Your SlideShare is downloading. ×
Informática comparação sistemas operacionais, navegadores, editores de texto e planilhas
Upcoming SlideShare
Loading in...5
×

Thanks for flagging this SlideShare!

Oops! An error has occurred.

×

Saving this for later?

Get the SlideShare app to save on your phone or tablet. Read anywhere, anytime - even offline.

Text the download link to your phone

Standard text messaging rates apply

Informática comparação sistemas operacionais, navegadores, editores de texto e planilhas

1,746
views

Published on

Comparação entre Windows e Linux, Internet Explorer e Mozila Firefox, Microsoft Office e Br. Office

Comparação entre Windows e Linux, Internet Explorer e Mozila Firefox, Microsoft Office e Br. Office


0 Comments
3 Likes
Statistics
Notes
  • Be the first to comment

No Downloads
Views
Total Views
1,746
On Slideshare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
0
Actions
Shares
0
Downloads
91
Comments
0
Likes
3
Embeds 0
No embeds

Report content
Flagged as inappropriate Flag as inappropriate
Flag as inappropriate

Select your reason for flagging this presentation as inappropriate.

Cancel
No notes for slide

Transcript

  • 1.   APOSTILA DE INFORMÁTICA PARA CONCURSOS          X                 WINDOWS  LINUX              X           INTERNET EXPLORER  MOZILLA FIREFOX                        X   MICROSOFT WORD  BR.OFFICE WRITER                        X   MICROSOFT EXCEL  BR.OFFICE CALC       
  • 2. HARDWARE – PARTE FÍSICA DO COMPUTADOR    O que é isso? Você pode se perguntar quando vislumbra um computador, não se preocupe, se trata apenas de mais um  eletrodoméstico das famílias do novo milênio. O computador pode ser divido de forma didática, como apresentamos a seguir:   Gabinete: É a parte mais importante do computador, podemos dizer que o gabinete é o computador propriamente dito.  Dentro dele, há vários componentes que fazem o processamento da informação.  Monitor: É a tela que nos mostra as respostas que o computador nos dá. É um periférico de saída (pois a informação sai do  computador para o usuário).  Teclado: conjunto de teclas que permite que operemos o computador através de comandos digitados. É um periférico de  entrada.  Mouse:  Através  dele,  controlamos  uma  setinha  que  aponta  para  os  itens  na  nossa  tela.  Também  é  um  periférico  de  entrada.  SIM, MAS, E DENTRO DO GABINETE?  Dentro do gabinete são encontrados os componentes que formam o computador propriamente dito, como as memórias, o  processador e o disco rígido, todos eles estão direta ou indiretamente ligados à placa mãe.  Placa  Mãe:  É  uma  grande  placa  de  circuitos  onde  são  encaixados  os  outros  componentes,  a  Placa  mãe  recebe  o  processador, as memórias, os conectores de teclado, mouse e impressora, e muito mais.  Microprocessador: É o chip mais importante do computador, cabendo a ele o processamento de todas as informações que  passam pelo computador. Ele reconhece quando alguma tecla foi pressionada, quando o mouse foi movido, e tudo mais...  Memória  RAM:  É  um  conjunto  de  chips  que  acumulam  as  informações  enquanto  estão  sendo  processadas,  é  mais  ou  menos assim: O QUE ESTIVER SENDO APRESENTADO NO MONITOR, ESTÁ SENDO ARMAZENADO, NESTE MOMENTO, NA RAM.  RAM  significa Memória  de  Acesso  Aleatório,  ou  seja,  o computador  altera  seu  conteúdo  constantemente,  sem  permissão  da  mesma,  o  que  é  muito  necessário.  Como  a  memória  RAM  é  alimentada  eletricamente,  seu  conteúdo  é  esvaziado  quando  desligamos o computador. Sem chance de recuperação, ou seja, é um conteúdo volátil.  Memória cache: É uma memória que está, hierarquicamente, entre o processador e a RAM, para fazer com que o acesso à  RAM seja mais veloz. A Memória Cache normalmente é formada por circuitos DENTRO do processador, para que sua velocidade  seja ainda maior. Uma vez acessada uma informação, ela não precisará ser acessada mais uma vez na RAM, o computador vai  buscá‐la na Cache, pois já estará lá.  Disco  Rígido:  também  conhecido  como  winchester  ou  HD,  é  um  dispositivo  de  armazenamento  magnético  na  forma  de  discos sobrepostos. É no Disco Rígido que as informações são gravadas de forma permanente, para que possamos acessá‐las  posteriormente. As informações gravadas nos discos rígidos (ou nos disquetes) são chamadas arquivos.  Barramento: também conhecido como BUS é o nome dado ao conjunto de vias que fazem a informação viajar dentro do  computador. O BUS liga o processador aos periféricos e às placas externas que se encaixam na placa mãe.  Slots: São “fendas” na placa mãe que permitem o encaixe de outras placas, como as de vídeo, som, rede, etc.    CPU E PERIFÉRICOS – DANDO NOMES AOS BOIS    Didaticamente,  podemos  definir  os  componentes  físicos  do  computador  como  divididos  em  duas  categorias:  A  CPU  (Unidade Central de Processamento) e os PERIFÉRICOS. Muitos usuários erroneamente chamam o gabinete de CPU, mas o correto é  dizer que a CPU está dentro do gabinete, mais precisamente, DENTRO DO PROCESSADOR. A CPU é uma unidade de controle central  de todos os processos do computador, e está localizada dentro do microprocessador. Tudo o mais que não for CPU, é considerado  periférico (“o que está na PERIFERIA”, ao redor, ajudando a CPU a funcionar).  Periféricos de Entrada: São aqueles que fazem a informação entrar na CPU, ou seja, tem “mão única” do usuário para a  CPU. São eles: Teclado, Mouse, Câmera, Microfone, Scanner, etc.  Periféricos de Saída: São os dispositivos que permitem que a informação saia da CPU para o usuário. Exemplos: Monitor,  impressora, Caixas de Som, Plotter, Data Show (Projetor), entre outros.  Periféricos mistos (Entrada e Saída): São periféricos de “mão dupla”, ora a informação entra na CPU, ora ela sai. Podemos  citar:  Modem,  Placa  de  Rede,  monitor  touch  screen  (monitor  sensível  ao  toque)  e  as  Memórias  (RAM  e  CACHE).  Nestes  dispositivos, a CPU tem o direito de LER (entrada) e GRAVAR (saída).  Periféricos de Armazenamento: São periféricos que permitem o armazenamento de dados em seu espaço físico: Disquete,  Disco Rígido, CD‐R, CD‐R/W, DVD‐R, DVD‐R/W, fitas magnéticas, zip, etc.    UNIDADES DE MEDIDA DO COMPUTADOR – BITS E BYTES    Em  um  computador,  existem  vários  componentes,  e  eles  podem  ter  unidades  de  medida  independentes  de  outros  componentes,  é  como  se  o  computador  fosse  um  BOLO,  em  que  cada  ingrediente  tem  sua  quantidade  correta  para  faze‐lo  funcionar. E, da mesma forma como num bolo, quanto MAIOR a quantidade de ingredientes, MAIOR é o bolo e, conseqüentemente,  MAIS CARO. Acompanhe na listagem abaixo os vários componentes e suas respectivas unidades de medida:  Como podemos ver, existem Kilos, Megas e Gigas demais, que podem até nos confundir, por causa disso, vamos estudá‐los  para  que  não  sejam  mais  um  mistério:  Quando  algum  valor  é  muito  grande,  usamos  prefixos  nas  palavras  para  indicar  seu  valor  multiplicado, por exemplo: 100 Kg são 100 Kilogramas ou 100 mil gramas, ou seja, Kilo significa MIL VEZES.  2
  • 3. Os  computadores  processam  as  informações  através  de  circuitos  elétricos,  que  em  uma  combinação  de  liga‐desliga,  faz  com que os dados sejam codificados e entendidos pela máquina.    Bit  –  é  a  maior  unidade  possível  de  informação  que  um  computador  é  capaz  de  processar.  BIT  é  a  contração  do  termo  Binary Digit, que significam digito binário, onde só podem assumir o estado 0 (ligado) ou 1(desligado).    Byte – é o conjunto de 08 bits, capaz de representar um caractere ou uma informação.    Kilobyte – é o equivalente a 1.024 bytes e é representado pela inicial KB.    Megabyte  –  equivale  a  1.024  KB  ou  aproximadamente  um  milhão  de  caracteres  (1.024  x  1.024  =  1.048.576).  É  representado pelas iniciais MB.    Gigabytes – representado por GB, equivale a 1.024 MB ou aproximadamente 1 bilhão de caracteres (1.024 x 1.048.576 =  1.073.741.824).  MAS ATENÇÃO!!!!! ! Pelo fato de a linguagem binária, utilizada no computador, ser matematicamente baseada no número  2,  1  Kilo,  no  mundo  da  informática,  não  é  exatamente  1000  vezes,  mas  1024  vezes,  bem  como  os  outros  valores:  1  Mega  são  exatamente 1024 x 1024 vezes e 1 Giga equivale a 1024 x 1024 x 1024 vezes. Ainda não precisamos passar da ordem dos Giga, mas  depois dela vem a ordem dos Tera, dos Peta, dos Exa, etc...  Toda  informação  inserida  no  computador  passa  pelo  Microprocessador  e  é  jogada  na  memória  RAM  para  ser  utilizada  enquanto seu micro trabalha. Essa informação é armazenada não em sua forma legível (por nós), mas é armazenada na forma de 0  (zero) e 1 (um). Essa linguagem é chamada linguagem binária ou digital. Na verdade, se pudéssemos entrar no computador e ver seu  funcionamento, não haveria letras A, nem B, nem C, nem números, dentro do computador existe apenas ELETRICIDADE, e esta pode  assumir  apenas  dois  estados:  LIGADO  e  DESLIGADO  (convencionou‐se  que  0  representa  desligado  e  1  representa  ligado).  Cada  caractere tem um código binário associado a ele. Vamos supor que a letra A seja 00011010, nenhum outro caractere terá o mesmo  código. Este código de caracteres é formado pela união de 8 “zeros” e “uns”, e ai, está conseguindo lembrar?. Cada 0 e 1 é chamado  de  BIT,  e  o  conjunto  de  oito  deles  é  chamado  BYTE.  Um  BYTE  consegue  armazenar  apenas  um  CARACTERE  (letras,  números,  símbolos, pontuação e acentuação). A linguagem binária foi convencionada em um código criado por cientistas americanos e aceito  em todo o mundo, esse código mundial que diz que um determinado byte significa um determinado caractere é chamado Código  ASCII. O Código ASCII, por usar “palavras” de 8 bits, permite a existência de 256 caracteres em sua tabela (256 = 28).  1 bit = 0 ou 1  1 byte = 8 bits  1 Kilobyte(Kb) = 1024 bytes  1Megabyte(Mb) = 1024 Kb  1 Gigabyte(Gb) = 1024 Mb  1 Terabyte (Tb) = 1024 Gb    ARQUIVOS E PASTAS – A ORGANIZAÇÃO LÓGICA DOS DISCOS    Todo  e  qualquer  software  ou  informação  gravada  em  nosso  computador  será  guardada  em  uma  unidade  de  disco,  que  vimos anteriormente (HD, disquete, CD, Zip, etc..). Essas informações só podem ser gravadas de uma forma: elas são transformadas  em arquivos. Não se preocupe: Arquivo é apenas a nomenclatura que usamos para definir Informação Gravada. Quando digitamos  um texto ou quando desenhamos uma figura no computador, o programa (software) responsável pela operação nos dá o direito de  gravar a informação com a qual estamos trabalhando e, após a gravação, ela é transformada em um arquivo e colocada em algum  lugar em nossos discos. Essa é a operação que chamamos de salvar um arquivo.  Está bem! OK! Até aqui, nenhum problema, não é? Tem certeza? Mas, em que lugar exatamente esse arquivo é gravado  nos discos? No momento da gravação, ou seja, após solicitarmos o comando salvar, o computador nos pede duas informações para  prosseguir  com  o  salvamento:  O  nome  do  arquivo  e  a  pasta  (diretório)  onde  ele  será  salvo.  Pasta  é  o  nome  que  damos  a  certas  “gavetas” no disco. Pastas são estruturas que dividem o disco em várias partes de tamanhos variados, como cômodos em uma casa.  Uma pasta pode conter arquivos e outras pastas.  Lembre‐se  bem:  Pastas  são  “gavetas”,  arquivos  são  “documentos”.  Portanto,  nunca  vai  haver  um  arquivo  que  tem  uma  pasta dentro. As pastas guardam os arquivos e não o contrário!  Os  arquivos  e  as  pastas  devem  ter  um  nome.  O  nome  é  dado  no  momento  da  criação.  A  Regra  para  nomenclatura  de  arquivos e pastas varia para cada Sistema Operacional. No Windows 98, que vamos estudar neste material, os nomes podem conter  até  256  caracteres  (letras,  números,  espaço  em  branco,  símbolos),  com  exceção  destes  /    |  >  <  *  ?  :  que  são  reservados  pelo  Windows.  Os arquivos são gravados nas unidades de disco, e ficam lá até que sejam apagados. Quando solicitamos trabalhar com um  arquivo  anteriormente  gravado  (esse  processo  chamasse  abrir  o  arquivo),  o  arquivo  permanece  no  disco  e  uma  cópia  de  suas  informações é jogada na memória RAM para que possamos editá‐lo. Ao abrir um arquivo, pode‐se alterá‐lo indiscriminadamente,  mas as alterações só terão efeito definitivo se o salvarmos novamente.  Quando  salvamos  um  arquivo  pela  segunda  vez  em  diante,  ele  não  nos  solicitará  mais  um  nome  e  um  local,  isso  só  acontece na primeira gravação. As pastas não precisam ser salvas.            3
