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Datashow de aulas de Programação Access / Visual Basic
 

Datashow de aulas de Programação Access / Visual Basic

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Datashow de aulas de Programação Access / Visual Basic

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Algoritmo, Ms Access e introdução ao Visual Basic.

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    Datashow de aulas de Programação Access / Visual Basic Datashow de aulas de Programação Access / Visual Basic Presentation Transcript

    • Professor: Célio Azevedo
    • LÓGICAORDEM DO PENSAMENTOORDEM DA RAZÃO
    • A palavra lógica está normalmente relacionada com o modo de pensar de umindivíduo: racionalidade e coerência. Sendo ela frequentemente associada àmatemática, porém tem também sua aplicação em outras ciências.”Podemos relacionar a lógica com a “correção do pensamento”, pois uma desuas preocupações é determinar quais operações são válidas e quais nãosão, fazendo análises das formas e leis do pensamento. Como filosofia, elaprocura saber por que pensamos assim e não de outro jeito. Com arte outécnica, ela nos ensina a usar corretamente as leis do pensamento.” Lógica deProgramação – André Luiz Villar Forbellone “Poderíamos dizer que a lógica é a “arte de bem pensar”, que é a “ciência dasformas do pensamento”. Visto que a forma mais complexa do pensamento é oraciocínio, a lógica estuda a “correção do raciocínio”. Podemos ainda dizerque a lógica tem em vista a ORDEM DA RAZÃO. Isto dá a entender que anossa razão pode funcionar desordenadamente. Por isso a lógica estuda eensina a colocar ORDEM DO PENSAMENTO” Lógica de Programação – André Luiz VillarForbellone
    • O QUE É LÓGICA? Sempre que pensamos, a lógica ou a ilógica necessariamente nos acompanha. Podemos perceber a importância da lógica em nossa vida, não só na teoria, como na prática, já que, quando queremos pensar, falar, escrever ou agir corretamente, precisamos colocar “ordem no pensamento”,isto é, utilizar lógica.
    • Ex.:Todo cachorro é um mamífero.Todo mamífero é um animal. Portanto, todo cachorro é um animal. Japão é um país do continente asiático. Todos os japoneses são de Japão. Logo, todos os japoneses são asiáticos.
    •  Para executar qualquer atividade na vida é preciso desenvolver uma mente que possa pensar em todas as etapas de trabalho necessárias e planejar os passos para se alcançar a meta final, para se ter êxito. Este processo de raciocínio pode ser descrito como uma seqüência de instruções, que devem ser seguidas para se cumprir uma determinada tarefa.
    • SIGNIFICADO Lógica de programação significa o uso correto das leis do pensamento, da “ordem da razão” e de processos de raciocínio e simbolização formais na programação de computadores, objetivando racionalidade e o desenvolvimento de técnicas que cooperem para a produção de soluções logicamente válidas e coerentes, que resolvam com qualidade os problemas que se deseja programar.
    •  A lei da não-contradição  diz que nenhuma afirmação pode ser verdadeira e falsa ao mesmo tempo e A lei do terceiro excluído   diz que qualquer afirmação da forma *P ou não-P* é verdadeira.
    • LEI DA NÃO-CONTRADIÇÃO ("a bola éredonda" e "a bola não é redonda") LEI DO TERCEIRO EXCLUÍDO  Ou este homem é Sócrates ou não é Sócrates.
    • ETAPAS NO DESENVOLVIMENTODO PROGRAMA 1) Estudo da Viabilidade (Estudos Iniciais) 2) Análise detalhada do sistema (Projeto Lógico) 3) Projeto preliminar do sistema (Projeto Físico) 4) Projeto detalhado do sistema (Algoritmos) 5) Implementação ou Codificação do sistema (na Linguagem de Programação escolhida) 6) Testes do sistema 7) Instalação e Manutenção do sistema
    • LÓGICA DA PROGRAMAÇÃONo desenvolvimento de um sistema, quanto mais tarde um erroé detectado, mais dinheiro e tempo se gasta para repará-lo.Assim, a responsabilidade do programador é maior na criaçãodos algoritmos do que na sua própria implementação, poisquando bem projetados não se perde tempo tendo que refazê-los, reimplantá-los e retestá-los, assegurando assim um finalfeliz e no prazo previsto para o projeto.Pode-se encontrar na literatura em informática várias formas deRepresentação das etapas que compõem o ciclo de vida de umsistema. Essas formas de representação podem variar tanto naquantidade de etapas quanto nas atividades a serem realizadasem cada fase. Como pode-se observar, nesse exemplo de ciclode vida de um sistema (com sete fases) apresentado acima, osalgoritmos fazem parte da quarta etapa do desenvolvimento deum programa.
    • CONCEITO DE ALGORITMONa verdade, os algoritmos estão presentes no nosso dia-a-dia sem que saibamos, pois uma receita culinária, asinstruções de uso de um equipamento ou as indicaçõesde um instrutor sobre como estacionar um carro, porexemplo, nada mais são do que algoritmos.Um algoritmo pode ser definido como um conjunto deregras (instruções), bem definidas, para solução de umdeterminado problema. Segundo o dicionário Michaelis, oconceito de algoritmo é a "utilização de regras paradefinir ou executar uma tarefa específica ou para resolverum problema específico."
    • SOLUÇÃO DE PROBLEMASPara resolver um problema no computador énecessário que seja primeiramente encontradauma maneira de descrever este problema deuma forma clara e precisa. É preciso queencontremos uma seqüência de passos quepermitam que o problema possa ser resolvidode maneira automática e repetitiva. Estaseqüência de passos é chamada de algoritmo.
    • A BASE DA PROGRAMAÇÃOA noção de algoritmo é central para a computação.A criação de algoritmos para resolver os problemas éuma das maiores dificuldades dos iniciantes emprogramação em computadores.O aprendizado da Lógica é essencial para a formaçãode um bom programador, servindo como base para oaprendizado de todas as Linguagens de Programação,estruturadas ou não. De um modo geral essesconhecimentos serão de supra importância, poisajudarão no cotidiano, desenvolvendo um raciocínioRápido.
    • PROGRAMAÇÃOESTRUTURADAEm linguagens puramente imperativas, como Assembly, é muitofácil o programador criar códigos de difícil leitura, pois essetipo de linguagem possui o que se chama de saltos (jumps) emsua estrutura. Estes saltos funcionam da seguinte forma: oprogramador define uma marcação (label) no código e depois, apartir de qualquer parte do programa, ele pode executar umdesvio de fluxo de execução (salto) para aquela marcação. Podeser que à primeira vista isso não tenha problema, contudo, nadepuração do código, o Programador fica em apuros comtantas marcações e saltos, pois isso dificulta o entendimento dofluxo de execução do programa.
    • PROGRAMAÇÃOESTRUTURADANeste contexto, surge a programação estruturada, como umaforma de possibilitar que o programador tenha maior controlesobre sobre o fluxo de execução do programa. Para isso,qualquer programa pode ser reduzido a 3 estruturas:Estruturas de seqüência:  Onde uma tarefa é executada após aoutra, linearmente.Estruturas de decisão:  Onde, a partir de um teste lógico,determinado trecho de código é executado, ou não.Estruturas de iteração:  Onde, a partir de um teste lógico,determinado trecho de código é repetido por um número finitode vezes
    • EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃOESTRUTURADANo trecho de código Python a seguir, podemos reparar o emprego das três estruturas citadas. Nas linhas1, 2 e 3 temos um exemplo de uma estrutura de seqüência. Cada linha é executada após a anterior,começando da primeira. Entre as linhas 5 e 9, temos uma estrutura de decisão, exemplificada pelocomando if. Na linha 5 este comando executa um teste lógico. Caso o valor seja verdadeiro, as linhas 6 e7 serão executadas. Caso contrário, o fluxo se desvia para a linha 8, que executará a linha 9. Nas linhas6 e 7, temos uma estrutura de iteração. Na linha 6 está declarada a estrutura, que regula quantas vezesa linha 7 será executada:
    • EXEMPLO DE LINGUAGEM EMC
    • PROGRAMAÇÃO ORIENTADA AOBJETOSUma das desvantagens da programação estruturada é atendência em gerar códigos onde tratamentos de dados sãomisturados com o comportamento do programa.Além disso, caso o programador quisesse criar um programasemelhante a um que já tivesse feito, era complicado pegardeterminadas partes deste programa já pronto e trazer para onovo projeto, uma vez que eram necessárias, na maior partedas vezes, realizar mudanças substanciais no código.Neste cenário surgiu a Programação Orientada a Objetos (POO –lê-se Pê-Ó-Ó). Ela foi criada para tentar simular o mundo realdentro do computador e para isso utiliza objetos. Desta forma,fica a cargo do programador modelar objetos e a interaçãoentre eles.
