za e na figura h u m a n a .c i o n a la p l a n t a . Las p u e r t a s corre- nes de Le Corbusier e s t á n c o n c e - M e s m o as p o r t a s c o r r e d i ç a s qued i z a s q u e r o d e a n por t o d o s los la- b i d a s e n el t o d o y en s u s partes f e c h a m os q u a r t o s por todos osd o s los r e c i n t o s s o n a s i m i s m o el c o n las p r o p o r c i o n e s del m o d u l o r . l a d o s r e p r e s e n t a m e m altura e
  • Sistemas de ordenación antiguos y contemporáneos Sistemas de ordem nos tempos antigos e modernosForma del producto F o r m a do p r o d u t o S i l l ó n g i r a t o r i o , 670, C h a r l e s Ea- P o l t r o n a g i r a t ó r i a , 670, C h a r l e sSilla, m e d i a d o s d e l s i g l o xvi, C a d e i r a , m e a d o s do s é c . xvi, m e s , E E . U U . , 1 9 5 5 , E d i t i o n Her- Eames, USA, 1955, Edition Her-Francia França m a n n Miller man Miller L o s a p a r a t o s q u e el h o m b r e re- vista ergonômicos hasta ahora Os u t e n s í l i o s q u e o h o m e m ne- nico, a p a r e c e r a m e n t ã o n o v o s quiere para sus funciones diarias d e s c o n o c i d o s . T o d o ello exige del c e s s i t a v a p a r a o s e u t r a b a l h o diá- m a t e r i a i s , n o v o s m é t o d o s de pro- se h a n c a r a c t e r i z a d o s i e m p r e por diseñador actual más conocimien- rio c a r a t e r i z a v a m - s e s e m p r e por d u ç ã o , n o v o s e s t i l o s de v i d a e de sus formas económicas, dictadas tos s o b r e m á s a s p e c t o s que el an- f o r m a s d i t a d a s por fatores e c o n ó - t r a b a l h o , diferentes c r i t é r i o s de por el uso. L o s ú t i l e s d o m é s t i c o s tiguo diseñador necesitaba. m i c o s ou p e l o uso a q u e se desti- estética e considerações ergonô- h a n s i d o c r e a d o s por c o m p l e t o M i e n t r a s e n el p a s a d o el conoci- navam. Os utensílios domésticos, micas inteiramente novas. Como t a n t o e n la e l a b o r a c i ó n d e l m a t e - m i e n t o de la f a b r i c a c i ó n de útiles por e x e m p l o , q u e d e v i a m respon- r e s u l t a d o de tudo isto, o d e s e n h i s rial c o m o e n la f o r m a c o n r e l a c i ó n para el u s o diario se t r a n s m i t í a de der a funções práticas específicas ta de p r o d u t o s c o n t e m p o r â n e o a ese objetivo. g e n e r a c i ó n en g e n e r a c i ó n , a par- formavam-se exclusivamente em d e v e ter un c o n h e c i m e n t o mais En e s t a c o n s i d e r a c i ó n b á s i c a de tir del siglo p a s a d o h a n s u r g i d o di- v i s t a d e s t a f i n a l i d a d e , e isto se re- a m p l o d e mais t e m a s q u e o seu q u e u n útil d e b e c u m p l i r p r i m e r a - s e ñ a d o r e s de p r o d u c t o s q u e se flete no s e u m a t e r i a l , no m o d o co- predecessor jamais necessitou. m e n t e las f u n c i o n e s q u e se e s p e - h a n h e c h o c a r g o del p r o y e c t o de m o e r a m t r a b a l h a d o s e nas for- M u i t o s d o s produtos de d e s e n h i s - ran d e él no ha c a m b i a d o n a d a los o b j e t o s de uso. M u c h o s pro- m a s q u e se lhes d a v a m . tas c o m talento t ê m u m a q u a l i d a - f u n d a m e n t a l e n la a c t u a l i d a d . El d u c t o s de los d i s e ñ a d o r e s c o m p e - E até a o s n o s s o s d i a s n ã o h o u v e d e t é c n i c a e funcional a u t ê n t i c a e d e s a r r o l l o t é c n