Histórias Dos Alunos
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Histórias Dos Alunos Histórias Dos Alunos Presentation Transcript

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  • No laboratório de Informática, onde tudo começou Nosso trabalho do projeto “Nossa escola tem história” foi muito produtivo. Os alunos mostraram grande interesse trabalhando fora dos horários de aula e a empolgação foi tanta que se estendeu para dentro do período também. Pena que o projeto está chegando ao fim, mas aprendemos muito com isso. É uma pena que o ano que vem não estarei mais nessa escola, mas aprendi muito com o Projeto. Maria Aparecida – 8ª B
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  • Um presente inesquecível Lembro bem deste dia, foi uma sexta-feira do mês de julho. Estava de férias como todos do Brasil, estava viajando para Águas de São Pedro, com meu irmão e os amigos dele. Mas neste dia aconteceu uma coisa bem legal além de eu ir viajar eu fui para o shopping e lá comprei um presente “misterioso”, ninguém sabia para quem era ou o que era, mas era um presente! Na segunda-feira todos ficaram sabendo o que então eu me aproximei da minha amiga e disse: -É para você! Ela abriu e descobriu que era uma boneca, a boneca que ela mais queria! Foi um dia que eu e ela ficamos felizes. Maria Vitória do Amaral 5ªC
  • O tal diário Ai, esse diário tem histórias para contar viu, me lembro como se fosse hoje o dia que o ganhei. Era uma tarde de fim de semana, quando o pai da minha prima ligou para ela dizendo se ela queria ir para casa dele, ela disse que e sim, me chamou e eu aceitei. O pai dela chegou lá de carro e nos levou, seguindo o caminho, ele decidiu parar no hipermercado “Walt Mart”, ao entrar ficamos de boca aberta, pois era muito grande. Meu tio foi pegando algumas guloseimas, já nós duas fomos direto ao setor de materiais escolares, fiquei perdida, pois vi uma coisa mais perfeita que a outra. Podíamos pegar qualquer coisa daquele setor, minha prima pegou uma agenda do Garfield, já eu peguei esse “tal diário”. Fomos ao caixa pagar, pagamos e fomos embora, chegando a casa dele, pagamos e fomos embora, chegando à casa dele, rapidamente pegamos nosso presente e começamos a escrever, meu diário é muito legal, tem várias perguntas, desenhos, histórias... Diverti-me muito completando ele, e me divirto até hoje vendo a cabeça que tinha antes e como tenho agora, irei guardá-lo com muito amor e carinho, pois quero tê-lo para mostrar aos meus filhos, aos meus netos, pois é com esse diário que tenho ótimas recordações, isso é muito significante e importante á minha vida. Vitória Camini Jorge 7ªC
  • Um dia incrível Estava um dia lindo, ensolarado e eu estava vindo para a escola sossegada , calma, olhando para o céu azul , imaginando mil coisas. Estava com pressentimento de que alguma coisa iria acontecer, mas o que seria? Bom ou ruim? Não saberia dizer, teria que esperar. Quando cheguei na escola tudo bem, cumprimentei todos os meus amigos, normalmente. Subimos para a primeira aula e lá vem uma das inspetoras do corredor avisando que iríamos sair mais cedo, foi uma alegria para todos. Gritamos, pulamos até a hora que a professora irritada queria começar a aula e com isso todos se sentaram e ficaram quietos. Um amigo teve a idéia de chamar a turma para irmos para a praça brincar e conversamos um pouco, só que meu pai não iria deixar de jeito nenhum e nem poderia descobrir se eu fosse. Eles me deram até o final da aula se iria ou não?. Será que deveria fazer isso? E se meu pai descobrisse? Estava com muito medo, gelando até os fios de cabelo, eu nunca tinha desobedecido meu pai, o que eu iria fazer. Chegou a hora de dizer sim ou não, foi aí que superei meu medo, esqueci do meu pai e disse que iria com eles. Ainda com um pouco de medo fui, nós nos divertimos muito, brincamos, e acabou com meu pai não descobriu nada, foi um dia incrível, que vou guardar para sempre. Maria aparecida – 8ª B
