A bicicleta e a mobilidade urbana

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    1. 1. A BICICLETA E A MOBILIDADE URBANA
    2. 2. <ul><li>A dificuldade de mobilidade é um dos </li></ul><ul><li>maiores problemas </li></ul><ul><li>das grandes cidades brasileiras. </li></ul>São Paulo, Brasil
    3. 3. <ul><li>A dificuldade na mobilidade urbana é fator de </li></ul><ul><li>decréscimo da qualidade de vida . </li></ul>São Paulo, Brasil
    4. 4. <ul><ul><li>Uma das principais diretrizes da Secretaria Nacional de Transporte e da Mobilidade Urbana é: </li></ul></ul>Priorizar os modos coletivos e não motorizados de transporte. São Paulo, Brasil
    5. 5. SÃO PAULO NÚMEROS DA MAIOR CIDADE DO BRASIL
    6. 6. TRANSPORTE INDIVIDUAL <ul><li>Frota de veículos automotores: 6,5 milhões </li></ul><ul><li>Frota de automóveis particulares: 4,9 milhões </li></ul><ul><li>Cerca de 500 carros são emplacados por dia na cidade. </li></ul><ul><li>Taxa de ocupação dos automóveis: 1,2 pessoas/veículo </li></ul><ul><li>Frota de motocicletas: 778 mil </li></ul><ul><li>Média de congestionamento nos horários de pico em 2009: </li></ul><ul><ul><li>85 KM no período da manhã </li></ul></ul><ul><ul><li>117 KM no período da tarde </li></ul></ul><ul><li>Velocidade média dos automóveis em 2008 : </li></ul><ul><ul><li>27 KM/H pela manhã </li></ul></ul><ul><ul><li>22 KM/H no período da tarde </li></ul></ul>
    7. 7. TRANSPORTE COLETIVO <ul><li>Frota de ônibus nas linhas municipais: 14.833 </li></ul><ul><li>Corredores exclusivos para ônibus: 107 KM </li></ul><ul><li>Velocidade média dos ônibus em 2008: 12 KM/H </li></ul><ul><li>Trem (incluindo região metropolitana): 265,1 KM </li></ul><ul><li>Metrô: 60,2 KM </li></ul><ul><ul><li>em Paris: 211 KM </li></ul></ul><ul><ul><li>no México: 220 KM (mesma idade do Metrô paulistano) </li></ul></ul><ul><ul><li>em NY: 370 KM </li></ul></ul><ul><ul><li>em Londres: 415 KM </li></ul></ul>
    8. 8. COLETIVO X INDIVIDUAL
    9. 9. DESEQUILÍBRIO <ul><li>População de São Paulo: 11 milhões de pessoas. </li></ul><ul><li>1,7 milhão de motoristas usam carro todos os dias ou quase todos os dias. </li></ul><ul><li>27% dos deslocamentos são realizados por automóveis. </li></ul><ul><li>Esse meio de transporte individual chega a ocupar até 60% dos espaços de circulação. </li></ul><ul><li>O tráfego de veículos nas grandes cidades brasileiras é responsável por aproximadamente 80% do ruído urbano. </li></ul><ul><li>O sistema viário, somado ao espaço para estacionamento e garagens ocupam 50% da área da cidade. </li></ul><ul><li>90% do combustível consumido pelo automóvel é para transportar seu próprio peso, e não pessoas. </li></ul>
    10. 10. <ul><li>50% das viagens de automóvel tem duração de até 15 minutos, ou seja, as pessoas usam o carro mesmo em trajetos curtos. </li></ul><ul><li>A bicicleta é o veículo de transporte individual mais eficiente para trajetos curtos. </li></ul><ul><li>Uma pessoa comum, pedalando sem pressa, atinge velocidades entre 15 a 20 KM/H . </li></ul>Os motivos Trabalho e Educação respondem por 75% das viagens. E A BICICLETA? O uso da bicicleta como meio de transporte para trajetos curtos e rotineiros melhora a mobilidade nas grandes cidades.