i c o ha p r o d u c i d o t e n t e s p e r s u a d e n por su c a l i d a d n e n h u m a m u d a n ç a e s s e n c i a l no u m a b e l e z a fascinante d e forma, nuevos materiales, nuevos méto- t é c n i c a y f u n c i o n a l y nos f a s c i n a n princípio de que um utensílio deve p r o p o r ç ã o e material. dos de producción, nuevas formas por la b e l l e z a de la f o r m a , de las primariamente desempenhar a d e v i d a y d e t r a b a j o ; t a m b i é n nue- p r o p o r c i o n e s y del m a t e r i a l . f u n ç ã o p a r a q u e foi feito. C o m o v o s c r i t e r i o s e s t é t i c o s y p u n t o s de a d v e n t o d o d e s e n v o l v i m e n t o téc-
  • Sistemas de ordenación antiguos y contemporáneos Sistemas de ordem nos tempos antigos e modernosA r q u i t e c t u r a de e x p o s i c i o n e s A r q u i t e t u r a da e x p o s i ç ã o La P l a z a F e s t i v a l de la E X P O 7 0 , O F e s t i v a l P l a z a , na E X P O 7 0 .Palacio de Cristal, Exposición Crystal Palace, Exposição Univer- Osaka, Japón Osaka, JapãoU n i v e r s a l , L o n d r e s , 1851 sal, L o n d r e s , 1851 Arqto.: Kenzo Tange Arquitecto: Kenzo Tange El P a l a c i o d e C r i s t a l , c o n s t r u i d o t é c n i c a de m o n t a j e . El t r a n q u i l o O P a l á c i o de Cristal c o n s t r u i d o ticais, n u m e s q u e m a d e r e p e t i ç ã o por P a x t o n e n 1851 e n la Exposi- fluir del ritmo de las d e l i c a d a s por Sir J. P a x t o n (1851) p a r a a a n ó n i m a . O ritmo de p e q u e n a s c i ó n U n i v e r s a l de L o n d r e s , p a s ó a p a r t e s p r o d u c e un efecto e l e g a n - E x p o s i ç ã o U n i v e r s a l de L o n d r e s unidades estruturais, fluindo sua- la H i s t o r i a c o m o la p r i m e r a c o n s - te, t r a n s p a r e n t e , casi p o é t i c o . e n t r o u na história c o m o o p r i m e i r o v e m e n t e , cria u m efeito de t r a n s - trucción prefabricada. Elementos La P l a z a F e s t i v a l , de la E X P O 7 0 , edifício construido com elementos parência. d e l m i s m o t a m a ñ o d e t e r m i n a n el c o n s t a a s i m i s m o de e l e m e n t o s p r e f a b r i c a d o s . E l e m e n t o s do O Festival Plaza na E X P O Y O e s t á m é t o d o c o n s t r u c t i v o y la e s t r u c t u - p r e f a b r i c a d o s . En c o m p a r a c i ó n mesmo tamanho determinaram a igualmente construido com unida- ra d e l e d i f i c i o d e la e x p o s i c i ó n . c o n el edificio de Paxton, la c o n s - e s t r y t u r a do edifício da e x p o s i ç ã o . des p r é - f a b r i c a d a s . C o m p a r a d o La o b r a r e v o l u c i o n ó la a r q u i t e c t u - t r u c c i ó n es de red más a n c h a y los О « C r y s t a l Palace» r e v o l u c i o n o u c o m o o e d i f i c i o de P a x t o n , o s e u ra de e x p o s i c i o n e s d e la é p o c a a p o y o s s u s t e n t a d o r e s se e n c u e n - a a r q u i t e t u r a de e x p o s i ç õ e s d o s desenho revela um e s q u e m a mais p o s t e r i o r . T a m b i é n m o d i f i c ó la re- tran a m a y o r d i s t a n c i a . En c o n s e - a n o s q u e se s e g u i r a m . M o d i f i c o u aberto c o m as c o l u n a s d e s u p o r t e l a c i ó n e s t é t i c a d e l h o m b r e c o n la c u e n c i a , s o n m á s robustos y tie- i g u a l m e n t e a relação e s t é t i c a en- mais s e p a r a d a s . S ã o p o r t a n t o a r q u i t