  • 4. WINXOWS X LINUX        1) Ambos são sistemas operacionais, formados por um Kernel(núcleo). O Kernel Linux é gratuito mas, só o Kernel não possibilita a  utilização do sistema por usuários comuns, por isso existem as DISTRIBUIÇÕES que são versões do Linux com programas agregados  para utilização mais amigável. Algumas distribuições do Linux são gratuitas e outras não.  Algus exemplos de distribuição: Debian, Kurumin, Conectiva, Fedora, etc. A distribuição do Kernel Linux ocorre respeitando regras  da  licença  GPL(General  Public  License)  Já  o  Windows  não  distribui  somente  o  Kernel,  ele  é  adquirido  completo,  com  todas  as  funcionalidades  que  são  chamadas  de  versões.  Assim  temos  o  Windows  2000,  XP,  Vista,  etc.  Enquanto  o  Linux  é  um  software  livre(seu código é aberto), no Windows isso não acontece, pois, seu código fonte(maneira como foi criado) não é distribuído, apenas  a  licença  de  uso  é  vendida  sendo  portanto  um  programa  sob‐licença.  Dizemos  então  que  o  Windows  obedece  aos  princípios  de  Copyright, enquanto o Linux de Copyleft.  2) Sistema operacional(SO) é uma interface, ou seja, elo de ligação entre o usuário e o hardware. Quando instalamos aplicativos no  computador,  o  fazemos  em  cima  de  um  Sistema  Operacional  existente,  por  isso  os  SOs  são  chamados  de  programas  básicos.  O  mesmo acontece quando instalamos hardware.  3)  Os  programas  de  computador  são  criados  com  linguagens  específicas  e  normalmente  são  compostos  de  arquivos  e  pastas(diretórios).  Nós  podemos  ter  arquivos  dentro  de  pastas  e  pastas  dentro  de  pastas(subpastas).  As  extensões  dos  arquivos  dizem a natureza dos arquivos, assim um arquivo chamado fulano.jpg é um arquivo de figura. No Linux não é necessário usarmos  extensões, embora seja uma boa prática fazê‐lo. A soma dos caracteres do nome com a extensão dos arquivos no Linux e Windows  pode  ser  até  255.  Normalmente  as  extensões  possuem  três  caracteres  mas  nada  impede  que  seja  outro  número.  Não  podemos  utilizar caracteres especiais em nomes de arquivos, tais como * ? /  | . , ; : + = [ ] < > ".  4)  No  Windows  ou  no  Linux,  cada  arquivo  ou  pasta  se  encontra  em  um  caminho(rota),  assim  um  arquivo  que  se  encontre  em  a:trabalhoteste.txt  significa  que  um  arquivo  texto  está  dentro  de  uma  pasta  trabalho  que  está  na  unidade  de  disquete.  No  Windows,  o  HD  é  representado  pela  letra  C,  assim  uma  pasta  que  se  encontre  na  unidade  C  poderia  ser  representada  pela  rota  C:Pasta, significando que a pasta Pasta está na raiz(ligada diretamente à unidade C). No Linux a raiz do HD é representado por uma  barra /. Os caminhos de arquivos e pastas no Windows são representados por uma barra invertida  enquanto no Linux com uma  barra para frente /.  5) No Linux podemos movimentar arquivos e pastas utilizando o modo gráfico ou através de comandos (que não constam no edital),  já no Windows utilizamos o modo gráfico, simplesmente arrastando as pastas e arquivos no Windows Explorer.  6) No Windows Explorer quando queremos selecionar arquivos ou pastas aleatoriamente, utilizamos a tecla Ctrl enquanto clicamos  nos arquivos. Podemos também utilizar a tecla Shift para selecionar arquivos e pastas enfileirados. Quando arrastamos arquivos e  pastas para a mesma unidade estes são movidos mas se for para unidades diferentes os arquivos serão copiados. Para forçarmos a  cópia devemos arrastar com Ctrl pressionada e para mover para qualquer unidade usamos Shift. Ctrl+Shift serve para criar atalhos  quando arrastamos. Quando arrastamos com o botão direito do mouse, surgirá um menu de opções. Quando deletamos um arquivo  pressionando a tecla Shift, este não irá para a lixeira. Aliás, somente arquivos excluídos de discos rígidos é que vão para a lixeira.  7)  Para  criarmos  usuários  no  Windows,  basta  irmos  em  Contas  de  Usuários  no  Painel  de  Controle,  localizado  em  Iniciar,  Configurações,  Painel  de  Controle.  Lá,  se  formos  administrador  podemos  criar  um  usuário  limitado  ou  outro  administrador.  Se  quisermos  colocar  esse  usuário  recém‐criado  em  algum  grupo  especial,  basta  irmos  em  Ferramentas  Administrativas,  Gerenciamento do Computador em Painel de Controle e lá irmos atrelando cada usuários em seus respectivos grupos. Outra opção  seria  clicarmos  no  Ícone  Meu  Computador  na  área  de  trabalho  e  escolhermos  a  opção  Gerenciar...  No  Linux,  só  temos  um  administrador, chamado de Root. O Root possui plenos poderes no ambiente Linux. Não é possível fazer logon no Linux sem digitar  um usuário e senha.  8) No sistema Linux, quem cria um arquivo é chamado de dono. O dono de um arquivo pode dizer quem terá permissões sobre esse  arquivo criado, através do comando CHMOD. As permissões são r, w, x. R significa que o arquivo pode apenas ser lido, w significa  que pode ser escrito(alterado) e x significa que pode ser acessado. Além do criador, pode‐se dar permissões de acesso ao arquivo  por um grupo específico e também a outros usuários. Assim, ao se listar um arquivo e ele se apresentar da seguinte forma:     ‐rwx rwx rwx aluno users teste     4
  • 5. A primeira letra diz qual é o tipo do arquivo. Caso tiver um "d" é um diretório, um "l" um link a um arquivo no sistema , um  "‐" quer dizer que é um arquivo comum, etc. Nesse caso é um arquivo. Da segunda a quarta letra (rwx) dizem qual é a permissão de  acesso  ao  dono  do  arquivo.  Neste  caso  aluno  ele  tem  a  permissão  de  ler  (r  ‐  read),  gravar  (w  ‐  write)  e  executar  (x  ‐  execute)  o  arquivo teste. Da quinta a sétima letra (rwx) diz qual é a permissão de acesso ao grupo do arquivo. Neste caso todos os usuários que  pertencem ao grupo users tem a permissão de ler (r), gravar (w), e também executar (x) o arquivo teste. Da oitava a décima letra  (rwx) diz qual é a permissão de acesso para os outros usuários. Neste caso todos os usuários que não são donos do arquivo teste  tem a permissão para ler, gravar e executar o programa. Podemos alterar as permissões em um arquivo, tanto no modo gráfico do  Linux quanto no modo texto. No Windows as permissões são dadas quando compartilhamos um arquivo ou pasta, clicando no botão  Permissões durante o compartilhamento. Quem cria um arquivo no Windows é chamado de proprietário criador.  9) Quando instalamos o Linux, este cria algumas pastas, com os seguintes conteúdos:  /bin ‐ Contém os arquivos executáveis que são frequentemente usados pelos sistemas, exemplo: kill, pwd, ls, etc.  /boot ‐ Contém arquivos necessários à inicialização do sistema.  /cdrom ‐ Ponto de montagem da unidade de CD‐ROM.  /dev – Contém arquivos necessários para acessar dispositivos(periféricos do computador).  /var – Contém arquivos com informações variáveis que estão sempre em constante mudança, como arquivos de logs, travamentos,  informações, etc.  /etc – Contém arquivos de configuração do sistema.  /floppy – ponto de montagem da unidade de disquete.  /home – Diretório contendo os arquivos dos usuários. Cada usuário tem um diretório dentro deste diretório.  /lib – Arquivos essenciais para o funcionamento do Linux e também para os módulos do kernel.  /usr – Um dos maiores diretórios. Contém as bibliotecas e arquivos dos vários programas instalados no sistema.  /mnt – Ponto de montagem temporário.  /proc – Sistema de arquivos do kernel.  /root – É um diretório HOME do superusuário(administrador – root).  /sbin  –  Diretório  de  programas  usados  pelo  superusuário(root)  para  administração  e  controle  do  sistema.  Neste  diretório,  encontram‐se programas para checar e criar sistemas  de arquivos, otimizar o disco rígido, configurar dispositivos, gerenciar módulos do kernel, etc.  /tmp – Diretório de arquivos temporários.  10)  Para  termos  um  Sistema  Operacional  mais  seguro,  bem  como  todo  o  computador,  devemos  instalar  programas  Firewall,  atualizações automáticas, anti‐vírus e anti‐Spyware.                                                                5
  • 6. INTERFACE GRÁFICA DO WINDOWS    O  sistema  operacional  Windows  é  um  programa  fabricado  para  Computadores  PC  (o  formato  de  computadores  mais  comum)  pela  Microsoft,  uma  empresa  americana,  comandada  por Bill Gates (aquele homem bem pobrezinho...).  Sua fabricação data de 19 (daí a razão do nome), e  ele  é  uma  evolução  do  ambiente  anterior,  o  Windows  3.11,  que  não  era  um  Sistema  operacional, ele só funcionava quando executado  em  computadores  que  possuíssem  MS‐DOS  (sistema operacional daquela época).  O Win possui algumas características que  devemos  levar  em  conta  para  o  concurso,  pois  é  quase  certo  que  se  toque  neste  assunto:  O  Windows  é  Gráfico:  Significa  que  ele  é  baseado  em  imagens,  e  não  em  textos,  os  comandos  não  são  dados  pelo  teclado,  decorando‐se  palavras  chaves  e  linguagens  de  comando,  como  era  feito  na época do DOS, utilizamos o mouse para “clicar”  nos locais que desejamos.  O Windows é multitarefa preemptiva: Ser Multitarefa significa que ele possui a capacidade de executar várias tarefas ao  mesmo  tempo,  graças  a  uma  utilização  inteligente  dos  recursos  do  Microprocessador.  Por  exemplo,  é  possível  mandar  um  documento imprimir enquanto se altera um outro, o que não era possível no MS‐DOS. A característica “preemptiva” significa que as  operações não acontecem exatamente ao mesmo tempo, mas cada programa requisita seu direito de executar uma tarefa, cabendo  ao Windows decidir se autoriza ou não. Existem outros SO´s com multitarefa real, como é o caso do UNIX.  O Windows é 32 ou 64 bits: Significa que o Windows se comunica com os barramentos e a placa mãe enviando e recebendo  32 ou 64 bits de dados por vez. O DOS (antecessor do Windows) era um Sistema Operacional de 16 bits. O Windows é Plug n’ Play:  Este  termo  em  inglês  significa  Conecte  e  Use,  e  designa  uma  “filosofia”  criada  há  alguns  anos  por  várias  empresas  da  área  de  informática  (tanto  hardware  como  software).  Ela  visa  criar  equipamentos  e  programas  que  sejam  tão  fáceis  de  instalar  quanto  qualquer eletrodoméstico.  Abaixo  segue  uma  cópia  da  tela  inicial  do  Windows  ,  aproveito  para  destacar  os  componentes  mais  comuns  deste  ambiente,  que  chamamos  de  área  de  trabalho ou desktop:  1)  Botão  Iniciar:  Parte  mais  importante  do  Windows,  através  dele  conseguimos  iniciar  qualquer  aplicação  presente  no  nosso  computador,  como  os  programas  para  texto, cálculos, desenhos, internet, etc.  2) Barra de tarefas: É a barra cinza (normalmente) onde o  Botão  Iniciar  fica  localizado,  ela  permite  fácil  acesso  aos  programas  que  estiverem  em  execução  no  nosso  computador,  criando  para  cada  um,  um  botão.  Note  no  exemplo  dois  botões,  um  para  a  janela  do  meu  Computador  e  outro  para  o  documento  Concurso  Polícia  Federal.  3)  Ícones:  São  pequenas  imagens  que  se  localizam  no  desktop, representam sempre algo em seu computador. Os ícones são a “alma” da teoria do Windows, todos os arquivos e pastas,  bem como unidades de disco ou qualquer coisa em nosso micro ganham um ícone, esta e a razão pela qual o Windows é GRÁFICO.  4) Área de notificação: Pequena área localizada na Barra de Tarefas, na parte oposta ao Botão Iniciar, ela guarda o relógio (fácil  acesso para visualização e alteração do horário) e também guarda os ícones de certas aplicações que estão sendo executadas em  segundo plano (ou seja, sem a intervenção do usuário e sem atrapalhar o mesmo) como o ANTIVIRUS, por exemplo. A maioria dos  programas que são executados quando o Windows inicia, ficam com seu ícone aqui.  5) Janela: Janelas são áreas retangulares que se abrem mostrando certos conteúdos, no caso anterior, a janela que está aberta é a  do Meu Computador, nós abrimos uma janela quando executamos (com dois cliques) um ícone. Na verdade, ícones e janelas são a  mesma coisa, apenas representam um objeto, seja ele uma pasta, um arquivo ou uma unidade de disco. Ícone é a representação  mínima, apenas mostra que o objeto existe, Janela é a máxima, mostra também o conteúdo do objeto em questão.    6
