PLANO   CICLOVIÁRIO         SETOR LESTECOMPANHIA DE ENGENHARIA DE TRÁFEGO         GPL / DCL - FEVEREIRO 2010              ...
PLANO CICLOVIÁRIO CETPLANO CICLOVIÁRIO – SETOR LESTE   1. CARACTERIZAÇÃO DA ÁREA As vias que compõem o sistema cicloviário...
PLANO CICLOVIÁRIO CETciclistas mulheres que fazem compras ou levam filhos à escola assim comocrianças e adolescentes que c...
PLANO CICLOVIÁRIO CET   2. METODOLOGIA PARA A SELEÇÃO DAS VIASA região em estudo e a seleção das vias destinadas a receber...
PLANO CICLOVIÁRIO CETA partir da definição desta área de intervenção algumas vias forampreliminarmente selecionadas para c...
PLANO CICLOVIÁRIO CET   3. METODOLOGIA PARA A INDICAÇÃO DO TIPO DE INFRAESTRUTURA      DE CIRCULAÇÃO CICLOVIÁRIA   A defin...
PLANO CICLOVIÁRIO CETnão há possibilidade de acomodar o tráfego ciclístico na calçada devido a suasdimensões reduzidas men...
PLANO CICLOVIÁRIO CET   4. PROPOSTA GERALA partir das vias preliminarmente definidas foram realizadas vistorias maisdetalh...
PLANO CICLOVIÁRIO CET     1 bicicletário na Estação Guaianases da CPTM     Ampliação do bicicletário da estação Itaim Paul...
PLANO CICLOVIÁRIO CET5. PROPOSTAS LOCALIZADAS5.1.CORREDOR NOVA RADIAL5.1.1. Av. Engº Sidney A. de Moraes junto ao biciclet...
PLANO CICLOVIÁRIO CET5.1.2. Av. Engº Sidney A. de Moraes após semáforo na interseção da R.       Radiante: (via arterial I...
PLANO CICLOVIÁRIO CET5.1.3. Av. Engº Sidney A. de Moraes sentido Bairro, junto ao Poupatempo:       (via arterial I / uso ...
PLANO CICLOVIÁRIO CET   5.1.4. Av. José Pinheiro Borges junto ao muro da CPTM: (via arterial I / uso          do solo resi...
PLANO CICLOVIÁRIO CET5.1.5. Prancha AP 06 - Av. José Pinheiro Borges junto à R. Piava: tráfego       compartilhado na calç...
PLANO CICLOVIÁRIO CET5.1.6. Prancha AP 07 - Av. José Pinheiro Borges junto à R. Emídio       Campanela: tráfego compartilh...
PLANO CICLOVIÁRIO CET5.1.7. Prancha AP 08 - Av. José Pinheiro Borges junto à Av. do Contorno:       ciclovia bidirecional ...
PLANO CICLOVIÁRIO CET5.1.8. Prancha AP 09 - Av. José Pinheiro Borges na sequência da Av. do       Contorno: tráfego compar...
PLANO CICLOVIÁRIO CET5.1.9. Prancha AP 10 - Av. José Pinheiro Borges na altura da R. Dois de       Dezembro: ciclovia bidi...
PLANO CICLOVIÁRIO CET5.1.10. Prancha AP 11 - Praça situada entre a Av. José Pinheiro Borges e R.        Gregório Ramalho: ...
PLANO CICLOVIÁRIO CET      5.1.11. Prancha AP 12 - Área lindeira ao viaduto sob a Av. Nova              Trabalhadores, na ...
PLANO CICLOVIÁRIO CET      5.1.12. Prancha AP 13 - Praça e terminal de ônibus sob o viaduto da Av. José              Pinhe...
PLANO CICLOVIÁRIO CET      5.1.13. Prancha AP 14 - Av. David Domingues Ferreira e praça lateral à              Estação de ...
PLANO CICLOVIÁRIO CET      5.1.14. Prancha AP 15 - Av. David Domingues Ferreira entre ruas Sábado              D’Angelo e ...
PLANO CICLOVIÁRIO CET5.1.15. Prancha AP 16 - Av. David Domingues Ferreira entre ruas Brito        Machado e Engº Villares ...
PLANO CICLOVIÁRIO CET5.1.16. Prancha AP 17 - Av. David Domingues Ferreira entre ruas Álvaro de        Mendonça e Dona Mari...
PLANO CICLOVIÁRIO CET5.1.17. Prancha AP 18 - Av. David Domingues Ferreira entre ruas Dona Maria        de Camargo e José B...
PLANO CICLOVIÁRIO CET      5.1.18. Prancha AP 19 - Av. David Domingues Ferreira entre ruas José Bauman              e Rodr...
PLANO CICLOVIÁRIO CET      5.1.19. Prancha AP 20 - Av. David Domingues Ferreira entre ruas Rodrigo              Pereira Ba...
PLANO CICLOVIÁRIO CET      5.1.20. Prancha AP 21 - Av. David Domingues Ferreira altura da R. Antonio de              Moura...
PLANO CICLOVIÁRIO CET     5.1.21. Prancha AP 22 - Av. David Domingues Ferreira altura da R. Candido             Godoi: cic...
PLANO CICLOVIÁRIO CET5.1.22. Prancha AP 23 – Av. José Pinheiro Borges altura da R. São José do        Peixe: ciclovia bidi...
PLANO CICLOVIÁRIO CET5.1.23. Prancha AP 24 – Av. José Pinheiro Borges altura da R. João Câmara:        ciclovia bidirecion...
PLANO CICLOVIÁRIO CET5.1.24. Prancha AP 25 – Av. José Pinheiro Borges entre ruas Dr. José Nigro e        Leblon Régis: trá...
PLANO CICLOVIÁRIO CET5.1.25. Prancha AP 26 – Av. José Pinheiro Borges, altura da R. Porto        Amazonas: ciclovia bidire...
PLANO CICLOVIÁRIO CET5.1.26. Prancha AP 27 – Av. José Pinheiro Borges na altura da R. Damásio        Pinto: ciclovia bidir...
PLANO CICLOVIÁRIO CET      5.1.27. Prancha AP 28 – Av. José Pinheiro Borges altura da Pça. Jauarapa:              ciclovia...
PLANO CICLOVIÁRIO CET      5.1.28. Prancha AP 29 – Av. José Pinheiro Borges altura da R.Damásio Pinto:              ciclov...
PLANO CICLOVIÁRIO CET      5.1.29. Prancha AP 30 – Av. José Pinheiro Borges altura da R. Juaçaba:              ciclovia bi...
PLANO CICLOVIÁRIO CET      5.1.30. Prancha AP 31 – Av. José Pinheiro Borges trecho entre R. Bento              Munhoz e R....
PLANO CICLOVIÁRIO CET      5.1.31. Prancha AP 32 – Av. José Pinheiro Borges entre ruas e Juarez              Fagundes e Jo...
PLANO CICLOVIÁRIO CET      5.1.32. Prancha AP 33 - Av. José Pinheiro Borges entre ruas José Vidal e              Levino Fa...
PLANO CICLOVIÁRIO CET      5.1.33. Prancha AP 34 – R. S. Pascal entre as ruas Levino Fanzeres e Leopoldo              Deli...
PLANO CICLOVIÁRIO CET      5.1.34. Prancha AP 35 – R. S. Pascal entre na altura da R. Narciso das Neves:              cicl...
PLANO CICLOVIÁRIO CET      5.1.35. Prancha AP 36 – R. S. Pascal: ciclovia bidirecional ao longo do lado              esque...
PLANO CICLOVIÁRIO CET      5.1.36. Prancha AP 37 – Rua S. Pascal: ciclovia bidirecional ao longo do lado              esqu...
PLANO CICLOVIÁRIO CET      5.1.37. Prancha AP 38 – Av. José Pinheiro Borges, altura da Indústria              Manikraft: c...
PLANO CICLOVIÁRIO CET     5.1.38. Prancha AP 39– Av. José Pinheiro Borges altura do acesso à Estação             José Boni...
PLANO CICLOVIÁRIO CET  5.1.39. Prancha AP 40 – Av. José Pinheiro Borges na altura da R. Valentim          Lemos: ciclovia ...
PLANO CICLOVIÁRIO CET  5.1.40. Prancha AP 41 – Av. José Pinheiro Borges altura do CEU Jambeiro:          ciclovia bidireci...
PLANO CICLOVIÁRIO CET  5.1.41. Prancha AP 42 – Av. José Pinheiro Borges altura do CEU Jambeiro:          ciclovia bidireci...
PLANO CICLOVIÁRIO CET      5.1.42. Prancha AP 43 – Av. José Pinheiro Borges sequência do CEU              Jambeiro: ciclov...
PLANO CICLOVIÁRIO CET      5.1.43. Prancha AP 44 – Av. José Pinheiro Borges sequência do CEU              Jambeiro: ciclov...
PLANO CICLOVIÁRIO CET5.1.44. Av José Pinheiro Borges, trecho entre CEU Jambeiro e R. Eugênio    Radiante:      (via local ...
PLANO CICLOVIÁRIO CET  Corte A-A                                              mureta                        construir calç...
PLANO CICLOVIÁRIO CET        Trecho entre Estação Guaianases /CPTM e Mercado Municipal de        Guaianases (R.Copenhague ...
PLANO CICLOVIÁRIO CET                             mureta                        56
PLANO CICLOVIÁRIO CET        5.1.46. Prancha AP 49 – Ciclovia bidirecional ao longo da Av.Benedito                Leite D’...
PLANO CICLOVIÁRIO CET      5.1.47. Prancha AP 50 – Ciclovia bidirecional ao longo da R. Getulina,              através de ...
PLANO CICLOVIÁRIO CET      5.1.48. Prancha AP 51 – Ciclovia bidirecional ao longo da R. Getulina,              através de ...
PLANO CICLOVIÁRIO CET5.1.23. CORREDOR PIRES DO RIO / CEMBIRA / CARDON5.2.1. Vd. Cassiano Gabus Mendes (ligação com a Nova ...
PLANO CICLOVIÁRIO CET5.2.2. Av. Pires do Rio X Vd. Cassiano Gabus Mendes   (via arterial II / uso do solo comércio e servi...
PLANO CICLOVIÁRIO CET5.2.3. R. Suzana de Melo(via arterial II / uso do solo comércio e residencial/ estacionamento liberad...
PLANO CICLOVIÁRIO CET5.2.4. R. Cardon X R. Inajá Guaçu (junto a faixa de pedestres semaforizada)(via arterial I / uso do s...
PLANO CICLOVIÁRIO CET5.2.5. Av. Nordestina X R. Domitila D’Abril    (via arterial III / uso do solo residencial serviços /...
PLANO CICLOVIÁRIO CET5.2.6. R. Cembira X Av. Nordestina    (via arterial III /uso do solo residencial serviços e comércio ...
PLANO CICLOVIÁRIO CET5.2.7. R. Cembira X Parque Chico Mendes (paraciclos no interior do parque)     (via coletora II / uso...
PLANO CICLOVIÁRIO CET5.2.8. R. Cembira X R. Ivoturucaia      (via coletora II / uso do solo residencial e serviços / estac...
PLANO CICLOVIÁRIO CET5.2.9. Av. Pires do Rio X R. Oscar Wilde    (via arterial II / uso do solo residencial e comércio / r...
PLANO CICLOVIÁRIO CET5.2.10. Av. Pires do Rio próximo à R. João de Miranda(coletora I / uso do solo residencial e comércio...
