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Livreto - História e Homenagem a Ruy Ohtake

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Conhecido internacionalmente como um dos mais proeminentes e criativos arquitetos em atividade, Ruy Ohtake foi homenageado nesta segunda-feira com a Medalha Anchieta e o Diploma de Gratidão por sua …

Conhecido internacionalmente como um dos mais proeminentes e criativos arquitetos em atividade, Ruy Ohtake foi homenageado nesta segunda-feira com a Medalha Anchieta e o Diploma de Gratidão por sua obra na cidade de São Paulo.

Cidadão paulistano, Ohtake formou-se na Universidade de São Paulo em 1960. Sua obra é referência e motivo de estudos nas mais renomadas escolas de arquitetura do mundo. Foi vencedor de diversos concursos de arquitetura, além de receber importantes prêmios nos últimos 50 anos.

Sobre suas obras foram editados livros e ensaios, com textos elaborados por estudiosos, críticos, historiadores e professores de arquitetura, além de jornalistas especializados no cotidiano urbano.

Ele assina projetos como o Hotel Blue Tree, em Brasília, a Embaixada Brasileira em Tóquio, os jardins e o museu aberto da Organização dos Estados Americanos, nos Estados Unidos, entre outros. Em São Paulo, foi responsável por obras como os hotéis Unique e Renaissance e o Parque Ecológico do Tietê.

Ohtake foi também responsável pela intervenção de reurbanização da favela de Heliópolis, zona Sul da Capital. Segundo ele, esse projeto abre um novo horizonte para os moradores daquela região. “Eu acredito na cidade mais igualitária, mais democrática. Então quando fiz o projeto para a comunidade de Heliópolis, fiz prédios circulares, carinhosamente apelidados de redondinhos pela população. Ninguém acreditava que fosse possível encaixar o custo do projeto no custo da habitação para famílias de 0 a 3 salários mínimos. E isso foi possível. A primeira parte foi entregue em dezembro, para 200 famílias, e isso foi muito emocionante”, disse.

“O que mais me marcou no Ruy foi a sensibilidade dele quando começou a atuar em Heliópolis, uma história lindíssima, nos 450 anos de São Paulo, quando ele disse que um dos locais mais bonitos da cidade era o Ibirapuera, e o mais cinza era a favela de Heliópolis. A comunidade o procurou e pediu ajuda para tornar o local mais bonito, e foi o que ele fez. É um arquiteto que tem sua marca gravada na memoria da cidade”, disse o vereador Chico Macena (PT).

O projeto que homenageou o arquiteto foi proposta em 2005, pelo então vereador Paulo Teixeira (PT), hoje deputado federal. O vereador Chico Macena (PT), em acordo com o deputado, foi o responsável pela viabilização da sessão solene.