  • 7. Apresentamos abaixo os componentes da janela:  1) Barra de título: É a barra horizontal que apresenta o nome da janela. Para  mover a janela, clicamos aqui e arrastamo‐la.  2) Ícone de Controle: Apresenta as funções mais comuns da janela em forma  de  menu,  basta  clicar  aqui.  Atenção:  um  duplo  clique  neste  ícone,  significa  fechar a janela.  3) Botões de Comando: é o conjunto de botões formados, normalmente, por  Minimizar (o sinal de menos), Maximizar (o ícone do quadrado) e Fechar (o X),  há também o botão restaurar, que substitui o Maximizar quando a janela já se  encontra maximizada.  4) Bordas da Janela: Rodeiam a janela completamente, se passarmos o mouse  por este componente, o ponteiro se transformará em uma seta dupla (↔) na  direção do movimento, para dimensionarmos a janela.   5)  Barra  de  Status:  Área  da  parte  inferior  da  janela  que  apresenta  informações  referentes  ao  estado  atual  da  janela,  como  quantidade de objetos presentes, o tamanho, em bytes, de um arquivo selecionado, entre outras coisas...  A grande maioria das janelas (inclusive os aplicativos como Word e  Excel)  apresenta  estes  componentes,  o  que  permite‐nos  não  citá‐los  nas  próximas vezes em que aparecerem nesta apostila.  Quando clicamos no botão iniciar, o menu de mesmo nome (MENU  INICIAR) aparece, e suas opções se tornam disponíveis. Podemos verificar a  existência de opções com setinhas pretas e opções sem as mesmas: As que  possuem  setinha,  são  subdivididas,  e  não  necessitam  que  se  clique  nelas,  apenas  que  se  coloque  o  mouse  para  que  se  abram.  Já  as  opções  sem  setinha,  são  executadas  ao  clique  no  mouse.  Abaixo  estão  pequenas  descrições das opções contidas no menu iniciar:  Programas: Reúne os ícones dos atalhos para todos os programas instalados  no  seu  computador,  Os  ícones  podem  estar  diretamente  dentro  da  opção  PROGRAMAS,  ou  dentro  de  um  dos  grupos  que  o  subdividem  (exemplo:  Acessórios, que contém outras opções).  Localizar:  Perdeu  um  arquivo  que  não  sabe  onde  salvou?  Quer  encontrá‐lo  ou encontrar um computador na rede? Esta opção nos dá todos os subsídios  para  encontrar  qualquer  informação  em  nosso  micro  (mas  se  ela  existir,  lógico).  Documentos:  Será  apresentada  uma  listagem  dos  últimos  15  documentos  que foram trabalhados no computador. Os ícones existentes aqui não são os ícones dos verdadeiros documentos, mas sim, atalhos  para eles.  Configurações:  Apresenta  opções  referentes  aos  ajustes  do  computador,  é  dentro  desta  opção  que  encontramos  o  Painel  de  Controle, que é a grande central de controle do Windows.  Executar:  Quer  executar  um  programa  que  não  possua  um  ícone  definido  ou  um  atalho  no  menu  Programas?  Solicite  a  opção  Executar e digite aqui o nome para encontrar o arquivo que deseja executar. Por exemplo, queremos executar um arquivo chamado  SETUP.EXE  que  está  localizado  na  unidade  D:  (CD‐ROM),  devemos  digitar  D:SETUP.EXE  e  o  Windows  o  executará...  Para  instalar  novos programas na máquina, normalmente utilizamos este procedimento.  Desligar:  Para  se  desligar  o  computador  com  o  Windows  não  se  deve  “meter  o  dedão”  no  botão  da  força,  não.  Deve‐se  solicitar  ao  Sistema  Operacional  que  esteja  preparado  para  desligar,  vindo nesta opção e confirmando o procedimento.  Somente  após  a  confirmação  do  Sistema  Operacional,  com  a  mensagem:  SEU  COMPUTADOR  JÁ  PODE  SER  DESLIGADO  COM  SEGURANÇA  é  que  podemos  prosseguir  com  o  desligamento do mesmo da energia.    APLICATIVOS QUE ACOMPANHAM O WINDOWS    O  Sistema  operacional  Windows  traz  consigo  uma  série  de  aplicativos  interessantes,  que  valem  a  pena  ser  estudados,  principalmente  por  serem  muito  exigidos  em  concursos.  O  primeiro  programa  a  ser  estudado  é  o  Windows  Explorer,  responsável  pelo  gerenciamento  do  conteúdo dos discos, bem como de suas pastas e arquivos.   7
  • 8. WINDOWS EXPLORER ‐ é o programa que acompanha o Windows e tem por função gerenciar os objetos gravados nas unidades de  disco,  ou  seja,  todo  e qualquer  arquivo que  esteja gravado  em  seu computador  e  toda  pasta  que  exista  nele  pode  ser  vista  pelo  Windows Explorer. Dotado de uma interface fácil e intuitiva, pode‐se aprender a usá‐lo muito facilmente, segue abaixo uma “foto”  do Windows Explorer.   No  lado  esquerdo,  vê‐se  um  painel,  com  todas  as  pastas  do  computador,  organizado  na  forma  de  “árvore”,  com  a  hierarquia bem definida, vê‐se, por exemplo, que a pasta arquivos de programas está dentro da Unidade C: (ícone do disco, com o  nome João). No painel direito (o maior) vê‐se o conteúdo da pasta que estiver selecionada, no caso, a pasta WINCM4. Para acessar o  Windows Explorer, acione Iniciar / Programas / Windows Explorer. Painel do conteúdo Painel das pastas.  Copiando um Arquivo: Para copiar um arquivo, selecione‐o no painel do conteúdo e arraste‐o para a pasta de destino com a tecla  CTRL pressionada. Você verá que o mouse será substituído por uma seta com um sinal de + (adição) durante o arrasto. Depois do  processo, haverá duas cópias do arquivo, uma na pasta de origem e outra na pasta de destino.  Movendo um Arquivo: De maneira análoga à anterior, clique e arraste o arquivo desejado, mas pressione a tecla SHIFT, o arquivo  deixará o local de origem e ficará no local de destino.  Excluindo  um  Arquivo:  Clique  sobre  o  arquivo  desejado  (ou,  no  caso,  indesejado)  e  pressione  a  tecla  DELETE  no  seu  teclado,  ou  acione Arquivo / Excluir, ou ainda: arraste o arquivo para o ícone da lixeira.  Renomeando um Arquivo: Clique no arquivo que deseja renomear e acione o menu Arquivo, a opção Renomear. Outra maneira de  fazê‐lo é pressionando a tecla F2 no teclado, ou ainda clicar uma vez no ícone e depois clicar no nome do arquivo, todos os três  processos tornam o nome do arquivo editável (o cursor fica piscando novamente no nome do mesmo), basta altera‐lo e confirmar  com ENTER.  MEU COMPUTADOR – é o programa que acompanha o Windows e que  permite visualizar todos os discos instalados dentro do computador.  MEUS DOCUMENTOS – é a pasta que acompanha o Windows e que foi  pré‐estabelecida  para  que  os  usuários  possam  guardar  seus  arquivos,  mas isso não impede que o usuário guarde suas informações em outras  pastas fora dos MEUS DOCUMENTOS.  LIXEIRA  –  é  o  programa  que  acompanha  o  Windows  e  permite  lançar  arquivos  indesejados  ao  usuários  ou  que  não  tenham  certeza  que  desejam  excluir  definitivamente.  As  informações  lançadas  na  lixeira  podem  ser  restauradas  ou  a  lixeira  pode  ser  esvaziada,  onde  com  esta  última ação, as informações serão excluídas sem volta. A lixeira ocupa,  por tamanha padrão, 10% do espaço do disco rígido.  MEUS  LOCAIS  DE  REDE  –  é  o  programa  que  acompanha  o  Windows  e  permite visualizar computadores ou grupos de computadores dos quais  o computador do usuário faz parte.  PAINEL DE CONTROLE ‐ é o programa que acompanha o Windows e permite ajustar todas as configurações do sistema operacional,  desde ajustar a hora do computador, até coisas mais técnicas como ajustar o endereço virtual das interrupções utilizadas pela porta  do MOUSE (nem sei o que é isso, apenas gostei do tom “dramático” que imprimiu ao texto). O painel de controle é, na verdade,  uma  janela  que  possui  vários  ícones,  e  cada  um  desses  ícones  é  responsável  por  um  ajuste  diferente  no  Windows  (ver  figura):  Conheça alguns dos ícones do painel de controle:   1. Adicionar novo Hardware: Permite instalar com facilidade novos dispositivos no nosso computador, utiliza‐se da praticidade do  Plug n’ Play (visto antes).  2.  Adicionar  e  Remover  programas:  é  a  maneira  mais  segura  de  se  desinstalar  ou  instalar  programas  do  nosso  computador.  Há  pessoas que, quando não querem mais um programa, acham que é o suficiente excluí‐los do disco rígido – ledo engano. Deve‐se  desinstalá‐los, e a maneira mais segura é por aqui. Nesta opção também podemos instalar/remover componentes do Windows e  criar  um  Disco  de  Inicialização  (Disquete  que  contém  os  arquivos  necessários  para  a  inicialização  de  um  computador,  também  chamado DISCO DE BOOT).  3. Configurações Regionais: Ajusta algumas configurações da região onde o Windows se localiza. Como tipo da moeda, símbolo da  mesma, número de casas decimais utilizadas, formato da data e da hora, entre outras...  4. Data/Hora: Permite alterar o relógio e o calendário internos do computador, bem como informá‐lo se este deve ou não entrar  em horário de verão automático.  5. Mouse: Ajusta configurações referentes ao Ponteiro do computador, sua velocidade, se ele tem rastro ou não, se o duplo clique  será rápido ou mais lento, pode‐se até escolher um formato diferente para o dito cujo.  6. Teclado: permite ajustar as configurações do teclado, como a velocidade de repetição das teclas, o idioma utilizado e o LAYOUT  (disposição) das teclas.  7. Vídeo: permite alterar as configurações da exibição do Windows, como as cores dos componentes do Sistema, o papel de parede,  a proteção de tela e até a qualidade da imagem, e configurações mais técnicas a respeito da placa de vídeo e do monitor.  8. Impressoras: guarda uma listagem de todas as impressoras instaladas no micro, pode‐se adicionar novas, excluir as existentes,  configurá‐las,  decidir  quem  vai  ser  a  impressora  padrão  e  até  mesmo  cancelar  documentos  que  estejam  esperando  na  fila  para  serem impressos.  9.  Modems:  permite  instalar  novos  modems  e  configurar  os  modems  já  instalados  no  computador  para  que  disquem  TOM  ou  PULSO, para que estejam nesta ou naquela porta, entre outras opções...  8
  • 9. Os demais ícones do painel de controle têm suas funções bem definidas, mas não cabe aqui estudá‐los, e alguns dos ícones  apresentados a figura acima não existem apenas no Windows , eles são colocados lá quando se instala outro programa, como é o  caso do ícone Real Player G2, entre outros...  Prompt do MS‐DOS abre uma janela de acesso ao aviso de comando (Prompt) do MSDOS. Na verdade, apenas abre uma  janela  que  nos  permite  digitar  comandos  idênticos  aos  que  eram  utilizados  no  MS‐DOS,  como  CD,  MD,  COPY,  MOVE,  etc...  Para  aciona‐la (caso você seja saudosista) clique em INICIAR, PROGRAMAS, PROMPT DO MS‐DOS.  Vai aparecer uma janela com o seguinte prompt de comando: C:WINDOWS>. Esperando seus comandos... Boa Sorte!  Menu  Localizar  é  um  sistema  de  busca  interessante  do  Windows  .  Quando  não  sabemos  onde  um  determinado  arquivo  está ou que nome ele tem, ou por qualquer razão, de ordem etílica ou não, perdemos algum arquivo ou pasta, podemos encontrá‐lo  com este poderoso aliado:  A ferramenta Localizar permite encontrar um arquivo por alguns critérios: Nome do Arquivo, Data da Modificação, Tipo do  Arquivo, Texto inserido no mesmo e até mesmo tamanho (em Bytes) do arquivo.  No exemplo acima, podemos ver a tela do localizar em ação: o usuário está solicitando localizar um arquivo (do qual não  lembra o nome), mas que lembra que, dentro do arquivo, existe o texto: “Querido Fernando Henrique”.   FERRAMENTAS DE SISTEMA ‐ é o nome de uma pasta que contém um conjunto de utilitários do windows localizados em INICIAR /  PROGRAMAS / ACESSÓRIOS. Neste grupo podemos encontrar:  1. Scandisk: Varre os discos magnéticos (Disquetes e HDs) em busca de erros lógicos ou físicos em setores. Se existir um erro lógico  que possa ser corrigido, o Scandisk o faz, mas se existe um erro físico, ou mesmo um lógico que não possa ser corrigido, o Scandisk  marca o setor como defeituoso, para que o Sistema Operacional não mais grave nada neste setor. Só pra reforçar, embora eu saiba  que você já está mais careca do que eu de saber disso, mas ai vai, o Scandisk no Windows XP não está dentro de ferramentas de  sistema, e para você o encontrar vai clicar com o botão direito em C: (unidade do disco rígido) e escolher a opção PROPRIEDADES,  depois  escolher  a  guia  (orelha)  com  a  opção  FERRAMENTAS  e  clicar  em  VERIFICAÇÃO  DE  ERROS/VERIFICAR  AGORA,  ai  pedirá,  depois  que  clicar  nas  duas  opções,  para  reiniciar  o  computador,  quando  o  fizer  vai  dar  início  à  verificação  de  erros.  Oi,  é  sério,  esquece disso não, está sempre caindo em prova.  2.  