PLANO CICLOVIÁRIO CET5.2.11. R. Rio São Francisco do Mogiano X R. Pe. Antão Jorge(coletora I / residência e comércio / rot...
PLANO CICLOVIÁRIO CET5.2.12. R. Cardon X R. Corveta Jequitinhonha(coletora I / uso do solo residencial e comercial / rota ...
PLANO CICLOVIÁRIO CET5.2.13. R. Cardon X Av. Lara Campos(coletora I/uso do solo        residencial      e   comercial/rota...
PLANO CICLOVIÁRIO CET5.2.14. R. Cembira X R. Real Horto(coletora II / uso do solo residencial e comercial / rota de ônibus...
PLANO CICLOVIÁRIO CET5.3 AVENIDA MARECHAL TITO5.3.1. Av. Marechal Tito próximo à R. Francisco Januária     (via arterial I...
PLANO CICLOVIÁRIO CET5.4 AVENIDA OLIVEIRA FREIRE5.4.1. Av. Oliveira Freire X R. Ascenso Fernandes      (via coletora I / u...
PLANO CICLOVIÁRIO CET5.4.2. Av. Oliveira Freire X R. Guaracapema      (coletora I / uso do solo residencial / estacionamen...
PLANO CICLOVIÁRIO CET5.4.3. Av. Oliveira Freire X R. Guaracapema (outro lado do cruzamento)      (coletora I / uso do solo...
PLANO CICLOVIÁRIO CET5.4.4 Av. Oliveira Freire X Av. Prof. Alípio de Barros      (coletora I / uso do solo residencial / e...
PLANO CICLOVIÁRIO CET5.5 AVENIDA PROFESSOR ALÍPIO DE BARROS5.5.1. Av. Prof. Alípio de Barros X R. Linda Flor(coletora I / ...
PLANO CICLOVIÁRIO CET5.5.2. Av. Prof. Alípio de Barros entre ruas Adriano Seabra e das Dunas  (coletora I / uso do solo co...
PLANO CICLOVIÁRIO CET5.5.3. Av. Prof. Alípio de Barros entre a R. Carlo Bibiena e Av. Estrela daNoite  (lateral ao Vd. Da ...
PLANO CICLOVIÁRIO CET5.6 RUA ERVA DE SANTA LUZIA5.6.1. R. Erva de Santa Luzia X R. Estrela da Noite(coletora II / uso do s...
PLANO CICLOVIÁRIO CET5.7 RUA ESTRELA DA NOITE5.7.1. R. Estrela da Noite X Erva de Santa Luzia(coletora II / uso do solo re...
PLANO CICLOVIÁRIO CET5.8 RUA CARLO BIBIENA5.8.1. R. Carlo Bibiena entre Av. do Valle e R. São Gonçalo do Rio das   Pedras(...
PLANO CICLOVIÁRIO CET5.8.2. R. Carlo Bibiena entre ruas São Gonçalo do Rio das Pedras e Sabiá      Laranjeira(coletora I /...
PLANO CICLOVIÁRIO CET5.8.3. R. Carlo Bibiena entre R. Marfin Vegetal e Av. Prof. Alípio de Barros      (coletora II / uso ...
PLANO CICLOVIÁRIO CET5.9. RUA SÃO GONÇALO DO RIO DAS PEDRAS5.9.1. R. São Gonçalo do Rio das Pedras X R. Altos do Oiti (pró...
PLANO CICLOVIÁRIO CET5.9.2. R. São Gonçalo do Rio das Pedras entre ruas Conceição de Almeida e     Carlo Bibiena     (cole...
PLANO CICLOVIÁRIO CET5.10. RUA ALTOS DO OITI5.10.1. R. Altos do Oiti X R. São Gonçalo do Rio das Pedras(local / uso do sol...
PLANO CICLOVIÁRIO CET5.11. RUA SOL DA MEIA NOITE5.11.1. R. Sol da Meia Noite X R. Estrela da Noite(local / uso do solo res...
PLANO CICLOVIÁRIO CET5.11.2. R. Sol da Meia Noite próximo à R. Pinha do Brejo   (local / uso do solo residencial / estacio...
PLANO CICLOVIÁRIO CET5.12. RUA CORDÃO DE SÃO FRANCISCO5.12.1. R. Cordão de São Francisco X R. Estrada da Biacica(coletora ...
PLANO CICLOVIÁRIO CET5.13. RUA BRAZ DA ROCHA CARDOSO5.13.1. R. Braz da Rocha Cardoso X R. Rio Quebra Anzóis   (local / uso...
PLANO CICLOVIÁRIO CET5.14. RUA BERNARDO CHAVES CABRAL (alternativa à R. Cordão de SãoFrancisco)(local / uso do solo reside...
PLANO CICLOVIÁRIO CET5.15. AVENIDA KUMAKI AOKI5.15.1. Av. Kumaki Aoki X R. Cachoeira do Brumado    (coletora II / uso do s...
PLANO CICLOVIÁRIO CET15.5.2. Av. Kumaki Aoki X Pça. Carmo da Cachoeira      (coletora II / uso do solo residencial e servi...
PLANO CICLOVIÁRIO CET5.16. AVENIDA ARTUR DA NOVA5.16.1. Av. Artur da Nova X R. Sta. Rosa de Lima    (arterial III / uso do...
PLANO CICLOVIÁRIO CET5.16.2. Av. José Artur da Nova próximo à R. Pedroso da Silva       (arterial III / uso do solo reside...
PLANO CICLOVIÁRIO CET5.17. R. CACHOEIRA DO BRUMADO5.17.1. R. Cachoeira do Brumado próximo à R. Boiçuaíba      (local / uso...
PLANO CICLOVIÁRIO CET5.18. R. SABIÁ LARANJEIRA5.18.1. R. Sabiá Laranjeira próximo à Av. José Martins Lisboa das Primaveras...
PLANO CICLOVIÁRIO CET5.19. R. ANTONIO DIAS DE MOURA5.19.1. R. Antonio Dias de Moura próximo à R. Árvore do Viajante       ...
PLANO CICLOVIÁRIO CET5.19.2. R. Antonio Dias de Moura próximo à R. Tietê       (local / uso do solo residencial e comercia...
PLANO CICLOVIÁRIO CET5.20. R. SERRA DO GRÃO MOGOL5.20.1. R. Serra do Grão Mogol próximo à R. Antonio Dias de Moura      (l...
PLANO CICLOVIÁRIO CET6   DIRETRIZES DE EXPANSÃO PARA A REDE CICLOVIÁRIA PROPOSTAA rede cicloviária proposta para o Setor L...
PLANO CICLOVIÁRIO CET     Av. Carvalho Pinto / Av. Buenos Aires     Av. Calim Eid     Av. Padre Estanislau de Campos     A...
PLANO CICLOVIÁRIO CET   ANEXO I – MAPA GERAL DO PLANO                            106
PLANO CICLOVIÁRIO CETANEXO II – PROJETOS FUNCIONAIS DAS CICLOVIAS E CICLOFAIXAS                                  107
PLANO CICLOVIÁRIO CETANEXO III - GLOSSÁRIOA terminologia e as definições constantes deste glossário foram baseadas nosAnex...
PLANO CICLOVIÁRIO CET  CICLOROTA: mapeamento das rotas cicláveis e representação in-loco,  através de sinalização e outros...
PLANO CICLOVIÁRIO CET  reurbanização tais como revestimentos de piso, paisagismo, rebaixamento  de calçada, bancos, ilumin...
PLANO CICLOVIÁRIO CET  PASSEIO: parte da calçada ou da pista de rolamento, neste último caso,  separada por pintura ou ele...
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PLANO CICLOVIÁRIO CETArt. 5º O Executivo regulamentará esta lei no prazo de 60 (sessenta) dias.Art. 6º As despesas decorre...
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PLANO CICLOVIÁRIO CETLEI Nº 10.907 - DE 18 DE DEZEMBRO DE 1990(P.L. nº 382/89 – Vereador Walter Feldman)Dispõe sobre a des...
