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RECONHECENDO O RISCO
Lídia Keiko Tominaga
Instituto Geológico – SMA/SP
Seminário Construindo Cidades Resilientes
10out2013...
CLASSIFICAÇÃO E CODIFICAÇÃO BRASILEIRA DE DESASTRES (COBRADE)
Categoria Natural
2012 - Furacão Sandy
noticias.uol.com.br
2013 - Moore, USA
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2013 - Furacão Bárbara, México
noticias.uol.com...
fontefm.redefonte.com
Sichuam, 2013
Info.abril.com.br
Terremoto/Tsunami, Japan 2011
Tsunami, Iwanuma, 2011
blog.estadão.com.br
2008 - Santa Catarina
Angra dos Reis/Ilha Grande - 2010
Niterói, RJ - 2010
RedeRecord
SLParaitinga, jan/2010
Branquinha, Rio Largo, União dos
Palmares/Alagoas, jun/2010
Região Serrana, RJ - 2011
notícias uol
zerohora.clicrbs.com.br
Tornado Taquarituba, set 2013
São o resultado de eventos físicos adversos (fenômenos
naturais) que causam grandes impactos na sociedade, gerando
uma sit...
Risco
é a possibilidade de se ter consequências
prejudiciais ou danosas em função de perigos
naturais ou induzidos pelo ho...
Grupo Geológico
Movimento de Massa
 Escorregamentos ou Deslizamentos
 Corridas de massa
 Quedas e rolamentos de blocos ...
GRUPO HIDROLÓGICO
 Inundações
 Enxurradas
 Alagamentos
COBRADE
Inundações em Teresópolis (RJ)
Fonte:Folha de São Paulo,...
ESCORREGAMENTOS PLANARES
Fonte: Acervo IG
Nova Friburgo, 2011
Deslizamentos em Teresópolis, jan 2011. Fonte: Follha de São Paulo, 2011
ESCORREGAMENTOS PLANARES
Mauá - SP, 2011
ESCORREGAMENTOS CIRCULARES/ROTACIONAIS
Fonte: Acervo IG e USGS
Jaraguá do Sul – SC - 2008
RASTEJOS: TRINCAS E ABATIMENTOS
Fonte: www.cprm.gov.br www.usgs.gov
Rastejo – Nova Friburgo RJ
Jaraguá do Sul, SC 2008
Jaraguá do Sul, SC 2008
Jaraguá do Sul, SC 2008
QUEDA DE ROCHAS
Fonte: Acervo IG
Santos, 2011
ROLAMENTO DE MATACÃO
Fonte: Acervo IG
Nova Friburgo, 2011
DESPLACAMENTO/TOMBAMENTO
Morro Boa Vista – Santos SP.
Fonte: Acervo IG e USGS
CORRIDAS
Fonte: Acervo IG , ABMS e USGS
Santa Catarina – 2008
Nova Friburgo, 2011
Desastres e Acidentes Históricos
Fotos: Arquivo Agência Estado - AE
Caraguatatuba 1967
Fonte: Saulo Gil – Imprensa Livre
-...
PROCESSOS DE MOVIMENTOS DE MASSA MAIS COMUNS E
QUE CAUSAM MAIOR NÚMERO DE VÍTIMAS
ESCORREGAMENTOS PLANARES EM SOLO
ENVOLVE...
Fonte: Mineropar , 1998 e Acervo IG
São Sebastião, SP – 2009
ESCORREGAMENTOS PLANARES EM ENCOSTAS URBANAS
Pereque-Mirim
Ubatuba, dez/2009
Camburi, São Sebastião (IG, 2012)
Gerenciamento de Risco:
Questões Básicas
1. O QUE E COMO OCORRE: Processos
2. ONDE OCORREM OS PROBLEMAS :
Mapeamento
3. QU...
MODELO DE ABORDAGEM DA ONU
• 1. Identificação dos riscos (processos)
• 2. Análise dos riscos (graus de risco -
mapeamento)...
