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Retenção Urinária no Adulto
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Retenção Urinária no Adulto

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Aula sobre retenção urinária aguda. ocorrida no Hospital Nove de Julho, São Paulo, SP- Brasil

Aula sobre retenção urinária aguda. ocorrida no Hospital Nove de Julho, São Paulo, SP- Brasil

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  • 1. Retenção Urinária no Adulto por Dr. Cid Zauli
  • 2. Tópicos • Definição • Fisiologia • Classificação • Diagnóstico • Tratamento • Identificando fatores de risco • Condutas específicas • Caso Clínico
  • 3. • Definição Impossibilidade de esvaziar a bexiga
  • 4. • Fisiologia Objetivo Enchimento Acúmulo Expulsão
  • 5. • Fisiologia Componentes do esfíncter urinário: 1. Musculatura lisa Base da Bexiga Uretra proximal
  • 6. • Fisiologia Componentes do esfíncter urinário: 1. Musculatura estriada
  • 7. • Fisiologia Duas fases: 1 – Enchimento vesical e acúmulo de urina Bloqueio dos receptores β Estímulo receptores α Ação do nervo pudendo
  • 8. • Fisiologia Duas fases: 2 – Esvaziamento vesical Inibição da ação esfincteriana Aumento de pressão Relaxamento progressivo Sensação de distensão Contrações voluntárias
  • 9. • Classificação 1 – Comprometimento da inervação Diabetes Traumas Infecções Tumores Cirurgias
  • 10. • Classificação 2 – Obstrução infra-vesical Rim Ureter Litíase Uretra
  • 11. • Diagnóstico 1. Quadro Clínico  Dor  Agitação  Anúria  Urgência  Incontinência urinária  Poliúria  Tremores  Sudorese
  • 12. • Diagnóstico 1. Exame físico  globo vesical palpável distensão abdominal
  • 13. • Diagnóstico 1. Exames de imagem
  • 14. • Diagnóstico 1. Cateterismo vesical
  • 15. • Diagnóstico 1. Estudo Urodinâmico
  • 16. • Tratamento 1. Imediato (emergencial)
  • 17. • Tratamento 1. Posterior a) com necessidade de drenagem
  • 18. • Tratamento 1. Posterior a) com necessidade de drenagem
  • 19. • Tratamento 1. Posterior a) com necessidade de drenagem
  • 20. • Tratamento 1. Posterior a) sem necessidade de drenagem contínua  Visa facilitar o esvaziamento vesical Betanecol Manobras Medicamentoso Credé Cirúrgico
  • 21. • Tratamento 1. Posterior a) sem necessidade de drenagem contínua  Visa diminuir a resistência uretral Não Esfincteriana esfincteriana  Prostática  Estenose uretral  Litíase  Corpo estranho
  • 22. • Tratamento 1. Posterior a) sem necessidade de drenagem contínua  Visa diminuir a resistência uretral Musculatura Lisa Esfincteriana Musculatura estriada
  • 23. • Tratamento Musculatura Lisa: Esfincteriana  Medicamentoso  Cirúrgico
  • 24. • Tratamento Musculatura Lisa: Esfincteriana  Medicamentoso bloqueadores alfa-adrenérgicos
  • 25. • Tratamento Musculatura Lisa: Esfincteriana  Cirúrgico incisão colo vesical, Y-V plastia
  • 26. • Tratamento Musculatura estriada:  Medicamentoso Musculatura Lisa: Esfincteriana  Cirúrgico Ação anti-espástica como: • benzodiazepínicos, • toxina botulínica, • baclofen
  • 27. • Tratamento Musculatura estriada:  Cirúrgico Musculatura Lisa: Esfincteriana  Cirúrgico Esfincterotomia Neurectomia pudendo
  • 28. • Identificação de Fatores de Riscos
  • 29. • Identificação de Fatores de Riscos 1. Drogas (idosos) Antagonista Ativadores alfa-adrenérgico canal de de Inibidores potássio Agonistas prostaglandinas Inibidores beta-adrenérgicos Bloqueadores poli-sinápticos canalOpióides de cálcio  Atropina Relaxantes Anti-depressivos musculotrópicos  Noradrenalina tricíclicos Anticolinérgicos  Isopropamida  Hiosciamina
  • 30. • Identificação de Fatores de Riscos 1. Drogas (idosos) Antagonista Ativadores alfa-adrenérgico canal de de Inibidores potássio Agonistas prostaglandinas Inibidores beta-adrenérgicos Bloqueadores poli-sinápticos canalOpióides de cálcio  Amitriptilina Relaxantes Anti-depressivos musculotrópicos  Imipramina tricíclicos  Clomipramina