e c t u r a . En l u g a r d e l e l e m e n - n e n m a y o r p e s o e n la i m p r e s i ó n tre h o m e m e arquitetura. O lugar mais r o b u s t a s e o c u p a m u m l u g a r to c o n s t r u c t i v o i n d i v i d u a l m e n t e g l o b a l q u e p r o d u c e la c o n s t r u c - d u m e d i f i c i o d e s e n h a d o indivi- mais p r o e m i n e n t e na i m p r e s s ã o c o n f i g u r a d o a p a r e c e el v o l u m e n ción. M i e n t r a s el Palacio de Cris- d u a l m e n t e foi o c u p a d o por outro criada pelo edifício. E n q u a n t o q u e objetivado, totalmente estructura- tal era m o n o c r o m o , la P l a z a Festi- totalmente desenhado segundo o C r y s t a l P a l a c e era d e u m a só d o , la a n ó n i m a r e p e t i c i ó n de ele- v a l s o r p r e n d e por sus c o l o r e s l i n h a s p u r a m e n t e práticas e fa- cor, o F e s t i v a l P l a z a m o s t r a u m a m e n t o s d e i g u a l t a m a ñ o , igual- m a r c a d a m e n t e fuertes e n la piel z e n d o u s o d a s d i s t â n c i a s stan- série s u r p r e e n d e n t e d e c o r e s na m e n t e d i s t a n c i a d o s y c o n igual e x t e r i o r de la edificación. d a r d e n t r e os seus e l e m e n t o s ver- parte de fora do edifício.
  • Sistemas de ordenación antiguos y contemporáneos Sistemas de ordem nos tempos antigos e modernosOrdenación urbana Planificação da cidade Le C o r b u s i e r , P l a n V o i s i n de Pa- Le C o r b u s i e r , P l a n V o i s i n de Pa-D P l a n o d a c i d a d e de M i l e t o . 4 7 9 A C rís, p r o y e c t o 1924 l a n o u r b a n o de M i l e t o . 4 7 9 a . C . ris, e s b o ç o . 1924 172La o r d e n a c i ó n u r b a n a d e la Anti- c i ó n u r b a n a , q u e e n lo s u c e s i v o A p l a n i f i c a ç ã o da c i d a d e nos t e m - c o n h e c i d o c o m o o estilo deg ü e d a d en Oriente Próximo y se l l a m ó e s t i l o milesio. pos a n t i g o s no P r ó x i m o e E x t r e m o Mileto.L e j a n o , al i g u a l q u e la de t i e m p o s Las c i u d a d e s j a p o n e s a s de N a r a y O r i e n t e , c o m o a d o s t e m p o s mo- A s c i d a d e s j a p o n e s a s de Nara erecientes en Europa y América, se K y o t o s e c o n s t r u y e r o n en el siglo d e r n o s na E u r o p a e na A m é r i c a , K y o t o foram t a m b é m c o n s t r u i d a sc o n c i b i ó b a s á n d o s e e n u n a retícu- vu d . C . t a m b i é n b a s a d a s e n una e s t a v a por m o t i v o s e c o n ó m i c o s , no s é c u l o vu DC c o m u m s i s t e m ala, por m o t i v o s e c o n ó m i c o s . m a l l a reticular para, r e s p e c t i v a - baseada numa grelha. A cidade d e g r e l h a , para u m a p o p u l a ç ã o deLa c i u d a d g r i e g a de M i l e t o , f u n d a - mente, un millón y medio millón g r e g a de M i l e t o , f u n d a d a e m 4 7 9 u m m i l h ã o e m e i o m i l h ã o respecti-dael año 479 a.C., surgió sobre de h a b i t a n t e s . Filadélfia, entre A C , c r e s c e u s e g u n d o dois siste- v a m e n t e . Filadélfia, entre o u t r a sd o s m a l l a s r e t i c u l a r e s de d i s t i n t o o t r a s , fue f u n d a d a e n el siglo xvn m a s d e g r e l h a de d i f e r e n t e t a m a - c i d a d e s , foi f u n d a d a no s é c u l ot a m a ñ o . La c i u d a d se e n c u e n t r a y e s t á c o n s t r u i d a sobre u n a malla nho. A c i d a d e está s i t u a d a n u m a XVII DC e, c o m o