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Plano de Ciclovias da CET - Jardim Helena a Guaianases

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Plano de Ciclovias da CET - Jardim Helena a Guaianases

  1. 1. PLANO CICLOVIÁRIO SETOR LESTECOMPANHIA DE ENGENHARIA DE TRÁFEGO GPL / DCL - FEVEREIRO 2010 1
  2. 2. PLANO CICLOVIÁRIO CETPLANO CICLOVIÁRIO – SETOR LESTE 1. CARACTERIZAÇÃO DA ÁREA As vias que compõem o sistema cicloviário proposto para o Setor Leste doMunicípio de São Paulo estão inseridas nas regiões do Jardim Helena, ItaimPaulista, Itaquera e Guaianases. São constituídas em sua maioria por vias locaisna região do Jardim Helena e por arteriais e coletoras nas demais áreas, algumasapoiando o itinerário de transporte coletivo realizado por ônibus e micro-ônibus.A rede de transporte público que serve a região é composta pelo sistemametroferroviário através da estação Corinthians-Itaquera, a última da LinhaVermelha do Metrô, estação Guaianases da Linha 11 – Coral e estações Jd.Helena e Itaim Paulista da Linha 12 Safira, da CPTM. As estações Corinthians –Itaquera (Metro), Jd. Helena e Itaim Paulista (CPTM) contam com bicicletáriosgratuitos para promoverem integração modal e assim ampliarem o alcance dasviagens ciclísticas. Estes bicicletários, a exceção do situado na estaçãoCorinthians – Itaquera, são intensamente utilizados e diariamente atingem aolimite de sua capacidade (mais de 200 veículos cada) antes do término doperíodo de pico da manhã. Os terminais de ônibus existentes estão associadosàs estações e terminais metroferroviários e só dispõem de bicicletários quandoexistentes na própria estação, como é o caso do Terminal da EstaçãoCorinthians-Itaquera.Cabe registrar na área de estudo alguns pólos de interesse ciclísticos vinculadosao uso utilitário e lazer da bicicleta. São eles CEU Jambeiro, Parque ChicoMendes, Poupatempo Itaquera, Shopping Itaquera além dos sub-centros deItaquera e Guaianases.O uso do solo da região é constituído na sua maioria por residências com apresença de comércio e serviços. Os subcentros de Itaquera – tangenciado pelosistema cicloviário proposto ao longo da Nova Radial e Guaianases, ao finaldesta, são os mais expressivos da região, sendo que ao longo do corredorCembira-Cardon assim como em toda a região do Jardim Helena, o uso do solomescla atividades de comércio e serviços ao uso do solo residencial de médiadensidade.As viagens realizadas nestas áreas são majoritariamente pendulares motivotrabalho, caracterizando-as como bairros dormitório. A população que nelashabita é constituída sobretudo por mão de obra de prestação de serviços dasáreas internas ao Minianel e que se utilizam da bicicleta como modo detransporte único ou complementar, através da utilização dos bicicletáriosexistentes nas estações da CPTM. Cabe observar que é notável uso da bicicletapela população local para viagens internas, inclusive com expressiva presença de 2
  3. 3. PLANO CICLOVIÁRIO CETciclistas mulheres que fazem compras ou levam filhos à escola assim comocrianças e adolescentes que circulam com um carona, se justificando em partepela topografia altamente favorável da região, situada em área da várzea dabacia do Rio Tietê . Travessia de ciclistas e pedestres em frente à Estação CPTM Itaim Paulista; Presença de ciclistas do sexo feminino na região, onde a bicicleta é utilizada também para transporte de passageiros; Uso do solo residencial com vias planas. 3
  4. 4. PLANO CICLOVIÁRIO CET 2. METODOLOGIA PARA A SELEÇÃO DAS VIASA região em estudo e a seleção das vias destinadas a receberem osmelhoramentos cicloviários foram definidos pelo relatório: “Viagens de Bicicletano Município de São Paulo – Dados Obtidos da Pesquisa Origem e Destino –2007” e pelo Plano de Ciclovias, ambos elaborados em janeiro e março de2009, respectivamente, pelo DPJ – Departamento de Planejamento da Gerênciade Planejamento, Logística e Estudos de Tráfego.Estes estudos apontaram, através do registro das viagens geradas por modo detransporte e por motivo da viagem, as áreas da cidade com o maior número deviagens de bicicleta motivo trabalho. Uma das áreas apontadas está situada noSetor Leste da cidade, definindo esta área de estudo, conforme mostrado nasFiguras 1 e 2. Figura 1: Mapa do Setor Leste Leste Figura 2: Mapa do Município com Setor Leste (em destaque) 4
  5. 5. PLANO CICLOVIÁRIO CETA partir da definição desta área de intervenção algumas vias forampreliminarmente selecionadas para comporem a rede de circulação cicloviária,onde alguns aspectos e informações complementares foram considerados: Propostas de rotas de bicicletas dos Planos Regionais Estratégicos das subprefeituras abrangidas pelas áreas selecionadas; Vistorias realizadas em campo, a partir de observação “in loco” da presença de bicicletas circulando junto ao tráfego, o seu usuário e o tipo de utilização do veículo: transporte próprio, transporte de passageiro ou transporte de carga. Presença de integração intermodal promovida pela existência de bicicletários em estações do Metrô e CPTM. Presença de pólos de interesse tais como CEUs, escolas, etc. Registro e localização dos acidentes com bicicletas na região. Conectividade entre os percursos.A composição viária resultante desta avaliação preliminar possibilitou a formaçãode uma rede básica de percursos ciclísticos destinados às viagens internas e decomplementação modal, podendo ser observadas na Figura 3: Figura 3: Proposta de rede cicloviária para o Setor Leste 5
  6. 6. PLANO CICLOVIÁRIO CET 3. METODOLOGIA PARA A INDICAÇÃO DO TIPO DE INFRAESTRUTURA DE CIRCULAÇÃO CICLOVIÁRIA A definição do tipo de infraestrutura de circulação cicloviária mais adequado a cada situação encontrada depende dos seguintes fatores: Presença de ciclistas na via (leito veicular ou calçadas); Espaço viário disponível na calçada, na pista ou nos canteiros; Características do tráfego: volume veicular, velocidade, composição da frota, especialmente se a via é itinerário de ônibus ou rota de caminhão; Volume de pedestres na calçada ou atravessando a pista, inclusive se há acúmulo dos mesmos nas calçadas em função de pontos de ônibus, saídas de escolas, etc; Características topográficas da via: horizontal (reta ou sinuosa) e vertical (aclive e declive); Características de uso do solo: residencial, comercial, serviços, indústria, presença de pólos geradores como escolas, hospitais, shoppings; Características e condições de conservação do pavimento da pista e do revestimento das calçadas Situação da calçada em relação a acesso de veículos aos lotes (guias rebaixadas para acesso veicular); Regulamentação de estacionamento ao longo da via, presença de acessos veiculares aos lotes, recuo de lote para estacionamento a 45° ou 90°; Presença de arborização urbana, calçadas verdes, praças; Presença e quantidade de vias transversais ao longo da via; Presença de pontos de ônibus, terminais de ônibus, estações de metro, estações de ferrovias; Presença de paraciclos, bicicletários ou sistemas de bicicleta de aluguel.As características citadas interferem na seleção das vias destinadas a compor amalha cicloviária assim como definem o tipo de espaço de circulação cicloviáriamais adequado para a situação, optando-se preliminarmente pela segregação dofluxo ciclístico em relação ao fluxo motorizado através de ciclovia, ciclofaixa,tráfego compartilhado (calçada) ou via ciclável, tendo como principal objetivogarantir o trajeto que ofereça maior segurança e conforto ao ciclista. Tambémoptou-se por indicar ciclofaixa junto ao meio fio somente em situações onde 6
  7. 7. PLANO CICLOVIÁRIO CETnão há possibilidade de acomodar o tráfego ciclístico na calçada devido a suasdimensões reduzidas menos de 2,00m em ambos os lados da via, assim como éinviável sua ampliação em função a pouca largura da pista (inferior a 7,00m).A escolha do tipo de espaço cicloviário, quando situado na calçada, também foiderivada do espaço disponível adotando-se neste plano os seguintes critérios,cabendo observar que a largura da calçada considera a proposta de ampliação.Calçada com L > 5,00 : ciclovia;Calçada com 5,00 < L < 4,00: ciclofaixa;Calçada com 4,00< L < 2,00: compartilhamento com pedestres. 7
  8. 8. PLANO CICLOVIÁRIO CET 4. PROPOSTA GERALA partir das vias preliminarmente definidas foram realizadas vistorias maisdetalhadas para indicação e consolidação da tipologia cicloviária, considerandopropostas e infraestrutura existentes nos locais e estudos de melhoramentoscicloviários anteriormente desenvolvidos.Nesta situação foi incorporado o “Anteprojeto da Ligação Cicloviária NovaRadial Leste”, elaborado para a Av. José Pinheiros Borges pela OficinaConsultores Associados, em Novembro de 2006. Este projeto compõe uma dasintervenções previstas pela Secretaria Municipal de Transportes, através doProjeto de Melhoria do Transporte e da Qualidade do Ar para São Paulo, sendoum estudo de engenharia para transporte não-motorizado realizado em parceriacom o Banco Mundial.Para os demais locais a definição da infraestrutura cicloviária de circulação foibaseada nos fatores descritos no item anterior, complementadas pela avaliaçãoda área operacional de cada local ( DECs) para finalmente resultarem naspropostas finais e prosseguirem para detalhamento dos projetos executivos eimplantação.Os elementos que compõem a infraestrutura cicloviária de estacionamentoexistente e propostos compostos por bicicletários e conjuntos de paraciclosenvolvem a articulação com locais de interesse, tais como estações e terminaisde transporte público, sub-centros regionais, ruas comerciais e de serviços.A proposta funcional para o Setor Leste está contida no Mapa 1, destacando-se atipologia cicloviária adotada em cada segmento viário e as extensões totais. Odetalhamento da proposta incluindo projeto básico da Nova Radial encontram-se em pranchas específicas.As demais vias, por não possuírem projetos anteriormente desenvolvidos,aparecem como perfis das seções das vias, situando a proposta de tipologiacicloviária, dimensões e posicionamento na via estão apresentados a seguir.Desta forma o sistema cicloviário do Setor Leste é composto pelos seguinteselementos de infraestrutura cicloviária: 4,30Km de tráfego compartilhado na calçada (ciclistas e pedestres) na calçada e na via; 8,70 Km de ciclovias; 13,0 Km de ciclofaixas; 4,60 Km² de área com tratamento de acalmamento de tráfego no Jardim Helena para possibilitar tráfego seguro de bicicleta junto com motorizado em todas as vias; 8