    • EXEMPLO DA POOCada classe determina o comportamento de seus objetos.
    • LÓGICA DA PROGRAMAÇÃO(CONCLUSÃO)Lógica de programação nada mais é do queuma forma de se escrever um programade computador com uma linguagem de fácilentendimento para nós seres humanos. Alógica de programação é necessária para todasas pessoas que desejam trabalhar comdesenvolvimento de sistemas e programas poispermite definir uma seqüência lógica para odesenvolvimento.
    • LÓGICA DA PROGRAMAÇÃO(CONCLUSÃO)Um algoritmo é uma seqüência finita de passosque levam a execução de uma tarefa. Umexemplo funcional de algoritmo é uma receitade bolo onde você segue passo a passo osprocedimentos da receita até o bolo ficarpronto.Um programa de computador é na verdade umalgoritmo escrito numa linguagem decomputador como ( Pascal , Java, Delphi, PHP, visualBasic etc.. ) apenas para citar algumas delas.
    •  A busca de melhora no desempenho é conseguida pela implementação de automação nos processos envolvidos nas atividades, assim uma tarefa deixa de ser desempenhada pelo homem e passa a ser executada por máquinas. Estes dispositivos podem ser de natureza mecânica, eletrônica ou inclusive mista. É necessário que os passos sejam especificados com clareza e exatidão e serem realizados em cada uma das fases do processo a ser automatizado, bem como a seqüência em que estas fases devem ser realizadas. A especificação da seqüência ordenada de passos que devem ser seguidos para a realização de uma tarefa, garantindo a sua repetibilidade, dá-se o nome de algoritmo."Serve como modelo para programas, pois sua linguagem é intermediária à linguagem humana e às linguagens de programação, sendo então, uma boa ferramenta na validação da lógica de tarefas a serem automatizadas."“Os algoritmos servem para representar a solução de qualquer problema, mas no caso do Processamento de Dados, eles devem seguir as regras básicas de programação para que sejam compatíveis com as linguagens de programação.”
    • Algoritmo "SomaDeDoisValores";variável:SOMA,A,B: inteiro;InicioEscreva("Digite um numero");Leia(A);escreva("digite outro numero");Leia(B);SOMA= A + B;escreva(SOMA);Final Algoritmo
    • CONCEITOS FUNDAMENTAISNA PROGRAMAÇÃO EMALGORITMOSDados: são elementos brutos que podem ser processados por um computador parase obter alguma conclusão ou resultado, ou seja, uma informação.Computador: Máquina(hardware) muito rápida que pode processar dados,realizando cálculos e operações repetitivas, se dotadas de programação adequada(software), e que fornece resultados corretos e precisos.Informação: é o resultado do processamento dos dados pelo computador. Umainformação pode ser considerada como dado para outro processamento e, por isso, muitasvezes é referenciada como dado de saída.Hardware: é um termo de origem americana que engloba todo o equipamento principal eperiférico de um computador. O termo é utilizado também para equipamentos semsoftware. O hardware, normalmente, é fixo e difícil de ser modificado.Software: é um outro termo de origem americana que engloba programas, documentação,procedimentos e dados, utilizados em um computador para resolução de um determinadoproblema. O software, ao contrário do hardware, é maleável e por isso mais facilmentemodificável pelo programador, para adaptação a novos dados, novos requisitos doproblema a ser resolvido, ou novo hardware onde vai funcionar (ser executado).Programa de Computador: seqüência de instruções não ambígua e finita em umalinguagem de programação específica que, quando executada, resolve um problemadeterminado.
    • CONCEITOS FUNDAMENTAISNA PROGRAMAÇÃO EMALGORITMOSLinguagem de máquina: é a linguagem binária (composta de zeros e uns) utilizada peloscomputadores, para representar dados, programas e informações. É tediosa, difícil de secompreender e fácil de gerar erros na programação.Linguagem Assembler: é uma linguagem particular para cada processador (computador),que codifica as instruções em linguagem de máquina e facilita um pouco o trabalho doprogramador. É também considerada uma linguagem de baixo nível, mas ainda hoje éutilizada.Linguagem de programação de 3ª geração: também chamada de linguagem de altonível, engloba todas as linguagens de programação que utilizam compiladores ouinterpretadores. Possuem instruções mais poderosas que a linguagem Assembler,facilitando ainda mais o trabalho do programador.Exemplos: Fortran, Cobol, Algol, PLI, Pascal, Modula2, Lips, C, ADA, etc.Linguagem de programação de 4ª geração: são linguagens não procedurais, utilizadaspara sistemas de gerenciamento de banco de dados, planilhas e outros aplicativos queutilizam comandos mais poderosos ainda que as linguagens de 3ª geração e, por isso, sãoainda mais fáceis de programar. Exemplos: SQL, DBASE, CLIPPER, INGRES, etc
    • HARDWAREO hardware de um computador, segundo aarquitetura básica de Von Neumann,écomposto de três elementos principais :• A Unidade Central de Processamento (UCP ou CPU)• A Memória Principal (MP)• Os dispositivos de Entrada e Saída de Dados (E/S ou I/O)
    • UCP OU CPUA UCP é composta de dois elementos principais :• A Unidade Aritmética e Lógica (ULA ou ALU) – que éresponsável pela realização de todas as operaçõeslógicas e aritméticas no computador;• A Unidade de Controle (UC ou CU) – que éresponsável pelo controle de todos os elementos docomputador e dos periféricos, recebendo sinais deestado (status) destes e gerando sinais de controlepara estes.Exemplos de UCP: PENTIUM Dual Core, POWER PC,68.040, etc.
    • INTER-RELACIONAMENTODOS COMPONENTES
    • CAMADAS DE SOFTWARE
    • IMPLEMENTAÇÃO DE UMPROGRAMA
    • ALGORITMO DE UMDOMINGO
    • ANTES DE ESCREVERALGORITMOSIdentificadores: Representam os nomes escolhidos para rotular as variáveis,Procedimentos e funções, normalmente, obedecem as seguintes regras:1. O primeiro caracter deve ser uma letra2. Os nomes devem ser formados por caracteres pertencentes ao seguinte conjunto :{a,b,c,..z,A,B,C,...Z,0,1,2,...,9,_}3. Os nomes escolhidos devem explicitar seu conteúdo.EX: A, B1, BC3D,SOMA, CONTADORObs.: Um exemplo de identificador inválido seria 2AB ou qualquer outroiniciado por um dígitoCONSTANTE (“constant”) – Uma constante (Const), como sugere o nome, é umidentificador que armazena um valor fixo e imutável, durante a execução de umAlgoritmo ou programa. Podemos associá-lo a uma posição de memória(endereço) que tem um conteúdo fixo. Este conteúdo poderá ser um número(real ou inteiro), uma cadeia de caracteres (texto) ou um valor lógico (serádefinido abaixo).
    • ANTES DE ESCREVERALGORITMOSVARIÁVEL (“variable”) – Uma variável (Var) é um identificador que, como sugere onome, possui o conteúdo variável durante a execução de um algoritmo ou programa.Podemos associar uma variável a uma posição da memória (endereço) e poderemosarmazenar (guardar) neste endereço qualquer valor do conjunto de valores de um tipobásico associado a ela. Uma variável pode assumir vários valores diferentes ao longo daexecução do programa, mas, em um determinado momento, possui apenas um valor.Unidades básicas de armazenamento das informações a nível de linguagens deprogramação. Os tipos de dados e variáveis utilizados dependem da finalidade dosalgoritmos, mas, podemos definir alguns, pelo fato de serem largamente utilizados eimplementados na maioria das linguagens:Esse tipo básico poderá ser:INTEIRO (“int, short int ou long int”): : qualquer número inteiro, negativo, nulo ou positivo.Ex: -2, -1, 0...Operações: soma(+), subtração(-), multiplicação(*), divisão inteira(/), resto(%) ecomparações.REAL (“float ou double”): qualquer número real, negativo, nulo ou positivo.Ex: 2.5, 3.1 / Operações: soma(+), subtração(-), multiplicação(*), divisão exata(/) e comparações.CARACTER (“char”): qualquer conjunto de caracteres alfanuméricos.Ex: A, B, "ABACATE "Operações: comparações.