m u i t a s c i d a d e ss o b r e u n a p e n í n s u l a , la m a l l a reti- r e t i c u l a r , c o m o m u c h a s otras ciu- p e n í n s u l a e o s i s t e m a de g r e l h a americanas, está baseada numacular se adaptó a esta situación. dades americanas. a d a p t o u - s e a esta s i t u a ç ã o . E s t e grelha.M e d i a n t e e n t a l l a d u r a s e n las su- El p l a n o de Le C o r b u s i e r p a r a el s i s t e m a p r e v i a os e s p a ç o s reser- O p l a n o de Le C o r b u s i e r para op e r f i c i e s d e la red se c r e ó e s p a c i o n u e v o c e n t r o de París (que no lle- v a d o s p a r a t e m p l o s , b a n h o s e ou- n o v o c e n t r o de Paris ( n u n c a reali-p a r a los t e m p l o s , b a ñ o s y o t r o s gó a r e a l i z a r s e ) se b a s a b a e n el tros e d i f í c i o s oficiais. U m c a m p o z a d o ) e s t a v a b a s e a d o no s i s t e m ae d i f i c i o s p ú b l i c o s . Un c a m p o reti- s i s t e m a reticular y se a j u s t a b a a da g r e l h a m e d i a 5 1 , 6 x 2 9 , 9 m. Es- d e g r e l h a s q u e se a j u s t a v a àsc u l a r e r a d e 5 1 , 6 m x 2 9 , 9 m. T a l las c o n d i c i o n e s i m p e r a n t e s . te m é t o d o r a c i o n a l foi a r a z ã o d o condições imperantes.r a c i o n a l i s m o fue la c a u s a del éxi- éxito d e s t e e s t i l o de p l a n i f i c a ç ã oto d e e s t e e s t i l o d e c o n s t r u c - de c i d a d e q u e se t o r n o u d e p o i s
  • Epílogo Observações finaisLos e j e m p l o s presentados en este libro han tenido que Os e x e m p l o s apresentados neste livro quiseram con-elegirse sencillos y c o m p r e n s i b l e s en aras a la claridad, servar um estilo simples e de compreensão fácil numpara que sus c o n c e p c i o n e s resulten al diseñador sin esforço de clareza, de tal forma que os desenhistas jo-experiencia fáciles de aprender y de realizar. La prácti- vens e inexperientes p o s s a m a p r e n d e r o s princípios eca procurará a cada diseñador problemas nuevos y aplicá-los no seu próprio trabalho. Na prática, cada de-p l a n t e a d o s de distinta forma que pueden resultar de un senhista deparará com problemas que, num maior ougrado de complejidad mayor o menor. Si ha comprendi- menor grau, terão um caráter distinto, umas vezes maisdo en lo fundamental la naturaleza del sistema reticular simples e t a m b é m muito mais complicados. No entanto,le será posible resolver t a m b i é n problemas más com- se o d e s e n h i s t a a p r e e n d e u o essencial do sistema deplejos con ayuda de la retícula. grelhas, poderá, c o m a ajuda d u m a grelha, resolver si-C o n c a d a problema que supere con este sistema de t u a ç õ e s mais c o m p l e x a s ainda. Com cada novo proble-organización aumentará su s e g u r i d a d en el manejo de ma que ele d o m i n e dentro deste sistema de organizaçãola retícula y crecerá su satisfacción por el hecho de que g a n h a r á s e g u r a n ç a na aplicação da grelha e obterásu trabajo haya cobrado una forma ordenada y arquitec- uma satisfação sempre crescente da forma pictórica,tónica. C o n seguridad creciente, la fantasía se desen- arquitetônica e o r d e n a d a , que informará o seu trabalho.v u e l v e en un campo más amplio. Esta posibilidad de C o m o o seu tacto se torna mais seguro, a sua imagina-poder conseguir una e n s a m b l a d u r a texto-imágenes or- ç ã o d o t a r - s e - á d u m maior c a m p