DinâMica Interna Da Terra

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Dinâmica interna da Terra - aula de geografia. Professora Virgínia Ribeiro

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DinâMica Interna Da Terra

  1. 1. A DINÂMICA INTERNA DA TERRA Professora Virgínia
  2. 2. ESTRUTURA INTERNA DA TERRA
  3. 3. TEORIA DA DERIVA DOS CONTINENTES
  4. 4. <ul><ul><li>Defendida pelo geofísico alemão Alfred Wegener, em 1912. </li></ul></ul><ul><ul><li>Havia originalmente uma única massa continental, a Pangéia, cercada pelo um único oceano, o Pantalassa. </li></ul></ul><ul><ul><li>Na era Mesozóica teria começado a fragmentação. </li></ul></ul><ul><ul><li>Formou-se dois continentes:Laurásia, ao norte e Gondwana, ao sul. A partir daí foram se sucedendo até a configuração atual. </li></ul></ul>
  5. 5. <ul><ul><li>Wegener não definiu as causas . Sugeriu o movimento de rotação da Terra e as marés. </li></ul></ul><ul><ul><li>As maiores evidências eram as identidades geológicas e de vida animal e vegetal entre os continentes. </li></ul></ul><ul><ul><li>Na comunidade científica da época poucos davam créditos às idéias de Wegener, acabando esquecida durante anos, voltando a ser considerada com o passar dos anos com os avanços tecnológicos </li></ul></ul>
  6. 6. EVIDÊNCIAS DE WEGENER
  7. 7. GEOGRÁFICAS : AS LINHAS DA COSTA DE ALGUNS CONTINENTES ENCAIXAM PERFEITAMENTE.
  8. 8. PALEONTOLÓGICAS : FÓSSEIS DE GLOSSOPTERIS
  9. 9. CLIMÁTICAS : EVIDÊNCIAS DE GLACIAÇÕES
  10. 11. A RESPOSTA PARA A DERIVA <ul><ul><li>Durante a década de 60, geólogos americanos encontraram uma resposta para a causa da deriva. A respostas estava no fundo dos oceanos. </li></ul></ul><ul><ul><li>Pois as rochas situadas no centro do assoalho submarino são mais recentes do que as das bordas, chegou a conclusão de que verdadeiras “esteiras rolantes” submarinas são responsáveis pelo movimento das placas tectônicas. </li></ul></ul><ul><ul><li>Ao longo das grandes cordilheiras submarinas(dorsais oceânicas), abrem-se fendas pôr onde passa o material magmático, que após se resfriar forma uma nova crosta, provocando a expansão do fundo do mar. </li></ul></ul>
  11. 12. TECTONICA DE PLACAS
  12. 13. TEORIA DA TECTONICA DE PLACAS <ul><ul><li>Resultado da teoria de Wegener e da descoberta da expansão do fundo do mar. </li></ul></ul><ul><ul><li>A crosta terrestre esta dividida em placas de espessura média de 150 km QUE FLUTUAM SOBRE UM SUBSTRATO PASTOSO : a astenosfera e sobre o magma. </li></ul></ul>
  13. 15. <ul><ul><li>É justamente na região de encontro entre uma placa e outra que ocorrem fenômenos e as conseqüentes modificações na crosta terrestre. </li></ul></ul><ul><ul><li>Estas regiões estão sujeitas a vulcanismo e terremotos </li></ul></ul><ul><ul><li>As áreas mais estáveis localizam-se no interior das placas. </li></ul></ul><ul><ul><li>Estes encontros não acontecem da mesma forma. </li></ul></ul>