Diagnóstico
Planejamento e
Ordenamento
Territorial
Monitoramento e
Fiscalização
Redução, Mitigação
e Erradicação
Capacitaç...
Mapeamento de
Áreas de Risco: 2 abordagens
• 1. Escala Regional (planejamento) – 1:50.000 e
1:10.000. Fornece a suscetibil...
Declividade Classes de Perigo
Maior que 25° Perigo Muito Alto
maior que 17° e menor que 25° Perigo Alto
Menor que 3° Perig...
Perigo de Escorregamentos
Fatores naturais: relevo, pluviometria
Mauá (IG, 2011)
Perigo de Escorregamentos
Fatores sócio-econômicos: uso do solo
Mapeamento de Perigo
de Escorregamento
de Aparecida (IG, 2011)
Método de Mapeamento de Risco - escala local
Gerenciamento
Inventário de eventos
INVESTIGAÇÃO DE CAMPO
SETORES DE RISCO
C...
R = f (P x V x D)
RISCO - é a possibilidade de se ter consequências prejudiciais ou
danosas em função de perigos naturais ...
Probabilidade de Ocorrência (Perigo):
É estimada a partir da identificação e análise de feições e
características do terre...
Vulnerabilidade do Elemento em Risco:
Refere-se ao padrão construtivo das
residências, qualidade da infra-estrutura local ...
Dano Potencial:
É estimado considerando-se o número de moradias e de
moradores (elementos em risco) potencialmente
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Graus de risco
Grau de Risco Simbologia
Muito Alto R4
Alto R3
Médio R2
Baixo R1
Baseado em Evidências de Instabilidade
Objetivos do Mapeamento de Risco
com Escala Local
 Planos preventivos de defesa civil;
 Monitoramento das áreas de risco...
Mapeamento de Áreas
de Risco de Aparecida
(Bro São Francisco)
Escorregamento,
Inundação e Erosão
Mapa de Risco de São
Luiz do Paraitinga
escala local
IG,2008
Mapeamento de Risco
Rio Paraíba do Sul: setores de Perigo de Inundação
no município de Tremembé (IG, 2012).
Setores de Risco a Inundação, Rio
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Instrumentos de identificação de risco no Estado
de São Paulo
Setorização de risco alto e muito alto (74)
Mapeamento de ri...
EVIDÊNCIAS DE INSTABILIDADE
Inclinação de encostas e/ou taludes de
corte/aterro, trincas no solo, degraus de
abatimento, r...
Morro do Abrigo, São Sebastião (IG, 2006)
Evidências de Instabilidade
Evidências de Instabilidade
São Sebastião (IG, 2006)
Itatinga, São Sebastião (IG, 2006)
Evidências de Instabilidade
Itatinga, São Sebastião (IG, 2010)
Evidências de Instabilidade
Campo Limpo Pta, IG 2009
Juquehi, São Sebastião (IG, 2012)
Evidências de Instabilidade
Águas de
Lindóia, 2010
Evidências de Instabilidade
Morro do Esquimó, São Sebastião (IG, 2013)
Evidências de Instabilidade
São Sebastião (IG, 2006)
Guaratinguetá (IG, 2011)
Evidências de Instabilidade
Importante!!
Surgência d’ água no Talude
Escoamento de água pluvial
Osasco, IG - 2006
Fator Água
Lançamento de
água servida
Obrigada pela atenção!!