o de ação. Esta possibi-d e n a d a abre grandes perspectivas al diseñador lidade de produzir u m m o d e l o integrado de texto e ima-creativo. g e m , m e s m o e m trabalhos c o m p l e x o s , constitui umaC a d a vez más los clientes esperan del diseñador con- grande o p o r t u n i d a d e para o d e s e n h a d o r criativo.c e p c i o n e s lógicas y sistemáticas, no sólo por razones Os clientes e s p e r a m c a d a vez mais que o trabalho doe c o n ó m i c a s , sino t a m b i é n por c a u s a de la configuración d e s e n h i s t a seja lógico e sistemático, não só nos aspe-y el c u i d a d o de la imagen. C o n una creatividad cuya ctos e c o n ó m i c o mas t a m b é m tendo em vista a criaçãoúnica f u n d a m e n t a c i ó n sea de tipo e m o c i o n a l no puede de imagem e de cultura; uma concepção unificada dadarse con una concepción unitaria para el conjunto a identidade visual d u m a firma não pode produzir-se comdiseñar. El diseño significa en gran m e d i d a disposición um esforço criativo meramente emocional. O desenhointelectual y no sólo e m o c i o n a l para el trabajo creador. exige, num grau elevado, não só capacidade emocional mas t a m b é m c a p a c i d a d e intelectual para realizações criativas.
  • Bibliografía T h e o do r W. A d o r n o , Philosophie E r n s t Eg!i, Ceschichte des Stád- Le C o r b u s i e r , Stâdtebau, D e u t s - Peter O m m , Messkunst ordnet die der nenen Musik , V e r l a g U l l s t e i n , tebaues, E u g e n R e n t s c h V e r l a g , che Verlags-Anstalt, Stuttgart, Welt, H e i n z M o o s V e r l a g . Heidel- Frankfurt, Berlín y Viena, 1972 Erlenbach-Zurich y Stuttgart, B e r l í n y L e i p z i g , 1929 ( v e r s i ó n berg, 1963. ( v e r s i ó n c a s t e l l a n a : Filosofía de 1959. c a s t e l l a n a : Cómo concebir el Ur- la nueva música , E d i t o r i a l Sur, banismo, E d i c i o n e s Infinito, B u e - Eberhard OrthbandtDíetrích- B u e n o s A i r e s . 1966). Wilhelm Fucks, Mathematische nos A i r e s , 1 9 6 9 ) . Hans T e u f f e n , Ein Kreuz und tau- Musikanaiyse und Randomfolgen. send Wege, F r i e d r i c h B a h n Ver- W a l t e r A m t s t u t z . 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  • Cronología biográfica de Cronología biográfica deJosef Müller-Brockmann Josef Müller-Brockmann1914 1965 1914 1965N a c e e n R a p p e r s w i l ( S u i z a ) . Dos A p e r t u r a de una g a l e n a de arte Nasce em Rapperswil (Suiça). A b e r t u r a d u m a galeria de arte,a ñ o s d e a p r e n d i z a j e c o n W. A. « G a l e r i e 58» p a r a el arte c o n c r e - Dois anos de aprendizagem com « G a l e r i e 5 8 » , para a arte c o n c r e -D i g g e l m a n n , Z u r i c h . Dos a ñ o s de to, R a p p e r s w i l , a h o r a l l a m a d a W. A. D i g g e l m a n n , Z u r i q u e . D o i s ta, R a p p e r s w i l , a g o r a c h a m a d aa s i s t e n c i a a la K u n s t g e w e r b e s - «Galerie Seestrasse» a n o s de a s s i s t ê n c i a à K u n s t g e - «Galerie Seestrasse-chule, Zurich C o n f e r e n c i a : Vision 65, S o u t h e r n werbeschule, Zurique. C o n f e r ê n c i a : Vision 65, S o u t h e r n Illinois University, Carbondale: Illinois U n i v e r s i t y , C a r b o n d a l e :1936 «International Signs» 1936 «International Signs».Abre estudio propio. Zurich 1966 Abre um estúdio próprio, Zurique 1966 M i e m b r o del J u r a d o e n I C T A , s e c - M e m b r o do júri