  • 31. • Identificação de Fatores de Riscos 1. Drogas (idosos) Antagonista Ativadores alfa-adrenérgico canal de de Inibidores potássio Agonistas prostaglandinas Inibidores beta-adrenérgicos Bloqueadores poli-sinápticos  Diciclomina canalOpióides de cálcio Relaxantes musculotrópicos  Oxibutinina  Flavoxato
  • 32. • Identificação de Fatores de Riscos 1. Drogas (idosos) Antagonista Ativadores alfa-adrenérgico canal de de Inibidores potássio Agonistas prostaglandinas Inibidores beta-adrenérgicos Bloqueadores poli-sinápticos canalOpióides de cálcio
  • 33. • Identificação de Fatores de Riscos 1. Drogas (idosos) Antagonista Ativadores alfa-adrenérgico canal de de Inibidores potássio Agonistas prostaglandinas Inibidores beta-adrenérgicos  Amlodipina Bloqueadores poli-sinápticos canal de cálcio  Nifedipina
  • 34. • Identificação de Fatores de Riscos 1. Drogas (idosos) Antagonista Ativadores alfa-adrenérgico canal de de Inibidores potássio Agonistas prostaglandinas Inibidores beta-adrenérgicos  Efedrina poli-sinápticos  Pseudoefedrina
  • 35. • Identificação de Fatores de Riscos 1. Drogas (idosos) Antagonista Ativadores alfa-adrenérgico canal de de Inibidores potássio Agonistas prostaglandinas beta-adrenérgicos  Terbutalina
  • 36. • Identificação de Fatores de Riscos 1. Drogas (idosos) Antagonista Ativadores alfa-adrenérgico canal de de Inibidores potássio prostaglandinas
  • 37. • Identificação de Fatores de Riscos 1. Drogas (idosos) Antagonista Ativadores alfa-adrenérgico canal de  Cromacalina potássio
  • 38. • Identificação de Fatores de Riscos 1. Drogas (idosos) Antagonista alfa-adrenérgico
  • 39. • Identificação de Fatores de Riscos 1. Cirurgias  Efeito anestésico  Dor  Retenção no leito  Hiperdistensão vesical  Ginecológicas  Proctológicas  Urológicas
  • 40. • Identificação de Fatores de Riscos 1. Restrição ao leito
  • 41. • Identificação de Fatores de Riscos 1. Obstrutivos  Hipertrofia de próstata  Litíase  Corpo estranho  Estenoses  Tumor  Coágulos
  • 42. • Identificação de Fatores de Riscos 1. Obstrutivos  Hipertrofia de próstata  Litíase  Corpo estranho  Estenoses  Tumor  Coágulos
  • 43. • Identificação de Fatores de Riscos 1. Obstrutivos  Hipertrofia de próstata  Litíase  Corpo estranho  Estenoses  Tumor  Coágulos
  • 44. • Identificação de Fatores de Riscos 1. Obstrutivos  Hipertrofia de próstata  Litíase  Corpo estranho  Estenoses  Tumor  Coágulos
  • 45. • Identificação de Fatores de Riscos 1. Obstrutivos  Hipertrofia de próstata  Litíase  Corpo estranho  Estenoses  Tumor  Coágulos
  • 46. • Identificação de Fatores de Riscos 1. Lesões medulares
  • 47. • Identificação de Fatores de Riscos 1. Outros  ITU  Retenção prolongada da micção
  • 48. • Condutas especiais  Hipertrofia Benigna da Próstata  Cirurgias  Retenção prolongada no leito  Bexiga Neurogênica
  • 49. • Condutas especiais  Hipertrofia Benigna da Próstata  65 a 70% evolui para cirurgia;
  • 50. • Condutas especiais  Hipertrofia Benigna da Próstata  65 a 70% evolui para cirurgia;  Cateterismo vesical alívio + droga alfa-bloqueadora;
  • 51. • Condutas especiais  Hipertrofia Benigna da Próstata  65 a 70% evolui para cirurgia;  Cateterismo vesical alívio + droga alfa-bloqueadora;  Cateterismo vesical de demora por 7 dias, com droga alfa- bloqueadora;
  • 52. • Condutas especiais  Hipertrofia Benigna da Próstata  65 a 70% evolui para cirurgia;  Cateterismo vesical alívio + droga alfa-bloqueadora;  Cateterismo vesical de demora por 7 dias com droga alfa- bloqueadoras;  Finasterida*. * a longo prazo
  • 53. • Condutas especiais  Cirurgias  Cateterismo vesical de demora em cirurgias de duração superior a 2 horas;
  • 54. • Condutas especiais  Cirurgias  Cateterismo vesical de demora em cirurgias de duração superior a 2 horas;  Aguardar início da deambulação para retirada do cateter vesical quando > 50 anos.
  • 55. • Condutas especiais  Retenção prolongada no leito  Cateterismo vesical intermitente;
  • 56. • Condutas especiais  Retenção prolongada no leito  Cateterismo vesical intermitente;  Cistostomia?
