Manual da epociências

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Manual da epociências

  1. 1. ESCOLAMANUAL PARA ELABORAÇÃO DE TRABALHOS CIENTÍFICOS Imperatriz 2011
  2. 2. É preciso aprender com a prática, pois,embora você pense que saiba, só terácerteza depois que experimentar. Sófocles.
  3. 3. SUMÁRIO1 INTRODUÇÃO.........................................................................................................032 PROJETO DE PESQUISA......................................................................................05 2.1Estrutura de projeto.............................................................................................05 2.2 Projeto de Engenharia.......................................................................................083 RELATÓRIO DE PESQUISA..................................................................................094 DIÁRIO DE BORDO ...............................................................................................115 BANNER..................................................................................................................126 FUNDAMENTOS PARA A FORMATAÇÃODE TRABALHOS CIENTÍFICOS................................................................................126.1 Formatação...........................................................................................................126.2 Citações................................................................................................................136.3 Aprendendo a fazer referências............................................................................167 CONCLUSÃO..........................................................................................................178 REFERÊNCIAS........................................................................................................18 APÊNDICES......................................................................................................... Apêndice A – Atividades da 1ª etapa....................................................................20 Apêndice B - Atividades da 2ª etapa.....................................................................21 Apêndice C - Atividades da 3ª etapa....................................................................22 Apêndice D - Regulamento para apresentação do projeto na XXII MOCEEST....24 ANEXOS............................................................................................................... Anexo 1 – Áreas e sub áreas................................................................................27 Anexo 2 – Formato do resumo..............................................................................28
  4. 4. INTRODUÇÃO Por muito tempo, com ressonâncias na atualidade, a educação brasileirarelegou a pesquisa ao ensino superior, e mais especificamente, a partir daespecialização. Isto possivelmente se deva ao fato de que em sua gênese aeducação brasileira tenha se voltado quase que completamente para a ilustração depessoas das classes sociais mais privilegiadas. Ou seja, se a educação serviaapenas para ilustrar, não se fazia necessária a construção de saber, mas apenas orepasse do saber já construído pelos professores e a apropriação desse saber peloseducandos. Felizmente esta realidade tem sofrido significativas mudanças, de sorteque na atualidade, continua a se valorizar, de forma muito justa, o acervo deconhecimentos produzidos pela humanidade, mas ao mesmo tempo se valorizatambém, e com muita ênfase, os saberes produzidos, não apenas por docentes ediscentes do ensino superior, mas também de professores e escolares da educaçãobásica. É pensado assim, e fundamentada em sua filosofia e missão de umaeducação voltada para uma prática construtivista e sóciointeracionista, que a Escolaoferece todo o suporte teórico necessário à formação de seus educandos e enfatizaa importância da pesquisa científica como uma das atividades possíveis para oexercício prático calcado nos fundamentos teóricos adquiridos no âmbito da sala deaula. Assim, sendo as bases da iniciação científica, a observação, aexperimentação e a comparação, bem como a associação e a conclusão, sãoabsolutamente valorizadas pela Escola Santa Teresinha, justamente porcomportarem grande importância para o desenvolvimento cognitivo e social doeducando, cuja efetivação se dá através da participação nas mostras de ciências eengenharia da E.S.T. Estas mostras têm como objetivo principal incentivar o aluno a vivenciarexperiências científicas desde a educação infantil, ampliando sua curiosidade e asua capacidade de questionamento e de reflexão sobre o mundo fenomênico, físicoou social, de modo a não mais se contentar com as evidências do cotidiano,
  5. 5. comportamento típico do senso comum e não de uma natureza investigativa. Alémdeste objetivo geral, tem como objetivos específicos: • Realizar atividades que estimulem o levantamento de situações problemas; • Implantar a concepção de pesquisa investigativa, como instrumento indispensável na construção do conhecimento; • Favorecer a construção, na cidade de Imperatriz, de uma nova cultura de mostra científica, seguindo padrões de cientificidade acadêmica; • Formar pesquisadores juniores; • Desenvolver no jovem o olhar sistêmico e crítico para sua realidade; • Estimular o desenvolvimento de experiências auto-sustentáveis, e que garantam a preservação do meio ambiente; • Estimular os alunos a participação em outros eventos científicos de âmbito nacional e internacional; • Cumprir a proposta pedagógica da escola. Percebe-se que para transformar alunos em pesquisador é uma tarefaque exige determinação, conhecimento, investimento e perseverança,de modo a nãomais se contentar com as evidências do cotidiano, comportamento típico do sensocomum e não de uma natureza investigativa.