na ICTA, s e c ç ã o1939 c i ó n A l e m a n i a ( S p e s s a r t ) + Con- 1939 A l e m a n h a (Spessart)E x p o s i c i ó n N a c i o n a l : P a b e l l ó n de ferencia Icograda, Belgrado E x p o s i ç ã o N a c i o n a l : P a v i l h ã o de C o n f e r ê n c i a Icograda, B e l g r a d o .H o n o r de las u n i v e r s i d a d e s sui- H o n r a das u n i v e r s i d a d e s s u í ç a s ,z a s , d e p a r t a m e n t o s de F í s i c a , 1967 d e p a r t a m e n t o s de F í s i c a , M e d i c i - 1967M e d i c i n a e Historia del Arte D i s e ñ o p a r a el « L a b o r a t o r i o Ju- na e H i s t ó r i a da Arte. D e s e n h o para o «Laboratório Ju-1939-1971 ventud», Pestalozzianum, Zurich 1939-1971 v e n t u d e » , P e s t a l o z z i a n u m . Zuri-D i s e ñ o p a r a e x p o s i c i o n e s en Zu- D e s d e 1967 es m i e m b r o c o n s u l t o r D e s e n h o p a r a e x p o s i ç õ e s e m Zu- q u e . D e s d e 1967, é m e m b r o con-r i c h , B a s i l e a , París, N u e v a Y o r k , de D i s e ñ o p a r a IBM rique, B a s i l é i a , P a n s , N o v a Ior- sultor de D e s e n h o para IBMB a r c e l o n a , Praga, etc D i s e ñ o pa- q u e , B a r c e l o n a , Praga, etc De-ra t e a t r o s e n Z u r i c h , C o p e n h a g u e , 1970-1973 s e n h o para t e a t r o s e m Z u r i q u e . 1970-1973M u n i c h y otras c i u d a d e s M i e m b r o d e l J u r a d o : «Die g u t e In- C o p e n h a g a , M u n i q u e e o u t r a s ci- M e m b r o do júri: «Die gute Indus- d u s t r l e f o r m » , Feria de H a n n o v e r dades. t r i e f o r m » , Feira de Hannover.1952D i s e ñ o s de m a r i o n e t a s p a r a laó p e r a Hin undzurück de H i n d e -mlth, Zurich 1956-1960V i c e p r e s i d e n t e de la V S G 1956 C o n t e r e n c i a I n t e r n a c i o n a l del Di- seño, Aspen (Colorado), EE.UU. 1957-1960 Profesor en la K u n s t g e w e r b e s - chule, Zurich 1958 E x p o s i c i ó n : Konstruktive Grafik, Kunstgewerbemuseum, Zurich. Director a s o c i a d o de la revista Neue Graiik/New Graphic Design, O t t o W a l t e r V e r l a g , Olten 1959-1960 P r e s i d e n t e de la V S G 1960 C o n f e r e n c i a M u n d i a l del D i s e ñ o , Tokio 1962 Profesor invitado en la Hochschu- le für G e s t a l t u n g , Ulm 1964 E x p o s i c i ó n Nacional: D e p a r t a - m e n t o de C i e n c i a e I n v e s t i g a c i ó n Lausana
  • Exposiciones individuales Exposições individuais1952-1953 1952-1953M u n i c h , R e g e n s b u r g . Braun- M u n i q u e , R e g e n s b u r g , Braun-schweig, Hannover. Hamburgo. schweig, Hannover. Hamburgo,Bremerhaven (Alemania) Bremerhaven (Alemanha).1956 1956Z u r i c h : P o s t e r s de c o n c i e r t o t Z u r i q u e : C a r t a z e s de c o n c e r t o .1958S t u t t g a r t ( A l e m a n i a ) . Institut tur 1958Auslandbeziehungen E s t u g a r d a ( A l e m a n h a ) , Institut fur A u s l a n d b e z i e h u n g e n1960 1960Tokio: Matsuya; Osaka: Takashi-maya Tóquio: Matsuya: Takashimaya. 19631963Winterthur (Suiza): Kunstgewer- Winterthur (Sulça): Kunstge-bemuseum werbemuseum. 