  • A primeira vez No dia 29 de dezembro de 2003,o meu melhor amigo até hoje,o Henrique,me ligou para ir para o Hotel****Jerubiaçaba, no dia 1 de Janeiro, para ficar lá um mês .O meu pai não queria deixar,pois eu tinha 8 anos e era minha primeira viagem sozinho,e ele não sabia se eu iria agüentar ficar um mês fora de casa...mas no final ele deixou. No dia 1 de Janeiro, nem dormi, acordei 6:00h,com a mala já pronta,saí de casa 8:00h para chegar em Águas de São Pedro,no hotel às 10:00h,uma viagem de 2 horas parecia durar o dia inteiro. Eu cheguei lá , meu amigo estava me esperando no saguão e ele foi me mostrar o hotel. Eu achei que o hotel era pequeno, modesto,mas quando eu entrei era o maior hotel que eu já vi na minha vida, tinha uma piscina enorme com hidro massagem,duas quadras de tênis,duas quadras uma de futebol de campo e outra mista,uma sala de jogos de tabuleiro e outra de ping-pong. O nosso quarto era o maior e melhor quarto do hotel,o de luxo, tinha uma sala com tv e dvd e uma suíte com duas camas e uma banheira .O restaurante era grande “pra dedel” e a comida muito boa,cada dia uma comida diferente e o meu dia preferido era o sábado porque no almoço era feijoada e no jantar , macarrão e o café da manha tinha de tudo. Eu fiquei um mês lá e me diverti muito. Renato Augusto do Amaral Filho - 7ªC
  • Meus dias melhores Eu não me lembro do meu primário Mas eu vou sempre lembrar da minha professora. Dos meus colegas, de tudo que eu fazia Foi um tempo em que eu aprendi muito. Eu sempre gostei de ir em passeios De quando nos fazíamos brincadeiras. Quando a gente ia assistir filmes Eu não gostava muito de ir no zoológico. Minha melhor série foi a 1ª Foi quando eu comecei a me interessar pelos estudos Pra mim, não existe série ruim Quem faz a sala ruim são os alunos Por isso eu falo aproveitem enquanto a tempo Porque o tempo passa rápido demais Por mais que não gostem dos professores Tentem estudar. Íris Caroline de Moraes 6ºC Nº 16
  • Um dia que aconteceu comigo Prova de matemática Numa manhã fria e pálida, de uma sexta-feira de agosto, desse mesmo ano, o dia da alegria, acordei meio deprimente, sem receio do atraso. Olhava no relógio os minutos passando, sabendo que seu não me apresasse irias me atrasar. Mas naquela manhã não estava com mínima preocupação. Ia e vinha do banheiro com maior lentidão. Os olhos olhando para baixo, quase fechando e, se abrindo no susto. Mesmo assim, fui à escola. Lembrava-me que aquela depressão anteriormente se dava a um caso, só não lembrava dele. Descobri bem ao chegar: - Se preparou bem para a prova?- me perguntou um amigo. -PROVA?!...Ah, a prova de matemática. –levei um susto, mas depois logo passou, pois sempre me dou mal nessa matéria, recebi um NS no boletim e, sendo essa prova uma olimpíada, “Olimpíada de matemática”, estava até sem pretensões de passar da primeira fase. Entrei na sala de geografia para fazer a tal prova, porque a de geografia, não sei. Sentei, à espera da prova. Demorou um pouco, mas logo chegou à minha carteira. Múltipla escolha! Ufa! Pois se fosse para elaborar as fórmulas, me enrolaria em números e teorias por me deixar louco. Olhei centenas de vezes, frente e verso, contabilizando vinte questões. As primeiras pensei languidamente, mas a medida que via os outros alunos acabando suas provas, passei a chutar as questões, só as últimas. Dei a prova ao professor com apenas alguns poucos alunos na sala. Fiquei entre os últimos; olha só! No dia seguinte, chamou-me a coordenadora. Não fazia a mínima idéia do que era. Na diretoria soube que fui selecionado, pois acertei um número x de questões, para fazer a prova na 2a. fase, mas apliquei corretivo na ficha de respostas, o que não poderia. Fui só para repassar em outra ficha. Conclusão: PASSEI!!! Uau! Nem acreditei. Não pude me conter. Ao chegar na sala, esbanjei aquele sorriso indiscreto que toda a galera logo percebeu. Foi um dia surpreendente! LUIS FELIPE SOARES – 8ª C