  6. 6. 2 PROJETO DE PESQUISA Projeto significa plano, desígnio, intento, empreendimento. Assim, pode-se dizer que o projeto de pesquisa se constitui como um plano de trabalho que setem intenção de realizar, o qual servirá de roteiro para a execução de uma pesquisacientífica propriamente dita. O projeto se constitui como uma etapa do planejamento e é umdocumento flexível que pode ser alterado no decorrer da pesquisa para adequar-seàs necessidades do pesquisador. No entanto, cabe ressaltar que o projeto, emboraflexível, é muito importante, pois se constitui como bússola que indicará o norte dapesquisa e mapa do caminho que o pesquisador percorrerá. A escola ao propor a iniciação científica desde a educação infantil, propõetambém orientação adequada a ser seguida em duas fases, a saber, da educaçãoinfantil ao ensino fundamental, 1ª fase e do ensino fundamental 2ª fase, ao ensinomédio.2.1 Estrutura do projeto Considerando que o projeto de pesquisa é um planejamento detalhado epreciso do seu estudo, o verbo deve vir sempre no futuro, e deve seguirrigorosamente os passos abaixo por quem deseja e/ou necessita realizar umapesquisa. Tais passos se constituem como os seguintes elementos: a) capa – item obrigatório do qual deve constar a identificação dainstituição de ensino que receberá o projeto, identificação do aluno, do tema e dacidade em que se localiza a instituição, tudo disposto de forma centralizada; b) folha de rosto - item obrigatório do qual deve constar a identificaçãodo aluno, do tema e da cidade em que se localiza a instituição, tudo disposto deforma centralizada. Além disso, entre o título, que deve ser grafado no meio dapágina e a identificação da cidade, deve constar o objetivo do projeto e aidentificação do professor orientador. Neste caso, diferente dos demais elementoscomponentes da folha, o objetivo será justificado e grafado com uma reentrância de8cm a partir da margem esquerda;
  7. 7. c) dados de identificação – item obrigatório no qual se identifica o temada pesquisa, o título, a instituição, o pesquisador, o professor orientador e o períodode tempo necessário à realização da pesquisa e à apresentação do relatório; d) sumário – item obrigatório em que deve constar a relação de todas asseções do corpo do projeto, desde a justificativa, até as referências ou os apêndicese anexos, se houver. e) justificativa – este item se constitui como o espaço adequado paraque o pesquisador venda seu peixe, isto é, convença a seu orientador e à instituiçãode que seu projeto de pesquisa é viável e é relevante para alguém, para algumainstituição ou para a sociedade como um todo, bem como ao leitor de que seutrabalho merece ser lido. Sendo assim, a justificativa deve explicar o porquê da escolha do tema,qual sua importância ou que contribuição trará para determinado segmento social oupara a sociedade como um todo. Deve-se tomar cuidado para ao justificar anecessidade ou importância da pesquisa, não antecipar os resultados, que devemser apresentados na conclusão. Na justificativa o pesquisador, que se constitui como uma peça deconvencimento, o pesquisador de ressaltar: • A atualidade do tema - inserção do tema no contexto social. • O ineditismo do tema - maior importância para o assunto. • O interesse do autor - vínculo do autor com o tema. • A relevância do tema - sua importância para a comunidade (deveconter 1 lauda e ½ ). Neste momento é fundamental a busca e leitura de outrostrabalhos sobre o tema; f) problema - Depois de definido o tema, levanta-se um problema(questão) para ser respondido através de uma hipótese, que será confirmada ounegada através do trabalho de pesquisa. Recomenda-se que o problema sejaexpresso em forma de pergunta. Deve-se tomar cuidado para ao elaborar oproblema focar apenas uma pergunta, duas perguntas requerem duas respostas econseqüentemente, mais trabalho para concluir a pesquisa; g) hipótese – a hipótese se configura como uma resposta antecipada aoproblema, e exatamente por isso, é provisória, só se confirmando como verdadeiraou falsa ao final do estudo, quando confrontada com a realidade encontrada emcampo ou com as conclusões do quadro teórico construído;
  8. 8. h) Objetivos – objetivo é sinônimo de meta, ou seja, determina o que opesquisador pretende alcançar, aonde ele quer chegar. Pode-se ter um objetivoúnico, o objetivo geral e não mais que dois ou três específicos divididos em tópicosde forma que especifiquem o conteúdo integral do objetivo geral. Os objetivos sãografados sempre com o verbo de ação flexionado no infinitivo. Ex. Estudar sobre,verificar se, procurar ou demonstrar alguma coisa, etc. É bom lembrar que,quanto mais objetivos houver, mais trabalho o pesquisador terá para contemplá-los; i) referencial teórico - denomina-se referencial teórico o capítulo doprojeto e posteriormente do relatório que apresenta os conteúdos sobre o tema, oumais especificamente, sobre o problema, já produzidos por outros autores, de formaque este item se configura como uma revisão da literatura existente relacionada aoproblema de pesquisa. Isso contribui para que o pesquisador realize um estudoatual, com algum grau de originalidade e que não seja repetição do que já foirealizado por outros pesquisadores. A complexidade deste item é crescente deacordo com o nível de escolaridade ou acadêmico do pesquisador. (Deve conter, nomínimo, duas laudas completas); j) metodologia - metodologia é a explicação minuciosa, detalhada,rigorosa e exata de todas as ações a serem desenvolvidas no método (caminho) queserá percorrido durante o trabalho de pesquisa. A metodologia deve ser detalhada obastante para que alguém consiga repetir a pesquisa ou experimento e possaconfirmar seu resultado. Pode-se incluir fotografias detalhadas ou desenhos dasetapas de pesquisa ou de construção do experimento. É importante estudar ummanual de metodologia científica e fazer citação do mesmo. Em seu nível deescolaridade, recomenda-se BAGNO, Marcos. Pesquisa na escola: o que é, comose faz. 18. ed. São Paulo: Loyola, 1998. Para quem utiliza muito a internet comofonte de pesquisa, é recomendável consultar FRANKLIN, Adalberto. Como evitarplágio em monografias: orientações técnicas para o uso de textos da internet.Imperatriz: Ética, 2009; l) cronograma - o cronograma se configura como a distribuição dasatividades a serem realizadas durante toda a pesquisa, desde a elaboração doprojeto, até a apresentação do relatório de pesquisa, nas dimensões espaço-tempo,justamente para que o pesquisador mantenha o controle rigoroso de todos ospassos a serem dados durante o processo de pesquisa e elaboração do relatório.Normalmente é apresentado da seguinte forma:
