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  • 1. RELATÓRIOProjecto Lisboacidade Olímpica 2024 Disciplina: SIG 2 Trabalho realizado por: Ricardo Salgado Luís Boavida Manuel Pereira
  • 2. Índice1. Introdução2. Enquadramento A) Histórico-Cultural B) Socioeconómico C) Geográfico D) Critérios de avaliação das cidades olímpicas pelo COI3. Resumo/Palavras-chave4. Objectivos5. Metodologia A) Procedimento Generalista B) Tabela de Variáveis C) Fluxogramas D) Processos de uniformização de informação geográfica E) Ferramentas de geoprocessamento utilizadas F) Ferramentas de análise espacial utilizadas G) Pré-análise H) Resultados da Pré-análise I) Tratamento de variáveis J) Análise espacial final K) Network analyst6. Instrumentos/Meios de implementação em SIG A) Software B) Hardware7. Projectos Olímpicos bem sucedidos e mal sucedidos 2
  • 3. 8. Resultados 9. Bibliografia1. IntroduçãoNo âmbito deste trabalho de grupo propomos a implementação de um espaço óptimo parao local dos jogos olímpicos 2024, para tal escolhemos a área metropolitana de Lisboacomo área de estudo. Este relatório pretende mostrar a elaboração de um projecto SIGdesde a sua génese até á sua conclusão e a respectiva demonstração de resultados.2. EnquadramentoA) Enquadramento Histórico-culturalOs jogos olímpicos são o maior evento desportivo a nível mundial, ocorre de quatro emquatro anos, e reúne atletas de quase todo o mundo para competirem pelas diversasmodalidadesA origem dos jogos olímpicos remonta á antiga Grécia, e é frequentemente associada acelebração do culto da beleza estética humana. O registo mais antigo dos jogos Olímpicos data de 776 A.C, trata-se de uma inscriçãonum disco de pedra encontrada no templo de Hera em Olímpia que é um acordo de pazselado entre os reis Ifitos de Ília, Licurgo de Esparta e Clisteneas de Pisa, com o passardo tempo outros reinos foram se juntando a este acordo e os jogos acabaram por seassociarem a jogos de paz. Com o passar dos séculos o ideal olímpico enfraqueceu dando lugar ao espectáculo,acabando por ser proibidos pelo imperador Romano Teodósio I em 393 D.CPor ser uma demonstração do paganismo. Em 1894 o pai dos jogos olímpicos da era moderna, o Barão Pierre de Coubertinconsegue num congresso realizado em paris Criar o Comité Olímpico internacional,(COI) uma entidade não governamental e em1886 são então realizados os primeiros jogosolímpicos da época moderna em Atenas.B) Enquadramento SocioeconómicoActualmente os jogos olímpicos já não tem nada a ver com a primeira edição, eles são ummega evento que atrai inúmeros participantes, jornalistas e turistas de todo o mundo emove milhões de dólares.Um evento desta magnitude é uma ferramenta na projecção da cidade a nível mundial, eque mexe em todas as estruturas da cidade tais como rede de transporte, instalaçõesdesportivas, novos alojamentos e novos postos de trabalho ou seja regeneram o meioevolvente. 3
  • 4. C) Enquadramento geográficoA AML e constituída por 18 concelhos, são eles Alcochete, Almada, Amadora, Barreiro,Cascais, Lisboa, Loures, Mafra, Moita, Montijo, Odivelas, Oeiras, Palmela, Seixal,Sesimbra, Setúbal, Sintra e Vila Franca de Xira, e actualmente é a zona que melhor seenquadra a ser escolhida para alojar uma cidade olímpica por diversos motivos, tem 25%da população activa de Portugal e representa 36% do PIB. Com uma área de 325km2,com o maior estuário Europeu e uma costa 150Km e uma frente ribeirinha de 200Km, oseu território engloba dois grandes portos internacionais é uma zona com um grandeinteresse turístico e com uma boa rede de transportes entre eles o futuro TGV e o novoaeroporto de LisboaD) Critérios de avaliação das cidades olímpicas pelo COIApoio político e social: As cidades devem fornecer garantias que mostrem o apoio e ocompromisso de todas as esferas de governo. O COI também analisa a capacidade destasesferas do cumprimento de todas as garantias fornecidas. As leis do País e da cidadecandidata também são observadas, bem como o nível de aceitação pela população que acandidatura tem. • Garantias governamentais: 