Desfragmentador:  Como  o  nome  já  diz,  ele  reagrupa  os  fragmentos  de  arquivos  gravados  no  disco,  unindo‐os  em  linha  para  que  eles  possam  ser  lidos  com  mais  rapidez  pelo  sistema  de  leitura  do  disco  rígido.  Quando  um  arquivo  é  gravado  no  disco,  ele  utiliza  normalmente  vários  setores,  e  estes setores nem sempre estarão muito próximos, forçando  o  disco  a  girar  várias  vezes  para  poder  ler  o  arquivo.  O  desfragmentador  corrige  isso,  juntando  os  setores  de  um  mesmo  arquivo  para  que  o  disco  não  precise  girar  várias  vezes. Esse aqui é outro que tem pergunta em muitas provas,  então só vou te passar a dica, não vacila ai.  3. Backup: Ferramenta para gravação de arquivos de cópia de  segurança.  Pode‐se  gravar  quaisquer  arquivos  do  disco,  criando  um  grande  arquivo  de  BACKUP  (este  nome  significa  Cópia d Segurança) que irá para uma fita ou para outra mídia  (CD, Disquete, Disco Rígido, etc.).  4. Limpeza de Disco: Ferramenta utilizada pelo Windows para  fazer uma limpeza geral no disco rígido em informações que não são necessárias ao funcionamento do computador.  Abaixo  segue  a  tela  de  como  encontrar  as  ferramentas  de  sistema  do  Windows  .  Basta  clicar  em  INICIAR,  Programas,  Acessórios, Ferramentas de Sistema e finalmente escolher a ferramenta que se deseja utilizar.    ACESSÓRIOS DO WINDOWS  Os  acessórios  são  pequenos  aplicativos  com  funções  bem  práticas  ao  usuário  e  que  acompanham  o  Windows  em  sua  instalação padrão. Os acessórios do Windows são:  Calculadora:  Pequeno  aplicativo  que  simula  uma  máquina  calculadora  em  dois  formatos,  a  calculadora  padrão  (básica)  e  a  calculadora científica. A Calculadora do Windows não apresenta formato de Calculadora Financeira.  WordPad: pequeno processador de textos que acompanha o Windows, pode ser considerado como um “Word mais fraquinho”, ou  seja, sem todos os recursos. Quando salvamos um arquivo no WordPad, este assume a extensão .DOC (a mesma dos arquivos do  Word), mas o formato é de um arquivo do Word 6.0.  Paint:  Programinha  para  pintar  imagens  Bitmap  (formadas  por  pequenos  quadradinhos).  Os  arquivos  gerados  pelo  Paint  tem  extensão .BMP. No Windows, pode‐se usar figuras do tipo BMP (somente) para servir de papel de parede (figura que fica enfeitando  o segundo plano do DESKTOP).  Bloco  de  Notas  (NotePad):  é  um  editor  de  texto,  ou  seja,  um  programa  que  apenas  edita  arquivos  de  texto  simples,  sem  formatação, sem enfeites. Quando salvamos arquivos do Bloco de Notas, sua extensão é .TXT. Os arquivo feitos no NotePad não  aceitam Negrito, Itálico, Cor da letra, ou seja: nenhuma formatação!    OPERAÇÕES MAIS COMUNS NO WINDOWS  (E PROVAVELMENTE MAIS COBRADAS NO CONCURSO)  9
  • 10.   1. Formatação de Discos  O que é Formatar? Formatação é o nome dado ao ato de reorganizar a estrutura de  um disco magnético. Todo disco magnético (disco rígido e disquete) é formado por espaços  onde  a  informação  pode  ser  gravada  (chamados  setores)  e  estes  ficam  dispostos  em  filas  circulares concêntricas (chamadas trilhas). Quando formatamos um disco, estamos livrando  os setores de toda e qualquer informação e reorganizando estes setores e trilhas.  Como  realizo  uma  formatação?  No  Windows  Explorer,  selecione  a  unidade  a  ser  formatada (o Windows proíbe a formatação da unidade de disco onde ele está instalado –  normalmente  C:)  e  clique  com  o  botão  direito  do  Mouse,  selecionando  a  opção  formatar.  Aparecerá a janela acima, selecione o tipo da formatação e Mande iniciar o processo.  2. Alteração da Hora e Data do Computador  Como altero a hora do computador? Pode‐se alterar a hora (e a data) que o micro  está  apresentando  no  Painel  de  controle,  na  opção  DATA  E  HORA.  Um  atalho  seria  Clicar  duas vezes no relógio que aparece na Área de notificação.  3. Trabalhando com arquivos  Como posso copiar um arquivo de meu computador para o disquete? No Windows Explorer, localize o arquivo que deseja  copiar, fazendo com que ele apareça no painel de conteúdo. Clique com o mouse nele e arraste‐o para o ícone do disquete que fica  no  painel  das  pastas.  Outra  maneira  seria  clicar  com  o  botão  direito  (auxiliar)  no  arquivo  desejado  e  selecionar  ENVIAR  PARA  >  DISQUETE.  Caso  não  se  saiba  onde  o  arquivo  está  (o  que  inviabiliza  a  utilização  do  Explorer),  pudesse  localizá‐lo  com  a  ferramenta  INICIAR / LOCALIZAR e, quando encontrá‐lo, clicar com o botão direito do mouse e escolher ENVIAR PARA > DISQUETE.   Como posso apagar um arquivo que não quero mais? Basta clicar no arquivo e pressionar a tecla DELETE. Pode‐se também  clicar nele com o botão direito do mouse e escolher a opção EXCLUIR.  Qualquer  uma  das  operações  citadas  acima  manda  os  arquivos  para  a  lixeira,  portanto  não  retiram  o  arquivo  permanentemente do disco rígido, será necessário esvaziar a lixeira posteriormente para que os arquivos deixem de ocupar espaço  no disco.  OBS: A lixeira é uma pasta especial, cuja função é guardar os arquivos que foram deletados do disco rígido. A lixeira, por padrão,  pode acumular 10% do espaço do disco (este percentual pode mudar – alterando‐se as propriedades da lixeira). A lixeira não guarda  arquivos deletados dos disquetes, ela só funciona para discos rígidos. Ou seja, quando tentamos apagar um arquivo do disquete,  ADEUS! Ele não tem mais volta.  Quando executamos a operação de limpeza da lixeira (expurgando, assim, todos os arquivos nela contidos) os arquivos não  têm mais volta também.   4. Como posso verificar quanto espaço livre existe num disco? Basta ir ao Windows Explorer e, selecionando a unidade desejada,  clicar com o botão direito do mouse na mesma, clicando em seguida na opção PROPRIEDADES (a última do Menu).  5. O que danado é o “botão direito” de quem se falou tanto? O seu mouse possui dois botões funcionais no Windows : o esquerdo  (ajustado para ser o principal) e o direito (ajustado para ser o auxiliar). O botão principal trabalha o tempo todo, é com ele que a  gente clica em todo canto, executa ícones, arrasta janelas, clica para selecionar objetos, e assim por diante. Já o botão direito do  mouse ganhou muita importância a partir do Windows , toda vez que se clica com este botão do mouse, o Windows mostra um  MENU SUSPENSO (chamado menu POP‐UP), que apresenta opções referentes ao objeto onde clicamos. É como se o botão direito  perguntasse ao Windows: “O que eu posso fazer com esse objeto?” E o Windows respondesse na forma do MENU.   6. É possível ajustar o botão auxiliar para ser o esquerdo? Claro! Mas responda isso na seção de exercícios propostos. Como posso  mudar  o  nome  de  um  arquivo  (ou  pasta)?  Clique  no  objeto  que  deseja  renomear  e  aperte  a  tecla  F2  do  teclado,  o  nome  ficará  disponível para alteração. Pudesse clicar com o botão auxiliar do mouse e escolher a opção RENOMEAR.  Obs:  Todos  (repito,  todos)  os  objetos  do  Windows  têm  propriedades.  Isso  significa  que  quando  clicamos  em  algum  objeto  do  Windows (seja uma pasta, um arquivo, um disco, a lixeira, a tela, uma janela, qualquer coisa), com o botão direito do mouse, vai ser  apresentado um menu suspenso, e dentre as opções, estará PROPRIEDADES. É possível  aprender a trabalhar com o Windows apenas clicando nas coisas com o botão direito.    COMBINAÇÕES DE TECLAS DO WINDOWS    TECLA  FUNÇÃO  CTRL+A  SELECIONAR TUDO  CTRL+B  EM UMA PASTA: ORGANIZAR FAVORITOS  CTRL+C  COPIAR  CTRL+E  EM UMA PASTA: ABRE O LOCALIZAR  CTRL+F  EM UMA PASTA: ABRE O LOCALIZAR  CTRL+H  EM UMA PASTA: ABRE O HISTÓRICO  CTRL+I  EM UMA PASTA: ABRE O FAVORITOS  CTRL+W  FECHA UMA PASTA  CTRL+Z  DESFAZER  CTRL+F4  ABRE/FECHA A BARRA DE ENDEREÇO  10
  • 11. TECLA  F1  F2  F3  F4  F5  F6  F11  ESC  CTRL+ESC  WIN ou Bandeira do  Windows  WIN+E  DEL OU DELETE  SHIFT+DEL  CTRL+CLIQUE DO MOUSE  SHIFT+CLIQUE DO MOUSE  PRINT SCREEN  ALT  ALT+LETRA SUBLINADA NA  BARRA DE MENU  ALT+TAB  ALT+F4  FUNÇÃO  ABRE AJUDA E SUPORTE DO WINDOWS  RENOMEAR PASTA E ARQUIVOS  ABRE A OPÇÃO LOCALIZAR  ABRE/FECHA A BARRA DE ENDEREÇO  ATUALIZA OPERAÇÕES DO WINDOWS  MOVE O A POSIÇÃO DE UMA SELEÇÃO  EXIBE A PASTA EM TELA INTEIRA  CANCELA UMA OPERAÇÃO  ABRE/FECHA O MENU/BOTÃO INICIAR  ABRE/FECHA O MENU/BOTÃO INICIAR  ABRE O WINDOWS EXPLORER  EXCLUI UMA INFORMAÇÃO E O ENVIA À LIXEIRA  EXCLUI DEFINITIVAMENTE UMA INFORMAÇÃO SEM A ENVIAR À LIEXEIRA  SELECIONA ARUIVOS/PASTAS DE FORMA ALEATÓRIA DENTRO DO  WINDOWS  SELECIONA ARUIVOS/PASTAS DE FORMA DE FORMA CONTÍNUA DENTRO DO  WINDOWS  CAPTURA A IMAGEM QUE ESTÁ SENDO EXIBIDA NO MONITOR  ATIVA A BARRA DE MENUS  ABRE O MENU DA LETRA SUBLINHADA  ALTERNA ENTRE JANELAS ABERTAS  FECHA A JANELA/ABRE OPÇÕES DE DESLIGAR O WINDOWS    EXTENSÕES      Existem  diversos  tipos  de  extensões  para  muitos  programas,  há  programas  que  utilizam  a  mesma  extensão  de  outros  quando vão salvar suas informações, vou te lembrar de algo, sabe quando você salva um arquivo utilizando o Word e ai no final no  dele  aparece  um  ponto  com  algo  mais?  Deixa  eu  dar  um  exemplo:  123dasilva4.doc,  esse  .doc  é  uma  extensão  que  alguns  processadores e editores de textos usam, tipo o Word e Word Pad. Segue abaixo uma relação de extensões e alguns programas que  as usam.    EXTENSÃO  É DO TIPO  PROGRAMA  .DOC  TEXTO  WORD E WORD PAD  .DOT  MODELOS DO WORD  WORD  .TXT  TIPO TEXTO  BLOCO DE NOTAS  .XLS  PLANILHAS  EXCEL  .ARJ  COMPACTAÇÃO  WINZIP, WINRAR, ARJ E BRASZIP  .RAR  COMPACTAÇÃO  WINZIP, WINRAR, ARJ E BRASZIP  .ZIP  COMPACTAÇÃO  WINZIP, WINRAR, ARJ E BRASZIP  .PPT  SLIDES  POWER POINT  .DB  BANCO DE DADOS  ACCESS  .HTML  PÁGINAS DE INTERNET  INTERNET EXPLORER E FIRE FOX  .HTM  PÁGINAS DE INTERNET  INTERNET EXPLORER E FIRE FOX  .BMP  IMAGEM  PAINT  PICTURE MANAGER, VISUALIZADOR DE  .JPG  IMAGEM  IMAGENS E FAX DO WINDOS,  FIREWORK, PHOTOSHOP  PICTURE MANAGER, VISUALIZADOR DE  IMAGENS E FAX DO WINDOS,  .GIF  IMAGEM  FIREWORK E PHOTOSHOP  MUSIC JUCKBOX, WINDOWS MEDIA  .WAV  SOM  PLAYER E WINNAMP  MUSIC JUCKBOX, WINDOWS MEDIA  .MP3  SOM  PLAYER E WINNAMP  .WMA  SOM  WINDOWS MEDIA PLAYER        11
  • 12. O LINUX        O GNU/Linux é um sistema operacional criado em 1991 por Linus Torvalds na universidade de Helsinky na Finlândia. É um  sistema  Operacional  de  código  aberto  distribuído  gratuitamente  pela  Internet.  Seu  código  fonte  é  liberado  como  Free  Software  (software gratuito) o aviso de copyright do kernel feito por Linus descreve detalhadamente isto e mesmo ele está proibido de fazer  a comercialização do sistema. Isto quer dizer que você não precisa pagar nada para usar o Linux, e não é crime fazer cópias para  instalar  em  outros  computadores,  nós  inclusive  incentivamos  você  a  fazer  isto.  Ser  um  sistema  de  código  aberto  pode  explicar  a  performance, estabilidade e velocidade em que novos recursos são adicionados ao sistema. Para rodar o GNU/Linux você precisa,  no mínimo, de um computador 386 SX com 2 MB de memória e 40MB disponíveis em seu disco rígido para uma instalação básica e  funcional.    O  sistema  segue  o  padrão  POSIX  que  é  o  mesmo  usado  por  sistemas  UNIX  e  suas  variantes.  Assim,  aprendendo  o  GNU/Linux  você  não  encontrará  muita  dificuldade  em  operar  um  sistema  do  tipo  UNIX,  FreeBSD,  HPUX,  SunOS,  etc.,  bastando  apenas aprender alguns detalhes encontrados em cada sistema. O código fonte aberto permite que qualquer pessoa veja como o  sistema  funciona  (útil  para  aprendizado),  corrija  alguma  problema  ou  faça  alguma  sugestão  sobre  sua  melhoria,  esse  é  um  dos  motivos de seu rápido crescimento, do aumento da compatibilidade de periféricos (como novas placas sendo suportadas logo após  seu lançamento) e de sua estabilidade.  Outro ponto em que ele se  destaca é o suporte que oferece a placas, CD−Roms e outros tipos de dispositivos de  última  geração e mais antigos (a maioria deles já ultrapassados e sendo completamente suportados pelo sistema operacional). Este é um  ponto forte para empresas que desejam manter seus micros em funcionamento e pretendem investir em avanços tecnológicos com  as máquinas que possui. Hoje o GNU/Linux é desenvolvido por milhares de pessoas espalhadas pelo mundo, cada uma fazendo sua  contribuição ou mantendo alguma parte do kernel gratuitamente. Linus Torvalds ainda trabalha em seu desenvolvimento e também  ajuda na coordenação entre os desenvolvedores.  O  suporte  ao  sistema  também  se  destaca  como  sendo  o  mais  eficiente  e  rápido  do  que  qualquer  programa  comercial  disponível no mercado. Existem centenas de consultores especializados espalhados ao redor do mundo. Você pode se inscrever em  uma  lista  de  discussão  e  relatar  sua  dúvida  ou  alguma  falha,  e  sua  mensagem  será  vista  por  centenas  de  usuários  na  Internet  e  algum irá te ajudar ou avisará as pessoas responsáveis sobre a falha encontrada para devida correção.     1.2.1 Algumas Características do Linux  É de graça e desenvolvido voluntariamente por programadores experientes, hackers, e contribuidores espalhados ao redor  do mundo que tem como objetivo a contribuição para a melhoria e crescimento deste sistema operacional.  Muitos deles estavam cansados do excesso de propaganda (Marketing) e baixa qualidade de sistemas comerciais existentes  Convivem sem nenhum tipo de conflito com outros sistemas operacionais (com o DOS, Windows, Netware) no mesmo computador.  ‐Multitarefa real  ‐Multiusuário  ‐Suporte a nomes extensos de arquivos e diretórios (255 caracteres)  ‐Conectividade com outros tipos de plataformas como Apple, Sun, Macintosh, Sparc, Alpha, PowerPc, ARM, Unix, Windows, DOS,  etc.  ‐Proteção entre processos executados na memória RAM  ‐Suporte ha mais de 63 terminais virtuais (consoles)  ‐Modularização − O GNU/Linux somente carrega para a memória o que é usado durante o processamento, liberando totalmente a  memória assim que o programa/dispositivo é finalizado  12
