Programas Sociais da CET

701 views
657 views

Published on

Programas Sociais da CET durante a administração de Francisco Macena da Silva (Chico Macena)

Published in: News & Politics
0 Comments
0 Likes
Statistics
Notes
  • Be the first to comment

  • Be the first to like this

No Downloads
Views
Total views
701
On SlideShare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
0
Actions
Shares
0
Downloads
2
Comments
0
Likes
0
Embeds 0
No embeds

No notes for slide

Programas Sociais da CET

  1. 1. PROJETO PRIMEIRO EMPREGO
  2. 2. A CET E A IMPLANTAÇÃO DO PROJETO PRIMEIRO EMPREGO Com abrangência delimitada pela própria atuação da CET, a implantação do Projeto Primeiro Emprego , insere-se na política pública da atual gestão da PMSP, como iniciativa pioneira. A CET, através de seu orçamento anual, incluiu no seu Quadro de Estagiários os jovens do Projeto, responsabilizando-se pelos custos decorrentes de sua proposta de trabalho, integrando-os ao seu Quadro de Colaboradores.
  3. 3. <ul><li>A iniciativa procura atender demandas da comunidade, incentivando a: </li></ul><ul><li>Erradicação da Pobreza </li></ul><ul><ul><ul><li>capacitação profissional, geração de trabalho e renda . </li></ul></ul></ul><ul><li>Serviços Sociais </li></ul><ul><ul><ul><li>assistência social, prevenção e redução da criminalidade. </li></ul></ul></ul><ul><li>Infância e Juventude </li></ul><ul><ul><ul><li>treinamento profissional e programas de apoio comunitário. </li></ul></ul></ul>
  4. 4. CARACTERÍSTICAS DO PROJETO O Projeto Primeiro Emprego atende 150 jovens em situação de risco, termo utilizado para qualificar a precária condição econômica, familiar e social deste grupo que pode expô-los à infração da lei de forma mais contundente.
  5. 5. <ul><li>Encontram-se neste universo: </li></ul><ul><li>jovens infratores em liberdade assistida, sem vínculos familiares fortalecidos cuja vinculação ao Projeto tem a função de recuperação/reinserção social; </li></ul><ul><li>jovens de comunidades carentes, com vínculos familiares estabelecidos em diversos níveis de estabilidade, não infratores, cuja vinculação ao Projeto tem a função de prevenção/manutenção de vínculos através do trabalho. </li></ul><ul><li>Na estrutura da CET, o projeto está sendo desenvolvido pela Diretoria Administrativa – Superintendência de Recursos Humanos – Departamento de Integração Social. </li></ul>
  6. 6. OBJETIVO GERAL Atendimento a jovens a partir dos 16 anos completos, vinculados a instituições de apoio e reintegração social, possibilitando sua inserção no mercado de trabalho, através da celebração de convênio com Organizações não Governamentais, viabilizando convivência profissional e social condizente com a adequada formação de estagiários.
  7. 7. <ul><li>OBJETIVOS ESPECÍFICOS </li></ul><ul><li>Desenvolver ações visando a reinserção social. </li></ul><ul><li>Atender a jovens em situação de risco. </li></ul><ul><li>Desenvolver funções de utilidade pública e comunitária. </li></ul><ul><li>Fortalecer o vínculo do jovem com a escola de ensino fundamental, médio e superior. </li></ul><ul><li>Possibilitar ao jovem com faixa etária defasada em relação à escolaridade o acesso à Cia </li></ul>
  8. 8. IMPLANTAÇÃO: JUNHO/2001
  9. 9. <ul><li>FORMA DE ATUAÇÃO </li></ul><ul><li>Absorção de 150 jovens no quadro de colaboradores da CET, criando dentro do Programa de Estágio existente, como estagiário nível III – Estágio de Ação Comunitária e Técnico. </li></ul><ul><li>Concessão de bolsa auxílio no valor de 01 salário mínimo, vale refeição, cesta básica e seguro de vida. </li></ul><ul><li>Parceria com ONG’S que capacitam os jovens, oferecendo acompanhamento social e cursos profissionalizantes e a CET que possibilita sua inserção no mercado de trabalho, através do ingresso na Cia., como estagiários. </li></ul>