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  • 1. Homenagem a Ruy OhtakeConheçaum poucosobre ahistóriae obras doarquiteto eurbanista
  • 2. EditorialRuy Ohtake tem uma trajetória profissionalque traz a exuberância de edifícios, hotéise restaurantes luxuosos, mas também, tra-balhos sociais que alteraram paradigmas,como as habitações sociais em formato ar-redondado em Heliópolis.O objetivo deste informativo é tornar, aindamais, público e reconhecido um exemplo decriatividade da arquitetura brasileira, quetornou diferentes ambientes como o HotelUnique e as ruas de Heliópolis, em lugaresmais acolhedores e alegres.O educador Paulo Freire costumava criti-car o conceito de que criança não podeser criada na rua. Pois, segundo ele, a ruatambém é um local importante para queela possa crescer e se desenvolver. A arqui-tetura e o urbanismo é um instrumento re-levante, no caso de São Paulo, desafiadorpara se criar e tornar locais públicos em am-bientes mais alegres, sociais e acolhedores.
  • 3. SumárioBiografia.........................4O estilo Ruy OhtakePrincipais Obras.............6O trabalho Socialem Heliópolis.................11Conversando com oarquiteto.......................14Entrega de MedalhaAnchieta e Diplomade Gratidão..................18Os proponentes dahomenagem Ver ChicoMacena e Dep Paulo Teixeira ..............................19Expediente:Coordenação: Diane CostaTextos, Diagramação: Katiele Fran-ça, Diane Costa e Talita Gomes(Mandato do vereador Chico Ma-cena). Colaboração: site e asses-soria Ruy Ohtake, assessoria Unas.Fotos: Henrique Boney e Gil. Con-ceito artistíco: Janaína Cavalcanti
  • 4. O arquiteto Ruy Ohtake no gabinete do vereador Chico Macena 4
  • 5. Quem é Ruy?Filho mais velho da renomada artistaplástica Tomie Ohtake e do agrônomo Al-berto Ohtake, Ruy Ohtake começou suaprodução em 1960, mesmo ano em quese formou pela FAU-USP – Faculdade deArquitetura e Urbanismo da Universida-de de São Paulo. Desde então, Ruy con-quista admiradores diferentes cantos domundo com suas criações que fundem acultura japonesa, a energia da vanguar-da européia e americana, a exuberân-cia e as diversidades das paisagens e dopovo brasileiro.Desde a sua formação, o escritório do ar-quiteto é movido pela grande quantidadede demanda. Suas obras, não são somenterequisitadas em território nacional, mas tam-bém no exterior. Ohtake tornou-se referênciano meio dos arquitetos, e por isso é regular-mente convidado para representar o Brasilem diversas palestras, como, o XX Congressoda UIA- União Internacional dos Arquitetos-,evento realizado em junho de 1999 na China,ao lado de fíguras importantes, como, JeanNouvel e Tadao Ando.Ruy também assina o projeto arquitetônico dabutique de óculos solares do Brasil, a OPART,localizada na Rua Oscar Freire em São Paulo ePiauí Multimídia, em Teresina - Piauí. 5
  • 6. O estilo R Redondinho de Heliópolis São Paulo, 2008 Um complexo residencial para habi- tação de interesse social, possui de 29 edifícios. Os “redondinhos” tem quatro andares, são adaptados para porta- dores de deficiência, contam com es- paço de convivência, lixeiras seletivas e playground.Hotel Renaissance São Paulo (SP) 1986Localizado a uma quadra da Ave-nida Paulista, este edifício tem umaexpressão forte dentro do denso es-paço da cidade de São Paulo. Com500 apartamentos, distribuídos em 25pavimentos, o hotel possui uma dasmais valiosas coleções de arte. Pai-néis e esculturas enriquecem aindamais o ambiente. Aquário Pantanal Campo Grande (MS), Em construção O maior aquário de água doce do mundo, com 6,6 milhões de litros de água, 263 espécies e sete mil animais. Este projeto audacioso ressalta o estilo contemporâneo do arquiteto. Além do ambiente interno, que inclui um túnel de 180 graus, o aquário terá cinco tan- ques externos, que poderão ser percor- ridos a pé ou em um trajeto aquaviário em barco com fundo de vidro. 6