  9. 9. PLANO CICLOVIÁRIO CET 1 bicicletário na Estação Guaianases da CPTM Ampliação do bicicletário da estação Itaim Paulista da CPTM 6 paraciclos propostos junto a pontos de interesse local. O mapa contendo a proposta final completa está no Anexo I deste documento. Bicicletário de Itaim Paulista: diariamente lotado.Bicicletas amarradas em postesindicam necessidade deimplantação de paraciclos. 9
  10. 10. PLANO CICLOVIÁRIO CET5. PROPOSTAS LOCALIZADAS5.1.CORREDOR NOVA RADIAL5.1.1. Av. Engº Sidney A. de Moraes junto ao bicicletário existenteArticulação ao final da Ciclovia Caminho Verde (ao longo da Radial Leste,desde Estação Tatuapé ao Bicicletário da Estação Corinthians – Itaquera doMetrô. R. Eugenio Radia nte 2,5 10
  11. 11. PLANO CICLOVIÁRIO CET5.1.2. Av. Engº Sidney A. de Moraes após semáforo na interseção da R. Radiante: (via arterial I / uso do solo serviço e comércio / rota de ônibus /estacionamento proibido) 11
  12. 12. PLANO CICLOVIÁRIO CET5.1.3. Av. Engº Sidney A. de Moraes sentido Bairro, junto ao Poupatempo: (via arterial I / uso do solo serviço e comércio / rota de ônibus / estacionamento proibido) alargar calçada 12
  13. 13. PLANO CICLOVIÁRIO CET 5.1.4. Av. José Pinheiro Borges junto ao muro da CPTM: (via arterial I / uso do solo residencial / rota de ônibus / estacionamento proibido) alargar calçadaPara o restante do trecho da Av. José Pinheiro Borges fica incorporado oAnteprojeto da Ligação Cicloviária Nova Radial Leste desenvolvido pela OficinaConsultores Associados em Novembro de 2006, valendo as seguintes pranchasAP-06 a AP- 42 a seguir: 13
  14. 14. PLANO CICLOVIÁRIO CET5.1.5. Prancha AP 06 - Av. José Pinheiro Borges junto à R. Piava: tráfego compartilhado na calçada sentido bairro. Tráfego compartilhado na calçada 14
  15. 15. PLANO CICLOVIÁRIO CET5.1.6. Prancha AP 07 - Av. José Pinheiro Borges junto à R. Emídio Campanela: tráfego compartilhado e ciclovia bidirecional na calçada sentido bairro, que deverá ser alargada junto a barranco existente, conforme corte A-A. Tráfego compartilhado na calçada 15
  16. 16. PLANO CICLOVIÁRIO CET5.1.7. Prancha AP 08 - Av. José Pinheiro Borges junto à Av. do Contorno: ciclovia bidirecional na calçada sentido bairro, que deverá ser alargada e retornando à condição de tráfego compartilhado onde não houver mais disponibilidade de área para alargamento da calçada. Tráfego compartilhado na calçada c 16
  17. 17. PLANO CICLOVIÁRIO CET5.1.8. Prancha AP 09 - Av. José Pinheiro Borges na sequência da Av. do Contorno: tráfego compartilhado na calçada sentido bairro, e posteriormente ciclovia bidirecional nesta mesma calçada que deverá ser alargada e receber tratamento paisagístico. Prancha AP – 08 Av. José Pinheiro Borges junto à Av. do Contorno: ciclovia bidirecional na calçada sentido bairro, que deverá ser alargada e retornando à condição de tráfego compartilhado onde não houver mais disponibilidade de área para alargamento da calçada Tráfego compartilhado na calçada 17
  18. 18. PLANO CICLOVIÁRIO CET5.1.9. Prancha AP 10 - Av. José Pinheiro Borges na altura da R. Dois de Dezembro: ciclovia bidirecional na sequência da calçada que deverá ser alargada e receber tratamento paisagístico, passando posteriormente para tráfego compartilhado nesta mesma calçada, até a aproximação com a R. Flores do Piauí. Tráfego compartilhado na calçada 18
  19. 19. PLANO CICLOVIÁRIO CET5.1.10. Prancha AP 11 - Praça situada entre a Av. José Pinheiro Borges e R. Gregório Ramalho: ciclovia bidirecional ao longo da praça e área lindeira ao viaduto sob a Av. Nova Trabalhadores, na qual está prevista a implantação de projeto de reurbanização pela Subprefeitura de Itaquera. 19
  20. 20. PLANO CICLOVIÁRIO CET 5.1.11. Prancha AP 12 - Área lindeira ao viaduto sob a Av. Nova Trabalhadores, na qual está prevista a implantação de projeto de reurbanização pela Subprefeitura de Itaquera (praça de eventos): ciclovia bidirecional.6.7.8.9.10.11.12.13.14.15.16.17.18.19.20.21. 20
  21. 21. PLANO CICLOVIÁRIO CET 5.1.12. Prancha AP 13 - Praça e terminal de ônibus sob o viaduto da Av. José Pinheiro Borges: ciclovia bidirecional e tráfego compartilhado no final da praça de eventos, ciclovia bidirecional na ilha separadora de fluxos situada na interseção das ruas João R. Benegulho e Aureliano Barreiros, prosseguindo como ciclovia bidirecional ao longo do lado direito da calçada da Av. David Domingues Ferreira.5.6.7.8.9.10.11.12.13.14.15.16.17.18.19. 21
  22. 22. PLANO CICLOVIÁRIO CET 5.1.13. Prancha AP 14 - Av. David Domingues Ferreira e praça lateral à Estação de Conexão de Itaquera: ciclovia bidirecional na lateral direita da calçada da Av. David Domingues Ferreira, passando para a lateral esquerda como ciclovia bidirecional, a partir da interseção com a R. Geraldo Vieira de Castro.6.7.8.9.10.11.12.13.14.15.16.17.18.19. 22
  23. 23. PLANO CICLOVIÁRIO CET 5.1.14. Prancha AP 15 - Av. David Domingues Ferreira entre ruas Sábado D’Angelo e Brito Machado: ciclovia bidirecional junto à calçada esquerda da via.5.6.7.8.9.10.11.12.13.14.15.16.17.18.19. 23
  24. 24. PLANO CICLOVIÁRIO CET5.1.15. Prancha AP 16 - Av. David Domingues Ferreira entre ruas Brito Machado e Engº Villares da Silva: ciclovia bidirecional junto à calçada esquerda da via. 24
  25. 25. PLANO CICLOVIÁRIO CET5.1.16. Prancha AP 17 - Av. David Domingues Ferreira entre ruas Álvaro de Mendonça e Dona Maria de Camargo: ciclovia bidirecional junto à calçada esquerda da via. 25
  26. 26. PLANO CICLOVIÁRIO CET5.1.17. Prancha AP 18 - Av. David Domingues Ferreira entre ruas Dona Maria de Camargo e José Baumann: ciclovia bidirecional junto à calçada esquerda da via. 26
  27. 27. PLANO CICLOVIÁRIO CET 5.1.18. Prancha AP 19 - Av. David Domingues Ferreira entre ruas José Bauman e Rodrigo Pereira Barreto: ciclovia bidirecional junto à calçada esquerda da via.6.7.8.9.10.11.12.13.14.15.16.17.18.19. 27
  28. 28. PLANO CICLOVIÁRIO CET 5.1.19. Prancha AP 20 - Av. David Domingues Ferreira entre ruas Rodrigo Pereira Barreto e Palmarino Calabrez: ciclovia bidirecional junto à calçada esquerda da via.5.6.7.8.9.10.11.12.13.14.15.16.17.18. 28
  29. 29. PLANO CICLOVIÁRIO CET 5.1.20. Prancha AP 21 - Av. David Domingues Ferreira altura da R. Antonio de Moura Andrade: ciclovia bidirecional junto à calçada esquerda da via antes da interseção, passando para ciclovia junto à calçada direita após o cruzamento. Neste ponto ocorre a integração com a infraestrutura cicloviária ao longo do corredor Cembira/Cardon, devendo ser implantadas travessias semaforizadas de ciclistas paralelas às travessias de pedestres existentes neste local, com recuo da faixa de retenção.6.7.8.9.10. Implantar travessias semaforizadas de ciclistas11.12.13.14.15.16.17.18.19. 29
  30. 30. PLANO CICLOVIÁRIO CET 5.1.21. Prancha AP 22 - Av. David Domingues Ferreira altura da R. Candido Godoi: ciclovia bidirecional junto à calçada direita, passando para a calçada sentido bairro da Av. José Pinheiro Borges após a interseção com R. Alberta Hunter. A proposta prevê também tratamento de geometria e paisagismo na interseção das ruas Candido Godoi, Davi Domingues Ferreira e Alberta Hunter.5.6.7. 30
  31. 31. PLANO CICLOVIÁRIO CET5.1.22. Prancha AP 23 – Av. José Pinheiro Borges altura da R. São José do Peixe: ciclovia bidirecional na calçada sentido bairro da via. 31
  32. 32. PLANO CICLOVIÁRIO CET5.1.23. Prancha AP 24 – Av. José Pinheiro Borges altura da R. João Câmara: ciclovia bidirecional na calçada junto à pista sentido bairro alterando para tráfego compartilhado ao longo da calçada um pouco antes da R. João Câmara. A calçada deverá ter largura aumentada no trecho. Tráfego compartilhado na calçada 32
  33. 33. PLANO CICLOVIÁRIO CET5.1.24. Prancha AP 25 – Av. José Pinheiro Borges entre ruas Dr. José Nigro e Leblon Régis: tráfego compartilhado na calçada junto a pista sentido bairro, alterando para ciclovia bidirecional após à R. Leblon Régis. Tráfego compartilhado na calçada 33
  34. 34. PLANO CICLOVIÁRIO CET5.1.25. Prancha AP 26 – Av. José Pinheiro Borges, altura da R. Porto Amazonas: ciclovia bidirecional na calçada. 34
  35. 35. PLANO CICLOVIÁRIO CET5.1.26. Prancha AP 27 – Av. José Pinheiro Borges na altura da R. Damásio Pinto: ciclovia bidirecional na calçada junto a pista sentido bairro 35
  36. 36. PLANO CICLOVIÁRIO CET 5.1.27. Prancha AP 28 – Av. José Pinheiro Borges altura da Pça. Jauarapa: ciclovia bidirecional na calçada da via sentido bairro que deverá ser alargada.6.7.8.9.10.11.12.13.14.15.16.17.18.19.20. 36
  37. 37. PLANO CICLOVIÁRIO CET 5.1.28. Prancha AP 29 – Av. José Pinheiro Borges altura da R.Damásio Pinto: ciclovia bidirecional na calçada da via sentido bairro que deverá ser alargada.5.6.7.8.9.10.11.12.13.14.15.16.17.18. 37
  38. 38. PLANO CICLOVIÁRIO CET 5.1.29. Prancha AP 30 – Av. José Pinheiro Borges altura da R. Juaçaba: ciclovia bidirecional na calçada da via sentido bairro que deverá ser alargada, prosseguindo pelo canteiro existente entre a Av. José Pinheiro Borges e R. Damásio Pinto que deverá receber tratamento paisagístico.6.7.8.9.10.11.12.13.14.15.16.17.18.19.20. 38
  39. 39. PLANO CICLOVIÁRIO CET 5.1.30. Prancha AP 31 – Av. José Pinheiro Borges trecho entre R. Bento Munhoz e R. Martinho de Brito: tráfego compartilhado na calçada sentido bairro junto à interseção passando para ciclovia bidirecional na mesma calçada.5.6.7.8.9.10.11.12.13.14.15.16.17.18. 39
  40. 40. PLANO CICLOVIÁRIO CET 5.1.31. Prancha AP 32 – Av. José Pinheiro Borges entre ruas e Juarez Fagundes e José Vidal: ciclovia bidirecional na calçada sentido bairro que deverá receber tratamento paisagístico.6.7.8.9.10.11.12.13.14.15.16.17.18.19. 40
  41. 41. PLANO CICLOVIÁRIO CET 5.1.32. Prancha AP 33 - Av. José Pinheiro Borges entre ruas José Vidal e Levino Fanzeres: ciclovia bidirecional na calçada sentido bairro que deverá receber tratamento paisagístico passando a ser tráfego compartilhado. Na aproximação com a R. Manuel Setúbal passa a ser ciclovia bidirecional situada no lado esquerdo da R. S. Pascal, com tratamento paisagístico.5.6.7.8.9.10.11.12.13.14.15.16.17. 41
  42. 42. PLANO CICLOVIÁRIO CET 5.1.33. Prancha AP 34 – R. S. Pascal entre as ruas Levino Fanzeres e Leopoldo Deliste: ciclovia bidirecional situada no lado esquerdo da R. S. Pascal, com tratamento paisagístico.6.7.8.9.10.11.12.13.14.15.16.17.18.19. 42
  43. 43. PLANO CICLOVIÁRIO CET 5.1.34. Prancha AP 35 – R. S. Pascal entre na altura da R. Narciso das Neves: ciclovia bidirecional no lado esquerdo da via.5.6.7.8.9.10.11.12.13.14.15.16.17.18. 43
  44. 44. PLANO CICLOVIÁRIO CET 5.1.35. Prancha AP 36 – R. S. Pascal: ciclovia bidirecional ao longo do lado esquerdo da via.6.7.8.9.10.11.12.13.14.15.16.17.18.19. 44