  9. 9. FASES Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Elaboração 1ª etapa do projeto X Entrega 1ª etapa do projeto X Elaboração 2ª etapa do projeto X X X Elaboração da 3ª etapa do projeto X X X Apresentação trabalho X m) referências – perfazem uma lista de obras que realmente foramcitadas no corpo do texto, ou seja, no referencial teórico e na metodologia. Obrasque foram apenas lidas ou consultadas, não devem constar desta relação.2.2 Projeto de EngenhariaO plano de Pesquisa no método de Engenharia deve seguir as seguintes etapas:a) Reconhecer necessidades • Observe o mundo ao redor. • Quais os problemas de sua comunidade? • Quais são as necessidades? • O que poderia ser melhorado?b) Definir o problema • Defina o problema escolhido. • Descreva o problema em linhas gerais. • Reduza o problema focando em um aspecto específico.c) Propor Alternativas de Solução • Crie alternativas de soluções para resolver o problema. • Busque alternativas de soluções para resolver o problema(ou para resolver problemas semelhantes) na literatura, na internet.d) Avaliar as Alternativas de Solução • Reflita sobre as soluções que você criou e encontrou. • Avalie as alternativas. O que elas têm de bom, o que elas têm de ruim? • Qual seria o impacto delas na comunidade? No meio ambiente? • Qual seria a dificuldade de implementar estas alternativas? • Estabeleça critérios para avaliar as alternativas de solução.e) Seleciona a Alternativa Preferida
  10. 10. • Escolha uma solução. • Justifique sua escolha.f) Especificar a Solução e Comunicar o Projeto • Detalhe a solução escolhida.g) Implementar (fabricar e disponibilizar a Solução • Implemente sua solução.h) Testar • Registre sempre no seu Diário de Bordo do projeto todas as observasões, os dados e resultados. Estes podem ser medidas, descrições ou anotações. • Fotografe os resultados de seu projeto ou as fases do mesmo isto pode ajudar a documentar e a apresentar seu projeto na feira.i) Analisar • Explique as observações, dados e resultados obtidos. • Liste os pontos principais que você aprendeu. • Por que você obteve estes resultados? • A solução implementada é capaz de resolver o problema? Explique em detalhes.j) Concluir • A solução resolve o problema? • Qual o valor do seu projeto? • Dados os resultados da implementação da solução escolhida, quais seriam os próximos passos? • O que poderia ser feito para melhorar e solução/implementação? • Se você tivesse que refazer o projeto, o que você mudaria?3 RELATÓRIO DE PESQUISA Depois de você ter elaborado seu projeto de pesquisa e desenvolvidotodas as etapas propostas no cronograma, definido os objetivos, os métodos dapesquisa e quando tiver todos os resultados em mãos, analisados e discutidos, econclusões estabelecidas, chegou a hora de escrever o seu relatório final depesquisa. Ele representa a prova escrita de tudo aquilo que você fez, portanto, deve
  11. 11. merecer toda a sua atenção e dedicação, fique atento a todos os passos que vocêdeve seguir. O relatório de pesquisa deve conter os mesmos elementos do seuprojeto, sendo que o verbo muda de tempo, agora deve vir no passado, já que vocêestá relatando o que ocorreu. Segue a seguinte sequência: a) Capa; Folha de rosto; dados de identificação; Sumário. b) Resumo;(este tópico deve ser desenvolvido apenas pelos alunos do ensino médio): No resumo você não pode exceder 2000caracters com espaço, nele deve conter uma síntese geral do seu trabalho. Em seguida você deve apresentar as palavras chaves, que são conceitos que fundamentam seu trabalho, não deve passar de três palavras. O espaçamento das entrelinhas do resumo deve ser de 1,0cm. c) Introdução: Construir um texto que traga os tópicos que foram preparados na 1ª fase, no projeto Justificativa;problema,hipótese e objetivos . d) Referêncial teórico: Fazer aprofundamento do que já foi apresentado no projeto. e) Metodologia: (Idem informações do projeto) f) pesquisa de campo e discussão dos resultados - este é o momento em que o pesquisador terá contato com o real através de instrumentos de coleta de dados previamente elaborados (questionário, roteiro de entrevistas, experimento). É importante ressaltar que antes de realizar a pesquisa em campo, o pesquisador já terá construído um referencial teórico à luz do qual os dados obtidos serão tratados, discutidos e apresentados, visto que, em conformidade com Demo (1995) e Martins (2006) o dado empírico só se manifesta à luz de um quadro teórico. Ou seja, ele a empiria só ganha expressão através do suporte de uma teoria ou de um conjunto de teorias; g) Conclusão – Uma síntese geral dos resultados indicando o que será feito no futuro para a continuação de sua pesquisa, é importante que o leitor nesse momento compreenda exatamente o que você pretendia fazer e o que fez. Faça uma discussão sobre os seus possíveis erros, as dificuldades que você teve na coleta dos daods, e compare seus resultados com teorias e trabalhos já publicados.