  • 7. Ruy Ohtake Brasília Shopping and Towers Brasília (DF)1991 Este edifício está inserido no con- texto arquitetônico de Brasília. As duas torres e arco, que estão conectadas com os andares superiores. O empreendimento é composto por 19 pavimentos, duas torres e cada uma delas contam com 14 andares e 336 salas comercias e escritórios. Hotel Unique O hotel Unique é referência mun- São Paulo (SP) 2002 dial por sua originalidade e design instigante. Está próximo dos lugares mais badalados da cidade, como a Av. Paulista, o Parque Ibirapue- ra, a Av. Faria Lima, os shoppings Iguatemi e próximo do aeroporto de Congonhas. Composto por 6 pavimentos, totalizando 96 apar- tamentos, seus diferencial está na forte característica urbana, traço singular de São Paulo. Edifício Berrine São Paulo (SP), 2000 Este edifício é um empreendimento comercial, destinado a grandes em- presas. Em sua faixada frontal é pos- sível identificar a ousadia no uso das formas. Localizado na região da Mar- ginal do Rio Pinheiros, o prédio conta com 17 andares de escritórios, com áreas privativas que variam de 667 a 730 metros quadrados. 7
  • 8. O estilo R Edifício Lagoa Rio de Janeiro (RJ) 2003 Inspirado na lagoa Rodrigo de Freitas, seu desenho conversa com a beleza da cidade. A ondulação do terraço mais parece ondas do mar. Nesta sintonia que o arquiteto projetou arranjos criati- vos de terraço, a fim de prolongar salas e quartos, além de se destacar entre os demais prédios, pela ousadia e delica- deza de sua obra.Edifício Santa Catarina São Paulo (SP) 2007Um projeto ousado e inovador. Inspiradona contemporaneidade da cidade deSão Paulo, localizado no cartão postal dacidade, a Avenida Paulista, dono de umdesenho singular o Edifício Santa Catarinatem 1.000 m² e laje de 18 pavimentos, éuma espécie de cúpula de vidro. Alémda sua forma, os aros na cor vermelhacompleta o desenho que chama a aten-ção de quem passa pelos arredores. Embaixada do Brasil em Tóquio Japão (Tóquio) 1982 Com uma fachada curva e verticalizada, a Embaixada que representa o Brasil no Japão, ganha características únicas. O prédio tem cinco pavimentos, e está lo- calizado em uma rua bem estreita, o que dá ao empreendimento uma caracterís- tica ainda mais excitante, além das cores fortes que representa a cultura brasileira. 8
  • 9. Ruy Ohtake Memorial da Cidade, Teresina Teresina - Piauí (em construção) A valorização dos rios Poti e Parnaíba é foco principal des- te projeto, que deverá modi- ficar de maneira histórica a capital do Piauí. A concepção prevê a explanada do Rio Par- naíba, além da edificação de três prédios: O memorial da cidade, o Piauí Multimídia e a Estação ciência dentro de um espaço de 1500 m2. Centro Cultural de Palmital Palmital - (SP)1982 Localizado em uma praça ajardina- da, o edifício possui quatro fachadas diferentes, três delas marcadas com arcos de entrada, e a quarta com brises coloridos, o que dá ao projeto uma característica de contempo- raneidade. Ordenado segundo um módulo de dez metros, é composto por um auditório com capacidade para 120 pessoas, biblioteca, salão de exposições e salas administrativas. Central Park São Paulo, (SP) 2008 Edifício comercial composto por sete pavimentos, seu diferencial está na sua aparência exube- rante e imponente. Localizado na cidade de São Paulo, o edifí- cio embeleza ainda mais a apa- rência de São Paulo. 9
  • 10. O estilo Ruy Ohtake Edifício Diamond Belém - (Pará )1988 Localizado de frente com a Praça da República, o Edifício residencial conta com 25 apartamentos, um por andar. A temperatura alta, típica da região, em conjunto com a umidade do ar, inspirou o arquiteto em elaborar a abertura do terraço em duas faces, assim os moradores podem aprovei- tar ainda mais a paisagem local.Centro Cultural de Guarulhos Guarulhos (SP) 2003 O arquiteto transformou uma antiga industria têxtil no Centro Municipal de Educação Adamastor. Com quase 8 mil metros quadrados de construção, o local conservou a imagem histórica da cidade de Guarulhos e conservou a chaminé de 50 metros de altura, que a visível distancia se constitui a símbolo o conjunto. Cerquilho São Paulo (SP) 2005 O centro cultural foi projetado para le- var cultura a população local e visitan- tes. O complexo contar com um signi- ficativo conjunto cultural é composto por teatro e bibliotecas. Sua proposta é apresentar algo inovador dentro do espaço urbano 10