    • ANTES DE ESCREVERALGORITMOSTEXTO OU CADEIA DE CARACTERES (“STRING”): uma variável deste tipopoderá armazenar uma cadeia de caracteres de qualquer tamanho.Caso seja imprescindível para o entendimentopode-se acrescentar, entre parênteses, a quantidade máxima decaracteres. (Exemplo: texto (10)).Obs.: Os textos deverão ser representados sempre entre apóstrofespara que não se confundam com os valores numéricos. Veja que ointeiro 5, é diferente do texto ‘5’.LÓGICO (“BOOLEAN”): tipo especial de variável que armazena apenasos valores V e F, onde Vrepresenta VERDADEIRO e FALSOEx: e, ou, nãoOperações: Verdadeiro ou Falso
    • EXEMPLO DE UM ALGORITMO QUECALCULA A MEDIDA QUADRADA DE UMCÔMODOINÍCIO DECLARE MQ,L, C COMO REAL LEIA L,C MQ<-(L*C) ESCREVA MQ,L,CFINAL ALGORITMOAs Informações conhecidas do algoritmo foram medida quadrada (MQ), largura(L) e comprimento (C).
    • EXERCÍCIOCalcule a média aritmética (MA) do aluno. Asinformações conhecidas são: nome, notaobtida nos quatro bimestres (N1, N2, N3, N4).Escreva a MA e os outros dados do aluno.
    • EXERCÍCIO – RESOLUÇÃOINÍCIO DECLARE NOME COMO STRING DECLARE N1,N2,N3,N4, MA COMO REAL LEIA NOME, N1, N2, N3, N4 MA<-(N1+N2+N3+N4)/4 ESCREVA MA, N1, N2, N3, N4, NOMEFINAL ALGORITMO
    • EXERCÍCIOCalcular a área do retângulo (A). AsInformações conhecidas são: Base (B) e Altura(H). A área é dada por: A=B*H.
    • EXERCÍCIO - RESOLUÇÃOINÍCIO DECLARE A, B, H COMO REAL LEIA B, H A<-(B*H) ESCREVA B, H, AFINAL ALGORITMO
    • EXERCÍCIOCalcule a altura de uma escadaria. Asinformações conhecidas são: Altura dosdegraus (AD), e a quantidade (QTD). Escreva osdados:
    • EXERCÍCIO - RESOLUÇÃOINÍCIODECLARE AD, QTD, AE COMO REALLEIA AD, QTDAE<- (AD*QTD)ESCREVA AD, AE, QTDFINAL ALGORITMO
    • EXERCÍCIOCalcular o preço total de um produto (PT). Asinformações conhecidas são: Preço Unitário(PU) e quantidade (QTD). Escreva o preço totale os outros dados:
    • EXERCÍCIO - RESOLUÇÃOINÍCIO DECLARE PT, PU, QTD COMO REAL LEIA PU, QTD PT<- (PU*QTD) ESCREVA PT, PU, QTDFINAL ALGORITMO
    • INTRODUÇÃO A BANCO DEDADOSSegundo Korth , um banco de dados “é uma coleção dedados inter-relacionados, representando informaçõessobre um domínio específico”, ou seja, sempre que forpossível agrupar informações que se relacionam etratam de um mesmo assunto, posso dizer que tenhoum banco de dados.Já um sistema de gerenciamento de banco de dados(SGBD) é um software que possui recursos capazes demanipular as informações do banco de dados einteragir com o usuário. Exemplos de SGBDs são:Oracle, SQL Server, DB2, PostgreSQL, MySQL, o próprioAccess ou Paradox, entre outros.
    • INTRODUÇÃO A BANCO DEDADOSDate conceituou que “sistema de bancos de dados pode ser consideradocomo uma sala de arquivos eletrônica”. 
    • MODELO LÓGICO DO BD RELACIONALTABELAS E NOMES DAS COLUNASPara o nosso exemplo, poderíamos definir nosso modelo lógico conforme oseguinte:Aluno (mat_aluno, nome, endereco)Turma (cod_turma, sala, periodo)
    • EXERCÍCIOLidos os valores de N1 e N2. Se N1>que N2, escreva N1>N2, caso contrárioescreva N1<N2:
    • EXERCÍCIO - RESOLUÇÃOINÍCIO DECLARE N1,N2 COMO REAL LEIA N1,N2 SE N1>N2 ENTÃO ESCREVA ‘N1>N2’ SENÃO ESCREVA ‘N1<N2’ FIM-SEFINAL ALGORITMO
    • EXERCÍCIOCalcular a quantidade de grama de umproduto (QG) que será vendido paraum cliente. As informações conhecidassão: Nome, quantidade em Kilo (QK).Escreva a (QG) e os outros dados doproduto:
    • EXERCÍCIO - RESOLUÇÃOINÍCIO DECLARE NOME COMO STRING DECLARE QG, QK COMO REAL LEIA NOME, QK QG<- (QK*1000) ESCREVA NOME, QG, QKFINAL ALGORITMO
    • MICROSOFT ACCESS
    •  Um Banco de Dados é um conjunto de informações que estãorelacionadas a um tópico ou propósito em particular. O segredo daarmazenagem e recuperação eficiente de seus dados é o processode planejamento. Identificando primeiro aquilo que você quer que oseu Banco de Dados faça, você poderá criar um projeto prático queresultará numa ferramenta de gerenciamento de banco de dadosmais precisa e rápida. Neste podemos implementar um Banco de Dados manualmenteutilizando fichas e pastas de arquivos, livros-caixa, etc.
    • O QUE É UM BANCO DEDADOS?Um Banco de Dados é um conjunto de informações que estãorelacionadas a um tópico ou propósito em particular. O segredo daarmazenagem e recuperação eficiente de seus dados é o processo deplanejamento.Identificando primeiro aquilo que você quer que o seu Banco de Dados faça,você poderá criar um projeto prático que resultará numa ferramenta degerenciamento de banco de dados mais precisa e rápida.Podemos implementar um Banco de Dados manualmente utilizando fichas epastas de arquivos, livros-caixa, etc. Entretanto realidades mais complexas nosobrigam, com freqüência a lançar mão da rapidez e praticidade doscomputadores.São exemplos de Banco de Dados: Endereços de clientes em um livro de endereço; Informações sobre vendas de produtos num livro razão; Formulários sobre funcionários em pastas arquivadas.
    • CHAVES PRIMÁRIAO Microsoft Access utiliza uma marca única, chamada Chave Primária ,para identificar cada Registro Chave em sua tabela. Assim como onúmero da placa identifica um automóvel, a Chave Primária identificaunicamente um registro.§ Toda tabela deve possuir no mínimo uma Chave Primária .§ Você seleciona o campo ou os campos que compõem a ChavePrimária , pelos métodos clicar ou clicar e arrastar.§ Alguns campos não são boas Chaves Primárias . Por exemplo, se vocêescolher o campo sobrenome para usar como Chave Primária , suatabela não poderá ter dois registros com o sobrenome “Silva”§ Em geral, números são boas Chaves Primárias . Por exemplo, um“Numero de Identidade” pode identificar o registro de cadafuncionário.
    • COMPOSIÇÃO DE UM BANCO DEDADOSDado:Dado é tudo aquilo que você deseja armazenar para consultas posteriores. No MSACCESS, os dados podemassumir forma de texto, números, datas e figuras. Por exemplo, se você vende caixa de bombons, podearmazenar os nomes, as figuras e as receitas de seus bombons, os preços e a quantidade das caixas, bemcomo as datas das vendas.Campo:É a menor unidade de informação do Banco de Dados.Nome EndereçoCarla Patrícia – CAMPO 1 Rua 21 nº 12 – CAMPO 2Ana Paula - CAMPO 1 Rua 33 nº 69 – CAMPO 2Registro:É um conjunto de campos com seus respectivos dados armazenados em uma linha.Nome EndereçoCarla Patrícia Rua 21 nº 12Ana Paula Rua 33 nº 69Tabela:É a coleção de Registros. Elas organizam dados em Colunas (chamadas Campos) e Linhas (denominadasRegistros).
    • Quando você cria seu próprio banco de dados, passa primeiro por umprocesso de planejamento que identifica para que serve o banco dedados e quais informações você precisa monitorar. Antes de fazer seupróprio banco de dados no Microsoft Access, faça asseguintes perguntas: Quais informações eu quero obter com meu banco de dados? Sobre quais áreas de assunto distintas eu tenho que armazenarinformações? Como essas áreas de assunto relacionam-se mutuamente? Quais informações eu preciso armazenar sobre cada assunto?