  45. 45. PLANO CICLOVIÁRIO CET 5.1.36. Prancha AP 37 – Rua S. Pascal: ciclovia bidirecional ao longo do lado esquerdo da via, passando para a calçada sentido centro da Av. José Pinheiro Borges.5.6.7.8.9.10.11.12.13.14.15.16.17.18. 45
  46. 46. PLANO CICLOVIÁRIO CET 5.1.37. Prancha AP 38 – Av. José Pinheiro Borges, altura da Indústria Manikraft: ciclovia bidirecional junto à calçada sentido centro.6.7.8.9.10.11.12.13.14.15.16.17.18.19. 46
  47. 47. PLANO CICLOVIÁRIO CET 5.1.38. Prancha AP 39– Av. José Pinheiro Borges altura do acesso à Estação José Bonifácio da CPTM: ciclovia bidirecional ao longo da calçada sentido centro da avenida. Prever bicicletário na estação.5.6.7.8.9.10.11.12.13.14.15.16.17.18. 47
  48. 48. PLANO CICLOVIÁRIO CET 5.1.39. Prancha AP 40 – Av. José Pinheiro Borges na altura da R. Valentim Lemos: ciclovia bidirecional ao longo da calçada sentido centro da avenida que deverá ser alargada e receber tratamento paisagístico.19.20.21.22.23.24.25.26.27.28.29.30.31.32. 48
  49. 49. PLANO CICLOVIÁRIO CET 5.1.40. Prancha AP 41 – Av. José Pinheiro Borges altura do CEU Jambeiro: ciclovia bidirecional ao longo da calçada sentido centro da avenida que deverá ser alargada e receber tratamento paisagístico.33.34.35.36.37.38.39.40.41.42.43.44.45.46. 49
  50. 50. PLANO CICLOVIÁRIO CET 5.1.41. Prancha AP 42 – Av. José Pinheiro Borges altura do CEU Jambeiro: ciclovia bidirecional ao longo da calçada sentido centro da avenida que deverá ser alargada e receber tratamento paisagístico até a altura da ilha para retorno, quando a ciclovia passa para a lateral externa do canteiro lateral à baia de estacionamento .47.48.49.50.51.52.53.54.55.56.57.58.59.60.61.62. 50
  51. 51. PLANO CICLOVIÁRIO CET 5.1.42. Prancha AP 43 – Av. José Pinheiro Borges sequência do CEU Jambeiro: ciclovia bidirecional ao longo da lateral externa do canteiro lateral à baia de estacionamento, prosseguindo desta forma na lateral da calçada.6.7.8.9.10.11.12.13.14.15.16.17.18.19.20. 51
  52. 52. PLANO CICLOVIÁRIO CET 5.1.43. Prancha AP 44 – Av. José Pinheiro Borges sequência do CEU Jambeiro: ciclovia bidirecional ao longo da lateral externa do canteiro lateral à baia de estacionamento, prosseguindo desta forma ao longo da lateral da calçada.21.22. Ponte de pedestres ex.23. CEU24. Jambeiro25.26.27.28.29.30.31.32.33.34.35. Alteração de traçado proposta por DCL 52
  53. 53. PLANO CICLOVIÁRIO CET5.1.44. Av José Pinheiro Borges, trecho entre CEU Jambeiro e R. Eugênio Radiante: (via local / uso do solo residencial / não há circulação de ônibus / estacionamento liberado) Planta: R. Manuel Nascimento R. Boa LEITE DE ÀVILA Ventura Dias CÓRREGO ITAQU R. bENEDITO ERA BRANCO R. José Moreira AV. SANSÃO CASTELO R. Eugenio Radiante 53
  54. 54. PLANO CICLOVIÁRIO CET Corte A-A mureta construir calçada Corte B-B mureta construir calçada 54
  55. 55. PLANO CICLOVIÁRIO CET Trecho entre Estação Guaianases /CPTM e Mercado Municipal de Guaianases (R.Copenhague e R. Benedito Leite D’Avila): Fica incorporado Anteprojeto Ligação Cicloviária Nova Radial Leste desenvolvido pela Oficina Consultores Associados em Novembro de 2006, valendo as seguintes pranchas: AP-48 a AP- 51. 5.1.45. Prancha AP 48 – Ciclovia bidirecional ao longo da Av.Benedito Leite D’Avila, através de alargamento da calçada junto ao Córrego Itaquera. Corte36.37.38.39.40. Alteração de trajeto proposta por DCL 55
  56. 56. PLANO CICLOVIÁRIO CET mureta 56
  57. 57. PLANO CICLOVIÁRIO CET 5.1.46. Prancha AP 49 – Ciclovia bidirecional ao longo da Av.Benedito Leite D’Avila, através de alargamento da calçada junto ao Córrego Itaquera.41.42.43.44.45.46.47.48.49.50.51.52.53.54.55. 57
  58. 58. PLANO CICLOVIÁRIO CET 5.1.47. Prancha AP 50 – Ciclovia bidirecional ao longo da R. Getulina, através de alargamento da calçada junto ao Córrego Itaquera.56.57.58.59.60.61.62.63.64.65.66.67.68. 58
  59. 59. PLANO CICLOVIÁRIO CET 5.1.48. Prancha AP 51 – Ciclovia bidirecional ao longo da R. Getulina, através de alargamento da calçada junto ao Córrego Itaquera, terminando no Mercado Municipal de Guaianases onde está prevista a implantação de paraciclos.69.70.71.72.73.74.75.76.77. Implantar Paraciclos78.79.80.81.82. 59
  60. 60. PLANO CICLOVIÁRIO CET5.1.23. CORREDOR PIRES DO RIO / CEMBIRA / CARDON5.2.1. Vd. Cassiano Gabus Mendes (ligação com a Nova Radial) (via arterial II / uso do solo comércio e serviço / estacionamento Proibido / rota de ônibus ) alargar calçada 60
  61. 61. PLANO CICLOVIÁRIO CET5.2.2. Av. Pires do Rio X Vd. Cassiano Gabus Mendes (via arterial II / uso do solo comércio e serviços / estacionamento proibido / rota de ônibus ) 61
  62. 62. PLANO CICLOVIÁRIO CET5.2.3. R. Suzana de Melo(via arterial II / uso do solo comércio e residencial/ estacionamento liberado /rota de ônibus e van ) 62
  63. 63. PLANO CICLOVIÁRIO CET5.2.4. R. Cardon X R. Inajá Guaçu (junto a faixa de pedestres semaforizada)(via arterial I / uso do solo comercio e resid / estacionamento liberado / rotade ônibus e vans) 63
  64. 64. PLANO CICLOVIÁRIO CET5.2.5. Av. Nordestina X R. Domitila D’Abril (via arterial III / uso do solo residencial serviços / estacionamento liberado / rota de ônibus) 64
  65. 65. PLANO CICLOVIÁRIO CET5.2.6. R. Cembira X Av. Nordestina (via arterial III /uso do solo residencial serviços e comércio / estacionamento liberado / rota de ônibus) 65
  66. 66. PLANO CICLOVIÁRIO CET5.2.7. R. Cembira X Parque Chico Mendes (paraciclos no interior do parque) (via coletora II / uso do solo serviços e comérc. / estacionamento liberado / rota de ônibus) 66
  67. 67. PLANO CICLOVIÁRIO CET5.2.8. R. Cembira X R. Ivoturucaia (via coletora II / uso do solo residencial e serviços / estacionamento liberado / rota de ônibus) 67
  68. 68. PLANO CICLOVIÁRIO CET5.2.9. Av. Pires do Rio X R. Oscar Wilde (via arterial II / uso do solo residencial e comércio / rota de ônibus / estacionamento liberado) 68
  69. 69. PLANO CICLOVIÁRIO CET5.2.10. Av. Pires do Rio próximo à R. João de Miranda(coletora I / uso do solo residencial e comércio / rota de ônibus /estacionamento liberado) alargar calçada 69
  70. 70. PLANO CICLOVIÁRIO CET5.2.11. R. Rio São Francisco do Mogiano X R. Pe. Antão Jorge(coletora I / residência e comércio / rota de ônibus / estacionamentoliberado) alargar calçada 70
  71. 71. PLANO CICLOVIÁRIO CET5.2.12. R. Cardon X R. Corveta Jequitinhonha(coletora I / uso do solo residencial e comercial / rota de ônibus /estacionamento liberado) alargar calçada 71
  72. 72. PLANO CICLOVIÁRIO CET5.2.13. R. Cardon X Av. Lara Campos(coletora I/uso do solo residencial e comercial/rota de ônibus/ estacionamento liberado) alargar calçada 72
  73. 73. PLANO CICLOVIÁRIO CET5.2.14. R. Cembira X R. Real Horto(coletora II / uso do solo residencial e comercial / rota de ônibus / estacionamento liberado) 73
  74. 74. PLANO CICLOVIÁRIO CET5.3 AVENIDA MARECHAL TITO5.3.1. Av. Marechal Tito próximo à R. Francisco Januária (via arterial II / uso do solo comércio / estacionamento proibido / rota de ônibus) A seguir serão detalhadas as vias principais da região do Jardim Helena, que deverão receber tratamento específico de infraestrutura cicloviária por comporem a rede viária coletora da região. Entretanto estas intervenções localizadas não devem excluir as demais vias do bairro, onde observa-se tráfego ciclístico praticado por usuários de todas as faixas etárias, em especial crianças e donas de casa. Esta característica justifica tratamento de acalmamento de tráfego na área conforme consta no Mapa Geral do plano, com a finalidade de torná-las aptas a acomodarem o tráfego de bicicletas lá existente. 74
  75. 75. PLANO CICLOVIÁRIO CET5.4 AVENIDA OLIVEIRA FREIRE5.4.1. Av. Oliveira Freire X R. Ascenso Fernandes (via coletora I / uso do solo residencial / estacionamento liberado / rota de ônibus) 75
  76. 76. PLANO CICLOVIÁRIO CET5.4.2. Av. Oliveira Freire X R. Guaracapema (coletora I / uso do solo residencial / estacionamento liberado / rota de ônibus) 76
  77. 77. PLANO CICLOVIÁRIO CET5.4.3. Av. Oliveira Freire X R. Guaracapema (outro lado do cruzamento) (coletora I / uso do solo residencial / estacionamento liberado / rota de ônibus) 77
  78. 78. PLANO CICLOVIÁRIO CET5.4.4 Av. Oliveira Freire X Av. Prof. Alípio de Barros (coletora I / uso do solo residencial / estacionamento liberado / rota de ônibus) 78
  79. 79. PLANO CICLOVIÁRIO CET5.5 AVENIDA PROFESSOR ALÍPIO DE BARROS5.5.1. Av. Prof. Alípio de Barros X R. Linda Flor(coletora I / uso do solo residencial e comercial / estacionamento liberado / rota de ônibus) 79
  80. 80. PLANO CICLOVIÁRIO CET5.5.2. Av. Prof. Alípio de Barros entre ruas Adriano Seabra e das Dunas (coletora I / uso do solo comercial / rota de ônibus / estacionamento Liberado) 80
  81. 81. PLANO CICLOVIÁRIO CET5.5.3. Av. Prof. Alípio de Barros entre a R. Carlo Bibiena e Av. Estrela daNoite (lateral ao Vd. Da China) (arterial I / uso do solo serviços / estacionamento proibido) floreira Proposta: Ciclovia bidirecional no canteiro com rampa nas floreiras 81
  82. 82. PLANO CICLOVIÁRIO CET5.6 RUA ERVA DE SANTA LUZIA5.6.1. R. Erva de Santa Luzia X R. Estrela da Noite(coletora II / uso do solo residencial / estacionamento liberado / rota deônibus) 82
  83. 83. PLANO CICLOVIÁRIO CET5.7 RUA ESTRELA DA NOITE5.7.1. R. Estrela da Noite X Erva de Santa Luzia(coletora II / uso do solo residencial / estacionamento liberado / rota deônibus) 83
  84. 84. PLANO CICLOVIÁRIO CET5.8 RUA CARLO BIBIENA5.8.1. R. Carlo Bibiena entre Av. do Valle e R. São Gonçalo do Rio das Pedras(coletora I / uso do solo comercial / estacionamento liberado / rota deônibus) 84
  85. 85. PLANO CICLOVIÁRIO CET5.8.2. R. Carlo Bibiena entre ruas São Gonçalo do Rio das Pedras e Sabiá Laranjeira(coletora I / uso do solo comercial / estacionamento liberado / rota deônibus) 85
  86. 86. PLANO CICLOVIÁRIO CET5.8.3. R. Carlo Bibiena entre R. Marfin Vegetal e Av. Prof. Alípio de Barros (coletora II / uso do solo comercial / rota de ônibus / estacionamento Liberado) 86
  87. 87. PLANO CICLOVIÁRIO CET5.9. RUA SÃO GONÇALO DO RIO DAS PEDRAS5.9.1. R. São Gonçalo do Rio das Pedras X R. Altos do Oiti (próximo à Escola) (coletora I / uso do solo residencial / estacionamento liberado / rota de ônibus) 87
  88. 88. PLANO CICLOVIÁRIO CET5.9.2. R. São Gonçalo do Rio das Pedras entre ruas Conceição de Almeida e Carlo Bibiena (coletora I / uso do solo residencial / rota de ônibus / estacionamento liberado) 88
  89. 89. PLANO CICLOVIÁRIO CET5.10. RUA ALTOS DO OITI5.10.1. R. Altos do Oiti X R. São Gonçalo do Rio das Pedras(local / uso do solo residencial / estacionamento liberado ) 89