  12. 12. h) apêndices – apêndices são documentos produzidos pelo próprio pesquisador, como por exemplo, formulários para coletas de dados, roteiro de entrevistas, desenhos, mapas, fotografias dentre outros; i) anexos – são documentos produzidos por outras pessoas ou instituições, que, por qualquer motivo, o pesquisador sinta necessidade de utilizar para enriquecer seu trabalho.4 DIÁRIO DE BORDO O diário tem este nome por ser um caderno de anotações diárias, éimportante que seja estilo livro ata,com as páginas numeradas, para facilitar oregistro cronológico da sua pesquisa. Desde o primeiro momento , quando vocêestiver pensando sobre o tema da sua pesquisa, o caderno deve estar sempre aoseu lado. O seu caderno de dados é uma das ferramentas de trabalho mais valiosasquando se fala em projetos científicos. Boas anotações,com detalhes e datas dosacontecimentos,das atividades auxiliarão a demonstrar a profundidade da pesquisabem como a sua consistência. O seu caderno de dados, se bem organizado deforma a localizar facilmente todos os passos dados durante a pesquisa, bem comotodos os resultados, vão ajudar você a escrever o relatório final da pesquisa.Sempreque você fizer um estudo sobre seu tema em livros, sites, teses, escreva as idéiasprincipais no diário de bordo fazendo adequadamente a referênciabibliográfica.Descreva com detalhes cada passo da sua metodologia, caso suapesquisa tenha experimentos, registre com precisão , com fotos,gráficos,tabelas.Registre com destaque suas descobertas, resultados, entrevistas,referências bibliográficas. Atenção, o diário de bordo não é um caderno passado a limpo, é o registropasso a passo da sua pesquisa. Nele deve conter: datas e locais das investigações.
  13. 13. 5 BANNER O banner deve ter 1,20 de altura e 0,90 cm de largura, contendo asseguintes informações: logomarca; título do trabalho; autores (as); orientador (a); co- orientador (a) – caso haja; introdução; objetivos; metodologia; resultados;conclusão; referência bibliográfica (mínimo de três). O banner deve ser atrativo e explicar o que você fez, o quedescobriu.Escolha cores que não atrapalhe a leitura da sua mensagem, procureexplicar o seu projeto com gráficos,imagens, fotos e legendas. O texto deve ser feitocom clareza e corretamente escrito. Não é permitido a exibição de imagens deoutras pessoas que não seja da própria equipe.Qualquer outra imagem utilizadacomo forma de ilustração deve ser corretamente referenciada. Os patrocinadoresdevem estar devidamente identificados de forma que não atrapalhe a leitura dasinformações e dados apresentados,a logomarca destes, não pode ter mais do que5cmx5cm.Não é obrigatório a confecção do banner em gráfica, o importante érespeitar o espaço delimitado acima.6 FUNDAMENTOS PARA A FORMATAÇÃO DE TRABALHOS CIENTÍFICOS6.1 Formatação O formato do papel a ser utilizado é o de tamanho A4 (21,0 x 29,7 cm).Embora as normas da ABNT (disponíveis no endereço eletrônico da Escola) nãofaçam referência ao tipo de fonte, deve-se utilizar a Times New Roman, ou Arialtamanho 12. Nas citações longas (mais de 3 linhas) e notas de rodapé, deve serutilizado o tamanho 10. As páginas devem ser contadas a partir da folha de rosto, mas anumeração só começa a aparecer, a partir da introdução. A numeração emalgarismos arábicos deve aparecer no canto direito a 2cm da borda superior. As margens esquerda e superior devem ter 3cm, e as direita e inferior,2cm. O espaço de entrelinhas, caso a formatação seja no Word, deve ser de1,5.