70% • Aspectos legais e medidas antidoping: 15% • Opinião pública: 15%Infra-estrutura geral: Este item leva em conta as infra-estruturas de transportes terrestree aéreo da cidade, bem como o projecto dos centros de imprensa. São analisados tambémos tempos e os custos de construção das novas infra-estruturas e a sua integração com oplano do legado da cidade (locais de competição e Vila Olímpica são analisadosseparadamente). • Infra-estrutura de Transportes: 85% • Aeroporto: 5% • Centros de imprensa: 10%Locais de competição: O critério é dividido em três subcritérios: "Instalações existentes"(uso e projectos de reforma), "Instalações projectadas e temporárias" (a viabilidade dasnovas construções, de acordo com o tempo, o custo e a qualidade) e "Conceito e legadodesportivo" (como os locais de competição estão distribuídas pela cidade e que tipo delegado proporcionarão) • Instalações existentes: 35% • Instalações projectadas e temporárias: 35% • Conceito e legado desportivo: 30% 4
  • 5. Vila Olímpica: Este item também é dividido em três subcritérios: "Localização"(distâncias até os locais de competição), "Conceito" (tipo de acomodação, viabilidade doprojecto, arborização, entre outros factores) e "Legado" (uso após os Jogos efinanciamento) • Localização: 40% • Conceito: 40% • Legado: 20%Meio ambiente: O COI analisa os factores ambientais actuais da cidade candidata e oimpacto que os Jogos causarão. • Condições ambientais atcuais: 40% • Impacto ambiental: 60%Acomodações: A avaliação deste critério é feita com base no Manual Técnico deAcomodações, fornecido pelo COI às cidades candidatas. O valor de referência é de40.000 quartos de hotel com três ou mais estrelas. O critério é dividido em "Número dequartos", em que são avaliados, por exemplo, as ofertas existentes e projectadas num raiode 50km do centro dos Jogos e das vilas para a imprensa) e "Conceito" (tipos deacomodação e operação) • Número de quartos: 80% • Conceito: 20%Transporte: A avaliação é baseada na performance esperada do sistema de transportesproposto, sob um ponto de vista operacional e tendo em conta experiências anteriores.São observadas as distâncias e o tempo de deslocamento dentro da cidade e a organizaçãodo tráfego e do transporte público durante os Jogos. • Distâncias e tempo de deslocamento: 50% • Organização do tráfego e do transporte: 50%Segurança: Entre os factores avaliados estão a incidência e o risco de terrorismo, osníveis de criminalidade, as competências técnicas e profissionais das forças responsáveispela segurança, o investimento feito e a tecnologia empregada na área e a complexidadedas acções propostas.Experiências anteriores: O COI analisa os eventos multidesportivos sediados no paísnos dez anos anteriores, como forma de conhecer a capacidade de organização da cidade. • Número de grandes eventos internacionais organizados: 60% • Qualidade dos eventos: 40%Finanças: São avaliados os contribuições dos governos e o plano financeiro em relação àcapacidade do país de colocar o projecto em prática e viabilidade dos valoresdisponibilizados. 5
  • 6. Projecto geral e Legado: O último critério é um resumo global dos anteriores, e é usadopelo COI para confirmar a sua opinião sobre a capacidade de cada cidade realizar osJogos. 6
  • 7. 7
  • 8. 3. Resumo/Palavras-ChaveEste trabalho depois de elegido o tema procedeu-se á selecção da área geográfica a escalae o sistema de coordenadas a utilizar no projecto, sendo eles os seguintes; áreametropolitana de Lisboa; escala 1/25k; sistema de coordenadas Hayford_grauss Datum73.Seguidamente executou-se um levantamento de informação geográfica e estatística esua posterior organização para poder ser trabalhada numa futura fase onde já estarádefinida uma área de trabalho dentro da AML. Posteriormente discutimos a forma deestruturação da informação recolhida em ambiente SIG; (Base dados) e também a formade uniformizar a informação geográfica através de digitalização, vectorização e projecçãovisto esta estar em diferentes escalas, sistemas de coordenadas. Seguidamente procedeu-se a uma pré-análise