  14. 16. PRINCIPAIS PLACAS TECTONICAS <ul><ul><li>Americana </li></ul></ul><ul><ul><li>Pacífico </li></ul></ul><ul><ul><li>Antártica </li></ul></ul><ul><ul><li>Indo-australiana </li></ul></ul><ul><ul><li>Euro-asiática </li></ul></ul><ul><ul><li>Africana </li></ul></ul>
  15. 18. ÁREAS DE ENCONTRO DAS PLACAS <ul><li>● Convergência ou Zona de subducção </li></ul><ul><li>● Afastamento, limites divergentes ou cristas em expansão </li></ul><ul><li>● Deslizamento ou limites transformantes </li></ul><ul><li>● Colisão e soerguimento </li></ul>
  16. 20. diferença de densidade MOVIMENTO CONVERGENTES 3. continental - continental 1. oceânica - continental 2. oceânica - oceânica
  17. 21. COMO EXEMPLO DE PLACAS COM ESSE TIPO DE MOVIMENTO É PLCA DE NAZCA COM A SUL-AMERICANA. 1. oceânica - continental
  18. 22. COMO EXEMPLO DE PLACAS COM ESSE MOVIMENTO PODE SER CITADA A DO JAPÃO COM A DO PACÍFICO 2. oceânica - oceânica
  19. 23. COMO EXEMPLO DE PLACAS COM ESSE MOVIMENTO, PODE SER CITADA A INDIANA COM A EURO-ASIÁTICA. 3. continental-continental
  20. 24. CONSEQÜÊNCIAS DO MOVIMENTO CONVERGENTE <ul><li>Colisão entre placas (contato destrutivo); </li></ul><ul><li>Subducção de placas; </li></ul><ul><li>Formação de fossas oceânicas; </li></ul><ul><li>Formação de ilhas; </li></ul><ul><li>Formação de montanhas continentais; </li></ul><ul><li>Atividades sísmicas; </li></ul><ul><li>Vulcanismo; </li></ul><ul><li>Maremotos (tsunamis). </li></ul>
  21. 25. GERALMENTE A CROSTA OCEÂNICA FUNDE-SE NO MANTO E MUITAS VEZES ESTAS ROCHAS FUNDIDAS ABREM CAMINHO ATÉ A SUPERFÍCIE E FORMAM VULCÕES .
  22. 26. AS MONTANHAS TÊM ORIGEM COMO CONSEQÜÊNCIA DO MOVIMENTO CONVERGENTE.
  23. 27. MOVIMENTO DIVERGENTE Caracteriza por ser um movimento de separação entre as placas. 1-Fossa tectônica ou “ rift valley” .
  24. 28. MOVIMENTO DIVERGENTE 2-Dorsal oceânica ou montanha submarina Dorsal oceânica (também chamada dorsal submarina ou dorsal meso-oceânica) é o nome dado a grandes cadeias de montanhas submersas no oceano, que se originam do afastamento das placas tectônicas. O surgimento das placas e seu conseqüente afastamento são devidos às correntes convectivas de magma divergentes no manto. As dorsais submarinas dos oceanos estão conectadas, formando a maior cadeia de montanhas do mundo, com cerca de 60.000 km de extensão.
  25. 29. Dorsal do Leste-Pacífico Dorsal Meso Atlântica Dorsal do Sudeste Indiano LIMITES DIVERGENTES Dorsais oceânicas ou “montanhas submarinas”
  26. 30. <ul><li>Formação de oceano pela atividade das dorsais </li></ul>
  27. 31. Junção Tríplice no Oriente Médio Rift Valley
  28. 32. O “Rift Valley” ou Vale da Grande Fenda é uma depressão de 6.000 quilômetros de extensão que rasga o Quênia e boa parte da África... (Burundi, Etiópia, Malauí, Quênia, Uganda...)