  • 57. • Condutas especiais  Bexiga Neurogênica Cérebro Medula  Cateterismo vesical intermitente; Centro de Controle Vesical Parede Bexiga Vesical Esfíncter
  • 58. • Condutas especiais  Bexiga Neurogênica Cérebro Medula  Cateterismo vesical intermitente;  Motora: Manobras Credé/ Valsalva, Betanecol cloride quando há alguma resposta muscular; Centro de Controle Vesical Parede Bexiga Vesical Esfíncter
  • 59. • Condutas especiais  Bexiga Neurogênica Cérebro Medula  Cateterismo vesical intermitente;  Motora: Manobras Credé/ Valsalva, Betanecol cloride quando há alguma resposta muscular; Centro de  Sensitiva: Forçar a micção Controle periodicamente, manobras Vesical Credé/ Valsalva. Parede Bexiga Vesical Esfíncter
  • 60. • Caso Clínico
  • 61. • Caso Clínico  Paciente sexo masculino, 65 anos, branco, 1.65m, 120 quilos.  História de febre alta e calafrios nas últimas 48 horas.  Confuso, agitado.  Paraplégico.  Mantido restrito em leito domiciliar, devido a um trauma medular por arma de fogo há 1 ano.  Uripen devido a um quadro de “incontinência urinária”, colocado por decisão familiar.  Encaminhado de ambulância para o hospital, após queda do leito ao ser manuseado, com suspeita de fratura de colo de fêmur esquerdo.  Distensão abdominal com diminuição do peristaltismo. Sinais de Blumberg e Giordano positivos.  Drogas de uso regular nos últimos 60 dias: Levofloxacino, Flutamida, Plavix, Sinvastatina, Carvedilol, Aradois, Digoxina, Aldactone.
  • 62. • Caso Clínico  Paciente sexo masculino, 65 anos, branco, 1.65m, 120 quilos.  História de febre alta e calafrios nas últimas 48 horas.  Confuso, agitado.  Paraplégico  Mantido restrito em leito domiciliar, devido a um trauma medular por arma de fogo há 1 ano.  Uripen devido a um quadro de “incontinência urinária”, colocado por decisão familiar.  Encaminhado de ambulância para o hospital, após queda do leito ao ser manuseado, com suspeita de fratura de colo de fêmur esquerdo.  Distensão abdominal com diminuição do peristaltismo. Sinais de Blumberg e Giordano positivos  Drogas de uso regular nos últimos 60 dias: Levofloxacino, Flutamida, Plavix, Sinvastatina, Carvedilol, Aradois, Digoxina, Aldactone.
  • 63. • Caso Clínico  Paciente sexo masculino, 65 anos, branco, 1.65m, 120 quilos.  História de febre alta e calafrios nas últimas 48 horas.  Confuso, agitado.  Paraplégico.  Mantido restrito em leito domiciliar, devido a um trauma medular por arma de fogo há 1 ano.  Uripen devido a um quadro de “incontinência urinária”, colocado por decisão familiar.  Encaminhado de ambulância para o hospital, após queda do leito ao ser manuseado, com suspeita de fratura de colo de fêmur esquerdo.  Distensão abdominal com diminuição do peristaltismo. Sinais de Blumberg e Giordano positivos.  Drogas de uso regular nos últimos 60 dias: Levofloxacino, Flutamida, Plavix, Sinvastatina, Carvedilol, Aradois, Digoxina, Aldactone.
  • 64. • Caso Clínico  Paciente sexo masculino, 65 anos, branco, 1.65m, 120 quilos.  História de febre alta e calafrios nas últimas 48 horas.  Confuso, agitado.  Paraplégico.  Mantido restrito em leito domiciliar, devido a um trauma medular por arma de fogo há 1 ano.  Uripen devido a um quadro de “incontinência urinária”, colocado por decisão familiar.  Encaminhado de ambulância para o hospital, após queda do leito ao ser manuseado, com suspeita de fratura de colo de fêmur esquerdo.  Distensão abdominal com diminuição do peristaltismo. Sinais de Blumberg e Giordano positivos.  Drogas de uso regular nos últimos 60 dias: Levofloxacino, Flutamida, Plavix, Sinvastatina, Carvedilol, Aradois, Digoxina, Aldactone.
  • 65. • Caso Clínico  Paciente sexo masculino, 65 anos, branco, 1.65m, 120 quilos.  História de febre alta e calafrios nas últimas 48 horas.  Confuso, agitado.  Paraplégico.  Mantido restrito em leito domiciliar, devido a um trauma medular por arma de fogo há 1 ano.  Uripen devido a um quadro de “incontinência urinária”, colocado por decisão familiar.  Encaminhado de ambulância para o hospital, após queda do leito ao ser manuseado, com suspeita de fratura de colo de fêmur esquerdo.  Distensão abdominal com diminuição do peristaltismo. Sinais de Blumberg e Giordano positivos.  Drogas de uso regular nos últimos 60 dias: Levofloxacino, Flutamida, Plavix, Sinvastatina, Carvedilol, Aradois, Digoxina, Aldactone.