espacial com o objectivo de seleccionar os concelhos da AML quemelhores condições têm para receber o evento. Nesta fase utilizamos as váriasferramentas de geoprocessamento e de análise espacial para manipular algumas variáveispara obtenção de resultados. Por fim construímos o model builder e executamos a análiseespacial final assim como também a extensão do arcgis (network analyst).Palavras-Chave: AML, Jogos Olímpicos, Desporto, Variáveis, SIG, Metodologia,Geoprocessamento, Análise espacial, Restrições, Factores.4. Objectivo do TrabalhoEste projecto tem como objectivo ajudar a descobrir os melhores locais para a construçãode uma cidade olímpica na AML (área metropolitana de Lisboa), tendo em conta todo umconjunto de variáveis previamente escolhidas para o efeito. Neste projecto pretende-sedemonstrar a concepção teórico-prática de um projecto SIG, com o objectivo deimplementação de uma área óptima para a sede de uns jogos olímpicos em Portugal.Focamos as fases de, pesquisa de informação, análise e filtragem de informação,estruturação da informação em SIG, uso de ferramentas de geoprocessamento e análiseespacial para manipulação das variáveis, como parte integrante de uma metodologia como objectivo de posteriormente apresentar resultados. Podemos assim concluir que estetrabalho explica um processo longo e complexo.5. MetodologiaA) Procedimento generalistaA metodologia de uma forma mais generalista poderá ser explicada dividindo-a em 8fases importantes.1ª Fase: Selecção das variáveis (temas que vão servir de base para o levantamento deinformação necessária). 8
  • 9. 2ªfase: Definição do sistema de coordenadas e escala para a realização do trabalho.3ªfase:Levantamento de informação pertinente que responda às variáveis propostas(informação geográfica; tipo vectorial, raster) informação estatística.Esta fase é muito importante pois a análise espacial irá ser tão mais completa quanto maisinformação forem recolhidas.4ªfase:Estruturação e tratamento da informação, divisão em temas e sub-temas,vectorização e projecção de cartas, início da composição da base de dados geográfica.5ªfase: Nesta fase foi criado um modelo e efectuada uma pré-análise com o objectivo dedelimitar a área de estudo6ªfase: Nesta fase foram georreferenciadas cartas militares, e vectorização das variáveis,Rios, Albufeiras, Estradas, Ran, Ren, Áreas sociais, industriais, Centros de saúde,Hospitais, esquadras GNR, esquadras PSP, Vias e plataformas férreas, plataformasfluviais, devido ao facto da informação adquirida estar em escalas menores logo maisgeneralizada. E por fim foram efectuadas topologias para eliminar erros de vectorização.7ªfase: Execução de Model Builder. Nesta fase foi criado um modelo para a escolha deum local óptimo para a implementação de uma cidade olímpica, com base nas variáveisadquiridas nas fases anteriores.8ªfase: Análise espacial e Network analyst.Nesta fase foram interpretadas os mapasgerados pelo modelo e executou-se a escolha dos pixéis mais aptos, e sua reconversãopara vector, polígonos de forma a seleccionar a área óptima final. Também se utilizou aextensão network analyst (closest facilities). 9
  • 10. B) Tabela de Variáveis Tipo de Coordenadas Variável Fonte Custo Escala Estado Observações Informação Geográficas InformaçãoDensidade Populacional INE - Gratuito - TRATADO - EstatísticaQuantidade de Unidades NÃO - - - - - - Hoteleiras USAMOS Informação vectorizada Informação Portal de Nº de Hospitais - Gratuito - TRATADO com base na imagem Vectorial Saúde LYR Informação vectorizada Informação Portal de Nº Centros de Saúde - Gratuito - TRATADO com base na imagem Vectorial Saúde LYR Informação vectorizada InformaçãoNº Esquadras de Polícia PAI - Gratuito - TRATADO com base na imagem Vectorial LYR NÃONº Quartéis de Bombeiros - - - - - - USAMOS Nº de Equipamentos NÃO - - - - - - Desportivos USAMOS Dados Limites Informação IGP Hayford-Grauss Datum 73 Gratuito - TRATADO Administrativos Vectorial Informação vectorizada Acessibilidades – Informação Hayford-Grauss Datum IGEOE Gratuito 1/500k TRATADO com base