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InfoPI2013 - Palestra - Transformação produtiva e economia digital na América latina
 

InfoPI2013 - Palestra - Transformação produtiva e economia digital na América latina

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Palestra do Néstor Bercovich

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  • Finalmente, existen relaciones que muestran un vínculo entre la distribución del ingreso y la penetración de Internet; así como entre los niveles educativos de una sociedad y la penetración de Internet. El primer gráfico muestra que la desigualdad socioeconómica se asocia con una menor adopción de TIC. Los países donde el ingreso está más concentrado son también los que muestran los menores grados de penetración de Internet. El resultado es el esperado: las TIC se asocian a estructuras más productivas y diversificadas que, a su vez, están asociadas a distribuciones más equitativas del ingreso.Igualmente la diversificación productiva y las TIC se asocian positivamente con niveles más altos de educación, medidos en el gráfico 2 por los resultados del informe del Programa Internacional para la Evaluación de Estudiantes o informe PISA.Hay una fuerte relación entre la educación y la intensidad en conocimientos de la estructura productiva. La educación ofrece capacidades que sólo se aprovechan cuando hay una demanda que las justifique, la que surge únicamente cuando la estructura productiva se desplaza hacia sectores más intensivos en conocimientos. El segundo gráfico ilustra esta relación,Los gráficos sugieren la existencia de un patrón consistente de articulación entre las variables consideradas, una articulación que, sistemáticamente, se percibe como más débil en las economías de América Latina que en las más avanzadas.

InfoPI2013 - Palestra - Transformação produtiva e economia digital na América latina InfoPI2013 - Palestra - Transformação produtiva e economia digital na América latina Presentation Transcript