  29. 33. CONSEQÜÊNCIAS DO MOVIMENTO DIVERGENTE <ul><li>Afastamento de placas (contato construtivo – aumento o assoalho oceânico) </li></ul><ul><li>Formação dos dorsais oceânicos (zona de agregação); </li></ul><ul><li>Formação de rift valley (vale de afundamento); </li></ul><ul><li>Formação de ilhas; </li></ul><ul><li>Atividades sísmicas; </li></ul><ul><li>vulcanismo. </li></ul>
  30. 35. LIMITE TRANSFORMANTE <ul><li>As placas tectônicas deslizam e roçam uma pela outra, não havendo geralmente nem destruição nem criação de crosta . A maior parte dos limites transformantes ocorre nos fundos oceânicos onde provocam o movimento lateral de cristas ativas, dando a estas um aspecto ziguezagueante. No entanto, os limites transformantes mais conhecidos situam-se em terra, sendo o exemplo mais famoso a falha de Santo André , que materializa o limite entre a placa do Pacífico e a placa Norte-americana. </li></ul>
  31. 36. LIMITE TRANSFORMANTE
  32. 37. CONSEQÜÊNCIAS DO MOVIMENTO TRANSFORMANTE : <ul><li>Deslizamentos naturais (contato conservativo); </li></ul><ul><li>Deformação do relevo de contato; </li></ul><ul><li>Formação de falhas; </li></ul><ul><li>Atividades sísmicas </li></ul>
  33. 38. A ZONA DE FRATURA DE SANTO ANDRÉ TEM CERCA DE 1 300KM DE COMPRIMENTO E, EM ALGUNS LUGARES, DEZENAS DE QUILÔMETROS DE LARGURA, AFETANDO APROXIMADAMENTE DOIS TERÇOS DA EXTENSÃO DA CALIFÓRNIA. ESTA FALHA TRANSFORMANTE CONSTITUI UMA FRONTEIRA DE PLACAS, ONDE, DESDE HÁ 10 MILHÕES DE ANOS, AS PLACAS PACÍFICA E NORTE-AMERICANA DESLIZAM HORIZONTALMENTE UMA PELA OUTRA À RAZÃO DE CERCA DE 5CM/ANO.  
  34. 39. POSIÇÃO DOS CONTINENTES DAQUI A 150 MILHÕES DE ANOS. SERÁ?
  35. 40. Áreas de encontro das placas <ul><li>Conseqüências: vulcanismo, terremotos e orogênese. </li></ul>
  36. 41. TERREMOTOS
  37. 42. <ul><li>Uma das manifestações mais temidas e destruidoras dos movimentos da crosta terrestre. </li></ul><ul><li>Ocorrem quando as forças tectônicas atuam prolongadamente em áreas de rochas duras, elas provocam fraturas ou o deslocamento de camadas.Seu ma das camadas se mover horizontalmente ou verticalmente, serão produzidas ondas vibratórias que se espalham em várias direções, causando um terremoto. </li></ul>
  38. 43. <ul><li>Portanto, o terremoto é produzido pôr acomodações geológicas de camadas internas da crosta ou pela movimentações das placas. </li></ul><ul><li>Em limites transformantes, onde não há convergência nem divergência de placas. Podemos citar como exemplo a falha de San Andreas , na Califórnia, EUA e a falha da Anatólia, na Turquia. </li></ul>
  39. 44. <ul><li>O ponto onde o terremoto se origina recebe o nome de Centro ou Foco. </li></ul><ul><li>O ponto da superfície terrestre diretamente acima do centro é o Epicentro, onde o terremoto é sentido com maior intensidade. </li></ul>
  40. 45. PROPAGAÇÃO DE ONDAS
  41. 46. TIPOS DE ONDAS Ondas P (primarias) Ondas S (secundarias) Ondas superficiais São as mais rápidas. São tipo ondas longitudinal , as rochas vibram no sentido avançado da onda. São mais lentas. D e tipo de transversal, a vibração das partículas é perpendicular ao avanço da onda. Quando as ondas P e S chegam na superfície originam ondas na terra .
  42. 47. Os terremotos são classificados principalmente pela escala de Richter, fórmula matemática que determina a largura das ondas. De forma geral, terremotos com magnitudes de 3.5 ou menos são raramente percebidos ; de 3.5 a 6.0 são sentidos e causam poucos danos ; entre 6.1 e 6.9, podem ser destrutivos e causar danos em um raio de cem quilômetros do epicentro; entre 7.0 e 7.9, causam danos sérios em áreas maiores; e de 8 em diante são destrutivos por um raio de centenas de quilômetros .