nos RastersTransportes Rodoviárias vectorial Lisboa IGEOE série M888 Acessibilidades – Informação vectorizada Transportes e Informação Imagem - Gratuito - TRATADO com base na imagemPlataformas Marítimas ou JPEG LYR LYR Fluviais Acessibilidades Informação vectorizada Atlas do Hayford-Grauss Datum Transportes e Shapefile Gratuito 1/1000k TRATADO com base na imagem Ambiente Lisboa IGEOEPlataformas Ferroviárias LYR Informação vectorizada Transportes e Informação PDM dos - Gratuito - TRATADO com base na imagem Plataformas Aéreas JPEG Concelhos LYR Informação Topografia/Relevo IGEOE Hayford-Grauss Datum 73 Gratuito 1/25k TRATADO vectorial Agência Informação vectorizada Portuguesa Hidrografia Shapefile Hayford-Grauss Datum 73 Gratuito 1/1000k TRATADO com base nos Rasters do Militares Ambiente Solos COS90 IGP Hayford-Grauss Datum 73 Gratuito 1/25k TRATADO Informação PDM dos Ren/Ran - Gratuito 1/25K TRATADO vectorial Concelhos NÃO Património Histórico - - - - - - USAMOS 10
  • 11. C) Fluxogramas Cidade Olímpica Variáveis Escolha de Informação Analógica Verificação Não Passa Passa Digitalização da Informação Verificação/Topologia Passa Não Passa Implementada em ArcGIS Cidade Olímpica Variáveis Escolha de Informação Digital Verificação Não Passa Passa Implementada em ArcGIS 11
  • 12. Cidade Olímpica Variáveis Escolha de Informação EstatísticaImportada para a base de dados Vectorizada 12
  • 13. 13
  • 14. D) Processos de Uniformização da Informação GeográficaA informação recolhida deriva de variadas fontes encontrando-se em diferentes formatos,(pdf, shapefile, dwg, jpeg, etc) escalas e sistemas de coordenadas distintos e por vezesdesconhecidos de forma a proceder a uma uniformização dessa informação recolhida parao sistema de coordenadas e escala pretendidos no nosso trabalho (sistema deCoordenadas Hayford_grauss Datum 73, e escala 1/25k) teremos de proceder a váriosprocessos.Processo de digitalização utilizado para transformar informação analógica (cartas depapel) em informação digital, poderá ser efectuado com recurso a scanner.Processo de georreferenciação – utilizado para georreferenciar informação recolhida.Ex: georreferenciação de informação raster em arcgis recorrendo á ferramentageoreferencing e recorrendo ao layer de pontos cotados como referencia para a inserçãode pontos análogos entre a layer referência e o raster. Poderá ser efectuado em arcgis talcomo demonstrado no exemplo.Processo de projecção – utilizado para projectar informação que se encontrageorreferenciada em diferentes sistemas de coordenadas para o sistema pretendido(Hayford-grauss Datum 73 LX). Poderá ser efectuado com recurso a arcgis. 14
  • 15. Processo de vectorização – utilizado para vectorizar informação que se encontra emformato raster, JPEG, este processo tem importância especial quer pelo facto de utilizar 1ferramenta ligada á edição que posteriormente terá que passar por uma topologia com oobjectivo de permitir efectuar operações de análise e simulação de resultadosgeoespaciais no arcgis. Este processo poderá ser efectuado com o software AutocadMapou ArcGIS.E) Ferramentas de geoprocessamento utilizadasDepois de normalizada a informação foi necessário trabalhá-la em ambiente Arcgis paratal foram utilizadas várias ferramentas. Estas foram utilizadas várias vezes em diferentesvariáveis e para determinar distintos outputs. Por exemplo o dissolve foi utilizado nacaop2008 para gerar um output de concelhos. A ferramenta merge foi a mais utilizadavisto o trabalho ter sido efectuado por vários indivíduos em concelhos diferentes e paraunir as feature class de cada um, por exemplo; os (rios boavida, rios tomanel) para (riosfinal). O clip foi utilizado em variáveis como as estradas e as ferrovias assim como ascurvas de nível e os vértices geodésicos para extrair essa informação para as áreas quenos interessavam. A ferramenta buffer foi utilizada para determinar uma distância de500m dos limites dos concelhos seleccionados. O join foi efectuado quando foinecessário juntar dados da densidade populacional aos concelhos da área de estudo paracartografar um mapa de densidade populacional. Por último o select by attributes foinecessário sempre que geramos um output com base nos atributos e o select by locationfoi utilizado por exemplo quando intersectamos a AML com o cartograma paraidentificar quais as partes do cartograma eramnecessárias. 15