    • O MICROSOFT ACCESS ajuda você a gerenciar o banco de dados fornecendo umaestrutura eficiente para armazenagem e recuperação de informações. O local ondesão unidas as informações sobre cada assunto, que você decidir acompanhar, é umatabela.É um Sistema Relacional de Gerenciamento de Banco de Dados (RDBMS),em que podemos organizar os dados de áreas de assunto diferentes em tabelas, edepois criar relações entre as tabelas. Essa abordagem facilita a reunião dos dadosrelacionados quando isso for necessário, estabelecendo relações entre tabelasindividuais, em vez de armazenar todas as suas informações em uma tabela grande,você evita excessiva duplicação de dados, economiza espaço de armazenagem nocomputador e maximiza a agilidade e precisão do trabalho com seus dados.O Access armazena em um único arquivo de extensão MDB, todos os objetos quefazem parte do Banco de Dados.
    • ITENS DA JANELAA janela Banco de DadosA janela banco de dados exibe os tipos de objetos disponíveis para a criação deum banco de dados no Access. Observe que a opção Tabelas aparece ativadacomo padrão, já que as tabelas devem ser criadas em primeiro lugar, pois sãoos objetos mais importantes em um banco de dados. Os tipos de objetosdisponíveis são: tabelas, consultas, formulários, relatórios, páginas, macros emódulos. Que serão explicados mais a frente. Nesta mesma tela você poderáobservar os seguintes itens:§ Barra de Título: Parte superior da janela de programa. Descreve o título doaplicativo que está sendo executado.§ Barra de Menu: Logo abaixo da barra de título. Exibe os comandosdisponíveis.§ Barra de Ferramentas: Geralmente fica situada abaixo da barra de comandose facilita a execução dos comandos principais. Na verdade, cada botãorepresenta um dos comandos da barra de comandos. Existem várias barras deFerramentas que se alternam conforme a necessidade ou tipo de operaçãoexecutado.§ Linha de status: Na parte inferior da tela, é uma linha de referência que exibemensagens de acordo com a situação do momento.
    • TELA INICIAL DO ACCESS2010Clique sobre o atalho Microsoft Office Access 2010 a partir do menu Iniciar. A Tela de início do Microsoft Access 2010será exibida como mostra a figura:
    • CRIAR BANCO DE DADOSO Access 2010 oferece uma ampla gama de opções para simplificar oprocesso de criação de banco de dados. Você pode encontrar umponto inicial adequado a cada uso, desde bancos de dados prontospara serem usados até opções cliente/servidor mais exigentes,permitindo aos programadores de banco de dados trazer o acesso aobanco de dados corporativo para a Web ou para a área de trabalho. OAccess proporciona diversas maneiras de criar um banco de dados,incluindo os recursos a seguir.Agora que você conhece os conceitos básicos de banco de dados,vamos começar a elaborar um pouco mais. Imagine que umadeterminada empresa deseja criar um sistema para guardarinformações relativas aos seus funcionários inclusive fazer o cálculo dafolha de pagamento dos mesmos. O primeiro passo é definir o objetivodo banco de dados e quais os campos (dados) que você desejaarmazenar, formando assim as tabelas do seu banco de dados
    • TABELASTabelas são grades de linhas e colunas que contêm dados. Cada coluna em uma tabela édenominada campo. Os campos contêm tipos específicos de informações, como nome,sobrenome ou ano de nascimento. Cada linha é dividida em células que contêm uma únicaparte de um dado. Uma linha horizontal de células é denominada um registro. Para exibiros dados de uma tabela, a mesma deve ser aberta no modo Folha de dados (como umaplanilha).Campos separam os diferentes tipos de dados. Ao criar uma tabela, você nomeia seuscampos e atribui os tipos de dados que eles poderão conter. Os tipos de dadosestabelecem a quantidade de armazenamento reservado para o conteúdo do campo assimcomo especificam os tipos de formatação e as operações matemáticas e lógicas que vocêpoderá executar com os dados.O Access 2010 oferece duas maneiras de criar uma tabela. Você pode criar umatabela inserindo dados diretamente ou no modo Design, onde você terácontrole completo sobre os campos e propriedades da tabela. Para criar uma tabela, execute os seguintes passos. 1. Com a janela do banco de dados aberta, certifique-se de estar na guia Criar > grupo Tabelas. 2. Clique sobre Design da Tabela .
    • TELA CRIAR TABELA
    • MODO ESTRUTURADesign da TabelaPara criar o design (estrutura) de uma tabelapersonalizada é necessário fornecer alguns dados paraque o Access consiga armazenar os dados de umaforma correta e simples. No modo design de Tabela,você pode criar uma tabela inteira do nada, ouadicionar, excluir ou personalizar os campos de umatabela existente. Basicamente é necessário informar:Nome do campo, Tipo de Dados, Descrição ePropriedades.
    • FASES DO PROJETOAs três fases do projeto de um banco de dadospara qualquer aplicação são asseguintes:1. Definição dos dados (uma análise dos campos necessários);2. Agrupamento e Refinamento dos campos;3. Estabelecimento de relações entre tabelas e campos.
    • DEFINIÇÃO DOS DADOSNa primeira fase, que se refere à definição de dados,você deverá fazer uma lista de todos os camposenvolvidos em sua aplicação - com detalhes, a fim dedeterminar exatamente que tipo de informação deveser armazenada no banco de dados.Na discussão com os empregados da ImobiliáriaProimóvel, eles determinaram que são necessárias trêscategorias de dados: Inquilinos, Imóveis e Pagamentos.Esses tipos de dados irão formar as nossas tabelas.
    • DEFINIÇÃO DOS DADOS –CONT.Também foram determinados como cada umdestes três tipos serão descritos, definindoquais serão os campos de cada tabela. Sendopara o imóvel os seguintes:o nome do inquilino, o endereço do imóvel, otipo do imóvel, data do término do contrato, onúmero de cômodos e banheiros, área doimóvel, o custo do aluguel e outros itens, comogaragem, geladeira, lareira, etc.
    • CAMPOS1. Nome do inquilino2. Endereço do inquilino3. Endereço do imóvel4. Número de cômodos5. Número de banheiros6. Data do término do contrato7. Tipo de imóvel (casa, apartamento, sala)8. Valor do aluguel9. Área do imóvel ( em metros quadrado)10. Garagem11. Dados complementares12. Valor pago13. Valor Multa14. Data Pagamento15. Pagou em Dinheiro ou ChequeUm detalhe importante a ressaltar é que, nesta fase, você deve listar todos oscampos possíveis de seu sistema de banco de dados. Você deve listar maiscampos do que realmente necessita, pois a tarefa de refinar implica a eliminaçãode itens desnecessários e o agrupamento destes itens.
    • REFINAMENTO DOSCAMPOSNesta fase você agrupará os campos em tabelas, caso seja necessário, e refinará os campos em sua listainicial, de maneira que formem uma definição exata dos tipos de dados que serão necessários para obanco de dados.Ao analisarmos a nossa lista, verificamos que ela precisa ser dividida, ou agrupada, em três tabelas, umatabela para informações do inquilino, outra para informações do imóvel e uma terceira para asinformações de pagamento.Isto é necessário porque, além de serem informações distintas, se um mesmo inquilino possuísse mais deum imóvel, resultaria em redundância de informações.Com relação aos campos, os empregados da imobiliária (como exemplo) sugeriram que o campo endereçodeveria ser dividido em rua, cidade, estado e CEP. Havia, também, uma repetição de alguns nomes; paraevitar confusões, o campo nome foi dividido em nome e sobrenome.Foi observado que era necessária a inclusão de mais um campo à lista. Um determinado funcionáriolembrou que as vezes a diretoria solicita uma relação de imóveis por escritório; neste caso, faz-senecessário a inclusão do campo.Escritório à nossa lista. As alterações, ainda nesta fase, quando ocorrem, não tem nenhum problema, masapós criarmos o banco de dados e de termos digitado os dados, qualquer alteração, ainda que permitida,resultará em um processo cansativo de digitação.Ao definir a lista de campos, é interessante calcular o espaço que será utilizado para armazenar o dado deum campo. Certifique-se de ter contado os espaços em branco e a pontuação. Por exemplo, “ Av.Conselheiro Aguiar, 45 ” possui 26 caracteres. A definição dos tamanhos dos campos deve ser analisadacom cuidado e deveremos considerar todas as possibilidades. Especificação do tamanho de campopequeno ocorrerá em problemas na digitação, e em tamanhos grandes, resultará em processamento maislento exigindo mais espaço de armazenamento.