  • Inclusão de TICs, Desenvolvimento Local e Políticas Públic Teresina, 11 de setembro de 2013
  • Ordem da apresentação: 1. América Latina: o desafio da mudança estrutural 2. Oportunidades e perspectivas da economia digital na região 2
  • 3 1971-1980 1981-1990 1991-2000 2001-2010 África Subsahariana 3,7 1,9 2,3 5,2 América del Norte 3,3 4,4 3,4 2,1 América Latina y el Caribe 5,7 1,3 3,2 3,8 Asia del Este y Pacífico 4,8 4,7 3,1 4,2 Asia del Sur 3,0 5,4 5,2 7,5 Europa y Asia Central 3,2 2,4 1,9 2,0 Medio Oriente y África del Norte 8,6 1,8 4,1 4,8 Países árabes s/d 1,5 3,9 4,9 Mundo 3,9 3,5 2,9 3,0 Mundo: tasas de crescimento do PIB anual por regiões (1971-2010) (Promedios simples, em porcentgens) Nota: Cálculos con base en valores constantes de 2005. El PIB de las subregiones se compone de la suma de los PIB de los países pertenecientes a las mismas. Fuente: Comisión Económica para América Latina y el Caribe (CEPAL), sobre la base de CEPALSTAT AMÉRICA LATINA E CARIBE: EXPANSÃO RECENTE, MAS DIFICULDADE PARA RETOMAR TRAJETÓRIA DE CRESCIMENTO MAIS ACELERADO
  • 4 Crecimiento de la productividad en América Latina y Asia (1980=100) Fonte: Comisión Económica para América Latina y el Caribe (CEPAL). AL vs ASIA: DINÁMICAS DE PRODUTIVIDADE DIVERGENTES 4
  • Fuente: Comisión Económica para América Latina y el Caribe (CEPAL), sobre la base de United Nations Commodity Trade Statistics Database (COMTRADE) [base de datos en línea] http://comtrade.un.org/db/default.aspx. Las exportaciones tecnológicas se definieron conforme a la clasificación de Lall (2000). El grupo de América Latina y el Caribe es los 33 países latinoamericanos miembros de la CEPAL. Los Tigres Asiáticos, están definidos como la suma de la Rep. de Corea, Filipinas, Hong-Kong (China), Indonesia, Malasia, Singapur y Tailandia. Padrão de mudança estrutural e participação nas exportações, 1985-2007 5 ALC vs ASIA: ATRASOS NA COMPETITIVIDADE INTERNACIONAL E EXPORTAÇÕES TECNOLÓGICAS 5
  • América Latina (países seleccionados): índices de productividad (PIB total=100) 6 Fonte: Comisión Económica para América Latina y el Caribe (CEPAL), “América Latina y el Caribe. Series históricas de estadísticas económicas 1950-2008”, Cuadernos estadísticos, N° 37 (LC/G.2415-P), Santiago de Chile, 2009. Publicación de las Naciones Unidas, N° de venta: S.09.II.G.72 y Organización Internacional del Trabajo (OIT), Laborsta [base de datos en línea] http://laborsta.ilo.org/, 2009. 1990 1998 2003 2008 Agricultura 28,4 27,7 30,9 31,0 Minería 608,4 1 045,5 932,8 767,4 Industria 99,3 112,7 115,5 114,2 Eletricidade 225,9 353,6 434,6 483,2 Construção civil 91,3 94,4 84,7 77,5 Comercio 76,1 63,3 56,2 59,5 Transporte 118,7 134,4 148,4 146,1 Setor financeiro 279,0 282,5 279,7 252,1 Serviços muncicipais, socias e pessoais 84,5 74,4 78,9 75,8 PIB total 100,0 100,0 100,0 100,0 Períodos 1990-1998 1998-2003 2003-2008 Tasa de crescimento médio anual da produtividade 1,9 -0,4 0,7 HETEROGENEIDADE ESTRUTURAL NA REGIÃO: OBSTÁCULO PARA A COMPETITIVIDADE E O DESENVOLVIMENTO COM INCLUSÃO SOCIAL 6
  • É PRECISO UM MODELO DE DESENVOLVIMENTO COM CRESCIMENTO SUSTENTÁVEL E IGUALDADE Continuidade de políticas socias e de inclusão + Políticas ativas para a mudança estructural –Desenvolvimento de capacidades –Políticas industriais e tecnológicas –Macroeconomia para o desenvolvimento 7 7
  • Economa digital para a mudanca estructural e a igualdade  Recente estudo da CEPAL mede a importância da economia digital na região.  Considera impactos sobre o crescimento  Mostra que as TIC são ativos complementares  Importância das TIC para a igualdade  Mostra o papel central da indústria de software e aplicações  Coloca a necessidade de promover TIC avançadas em pequenas empresas  Destaca o papel das TIC na saúde, educação e governo  Propõe estratégias e políticas 8 www.cepal.org/socinfo
  • A economia digital: visão sistêmica 9 Base institucional Ambiente econômico Infraestructura e regulação Recursos humanos Sistema nacional de inovação Componentes Impacto Infraestructura de banda larga Industria de aplicações TIC Redes nacionais e internacionais Acesso público Redes locais Software e hardware Processos de conhecimento Processos de negocios Mobilidade Computação na nuvem Redes socials Grandes dados Plataforma tecnológica
  • A economia digital na região  A economia digital explica 3% do PIB em AL (UE27 5%, 6% EUA, Japão 7%)  Brechas menores em telefonia móvel e fixa  Aumentam as brechas em BA móvel e a qualidade da BA progride lentamente  Aumentam as brechas de demanda e uso.  Duas velocidades na região: 75% e 38% do índice de desenvolvimento das TIC da OCDE 10