    11. 11. PARA EXPANDIR O USO DA BICICLETA COMO MEIO DE TRANSPORTE 6 DIRETRIZES
    12. 12. <ul><li>Implementar uma rede de ciclo-rotas. </li></ul><ul><li>Aumentar a disponibilidade de estacionamentos para bicicletas. </li></ul><ul><li>Integrar a bicicleta com outros modais. </li></ul><ul><li>Educar o público sobre o trânsito de veículos em áreas urbanas. </li></ul><ul><li>Promover o uso da bicicleta. </li></ul><ul><li>Adaptar a estrutura governamental para dar suporte à bicicleta. </li></ul>
    13. 13. 1. IMPLEMENTAR UMA REDE DE CICLO-ROTAS Objetivo: Interligar pontos de grande movimentação de pessoas através de rotas pré-determinadas.
    14. 14. EXEMPLO DE UMA REDE DE CICLO-ROTAS
    15. 15. CRITÉRIOS PARA A ESCOLHA DAS CICLO-ROTAS <ul><li>Proporcionar acesso a áreas de interesse na cidade: </li></ul><ul><ul><li>terminais de ônibus, trem e metrô </li></ul></ul><ul><ul><li>grandes empregadores (fábricas, supermercados, etc) </li></ul></ul><ul><ul><li>centros comerciais </li></ul></ul><ul><ul><li>escolas, faculdades, bibliotecas </li></ul></ul><ul><ul><li>parques, instituições culturais e outros pontos turísticos </li></ul></ul><ul><li>Desenho da via: </li></ul><ul><ul><li>largura total </li></ul></ul><ul><ul><li>número de faixas de rolamento </li></ul></ul><ul><ul><li>existência de estacionamento junto à calçada </li></ul></ul><ul><ul><li>facilidade para melhorias </li></ul></ul><ul><li>Volume e velocidade do tráfego automotor </li></ul><ul><li>Topografia </li></ul>
    16. 16. MAIS SOBRE AS CICLO-ROTAS <ul><li>Ciclovias : separação física da via onde trafegam os automotores. Indicada para vias de velocidade superior a 50 km/h. </li></ul>Sorocaba, Brasil Existem 3 tipos básicos de infra-estrutura cicloviária que podem formar as ciclo-rotas:
    17. 17. MAIS SOBRE AS CICLO-ROTAS <ul><li>Ciclofaixas : separação visual através de faixa contínua no pavimento, para vias com limite máximo de 50 km/h. O tráfego de bicicletas segue a mão de direção da via. </li></ul>Portland, EUA
    18. 18. MAIS SOBRE AS CICLO-ROTAS <ul><li>Vias Compartilhadas: quando vias com limite de 50 km/h não oferecem espaço suficiente para uma ciclofaixa. Devem vir acompanhadas de sinalização no pavimento e horizontal. </li></ul>“ COMPARTILHE A VIA” “ PERMITIDO O USO TOTAL DA FAIXA DA DIREITA DAS 7:00 ÀS 9:30 DE SEGUNDA A SEXTA”
    19. 19. 2. ESTACIONAMENTO PARA BICICLETAS Objetivo: Aumentar a disponibilidade e qualidade dos estacionamentos para bicicletas com foco na localização e principalmente na segurança.
    20. 20. TIPOS DE ESTACIONAMENTO <ul><li>PARACICLO </li></ul><ul><li>Poucas vagas. </li></ul><ul><li>Curta duração. </li></ul><ul><li>Para visitantes e prestadores de serviço. </li></ul>Quebec, Canadá
    21. 21. TIPOS DE ESTACIONAMENTO <ul><li>Maior número de vagas. </li></ul><ul><li>Média e longa duração. </li></ul><ul><li>Para funcionários e passageiros em estações de integração modal. </li></ul><ul><li>BICICLETÁRIO </li></ul>Mauá, Brasil
    22. 22. 3. INTEGRAÇÃO COM OUTROS MODAIS Objetivo: Tornar o uso da bicicleta viável também em grandes deslocamentos.