  14. 14. 6.2 Citações As citações longas (quatro linhas ou mais) devem ser feitas em espaçosimples a partir de 4 cm da margem esquerda. As citações curtas (3 linhas ou menos), devem aparecer dentro doparágrafo em que se inserem, acompanhando o espaçamento do parágrafo, masvêm entre aspas. O alinhamento das seções no sumário deve ser feito acompanhando amargem esquerda, sem reentrâncias. As referências são alinhadas à margem esquerda, sem a necessidade deutilizar o recurso da justificação. Para marcar o início de cada parágrafo, não há nenhuma recomendaçãona norma. Recomenda-se, pelo costume e por questões estéticas, que a reentrânciaseja de 2 cm. O negrito, o itálico e o grifo (sublinhado) podem ser utilizados para dardestaque a alguma parte do texto em que se faça necessário tal tratamento. Emgeral, costuma-se, entre outras coisas, destacar-se palavras e frases em línguaestrangeira, determinadas palavras a que se quer da ênfase, títulos de livros eperiódicos. Recomenda-se adotar, nos casos semelhantes de destaque, os mesmostipos de recursos. Por exemplo, se uma palavra estrangeira é grafada com itálico,outras que aparecerem no texto também deverão sê-lo. De acordo com a NBR 10520/2001, uma citação é uma menção feita notexto de uma informação retirada de outra fonte. A citação pode ser direta, quandose transcreve textualmente os conceitos do autor que está se consultando, ou seja,quando se reproduz literalmente palavras do texto que está sendo citado, ouindireta, quando se transcreve livremente o texto do autor que se está consultando,ou seja, quando se faz paráfrase. Pode ainda ser uma citação de citação, que éaquela em que se faz uma transcrição, direta ou indireta, de um texto cujo acesso aooriginal não se teve. Exemplos de citação: a) citações indiretas Há algumas diferenças entre as citações de documentos on-line e dedocumentos impressos como livros, revistas e jornais. Tais diferenças residem não
  15. 15. na forma de fazer a citação, que é a mesma em ambos os casos, mas na maneirade identificar a autoria, o local e a data de publicação. Nas citações de documentoson-line nem sempre é possível identificar todos esses elementos (FRANKLIN, 2009). Segundo Franklin (2009) a internet se constitui como uma grandebiblioteca eletrônica que reúne obras de pessoas de todo o mundo em diversos ediferentes endereços eletrônicos, a qual não conta com praticamente nenhum tipode catalogação, permite livre acessibilidade, o que se configura como um grandeproblema, pois pode contribuir para a apropriação indevida de obras ou parte delas,por que não seja seu autor, caracterizando o plágio. b) citações diretas curtas A referir-se ao conceito de pesquisa, diz Bagno (2004, p. 17): “Antes devocê responder à pergunta feita ali em cima, vamos passar em revista o conceitomesmo de pesquisa”. Segundo Bagno (2004, p. 19) “Sem pesquisa não há ciência, muitomenos tecnologia. Todas as grandes empresas do mundo hoje possuemdepartamentos chamados ‘Pesquisa e Desenvolvimento’ (P&D)”. As duas citações constantes da alínea b são exemplos de citação diretacurta. Entende-se como citação curta, aquela com até três linhas, que vem nointerior do parágrafo entre aspas. As citações diretas longas, com mais de três linhas, vêm destacadas docorpo do parágrafo por 2 toques na tecla enter antes e depois, corpo 10 (tamanho daletra). No caso de formatação no Word, espaçamento de entrelinhas simples, comrecuo de 4 cm a partir da margem esquerda. Exemplos: A cada dia, milhões de arquivos com informações são armazenados em provedores da internet espalhados pelos cinco continentes, a maioria acessível a qualquer usuário dessa rede, que hospeda a maior biblioteca conhecida na história humana. Informações de todas as áreas e níveis de conhecimento estão depositados na internet, desde uma singela mensagem pessoal até as mais elaboradas teses científicas. É um acervo que não pode ser desprezado enquanto fonte de consulta por nenhum pesquisador (FRANKLIN, 2009, p. 70).
  16. 16. Ao referir-se ao ser humano em sua subjetividade e alteridade, ou seja,como outro, confirma Silva (2008, p. 15): Poder-se-ia dizer que um ser humano só existe em face de outro que o reconheça em sua individualidade e que o valorize em sua alteridade. É, pois sob este entendimento que se tenta tratar aqui as questões éticas e morais, pois qualquer ser humano só existe porque existem outros seres humanos que o reconhecem e que o valorizam, que antes de quererem possuir porque se deram conta de sua existência, desejam cuidar para não apreender sua essência. c) citações de material disponibilizado na internet No que se refere especificamente à competição, no dizer de Retondar(2009, [On-line]), O jogo é muito sério para quem joga. E tal seriedade decorre do fato de, no processo da prática do jogo, o jogador ir se revelando para si próprio um pouco mais, descobrindo seus limites e possibilidades, suas tensões e incertezas, seus medos e suas ousadias, sua coragem e sua covardia, enfim, estes e tantos outros elementos que traduzem em grande medida traços da condição humana. Diz Briceño-León (1996) citado por Torres.; Hortale e Schall (2003, [On-line]) ao tratar sobre a utilização de jogos educativos com portadores de diabetesmelitus, Quando se faz referência ao processo educativo para o controle do diabetes, fala-se da importância de se adotarem estratégias, cujas ações devem ter caráter participativo tanto do indivíduo quanto de sua família. Sabe-se que as ações educativas influenciam o estilo de vida, melhoram a relação profissional-indivíduo e os ambientes social e físico. Além disso, a educação em saúde, como uma prática social, baseada no diálogo, ou seja, na troca de saberes, favorece a compreensão dessa relação no processo saúde-doença e, respectivamente, o intercâmbio entre o saber científico e o popular. Não esquecer que as citações são trechos selecionados de textos, quevocê utiliza para confirmar o seu discurso, isto é, o seu próprio texto. Assim, todosos autores e obras citadas, devem obrigatoriamente aparecer nas referências.