  10. 10. <ul><li>PAPEL DA CET </li></ul><ul><li>Proporcionar as estagiários condições adequadas à execução do estágio, sob orientação e supervisão de profissionais experientes, atentando para o cumprimento das atividades de estágio e das orientações da instituição conveniada, de forma a garantir o desenvolvimento profissional do jovem estudante, sem prejuízo do aproveitamento escolar. </li></ul><ul><li>Prestar ou comunicar oficialmente todo tipo de informação sobre o desenvolvimento do estágio que venha a ser solicitada pela instituição conveniada. </li></ul>
  11. 11. <ul><li>Garantir que a manutenção do estágio esteja condicionada à aprovação do estagiário no ano letivo. </li></ul><ul><li>Acompanhar o tempo de validade do estágio, previsto para um ano e renovável por mais um ano. </li></ul><ul><li>Garantir o cumprimento da carga horária máxima mensal de 132 horas, com 6 horas/dia. </li></ul>
  12. 12. <ul><li>ONG’S CONVENIADAS </li></ul><ul><li>Centro Social Nossa Senhora do Bom Parto </li></ul><ul><li>Pastoral do Menor e Escola de Formação Henry Ford </li></ul><ul><li>Centro de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente - Cedeca </li></ul><ul><li>União dos Núcleos Associação e Sociedade de Heliópolis e São João Clímaco - UNAS </li></ul><ul><li>Centro Coração Civil de Cidadania e Direitos Humanos </li></ul>
  13. 13. CARACTERÍSTICAS DAS ONG’S As institituições conveniadas localizam-se na periferia da cidade de São Paulo, atendendo a população de baixa renda.. Desenvolvem trabalhos voltados para a reabilitação social, formação profissional e atividades comunitárias, atendendo a jovens residentes destas regiões. Fazendo também, acompanhamento de jovens em liberdade assistida, atuam diretamente junto às famílias e ao Poder Público, através de profissionais qualificados como educadores.
  14. 14. Pela peculiaridade de cada instituição e das demandas que recebem, a heterogeneidade do grupo traz a situação de jovens infratores, de jovens com idade defasada em relação à escolaridade, de jovens com vínculos familiares bastante estabilizados e que além da escolaridade compatível tem currículo adicional de curso profissionalizante. De algum modo, todos procuraram ou foram trazidos para as instituições que atendem a um grande número de jovens dessa população, atuando também com as suas famílias.
  15. 15. <ul><li>INTERFACE COM A CET </li></ul><ul><li>O convênio prevê que compete à instituição conveniada: </li></ul><ul><ul><ul><li>Acompanhar o estágio em conformidade com seus regulamentos internos,ficando o estagiário sujeito a essa regulamentação designando supervisor para acompanhamento e avaliação do estágio; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Fornecer informações e documentação emitidas pelas instituições de ensino, necessárias ao acompanhamento da situação escolar do estagiário; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Fazer reuniões periódicas com os estagiários, na instituição, para acompanhamento do processo; </li></ul></ul></ul>
  16. 16. <ul><ul><ul><li>Fazer acompanhamentos individuais, quando necessário, por iniciativa própria ou da CET; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Acompanhar as situações problemas apontadas pelas áreas, sujeitas a transferência/afastamento ou desligamento do estagiário; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Participar de reuniões periódicas com equipe técnica da Superintendência de Recursos Humanos, responsável pelo acompanhamento do projeto. </li></ul></ul></ul>
  17. 17. <ul><li>ÁREAS GESTORAS </li></ul><ul><ul><ul><li>Integração das chefias no Projeto, caracterizadas como parceiras do processo de conhecimento mútuo, com o estagiário vivenciando o mundo do trabalho, a aprendizagem das suas rotinas e relacionamento interpessoal e os profissionais das áreas gestoras participando como educadores das práticas diárias, possibilitando um exercício de cidadania. </li></ul></ul></ul>