  • 13. ‐Devido a modularização, os drivers dos periféricos e recursos do sistema podem ser carregados e removidos completamente da  memória RAM a qualquer momento. Os drivers (módulos) ocupam pouco espaço quando carregados na memória RAM (cerca de  6Kb para a Placa de rede NE 2000, por exemplo)  ‐Não  há  a  necessidade  de  se  reiniciar  o  sistema  após  a  modificar  a  configuração  de  qualquer  periférico  ou  parâmetros  de  rede.  Somente  é  necessário  reiniciar  o  sistema  no  caso  de  uma  instalação  interna  de  um  novo  periférico,  falha  em  algum  hardware  (queima do processador, placa mãe, etc.).  ‐Não  precisa  de  um  processador  potente  para  funcionar.  O  sistema  roda  bem  em  computadores  386sx25  com  4MB  de  memória  RAM (sem rodar o sistema gráfico X, que é recomendado 8MB de RAM).  Já pensou no seu desempenho em um 486 ou Pentium ;−)  ‐O  crescimento  e  novas  versões  do  sistema  não  provocam  lentidão,  pelo  contrario,  a  cada  nova  versão  os  desenvolvedores  procuram buscar maior compatibilidade, acrescentar recursos úteis e melhor desempenho do sistema (como o que aconteceu na  passagem do kernel 2.0.x para 2.2.x).  ‐Não é requerida uma licença para seu uso. O GNU/Linux é licenciado de acordo com os termos da GNU  ‐Acessa sem problemas discos formatados pelo DOS, Windows, Novell, OS/2, NTFS, SunOS, Amiga, Atari, Mac, etc.  ‐Utiliza permissões de acesso a arquivos, diretórios e programas em execução na memória RAM.  ‐NÃO  EXISTEM  VIRUS  NO  LINUX!  Em  9  anos  de  existência,  nunca  foi  registrado  NENHUM  tipo  de  vírus  neste  sistema.  Isto  tudo  devido  a  grande  segurança  oferecida  pelas  permissões  de  acesso  do  sistema  que  funcionam  inclusive  durante  a  execução  de  programas.  ‐Rede TCP/IP mais rápida que no Windows e tem sua pilha constantemente melhorada. O GNU/Linux tem suporte nativo a redes  TCP/IP  e  não  depende  de  uma  camada  intermediária  como  o  Winsock.  Em  acessos  via  modem  a  Internet,  a  velocidade  de  transmissão é 10% maior.  ‐Jogadores do Quake ou qualquer outro tipo de jogo via Internet preferem o GNU/Linux por causa da maior velocidade do Jogo em  rede. É fácil rodar um servidor Quake em seu computador e assim jogar contra vários adversários via Internet.  ‐Roda aplicações DOS através do DOSEMU. Para se ter uma idéia, é possível dar o boot em um sistema DOS qualquer dentro dele e  ao mesmo tempo usar a multitarefa deste sistema.  ‐Roda aplicações Windows através do WINE  ‐Suporte a dispositivos infravermelho  ‐Suporte a rede via rádio amador  ‐Suporte a dispositivos Plug−and−Play  ‐Suporte a dispositivos USB  ‐Vários tipos de firewalls de alta qualidade e com grande poder de segurança de graça  ‐Roteamento estático e dinâmico de pacotes  ‐Ponte entre Redes  ‐Proxy Tradicional e Transparente  ‐Possui recursos para atender a mais de um endereço IP na mesma placa de rede, sendo muito útil para situações de manutenção  em servidores de redes ou para a emulação de "mais computadores" virtualmente.  ‐O servidor WEB e FTP podem estar localizados no mesmo computador, mas o usuário que se conecta tem a impressão que a rede  possui servidores diferentes.    Distribuições do Linux  Só o sistema operacional GNU/Linux não é necessário para ter uma sistema funcional, mas é o principal. Existem grupos de  pessoas,  empresas  e  organizações  que  decidem  "distribuir"  o  Linux  junto  com  outros  programas  essenciais  (como  por  exemplo  editores gráficos, planilhas, bancos de dados, ambientes de programação, formatação de documentos, firewalls, etc).  Este é o significado básico de distribuição. Cada distribuição tem sua característica própria, como o sistema de instalação, o  objetivo, a localização de programas, nomes de arquivos de configuração, etc. A escolha de uma distribuição é pessoal, A escolha de  uma distribuição depende da necessidade de cada um.  Algumas distribuições bastante conhecidas são: Slackware, Debian, Red Hat, Conectiva, Suse, Monkey, todas usando o SO  Linux como kernel principal (a Debian é uma distribuição independente de kernel e pode ser executada sob outros kernels, como o  GNU hurd).  A escolha de sua distribuição deve ser feita com muita atenção, não adianta muita coisa perguntar em canais de IRC sobre  qual  é  a  melhor  distribuição,  ser  levado  pelas  propagandas,  pelo  vizinho,  etc.  O  melhor  caminho  para  a  escolha  da  distribuição,  acredito eu, seria perguntar as características de cada uma e porque essa pessoa gosta dela ao invés de perguntar qual é a melhor,  porque  quem  lhe  responder  isto  estará  usando  uma  distribuição  que  se  encaixa  de  acordo  com  suas  necessidade  e  esta  mesma  distribuição pode não ser a melhor para lhe atender.    Segue abaixo as características de algumas distribuições seguidas do site principal e endereço ftp:    Debian  http://www.debian.org/ − Distribuição desenvolvida e atualizada através do esforço de voluntários espalhados ao redor do mundo,  seguindo o estilo de desenvolvimento GNU/Linux. Por este motivo, foi adotada como a distribuição oficial do projeto GNU. Possui  suporte a lingua Portuguesa, é a única que tem suporte a 10 arquiteturas diferentes (i386, Alpha, Sparc, PowerPc, Macintosh, Arm,  13
  • 14. etc.) e aproximadamente 15 sub−arquiteturas. A instalação da distribuição pode ser feita tanto através de Disquetes, CD−ROM, Tftp,  Ftp, NFS ou através da combinação de vários destes em cada etapa de instalação.  Acompanha  mais  de  4350  programas  distribuídos  em  forma  de  pacotes  divididos  em 4  CDs binários  e  2 de  código  fonte  (ocupou  2.1  GB  em  meu  disco  rígido),  cada  um  destes  programas  são  mantidos  e  testados  pela  pessoa  responsável  por  seu  empacotamento.  Os  pacotes  são  divididos  em  diretórios  de  acordo  com  sua  categoria  e  gerenciados  através  de  um  avançado  sistema  de  gerenciamento  de  pacotes  (o  dpkg)  facilitando  a  instalação  e  atualização  de  pacotes.  Possui  tanto  ferramentas  para  administração de redes e servidores quanto para desktops, estações multimídia, jogos, desenvolvimento, web, etc.  A atualização da distribuição ou de pacotes individuais pode ser feita facilmente através de 2 comandos! Não requerendo  adquirir um novo CD para usar a última versão da distribuição. É a única distribuição não comercial onde todos podem contribuir  com  seu  conhecimento  para  o  seu  desenvolvimento.  Para  gerenciar  os  voluntários,  conta  com  centenas  de  listas  de  discussão  envolvendo determinados desenvolvedores das mais diversas partes do mundo.  São  feitos  extensivos  testes  antes  do  lançamento  de  cada  versão  para  atingir  um  auto  grau  de  confiabilidade.  As  falhas  encontradas nos pacotes podem ser relatados através de um sistema de tratamento de falhas que encaminha a falha encontrada  diretamente ao responsável para avaliação e correção. Qualquer um pode receber a lista de falhas ou sugestões sobre a distribuição  cadastrando−se  em  uma  das  listas  de  discussão  que  tratam  especificamente  da  solução  de  falhas  encontradas  na  distribuição  (disponível na página principal da distribuição).  Os  pacotes  podem  ser  instalados  através  de  Tarefas  contendo  seleções  de  pacotes  de  acordo  com  a  utilização  do  computador (servidor Web, desenvolvimento, Tex, jogos, desktop, etc.), Perfis contendo seleções de pacotes de acordo com o tipo  de  usuário  (programador,  operador,  etc.),  ou  através  de  uma  seleção  individual  de  pacotes,  garantindo  que  somente  os  pacotes  selecionados serão instalados fazendo uma instalação enxuta.  O suporte ao usuário e desenvolvimento da distribuição são feitos através de listas de discussões e canais IRC. Existem uma  lista  de  consultores  habilitados  a  dar  suporte  e  assistência  a  sistemas  Debian  ao  redor  do  mundo  na  área  consultores  do  site  principal da distribuição. ftp://ftp.debian.org/ − Endereço Ftp para download.      Conectiva  http://www.conectiva.com.br/ − São necessárias características desta distribuição.  ftp://ftp.conectiva.com.br/ − Ftp da distribuição Conectiva. Conectiva.    Slackware  http://www.slackware.com/ − São necessárias características desta distribuição.  ftp://ftp.slackware.com/ − Ftp ds distribuição Slackware.    Suse  http://www.suse.com/  −  Distribuição comercial  Alemã  com  a  coordenação  sendo  feita  através  dos  processos  administrativos  dos  desenvolvedores e de seu braço norte−americano. O foco da Suse é o usuário com conhecimento técnico no Linux (programador,  administrador de rede, etc.) e não o usuário iniciante no Linux (até a versão 6.2).  A  distribuição  possui  suporte  ao  idioma  e  teclado  Português,  mas  não  inclui  (até  a  versão  6.2)  a  documentação  em  Português.  Eis  a  lista  de  idiomas  suportados  pela  distribuição:  English,  Deutsch,  Français,  Italiano,  Español,  Português,  Português  Brasileiro, Polski, Cesky, Romanian, Slovensky, Indonesia.  Possui  suporte  as  arquiteturas  Intel  x86  e  Alpha.  Sua  instalação  pode  ser  feita  via  CD−ROM  ou  CD−DVD  (é  a  primeira  distribuição com instalação através de DVD).    Software Livre  Softwares Livres são programas que possuem o código fonte incluído (o código fonte é o que o programador digitou para  fazer o programa) e você pode modificar ou distribui−los livremente. Existem algumas licenças que permitem isso, a mais comum é  a General Public Licence (ou GPL).  Os  softwares  livres  muitas  vezes  são  chamados  de  programas  de  código  aberto  (ou  OSS).  Muito  se  acredita  no  compartilhamento do conhecimento e tendo liberdade de cooperar uns com outros, isto é importante para o aprendizado de como  as  coisas  funcionam  e  novas  técnicas  de  construção.  Existe  uma  longa  teoria  desde  1950  valorizando  isto,  muitas  vezes  pessoas  assim são chamadas de "Hackers Éticos".  Outros procuram aprender mais sobre o funcionamento do computador e seus dispositivos (periféricos) e muitas pessoas  estão  procurando  por  meios  de  de  evitar  o  preço  absurdo  de  softwares  comerciais  através  de  programas  livres  que  possuem  qualidade igual ou superior, devido a cooperação em seu desenvolvimento.  Você pode modificar o código fonte de um software livre a fim de melhora−lo ou acrescentar mais recursos e o autor do  programa pode ser contactado sobre a alteração e os benefícios que sua modificação fez no programa, e esta poderá ser incluída no  programa principal. Deste modo, milhares de pessoas que usam o programa se beneficiarão de sua contribuição.      Arquivos  É onde gravamos nossos dados. Um arquivo pode conter um texto feito por nós, uma música, programa, planilha, etc.  14