    • TIPOS DE DADOSOs campos em banco de dados são classificados de acordo com o tipo de dado armazenado, cada camposó pode armazenar um único tipo de dado.Definição Tipo de dados e Tamanho:Texto (Padrão) Texto ou combinações de texto e números, bem como números que não exijam cálculos,como números de telefone, até 255 caracteres.Memorando Texto ou combinações longas de texto e números. Até 64000 caracteres.Número Dados numéricos usados em cálculos matemáticos.Data/Hora Valores de data e hora para os anos até 9999.Moeda Valores monetários e dados numéricos usados em cálculos matemáticos que utilizam uma ou maiscasas decimais. Precisão de 15dígitos no lado esquerdo do separador decimal.AutoNumeração Um número seqüencial exclusivo ou número aleatório atribuído pelo Microsoft Accesssempre que um novo registro éadicionado a uma tabela.Os campos AutoNumeração não podem ser atualizados.Sim/Não Valores Sim e Não, ou seja, campos que contém somente um dentre dois valores.
    • TIPOS DE DADOSObjeto OLE Um objeto ( como uma planilha do Microsoft Excel, umdocumento do Microsoft Word, gráficos,sons ou outros dados binários)vinculados ou incorporados à uma tabela do Microsoft Access.Hyperlink Campo que irá armazenar um texto colorido e sublinhado ouum gráfico no qual você clica para saltar para um arquivo, um local emum arquivo ou para uma página da Internet. Até 64.000 caracteres.Assistente de Pesquisa... Cria um campo que permite a você escolherum valor de uma outra tabela ou de uma lista de valores usando umacaixa de combinação.
    • EXEMPLOCampo Tamanho TipoCódigo Imóvel - AutoNumeraçãoCódigo Inquilino - NúmeroEndereço 25 TextoCidade 15 TextoEstado 2 TextoCEP 9 TextoNúmeroCômodos 2 Texto
    • CRIANDO UMA TABELAVimos que a exibição das informações podem ser de várias maneiras, formulários deentrada de dados, consultas ou relatórios, mas elas estão todas armazenadas em tabelas.Uma tabela de banco de dados é uma coleção de dados sobre o mesmo assunto organizadoem linhas e colunas. A criação de uma tabela é um dos processos mais importantes dobanco de dados. Os formulários de entrada de dados, consultas, e relatórios dependem dosdados de uma ou mais tabelas.No momento da criação de uma nova tabela, definimos quais campos farão parte dela equais os tipos de dados poderão ser armazenados em cada campo, isto é, se um campo fordefinido como numérico, não será permitido a entrada de texto.Recursos como este, diminuem erros de entrada de dados.O Assistente de Tabela é uma forma simples de criação de tabela, mas ficaríamos limitadosa aceitar tabelas e campos pré-definidos, prontos. Em alguns casos seria favorável, mascomo a maioria dos campos que definimos não fazem parte das tabelas exemplos que oAssistente oferece, usaremos outra opção.Selecione a opção Banco de Dados Vazio na janela de apresentação Microsoft Access,exibida após o carregamento do Access, ou selecione a opção Novo Banco de Dados domenu Arquivo ou, o clique no botão Novo ( ) da barra de ferramentas, estas duas últimasopções exibem o quadro de diálogo Novo.Na guia Geral, clique em Banco de Dados , e em seguida no botão OK.
    • CRIANDO UMA TABELA
    • CRIANDO UMA TABELA
    • CRIANDO UMA TABELAApós selecionar o botão Criar, o Microsoft Access cria o banco de dados com o nome que vocêdigitou, como exemplo Controle de Imóveis, e exibe a janela Banco de dados com as Tabelas visíveis.Selecione a opção Criar tabela no modo estrutura e clique no botão Novo para criar a tabela Inquilinos denosso banco de dados.
    • MODO ESTRUTURAO Modo Estrutura foi o escolhido por ser o mais completo. Após a criação da tabela, poderemos voltarmais tarde e editar ou modificar qualquer coisa da tabela.No quadro de diálogo Nova tabela escolha também o Modo estrutura como forma decriação desta tabela.
    • TABELA NO MODOESTRUTURA A opção Modo Estrutura, exibe uma tabela onde serão entradas as definições dos campos com seusrespectivos tipos de dados e descrições. Abaixo na caixa de diálogo Tabela, encontraremos aspropriedades do campo atualmente selecionado, estas propriedades poderão ser ativadas ou alteradas.Para o banco de dados que estamos construindo, vamos alterar os tamanhos dos campos conforme foramdefinidos anteriormente. Para a tabela Inquilinos, os campos ficarão da seguinte forma:
    • SALVANDO A TABELAApós a inclusão de todos os campos, clique no botão Salvar da barra deferramentas.O Access perguntará então qual o nome da tabela, digite:
    • SALVANDO A TABELAAntes de salvar a tabela Inquilinos, o Access informará que não foi definida nenhuma chaveprimária para esta tabela. Clique no botão Sim para definir a chave primáriaautomaticamente, verificando se esta chave é o campo CódigoInquilino.
    • NORMALIZAÇÃO –CONCEITO É um processo que consiste em estruturar as tabelas e os atributos na forma mais adequada, do ponto de vista das operações a executar sobre a informação registrada na base de dados, tendo em vista eliminar redundâncias desnecessárias e evitar problemas com a inserção, eliminação e atualização de dados. Existem 3 Formas normais: ◦ Primeira Forma Normal (1FN) ◦ Segunda Forma Normal (2FN) ◦ Terceira Forma Normal (3FN)
    • PRIMEIRA FORMA NORMAL(1FN) Uma tabela está na primeira forma normal (1FN) quando todos os seus atributos são elementares. Não pode existir um conjunto de valores para um determinado atributo.  Exemplo: Registro da informação sobre alunos e respectivas disciplinas.
    • PRIMEIRA FORMA NORMAL(1FN) Tabela na 1FN  Uma possível tabela, com a respectiva chave primária: Alunos-Disciplinas (IdAluno, Nome, Morada, IdDisciplina, Disciplina, IdProfessor, Professor)
    • PRIMEIRA FORMA NORMAL(1FN)  Problemas com a 1FN  A BD ocupa mais espaço em disco (redundância de informação)  Repetição da morada, disciplina, nome, …  Problemas de atualização  Alteração da morada… inconsistência de informação  Problemas de inserção  Inserir um aluno que não esteja matriculado a nenhuma disciplina  Problemas de eliminação  Anular matrícula.. Pode perder-se informação do aluno
    • SEGUNDA FORMA NORMAL(2FN)  Uma tabela está na segunda forma normal (2FN) quando estiver na 1FN e os seus atributos que não fazem parte da chave primária dependerem funcionalmente da chave primária. A tabela: Alunos-Disciplinas (IdAluno, Nome, Morada, IdDisciplina, Disciplina, IdProfessor, Professor) não está na 2FN, pois os atributos Nome e Morada dependem de parte da chave primária (IdAluno), bem como o atributo Disciplina, IdProfessor e Professor, que depende de outra parte da chave primária (IdDisciplina). Tabelas na 2FN: Alunos-Disciplinas (IdAluno, IdDisciplina) Alunos (IdAluno, Nome) Disciplinas (IdDisciplina, Disciplina, IdProfessor, Professor)
    • TERCEIRA FORMA NORMAL(3FN) Uma tabela está na terceira forma normal (3FN) quando estiver na 2FN e nenhum atributo que não seja parte da chave primária depender funcionalmente de outros atributos que não sejam parte da chave primária.  É necessário verificar, tabela a tabela: As tabelas seguintes já estão na 3FN: Alunos-Disciplinas (IdAluno, IdDisciplina) Alunos (IdAluno, Nome) A tabela seguinte não está na 3FN Disciplinas (IdDisciplina, Disciplina, IdProfessor, Professor) pois o atributo Professor depende funcionalmente de IdProfessor, que não é um atributo que faça parte da chave primária.
    • TERCEIRA FORMA NORMAL(3FN) Desta forma, obtemos as seguintes tabelas normalizadas (3FN): Alunos-Disciplinas (IdAluno, IdDisciplina) Alunos (IdAluno, Nome) Disciplinas (IdDisciplina, Disciplina, IdProfessor) Professores (IdProfessor, Professor)
    • MODELO E-R SIMPLIFICADO 1 N ALUNOS- N 1 ALUNOS DISCIPLINAS DISCIPLINAS N 1 PROFESSORES Regras:  Onde o atributo é Chave Primária, tem o grau 1.  Onde o atributo é Chave Externa, tem o grau N.