  90. 90. PLANO CICLOVIÁRIO CET5.11. RUA SOL DA MEIA NOITE5.11.1. R. Sol da Meia Noite X R. Estrela da Noite(local / uso do solo residencial / estacionamento liberado) 90
  91. 91. PLANO CICLOVIÁRIO CET5.11.2. R. Sol da Meia Noite próximo à R. Pinha do Brejo (local / uso do solo residencial / estacionamento proibido) 91
  92. 92. PLANO CICLOVIÁRIO CET5.12. RUA CORDÃO DE SÃO FRANCISCO5.12.1. R. Cordão de São Francisco X R. Estrada da Biacica(coletora II / uso do solo serviços e residencial / estacionamento liberado /rota de ônibus) 92
  93. 93. PLANO CICLOVIÁRIO CET5.13. RUA BRAZ DA ROCHA CARDOSO5.13.1. R. Braz da Rocha Cardoso X R. Rio Quebra Anzóis (local / uso do solo serviços e residencial / estacionamento liberado / rota de ônibus) 93
  94. 94. PLANO CICLOVIÁRIO CET5.14. RUA BERNARDO CHAVES CABRAL (alternativa à R. Cordão de SãoFrancisco)(local / uso do solo residencial / estacionamento liberado) 94
  95. 95. PLANO CICLOVIÁRIO CET5.15. AVENIDA KUMAKI AOKI5.15.1. Av. Kumaki Aoki X R. Cachoeira do Brumado (coletora II / uso do solo serviços / estacionamento liberado / rota de ônibus) 95
  96. 96. PLANO CICLOVIÁRIO CET15.5.2. Av. Kumaki Aoki X Pça. Carmo da Cachoeira (coletora II / uso do solo residencial e serviços / estacionamento liberado / rota de ônibus) 96
  97. 97. PLANO CICLOVIÁRIO CET5.16. AVENIDA ARTUR DA NOVA5.16.1. Av. Artur da Nova X R. Sta. Rosa de Lima (arterial III / uso do solo residencial e serviços / estacionamento liberado/ rota de ônibus ) escola 2,60 10,6 2,80 Existente 97
  98. 98. PLANO CICLOVIÁRIO CET5.16.2. Av. José Artur da Nova próximo à R. Pedroso da Silva (arterial III / uso do solo residencial e serviços / rota de ônibus / estacionamento liberado) 98
  99. 99. PLANO CICLOVIÁRIO CET5.17. R. CACHOEIRA DO BRUMADO5.17.1. R. Cachoeira do Brumado próximo à R. Boiçuaíba (local / uso do solo residencial e serviços / rota de ônibus / Estacionamento liberado) 99
  100. 100. PLANO CICLOVIÁRIO CET5.18. R. SABIÁ LARANJEIRA5.18.1. R. Sabiá Laranjeira próximo à Av. José Martins Lisboa das Primaveras (local / uso do solo residencial e serviços / estacionamento liberado) 100
  101. 101. PLANO CICLOVIÁRIO CET5.19. R. ANTONIO DIAS DE MOURA5.19.1. R. Antonio Dias de Moura próximo à R. Árvore do Viajante (local / uso do solo residencial e comercial / estacionamento liberado ) 101
  102. 102. PLANO CICLOVIÁRIO CET5.19.2. R. Antonio Dias de Moura próximo à R. Tietê (local / uso do solo residencial e comercial / rota de ônibus / estacionamento liberado) 102
  103. 103. PLANO CICLOVIÁRIO CET5.20. R. SERRA DO GRÃO MOGOL5.20.1. R. Serra do Grão Mogol próximo à R. Antonio Dias de Moura (local / uso do solo residencial / estacionamento permitido) 103
  104. 104. PLANO CICLOVIÁRIO CET6 DIRETRIZES DE EXPANSÃO PARA A REDE CICLOVIÁRIA PROPOSTAA rede cicloviária proposta para o Setor Leste apresenta possibilidade deampliação com visas a criação de novas articulações e percursos nas áreascontíguas e que estão inseridas no recorte da demanda de viagens de bicicletaaferida pela Pesquisa de Origem e Destino 2007 apresentando, portanto,vocação ciclística.Esta expansão abrange também outros pontos de integração aos sistemas detransporte público existentes na região através da criação de bicicletários eparaciclos, ampliando e estimulando o alcance da bicicleta enquanto modo detransporte de viagens utilitárias nesta região.Os corredores indicados para comporem a expansão da rede proposta para oSetor Leste são os seguintes: Estrada D. João Nery – toda extensão Estrada do Lageado Velho Av. Águia de Haia – toda extensão Av. Marechal Tito Av. Jacu-Pêssego – Nova Trabalhadores (articulação à Estação Dom Bosco) Av. Nagib Farah Maluf (articulação à Estação José Bonifácio) Av. Dr. José Artur da Nova (continuação através da implantação de pontilhão exclusivo para ciclistas e pedestres) R. Salvador de Medeiros / Av. São Miguel (articulação à Estação de São Miguel e Sub-Centro de São Miguel Paulista) Av. Assis Ribeiro Av. Paranaguá Av. Imperador Estrada de Mogi das Cruzes Av. Prof. Antonio de Castro Lopes Av. Milene Elias Via de acesso à USP Leste (sem nome) 104
  105. 105. PLANO CICLOVIÁRIO CET Av. Carvalho Pinto / Av. Buenos Aires Av. Calim Eid Av. Padre Estanislau de Campos Av. Waldemar Tietz Av. Prof. Edgar Santos Av. Bernardino Brito Fonseca de Carvalho A integração com os sistemas de transporte público prevê a implantação de bicicletários nas seguintes estações e terminais: São Miguel - CPTM Dom Bosco - CPTM José Bonifácio - CPTM A.E. Carvalho - SPTransTambém deve estar prevista a ampliação da capacidade do bicicletário daEstação CPTM de Itaim Paulista, uma vez que o atual esgotamento de suacapacidade ocasionou o aparecimento de bicicletários informais pagos nasedificações vizinhas. 105
  106. 106. PLANO CICLOVIÁRIO CET ANEXO I – MAPA GERAL DO PLANO 106
  107. 107. PLANO CICLOVIÁRIO CETANEXO II – PROJETOS FUNCIONAIS DAS CICLOVIAS E CICLOFAIXAS 107
  108. 108. PLANO CICLOVIÁRIO CETANEXO III - GLOSSÁRIOA terminologia e as definições constantes deste glossário foram baseadas nosAnexos I e II do CTB – Código de Trânsito Brasileiro, do Manual dePlanejamento Cicloviário - 2001 do GEIPOT, Plano de Mobilidade porBicicletas nas Cidades – Coleção Bicicleta Brasil/Caderno 1 do Ministério dasCidades. BICICLETA : veículo de propulsão humana, dotado de duas rodas, não sendo, para efeito deste Código (CTB), similar à motocicleta, motoneta ou ciclomotor. BICICLETÁRIO: local para estacionamento/ guarda de bicicletas, geralmente fechado e dotado de controle de acesso e vigilância, prestando-se, portanto para a permanência por períodos longos. CALÇADA: parte da via, normalmente segregada e em nível diferente não destinada à circulação de veículos, reservada ao trânsito de pedestres e, quando possível, à implantação de mobiliário urbano, sinalização, vegetação e outros fins. CICLISTA: condutor da bicicleta, não havendo exigência de idade mínima e nem de habilitação, ao contrário dos demais condutores de veículos motorizados. CICLISTA – PEDESTRE: é o ciclista desmontado, de acordo com o CTB. CICLO: veículo de pelo menos duas rodas movido a propulsão humana. CICLOFAIXA: parte contígua à pista de rolamento destinada à circulação exclusiva de ciclos, sendo dela separada por pintura e/ou elementos delimitadores. CICLOFAIXA OPERACIONAL: parte contígua à pista de rolamento destinada à circulação de ciclos, em dias e horários pré-definidos e regulamentados por sinalização específica, sendo separado do restante da pista de rolamento e do tráfego geral por elementos móveis de canalização (cones), colocados quando de seu funcionamento. CICLOMOTOR: veículo de duas ou três rodas, provido de motor de combustão interna, cuja cilindrada não exceda cinqüenta cm³ e cuja velocidade não exceda a cinqüenta quilômetros por hora. (CTB) 108
  109. 109. PLANO CICLOVIÁRIO CET CICLOROTA: mapeamento das rotas cicláveis e representação in-loco, através de sinalização e outros elementos de projeto, em mapas ilustrativos, também chamados de mapas de ciclorotas. CICLOVIA: pista própria destinada à circulação de ciclos, separada fisicamente do tráfego comum. CRUZAMENTO: interseção de duas vias em nível. EQUIPAMENTO URBANO: todos os bens públicos e privados, de utilidade pública, destinados à prestação de serviços necessários ao funcionamento da cidade, implantados mediante autorização do poder público, em espaços públicos e privados. (ABNT NBR 9050:2004) ESPAÇO CICLOVIÁRIO: é a estruturação favorável à utilização da bicicleta em uma determinada área do território, seja ela um estado, município ou uma cidade, podendo serem identificadas três alternativas: sistema cicloviário compartilhado, sistema cicloviário preferencial e sistema cicloviário misto. ESPAÇO COMPARTILHADO: espaço viário que permite o fluxo de diferentes modos de transporte, dentre motorizados e não motorizados. ESTACIONAMENTO: imobilização de veículos por tempo superior ao necessário para embarque e desembarque de passageiros. ESTRADA: via rural não pavimentada. FAIXAS DE DOMÍNIO: superfície lindeira à vias rurais, delimitada por lei específica e sob responsabilidade do órgão ou entidade de trânsito competente com circunscrição sobre a via. FAIXAS DE TRÂNSITO: qualquer uma das áreas longitudinais em que a pista pode ser subdividida, sinalizada ou não por marcas viárias longitudinais, que tenham uma largura suficiente para permitir a circulação de veículos automotores. FOCO DE CICLISTAS / PEDESTRES: indicação luminosa de permissão ou impedimeto de locomoção na faixa apropriada. INFRAESTRUTURA CICLOVIÁRIA: conjunto de elementos que dão suporte ao uso da bicicleta como modo de tranporte, constituindo-se pelos tipos de espaços de circulação cicloviária: ciclovia, ciclofaixa, tráfego compartilhado, via ciclável; estacionamento: paraciclos e bicicletários; sinalização vertical, horizontal e semafórica para bicicletas; elementos de 109
  110. 110. PLANO CICLOVIÁRIO CET reurbanização tais como revestimentos de piso, paisagismo, rebaixamento de calçada, bancos, iluminação e elementos de apoio tais como quiosques de hidratação ou lanchonetes e manutenção de bicicletas. LOGRADOURO PÚBLICO: espaço livre destinado pela municipalidade à circulação, parada ou estacionamento de veículos, ou à circulação de pedestres, tais como calçadas, parques, áreas formadas por tais cruzamentos, entroncamentos e bifurcações. LOTE LINDEIRO: aquele situado ao longo das vias urbanas ou rurais e que com elas se limita. MOBILIÁRIO URBANO: todos os objetos, elementos e pequenas construções integrantes da paisagem urbana, de natureza utilitária ou não, implantados mediante autorização do poder público em espaços públicos e privados. (ABNT NBR 9050:2004) MOBILIDADE: é um atributo das pessoas e dos agentes econômicos no momento em que buscam assegurar os deslocamentos de que necessitam, levando em conta as dimensões do espaço urbano e a complexidade das atividades nele desenvolvidas. Na mobilidade, os indivíduos podem ser: pedestres, ciclistas, usuários de transportes coletivos e condutores. ( Vasconcelos, Eduardo – “Mobilidade Urbana, Cidadania e Inclusão Social – ANTP) OPERAÇÃO DE TRÂNSITO: monitoramento técnico baseado nos conceitos de Engenharia de Tráfego, das condições de fluidez, de estacionamento e parada na via, de forma a reduzir as interferências tais como veículos quebrados, acidentados, estacionamentos irregularmente atrapalhando o trânsito, prestando socorros imediatos e informações a pedestres e condutores. PARACICLO: dispositivo para estacionamento de bicicletas em espaços públicos e particulares (bicicletários, estacionamentos e páteos), capazes de manter e fixar os veículos de forma ordenada, com garantia de amarração para segurança contra furtos. Quando instalado em local público presta-se ao estacionamento de curta duração. PASSAGEM SUBTERRÂNEA: obra de arte destinada à transposição de vias, em desnível subterrâneo, e ao uso de pedestres ou veículos. PASSARELA: obra de arte destinada à transposição de vias, em desnível aéreo, e ao uso de pedestres. 110