  • 15. Cada  arquivo  deve  ser  identificado  por  um  nome,  assim  ele  pode  ser  encontrado  facilmente  quando  desejar  usa−lo.  Se  estiver fazendo um trabalho de história, nada melhor que salva−lo com o nome historia. Um arquivo pode ser binário ou texto.  O  GNU/Linux  é  Case  Sensitive  ou  seja,  ele  diferencia  letras  maiúsculas  e  minúsculas  nos  arquivos.  O  arquivo  historia  é  completamente diferente de Historia. Esta regra também é válido para os comandos e diretórios. Prefira, sempre que possível, usar  letras minúsculas para identificar seus arquivos, pois quase todos os comandos do sistema estão em minúsculas.  Um arquivo oculto no GNU/Linux é identificado por um "." no inicio do nome (por exemplo, .bashrc). Arquivos ocultos não  aparecem em listagens normais de diretórios, deve ser usado o comando ls −a para também listar arquivos ocultos.    Extensão de arquivos  A  extensão  serve  para  identificar  o  tipo  do  arquivo.  A  extensão  são  as  letras  após  um  "."  no  nome  de  um  arquivo,  explicando melhor:  ∙ relatorio.txt − O .txt indica que o conteúdo é um arquivo texto.  ‐script.sh − Arquivo de Script (interpretado por /bin/sh).  ‐system.log − Registro de algum programa no sistema.  ‐arquivo.gz − Arquivo compactado pelo utilitário gzip.  ‐index.aspl − Página de Internet (formato Hypertexto).  A extensão de um arquivo também ajuda a saber o que precisamos fazer para abri−lo. Por exemplo, o arquivo relatorio.txt  é um texto simples e podemos ver seu conteúdo através do comando cat, já o arquivo index.aspl contém uma página de Internet e  precisaremos de um navegador para poder visualiza−lo (como o lynx, Mosaic ou o Netscape).  A extensão (na maioria dos casos) não é requerida pelo sistema operacional GNU/Linux, mas é conveniente o seu uso para  determinarmos facilmente o tipo de arquivo e que programa precisaremos usar para abri−lo.    Arquivo texto e binário  Quanto ao tipo, um arquivo pode ser de texto ou binário:  texto  Seu conteúdo é compreendido pelas pessoas. Um arquivo texto pode ser uma carta, um script, um programa de computador escrito  pelo programador, arquivo de configuração, etc.  binário  Seu  conteúdo  somente  pode  ser  entendido  por  computadores.  Contém  caracteres  incompreensíveis  para  pessoas  normais.  Um  arquivo  binário  é  gerado  através  de  um  arquivo  de  programa  (formato  texto)  através  de  um  processo  chamado  de  compilação.  Compilação é básicamente a conversão de um programa em linguagem humana para a linguagem de máquina.    Diretório  Diretório é o local utilizado para armazenar conjuntos arquivos para melhor organização e localização. O diretório, como o  arquivo, também é "Case Sensitive" (diretório /teste é completamente diferente do diretório /Teste).  Não podem existir dois arquivos com o mesmo nome em um diretório, ou um sub−diretório com um mesmo nome de um  arquivo em um mesmo diretório. Um diretório nos sistemas Linux/UNIX são especificados por uma "/" e não uma "" como é feito  no DOS.    Diretório Raíz  Este é o diretório principal do sistema. Dentro dele estão todos os diretórios do sistema. O diretório Raíz é representado  por uma "/", assim se você digitar o comando cd / você estará acessando este diretório. Nele estão localizados outros diretórios  como  o  /bin,  /sbin,  /usr,  /usr/local,  /mnt,  /tmp,  /var,  /home,  etc.  Estes  são  chamados  de  sub−diretórios  pois  estão  dentro  do  diretório "/". A estrutura de diretórios e sub−diretórios pode ser identificada da seguinte maneira:  /  /bin  /sbin  /usr  /usr/local  /mnt  /tmp  /var  /home  A estrutura de diretórios também é chamada de Árvore de Diretórios porque é parecida com uma árvore de cabeça para  baixo.  Cada  diretório  do  sistema  tem  seus  respectivos  arquivos  que  são  armazenados  conforme  regras  definidas  pela  FHS  (FileSystem  Hierarchy  Standard  −  Hierarquia  Padrão  do  Sistema  de  Arquivos)  versão  2.0,  definindo  que  tipo  de  arquivo  deve  ser  armazenado em cada diretório.    Diretório padrão  É o diretório em que nos encontramos no momento. Também é chamado de diretório atual. Você pode digitar pwd (veja a  pwd, Seção 6.3) para verificar qual é seu diretório padrão. O diretório padrão também é identificado por um . (ponto). O comando  15
  • 16. comando  ls  .  pode  ser  usado  para  listar  os  arquivos  do  diretório  atual  (é  claro  que  isto  é  desnecessário  porque  se  não  digitar  nenhum diretório, o comando ls listará o conteúdo do diretório atual).    MICROSOFT OFFICE X BROFFICE.ORG    O que é o BrOffice.org?  BrOffice.org é o nome de um conjunto de programas de escritório livre (free software), disponível na Internet gratuitamente  (no    site  www.broffice.org  ou   aqui   no  portal)   que   oferece   ferramentas poderosas para o trabalho na maioria das corporações.  O  BrOffice.org   é   um   produto   nacional   (mantido   por   uma   equipe   brasileira)   baseado   num   conjunto   de  programas    mundialmente   conhecido:   o   OpenOffice.org.   Então,   guardando‐se   as   devidas   proporções,  BrOffice.org e OpenOffice.org  são a mesma coisa!  Claro que o BrOffice é mais adequado para o público e as necessidades de trabalho das empresas brasileiras,  por isso ele está sendo  cotado  para  substituir  o  Microsoft  Office  nos  órgãos  do  Governo  Federal  (já  está    acontecendo,  como  se  pode  comprovar  na  exigência deste nos concursos recentes do MPU e da Câmara dos  Deputados!).    E o Microsoft Office?  É muito provável que você, leitor, já tenha ouvido falar nele e até mesmo já o utilize! Mas não custa explicar:  Microsoft   Office   é    o   nome   do   conjunto   de   programas   de   escritório   desenvolvido   e   vendido  (sim, vendido) pela Microsoft, a maior empresa  de software de computador do mundo! O Office da Microsoft é composto  pelos   programas   Word   (para   texto),  Excel  (planilha    eletrônica),   Powerpoint  (apresentações  de slides), Access (banco de dados) e mais alguns... Fique ciente de que esse material tem  como  intuito  comparar  os  dois,  apresentando,  especialmente,  suas  diferenças!  Portanto,  será  necessário  um  estudo  prévio  do  Microsoft Office (que já era comum nas provas de concursos há anos!).    E o BrOffice.org? Quais são seus programas?  Os programas que formam BrOffice.org são: o Writer (para texto, concorrendo à altura com o Word); o Calc (para planilhas, como o  Excel); o Impress (para slides); o Base (para bancos de dados); o Draw (para desenho vetorial – não há concorrentes no Microsoft  Office, a não ser o Visio, mas este não é muito comum nas versões mais populares no Microsoft Office).  Nosso alvo  de   estudo   será   a   dupla   de   programas   mais   usada   em   ambos   os   conjuntos:   o   programa processador de  Textos (Word x Writer) e o programa de planilha eletrônica (Excel x Calc), até porque estes são os programas exigidos nos editais  atuais! Em tempo: o nome do conjunto de programas é BrOffice.org e não apenas BrOffice. O pessoal dos editais pode não saber  disso, mas é bom que vc saiba! Portanto, o nome correto do programa não é BrOffice Writer e   sim,  BrOffice.org   Writer.   (perdoe‐ me,  leitor,   se   eu   cometer   essa   gafe   em   qualquer   ponto   desse documento).      COMPARANDO BROFFICE.ORG WRITER X MICROSOFT OFFICE WORD                        Teclas de Atalho Classificadas por Menus  Estas  são,  em  minha  opinião,  as  mais  prováveis  diferenças  a  serem  abordadas  na  prova!  Pense  numa complicação! Pense   que se você,  querido  aluno, já decorou tudo o  que tinha de decorar no Word, terá trabalho dobrado!   A grande facilidade da memorização das teclas do Writer está no fato de a maioria das teclas de atalho serem associadas aos nomes  dos comandos em inglês (que eu coloco na forma de dica)... Vamos a elas...    MENU ARQUIVO  COMANDO  ATALHO NO WORD  ATALHO NO WRITER (Dica)  NOVO  CTRL+O  CTRL+N (New)  ABRIR  CTRL+A  CTRL+O (Open)  SALVAR  CTRL+B  CTRL+S (Save)  IMPRIMIR  CTRL+P  CTRL+P (Print)  FECHAR  CTRL+W  ou  CTRL+F4  CTRL+W  ou  CTRL+F4  SAIR  ALT+F4  ALT+F4 ou CTRL+Q (Quit)  MENU EDITAR  X 16
  • 17. COMANDO DO MENU   WORD   WRITER   Desfazer   CTRL+Z (ilimitadas vezes)   CTRL+Z (100 vezes) 0 à 999   Recortar   CTRL+X   CTRL+X   COMANDO DO MENU   WORD   WRITER   Copiar   CTRL+C   CTRL+C (Copy)   Colar   CTRL+V   CTRL+V   CTRL+SHIFT+V  Colar especial   CTRL+SHIFT+V   Selecionar Tudo   CTRL+T   CTRL+A (All)   Localizar   CTRL+L   CTRL+F (Find)   MENU FORMATAR  COMANDO DO MENU   WORD   WRITER   Negrito   CTRL+N   CTRL+B (Bold)   Itálico   CTRL+I   CTRL+I (Italic)   Sublinhado   CTRL+S   CTRL+U (Underline)   Alinhar à Esquerda   CTRL+Q   CTRL+L (Left)   Centralizar   CTRL+E   CTRL+E   Alinhar à Direita   CTRL+G   CTRL+R (Right)   Justificar   CTRL+J   CTRL+J     Alguns menus não foram apresentados por não serem de maior destaque ou relevância.     Menu Arquivo     As  diferenças  mais  relevantes  são:  Exportar  para  PDF:  este  recurso  não  é  encontrado  no  Word.  Este  tipo  de  arquivo  necessita de um leitor de arquivos PDF como, por exemplo, Adobe Reader®. Um arquivo PDF destaca‐se por ocupar menos espaço  no  computador  e  preservar  toda  formatação,  imagens,  tabelas  e  outros  objetos  de  um  arquivo.  O  Visualizar  Impressão  do  Word  chama‐se Visualizar Página no Writer. O comando Configurar Página do Word é descrito como Página no Writer.    MENU EDITAR  17
  • 18. MENU EXIBIR        No Menu exibir as diferenças mais relevantes refere‐se aos modos de exibição. No Word encontramos os modos: Layout  Normal, da Web, de Impressão e Estrutura de Tópicos. Já no Writer encontramos apenas Layout de Impressão e Web.    OBS: O item Cabeçalho e Rodapé do menu Exibir, cobrado com freqüência nas provas, encontra‐se no menu Inserir do Writer.    MENU INSERIR  Observem o comando Cabeçalho e o comando Rodapé no Inserir.    MENU FORMATAR    18
  • 19.     O item Fonte do menu Formatar no Word é descrito como Caracteres no Writer.  O item Maiúsculas e Minúsculas do menu Formatar do Word é descrito como Alterar Capitalização no Writer.    OBS: No Writer os alinhamentos de texto são apresentados diretamente no menu Formatar. Já no Word é apresentado no  item Parágrafo do menu Formatar.    MENU FERRAMENTAS    MENU TABELA    MENU JANELA    19
  • 20.     Obs: Não existe o comando Dividir Janela no Writer. O comando Dividir permite visualizar duas partes distintas do mesmo  documento.    MENU AJUDA      Outro conteúdo exigido nas provas refere‐se a seleção de texto. Pelo mouse temos algumas diferenças:  NO WORD:  Duplo clique na palavra   Seleciona a palavra   Triplo clique na palavra   Seleciona o parágrafo   Um clique à esquerda de uma linha   Seleciona a Linha   Duplo clique à esquerda de uma linha   Seleciona o Parágrafo   Triplo clique à esquerda de uma linha   Seleciona o Documento     NO WRITER  Duplo clique na palavra Seleciona a palavra Triplo clique na palavra   Seleciona o Período   Quádruplo clique na palavra   Seleciona o Parágrafo   Duplo clique à esquerda de uma linha   Seleciona a Primeira Palavra   Triplo clique à esquerda de uma linha   Seleciona o Período   Quádruplo clique à esquerda de uma linha   Seleciona o Parágrafo     BARRA DE FERRAMENTAS PADRÃO  WORD  WRITER    20
  • 21.   MICROSOFT WORD – PROCESSADOR DE TEXTOS    Quando o negócio é texto (cartas, memorandos, ofícios, livros, apostilas), o programa que precisamos é um processador de  textos. O mais famoso, e cheio de recursos, processador de textos do mundo é o Microsoft Wor4. Fabricado pela mesma empresa  que fabrica o Windows, este programa já teve várias versões, e se encontra atualmente na versão 2006.  Para executar o Word deve‐se clicar no seu ícone, presente no menu PROGRAMAS, a partir do Botão INICIAR:  Lembremos sempre do seguinte: Estes ícones que se encontram no menu programas, bem como todos os outros, dentro das outras  opções são ATALHOS. Ou seja, este Microsoft Word que você vê em destaque, e todos os outros ícones não são os arquivos dos  programas (aquivos com extensão EXE). Eles são ícones de atalhos (com extensão LNK) que têm por função chamar os originais ao  trabalho.  Quando executamos o Word, o programa aparece com um documento vazio:  Componentes da tela do Word:  21