Lídia Keiko Tominaga
tominaga@igeologico.sp.gov.br
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Apresentação de Lidia Keiko Tominaga (IGC) durante o Seminário Construindo Cidades Resilientes - Cepam, 10/10/2013

www.cepam.sp.gov.br

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  1. 1. RECONHECENDO O RISCO Lídia Keiko Tominaga Instituto Geológico – SMA/SP Seminário Construindo Cidades Resilientes 10out2013 Diagnóstico Planejamento e Ordenamento Territorial Monitoramento e Fiscalização Redução, Mitiga ção e Erradicação Capacitação, Trei namento e Disseminação
  2. 2. CLASSIFICAÇÃO E CODIFICAÇÃO BRASILEIRA DE DESASTRES (COBRADE) Categoria Natural
  3. 3. 2012 - Furacão Sandy noticias.uol.com.br 2013 - Moore, USA domtotal.com.br 2013 - Furacão Bárbara, México noticias.uol.com.br
  4. 4. fontefm.redefonte.com Sichuam, 2013 Info.abril.com.br
  5. 5. Terremoto/Tsunami, Japan 2011 Tsunami, Iwanuma, 2011 blog.estadão.com.br
  6. 6. 2008 - Santa Catarina
  7. 7. Angra dos Reis/Ilha Grande - 2010
  8. 8. Niterói, RJ - 2010
  9. 9. RedeRecord SLParaitinga, jan/2010
  10. 10. Branquinha, Rio Largo, União dos Palmares/Alagoas, jun/2010
  11. 11. Região Serrana, RJ - 2011
  12. 12. notícias uol zerohora.clicrbs.com.br Tornado Taquarituba, set 2013
  13. 13. São o resultado de eventos físicos adversos (fenômenos naturais) que causam grandes impactos na sociedade, gerando uma situação de perigo a pessoas e bens (Tobin e Montz 1997). O que são Desastres Naturais ? Em áreas onde não há nenhum interesse humano, os fenômenos naturais não resultam em desastres naturais. “Os desastres naturais ocorrem quando os perigos se encontram com a vulnerabilidade" (Blaikie 1994). Áreas UrbanasSistema Social
  14. 14. Risco é a possibilidade de se ter consequências prejudiciais ou danosas em função de perigos naturais ou induzidos pelo homem O que são Riscos Geológicos ? R = P.V.D R = Risco; P = Perigo; V = Vulnerabilidade; D = Dano (social e/ou econômico). Vulnerabilidade (padrão moradia) - alvenaria, madeira misto. Perigo (características da encosta/talude)
  15. 15. Grupo Geológico Movimento de Massa  Escorregamentos ou Deslizamentos  Corridas de massa  Quedas e rolamentos de blocos de rochas  Rastejos Perigo!! COBRADE
  16. 16. GRUPO HIDROLÓGICO  Inundações  Enxurradas  Alagamentos COBRADE Inundações em Teresópolis (RJ) Fonte:Folha de São Paulo, 2011
  17. 17. ESCORREGAMENTOS PLANARES Fonte: Acervo IG Nova Friburgo, 2011
  18. 18. Deslizamentos em Teresópolis, jan 2011. Fonte: Follha de São Paulo, 2011
  19. 19. ESCORREGAMENTOS PLANARES Mauá - SP, 2011
  20. 20. ESCORREGAMENTOS CIRCULARES/ROTACIONAIS Fonte: Acervo IG e USGS Jaraguá do Sul – SC - 2008
  21. 21. RASTEJOS: TRINCAS E ABATIMENTOS Fonte: www.cprm.gov.br www.usgs.gov Rastejo – Nova Friburgo RJ Jaraguá do Sul, SC 2008
  22. 22. Jaraguá do Sul, SC 2008
  23. 23. Jaraguá do Sul, SC 2008
  24. 24. QUEDA DE ROCHAS Fonte: Acervo IG Santos, 2011
  25. 25. ROLAMENTO DE MATACÃO Fonte: Acervo IG Nova Friburgo, 2011
  26. 26. DESPLACAMENTO/TOMBAMENTO Morro Boa Vista – Santos SP. Fonte: Acervo IG e USGS
  27. 27. CORRIDAS Fonte: Acervo IG , ABMS e USGS Santa Catarina – 2008 Nova Friburgo, 2011
  28. 28. Desastres e Acidentes Históricos Fotos: Arquivo Agência Estado - AE Caraguatatuba 1967 Fonte: Saulo Gil – Imprensa Livre - chuvas contínuas - 900 mm total mensal - 535 mm de total deflagrador. - 760 escorregamentos. - 400 casas desapareceram; - 120 mortes *;