    23. 23. INTEGRAÇÃO COM OUTROS MODAIS <ul><li>Este bicicletário fica na Estação D. Pedro II, permitindo a integração da bicicleta com o Metrô e com a linha de ônibus “Expresso Tiradentes”. </li></ul><ul><ul><li>Bicicletários junto aos terminais de ônibus, trem, metrô, etc. </li></ul></ul>São Paulo, Brasil
    24. 24. INTEGRAÇÃO COM OUTROS MODAIS <ul><ul><li>Embarque com a bicicleta em ônibus, trem, metrô, etc. </li></ul></ul>Ontario, Canadá São Paulo, Brasil
    25. 25. 4. EDUCAÇÃO SOBRE O TRÂNSITO NAS CIDADES Objetivo: Motoristas, ciclistas e pedestres devem conhecer seus direitos e responsabilidades quando dividem o espaço público destinado ao trânsito.
    26. 26. PROGRAMAS EDUCACIONAIS <ul><li>Veiculação de campanhas e ações educacionais sobre a convivência no trânsito para públicos específicos: </li></ul><ul><ul><li>Agentes de trânsito e guardas municipais </li></ul></ul><ul><ul><li>Motoristas de transporte coletivo </li></ul></ul><ul><ul><li>Motoristas de carga </li></ul></ul><ul><ul><li>Alunos de escolas públicas e particulares </li></ul></ul><ul><li>Estimular a fiscalização e aplicação de penalidades com base no Código Brasileiro de Trânsito. </li></ul><ul><li>Inserir a bicicleta nos cursos preparatórios e de reciclagem para condutores. </li></ul>
    27. 27. 5. PROMOÇÃO DO USO DA BICICLETA Objetivo: Difundir o uso da bicicleta como alternativa de meio de transporte auto sustentável.
    28. 28. PRINCIPAIS ARGUMENTOS <ul><ul><li>Transporte mais rápido </li></ul></ul><ul><ul><li>Transporte mais econômico </li></ul></ul><ul><ul><li>Preservação ambiental </li></ul></ul><ul><ul><li>Saúde </li></ul></ul><ul><ul><li>Recreação </li></ul></ul><ul><ul><li>Turismo </li></ul></ul>
    29. 29. <ul><li>A bicicleta é ideal para trajetos de até 5 km. </li></ul><ul><ul><li>Viagens à farmácias, supermercados, e outras atividades no seu bairro e região são muito mais práticas e rápidas com a bicicleta. </li></ul></ul><ul><li>Em cidades com trânsito pesado, você chega primeiro que o carro em trajetos de até 10 km. </li></ul><ul><ul><li>Não podemos esquecer o tempo que se perde procurando vaga para estacionamento e os deslocamentos a pé. </li></ul></ul><ul><li>Transporte mais rápido </li></ul>
    30. 30. DESAFIO INTERMODAL 2008 <ul><li>São Paulo, 18 de setembro de 2008 (quinta-feira) às 18:00hs </li></ul><ul><ul><li>Ponto de partida: Av. Luiz Carlos Berrini, 1000 - Brooklin, Zona Sul. </li></ul></ul><ul><ul><li>Destino: Viaduto do Chá, na região central da cidade. </li></ul></ul><ul><li>Resultado do Desafio </li></ul><ul><ul><li>36' - bikes vias tranquilas (homem) </li></ul></ul><ul><ul><li>42' - bikes homem e mulher vias rápidas </li></ul></ul><ul><ul><li>49' - bike mulher vias tranquilas </li></ul></ul><ul><ul><li>59' - bike + ônibus </li></ul></ul><ul><ul><li>1h04' - moto </li></ul></ul><ul><ul><li>1h41' - trem + metrô </li></ul></ul><ul><ul><li>1h51' - ônibus </li></ul></ul><ul><ul><li>1h51' - carro </li></ul></ul><ul><ul><li>2h13' - pedestre </li></ul></ul><ul><ul><li>2h21' - bike + metrô </li></ul></ul><ul><ul><li>2h40' - ônibus + metrô </li></ul></ul>