  • Uma Verdadeira Historia de Amor Nos conhecemos há pelo menos 10 anos. Ela estudou a maior parte dos anos com minha irmã. Quando a conheci não sei o que me impressionou, mas sei que algo em mim ficou balançado quando a vi. Eram amigas inseparáveis. E por isso notícias sobre ela se tornaram muito comuns. Mas pra mim a pior de todas foi quando minha irmã me disse que ela estava namorando. No fundo eu nunca perdi a esperança. E sempre dizia pra minha irmã que um dia eu iria conquistá-la. Até que um dia por um acaso em uma festa em minha casa eu estava solteiro e ela também, os corações se aproximaram. Assim como quem não quer nada eu fui me aproximando dela. Conversava com um e com outro mas sem tirar os olhos dela. E numa certa hora eu já estava super afim mas sem coragem de chegar e falar alguma coisa Foi então que tive a brilhante idéia de dar um beijo nela. Sabia que estaria naquele momento arriscando duas coisas, um tapa na cara ou um beijo de verdade. Graças a Deus a segunda opção foi o que aconteceu e rolou O primeiro beijo de muitos que viriam depois. Ficamos juntos mas meio sem jeito. Um com uma certa vergonha do outro. Mas percebemos ali que seria um grande caso de amor. Sabendo que mesmo nos conhecendo a tanto tempo. O momento certo chegaria sem que nós percebêssemos. E chegou em uma grande hora. Provando que Nada é Por Acaso E Graças a Deus tudo tem o seu momento certo pra acontecer. Raul R. Gomes – 6ª C
  • Pobres soberbos Era em 2007, o ano em que todos estavam ansiosos, pois lutamos tanto pra chegar lá. A recompensa nos esperava. Em meados dos meses de Junho ou Julho, participei dos Jogos Estudantis. Estava no time de vôlei da escola, embora preferisse o basquete, mas nosso time não foi inscrito. Treinamos exaustivamente para uma competição que reunia os times da Zona Sul. Jogamos num CEU de lá. Enfrentamos três equipes, vencemos todas facilmente. Fomos campeões!!! Um sentimento de ufania perdurou por duas semanas. Mas como diz o ditado que “felicidade de pobre dura pouco”, veio o campeonato mais importante de vôlei que já participamos, em que os campeões de cada zona se enfrentariam no Pacaembu. Foi no mês de Agosto, que eu me lembre. Ao chegarmos, encontramos todos os nossos “rivais” à espera da tão sonhada competição. Senti uma dor de barriga.... A quadra nem era tão grande, mas naquele momento parecia uma imensidão de chão retângulado! A rede parecia ter 5 metros! Senti-me uma formiga em meio aqueles jogadores. O primeiro jogo não foi o nosso. Estava tão ansioso! Chamaram nossa escola. Pronto, é agora ou nunca! Cada ponto comemorava como se fosse o gol na prorrogação de Brasil versus Argentina na final da Copa do Mundo. Tínhamos até torcida. Acabamos ganhando o jogo. Fomos às alturas. Senti-me o Pelé! Mas...... Aí veio o segundo jogo. Pobres soberbos fomos. Perdemos de lavada! Nossa professora nos deu uma baita bronca, afinal, se ganhássemos iríamos à final. Restou lutar pelo terceiro lugar. Totalmente abalados fomos jogar e, milagrosamente GANHAMOS. Nunca vou esquecer aquele dia! Por isso sempre me lembro de nunca ser tão orgulhoso a ponto de desprezar o adversário, ou qualquer pessoa. Luis Felipe Soares - EMEF Celso Leite Ribeiro Filho