  18. 18. ACOMPANHAMENTO DO PROJETO
  19. 19. <ul><li>Na estrutura da Superintendência de Recursos Humanos, o Departamento de Integração Social conta com dois profissionais de Serviço Social acompanhando o projeto: </li></ul><ul><li>Interface com as instituições. </li></ul><ul><li>Reuniões periódicas para acompanhamento do processo. </li></ul><ul><li>Abordagem com técnico da instituição/estagiário, quando necessário, podendo resultar em transferência/afastamento ou desligamento do estagiário. </li></ul><ul><li>Contatos telefônicos para situações específicas. </li></ul><ul><li>Visitas às ONG’S. </li></ul><ul><li>Visitas às áreas da CET, acompanhando as Instituições. </li></ul>
  20. 20. <ul><li>Interface com as Chefias/Áreas Gestoras : </li></ul><ul><li>Reuniões periódicas para troca de vivências e sugestões. </li></ul><ul><li>Abordagem com chefia/estagiário, quando necessário. </li></ul><ul><li>Contatos telefônicos para situações específicas. </li></ul><ul><li>Interface com os Estagiários: </li></ul><ul><li>Reuniões periódicas com os estagiários em grupos de 20 jovens, para acompanhamento do processo. </li></ul><ul><li>Abordagem individual com estagiário, quando necessário, para acompanhamento de questões sociais, familiares, de estágio,etc. </li></ul><ul><li>Contato com familiares, quando necessário. </li></ul>
  21. 21. <ul><li>PARTICIPAÇÃO NO PROJETO </li></ul><ul><li>Na procura da visão global do projeto, observamos que: </li></ul><ul><li>A comunidade, através das ONG´s que tem a tarefa de inserir os jovens na sociedade, em contato com famílias funcionais e desfuncionais, aprende a conviver com a empresa e suas regras; fazendo o elo ao acompanhar o estagiário. </li></ul><ul><li>A iniciativa privada, representada pela CET que, alterando uma prática de 25 anos busca na comunidade jovens carentes, para apresentá-los ao mundo do trabalho, num processo dinâmico onde o trabalhador/estagiário exercem seus papéis de cidadania. </li></ul>
  22. 22. RESULTADOS OBTIDOS Como iniciativa pioneira, o Projeto Primeiro Emprego ampliou o foco da ação unindo diferentes setores da sociedade através dos convênios com ONG’S e órgão da administração pública. Novo foco de abrangência para contratação de colaboradores da CET. De um direcionamento voltado exclusivamente à população considerada estável no que se refere às condições de escolaridade, moradia e vínculos formais, ampliou-se o foco contemplando faixa da população excluída do mercado de trabalho, pertencentes à população de baixa renda. Acompanhamento do projeto realizado na estrutura da CET, possibilitando maior rapidez no acesso às informações e contatos entre os diversos atores do processo, resultando numa atuação eficaz para solução dos problemas.
  23. 23. Índice de Adesão ao Projeto – Manutenção de 87% dos estagiários na Cia., nas áreas de origem de estágio, com adequações em situações específicas. Do total de 153 estagiários contratados, desenvolvendo atividades em 40 áreas da Cia., mantemos atualmente no quadro 133 estagiários, representando 87% do grupo contratado a partir de junho/2001. Capacitação dos estagiários garantida através do acompanhamento feito pelos gestores das áreas, facilitando a colocação no mercado de trabalho.
  24. 24. PROGRAMA BOLSA TRABALHO Agente Comunitário de Trânsito
  25. 25. DEFINIÇÃO Objetivos Garantir renda condicionada à freqüência escolar e à capacitação adicional para desenvolvimento de atividades comunitárias GERAIS Desenvolver a Cidadania Capacitação Adicional e Integração no bairro Atividades Comunitárias Renda nos Bairros ESPECIFICOS Reduzir acidentes de trânsito; desenvolver na comunidade a consciência do respeito mútuo entre usuários do sistema viário