  • 16. 16
  • 17. F) Ferramentas de análise espacial utilizadasNeste projecto realizamos duas análises espaciais, a primeira para seleccionar a área detrabalho (concelhos da aml) e a segunda para apurar a localização óptima da cidadeolímpica. Neste ponto iremos demonstrar as ferramentas utilizadas e sua funcionalidade.Create tin from features esta ferramenta permite criar uma malha irregular de triânguloscom base nos vértices geodésicos, logo após executa-se o tin to raster que permitepassar a informação para dado matricial, posteriormente poderá se executar o slope quenos dará o declive em graus ou percentagem. A conjugação destas três ferramentaspermite-nos executar uma análise de superfícies. A ferramenta extract by mask permitetal como o clip na informação vectorial extrair a informação matricial gerada para umaárea específica. O processo onde utilizamos todas estas ferramentas anteriormentedescritas foi efectuado na pré-análise. Euclidean distance permite gerar um mapa dedistâncias que no nosso projecto foi muito utilizado. Outra ferramenta importante é oreclassify que permite criar uma escala definida pelo utilizador, por último o weightedoverlay, esta ferramenta permite juntar todas as variáveis depois de tratadas pelasferramentas anteriores, e atribuir ponderações em nível de importância assim comorestringir alguns valores de pixel, é a finalização do processo de análise espacial. Emresumo a análise espacial é consumada a partir de dados matriciais havendo poisferramentas de conversão de dados vectoriais para matriciais. Um factor muitoimportante é o tamanho do pixel definido que terá que ser igual em todas as ferramentasdeste processo 17
  • 18. 18
  • 19. G)Pré-análiseDevido ao elevado número de concelhos da Área Metropolitana de Lisboa decidiu-sefazer uma pré-análise para assim reduzir o número de concelhos a serem trabalhadosfuturamente e foram usadas 3 variáveis importantes para ser utilizadas como restrições.As variáveis escolhidas foram as áreas de paisagem protegida, curvas de nível/declives ea densidade populacional.Variáveis utilizadas PRE-ANALISE FACTORES RESTRIÇOES POPULAÇÃO DECLIVES AREAS NATURAIS 19
  • 20. TINPara termos a variável dos declives foi preciso recorrer ao uso da ferramenta da AnáliseEspacial TIN a partir da feature class Curvas de Nível e mais tarde foi usado o SLOPEpara assim ficar com os níveis do declive para ser usado na análise.Extract by MaskFoi depois da ferramenta Slope, foi usada a ferramenta Extratc by Mask para delinear osdeclives nas áreas escolhidas.Juntar Data Usamos a ferramenta de juntar data para juntar os dados da Densidade Populacional em excel a uma Feature Class criada para assim poder ser usada como variável. 20
  • 21. ReclassificaçãoFoi usada a ferramenta de reclassificar os níveis das variáveis para assim serem todasiguais.Modelo ConstruídoWeighted OverlayUsamos a ferramenta da Sobreposição ponderada para assim dizer qual a influência quedecidimos para cada variável e os valores e restrições que queremos da nossa análise.Neste trabalho demos uma percentagem de influência para os declives e para a dedensidade populacional de 33% e de 34% para a paisagem protegida porque as áreasprotegidas não podem ter construções.Nos declives e a densidade populacional foi classificado de 1 a 5 sendo 5 o valor óptimo. 21
  • 22. CONA ferramenta CON foi usada para seleccionar todos os pixéis com valor 5 por ser osvalores mais aptos para trabalhoH) Resultado da Pré-AnáliseDepois de corremos a nossa análise obteve-se varias áreas das quais seleccionamos asque tinham menos de 5% de áreas protegidas.O resultado foi os concelhos do Montijo, Moita, Barreiro, Seixal, Loures e Mafra.A partir daqui foi decidido com base na densidade populacional e no preço do terrenoforam escolhidos os concelhos da margem sul (Montijo, Moita, Seixal, Barreiro). 22