  111. 111. PLANO CICLOVIÁRIO CET PASSEIO: parte da calçada ou da pista de rolamento, neste último caso, separada por pintura ou elemento físico separador, livre de interferências, destinada à circulação exclusiva de pedestres e, excepcionalmente, de ciclistas. PASSEIO COMPARTILHADO: tipo de espaço compartilhado com uso simultâneo entre ciclistas e pedestres, desde que sinalizado e não possua qualquer divisão ou separador físico entre o tráfego de pedestres e ciclistas. PISTA: parte da via normalmente utilizada para circulação de veículos, identificada por elementos separadores ou por diferença de nível em relação às calçadas, ilhas ou aos canteiros centrais. PLACAS: elementos colocados na posição vertical, fixados ao lado ou suspensos sobre a pista, transmitindo mensagens de caráter permanente e, eventualmente variáveis, mediante símbolo ou legendas pré-reconhecidas e legalmente instituídas como sinais de trânsito. REGULAMENTAÇÃO DA VIA: implantação de sinalização de regulamentação pelo órgão ou entidade competente com circunscrição sobre a via, definindo, entre outros, sentido de direção, tipo de estacionamento, horários e dias. RODOVIA: via rural pavimentada. ROTA CICLÁVEL: caminhos formados por segmentos viários, ou estruturas mistas, que interligam um par de origem e destino, desde que sejam minimamente preparados para garantir segurança ao ciclista. SINAIS DE TRÂNSITO: elementos de sinalização viária que se utilizam de placas, marcas viárias, equipamentos de controle luminosos, dispositivos auxiliares, apitos e gestos, destinados exclusivamente a ordenar ou dirigir o trânsito de veículos e pedestres. SINALIZAÇÃO: conjunto de sinais de trânsito e dispositivos de segurança colocados na via pública com o objetivo de garantir sua utilização adequada, possibilitando melhor fluidez no trânsito e maior segurança de veículos e pedestres que nela circulam. SISTEMA CICLOVIÁRIO COMPARTILHADO: rede viária constituída de vias adaptadas à circulação da bicicleta, geralmente se utilizando de ruas e outras vias com baixo tráfego motorizado e nível de segurança elevado, caracterizados em seu conjunto como rotas cicláveis ou cicloredes. 111
  112. 112. PLANO CICLOVIÁRIO CET SISTEMA CICLOVIÁRIO PREFERENCIAL: espaços destinados ao uso exclusivo ou com prioridade à bicicleta, como ciclovias e ciclofaixas. TRÂNSITO: movimentação e imobilização de veículos, pessoas e animais nas vias terrestres. VIA: superfície por onde transitam veículos, pessoas e animais, compreendendo a pista, a calçada, o acostamento, ilha e canteiro central. VIA ARTERIAL: aquela caracterizada por interseções em nível, geralmente controlada por semáforo, com acessibilidade aos lotes lindeiros e às vias secundárias e locais, possibilitando o trânsito entre regiões da cidade. VIA CICLÁVEL: conceito que decorre da identificação de vias de tráfego motorizado onde a circulação da bicicleta pode se dar de forma segura. Geralmente são vias coletoras ou locais, com pequeno tráfego de passagem, e por esta característica, já utilizadas habitualmente por ciclistas. VIA COLETORA: aquela destinada a coletar e distribuir o trânsito que tenha necessidade de entrar ou sair das vias de trânsito rápido ou arteriais, possibilitando o trânsito dentro das regiões da cidade. VIA LOCAL: aquela caracterizada por interseções em nível não semaforizadas, destinadas apenas ao acesso loção ou a áreas restritas. VIAS E ÁREAS DE PEDESTRES: vias ou conjunto de vias destinadas à circulação prioritária de pedestres. VIAS DE TRÁFEGO ACALMADO: é o conjunto de vias locais de uma região que recebem intervenções físicas constituídas entre outros por travessias elevadas (lombofaixas), avanços de calçada nas esquinas e meios de quadra, bloqueio de vias com calçamento ou implantação de portão, com o objetivo de desestimular seu uso pelo tráfego de passagem assim como o impedimento da prática de velocidades superiores a 40 Km/h. São ideais ao tráfego ciclístico. VIADUTO: obra de construção civil destinada a transpor uma depressão de terreno ou servir de passagem superior. 112
  113. 113. PLANO CICLOVIÁRIO CETANEXO IV – LEGISLAÇÃO MUNICIPALDECRETO Nº 50.708, DE 2 DE JULHO DE 2009 Atribui à Secretaria Municipal de Transportes a gestão e a coordenação do Grupo Executivo da Prefeitura do Município de São Paulo para Melhoramentos Cicloviários - Pró-Ciclista.GILBERTO KASSAB, Prefeito do Município de São Paulo, no uso das atribuições que lhesão conferidas por lei,CONSIDERANDO que, nos termos da Lei nº 14.266, de 6 de fevereiro de 2007, otransporte por bicicletas deve ser abordado como meio de transporte para as atividadesdo cotidiano e, nesse sentido, considerado modal efetivo na mobilidade da população,D E C R E T A:Art. 1º. Fica atribuída à Secretaria Municipal de Transportes a gestão e a coordenação doGrupo Executivo da Prefeitura do Município de São Paulo para MelhoramentosCicloviários - Pró-Ciclista, criado pela Portaria nº 1.918 - PREF, de 18 de maio de 2006.Parágrafo único. O Secretário Municipal de Transportes será o coordenador do Pró-Ciclista, a quem incumbirá adotar medidas destinadas ao pleno funcionamento docolegiado.Art. 2º. Este decreto entrará em vigor da data de sua publicação.PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO, aos 2 de julho de 2009, 456º dafundação de São Paulo.GILBERTO KASSAB, PREFEITOMÁGINO ALVES BARBOSA FILHO, Secretário Municipal de Transportes - SubstitutoPublicado na Secretaria do Governo Municipal, em 2 de julho de 2009.CLOVIS DE BARROS CARVALHO, Secretário do Governo MunicipalLEI Nº 14.266, DE 6 DE FEVEREIRO DE 2007(Projeto de Lei nº 599/05, do Vereador Chico Macena - PT)Dispõe sobre a criação do Sistema Cicloviário no Município de São Paulo e dá outrasprovidências.GILBERTO KASSAB, Prefeito do Município de São Paulo, no uso das atribuições que lhesão conferidas por lei, faz saber que a Câmara Municipal, em sessão de 26 de dezembrode 2006, decretou e eu promulgo a seguinte lei:Art. 1º Fica criado o Sistema Cicloviário do Município de São Paulo, como incentivo aouso de bicicletas para o transporte na cidade de São Paulo, contribuindo para odesenvolvimento da mobilidade sustentável. 113
  114. 114. PLANO CICLOVIÁRIO CETParágrafo único. O transporte por bicicletas deve ser incentivado em áreas apropriadas eabordado como modo de transporte para as atividades do cotidiano, devendo serconsiderado modal efetivo na mobilidade da população.Art. 2º O Sistema Cicloviário do Município de São Paulo será formado por:I - rede viária para o transporte por bicicletas, formada por ciclovias, ciclofaixas, faixascompartilhadas e rotas operacionais de ciclismo;II - locais específicos para estacionamento: bicicletários e paraciclos.Art. 3º O Sistema Cicloviário do Município de São Paulo deverá:I - articular o transporte por bicicleta com o Sistema Integrado de Transporte dePassageiros - SITP, viabilizando os deslocamentos com segurança, eficiência e confortopara o ciclista;II - implementar infra-estrutura para o trânsito de bicicletas e introduzir critérios deplanejamento para implantação de ciclovias ou ciclofaixas nos trechos de rodovias emzonas urbanizadas, nas vias públicas, nos terrenos marginais às linhas férreas, nasmargens de cursos dágua, nos parques e em outros espaços naturais;III - implantar trajetos cicloviários onde os desejos de viagem sejam expressivos para ademanda que se pretende atender;IV - agregar aos terminais de transporte coletivo urbano infra-estrutura apropriada paraa guarda de bicicletas;V - estabelecer negociações com o Estado de São Paulo com o objetivo de permitir oacesso e transporte, em vagão especial no metrô e em trens metropolitanos, de ciclistascom suas bicicletas;VI - promover atividades educativas visando à formação de comportamento seguro eresponsável no uso da bicicleta e sobretudo no uso do espaço compartilhado;VII - promover o lazer ciclístico e a conscientização ecológica.Art. 4º Caberá ao Executivo, por meio dos órgãos competentes, consolidar o programade implantação do Sistema Cicloviário do Município de São Paulo, considerando aspropostas contidas nos Planos Regionais Estratégicos.Art. 5º A ciclovia será constituída de pista própria para a circulação de bicicletas,separada fisicamente do tráfego geral e atendendo o seguinte:I - ser totalmente segregada da pista de rolamento do tráfego geral, calçada,acostamento, ilha ou canteiro central; 114
  115. 115. PLANO CICLOVIÁRIO CETII - poderão ser implantadas na lateral da faixa de domínio das vias públicas, no canteirocentral, em terrenos marginais às linhas férreas, nas margens de cursos dágua, nosparques e em outros locais de interesse;III - ter traçado e dimensões adequados para segurança do tráfego de bicicletas epossuindo sinalização de trânsito específica.Art. 6º A ciclofaixa consistirá numa faixa exclusiva destinada à circulação de bicicletas,delimitada por sinalização específica, utilizando parte da pista ou da calçada.Parágrafo único. A ciclofaixa poderá ser adotada quando não houver disponibilidade deespaço físico ou de recursos financeiros para a construção de uma ciclovia, desde que ascondições físico-operacionais do tráfego motorizado sejam compatíveis com a circulaçãode bicicletas.Art. 7º A faixa compartilhada poderá utilizar parte da via pública, desde quedevidamente sinalizada, permitindo a circulação compartilhada de bicicletas com otrânsito de veículos motorizados ou pedestres, conforme previsto no Código de TrânsitoBrasileiro.§ 1º A faixa compartilhada deve ser utilizada somente em casos especiais para darcontinuidade ao sistema cicloviário ou em parques, quando não for possível aconstrução de ciclovia ou ciclofaixa.§ 2º A faixa compartilhada poderá ser instalada na calçada, desde que autorizado edevidamente sinalizado pelo Órgão Executivo Municipal de Trânsito nos casos em quenão comprometer a mobilidade segura e confortável do pedestre.Art. 8º Os terminais e estações de transferência do SITP, os edifícios públicos, asindústrias, escolas, centros de compras, condomínios, parques e outros locais de grandeafluxo de pessoas deverão possuir locais para estacionamento de bicicletas, bicicletáriose paraciclos como parte da infra-estrutura de apoio a esse modal de transporte.§ 1º O bicicletário é o local destinado para estacionamento de longa duração debicicletas e poderá ser público ou privado.§ 2º O paraciclo é o local destinado ao estacionamento de bicicletas de curta e médiaduração em espaço público, equipado com dispositivos para acomodá-las.Art. 9º A elaboração de projetos e construção de praças e parques, incluindo os parqueslineares, com área superior a 4.000 m² (quatro mil metros quadrados), deve contemplaro tratamento cicloviário nos acessos e no entorno próximo, assim como paraciclos noseu interior.Art. 10º O Executivo deverá estimular a implantação de locais reservados parabicicletários, em um raio de 100 (cem) metros dos terminais e estações de metrô, trensmetropolitanos e corredores de ônibus metropolitanos, dando prioridade às estaçõeslocalizadas nos cruzamentos com vias estruturais. 115