  • Minha primeira escola Negreiros era o nome da minha primeira escola, ela fica na zona leste de São Paulo. Foi lá que eu conheci as pessoas mais maravilhosas do mundo, foi lá que eu passei praticamente minha infância inteira... Eu estudei da 1° a 4°série, eu lembro que no último ano que foi a 4°série ia ter uma formatura eu tinha 10 anos, aí minha turma, como de costume todo final de ano, escrevia nas camisetas. A minha eu fiz questão de que todo mundo escrevesse nela, por isso essa camiseta tem um valor muito sentimental para mim, pois nela meus melhores amigos (as) deixaram mensagens para mim...! Renata Mafra Pereira
  • Uma viagem de avião No dia 16 de junho de 2007 eu fui viajar para Campina Grande com minha mãe. Logo de manhã fomos para o aeroporto. Quando chegamos lá fomos fazer o check-in para podermos embarcar. Ficamos na fila por uma hora e então quando chegou a nossa vez a moça que ia nos atender disse: - Não há mais lugares. Eu e minha mãe não acreditamos como isso poderia acontecer, mas logo veio a solução, a moça que estava nos atendendo falou que nós poderíamos escolher entre ficar no aeroporto esperando até a noite para embarcarmos em outro vôo ou ir para um hotel inteiramente de graça. É claro que escolhemos ir para o hotel. Meia hora depois fomos pegar uma van para irmos até o hotel. Quando chegamos lá pegamos o cartão para abrir o quarto. Quando entramos vimos a beleza do lugar, o quarto era demais, minha mãe foi arrumar as coisas e eu fui mexendo em tudo. Eu não parei por um minuto, passei o dia todo me divertindo. Quando chegou a hora de irmos para o aeroporto eu e minha mãe nos arrumamos e pegamos a van novamente. Um tempo depois embarcamos e fomos ao nosso destino. Esse dia foi inesquecível afinal era tudo grátis! Jéssica Araújo Gomes - 8ªC
  • Eu, artilheiro Eu participei de um campeonato de futebol e marquei 8 gols em uma só partida. Meu time foi campeão. Quando começou o jogo eu estava muito nervoso porque eles me colocaram no gol e eu não sabia defender as bolas tomava vários gols e eu acabei prejudicando meu time. Mas quando eu fui para a linha dei um show em 15 minutos eu fiz 5 gols e graças a mim meu time empatou o jogo. O outro time também era muito forte eles tinham muitos jogadores decisivos e marcaram 3 gols também com o mesmo jogador. Acabou o primeiro tempo empatado no placar de 5x5. Começa o segundo tempo, jogo quente, o time deles era um time muito forte também e não saía gols. Estava um jogo difícil até que o craque do time deles se machuca e é substituído. Aí sem um grande craque do outro lado ficou muito mais fácil meu time ficou uma maquina não parava de fazer gols o time inteiro fez muitos gols. Nosso time foi campeão fácil até no final e eu acabei sendo artilheiro da competição com 14 gols. Levei o prêmio chuteira de ouro e a medalha de ouro e foi uma maravilha meu time campeão eu artilheiro. Rodrigo do Nascimento Matias
  • Meu melhor presente Meu sonho sempre foi ter um cachorro, mas como no meu prédio não podia , isso era um sonho quase impossível, mas eu nunca desistia, todos os dias pedia para meus pais, e eles como sempre diziam: “Eu já te falei que aqui no prédio não pode ter cachorro desiste desta idéia!” Chegou o mês de outubro, o mês do meu aniversário, para mim eu não ia ganhar nada, pois o que eu queria os meus pais não podiam me dar, não por não ter condições e sim porque meu prédio não permitia. Dia 7 de outubro, dia do meu aniversário, acordei toda feliz não sabia porque mas estava com a sensação de que ia acontecer algo de bom. Dito e feito, estava eu fazendo a lição de matemática quando meus pais me chamaram e me entregaram uma caixa,então abri e vi que meu grande sonho tinha se realizado, tinha acabado de ganhar um cachorro. Esse dia 7 de outubro de 2001, foi um dia inesquecível. Nailia Tainah P. dos santos