  • 66. • Caso Clínico  Paciente sexo masculino, 65 anos, branco, 1.65m, 120 quilos.  História de febre alta e calafrios nas últimas 48 horas.  Confuso, agitado.  Paraplégico  Mantido restrito em leito domiciliar, devido a um trauma medular por arma de fogo há 1 ano.  Uripen devido a um quadro de “incontinência urinária”, colocado por decisão familiar.  Encaminhado de ambulância para o hospital, após queda do leito ao ser manuseado, com suspeita de fratura de colo de fêmur esquerdo.  Distensão abdominal com diminuição do peristaltismo. Sinais de Blumberg e Giordano positivos  Drogas de uso regular nos últimos 60 dias: Levofloxacino, Flutamida, Plavix, Sinvastatina, Carvedilol, Aradois, Digoxina, Aldactone.
  • 67. • Caso Clínico  Paciente sexo masculino, 65 anos, branco, 1.65m, 120 quilos.  História de febre alta e calafrios nas últimas 48 horas.  Confuso, agitado.  Paraplégico.  Mantido restrito em leito domiciliar, devido a um trauma medular por arma de fogo há 1 ano.  Uripen devido a um quadro de “incontinência urinária”, colocado por decisão familiar.  Encaminhado de ambulância para o hospital, após queda do leito ao ser manuseado, com suspeita de fratura de colo de fêmur esquerdo.  Distensão abdominal com diminuição do peristaltismo. Sinais de Blumberg e Giordano positivos.  Drogas de uso regular nos últimos 60 dias: Levofloxacino, Flutamida, Plavix, Sinvastatina, Carvedilol, Aradois, Digoxina, Aldactone.
  • 68. • Caso Clínico  Paciente sexo masculino, 65 anos, branco, 1.65m, 120 quilos.  História de febre alta e calafrios nas últimas 48 horas.  Confuso, agitado.  Paraplégico.  Mantido restrito em leito domiciliar, devido a um trauma medular por arma de fogo há 1 ano.  Uripen devido a um quadro de “incontinência urinária”, colocado por decisão familiar.  Encaminhado de ambulância para o hospital, após queda do leito ao ser manuseado, com suspeita de fratura de colo de fêmur esquerdo.  Distensão abdominal com diminuição do peristaltismo. Sinais de Blumberg e Giordano positivos.  Drogas de uso regular nos últimos 60 dias: Levofloxacino, Flutamida, Plavix, Sinvastatina, Carvedilol, Aradois, Digoxina, Aldactone.
  • 69. • Caso Clínico  Paciente sexo masculino, 65 anos, branco, 1.65m, 120 quilos.  História de febre alta e calafrios nas últimas 48 horas.  Confuso, agitado.  Paraplégico.  Mantido restrito em leito domiciliar, devido a um trauma medular por arma de fogo há 1 ano.  Uripen devido a um quadro de “incontinência urinária”, colocado por decisão familiar.  Encaminhado de ambulância para o hospital, após queda do leito ao ser manuseado, com suspeita de fratura de colo de fêmur esquerdo.  Distensão abdominal com diminuição do peristaltismo. Sinais de Blumberg e Giordano positivos.  Drogas de uso regular nos últimos 60 dias: Levofloxacino, Flutamida, Plavix, Sinvastatina, Carvedilol, Aradois, Digoxina, Aldactone.
  • 70. • Caso Clínico 1. Paciente sexo masculino, 65 anos, branco, 1.65m, 120 quilos. 2. História de febre alta e calafrios nas últimas 48 horas. 3. Confuso, agitado. 4. Paraplégico. 5. Mantido restrito em leito domiciliar, devido a um trauma medular por arma de fogo há 1 ano. 6. Uripen devido a um quadro de “incontinência urinária”, colocado por decisão familiar. 7. Encaminhado de ambulância para o hospital, após queda do leito ao ser manuseado, com suspeita de fratura de colo de fêmur esquerdo. 8. Distensão abdominal com diminuição do peristaltismo. Sinais de Blumberg e Giordano positivos. 9. Drogas de uso regular nos últimos 60 dias: Levofloxacino, Flutamida, Plavix, Sinvastatina, Carvedilol, Aradois, Digoxina, Aldactone.
  • 71. • Solução
  • 72. D O L A C E Torcida Organizada S N SO S H9J A C ES DO R A G T I N H9J O Partida: E SG Destino: Estádio Morumbi
  • 73. Retenção Urinária no Adulto Obrigado !