    • EXEMPLO DE APLICAÇÃO Matricula Classificação N N N 1 N N N 1 ALUNOS Inscrição CADEIRAS Pertence CURSOS N Lecciona 1 1 NDEPARTAMENTOS Pertence PROFESSORES
    • EXEMPLO DE APLICAÇÃO  Considerando o diagrama E-R, apresentado no dispositivo anterior, proceder à derivação das respectivas tabelas, à sua normalização e respectivo modelo E-R simplificado, tendo em conta as seguintes entidades e respectivos atributos:  Alunos (CodAluno, Nome, Morada, FotoAluno)  Cursos (CodCurso, Curso)  Cadeiras (CodCadeira, Cadeira, Ano, Semestre)  Professores (CodProfessor, Professor)  Departamentos (CodDepartamento, Departamento)
    • RESOLUÇÃO Conjunto de Tabelas Normalizadas Alunos (CodAluno, Nome, Morada, FotoAluno) Cursos (CodCurso, Curso) Cadeiras (CodCadeira, Cadeira, Ano, Semestre, CodProfessor, CodCurso) Professores (CodProfessor, Professor, CodDepartamento) Departamentos (CodDepartamento, Departamento) Inscricao (CodAluno, CodCadeira) Classificacao (CodAluno, CodCadeira, Data , Classificacao) Matricula (CodAluno, CodCurso, DataMatricula)
    • MODELO E-R SIMPLIFICADO
    • NORMALIZAÇÃO - RESUMONormalização é o processo de organizar dados num banco de dados. Isso inclui criar tabelas e estabelecerrelacionamentos entre essas tabelas conforme regras projetadas para proteger os dados e tornar o banco de dadosmais flexíveis, eliminando a redundância e dependência inconsistente. Dados redundantes desperdiça espaço em disco e cria problemas de manutenção. Se dados que existe em mais deum local devem ser alterados, os dados devem ser alterados exatamente da mesma maneira em todos oslocais. Uma alteração de endereço do cliente é muito mais fácil de implementar se dados são armazenados somentena tabela clientes e lugar no banco de dados. O que é uma "dependência inconsistente"? Embora seja intuitivo para um usuário procurar na tabela clientes para oendereço de um determinado cliente, não pode fazer sentido procurar lá o salário do funcionário que chama nocliente. Salário do funcionário está relacionado, ou dependentes do funcionário e, portanto, deve ser movido para atabela Funcionários. Dependências inconsistentes podem dificultar dados para acesso porque o caminho paralocalizar os dados pode estar faltando ou dividido. Existem algumas regras de normalização de banco de dados. Cada regra é chamada de "formulário normal". Se aprimeira regra é observada, o banco de dados é considerado "primeiro formulário normal". Se as primeiras trêsregras forem observadas, o banco de dados é considerado "terceiro formulário normal". Embora outros níveis denormalização são possíveis, a terceira forma normalizada é considerada o mais alto nível necessário para a maioriados aplicativos. Com muitas regras formais e especificações, cenários do mundo real sempre permite conformidade perfeita. Em geral,normalização requer tabelas adicionais e alguns clientes localizar este complicado. Se você decidir violar uma das três primeirasregras de normalização, certifique-se de que seu aplicativo antecipa os problemas que poderiam ocorrer, como dadosredundantes e dependências inconsistentes.
    • FORMAS DENORMALIZAÇÃOPrimeiro formulário normalElimine os grupos de repetição em tabelas individuais. Crie uma tabela separada para cada conjunto de dadosrelacionados.Identifica cada conjunto de dados relacionados com uma chave primária. Não use vários campos em uma únicatabela para armazenar dados semelhantes. Por exemplo, para rastrear um item do estoque provenientes de duasfontes possíveis, um registro de inventário pode conter campos para código de fornecedor 1 e 2 do código defornecedor. O que acontece quando você adiciona um fornecedor terceiro? Adicionar um campo não é a resposta; Ela requermodificações de programa e a tabela e não acomoda suavemente um número dinâmico de fornecedores. Em vezdisso, coloque todas as informações do fornecedor em uma tabela separada denominada fornecedores e estoque delink para fornecedores com uma chave de número de itens ou fornecedores de estoque com uma chave de códigodo fornecedor.Segundo formulário normalCrie tabelas separadas para conjuntos de valores que se aplicam a vários registros.Relacione essas tabelas com uma chave externa.Registros não devem depender algo diferente de chave primária da tabela (uma chave composta, se necessário). Por exemplo,considere o endereço do cliente em um sistema de contabilidade. O endereço é necessário pela tabela clientes, mas tambémpelas tabelas Pedidos, remessa, faturas, contas a receber e coleções. Em vez de armazenar o endereço do cliente como umaentrada separada em cada uma dessas tabelas, armazená-lo em um lugar, na tabela clientes ou em uma tabela endereçosseparada.
    • TERCEIRA FORMANORMALIZADA Elimine campos que não dependem da chave.Valores de um registro que não fazem parte da chave do registro não pertencem na tabela. Em geral, sempre que o conteúdo de um grupo de campos pode se aplicar a maisde um único registro na tabela, considere colocar esses campos em uma tabela separada. Por exemplo, em uma tabela de recrutamento de funcionário, nome da Universidade e oendereço do candidato podem ser incluídos. Mas você precisa de uma lista completa deuniversidades para correspondências de grupo. Se Universidade (informações desta) sãoarmazenadas na tabela de candidatos, não há nenhuma maneira de universidades lista comcandidatos não atuais. Criar uma tabela separada de universidades e vinculá-lo para atabela de candidatos com uma chave de código de universidade. Pode ser mais viável para aplicar a terceira forma normalizada somente para dados quemudam freqüentemente. Se alguns campos dependentes permanecem, projete seuaplicativo exigir que o usuário verifique se que todos os campos relacionados quandoqualquer um é alterado.
    • OUTROS FORMULÁRIOS DENORMALIZAÇÃOQuarto formulário normal , também chamado Boyce CoddNormal formulário (BCNF) e quinto formulário normal existe,mas raramente são considerados no designprático. Desconsiderando essas regras pode resultar em designde banco de dados menor que o perfeito, mas não deve afetar afuncionalidade.
    • OS DADOS – DICAS DENORMALIZAÇÃOEntendendo Seus DadosAntes de iniciar a criação das tabelas, é importante entender o que se planeja fazer com os dadose como estes mudarão com o passar do tempo. As idéias levantadas neste ponto vão afetar todo odesenvolvimento do aplicativo.Quais São os Dados Necessários?Ao criar um aplicativo, é crítico entender os resultados finais para estar seguro de ter todos osdados necessários e saber de onde eles virão. Por exemplo, qual a aparência dos relatórios, deonde vem cada parte dos dados e, principalmente, os dados existem? Nada é mais danoso paraum projeto que descobrir, bem adiante no processo, que faltam dados para a emissão de umrelatório importante. Uma vez sabendo os dados necessários, deve-se determinar de onde eles virão. Osdados serão importados de outra fonte? Estes dados precisam ser “limpos” ou verificados? O usuário entracom os dados?Ter um bom conhecimento de quais dados são necessários e de onde eles virão é o primeiro passo para acriação de um bom banco de dados.
    • OS DADOS – DICAS DENORMALIZAÇÃOO Que Vai Ser Feito com os Dados?Os usuários precisarão editar os dados e, se sim, como os dados deverão ser mostrados para que possamentendê-los e editá-los? Existem regras de validação e tabelas de pesquisa relacionadas? Existemsituações de auditoria associadas com a entrada de dados que exigem a manutenção de cópias desegurança das exclusões e alterações? Que tipo de informações resumidas devem ser apresentadas aocliente? Será necessária a exportação de arquivos? Com estas informações pode-se ter uma idéia de comoos dados contidos no banco se relacionam.Como os Dados Se relacionam?Agrupe seus dados em campos relacionados (como informações relativas aos clientes, informaçõesrelativas aos pedidos, e assim por diante). Cada grupo de campos representa uma futura tabela no bancode dados. Deve-se, então, considerar como elas se relacionam. Por exemplo, quais tabelas sãorelacionadas em relacionamentos um-para-muitos (por exemplo, um cliente pode ter vários pedidos)?Quais tabelas têm relacionamentos um-para-um (que podem, talvez, ser combinadas em uma únicatabela)?O Que Vai Acontecer com os Dados com o Tempo?Depois que as tabelas são criadas, o impacto do tempo raramente é considerado, podendo causar sérios problemasmais adiante. Muitas tabelas funcionam muito bem no uso imediato. Entretanto, muitas delas desmoronam àmedida que o usuário modifica ou acrescenta dados com o correr do tempo. Muitas vezes os desenvolvedoresnecessitam reestruturar suas tabelas para atender a estas mudanças. Quando a estrutura de uma tabela é alterada,todas as suas dependências (consultas, formulários, relatórios, códigos) também necessitam ser alterados. Entendere antecipar estas alterações permite uma implementação que minimize os problemas
    • EXERCÍCIO DE CASAFAÇAM UMA TABELA NO MICROSOFT ACCESS(qualquer versão) E ENTREGUE NA PRÓXIMAAULA (via pendrive ou qualquer outra mídia).