  • Uma viagem inesquecível No verão passado, eu mais algumas amigas (para ser mais precisa, eram três) viajamos sozinhas (ou melhor, escondidas dos pais) para uma região maravilhosa: a Amazônia. Um dia antes da viagem, falamos para nossos pais que íamos passar uma semana na casa de uma amiga. Foi um pouco complicado convencer eles, mas no fim conseguimos. Arrumamos as malas e embarcamos no primeiro avião para o estado do Amazonas em busca de muita aventura e diversão. Quando chegamos lá quase morremos de calor, ainda bem que no hotel em que íamos ficar hospedadas tinha piscina (pelo menos era o que dizia o anúncio).Então pegamos um táxi, que nos deixou na porta do hotel. Para nossa decepção o hotel (se é que aquilo se pode chamar de hotel) era um “fim de mundo”.Não tinha piscina, nem cavalos, muito menos banheira de hidromassagem (pra falar a verdade não tinha nada!). Depois desse grande fracasso, fomos fazer uma trilha pela floresta Amazônica com um guia turístico (que era a única coisa boa lá). Achamos que ia ser uma maravilha, até que começou a anoitecer e ainda estávamos na metade do caminho para retornar ao hotel. Achamos melhor parar e montar um abrigo improvisado. Quando amanhecesse voltaríamos ao hotel. Essa com certeza foi a pior noite da minha vida. Não consegui dormir direito, pois uma hora eram os pernilongos que incomodavam, outra hora a barriga que roncava. Ao amanhecer levantamos e continuamos a caminhar. No hotel arrumamos as malas e fomos para o aeroporto. Quando chegamos em São Paulo nossos pais estavam nos esperando com uma “montanha de broncas”. Mas isso serviu para nós aprendermos que fazer qualquer coisa escondida dos pais nunca dá certo. Letícia Rosa dos Anjos N° 24 7ªB
  • Uma aula de teatro Ontem tive uma aula de teatro em um dos maiores teatros do Brasil, um teatro que é dirigido por José Martinez Corrêa, um dos maiores dramaturgos, mas a aula não foi com ele foi com o Pascoal, foi quem interpretou a uns 12 anos atrás o Dr Abobrinha, em uma serie que tinha em uma rede de TV e na tv cultura, que se chamava Castelo Ra-tim-bum. É emocionante ter aula com em cara que participou de sua vida indiretamente. Não sabia o que falar tinha medo de falar algo que estivesse errado, queria impressionar, e quando menos esperava ele se aproximou e falou seja o mais natural possível finja que você é meu amigo de muitos anos, claro o pior que não era mentira ele era meu amigo porque não perdia um episódio de sua série, estava todos os dias esperando que começasse eu cantava as músicas, eu até tinha decorado umas falas era um grande fã. A sua aula era de expressão corporal, vocal e como se portar em cima de um palco, era difícil porque a maioria das pessoas eram envergonhadas, e foi difícil que todo mundo se descontraísse e entrasse no clima de teatro, mas foram passando as horas e foi ficando interessante, quando vimos já eram mais de 21:00. Tiago Martinho de Jesus
  • Uma briga sem motivo Um dia eu estava na escola com minha amiga Samantha andando sem rumo. Quando encontramos uma menina chamada Poliana triste no banco, nós ficamos curiosas e resolvemos perguntar por que estava triste. Ela respondeu: - É por que eu e minhas amigas brigamos e elas me chamaram de babaca e eu não gostei e as chamei de retardas, idiotas, trouxas e etc! Então resolvemos ajudá-la, andamos pelo pátio à procura das meninas. Quando encontramos estavam pulando corda na maior alegria. E as chamamos e perguntamos o motivo da briga. Elas responderam: - É por que nós queríamos pular corda e ela falou que não queria, estava com vontade de brincar com outra brincadeira, mas não sabia o que. Falamos que elas entrassem em acordo, pois não tinha motivo para brigar. Elas se entenderam em acordo e prometeram nunca mais brigar. Às vezes uma atitude simples ajuda os outros. Jaqueline Gomes Freitas - 5B Samantha Vieira de Melo – 5B