  29. 29. PROCESSOS DE MOVIMENTOS DE MASSA MAIS COMUNS E QUE CAUSAM MAIOR NÚMERO DE VÍTIMAS ESCORREGAMENTOS PLANARES EM SOLO ENVOLVENDO: CORTES E ATERROS Fonte: Ministério das Cidades
  30. 30. Fonte: Mineropar , 1998 e Acervo IG São Sebastião, SP – 2009 ESCORREGAMENTOS PLANARES EM ENCOSTAS URBANAS
  31. 31. Pereque-Mirim Ubatuba, dez/2009
  32. 32. Camburi, São Sebastião (IG, 2012)
  33. 33. Gerenciamento de Risco: Questões Básicas 1. O QUE E COMO OCORRE: Processos 2. ONDE OCORREM OS PROBLEMAS : Mapeamento 3. QUANDO OCORREM OS PROBLEMAS: Correlação, monitoramento 4. QUE FAZER: medidas estruturais e não- estruturais
  34. 34. MODELO DE ABORDAGEM DA ONU • 1. Identificação dos riscos (processos) • 2. Análise dos riscos (graus de risco - mapeamento) • 3. Medidas de prevenção (estruturais e não estruturais) • 4. Planejamento para situações de emergência (gestão) • 5. Informações públicas e treinamento (capacitação; percepção do risco)
  35. 35. Diagnóstico Planejamento e Ordenamento Territorial Monitoramento e Fiscalização Redução, Mitigação e Erradicação Capacitação, Treina mento e Disseminação - Conhecer o problema e avaliar seu controle e evolução - Evitar que o problema apareça ou aumente - Capacitar e treinar agentes e técnicos, e disseminar informação -Evitar que as áreas de risco se ampliem e que ocorram acidentes, - minimizar danos - Promover medidas corretivas para eliminar as situações de risco e reduzir as perdas Diretrizes do PDN
  36. 36. Mapeamento de Áreas de Risco: 2 abordagens • 1. Escala Regional (planejamento) – 1:50.000 e 1:10.000. Fornece a suscetibilidade e classificação do perigo (Metodologia IG) • 2. Escala Local (gerenciamento) – geralmente 1:3.000. Fornece os setores com a classificação do risco (Ministério das Cidades) 1- Identificação do perigo; 2 - análise do risco
  37. 37. Declividade Classes de Perigo Maior que 25° Perigo Muito Alto maior que 17° e menor que 25° Perigo Alto Menor que 3° Perigo Muito Baixo a Nulo Maior que 3°e menor que 17° IPEsc = 0,1(AM) + 0,3(DE) + 0,1(DD)+ 0,1(DL) + 0,1 (EH) + 0,3(PI) Perigo Baixo Perigo Moderado Perigo Alto Perigo Muito Alto Perigo Amplitude (AM), Declividade (DE) Densidade de Drenagem (DD) Densidade de Lineamentos (DL) Excedente Hídrico (EH) Uso e Cobertura da Terra Modelagem do Perigo de Escorregamento
  38. 38. Perigo de Escorregamentos Fatores naturais: relevo, pluviometria
  39. 39. Mauá (IG, 2011) Perigo de Escorregamentos Fatores sócio-econômicos: uso do solo
  40. 40. Mapeamento de Perigo de Escorregamento de Aparecida (IG, 2011)
  41. 41. Método de Mapeamento de Risco - escala local Gerenciamento Inventário de eventos INVESTIGAÇÃO DE CAMPO SETORES DE RISCO Caracterização e Registro em fichas padronizadas Delimitação em mapa/imagens/fotos de sobrevoo Qualificação do risco (grau de risco) Estimativa das conseqüências com o levantamento de moradias ameaçadas Recomendações de medidas de intervenção para minimização do risco Identificação dos processos geológico- geotécnicos presentes ou potenciais na área Caracterização geológico- geotécnica das áreas de risco - Feições de instabilidade Caracterização da vulnerabilidade do elemento em risco
  42. 42. R = f (P x V x D) RISCO - é a possibilidade de se ter consequências prejudiciais ou danosas em função de perigos naturais ou induzidos pelo homem Perigo induzido Dano Vulnerabilidade
  43. 43. Probabilidade de Ocorrência (Perigo): É estimada a partir da identificação e análise de feições e características do terreno indicadoras de maior ou menor grau de suscetibilidade, combinadas a observações sobre as formas de uso e ocupação do terreno.