  17. 17. 6.3 Aprendendo a fazer referência bibliográfica As referências são alinhadas à margem esquerda, sem a necessidade deutilizar o recurso da justificação. È importante salientar que no Brasil se utiliza o modelo norte americanoautor-data nas referências.Ou seja, em primeiro lugar se grafa o último sobrenomedo autor da obra a ser referenciada em caixa alta seguido de vírgula, em seguida orestante do nome escrito normalmente e seguido de ponto. Depois se grafa o títuloda obra Sá com a primeira letra maiúscula, exceto se se tratar de substantivopróprio, seguido de ponto. Em seguida grafa-se o nº da edição da obra sehouver,seguido de ponto, a cidade em que a obra foi publicada, seguida de doispontos,nome da editora seguido de vírgula, e , finalmente, o ano da publicação daobra, conforme o exemplo a seguir:PARA REFERÊNCIA DE LIVROS:GOHN. Maria da Glória. Educação não formal e cultura política. 4ed. SãoPaulo:Cortez,2008SILVA. Lilian Lopes M. et al. O ensino da língua portuguesa no primeirograu.São Paulo:Contexto,1986PARA REFERÊNCIA DE LEIS:BRASIL.Constituição (l988). Constituição da República Federativa do Brasil.Brasília.DF: Senado 1988.PARA REFERÊNCIA DE SITES:LISTSERV de biblioteca virtual. Disponível em<http//Br.groups.yahoo.com/group/Portal-ICT/messages>. Acesso em 01 ago.2008.RIBEIRO,Pedro S.G. Adoção à brasileira: uma análise sociojurídica.datavenia SãoPaulo, ano 3,n.18,ago.1998.Disponívelem:HTTP://www.datavenia.informação.br/frameartig.html.Acesso em:10 set.1998.
  18. 18. 7 CONCLUSÃO A elaboração deste pequeno manual teve como motivação o desejo daEscola Santa Teresinha de contribuir para que seus professores e alunos disponhamde normas mínimas para a produção de projetos de pesquisa, realização depesquisa, elaboração do relatório de pesquisa e sua apresentação na MOCEEST,por compreender que um roteiro, mesmo que elementar como este, pode contribuirpara a padronização dos trabalhos em termos formais e para que os pesquisadorese orientadores não percam tempo por falta de orientação. Como se pode perceber, não se trata de um documento pronto e acabadoa que todos tenham de seguir sem nenhuma crítica, mas um documento aberto asugestões que visem seu aperfeiçoamento com a finalidade de que em futuropróximo com a contribuição de toda a comunidade escolar, a instituição possa contarcom um manual de metodologia da pesquisa científica capaz de suprir todas asnecessidades de pesquisadores e orientadores. Enquanto espera contribuições para que o material possa alcançar aperfeição, a Escola deseja ardentemente que todos os componentes dos corposdocente e discente se sintam estimulados a produzir pesquisa, única forma de seconstruir conhecimentos de forma relativamente original. Boa aventura a todos ospesquisadores e orientadores rumo à construção do saber sistêmico.
  19. 19. 8 REFERÊNCIASGOHN, Maria da Glória. Educação não-formal e cultura política. 4. ed. São Paulo:Cortez, 2008.BAGNO, Marcos. Pesquisa na escola: o que é, como se faz. 18. Ed. São Paulo:Loyola, 1998.FRANKLIN, Adalberto. Como evitar plágio em monografias: orientações técnicaspara o uso de textos da internet. Imperatriz: Ética, 2009.RETONDAR, Jéferson José Moebus. A reprodução imaginária dos jogadorescompulsivos: a poética do espaço do jogo. Disponível em:<http://www.scielo.br/pdf/rpp/v26n2/a10v26n2.pdf>. Acesso em 28 de dezembro de2009.SILVA, Ribamar. Reflexões sobre a ética da responsabilidade e do cuidado apartir do pensamento de Emmanuel Lévinas. Imperatriz: Ética, 2008.TORRES, Heloisa de Carvalho.; HORTALE, Virginia Alonso e SCHALL, Virgínia. Aexperiência de jogos em grupos operativos na educação em saúde paradiabéticos. Cad. Saúde Pública, v 19, n 4, 1039-1047, 2003. Disponível em:<http://www.scielo.br/pdf/rpp/v26n2/a10v26n2.pdf>. Acesso em 28 de dezembro de2009.