  • Um caso sério No dia 20 de dezembro eu comecei a namorar um menino chamado Rodrigo... Eu fui na casa dele conhecer a família dele, gostei muito da família e eu achei que eles gostaram também de mim. Mas eu fiquei com muita vergonha e também fiquei com medo da família dele não gostar de mim,mas graças a Deus deu tudo certo,todos gostaram. E agora dia 20 de setembro vai fazer 10 meses que estamos juntos e nós estamos ficando noivos e no final do ano que vem a gente vai se casar... Eu estou muito feliz por ter encontrado uma pessoa que me faz muito feliz eu amo ele demais. Joseane da Silva
  • Um enterro digno Foi em minhas férias foi numa segunda-feira, eu e minha família estamos indo para Guarujá... Chegando lá estava um lindo dia de sol e a praia das Pitangueiras estava lotada. Eu e a Rafa fizemos uma amiga o nome dela é Juliana. Nós fomos para a praia juntas e lá na praia encontramos um peixe morto tentamos o recuperar, mas não deu. Então resolvemos fazer um interro digno ao pobre peixinho. Nós pegamos o pobre peixinho e colocamos num balde da Ju, Levamos este balde para o prédio e nos fundos do prédio tinha um campo com plantas e flores, decidimos enterrar o pobre peixinho lá mesmo. E fizemos um enterro digno ao pobre peixinho. Rafaela e Gabriela Dantas 5ªC
  • Um noite na balada Em um certo sábado estava eu e meus amigos indo para a balada. Mal sabia eu que aquele dia seria marcante para mim. Quando chegamos lá, avistei uma pessoa que chamou minha atenção em todos os sentidos e maneiras possíveis, pois aquela pessoa era com quem eu queria ficar naquela noite (queria eu que fosse só naquela noite). Naquela mesma noite fui para um aniversário de uma amiga foi bom até por mais que minha mente não estava lá, e sim na pessoa com quem tinha ficado antes; aquela pessoa marcou em minha vida! No dia seguinte trocamos muitas mensagens pelo celular cheguei até pensar que seria só um sábado, apenas um sábado como todos os outros, mas não foi um sábado comum, pois aquela pessoa mudou tudo. Passaram semanas e fui percebendo que não seria o que estava pensando apesar de eu estar gostando, mas uma hora teria que percebe que não era para sempre como eu queria que fosse. No mês seguinte fui viajar, pois era época de férias e como de costume fui para o interior. . .Lá, foi bem agradável, mas não via a hora de voltar para São Paulo, pois era aqui que minha felicidade se encontrava, quando voltei para SP fui para a balada aonde sempre ia, chegando lá não avistei a pessoa que queria ver, mas tava valendo, pois até que valeu a pena. Naquele dia aproveitei bastante. Vinicius Eduardo Melges Oliveira - 8°C
  • Uma grande dor de barriga Um dia minha família resolveu fazer o meu aniversario de dez anos em Ituiutaba, a cidade onde minha família mora. Combinamos tudo direitinho, minhas tias fizeram o bolo, meus tios o churrasco enfim, todos ajudaram. Meu primo que fazia aniversario no mesmo mês resolveu fazer a festa junto com a minha. Antes de começar a festa, resolvemos ir jogar a bola, minha tia levou alguns salgados pra gente e comemos todos. Mais tarde, resolvemos comer brigadeiro também e depois fomos jogar bola novamente. Infelizmente essa mistura não deu certo. No meio da festa deu uma dor de barriga generalizada, primeiro fui eu, fui correndo ao banheiro e logo depois aparece a minha prima, mas só havia um banheiro na casa e ninguém mais sabia o que fazer. Logo depois que sai do banheiro, entrou a minha prima, mas o meu primo veio logo em seguida. O coitado não estava agüentando mais, e foi dito e feito, ele saiu correndo e foi pro mato fazer as suas necessidades. Minha tia viu o desespero do povo e trouxe o remédio pra todo mundo, mas mesmo assim nada resolveu, minha irmã começou a passar mal e vomitou na cozinha, minha mãe já não sabia o que fazer. Então nós resolvemos ir adiantar a festa e cantar parabéns para acabar com esse sufoco, chamamos todo mundo e ninguém tava entendendo por que cantar parabéns tão cedo. Depois que tudo isso passou, ninguém queria saber de mais nada até os convidados desanimaram. Minha prima e eu fomos dormir morrendo de vergonha de tudo que aconteceu o meu primo então... Nem se fala. No outro dia, todos morreram de rir de tudo o que aconteceu. E até hoje eu lembro e me mato de dar risada. Paula