    31. 31. <ul><li>Transporte Público </li></ul><ul><ul><li>Ônibus em São Paulo (R$ 2,30 x 40 viagens = R$ 92,00) </li></ul></ul><ul><ul><li>Metrô em São Paulo (R$ 2,55 x 40 viagens = R$ 102,00) </li></ul></ul><ul><li>Carro e Moto </li></ul><ul><ul><li>Além dos gastos com manutenção, você paga combustível, IPVA, seguro, estacionamento, multas, lavagem, etc. </li></ul></ul><ul><li>Bicicleta </li></ul><ul><ul><li>Estima-se um gasto mensal de R$ 30,00 com manutenção. </li></ul></ul><ul><li>Transporte mais econômico </li></ul>
    32. 32. <ul><li>325 dias do ano passado tiveram pelo menos uma estação da CETESB com qualidade do ar ruim em São Paulo. </li></ul><ul><li>Doenças agravadas pela poluição matam 20 pessoas por dia na região metropolitana. Em 2000, eram 8 pessoas. </li></ul><ul><li>R$ 334 milhões são gastos com internações decorrentes da poluição. 25% desse valor é custeado pelos cofres públicos. </li></ul><ul><li>Preservação Ambiental </li></ul>Zona Norte de São Paulo
    33. 33. <ul><li>Padrão de emissão de poluentes considerada máxima pela OMS: </li></ul><ul><li>10 mg/m3 </li></ul><ul><li>Preservação Ambiental </li></ul><ul><li>Em São Paulo, </li></ul><ul><li>a média diária é de: </li></ul><ul><li>28 mg/m3 </li></ul>Ainda em São Paulo Túnel Anhangabaú Pico: 100 Média: 60 Túnel Ayrton Senna Pico: 70 Média: 55 Marginal Tietê Pico: 100 Média: 40 Média em Outras Capitais Rio de Janeiro 24 Porto Alegre 22 Belo Horizonte 22 Curitiba 20 Recife 13
    34. 34. <ul><li>Os veículos automotores são responsáveis por 70% da poluição atmosférica na cidade de São Paulo. </li></ul><ul><li>Preservação Ambiental </li></ul><ul><li>A bicicleta é um veículo não poluente. </li></ul>Marginal Tietê, São Paulo
    35. 35. <ul><li>Reduz o stress </li></ul><ul><ul><li>Ansiedade, stress e depressão são aliviados pela atividade física em si e pelo prazer de pedalar. Estimula a produção de endorfinas e ativa a circulação. </li></ul></ul><ul><li>Diminui risco de ataque cardíaco e previne doenças </li></ul><ul><ul><li>Atividade física regular previne doenças cardiovasculares, osteoporose e diabetes. </li></ul></ul><ul><li>Combate o excesso de peso </li></ul><ul><ul><li>Queima de gordura corporal e aumento da taxa metabólica. </li></ul></ul><ul><li>Melhora sua forma física </li></ul><ul><ul><li>Ao reforçar seus pulmões e coração, sua resistência, capacidade aeróbica, força e funcionamento muscular em geral também melhoram. </li></ul></ul><ul><li>Saúde </li></ul>
    36. 36. <ul><li>A frota brasileira de bicicletas </li></ul><ul><li>é de cerca de 60 milhões de unidades. </li></ul><ul><li>Lazer e Recreação </li></ul>
    37. 37. <ul><li>Hotéis nos EUA oferecem bicicletas aos hóspedes. </li></ul><ul><ul><li>Além do interesse ecológico, as redes hoteleiras também destacam que os passeios de bicicleta acabam sendo mais divertidos e permitem conhecer muitos detalhes das cidades, sem ter que se preocupar com estacionamento. </li></ul></ul><ul><li>No Estado de São Paulo, a CPTM oferece roteiros turísticos para serem feitos com bicicleta. </li></ul><ul><ul><li>O usuário dos trens se livra dos congestionamentos e economiza no combustível e no estacionamento. </li></ul></ul><ul><ul><li>Os roteiros incluem Jundiaí, Santana do Parnaíba, Sabaúna e Paranapiacaba. </li></ul></ul><ul><li>Turismo </li></ul>
    38. 38. 6. SUPORTE GOVERNAMENTAL À BICICLETA Objetivo: As necessidades e interesses dos ciclistas devem ser contemplados nas intervenções urbanas e no planejamento de transportes.