    • REGRAS BÁSICAS PARARELACIONAMENTOS EASSOCIAÇÕESPara que os relacionamentos e as associações entre tabelas sejampossíveis, é necessário que algumas regras sejam obedecidas.Vejamos:a) Como já foi dito antes, para que seja possível o relacionamentoentre duas ou mais tabelas é necessário que haja uma informaçãocomum a cada par de tabelas que ser que relacionar ou associar;b) O campo comum tem que ser do mesmo tipo ou de tiposcompatíveis. Por exemplo Texto – Texto ou Número – Número ou Número - Autonumeração;c) O campo comum deve ter o mesmo conteúdo e propriedades;d) Em uma tabela o campo comum costuma ser chave e na outra podeser ou não. Deste modo, estabelece-se o tipo do relacionamento: um-para-um, um-para-muitos ou indeterminado (quando o campocomum não é chave em nenhuma das tabelas)..
    • TIPOS DE RELAÇÕES NOBANCO DE DADOSPara melhor entender o desenho acima, vamos a um exemplo.A tabela Funcionários contém os nomes de todos os funcionários da empresa, mas atabela de produto contém somente o número da matrícula do funcionário que efetuou avenda do produto nesta empresa. Uma vez que saiba qual a encomenda é possível saberqual o funcionário que vendeu o produto e emitir- lhe um cheque nominal no valor de suacomissão.
    • RELACIONAMENTOS§ Um para Um : neste tipo de Relação, umregistro na Tabela A não pode ter mais de umúnico correspondente na Tabela B, e vice-versa.Isto não é comum e pode exigir algumasalterações na criação de seu Banco de Dados.§ Um para Vários : neste tipo de Relação, umregistro na Tabela A pode ter várioscorrespondentes na Tabela B. Isto é comum edemonstra a eficiência dos Banco de DadosRelacionais.
    • CRIAÇÃOPara criar um relacionamento entre tabelas, execute os seguintes passos:1. Selecione o comando Relações a partir da guia Ferramentas de Banco de Dados > grupoRelações. A caixa de diálogo Mostrar tabela será exibida como mostra a figura abaixo. Nota: Antes de relacionar as tabelas, não esqueça de verificar se as mesmas estão fechadas.
    • CRIAÇÃO2. Selecione e adicione as tabelas que deseja relacionar.3. Clique sobre o botão Fechar. A janela de relacionamentos será exibida como mostra afigura abaixo.
    • CRIAÇÃO4. Dê um clique no campo que será usados para relacionar com a outra tabela.5. Mantendo do botão do mouse pressionado, arraste o campo até o campocorrespondente na tabela com a qual quer relacionar.6. Solte o botão do mouse e a tela abaixo será apresentada. Na Tela abaixo definimos os seguintesitens:
    • IMPOR INTEGRIDADEREFERENCIALQuando um campo é arrastado de uma tabela para outra, a tabela de onde o campo é arrastado é considerada amais importante que a outra com a qual está se relacionando, isto é, só poderão existir dados na tabela―secundária‖ se houver um registro correspondente na tabela ―principal‖, assim determina-se qual a tabela mãe equal a tabela filha.Se for selecionada a caixa ―Impor Integridade Referencial‖, determina-se a hierarquia dealimentação de entre as tabelas, assim, somente poderão ser inseridos dados na tabela filha apartir do momento em que exista um registro relacionado na tabela mãe.O Relacionamento poderá ser de três formas: Um para UM e Um para Vários. Um para UM – Na tabela filha somente poderá existir um registro relacionado a um registro da tabela mãe. Um para Vários – Na tabela filha poderão existir vários registros relacionados a um registro da tabela mãe. Indeterminado — Quando o campo não é chave primária em nenhuma das duas tabelas.Após selecionar a caixa ―Impor Integridade Referencial‖, serão disponibilizadas as caixas: ―Propagar Atualizaçãode Campos Relacionados‖ e ―Propagar Exclusão de Registros Relacionados‖. Propagar Atualização de Campos Relacionados – Quando selecionada, determina que qualquer modificação feita na informação do campo relacionado na tabela mãe, será propagada para as tabelas filhas. Propagar Exclusão de Registros Relacionados – Quando selecionada, determina que quando houver exclusão de registros relacionados na tabela mãe, também serão excluídos os registros relacionados nas tabelas filhas.
    • TIPOS DE JUNÇÃOQuando definimos o tipo de associação entre duas tabelas, na realidade estamos definidoquais registros serão selecionados em uma consulta.Para definir o tipo de associação dê um clique no botão Tipo de Junção, que se encontra najanela de Relacionamentos e a tela abaixo será mostrada.
    • TIPOS DE JUNÇÃOComo podemos ver no gráfico acima, existem três tipos deassociações:1. Selecionar, em tabelas diferentes (ex: a ALFA e a BETA) relacionadassomente os registros onde os campos associados forem igualmenteassociados.O tipo de associação padrão seleciona somente aqueles registros dastabelas ou consultas associadas que possuem os mesmos valores noscampos associados. Quando os valores são os mesmos, a consultacombina os dois registros coincidentes, exibindo-os como umregistro nos resultados da consulta. Se uma tabela não tiver umregistro correspondente na outra tabela, esse registro não aparecerános resultados da consulta.
    • TIPOS DE JUNÇÃO2. Selecionar, nas tabelas associadas todos os registros da tabela mãe e, da tabelafilha, somente os registros associados com a tabela mãe;3. Selecionar, nas tabelas associadas todos os registros da tabela filha e, na tabelamãe, somente os registros associados com a tabela filha.
    • TIPOS DE JUNÇÃONota1: A forma de associação pode ser modificada na estrutura da consulta, como será mostradoadiante. Para efetuar esta modificação basta dar um duplo clique na linha que liga as duas tabelas.Nota2: O tipo de relacionamento, somente pode ser modificado no quadro de relacionamentos. Paraefetuar esta modificação basta dar um duplo clique na linha que liga as duas tabelas.Nota3: Se no relacionamento houver imposição de integridade referencial, a última opção nunca seráverdade.
    • TIPOS DE JUNÇÃO DICA : Para excluir um relacionamento, basta dar um clique na linha que liga as duas tabelas e pressionar a tecla Delete. Veja como as tabelas Cadastro de Funcionários e Endereços ficam relacionadas:
    • VÍDEOS RELACIONAMENTOS DE TABELAS. Criando Relacionamentos no access.mp4
    • CHAVES PRIMÁRIAO Microsoft Access utiliza uma marca única, chamada Chave Primária ,para identificar cada Registro Chave em sua tabela. Assim como onúmero da placa identifica um automóvel, a Chave Primária identificaunicamente um registro.§ Toda tabela deve possuir no mínimo uma Chave Primária .§ Você seleciona o campo ou os campos que compõem a ChavePrimária , pelos métodos clicar ou clicar e arrastar.§ Alguns campos não são boas Chaves Primárias . Por exemplo, sevocê escolher o campo sobrenome para usar como Chave Primária ,sua tabela não poderá ter dois registros com o sobrenome “Silva”§ Em geral, números são boas Chaves Primárias . Por exemplo, um“Numero de Identidade” pode identificar o registro de cadafuncionário.
    • CRIANDO AS CHAVES-PRIMÁRIASPara criarmos a chave-primária da tabela, basta clicarmos com o botão direito domouse sobre o campo que desejamos tornar chave, no nosso caso o campo“Cod_Aluno”.Selecione o item “Chave primária”, e o desenho da chave aparecerá aolado do campo.
    • TIPOS DE CHAVE-PRIMÁRIAExistem 3 tipos de chaves primárias no Access que são as seguintes: Chave primaria de numeração automática - este campo pode ser utilizado para introduzir automaticamente um numero sequencial sempre que o registro é adicionado a tabela. Esta é uma das formas mais fáceis de criar uma chave primária. Chave primárias de campos simples - se tiver um campo que contenha valores exclusivos, como o número de código ou número de referencia, esse campo pode ser designado como uma chave primaria. Desta forma podemos especificar uma chave primária para cada campo, desde que esse campo não seja duplicado ou nulo. Chaves primária de múltiplos campos - em campos que não se possa garantir nenhum campo simples podemos designar dois ou mais campos como chave primaria. Este caso acontece muito sempre que tentamos relacionar duas outras tabelas numa relação muitos-para-muitos.