  • Um dia inesquecível em minha vida Um dos dias inesquecíveis me minha vida foi o dia do meu primeiro campeonato de karatê . Esse dia começou bem agitados, pois tive que acordar lá pelas 5horas da manha. Levantei, tomei banho e tomei café da manhã bem reforçado e parti em direção academia local onde combinamos de nos encontrar para viajar até Taubaté onde iria ocorrer o campeonato. Cheguei lá pelas cinco e quarenta e cinco da manhã. Na academia fiz uma horinha pois ainda estava meio sonolento e quando já eram 6 horas partimos em direção ao posto “Sakamoto”,localizado na “Dutra”para nos encontrarmos nosso ‘sensei’(professor) e dali partimos rumo a Taubaté com outra galera de outras sedes da academia Gaviões . Chegando todos com caras de nóias descemos dos carros e entramos no estádio, quando eu vi as arquibancadas eu quase pirei, pois estavam lotados passando o nervoso nos fomos nos trocar. Depois de trocados nós nos reunimos e fizemos uma pequena reunião e fizemos uma meditação de uns 10 segundos e começamos a treinar. Eu estava um pouco mais nervoso que os outros, pois era o meu primeiro campeonato e não estava bem concentrado e esperei chamarem a minha categoria de Individual de 15 a 17 anos nossa eu gelei lutei e fiquei com o bronze e no kata (seqüência de movimentos com um ou adversários) fiquei com a prata, apos isso ocorrido eu fiquei esperando o kata em equipe eu vi que não era nenhum bicho de sete cabeças. Quando chamaram o kata em equipe minha equipe foi a primeira que era composta pelos integrantes Valdecci Jr. Thiago Galvão e eu Guilherme Massaro ganhamos ouro, pois éramos os melhores de lá e quando acabamos as arquibancadas vibraram, até os que estavam torcendo pelos adversários ficaram boquiabertos. Depois de tudo isso eu fiquei aguardando o fim do campeonato e enquanto isso eu fiquei assistindo meu professor luar e vi que ele não recebeu o titulo de 3ºmelhor do mundo à toa. Terminado o campeonato nos fomos para um pequeno shopping da cidade e zoamos muito. Neste campeonato eu aprendi muitas coisas, mas relembrei muito uma frase que o meu sensei me disse “você tem que ser simples como um bambu, mas prudente e astucioso como uma serpente.Em um campo onde há fera só os mais fortes sobrevivem”. Guilherme Massaro – 8ª C
  • Um dia muito triste Dia 28/03/04 um dia na minha vida e que tento esquecer até hoje! Começou, um dia calmo!Nos arrumemos para ir ao aniversario da a filhada da minha mãe. Fomos para lá umas 7 horas da noite era um aniversario de 15 anos. Minha mãe estava com uma ‘’gripinha’’ há uma semana e não queria ir ao médico, pois achava que era passageira! Chegamos meu pai, minha mãe e eu ela já estava com muita febre então foi deitar e meu pai e eu ficamos na festa era na casa da aniversariante nós toda hora íamos ver ela! No final da festa ela não queria, mas levamos ela no hospital. Ela entrou no consultório e em poucos minutos da sala ela saiu com uma cara muito triste e preocupada! Logo perguntei o que tinha acontecido e rapidamente ela falou vou ficar internada no hospital por cinco dias, pois estou com pneumonia, terei que fazer uma cirurgia. Fiquei sem chão tinha apenas 8 anos e não nunca tinha ficado mais de 2 dias sem ela! Voltei para casa com meu pai nem acreditava que eu tinha deixado ela lá!Tinha ficado com um sentimento de culpa por não ter insistido para que logo ela tivesse ido ao médico! Passei os cinco dias mais tristes da minha vida. Não sabia que aquele ia ser o mais triste da minha vida ! Liliane