  • O impacto económico das TIC  TIC impactan positivamente o crescimento do PIB – Explicam entre 5% e 14% do crescimento na Argentina, Brasil, Chile e México, entre 1995-2008  Impacto positivo sobre a produtividade do trabalho – Concentração em finanças e mineração (somente Brasil) 11
  • A brecha no desenvolvimento das TIC 12 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Índice de desarrollo de las TIC (IDI) Subíndice de habilidades para las TIC Subíndice de infraestructura y acceso Subíndice de uso de las TIC OCDE 2002 OCDE 2007 OCDE 2011 América Latina y el Caribe 2002 América Latina y el Caribe 2007 Américal Latina y el Caribe 2011 Duas velocidades na região: alguns 75% de la OCDE, outros 38% Evolução do indice de desenvolvimento das TIC para a região e os países da OCDE, 2002-2011 (UIT)
  • Aumenta a brecha digital da região em relação com os países da OCDE em banda larga móvel 13 Usuarios de Internet Banda ancha fija Banda ancha móvil 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 2007 2008 2009 2010 2011 Pontosporcentuais A velocidade de baixada na OCDE é 4 vezes maior que na região e o dobra em subida
  • TIC e igualdade 14 88 13 62 47 57 12 41 12 33 5 29 10 26 20 13 7 0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100 2005 2009 2006 2010 2006 2010 2003 2009 2005 2010 2003 2009 2003 2010 2005 2010 Brasil Paraguay Costa Rica Chile Uruguay Ecuador Colombia Venezuela (Rep. Bol. de) Relação entre o acesso à internet nos domicilios do quintil mais rico e do mais pobre (Número de vezes)
  • Mudança estrutural, TIC e igualdade  TIC são ativos complementares da mudança estrutural  Estreita ligação entre as TIC e a Igualdade  Para crescer é necessário atuar simultaneamente sobre a oferta e a demanda  Um aumento de 10% no índice de digitalização tem crescimento de 0,8% do PIB e do emprego, o impacto é três vezes maior do que apenas a ampliação do acesso às TIC 15
  • Relação entre as TIC e a mudança estrutural IPR no VA manufaturero em 2005-2007 16 ARG AUS AUT BRA CAN CHL COL CRI DNK ECU FIN FRAIRL ITA JPN MYS MEX NDL NOR PER SGP ESP SWE GBRUSA URY y = 48.81x + 14.83 R² = 0.589 0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100 0 0.2 0.4 0.6 0.8 1 1.2 1.4 1.6 PenetracióndeInternet Índice de participação relativa (IPR)
  • Vínculos entre as TIC e a distribuiçao de renda e a educação 17 Desigualdade ARG AUSAUT BEL BOL BRA BGR CAN CHL CHN COL CRI HRV CZE DEN DOM ECU SLV EST FIN FRA DEU GRC GTM GUY HTI HND HKG HUN IDN IRL ITA JAM JPN KOR MYS MEX NLD NZL NIC NOR PAN PRY PER PHL POL PRT ROURUSLCA SGPSVK SVN ESP SWE CHE THA TTO TUR UKR GBR USA URY VEN VNM y = -23.7ln(x) + 111.5 R² = 0.439 0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100 0 20 40 60 80 100 PorcentajedepenetracióndeInternet Cociente entre el PIB per cápita promedio del decil más rico de la población sobre el del decil más pobre ALBARG AUSAUT AZE BEL BRA BGR CAN CHL CHN (Macao) COL HRV CZE DEN EST FIN FRA DEU GRC HKG HUN ISL IDN IRL ITA JPN KAZ KOR KGZ LVA LIE LTU LUX MEX MNE NLD NZL NOR PAN PER POL PRT ROU RUS SRB SGPSVK SVN ESP SWE CHE THA TTO TUR GBR USA URY y = 1.354e0.007x R² = 0.695 0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100 300 350 400 450 500 550 PorcentajedepenetracióndeInternet Puntaje general prueba PISA PISA
  • Políticas TIC para a mudança estrutural e a igualdade  Expansão das redes de banda larga e conectividade a redes públicas  Políticas para o desenvolvimento da indústria de software e de conteúdo  Estratégias destinadas a alterar a estrutura de produção, modernizar os modelos de negócio das empresas e aumentar sua competitividade  Capacidade de usuários para a apropriação da tecnologia  E as Agendas digitais locais! 18
  • TIC para a igualdade y a inclusão social  Relacionamento da sociedade com as novas tecnologias  Educação e tecnologia são experiências inseparáveis ​​e simultâneas (ex 1-1 na educação)  Criar competências para o século XXI (colaboração, participação na produção de conteúdos, alfabetização digital, etc.).  Aprendendo com o sucesso: telemedicina, historia clínica eletrônica, telesaúde  Governo eletrônico (43% dos serviços públicos on-line)  Experiências em compras públicas e administração fiscal  Progressos em governo aberto para incentivar participação, nuvem de dados e análise de grandes volumes de dados... 19
  • Muito obrigado! Néstor Bercovich nestorbercovich@gmail.com 20