  • 11. O urbanista e o trabalhosocial em HeliópolisLíder comunitário da Unas Heliópolis Buiu. vereador Chico Macena, arquiteto Ruy Ohtake Ajudar é trabalhar juntoRuy afirma que encontra em Heliópolis uma so-lidariedade que nunca tinha vista. O arquite-to de mais de 50 anos de carreira, é autor doprojeto de habitação social, que conta cominvestimente federal e municipal, “Os Redon-dinhos”. Essa contrução proporcionou aos mo-radores da região lares dignos com parquescoloridos e de formas ousadas. As obras e asmodificações no local são de encher os olhos.A relação de Ruy com Heliópolis surgiu de ummal entendido. O arquiteto foi entrevistado poruma revista, na discursão Ruy mencionou queachava gritante a diferença entre um bairrocom recurso e uma comunidade carente, elecomparou os bairros do Morumbi com Heliópo-lis, terras distintas. O periódico de má fé publi-cou que o arquiteto achava a região feia, por 11
  • 12. conta disso, lideranças do local entraram emcontato para esclarecer o comentário e per-guntar como o renomado Ruy Ohtake poderiaajudá-los para balancear essa diferença, o re-lacionamento deu seu primeiro passo. Do malentendido surgiu uma grande oportunidade.O projeto social de Ruy Ohtake em Heliópoliscomeçou em 2003, a convite de um dos líde-res comunitários do bairro. O trabalho iniciou-secom intervenções cromáticas, pinturas de trêsruas escolhidas pelos próprios moradores. A par-tir deste momento, as portas começaram a seabrir e com o auxílio de um banco foi instaladouma modesta biblioteca na região. Ruy propôsque a localização do centro de leitura fosse es-colhida pelos habitantes, e assim aconteceu.Biblioteca de Heliópolis, projeto do arquiteto Ruy Ohtake, o acervo atinge toda a população da regiãoOhtake quebrou o paradigma de que habitaçõesou bairros bonitos são apenas realidades de pes-soas com maior poder aquisitivo, Heliópolis ganhanova cara. Com essa primeira reforma realizada,o arquiteto tornou-se conhecido pela região de 12
  • 13. Heliópolis, e alguns anos mais tardefoi lembrando por um dos membrosda Unas - União de Núcleos Associa-ções e Sociedades de Moradoresde Heliópolis e São João Clímaco,para ajudar quando a prefeituraestudava a construção de três cre-ches. As escolinhas de jardim deinfância foram edificadas com pro- Os Rendodinhos nasceram com ojetos arquitetônicos e padrões da projeto corprefeitura. Ruy ajudou a posicioná-las nasproximidades de duas escolas municipais.Depois dessa intervenção, nasceu o proje-to polo educativo e cultural, uma realizaçãodo arquiteto. Sete prédios, pintados com di-versas cores, e redondos distribuídos em umaárea de 35 mil m², em que é proibido à entra-da de carros, no local não há muros. Entre asedificações, um campo verde utilizado pela co-munidade como parque nos finais de semana.Projeto Cor. Pintura das casas da comunidade de Heliópolis realizado em parceria com os moradores. 13
  • 14. ConversandoO arquiteto fala sobre arquitetura, a importância do seu trabal “redondinho”, além de sua visão sobre o futuro dosQual foi a sua reação quando recebeu um projeto queiria de encontro com as necessidades da comunidade deHeliópolis?+Ruy Ohtake: Com o mesmo entusiasmo que fiz o projetodo Aquário Pantanal, que está em construção no MatoGrosso do Sul, um grande empreendimento voltado parao meio ambiente, mas também sofisticado é a questão defazer arquitetura, para Heliópolis.Qual a diferença de criar um projeto que envolve proje-tos de luxo, de construções que beneficiam comunidadescarentes? “AcredRuy Ohtake: É evidente que cada pro- no Brasil é acjeto é direcionado para um usuário comunidades maespecifico, ou seja, a pessoa que vaiter atividade dentro da construção. afirma OhContudo, todos os meus projetos sãorealizados com extrema dedicação, entusiasmo, qualquerque seja a finalidade. Sempre acredito na questão da ci-dadania, no país.Ruy Ohtake com lideranças comunitárias de Heliópolis 14
  • 15. com Ohtakelho em Heliópolis, da atuação da comunidade no projeto jovens que moram em comunidades carentes. Os “redondinhos” chamam a atenção pela ousadia das suas curvas, como alcançou este resultado? Ruy Ohtake: Eu acho que um projeto tem que ter uma identidade. A gente consegue formatar essa ideia discutindo com a comunidade, não me satisfa- ço com discursos, busco concretizar os meus projetos em realidade. Acredito que a arquitetura e o urban- ismo se completam quando construídas em conjunto. E como nasceu a ideia dos “redondinhos”?ditar Ruy Ohtake: Ele nasceu com o pro- jeto da cor, e em Heliópolis isso foi acredita nas sementinha, para a ideia dos redond-ais carentes”, inhos. Depois desse trabalho a comuni- dade pediu meu auxílio em um projeto htake que valorizasse a região, fui até lá. Em conjunto com a comunidade, decidi- mos trabalhar juntos, comigo não tem esse negócio de ajudar, eu quero trabalhar junto. Ruy discutindo o planejamento urbanístico de Heliópolis 15