19671967 N o v a I o r q u e : T h e A m e r i c a n Ins-N u e v a Y o r k : T h e A m e r i c a n Insti- t i t u t e of G r a p h i e A r t s .t u t e of G r a p h i c Arts 19711971 Selb (Alemanha): Feierabend-Selb (Alemania): Feierabendhaus haus Rosenthal.Rosenthal 19741974 C e n t r o E s t u d a n t i l da Universi-C e n t r o E s t u d i a n t i l de la Universi- d a d e de Z a g r e bd a d de Z a g r e b 19751975 O s a k a Art C e n t e r , O s a c a .O s a k a Art C e n t e r , O s a k a 1977 1977 Ryder Gallery, ChicagoRyder Gallery, Chicago 1980 1980 Reinhold B r o w n Gallery, NovaReinhold Brown Gallery, Nueva Iorque.York Autor de A u t o r de Problemas de diseño del artista Problemas de desenho do artis- gráfico, 1961 ta gráfico. 1961 Historia de la Comunicación vi- História da Comunicação Vi- sual, 1971 sual, 1 9 7 1 Historia del poster, c o n S h i z u k o Historia do Cartaz, c o m S h i z u k o . M ü t l e r - Y o s h i k a w a , 1971 M u l l e r - Y o s h i k a w a , 1971
  • Acerca de la obra Acerca da obraSistemas de retículas es la última de las obras de di- Sistemas de grelhas é a última das obras de d i d á t i c ad á c t i c a profesional de Josef M ü l l e r - B r o c k m a n n . Activo professional de Josef M ü l l e r - B r o c k m a n n . Ativo desen-d i s e ñ a d o r , ex profesor de diseño en la E s c u e l a de A r t e s hista, ex-professor de desenho na Escola de Artes ey Oficios de Zurich y c o n o c i d o por sus proyectos de ám- Ofícios de Zurique e c o n h e c i d o pelos seus p r o j e t o s debito i n t e r n a c i o n a l , es uno de los m á x i m o s e x p o n e n t e s â m b i t o internacional, é um dos m á x i m o s e x p o e n t e s pro-p r o f e s i o n a l e s , a la vez que divulgador, de lo que se vino fessionals, ao mesmo tempo que divulgador da a s s i ma l l a m a r la « e s c u e l a suiza de diseño gráfico». c h a m a d a «escola suíça de d e s e n h o gráfico».C o m p a r t e , ante el hecho de la configuración visual, ta No que respeita à configuração visual, s e g u e e ideolo-i d e o l o g í a c o n s t r u c t i v i s t a de sus c o m p a t r i o t a s Max Bill, gia c o n s t r u t i v i s t a dos seus c o m p a t r i o t a s Max Bill, Ri-R i c h a r d P. Lohse, C a m i l l e G ráese r y otros. En Sistemas c h a r d P. Lohse, Camille Graeser e outros. Em Sistemasde retículas está presente esta búsqueda de la cons- de grelhas está presente esta procura da c o n s t r u ç ã o dat r u c c i ó n del orden en el decir tipográfico. Con ello se o r d e m no dizer tipográfico. É aqui que se manifesta ap o n e de manifiesto la actitud ética del autor de cómo atitude ética do autor, a sua c o n c e p ç ã o da relação co-c o n c i b e la relación c o m u n i c a c i o n a l entre emisor y re- m u n i c a c i o n a l entre emissor e receptor.ceptor. Sob esta perspetiva, o livro é um e l o q ü e n t e tratado q u e s i s t e m a t i z a a configuração tipográfica, nas suas dife-Bajo esta p e r s p e c t i v a , el libro es un elocuente tratado rentes formas: o livro, a revista, o c a t á l o g o , o folheto, os i s t e m a t i z a d o sobre la configuración tipográfica en cartaz e outras. Estabelece quais são os e l e m e n t o s co-c u a l q u i e r a de sus formas: el libro, la revista, el catálo- muns que constituem i n v a r i a v e l m e n t e uma configura-go, el folleto, el cartel y otros. Establece cuáles son los ção tipográfica, e ensina a encontrar o princípio orde- e l e m e n t o s c o m u n e s que constituyen siempre una confi- nador sobre o q u a l se podem articular ditos e l e m e n t o s . g u r a c i ó n tipográfica y muestra cómo hallar el principio C o m este procedimento c o n s e g u e - s e não só a convi- o r d e n a d o r sobre el cual se pueden articular