  20. 20. APÊNDICES
  21. 21. Apêndice A 1ª Etapa = 1º bimestre ELABORAÇÃO DO PROJETO DE PEQUISA1 IDENTIFICAÇÃO:Autores:________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________Série: ___________ Turma: _______________Orientador: __________________________________________________________Co-orientador: _______________________________________________________Tema: ______________________________________________________________Área: __________________________ Sub área____________________________2 JUSTIFICATIVA:3 PROBLEMA4 HIPÓTESE5 OBJETIVOS6 REFERENCIAL TEÓRICO7 METODOLOGIA8 CRONOGRAMAATENÇÃO: • Ao concluir esta etapa o aluno deverá entregar na coordenação, 01 cópia do projeto com o visto do professor orientador; • A coordenação encaminhará os projetos para comissão científica que fará as devidas correções e devolverá para os respectivos professores orientadores. • Critérios de avaliação: Será atribuída nota de 0,1 – 1.0 ponto, que somará à média do 1º bimestre, de acordo com os seguintes parâmetros: a)Projeto elaborado conforme orientações contidas no manual ( nesta etapa não será necessário inserir capa e contra capa). b) Entrega na data marcada – 11/03/2011 c) Apresentação do diário de bordo
  22. 22. APENDICE B 2ª ETAPA = 2º BIMESTRE PESQUISA DE CAMPO, EXPERIMENTO DE LABORATÓRIO OU CONSTRUÇÃO DE OBJETOS E DISCUSSÃO DOS RESULTADOS ENCONTRADOS.Nesta etapa caberá ao aluno: • Concluir todas as correções sugeridas na 1ª etapa; • Fazer o aprofundamento do referencial teórico; • Elaborar com o orientador o instrumento de coleta dos dados e no caso das pesquisas experimentais ou de engenharia, definir as técnicas e materiais que serão utilizados; • Solicitar na coordenação o ofício de encaminhamento ao local de pesquisa; • Solicitar na coordenação o termo de consentimento para os casos de pesquisa com seres humanos; • Fazer a pesquisa de campo, experimento ou construção de objetos (com o conhecimento e autorização dos pais ou pessoa responsável). • Fazer a discussão dos dados obtidos da pesquisa tendo como base o seu referencial teórico; • Fazer a pré-organização do relatório seguindo as orientações contidas no manual E.S.T, segundo o apêndice C, até o item discussão de dados; • Entregar o relatório para o professor orientador, 01 cópia, até o dia: 08/06/2011; • Critérios de avaliação: Será atribuída nota de 0,1 – 1.0 ponto, que somará à média do 2º bimestre, de acordo com os seguintes parâmetros: a) Pré-relatório elaborado conforme orientações contidas no manual da E.S.T até o item discussão dos resultados ( nesta etapa ainda não será necessário inserir capa e contra capa). b) Entrega na data marcada – 08/06/2011 c) Apresentação do diário de bordo.
  23. 23. - APENDICE C 3ª ETAPA = 3º BIMESTRE ESTRUTURAÇÃO FINAL DO RELATÓRIO E BANNERNesta etapa caberá ao aluno: • Fazer as correções sugeridas na 2ª etapa; • Fazer a conclusão do relatório; • Fazer o resumo (somente para o ensino médio); • Fazer a correção de formatação e ortografia; • Estruturar o relatório com todos os elementos solicitados no manual:  Elementos pré-textuais - Capa - Folha de rosto - Dados de identificação - Resumo ( ensino médio) - Sumário  Elementos textuais - Introdução (texto redigido que contenha justificativa, problema, hipótesee objetivos descritos no projeto). - Referencial teórico (o mesmo do projeto, porém com maisaprofundamento). - Metodologia - Resultados e discussões dos dados encontrados na pesquisa - Conclusão - Referências  Elementos pós-textuais - Apêndices - Anexos. • Elaborar o pôster, (Fará plantão na escola um funcionário de uma gráfica, para ajudar na montagem oficial do banner). • Ter o diário de bordo completo para apresentar no dia da mostra; • Preparar-se para apresentação oral.
  24. 24. • Entrega do relatório para o professor orientador em 15/09/2011 – 05 cópias, sendo que, 01 ficará com o orientador, 03 cópias devem ser entregues à Comissão Científica e 01 cópia deve ser encadernada e estar exposta no estande no dia da Mostra.ATRIBUIÇÃO DAS NOTAS PARA A TERCEIRA ETAPA:3 º BIMESTRE :> Entrega do relatório completo ( 05 cópias ) no dia 15/09/2011, de acordo comas orientações do manual. Critérios de avaliação: Será atribuída nota de 0,1 – 1.0 pontos, que somará à média do 3º bimestre para a apresentação do relatório completo;4º BIMESTRE: > Será avaliado: a) Banner e diário de bordo conforme orientações do manual; b) Pontualidade na organização do Stand antes do início (o stand deverá estar pronto até 17:00 h. do dia que antecede a Mostra , caso contrário o projeto estará desclassificado) ; c) Apresentação oral; Critérios de avaliação: Será atribuída nota de 0,1 – 1.0 pontos, que somará à média do 4º bimestre, de acordo com os parâmetros citados anteriormente. OBSERVAÇÃO: Os alunos que participarem em feiras nacionais e internacionais terão 01 ponto acrescido à média do 4º bimestre.