  44. 44. Vulnerabilidade do Elemento em Risco: Refere-se ao padrão construtivo das residências, qualidade da infra-estrutura local e capacidade da população de enfrentar as situações de risco. Vulnerabilidade baixa Jaraguá do Sul, SC - IG, 2008Itatinga, São Sebastião (IG, 2006) Vulnerabilidade alta
  45. 45. Dano Potencial: É estimado considerando-se o número de moradias e de moradores (elementos em risco) potencialmente sujeitos a serem afetados pela ocorrência de um determinado tipo de fenômeno natural.
  46. 46. Graus de risco Grau de Risco Simbologia Muito Alto R4 Alto R3 Médio R2 Baixo R1 Baseado em Evidências de Instabilidade
  47. 47. Objetivos do Mapeamento de Risco com Escala Local  Planos preventivos de defesa civil;  Monitoramento das áreas de risco;  Identificação de áreas críticas para intervenções;  Gestão das áreas de risco.
  48. 48. Mapeamento de Áreas de Risco de Aparecida (Bro São Francisco) Escorregamento, Inundação e Erosão
  49. 49. Mapa de Risco de São Luiz do Paraitinga escala local IG,2008 Mapeamento de Risco
  50. 50. Rio Paraíba do Sul: setores de Perigo de Inundação no município de Tremembé (IG, 2012). Setores de Risco a Inundação, Rio Paraíba do Sul, município de Tremembé (IG, 2012)
  51. 51. Instrumentos de identificação de risco no Estado de São Paulo Setorização de risco alto e muito alto (74) Mapeamento de risco e PMRR (81) Cadastro de áreas de risco (72) Instrumentos de identificação de risco total aprox. 230 municípios
  52. 52. EVIDÊNCIAS DE INSTABILIDADE Inclinação de encostas e/ou taludes de corte/aterro, trincas no solo, degraus de abatimento, rachaduras, cicatrizes de escorregamentos, surgências d’água, etc
  53. 53. Morro do Abrigo, São Sebastião (IG, 2006) Evidências de Instabilidade
  54. 54. Evidências de Instabilidade São Sebastião (IG, 2006)
  55. 55. Itatinga, São Sebastião (IG, 2006) Evidências de Instabilidade
  56. 56. Itatinga, São Sebastião (IG, 2010) Evidências de Instabilidade
  57. 57. Campo Limpo Pta, IG 2009 Juquehi, São Sebastião (IG, 2012) Evidências de Instabilidade
  58. 58. Águas de Lindóia, 2010 Evidências de Instabilidade
  59. 59. Morro do Esquimó, São Sebastião (IG, 2013) Evidências de Instabilidade
  60. 60. São Sebastião (IG, 2006) Guaratinguetá (IG, 2011) Evidências de Instabilidade
  61. 61. Importante!! Surgência d’ água no Talude Escoamento de água pluvial Osasco, IG - 2006 Fator Água Lançamento de água servida
  62. 62. Obrigada pela atenção!! Lídia Keiko Tominaga tominaga@igeologico.sp.gov.br http://www.igeologico.sp.gov.br
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