    39. 39. <ul><ul><li>Formalizar um Plano Diretor Cicloviário municipal. </li></ul></ul><ul><ul><li>Criar um cargo de Coordenador de Bicicletas e um grupo de assessoria nas administrações de municípios de médio e grande porte. </li></ul></ul><ul><ul><li>Estabelecer procedimentos de revisão periódica do Plano Diretor e de manutenção da infra-estrutura relacionada à bicicleta. </li></ul></ul>MEDIDAS NECESSÁRIAS No site da Secretaria Municipal de Transportes da cidade de São Paulo, não há nenhuma referência à bicicleta. Sistema viário (ruas) de São Paulo: 17.220 KM Ciclovias nas ruas de São Paulo: 4,5 KM
    40. 40. <ul><li>Pedágio Urbano em Londres: </li></ul><ul><ul><li>implantado em 2003. </li></ul></ul><ul><ul><li>reduziu em 20% a circulação de carros na área delimitada. </li></ul></ul><ul><ul><li>aumentou a utilização de ônibus e bicicletas. </li></ul></ul><ul><ul><li>segundo Derek Turner, um dos responsáveis pelo projeto,“o pedágio urbano tem três vantagens: reduz os congestionamentos, cria uma taxa de investimento e torna mais atraentes as viagens no transporte público”. </li></ul></ul><ul><li>Sistema de Rodízio “Pico e Placa” em Bogotá: </li></ul><ul><ul><li>implantado em 1998, proíbe a circulação de 40% da frota nos horários críticos da manhã e da tarde. </li></ul></ul><ul><ul><li>espaços públicos de estacionamento foram retirados para a ampliação de calçadas e de ciclovias. </li></ul></ul><ul><ul><li>taxação da gasolina para financiar investimentos em transporte coletivo. </li></ul></ul><ul><ul><li>hoje, o sistema é aprovado por 90% da população. </li></ul></ul>EXPERIÊNCIAS INTERNACIONAIS
    41. 42. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CICLISTAS - ABC <ul><li>Fundada em 15 de Novembro de 2006. </li></ul><ul><li>Com sede própria na cidade de Santos/SP. </li></ul><ul><li>O que a ABC oferece: </li></ul><ul><ul><li>Material educativo pronto para ser adaptado e utilizado. </li></ul></ul><ul><ul><li>Material para palestras em escolas e locais de trabalho. </li></ul></ul><ul><ul><li>Assessoria técnica para o desenvolvimento de projetos cicloviários. </li></ul></ul>
    42. 43. CONQUISTAS DA ABC <ul><li>Redução do número de mortes de ciclistas. </li></ul><ul><li>Construção de bicicletários e ciclovias. </li></ul><ul><li>Aumento na utilização do retrovisor e campainha. </li></ul><ul><li>Aprovação da “Semana Municipal de Ciclistas” nas 9 cidades da Região Metropolitana da Baixada Santista. </li></ul><ul><li>Criação da “Medalha Amiga da Bicicleta”. </li></ul><ul><li>Criação do Troféu “Cidade Amiga das Bicicletas”. </li></ul><ul><li>Criação da Carteira de Identificação do Ciclista. </li></ul>
    43. 44. MATERIAL DE CAMPANHAS E AÇÕES REALIZADAS PELA ABC
    44. 45. A cidade de Munster na Alemanha tem uma campanha que compara a ocupação de espaço de acordo com os tipos de transporte e as vantagens da opção pelos modos coletivo e não motorizado. Essa é a imagem utilizada na campanha:
    45. 46. MUITO OBRIGADO! Rua Lucas Fortunato, 181 – Vila Mathias – Santos Presidente: Jessé Teixeira Félix Vice Presidente: Firmino Sérgio Moura Diretor de Patrimônio: Luis Alberto Conceição Diretor Esportivo: José Reinato   Secretária: Maria Mônica César Tesoureiros: Jorge Luis Filho e Aloísia Nascimento Organização e conteúdo da apresentação: Eduardo Speeden Fontes: Prefeituras de Portland, Baltimore , Londres e Bogotá; Movimento Nossa São Paulo; jornais Folha e Estado de São Paulo; CPTM; Metrô de São Paulo; ABRACICLO; e os sites www.apocalipsemotorizado.net e www.ciclobr.com.br.

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