  • 22. 1)  Barra  de  Menus:  Contém  todos  os  comandos  utilizados  no  Word  listados  em  sua  forma  de  texto.  Em  cada  menu  daqueles  (Arquivo, Editar, Exibir, etc...) existem várias outras opções. No menu ARQUIVO, por exemplo, existem as opções SALVAR, ABRIR,  NOVO,  IMPRIMIR,  SAIR,  CONFIGURAR  PÁGINA,  etc.  Para  acessar  um  menu  sem  usar  o  Mouse,  basta  pressionar  a  tecla  correspondente  à  letra  sublinhada  enquanto  segura  a  tecla  ALT  (no teclado). Por exemplo, para acessar o Menu Arquivo sem usar  o mouse,  deve‐se pressionar ALT+A.  2) Barras de Ferramentas: São coleções de botões que executam  comandos do programa. Os comandos contidos nestas barras não  são  novos,  são  os  mesmo  comandos  existentes  nas  barras  de  menu, apenas são mais  rápidos de acessar. Cada linha horizontal  cheia de botões é uma barra de ferramentas, temos lá em cima as  barras  Padrão  e  Formatação,  e  na  parte  inferior  da  tela,  a  barra  Desenho.  3)  Página  de  trabalho:  É  a  parte  do  Word  onde  nós  digitamos  nosso  texto,  é  bem  parecida  com  uma  página  mesmo,  e  suas  dimensões  são  idênticas  às  de  uma  página  normal  (dependendo  do  tamanho  que  se  tenha  escolhido  no  menu  Arquivo,  na  opção  configurar  página).  Quando  a  página  chega  ao  fim,  o  Word  automaticamente  cria  uma  nova  página  e  a  apresenta  na  tela  (mostrado a seguir):     4) Barras de rolagem: Existem duas: horizontal (localizada na parte inferior da tela) e vertical (localizada na parte direita da mesma).  Servem  para  “rolar”  a  visualização  do  documento.  Por  exemplo,  estamos  digitando  a  página  16  e  queremos  voltar  para  ver  o  conteúdo da página 10, é só clicar e arrastar a barra vertical para voltar lá.  5) Barra de Satus: Apresenta as informações pertinentes ao documento naquele instante, como página atual, linha e coluna onde o  cursor está, entre outras informações.    ESTUDO DOS COMANDOS DO WORD    No  Word,  podemos  executar  os  comandos  de  várias  maneiras,  seja  pelo  Menu,  seja  por  um  botão  em  alguma  barra  de  ferramentas, ou por teclado (teclas de atalho):    O QUE FAZ  MENU  ATALHO  BOTÃO  COMANDO  Solicita  um  documento  novo,  em  branco  para  trabalharmos.  Uma  página  nova  nos  será  dada  para  que  comecemos  novo  Novo  Arquivo  CTRL+O    trabalho.  Grava o trabalho que estamos realizando em alguma unidade  de disco, transformando‐o num arquivo. Se for a primeira vez  CTRL+B  Salvar  que salvamos, o Word nos pedirá nome do arquivo e a pasta  Arquivo    onde  vamos  salvar  e  na  segunda  somente  guardará  as    alterações.  Cria um novo arquivo sempre que é acionado. Tem a mesma  Salvar Como  função  do  Salvar  em  sua  primeira  gravação,  mas  em  sua  Arquivo  F12    segunda, ele solicitará onde deseja salvar e com que nome.  Salva o arquivo em formato HTML (uma página da Web), para  Salvar como  que ele possa ser exibido em um navegador da Web, além de  definir outras opções como o título da página da Web e o local  Arquivo      página da  Web  no  qual  o  arquivo  será  salvo,  pode  ser  aberto  pelo  Internet  Explorer.  È  utilizado  para  salvar  todos  os  documentos  abertos.  Se  Salvar Tudo  houver  algum  documento  que  ainda  não  foi  salvo,  abrirá  o  Arquivo    Salvar Como, com suas opções de slavar.    22
  • 23. Salvar versão  Abrir    Pesquisar  Salva  e  gerencia  várias  versões  de  um  documento  em  um  único  arquivo.  Após  salvar  versões  de  um  documento,  você  poderá  voltar  e  revisar,  abrir,  imprimir  e  excluir  versões  anteriores.  Abre um arquivo previamente gravado. Por exemplo, se  ontem salvamos um arquivo e o queremos reaver hoje, é só  abri‐lo para trabalhar novamente.  Localiza  arquivos,  páginas  da  Web  e  itens  do  Outlook  com  base nos critérios de pesquisa inseridos.  Arquivo    Arquivo  CTRL+A  Arquivo          Imprimir  Visualizar  Impressão  Configurar  Página  Fechar  Sair  Desfazer  Refazer  Recortar  Permite mandar para a impressora o conteúdo do documento  em  questão.  Tanto  o  comando  Imprimir  quanto  o  comando  Novo têm diferenças de acordo com o modo que se executou  o comando (botão / menu).  Permite que vejamos o documento do Word em várias páginas  e exatamente como vai ser impresso. Por exemplo, se a página  foi  mal  configurada,  podemos  ver  se  alguma  parte  do  documento vai ser cortada.  Permite  ajustar  algumas  informações  sobre  a  página  que  vai  ser impressa, como tamanho, margens, layout, etc.  Fecha  o  documento  que  estiver  ativo  no  momento,  se  o  documento  não  foi  salvo  imediatamente  antes  do  comando  fechar, o Word perguntará se deseja fazê‐lo.  Sai do MS WORD, se existir algum documento ainda ativo que  não  foi  salvo  imediatamente  antes  do  comando,  o  Word  vai  perguntar se deseja fazê‐lo.  Desfaz  qualquer  comando  realizado  pelo  usuário  em  matéria  de  alteração  de  conteúdo  no  documento  (ele  não  desfaz  o  salvar,  por  exemplo).  Se  você  fizer  alguma  “besteira”  no  seu  documento, DESFAÇA!  Se  você  desfez  demais,  e  acabou  por  desfazer  uma  ação  que  não  queria,  pode  usar  o  comando  Refazer.  Atenção:  O  comando  Refazer  só  estará  disponível  se  o  último  comando  realizado foi o desfazer.  Envia o objeto selecionado para a Área de Transferência (área  especial do Windows), retirando‐o do local onde estava.  Arquivo  CTRL+P    Arquivo  CTRL+ALT+I  CTRL+F2      Arquivo  CTRL+W  CTRL+F4  Arquivo      ALT+F4      Editar  CTRL+Z    Editar  CTRL+R    Editar  CTRL+X    Copiar  Colar  Muito  semelhante  ao  Recortar,  este  comando  manda  uma  cópia  do  objeto  selecionado  para  a  Área  de  transferência  (mantendo o original)  Coloca, no local onde o cursor estiver, o conteúdo da Área de  transferência (que foi previamente copiado ou recortado).  Editar  CTRL+C    Editar  CTRL+V    Colar Especial  Selecionar  Tudo  Copia o formato de um objeto ou texto selecionado e o aplica  ao objeto ou texto clicado. Para copiar a formatação para mais  de um item, clique duas vezes no botão Pincel e, em seguida,  clique  em  cada  item  que  desejar  formatar.  Ao  terminar,  pressione ESC para desativar o Pincel.  Seleciona  todos  os  objetos  do  documento  ativo,  ou  seja,  se  quisermos  aplicar  um  efeito  ao  texto  inteiro  de  um  documento, a opção ideal é utilizar este comando.  Localizar  Procura pelo texto ou formatação especificados.  Ir para  No  Microsoft  Excel,  rola  a  planilha  e  seleciona  a  célula,  o  intervalo  ou  as  células  com  as  características  especiais  que  você especificar.  No  Microsoft  Word,  move  o  ponto  de  inserção  para  o  item  que  você deseja  ir.  Você  pode  ir  para  um  número  de  página,  comentário, nota de rodapé, indicador ou outro local.  Editar  CTRL+SHIFT+C  CTRL+SHIFT+V  Editar  CTRL+T  Editar      CTRL+L    Editar  CTRL+Y  F5    23
  • 24. Negrito  Itálico  Sublinhado  Alinhar à  Esquerda  Centralizar    Alinhar à  Direita  Justificar  Numeração  Aplica o efeito de negrito ao texto que estiver selecionado. Se  o texto selecionado já estiver em negrito, a utilização do  comando o retira.  Formatar  Fonte  CTRL+N  Aplica o efeito de itálico ao texto selecionado. A mesma regra  aplicada a negrito é usada para este comando.  Formatar  Fonte  CTRL+I  Aplica  uma  Sublinha  no  texto  selecionado.  Mesma  regra  dos  dois anteriores.  Formatar  Fonte  CTRL+S  Formatar  Parágrafo  CTRL+F  CTRL+Q  F11  Formatar  Parágrafo  CTRL+E  Formatar  Parágrafo  CTRL+G  Formatar  Parágrafo  CTRL+J  Formatar     Alinha o parágrafo à esquerda, sem ajustar o alinhamento das  palavras  na  margem  direita,  veja  se  o  desenho  do  botão  não  indica isso.  Este  comando  centraliza  o  parágrafo,  é  muito  utilizado  em  títulos,  mas  torna  um  texto  de  muitas  linha  com  cara  de  “poesia”  Alinha  o  texto  do  parágrafo  apenas  à  margem  direita  do  documento,  deixando  a  margem  esquerda  completamente  desorganizada.  Ajusta o texto do parágrafo selecionado à esquerda da página,  mas também organiza a margem direita, formando um “bloco”  de  texto.  Substitui  e  muito  bem,  o  comando  Alinhar  à  esquerda.  Cria  listas  numeradas,  cada  ENTER  que  se  dá  para  criar  um  novo  parágrafo  vai  incrementar  automaticamente  em  um  número  a  listagem.  Ideal  para  questões  de  provas  ou  exercícios.                  Cria  uma  lista  não  numerada,  que  usa  símbolos  (como  setinhas, bolinhas, etc.) para marcar os novos itens.  Formatar  Aumentar  Recuo  Aumenta a distância entre a margem esquerda da página e o  início do texto do parágrafo.  Formatar  Parágrafo  CTRL+H  CTRL+M  Diminuir  Recuo  Realiza a operação inversa ao comando anterior, aproximando  o início do parágrafo da margem esquerda da página.  Formatar  Parágrafo  CTRL+SHIFT+M  Colunas  Ajusta  o  texto  de  um  parágrafo  para  que  o  mesmo  fique  apresentado em duas colunas, como em um jornal.  Formatar    Altera as cores das letras do Texto. Quando nos referimos às  letras, o termo utilizado é FONTE.  Formatar  Fonte    Altera  a  fonte  do  texto  e  números  selecionados.  Na  caixa  Fonte, selecione um nome de fonte.  Formatar  Fonte  CTRL+D  Formatar  Fonte  CTRL+SHIFT+<  CTRL+SHIFT+>  CTRL+[  CTRL+]  Tabela    Marcadores  Cor da Fonte  Fonte  Tamanho da  Fonte  Inserir Tabela  Realce  Bordas  Exibir e  Ocultar  Parágrafo  Altera  o  tamanho  do  texto  e  dos  números  selecionados.  Na  caixa Tamanho da fonte, insira um tamanho. Os tamanhos na  caixa Tamanho da fonte dependem da fonte selecionada e da  impressora ativa.  Insere uma tabela (como esta) no local onde o cursor estiver.  O  Word  vai  então,  solicitar  o  número  de  linhas  e  colunas  da  mesma.  Utiliza  uma  cor  ao  redor  de  um  determinado  texto  selecionado,  como  se  fosse  um  “marcador  de  textos”.  Utiliza  também cores bem chamativas...  Cria uma borda ao redor de qualquer texto, esteja ele dentro  de uma tabela ou não, pode‐se escolher vários tipos de borda,  inclusive suas cores.  Exibe  os  caracteres  que  não  são  impressos,  como  espaços,  ENTER´s,  Quebras  de  linha  e  de  colunas,  todos  estes  “comandos” na verdade são caracteres invisíveis.                        Formatar          CTRL+SHIFT+8    24
  • 25. Ortografia e  Gramática  Ajuda  Zoom  Comando para localizar erros de ortografia no documento.  Ferramentas  F7    O  Assistente  do  Office  oferece  tópicos  da  Ajuda  e  dicas  para  ajudá‐lo a realizar suas tarefas.  Ajuda  Insira  um  valor  de  ampliação  entre  10  e  400  por  cento  para  reduzir ou ampliar a exibição do documento ativo.  Exibir  F1          TECLA  CTRL+A  CTRL+B  CTRL+C  CTRL+D  TECLAS DE ATALHO DO WORD    FUNÇÃO    TECLA  ABRIR    CTRL+0  SALVAR    CTRL+1  COPIAR    CTRL+2  FORMATAR FONTE    CTRL+5  CTRL+E  CENTRALIZAR    CTRL+SHIFT+8  CTRL+F  CTRL+G  CTRL+H  CTRL+I  CTRL+J  CTRL+K  CTRL+L  CTRL+M  ALINHAR À ESQUERDA  ALINHAR À DIREITA  AUMENTAR RECUO À ESQUERDA  ITÁLICO  JUSTIFICAR  INSERIR HIPERLINK  LOCALIZAR  AUMENTAR RECUO                  CTRL+[  CTRL+]  CTRL+SHIFT+<  CTRL+SHIFT+>  CTRL+SHIFT+M  CTRL+ALT+I  CTRL+F4  CTRL+F2  CTRL+N  NEGRITO    SHIFT+F3  CTRL+O  CTRL+P  CTRL+Q  CTRL+R  TECLA  CTRL+S  CTRL+T  CTRL+U  CTRL+V  CTRL+W  CTRL+X  CTRL+Y  CTRL+Z  NOVO DOCUMENTO  IMPRIMIR  ALINHAR À ESQUERDA  REFAZER  FUNÇÃO  SUBLINHAR  SELECIONAR TUDO  LOCALIZAR E SUBSTITUIR  COLAR  FECHAR ARQUIVO  RECORTAR  IR PARA  DESFAZER                            SHIFT+F7  ALT+F4  F1  F2  TECLA  F3  F4  F5  F7  F10  F11  F12  ESC  FUNÇÃO  ALTERNAR ESPAÇAMENTO  ESPAÇAMENTO SIMPLES  ESPAÇAMENTO DUPLO  ESPAÇAMENTO DE 1,5  MOSTRAR E OCULTAR  PARÁGRAFO  DIMINUIR FONTE EM 1 PONTO  AUMENTAR FONTE EM 1 PONTO  DIMINUIR FONTE EM PULOS  AUMENTAR FONTE EM PULOS  DIMINUIR RECUO  VISUALIZAR IMPRESSÃO  FECHAR ARQUIVO  VISUALIZAR IMPRESSÃO  ALTERNAR ENTRE MAIÚSCULA E  MINÚSCULA  DICIONÁRIO DE SINÔNIMOS   SAIR DO PROGRAMA  AJUDA  MOVER  FUNÇÃO  INSERIR AUTOTEXTO  REFAZ ÚLTIMA AÇÃO  IR PARA  ORTOGRAFIA E GRAMÁTICA  ACIONA A BARRA DE MENU  ALINHAR À ESQUERDA  SALVAR COMO  CANCELA OPERAÇÃO    OBSERVAÇÕES SOBRE ALGUNS COMANDOS DO WORD  Existem alguns comandos do Word que apresentam diferenças entre as maneiras como são executados. Um claro exemplo  é o comando IMPRIMIR: Se clicarmos no botão na barra de ferramentas, o documento ativo é automaticamente impresso em uma  única cópia de todas as páginas. Porém, se nós clicarmos em ARQUIVO / IMPRIMIR ou solicitarmos CTRL+P, uma janela se abrirá  para que configuremos alguns ajustes na impressão, como: páginas a serem impressas, número de cópias, Qualidade de Impressão,  entre outros.  Outro  exemplo  interessante  é  o  comando  NOVO,  que  se  for  executado  o  botão  ou  CTRL+O,  abrir‐se‐á  automaticamente  uma página em branco nova para trabalharmos. Se escolhermos ARQUIVO / NOVO, será apresentada uma tela que permite escolher  entre modelos de documentos existentes no WORD, como Jornais, Currículos, Memorandos, Documentos em Branco, etc.    ALGUMAS OPERAÇÕES COMUNS NO WORD  Cabeçalho  e  Rodapé:  Está  vendo  estas  áreas  que  ficam  em  cima  e  embaixo  das  páginas  desta  apostila?  São  chamados  Cabeçalho e Rodapé. Têm por função repetir‐se em todo o documento para não ser necessário escrever uma mesma informação em  todas  elas  (pensou  que  eu  fui  “besta”  fazendo  uma  por  uma?!?).  Para  acessar  este  comando,  vá  ao  menu  EXIBIR,  e  selecione  a  opção CABEÇALHO E RODAPÉ. As duas áreas se abrirão e será possível digitar nelas da mesma maneira como se digita em qualquer  parte da página.  25