  26. 26. Pré-requisitos Metas CET 16 a 20 anos Residir há 2 anos em SP Renda familiar até 3 SM Freqüência de 85% em Escola Pública Desempregado há 6 meses Atendidos até dez/01 330 bolsistas( Capão Redondo, Lajeado, Brasilandia e Grajau. 1º semestre/2002: 160 bolsistas ( Iguatemi, São Lucas V. Prudente. 2º semestre/2002: 200 bolsistas ( Cachoeirinha, Sapopemba, Rio Pequeno e São Mateus)
  27. 27. Duração/Jornada Benefícios 6 meses 4 horas/dia Auxílio Pecuniário + reembolso deslocamento Seguro de Vida Coletivo Uniformes Lanche
  28. 28. FORMAÇÃO DO AGENTE COMUNITÁRIO DE TRÂNSITO
  29. 29. MÓDULO DE FORMAÇÃO ESPECÍFICA - CET Prestação de Serviço Comunitário 160h00 • Divulgar as Atividades desenvolvidas pelo bolsista na CET • Divulgar Conceitos de Educação de Trânsito • Propor Melhorias para o Sistema Viário • Propor Melhorias para a sinalização viária • Realizar Campanhas Educativa • Realizar Operação Escola
  30. 30. Formação do ACT 172h00 • Integração • Postura de Atendimento ao Cliente CET Cidade e Cidadania,Circulação e Educação de Trânsito • Conceito de Segurança e Acidente na Atividade • Sinalização de Trânsito e Comportamentos Adequados • Reconhecimento do local de atuação • Sinalização Viária
  31. 31. • Noções de Urbanismo e Atribuições das Concessionárias de Serviços Públicos • Prestação de Serviço do ACT • Orientação para Travessia de Pedestre • Orientação Entrada/Saída Alunos • Campanhas Educativas Oficinas de Educação de Trânsito (Maquete,Grafite,Música)
  32. 32. Aperfeiçoamento do ACT 28h00 4 VISITAS TÉCNICAS • Central de Operações/CTA • Oficina de Sinalização • Corpo de Bombeiro • Museu da SPTrans 2 PALESTRAS • Álcool e Trânsito • Dependência Química
  33. 33. FORMAÇÃO CIDADÃ MÓDULO BÁSICO (SDTS) - 160h00 • Integração • A questão Social: Emprego e Trabalho • Cidadania: direitos e deveres • Meio ambiente e qualidade de vida • Formas alternativas de geração de renda e ocupação • Projeto comunitário
  34. 34. A PRESTAÇÃO DO SERVIÇO COMUNITÁRIO DO ACT 1. Divulgar as atividades desenvolvidas pelo bolsista do Programa Bolsa Trabalho na CET . Apresentar o serviço prestado pelo ACT à comunidade e distribuir folhetos às instituições públicas e privadas e estabelecimentos comerciais da região. 2. Divulgar Conceitos de Educação de Trânsito (Diretrizes do CTB) Desenvolver, confeccionar e apresentar estratégia de Educação de Trânsito no que diz respeito à circulação e travessia de pedestre para crianças e jovens de instituições da região
  35. 35. 3. Propor melhorias para a sinalização viária Vistoriar o local de atuação e relacionar as necessidades de manutenção/ implantação de sinalização e elaboração de croqui. 4. Propor melhorias para o sistema viário Vistoriar o local de atuação e relacionar as interferências do sistema viário.
  36. 36. 5. Realizar Campanhas Educativas na Região Distribuir folhetos a fim de sensibilizar a comunidade quanto a importância da segurança no trânsito(o tema da campanha será definido de acordo com o momento da empresa e com a necessidade da região). 6. Realizar operação escola Montar canalizações para embarque/desembarque seguro dos alunos e adequar o fluxo de pedestres, orientar os pedestres e organizar filas de estudantes e pais.
  37. 37. PROGRAMA COMEÇAR DE NOVO Orientador de Travessia
  38. 38. DEFINIÇÃO OBJETIVOS Destinado a desempregados com mais de 40 anos;garantia de renda vinculada à capacitação para atividades de utilidade comunitária GERAIS Rever trajetória profissional pregressa; capacitação ocupacional para atividades de natureza comunitária. ESPECÍFICOS Desenvolver cidadania através da educação para o trânsito nos corredores do projeto VIA LIVRE.
  39. 39. PRÉ-REQUISITOS METAS CET Desempregados com mais de 40 anos pertencentes a famílias de baixa renda. BENEFICIÁRIOS ATENDIDOS: De Out/2001 a Jun/2002 - 345 pessoas ( J. Angela, Iguatemi, Cid. Tiradendes, Pq. São Lucas e V. Prudente) De jun/2002 a dez/2002 - 900 pessoas (Cid. Dutra, Rio Pequeno, R. Tavares, Sapopemba, São Mateus,São Rafael, Barra Funda, Guaianazes ,Itaqyera, Santana, Jaçanã, V. Jacuí,Itaim Pta, Sã Miguel, J. São Luis e Vila Andrade)