  43. 48. “ SÃO PAULO É ATINGIDA, EM 22/04/2008,POR TREMOR DE 5,2 GRAUS NA ESCALA RICHTER” O epicentro do terremoto ocorreu a cerca de 215 km de São Vicente, no litoral sul de São Paulo e atingiu 5,2 graus na escala Richter. O tremor ocorreu a aproximadamente 10 km de profundidade
  44. 49. VULCANISMO
  45. 50. <ul><li>Chamamos de vulcanismo os fatos e fenômenos geográficos relacionados com as atividades vulcânicas, através dos quais o magma do interior da Terra chega até a superfície. </li></ul>
  46. 52. Há medida que vão ocorrendo as erupções vulcânicas os materiais emitidos pelos vulcões vão-se acumulando em torno da abertura pela qual foram expelidos o que faz com que o cone vulcânico vá adquirindo dimensões cada vez maiores FASES DE EVOLUÇÃO DE UM VULCÃO
  47. 53. Magma Lava Mistura de materiais rochosos no estado de fusão que se encontram no interior da Terra Magma que surge à superfície terrestre É muito rico em gases e à medida que ascende vai perdendo esses mesmos gases Menos rica em gases – ao arrefecer solidifica formando rochas
  48. 54. Erupções que ocorrem à superfície Erupções que ocorrem nos fundos marinhos. Se o cone vulcânico atingir a superfície formam-se as ilhas vulcânicas Ex: Açores e Madeira Vulcão dos Capelinhos - Açores Erupções Sub-Aéreas Erupções Submarinas vs
  49. 55. Erupções submarinas
  50. 56. Erupções subaéreas
  51. 57. VULCANISMO(GÊISERES) Um Gêiser é uma nascente termal que entra em erupção periodicamente, lançando uma coluna de água quente e vapor para o ar. A formação de gêiseres requer uma hidrogeologia favorável, o que existe apenas em poucos locais na Terra; logo são fenômenos razoavelmente raros. Existem cerca de mil em todo o mundo, e metade destes no Parque Nacional de Yellowstone nos Estados Unidos.
  52. 58. O CÍRCULO DE FOGO <ul><li>A maior parte dos vulcões se localiza ao longo ou próximo do limite de placas tectônicas.São os chamados vulcões de limite de placas. Porém alguns deles localizam-se no interior de uma placa, sendo pôr isto chamados de vulcões intraplacas, cujo exemplo mais conhecido é o arquipélago havaiano, situado no interior da placa do Pacífico. </li></ul>
  53. 59. <ul><li>Esta área estende-se pelos oceanos pacífico e Atlântico e pelo mar Mediterrâneo. </li></ul><ul><li>Temos vulcões tanto nos limites de divergência , como nos de convergência. </li></ul><ul><li>Nos limites divergência, geralmente nos fundo do mar, ocorrem quase 80% das manifestações vulcânicas da Terra. </li></ul>
  54. 61. VULCANISMO (FONTES TERMAIS) CALDAS NOVAS - GO
  55. 62. <ul><li>As fontes termais são nascentes comuns, a não ser por sua água morna ou, em alguns lugares, quente. Muitas fontes termais ocorrem em regiões de atividade vulcânica recente e são alimentadas por água aquecida por contato com rochas quentes abaixo da superfície. Há rochas quentes mesmo onde não tenha havido qualquer atividade vulcânica recente, pois a temperatura aumenta à medida que aumenta a profundidade. Assim, se a água se infiltrar no solo até grandes profundidades, é possível que, ao brotar numa fonte, ela ainda mantenha temperatura elevada, principalmente se a subida do aqüífero até a superfície for rápida, sem que haja tempo para que a água esfrie. Fontes termais podem coexistir até com temperaturas extremamente frias, como as da Groenlândia. </li></ul>
  56. 63. OBRIGADA! Serra dos Órgãos Teresópolis (RJ) Professora Virgínia Ribeiro - Geografia

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