  116. 116. PLANO CICLOVIÁRIO CETParágrafo único. A segurança do ciclista e do pedestre é condicionante na escolha dolocal e mesmo para a implantação de bicicletários.Art. 11º As novas vias públicas, incluindo pontes, viadutos e túneis, devem preverespaços destinados ao acesso e circulação de bicicletas, em conformidade com os estudosde viabilidade.Art. 12º O Executivo poderá implantar ou incentivar a implantação de ciclovias ouciclofaixas nos terrenos marginais às linhas férreas em trechos urbanos, de interesseturístico, nos acessos às zonas industriais, comerciais e institucionais, quando houverdemanda existente e viabilidade técnica.Parágrafo único. Os projetos dos parques lineares previstos no Plano Diretor Estratégicoe nos Planos Regionais Estratégicos deverão contemplar ciclovias internas e, quandopossível, de acesso aos parques, em conformidade com estudos de viabilidadeaprovados.Art. 13º A implantação e operação dos bicicletários, em imóveis públicos ou privados,deverá ter controle de acesso, a ser aprovado pelo Órgão Executivo Municipal deTrânsito.Art. 14º Nas ciclovias, ciclofaixas e locais de trânsito compartilhado poderá serpermitido, de acordo com regulamentação pelo Órgão Executivo Municipal de Trânsito,além da circulação de bicicletas:I - circular com veículos em atendimento a situações de emergência, conforme previstono Código de Trânsito Brasileiro e respeitando-se a segurança dos usuários do sistemacicloviário;II - utilizar patins, patinetes e skates, nas pistas onde sua presença não sejaexpressamente proibida;III - circular com o uso de bicicletas, patinetes ou similares elétricos, desde quedesempenhem velocidades compatíveis com a segurança do ciclista ou do pedestre ondeexista trânsito partilhado.Art. 15º O Executivo deve manter ações educativas permanentes com o objetivo depromover padrões de comportamento seguros e responsáveis dos ciclistas, assim comodeverá promover campanhas educativas, tendo como público-alvo os pedestres e oscondutores de veículos, motorizados ou não, visando divulgar o uso adequado deespaços compartilhados.Art. 16º Os eventos ciclísticos, utilizando via pública, somente podem ser realizados emrotas, dias e horários autorizados pelo Órgão Executivo Municipal de Trânsito, a partirde solicitação expressa formulada pelos organizadores do evento.Art. 17º As despesas decorrentes da execução desta lei correrão por conta de dotaçõesorçamentárias próprias, suplementadas se necessário. 116
  117. 117. PLANO CICLOVIÁRIO CETArt. 18º Esta lei entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições emcontrário. PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO, aos 6 de fevereiro de 2007, 454º da fundação de São Paulo.LEI Nº 13.995, DE 10 DE JUNHO DE 2005(Projeto de Lei nº 161/05, do Vereador Adolfo Quintas - PSDB)Publicado no Diário Oficial do Município de 11 de junho de 2005. Dispõe sobre a criação de estacionamento de bicicletas em locais abertos à freqüência de público e dá outras providências.JOSÉ SERRA, Prefeito do Município de São Paulo, no uso das atribuições que lhe sãoconferidas por lei, faz saber que a Câmara Municipal, em sessão de 11 de maio de 2005,decretou e eu promulgo a seguinte lei:Art. 1º Fica estabelecida a obrigatoriedade de criação de estacionamentos para bicicletasem locais de grande afluxo de público, em todo Município de São Paulo.Art. 2º Para fins desta lei entende-se como locais públicos de grande afluxo os seguinteestabelecimentos:a) órgãos públicos municipais;b) parques;c) shopping centers;d) supermercados;e) instituições de ensinos públicos e privados;f) agências bancárias;g) igrejas e locais de cultos religiosos;h) hospitais;i) instalações desportivas;j) museus e outros equipamentos de natureza culturais (teatro, cinemas, casas de cultura,etc.); ek) indústrias.Art. 3º A segurança dos ciclistas e dos pedestres deverá ser determinante para a definiçãodo local na implantação do estacionamento de bicicletas.Art. 4º Os estacionamentos de bicicletas poderão ser de dois tipos, a saber:I - bicicletários - local destinado ao estacionamento de bicicletas, por período de longaduração, podendo ser público ou privado;II - paraciclo - local em via pública, destinado ao estacionamento de bicicletas, porperíodo de curta e média duração. 117
  118. 118. PLANO CICLOVIÁRIO CETArt. 5º O Executivo regulamentará esta lei no prazo de 60 (sessenta) dias.Art. 6º As despesas decorrentes da execução desta lei correrão por conta de dotaçõesorçamentárias próprias, suplementadas se necessário.Art. 7º Esta lei entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições emcontrário.DECRETO Nº 34.854 , DE 3 DE FEVEREIRO DE 1995 Regulamenta a Lei nº 10.907, de 18 de dezembro de 1990, e dá outras providências.PAULO MALUF, Prefeito do Município de São Paulo, usando das atribuições que lhe sãoconferidas por lei,DECRETA:Art. 1º -0s futuros estudos, projetos e obras viárias no Município de São Paulo, visandoà construção de avenidas, contemplarão, obrigatoriamente, espaço destinado áimplantação de ciclovias.Parágrafo único - O espaço destinado à implantação de ciclovia será locado sob a formade faixa exclusiva, confinada ao leito carroçável.Art. 2º –Fica permitida, caráter excepcional, a implantação de ciclovias em calçadasdestinadas a pedestres, ou nas ilhas de separação dos sentidos de tráfego, desde queprecedida de laudo técnico de viabilidade, e exclusivamente nas hipóteses em que apeculiaridade do projeto e construção da avenida assim o exijam. Parágrafo único – Na hipótese prevista no “caput” deste artigo, o projeto deveráprever diferença de nível em relação ao leito carroçável, onde não será autorizadoestacionamento de veículos automotores, depósito de objetos, e outros elementosobstrutivos. ART. 3º - Nas avenidas construídas ao longo dos fundos de vale, a cicloviapoderá ser implantada nas margens do curso d’água. 118
  119. 119. PLANO CICLOVIÁRIO CET Art. 4º- Os novos projetos para implantação de avenidas que impliquemconstrução de pontes, viadutos e aberturas de túneis deverão prever que essas obras dearte sejam dotadas de ciclovias, integradas com o projeto de construção da avenida. Art. 5º - Os projetos e os serviços de reforma, para alargamento, estreitamento eretificação do sistema viário e das calçadas serão precedidos de estudo de viabilidadefísica e sócio-econômica para a implantação de ciclovias. Art. 6º - Nas avenidas dotadas de ciclovias, é obrigatório à realização de rebaixosespecíficos, destinados a garantir a interligação acessível entre o leito carroçável e acalçada. Art. 7º - Nas ciclovias locadas nas calçadas , o meio-fio será rebaixado defronteàs faixas de travessia de pedestres e bicicletas, e nos cruzamentos entre vias, de modo agarantir a transposição segura dos ciclistas. Art. 8º - É obrigatória a demarcação de ciclo-faixas sobre o leito carroçável, parauso aos sábados, domingos e feriados, nas avenidas que sirvam de acesso aos parquespúblicos do município. Art 9º - As ciclo-faixas referidas no artigo anterior serão demarcadas em coravermelhada e intensamente sinalizadas. § 1º - As ciclo-faixas terão, no mínimo, 1,5m (um metro e meio) de largura. § 2º - A demarcação das ciclo-faixas caberá à Secretaria Municipal deTransportes- S.M.T. ART. 10º - O trecho de meio-fio, defronte aos portões de acesso aos parquespúblicos municipais deverá ser rebaixado com rampas para ciclistas. Parágrafo único – As despesas decorrentes das obras previstas no “caput” desteartigo correrão por conta da dotação orçamentária da Administração Regionalcompetente, devendo ser previstas no exercício posterior à publicação deste decreto. Art. 11º – Este decreto entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas asdisposições em contrário. 119
  120. 120. PLANO CICLOVIÁRIO CETLEI Nº 10.907 - DE 18 DE DEZEMBRO DE 1990(P.L. nº 382/89 – Vereador Walter Feldman)Dispõe sobre a destinação de espaços para ciclovias no Município de São Paulo, e dáoutras providênciasEDUARDO MATARAZZO SUPLICY, Presidente da Câmara Municipal de São Paulo, fazsaber que a Câmara Municipal de São Paulo, nos termos do § 7º do artigo 42 da LeiOrgânica do Município de São Paulo promulga a seguinte Lei:Art. 1º - Fica estabelecido para as construções de avenidas, no Município de São Paulo, apartir da publicação desta Lei, da obrigatoriedade de demarcação de espaços paraciclovias.Parágrafo único. Entende-se por ciclovias, espaços demarcados no leito carroçável deavenidas, exclusivas para veículos que não contenham tração motora.Art. 2º - Fica estabelecido nas atuais avenidas, de acesso aos parques públicos domunicípio, demarcação de ciclo-faixas, destinadas aos usuários nos sábados e domingos.Art. 3º - As despesas decorrentes desta Lei, correrão por conta de dotaçõesorçamentárias próprias, suplementadas se necessário.Art. 4º - Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposiçõesem contrário. 120
  121. 121. PLANO CICLOVIÁRIO CET EQUIPE TÉCNICA Presidência Alexandre de Moraes Diretoria de Planejamento e Educação no Trânsito - DP Irineu Gnecco Superintendência de Planejamento - SPL Ricardo Laiza Gerência de Planejamento, Logística e Estudos de Tráfego – GPL Daphne Savoy Departamento de Planejamento Cicloviário Maria Ermelina Brosch Malatesta - coordenação João Previz Rodrigues – elaboração Léa Lopes Poppe – elaboração José Gonçalves da Fonseca Júnior - elaboração Bruno Cosenza Botelho Nogueira - elaboração Elisangela Barral dos Santos - elaboração Silas Mendes Santos - elaboração Fevereiro 2010 121

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