  40. 40. DURAÇÃO 6 meses 4 horas por dia BENEFÍCIOS 2/3 do salário mínimo (SDTS); Vale Transporte e Cesta Básica ( CET)
  41. 41. FORMAÇÃO ESPECÍFICA DO ORIENTADOR DE TRAVESSIA MÓDULO 1 - Integração <ul><li>Conhecendo a CET </li></ul><ul><li>Segurança no trabalho </li></ul><ul><li>Programas sociais da PMSP na CET </li></ul>MÓDULO 2 <ul><li>Postura de atendimento ao cliente </li></ul>
  42. 42. MÓDULO 3 Procedimentos para travessia de pedestres MÓDULO 4 Visita técnica à central de operações ( CTA 1) MÓDULO 5 MÓDULO 6 Reconhecimento do corredor VIA LIVRE Orientação de travessia Todos os bolsistas do programa COMEÇAR DE NOVO passam por 160 horas de Módulo Básico de Formação Cidadã ( SDTS)
  43. 43. ATIVIDADES DO ORIENTADOR DE TRAVESSIA <ul><li>Auxiliar os pedestres, motoristas e usuários do sistema viário em geral quanto a obediência as normas do Código de Trânsito Brasileiro </li></ul><ul><li>Participar de campanhas educativas sobre o trânsito e informar a população sobre os serviços públicos disponíveis na região. </li></ul><ul><li>Auxiliar o pedestre a fazer a travessia segura </li></ul>
  44. 44. LOCAIS DE ATUAÇÃO Corredores VIA LIVRE: - Robert Kennedy - Teodoro Sampaio - Corifeu de Azevedo Marques - Rótula Central - Ragueb Choffi - Av. Dr.. Eneas ( HC) - Radial Leste - Dr. Zuquim - Celso Garcia - Marechal Tito - São Miguel - 9 de Julho/ Sto Amaro
  45. 45. PROGRAMA AÇÃO COLETIVA DE TRABALHO - OPERAÇÃO TRABALHO
  46. 46. 1 - DEFINIÇÃO Concessão de atenção especial aos trabalhadores desempregados de longa duração (há mais de 08 meses), baixa escolaridade e com idade superior a 18 anos, preferencialmente na faixa etária de 21 a 39 anos, sem rendimentos próprios, pertencente a família de baixa renda, visando a sua reinserção no mercado de trabalho. 2 - Objetivos • Aumentar a oferta de atividades garantindo ocupação e rendimento, amenizando os efeitos do desemprego crescente.
  47. 47. • Possibilitar ao desempregado o desenvolvimento simultâneo de atividades laborais de utilidade coletiva, ampliando a experiência prática e aumento do bem estar da comunidade paulistana. • Possibilitar a reinclusão social, como peça fundamental para o retorno da cidadania e desempenho social. • Inserir bolsista nas atividades de apoio internas e operacionais. • Resgatar a auto-estima e valorizar as habilidades incorporadas ao longo da trajetória ocupacional pregressa dos trabalhadores desempregados de longa duração.
  48. 48. 3 - Público Alvo e Atendimento O público alvo do programa são desempregados com idade superior a 18 anos, pertencentes a famílias de baixa renda. De novembro 2001 a março de 2002 foram atendidos 1700 beneficiários e atualmente temos 1000 beneficiários na empresa. O auxilio pecuniário é de 1 salário mínimo, seguro de vida coletivo e atendimento de despesas de alimentação e deslocamento, totalizando R$ 315,00, por um período mínimo de 03 meses e máximo de 09 meses.
  49. 49. 4 - Área de Atuação Os bolsistas desenvolvem suas atividades como apoio nas áreas operacional, administrativa e de educação de trânsito da companhia.
  50. 50. 5 - Formação • Integração • Postura de Atendimento ao cliente CET • Curso para Orientador de Travessia • Curso para Agente Comunitário de Zona Azul (introdução à fiscalização) • Direitos Fundamentais • Apresentação dos programas sociais emancipatórios e de apoio ao desenvolvimento local • Segurança no Trabalho • Sexualidade e DST
  51. 51. RESULTADOS • Integração(técnicos - comunidade e bolsistas - comunidade); • Produção de músicas educativas(Lajeado e Capão Redondo); • Melhora da imagem da empresa; • Elevação da auto - estima do bolsista; • Formação do grupo de mímica do CETET; • Ampliação de conhecimentos profissionais; • Alocação de alguns bolsistas em empresas; • Geração de rendas nos bairros e • Redução de acidentes de trânsito.

×