d i c h o s ele- v ê n c i a harmónica da tipografia com títulos, i l u s t r a ç õ e s , m e n t o s . C o n este procedimiento se logra no sólo la con- gráficos mas també a posta em relevo da i m e n s a rique- v i v e n c i a a r m ó n i c a de la tipografía con titulares, i m á g e - za de alternativas visuais para um m e s m o p r o b l e m a for- nes, gráficas, sino que pone t a m b i é n de manifiesto ta mal. Deste modo, qualquer problema tipográfico, por i n m e n s a riqueza de alternativas visuales a un m i s m o c o m p l e x o que seja, pode ser resolvido s a t i s f a t o r i a m e n - p r o b l e m a formal. De este modo, cualquier requerimien- te, m a n t e n d o - s e a harmonia do c o n j u n t o . to t i p o g r á f i c o , por c o m p l e j o que sea, puede ser satis- O autor mostra, t a m b é m , como o d e s e n h o com g r e l h a é f a c t o r i a m e n t e resuelto manteniendo la armonía del o p e r a c i o n a l nos projetos t r i d i m e n s i o n a i s nos quais há conjunto. q u e ter em conta c o n d i c i o n a m e n t o s físicos e psicológi- El autor m u e s t r a t a m b i é n cómo el diseño con retícula es cos, distintos dos dum desenho b i d i m e n s i o n a l . o p e r a c i o n a l en proyectos tridimensionales en los que E, finalmente, oferece um breve p a n o r a m a histórico da d e b e n t e n e r s e en cuenta condicionantes físicos y psi- g r e l h a c o m o ajuda na configuração plástica, arquitetô- c o l ó g i c o s d i s t i n t o s a los de un diseño bidimensional. nica e tipográfica, tal como foi utilizada nas d i v e r s a s Por último, ofrece un breve panorama histórico de la re- culturas, desde a Antigüidade até aos nossos dias. t í c u l a c o m o ayuda en la configuración plástica, arqui- Sistemas de grelhas é o primeiro tratado em c a s t e l h a n o t e c t ó n i c a y tipográfica como fue utilizada en diversas e português nesta matéria, sendo i g u a l m e n t e o primeiro c u l t u r a s , d e s d e la Antigüedad hasta nuestros días. que trata, dum modo competente, professional e exaus- Sistemas de retículas es el primer tratado de este géne- tivo, este tema tão importante — o problema de cada ro en c a s t e l l a n o y portugués, pero es también el prime- d i a — para o desenhista. Trata-se, portanto, d u m a obra ro q u e trata de un modo competente, profesional y ex- imprescindível para o professional, o e s t u d a n t e e o pro- haustivo este tema tan importante — p o r t a n c o t i d i a n o — fessor de desenho. para el d i s e ñ a d o r . Por ello, es una obra imprescindible para el profesional, el estudiante y el profesor de di- seño.
  • Colección GG DISEÑO Otl A i c h e r Sistemas de signos en la comunicación visual Martin Krampen Manual para diseñadores, arquitectos, planificadores y analistas de s i s t e m a s Adrian Frutiger Signos. Símbolos. Marcas. Señales Elementos. Morfología. Representación. Significación Kar! Gerstner Diseñar programas J. Chistopher Jones Métodos de diseño Harald Küppers Fundamentos de la teoría de los colores Bernd Lõbach Diseño industrial Bases para la configuración de los productos industriales Jordi Llovet Ideología y metodología del diseño Una introducción crítica a la teoría proyectual Ernest J. M c C o r m i c k Ergonomía Factores humanos en Ingeniería y Diseño Ray Murray Manual de técnicas para directores artísticos y diseñadores Wucius Wong Fundamentos del diseño bi- y tri-dimensional