  25. 25. Apêndice D Regulamento para apresentação do projeto1 Condições para apresentar projeto • Serão aceitos projetos em grupos e individuais (somente no ensinomédio), sendo que, os projetos em grupo não poderão exceder a 03 alunos. • Todos os projetos deverão ter a participação de 01(um) orientadorvinculado à E.S.T. Esta exigência não se aplica ao co-orientador (opcional). • A pesquisa deve ser inovadora, não sendo aceito por questões éticas odesenvolvimento de uma pesquisa nos mesmos moldes de uma já realizada. • Pagamento da taxa de inscrição, após a aprovação do projeto.2 Elementos obrigatórios para a exposição da pesquisa • Relatório encadernado • Diário de bordo (Caderno de anotações). • Banner. • Pasta de arquivo (textos). • Camiseta de identificação 3 Normas para atribuição de pontos: Cada aluno receberá de forma individual a pontuação pela participação eentrega das atividades solicitadas em cada bimestre. Sendo assim dividido: • 1º Bimestre – até 1,0 ponto acrescido na média bimestral. • 2º bimestre – até 1,0 ponto acrescido na média bimestral. • 3º bimestre – até 1,0 ponto acrescido na média bimestral. • 4º bimestre – até 1,0 ponto acrescido na média bimestral. • A notas serão atribuídas segundo os critérios mencionados nosapêndices A, B e C. 4 NÃO serão permitidos nos projetos e estandes os seguintes itens:> organismos vivos, incluindo plantas;> espécimes ou partes empalhadas;
  26. 26. > animais vertebrados ou invertebrados vivos ou preservados;> alimentos para humanos ou animais;> partes ou fluídos de corpos humanos ou de animais (ex. sangue, urina),excetuando-se apenas dentes, unhas, cabelos, ossos secos de animais;> materiais de plantas, mesmo que mortas ou preservadas, que estejam em seuestado bruto, não processados ou não manufaturados;> produtos químicos, venenos, medicamentos, substâncias controladas, substânciasperigosas;> dispositivos perigosos;> gelo seco ou outros sólidos sublimáveis;> objetos pontiagudos – ex.: seringas, agulhas, pipetas, facas e estiletes;> chamas ou materiais altamente inflamáveis;> baterias com células que podem ser abertas;> certificados de premiações, medalhas, cartões de negócios;> fotos ou outras apresentações visuais descrevendo técnicas cirúrgicas,dissecações, necropsias ou outros procedimentos de laboratório em animaisvertebrados.5 SERÃO permitidos nos estandes , desde respeitadas as restrições indicadasos seguintes itens: a)Terra ou resíduos, desde que envolvidos por recipiente de acrílico; b)Qualquer mecanismo com correias, roldanas, correntes ou peças móveis com pontos de tensão ou que possam beliscar,caso seja somente para apresentação sem acionamento.
  27. 27. ANEXOS
  28. 28. ANEXO 01 - Áreas Categorias e Sub-Categorias Fonte: Fecitec – site: www.fecitec.com.br
  29. 29. ANEXO 02 – Formato do Resumo NORMAS PARA O RESUMO DO PROJETO TÍTULO DO PROJETO Nome Completo do Estudante 1 – e-mail do estudante 1 Nome Completo do Estudante 2 – e-mail do estudante 2 Nome Completo do Estudante 3 – e-mail do estudante 3 Nome completo do Orientador (orientador) – e-mail do orientador Nome completo do Co-Orientador (co-orientador) – e-mail do orientador Nome Completo da Escola, Cidade da Escola, sigla do estado Categoria – SubcategoriaObs. Caso o orientador e co-orientador não sejam das mesmas escolas/instituições, devem ser indicadas todas as escolas/instituições e a correspondência das pessoas a elas. Texto do Resumo:O texto do resumo deve ser redigido com no MÁXIMO 2000 caracteres com fonte padrão “Times New Roman”.O resumo deve ser constituído por uma seqüência de frases concisas e objetivas, que ressaltem os objetivos do projeto, métodos empregados, resultados e conclusões.Palavras-chave: PALAVRA-CHAVE 1 – PALAVRA-CHAVE 2 – PALAVRA CHAVE 3Devem ser incluídos palavras ou termos representativos do conteúdo do trabalho (Inclua 3 palavras ou termos chave em Caixa Alta, separados por um traço) Fonte: FECITEC – site: www.fecitec.com.br

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