    • RESUMO – CHAVEPRIMÁRIADefinimos um campo como chave sempre que o mesmo for responsável pelaidentificação do registro. Um campo chave é automaticamente indexado e nãoaceita duplicidade de dados, assim temos uma referência para cada produto,uma matrícula para cada funcionário e assim por diante.Os tipos de campos que geralmente são usados como chave são: Texto,Número, Moeda e Data/Hora.Os tipos de campo que não podem ser chave são: Memorando, Ole Objeto,Hyperlink, Anexo e CalculadoNota1: Para colocar um campo como chave basta que na estrutura da tabela,com cursor no nome do campo que se quer definir como chave, cliquemos nobotão que possui uma chave como figura.Nota2: Quando um campo é definido como chave, sua propriedade Indexadoassume a opção: Sim (Com Duplicação Não Autorizada).
    • PERGUNTAS FREQUENTESO que é código fonte?Código fonte é o código do programa ainda aberto num formato em que umcompilador possa abrir e alterá-lo.O que é linguagem de alto nível?É aquela linguagem q se aproxima da linguagem humana.E linguagem de baixo nível?Seria uma linguagem que se assemelha a linguagem da máquina. Ex. OAssembly.O que é compilador?É um programa para escrever e abrir códigos que criam um programa ouarquivo.
    • MANIPULAÇÃO DE DADOSApós a criação de uma tabela, o utilizador pode introduzirdados para essa tabela.Poderá também, posteriormente, manipular esses dadosintroduzidos provocando alterações, eliminação ou copiar osdados.Para introduzir dados para uma tabela, basta dar um duploclique no respectivo nome da tabela, ou, em alternativa,selecionar a tabela e dar um clique no botão Abrir da janela dabase de dados.Surgirá então uma janela com a tabela sob a forma tabular(Folha de Dados) onde cada coluna representa um campo databela e cada uma das linhas, um registro. Os nomes doscampos encontram-se na primeira linha da grelha de células.
    • INSERÇÃO DE DADOSPor se tratar da primeira vez que se inserem dados, só existe uma linha queseencontra vazia. Á medida que se introduzem registros irão aparecer novaslinhas vazias.
    • INTRODUÇÃO DE DADOSPara introduzir dados, basta começar a escrever na primeira célula.Automaticamente, abre-se uma nova linha em branco abaixo da linha corrente.
    • INTRODUÇÃO DE DADOSSe tiverem sido definidas regras de validação para os campos, as mesma serãoobservadas quando for confirmado (através da tecla Enter) o conteúdo para o campo.Caso os dados inseridos no campo não correspondam ao tipo especificado de acordocom a criação da estrutura da tabela, surgirá a seguinte caixa de diálogo:Após a introdução de cada registro, automaticamente o Access grava-o na tabela.
    • REGRAS DE INTRODUÇÃO DEDADOSRelativamente à introdução de valores nos campos existem algumas regras ater em consideração:• num campo Número (Number) ou Moeda (Currency) não pode escreverletras e sinais de pontuação (exceto os sinais “-”, “.” , “,” e os parêntesiscurvos• um campo Sim/Não (Yes/No) só aceita as palavras Sim, Não, Verdadeiro,Falso, Ligado, Desligado (Yes, True, On, No, False, Off). Também podeintroduzir um número, sendo o 0 convertido para Não e outro númeroqualquer convertido para Sim• o valor de um campo Data/Hora (Date/Time) tem de estar conforme com oformato de data especificado no ícone Definições Regionais (RegionalSettings) do Painel de Control (Control Panel).• um campo Numeração Automática (Counter) não aceita nenhum valor. Éum campo de preenchimento automático.
    • INTRODUÇÃO DEREGISTROSEm virtude da ordem dos registros não ser relevante de acordo com a sua introdução, oAccess não permite que o utilizador insira registros entre os já existentes. É permitidoapenas a adição de registros no fim da tabela. Para tal, basta escolher a opçãoRegistro do menu Inserir ou Ir Para/Novo no menu Editar . O símbolo + que surge no lado esquerdo dos registros tem como função mostrar (permite edição) os registros relacionados na tabela Facturas.
    • SELECIONAR REGISTROSPara efetuar qualquer operação sobre um registro como, por exemplo, copiar oueliminar um registro, terá de o selecionar posicionando o cursor na zona/barra deseleção que se situa na coluna à esquerda do primeiro campo da tabela ao lado doregistro que se pretende selecionar e dar um clique.
    • SELECIONAR REGISTROSPara selecionar um conjunto de registros, selecione o primeiro registro doconjunto e,carregando na tecla SHIFT selecione o último registro do conjunto.Para selecionar todos os registros de uma tabela poderá optar por escolher aopção Selecionar todos os registros no menu Editar ou, em alternativa, dar umclique no quadrado existente do lado esquerdo do nome do primeiro campo(como numa folha de cálculo):
    • COPIAR REGISTROS Para copiar registros, deverá selecionar, em primeiro lugar, o(s)registro(s) que pretende copiar, copiá-los e finalmente escolher aopção Colar acrescentando no menu Editar .Os registros serão acrescentados automaticamente no fim da tabela,independentemente do registro corrente.
    • MOVIMENTAÇÃO DATABELAPara se movimentar nos campos e nos registros pode utilizar as mesmas técnicasda folha de cálculo. Para além disso, o utilizador pode recorrer à caixa dedeslocamento vertical (elevador), existente no lado direito da tela para se posicionarnum determinado registro.Para se posicionar num registro específico, poderá recorrer à barra de controleexistente no canto inferior esquerdo da tela, posicionando o cursor na célula ádireita da palavra Registro: e digitar um novo valor confirmando através da teclaEnter:
    • ELIMINAR DADOSPara eliminar o conteúdo de um campo, o utilizador deve selecionar o respectivo valor eutilizar a tecla Delete ou Backspace. Poderá optar pelo comando Cortar do menu Editarou dar um clique no botão TESOURA.Para desfazer a operação de eliminação, utilize a tecla Esc, ou escolha o comandoAnular do menu Editar , ou o botão VOLTAR.Para eliminar um ou mais registros, selecione-os e utilize a tecla Delete ou escolha aopção Eliminar no menu Editar .O Access solicitará ao utilizador que confirme a operação de eliminação dos registrosselecionados.
    • JANELA DE EDIÇÃOEmbora a janela de visualização/edição seja suficientemente explícita para as funçõesque lhe competem, há sempre a hipótese de alterar o seu aspecto, adequando-a aomodo ao utilizador. Esta alteração do aspecto pode ir desde o aumento ou diminuiçãoda largura das colunas ou da altura das linhas, até ao “congelamento” de colunas,entre outras.Este tipo de alterações é gravado juntamente com a estrutura da tabela sempre quese fecha a janela. As operações de parametrização podem aplicar-se às colunas,linhas ou a toda a janela.ColunasPara alargar ou diminuir a largura de uma coluna, deve colocar o cursor no separador(linha vertical) existente entre a coluna/campo e a coluna/campo seguinte e arrastaro cursor na direção desejada.Poderá efetuar um duplo clique para ajustar automaticamente a largura de umacoluna.
    • JANELA DE EDIÇÃOCongelamento/descongelamento de colunasÉ muito freqüente a necessidade de manter um determinado número de colunas semprevisível à esquerda da janela, afim de permitir a leitura simultânea de dados colocados emcolunas fisicamente distantes umas das outras. A isto chama-se“congelamento” (manter um n.º de colunas fixas), sendo o oposto, “descongelamento”.Esta é uma situação vulgar quando se trata de tabelas extensas, isto é, tabelas commuitos campos que ocupam mais espaço do que a largura da tela.Para “congelar” colunas deverá, em primeiro lugar, selecionar as colunaspretendidas. Para o fazer deverá posicionar o cursor por cima do nome identificadordo campo e efetuar um clique. A coluna ficará selecionada e de seguida deveescolher o comando Fixar colunas no menu Formatar .Para fazer o inverso, ou seja, “descongelar” as colunas deve escolher o comandoLibertar todas as colunas no menu Formatar .
    • O Microsoft Visual Basic é um pacote para desenvolvimento deaplicações visuais para ambiente Windows, baseado na linguagemde programação Basic. É orientado a eventos, o que quer dizerque trata ocorrências que dão início a alguma rotina de trabalho: oprograma fica parado até que algo aconteça. Quer dizer tambémque ele permite o uso de objetos, mas não a sua criação, pois nãoé uma linguagem orientada a objetos.Objetos são estruturas que combinam propriedades e métodos. Aspropriedades são características dos objetos, que podem seracessadas e/ou alteradas pelo programador tanto em tempo deprojeto (quando o projeto está sendo desenvolvido) quanto emtempo de execução (quando o aplicativo está sendo executado).
    • EXEMPLO DE CÓDIGO EMVISUAL BASIC