  • 23. I)Tratamento de variáveisEstradas: Para esta variável foi necessário recorrer á vectorização e para tal utilizou-seas cartas militares do M888 do IGEOE previamente georreferenciadas e complementou-se com a world imagery (lyr), visto esta estar mais actualizada. Depois procedeu-se átopologia com o intuito de utilizar o network analyst posteriormente.Vias férreas: As vias-férreas também foram vectorizadas mas o procedimento foidiferente das estradas pois esta variável fez-se o download do atlas do ambiente emseguida fez-se um clip pelos concelhos da área de trabalho e no processo de vectorizaçãoprocedeu-se com a ferramenta (modify feature) tendo como base a world imagery (lyr).Plataformas ferroviarias: Procedeu-se a criação de uma feature class de tipo ponto edepois vectorizou-se as estações com base na world imagery (lyr) e também naInformação do site da Cp.Plataformas fluviais: O procedimento foi idêntico á anterior e utilizado o site datranstejo como fonte de informação complementar.Esquadras da PSP; GNR: Procedeu-se ao cruzamento de informação entre o worldimagery e o Google earth, depois de retiradas a morada das esquadras no PAI (paginasamarelas) vectorizando-se depois em feature class de pontos.Centros de Saúde ; Hospitais: O procedimento foi similar ao anterior mas as moradasforam fornecidas pelo portal da saúde.Áreas urbanas: Esta feature class foi vectorizada com base nos pdms dos concelhos,havendo apenas o concelho do Barreiro que seleccionamos as áreas sociais da cos90 eexecutamos um merge com as outras áreas vectorizadas.Áreas industriais: Procedeu-se á vectorização de polígonos com base nos pdms dosconcelhos. 23
  • 24. Rios ; Albufeiras: Nesta variável executou-se a vectorização dos rios principais assimcomo as albufeiras de maior dimensão com base na carta militar M888.Ren,Ran: Foi vectorizado com base nos pdms dos concelhos, devido ao facto da ran emmuitos pdms não estar visível ou apresentar-se na mesma carta da ren com uma tramaidêntica, decidimos ignorar essa variável.Gasoduto;Campo de tiro;Aérodromo: Estas três variáveis foram vectorizadas combase nos pdms dos concelhos e foram levantadas pelo facto de se revelarem importantesrestrições a uma localização óptima futura. 24
  • 25. 25
  • 26. J)Análise espacial final Nesta fase foi criado um modelo para a escolha de um local óptimo para aimplementação de uma cidade olímpica, com base nas variáveis adquiridas na faseanterior.Exemplo das definições do modeloEsquema com as variáveis do modelo ANALISE FINAL FACORESESTRADAS FERROVIA RIOS HOSPITAIS PLATAFOR PSP GNR PLATAFOR CENTROS S MAS MAS DE SAUDE FLUVIAIS FERROVIA RIAS 26
  • 27. ANALISE FINAL RESTRIÇOÕES GASODUTO REN AREAS CAMPO AERODROMO ALBUFEIRAS AREAS IDUSTRIAIS TIRO URBANASError! Weighted Overlay ² Area de Trabalho Restrições Pouca Aptidão Média Aptidão Boa Aptidão 0 5 10 20 Km Óptima Aptidão 1:500.000Neste cenário foi atribuído mais peso a proximidade do rio, pois uma cidade olímpicaprecisa de ter nas proximidades locais onde se possa realizar desportos náuticos. 27
  • 28. Neste cenário foi atribuído importaria aos factores rios e plataformas ferroviárias, poisuma cidade olímpica necessita de ter bons acessos.Depois de estudados os resultados foram seleccionados todos os polígonos de valor cincopor serem os mais aptos.Por fim foi usada a ferramenta raster to polygon , para transformar os pixéis em áreas 28
  • 29. .E assim podermos proceder a escolhas dos polígonos mais aptos.Como se vê na imagem a cidade olímpica de Londres tem cerca de 2km quadradosCom base em todos os critérios anteriormente seleccionados, obtemos 2 cenários. 29