  • 16. Ruy explicando o projeto Polo Cultural em HeliópolisQuando você decidiu fazer arquitetura? Houve influênciafamiliar?Ruy Ohtake: Sim, minha mãe Tomie Ohtake é artísta, desdepequeno a vejo trabalhar em seu ateliê, então pensava naarquitetura desde o colegial. Contudo, nunca foi uma coisaimposta.Como você vê o futuro das comunidades carentes noBrasil?Ruy Ohtake: Acreditar no Brasil é acredita nas comunida-des mais carentes. Hoje, essas comunidades correspon-dem a quase 40% da população brasileira, ou seja, cercade 80 milhões de brasileiros (adolescentes), que logo, da-qui há dez anos, esses jovens serão dirigentes do país, dascidades e das comunidades. Nós temos que preparar edar oportunidades. 16
  • 17. Qual foi a sua primeira preocupação, quando criouos chamados “redondinhos” de Heliópolis?Ruy Ohtake: Quando eu faço um projeto, como o deHeliópolis, a primeira coisa que faço é discutir coma comunidade, para que haja dupla responsabi-lidade, eu como arquiteto e cidadão e da comu-nidade como moradora local, que tem vivência davida em comunidade.Em sua opinião, qual é a verdadeira essência do tra-balho de arquiteto?Ruy Ohtake: Considero arquitetura tudo que envolvea atividade humana, pode ser casa, escola, campoesportivo, hospital, enfim... A arquitetura é uma só,ou é uma boa arquitetura, ou não é.Ex- Ministro da Educação, Fernando Haddad, Ruy Ohtake, ver. Chico Macena e Buiú,liderança de Héliopolis, discutindo melhorias urbanísticas para a região e cidade.Tem algum arquiteto que você admira e considera as suasobras inspiradoras ?Ruy Ohtake: Sim, tem dois arquitetos que admiro, o VilaNova Artigas, que foi meu professor na FAU - USP e o Os-car Niemyer. 17
  • 18. Entrega de Medalha Anchieta eDiploma de GratidãoToda honraria precisa ser votada e aprovada pe-los parlamentares da Câmara. Elas são entreguescomo forma de reconhecimento de personalidadesque realizaram trabalhos em benefício da cidadede São Paulo.O projeto de decreto legislativo que concede a Me-dalha Anchieta e o Diploma de Gratidão é do hojedeputado federal, Paulo Teixeira, que quando vere-ador, em 2005, sugeriu a homenagem ao arquiteto eurbanista. O vereador Chico Macena ficou ciente daaprovação da homenagem ao Ruy Ohtake, conver-sou com o deputado e se propôs a fazer a entrega.O reconhecimento do trabalho do Ruy Ohtake naCâmara será ímpar, como suas obras, pois é viabiliza-do por dois parlamentares municipais, o que teve ainiciativa em 2005, e o que em parceria concretizouem 2012.Embora tenha elaborado diversos projetos em SãoPaulo, e terá reconhecimento por meio da homena-gem, que recebe no dia 11 de junho de 2012, RuyOhtake é uma figura que possui reconhecimento in-ternacional. É autor de projetos arquitetônicos viabili-zados em outros países como a embaixada do Brasilem Tóquio, no Japão. 18
  • 19. Os proponentes da Homenagem Vereador Chico Macena Autor de mais de 30 leis e 100 projetos, o verea- dor Chico Macena está no segundo mandato na Câmara Municipal. Foi administrador regio- nal de Vila Prudente na gestão da prefeita Luiza Erundina, Presidente da CET na gestão Marta Suplicy. Dentre suas principais con- quistas na Câmara está o impedimento da retirada das questões sociais comoSaúde Educação e Habitação de Interesse social doPlano Diretor.Deputado FederalPaulo TeixeiraFoi Sub-prefeito de São MiguelPaulista no governo LuizaErundina. Como vereador, foiautor do Projeto de Lei (PL)para exigir o cumprimentoda função social da proprie-dade em São Paulo.Como Secretário da Habita-ção em São Paulo, no gov-erno Marta Suplicy, desen-volveu o programa Morar noCentro e o Plantas On Line.Como deputado federal, seumandato é referência nasquestões urbana, ambientale de tecnologia. 19
  • 20. Instituto Tomie Ohtake Aponte o visor do seu celular e fotografe a imagem ao lado para acessar o site do mandato www.chicomacena.com.brMandato do vereador Chico MacenaViaduto Jacareí n° 100- 418- 4° andarContato: 11- 3396-4236E-mail: faleconosco@chicomacena.com.brAcompanhe o mandato nas redes sociais

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