  • 30. K) Network AnalystEsta extensão do ArcGis permite realizar análises de redes em dados geográficosincluindo cálculo de rotas, direcções de viagem, cálculo de serviços mais próximos ouáreas de influência. Permite também aos utilizadores modelar dinamicamente redesrealistas incluindo condições na rede como, por exemplo, restrições de passagem oumudança de direcção, limites de velocidade, condições de tráfego em diferentes períodosdo dia. Neste projecto apenas está demonstrada uma das ferramentas (closest facilities) epara tal foi necessário parametrizar a extensão e ligá-la com uma base de dados. Foiutilizada a título experimental visto não ser muito importante nesta fase do projecto,contudo esta extensão poderá ser útil no futuro para projectar corredores de emergênciaou rotas na cidade olímpica para os eventos entre outros. 30
  • 31. 6. Instrumentos/Meios de Implementação em SIG A) Software • ArcGIS(3D Analyst ; Spatial Analyst ; Network Analyst) • Microstation B) Hardware • Computadores Ligados por servidor • Equipamento GPS7. Projectos Olímpicos bem sucedidos e mal sucedidosBarcelona 1992Este mega evento olímpico foi um caso de sucesso não só o acontecimento em si mastambém todo o processo de planeamento, assim como legado que deixou á cidade, região.Para isso muito contribuiu um bom e eficiente planeamento urbanístico, construção deinfra-estruturas viárias, renovação da cidade antiga recuperação da costa e da praia,reforma do porto velho e a revitalização de bairros baseada em novas áreas decentralidade. O apoio da comunidade assim como uma campanha de marketinginternacional para promover a cidade, aliados ao excelente planeamento económico doevento com o estabelecimento de parcerias público privadas permitiram o êxito dos jogosolímpicos e a mudança social, económico e cultural da cidade. Como consequênciasurgiu um aumento exponencial do turismo na região, assim como a diminuição dodesemprego. Actualmente Barcelona é um dos principais centros económicos da Europa. Fig1.Logotipo 31
  • 32. Fig2. Cidade Olímpica 32
  • 33. Atenas 2004Os jogos olímpicos de Atenas em 2004 foram um exemplo de falta de organização avários níveis, falta de planeamento urbanístico, pois dos 22 locais de competição só 1 estáreaproveitado nos dias de hoje. Em termos económicos a falta de rigor orçamental levoua atrasos de vária ordem na execução de infra-estruturas e á quadruplicação dos custosfinais previstos. Os custos do evento causaram uma sobrecarga nas despesas do estadolevando a um aumento dos impostos aos cidadãos.O planeamento executado a curto-prazo não beneficiou a população, quer com o aumentode receitas provenientes do turismo, nem tão pouco com o melhoramento de infra-estruturas benéficas para o dia-a-dia das pessoas. Como consequência a Grécia estáactualmente a pagar o preço desses erros e atravessa a pior crise orçamental da suahistória recente. Fig1.Logotipo 33
  • 34. Fig2. Cidade Olímpica 34
  • 35. 8. ResultadosCom a elaboração deste projecto vai ser possível descobrir os melhores locais na AML(área metropolitana de Lisboa) para a implementação e edificação de uma cidadeolímpica com base nas variáveis escolhidas, e poderemos também efectuar diferentessimulações tendo em conta as mesmas variáveis e com o objectivo de estar preparadopara emergências na Cidade Olímpica (Incêndios, acidentes, atentados, etc).Este trabalho permitiu-nos criar uma estrutura SIG base com a possibilidade e inserirnovas variáveis, para poder criar outros modelos geográficos consoante as novasrealidades Politico/Geográficas. Visto este projecto ser para 2024, teremos de ter emconta a informação já existente e a sua evolução (população, aeroporto, TGV, etc).Bibliografia PDF da disciplina http://www.dgs.pt/ http://www.pai.pt/?WT.srch=1&adrecip=google&gclid=CMz8p- _XiaMCFQ4eZwodpFJOdA http://www.igeoe.pt/ http://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_main http://www.london2012.com/ http://aml.pt http://www.ippar.pt http://www.ub.es/geocrit/sn/sn-194-85.htm http://www.icnb.pt/ http://www.imtt.pt 35
  • 36. http://www.mai.gov.pt/http://www.cm-oeiras.pthttp://www.cm-lisboa.pt/http://www.aml.pt/http://www.iambiente.pt/atlas/dl/download.jsp?zona=continente&grupo=&tema=c_aprotegidashttp://wapedia.mobi/pt/Processo_de_elei%C3%A7%C3%A3o_de_cidades-sede_dos_Jogos_Ol%C3%ADmpicoshttp://www.dgotdu.pt 36

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