  • 26. Números automáticos de página: Na parte inferior, temos numeração automática de páginas, conseguida a partir de INSERIR /  NÚMEROS  DE  PÁGINAS.  Escolhemos  se  o  número  vai  aparecer  no  cabeçalho  ou  no  rodapé  (como  é  o  caso)  e  se  ele  estará  à  esquerda, à direita ou centralizado (como aqui).  Enviando uma Mala Direta: Mala Direta é o nome dado ao recurso de enviar uma única correspondência para vários destinos.  No Word o comando que permite esta operação é FERRAMENTAS / MALA DIRETA. Definimos o documento mestre (por exemplo, a  carta de demissão) e depois definimos a base dados (ou seja, o arquivo que contém os dados dos funcionários), Mesclamos os dois e  mandamos imprimir. Cada documento mestre será impresso com as informações de um funcionário. E só foi necessário digitá‐lo  uma vez. Os arquivos que servem como bases de dados para a mala direta são: Arquivos do Word (que contenham tabela), arquivos  do Excel, Arquivos DBF (bancos de dados), Arquivos do Access, etc...  Ferramentas  para  localização:  Os  comandos  EDITAR  /  LOCALIZAR  (CTRL+L)  e  EDITAR  /  SUBSTITUIR  (CTRL+U)  são  utilizados,  respectivamente,  para  localizar  palavras  ou  expressões  no  documento  e  substituir  palavras  ou  expressões  neste.  Como  exemplo,  imagine que temos uma carta ao Presidente do Sindicato dos embaladores de Cuscuz e Bolo de Goma de Casa Amarela no intuito de  vender uma máquina de embalar novinha! Depois do documento todo pronto, descobrimos que não são embaladores de Cuscuz, e  sim,  Pipoca.  Basta  ir  ao  comando  LOCALIZAR  (se  quisermos  achar  as  palavras  Cuscuz)  ou  SUBSTITUIR  e  informar  que  queremos  trocar Cuscuz por Pipoca. Se informarmos Substituir Tudo, o Word irá trocar todas as palavras Cuscuz por Pipoca.     CLIQUES DO MOUSE  Sobre o texto: Com 1 clique você põe o ponto de inserção do mouse no texto; 2 cliques você seleciona a palavra; e com 3 cliques  seleciona o parágrafo.  À margem esquerda do texto: Com 1 clique seleciona uma linha; com 2 cliques o parágrafo; e 3 cliques, todo o texto.    LINHAS ONDULADAS ABAIXO DE TEXTOS E FRASES  Linha Verde: É apresentada quando houver espaços duplicados, erro de concordância verbal e nominal e mau uso da crase.  Linha Vermelha: É apresentada quando houver palavras ‐ duplicadas, digitadas erradas ou que não existam no dicionário do Word.  ÁREA DE TRANSFERÊNCIA – EXPLICAÇÃO RÁPIDA  Algumas  das  teclas  de  atalho  apresentadas  na  tabela  das  páginas  16  –  18  são  comuns  ao  Windows,  não  pertencendo  exclusivamente ao Word, como é o caso dos comandos que utilizam a Área de transferência. Os comandos RECORTAR, COPIAR e  COLAR existem na grande maioria dos programas.  A  Área  de  transferência  é  uma  parte  da  memória  RAM  reservada  pelo  Windows  para  guardar  objetos  que  podem  ser  compartilhados entre programas. A Área de transferência guarda apenas um objeto, ou seja, quando copiamos um desenho (para  poder colá‐lo depois) e logo após, copiamos outro objeto (que pode ser texto, desenho, etc) o anterior não fica mais residente na  RAM. Depois que um objeto é copiado (ou recortado), ele pode ser colado diversas vezes, em vários programas diferentes, bastando  executar o comando para tanto.  TEXTO COPIADO (este aqui foi digitado e eu copiei, os demais, foram colados).      COMPARANDO BROFFICE.ORG CALC X MICROSOFT OFFICE EXCEL                  As duas planilhas têm, entre si, muitas semelhanças: o jeito de escrever as fórmulas, a maneira de copiar essas fórmulas  (que é, inclusive, o assunto mais querido pela FCC), entre outros...  Vamos  focar,  claro,  as  diferenças!  Por  isso,  muito  do  que  será  mostrado  aqui  vai  necessitar  de  conhecimento  prévio  do  Excel (mas esse, eu acho que você já conhece!)    Fórmulas  Vamos, é claro, ao assunto mais cobrado nas provas da FCC (e de outras instituições): as Fórmulas. O Excel e o Calc tem  várias formas de iniciar fórmulas (sinais próprios para indicar, no início da célula, que se está escrevendo uma fórmula), como as que  veremos a seguir:    O SINAL...   ...NO EXCEL...   ...E NO CALC...   X =   É usado emqualquerfórmula, comoem É usado em qualquer fórmula, como em =10+30  (queresulta em40) =10+30 (que resulta em40)   +   É usado emqualquerfórmula, comoem +10+30(queresulta em40)   26
  • 27. ‐    É usado emqualquerfórmula, colocando o  primeiro valor da equação como negativo,  como em  ‐10+30 (que resulta em 20)       @         É usado apenas em funções, como  @SOMA(B1:B10).Nesse caso,o @ tem a  mesma função do =(igual).         Obs:  No  BrOffice.org  2.1,  a  versão  mais  recente  deste  conjunto  de  programas,  os  sinais  de  +  (mais)  e  ‐  (menos)  não  funcionam  iniciando  fórmulas  como  no  Excel,  embora  em  versões  anteriores,  eles  tenham  funcionado!  Então,  uma  questão  não  pode  mencionar a não existência desse recurso a menos que descreve com exatidão o BrOffice.org versão 2.1    Alça de Preenchimento  O pequeno quadradinho que aparece no canto inferior direito da célula ativa (a célula que está selecionada) é chamado  alça  de  preenchimento.  Quando  se  arrasta  para  qualquer  direção  adjacente  (para  cima,  para  baixo,  para  a  esquerda  ou  para  a  direita), essa alça cria valores (preenche) nas demais células que a alça envolveu. O comportamento da alça é quase idêntico nos  dois programas... Vamos entendê‐lo:    CONTEÚDO: TEXTO  Quando se coloca um texto qualquer em uma célula (como a palavra “PEDRO”), tanto o Excel quando o Calc simplesmente  repetem aquele valor quando arrastados... Então, se uma célula apresentasse o conteúdo PEDRO e fosse arrastada, pela alça, para  baixo, resultaria em várias células abaixo com o conteúdo PEDRO (o  exemplo será mostrado mais abaixo).    CONTEÚDO: TEXTO TERMINADO EM UM NÚMERO  Quando  o  conteúdo  de  uma  célula  é  um  texto  seguido  de  um  número  (como  “CONTRATO  1”),  o  Microsoft  Excel  e  o  BrOffice  Calc  apresentam,  também,  o  mesmo  comportamento  entre  si  quanto  à  Alça  de  Preenchimento:  as  células  adjacentes,  criadas  a  partir  desta  apresentarão  o  mesmo  texto,  mas  o  número  final  será  incrementado  sempre  à  razão  de  1  (ou  seja,  serão  criados CONTRATO 2, CONTRATO 3, e assim por diante).  Há, porém uma pequena diferença: quando se arrasta para cima, ou para a esquerda (é o que se considera “voltar”) o BrOffice.org  Calc faria CONTRATO 1 virar CONTRATO 0, CONTRATO ‐1, CONTRATO ‐2 e continuaria nos números negativos...  O Excel não usa números negativos em suas células que começam com texto (pelo menos, a alça de preenchimento não faz  isso, os números nunca ficam negativos), ou seja, o Excel transforma CONTRATO 1 virar CONTRATO 0, CONTRATO 1, CONTRATO 2,  CONTRATO 3 e assim vai, quando arrasta‐se para cima ou para a esquerda pela Alça de Preenchimento.    UMA DICA: o Excel tem uma “esquisitice” inteligente... Escreva, em qualquer célula, a expressão TRIM 1 e a arraste pela alça... O  Excel fará TRIM 2, TRIM 3, TRIM 4, TRIM 1, TRIM 2... Opa! Voltou? Sim! TRIM significa Trimestre para o Excel (e só há 4 trimestres  no ano!)... Que coisa, ein? (também serve com a palavra TRIMESTRE inteira). O Calc não tem essa frescura! Ele faria TRIM 1, TRIM 2,  TRIM 3, TRIM 4, TRIM 5, TRIM 6...    CONTEÚDO: QUALQUER ITEM DE UMA LISTA CONHECIDA    São listas conhecidas pelos dois programas em suas configurações padrão: Dias da semana (abreviados com 3 letras), Dias  da semana (por extenso), Meses (abreviados com 3 letras) e Meses (por extenso). Em qualquer um dos casos, tanto o Microsoft  Excel quanto o BrOffice Calc fazem o mesmo: preenchem a seqüência.  Isto  é,  se  for  colocado  o  termo  ABRIL  numa  célula  e  esta  for  arrastada  para  baixo  pela  Alça  de  preenchimento,  os  dois  programas criarão: MAIO, JUNHO, JULHO e assim por diante... Arrastando‐se para cima, também não há diferença: ABRIL viraria,  nos dois programas, MARÇO, FEVEREIRO, JANEIRO e assim sucessivamente...  Claro que o usuário poderá criar suas próprias listas personalizadas, como os nomes das cidades onde certa empresa tem  filiais, mas como essas listas não são parte da configuração padrão e original dos dois programas, não seria interessante listá‐lo  aqui!    CONTEÚDO: NÚMERO  Caso  se  queira  que  o  Excel  ou  o  Calc  faça  uma  P.A.  (progressão  aritmética)  com  a  alça  de  preenchimento,  é  necessário  escrever, no mínimo, dois valores (um em cada célula), e selecionar as duas células simultaneamente para, depois disso, usar a alça  na direção em que as células estão relacionadas...  Exemplo: escreve‐se 1 numa célula qualquer e depois escreve‐se 5 na célula imediatamente abaixo desta. Ao se selecionar  ambas e usar a alça, pode‐se arrastar para baixo para criar 9, 13, 17, 21, 25... ou arrastar para cima para conseguir ‐3, ‐7, ‐11... (ou  seja de 4 em 4, pois a direferença entre os dois números iniciais é 4).  Essa técnica de escrever dois valores (em duas células vizinhas) e arrastá‐los serve tanto para o Excel quanto para o Calc!  Do mesmo jeito!  27
  • 28. A diferença é quando se escreve apenas um único número numa célula: No Excel, qualquer número colocado numa célula  é repetido quando arrastado para qualquer direção. Isto é, se é inserido o número 1 em qualquer célula e este é arrastado pela alça  de preenchimento para baixo (ou qualquer outra direção), será criado 1, 1, 1, 1 etc. nas demais células!  No Calc, ao escrever um número 1 numa célula e arrastá‐lo para baixo (sem selecionar nenhuma outra célula), o Calc fará  uma P.A. de razão 1. Ou seja, as demais células serão 2, 3, 4, 5, etc. (como se tivéssemos escrito 1 e 2 e arrastado).  Portanto, a maior “pegadinha” na prova seria dizer o que acontece quando se arrasta um número! Lembre‐se bem disso:  No Excel, números são repetidos! No Calc, sempre se cria uma seqüência numérica incrementando de 1 em 1.    CONTEÚDO: DATA e HORA  Quando  se  escreve  16:30,  no  Excel,  e  arrasta‐se  pela  alça,  para  baixo,  o  programa  cria,  automaticamente  17:30,  18:30,  19:30 e assim por diante, de 1:00 em 1:00 hora! O Calc apenas repetirá o 16:30 (ele entende o valor como sendo um valor de hora,  mas não o incrementa, apenas o repete).  Quando se escreve uma data do tipo 01/09/2003, ambos os programas agem do mesmo jeito: incrementam as próximas  células em um dia, criando, por exemplo: 02/09/2003, 03/09/2003, 04/09/2003 etc.  Quando se escreve uma data do tipo Jan/07, apenas o Excel a entende como sendo uma data do tipo Mês/Ano e com isso  o Excel cria Fev/07, Mar/07, Abr/07 e assim sucessivamente. O Calc, por sua vez, nem chega a entender esse valor como uma data,  mas  apenas  como  um  texto  (seguido  de  um  número)  e,  como  foi  visto,  o  comportamento  dele  para  com  esse  tipo  de  dado  é  incrementar o número (ou seja, ele viraria Jan/08, Jan/09, Jan/10 e assim vai...)  Parece que ele está atualizando o Ano, não é? Mas não é isso, ele entendeu a expressão como um texto seguido de número  e não como uma data, por isso, aplica a atualização para Textos seguidos de Números.    CONTEÚDO: FÓRMULAS E FUNÇÕES  Como todos sabemos, este é o mais requisitado assunto em Excel na Fundação Carlos Chagas! E, Graças ao Bom Deus e aos  programadores do BrOffice.org, o comportamento da alça para fórmulas e funções é IGUALZINHO nos dois programas...  Uma fórmula simples como =B7+C8...  ...quando  arrastada  para  baixo  vira  =B8+C9;  quando  arrastada  para  cima,  ela  vai  ficar  =B6+C7;  indo  para  a  direita,  essa  fórmula vira =C7+D8; finalmente, quando arrastada para a esquerda, pela alça, essa fórmula se transforma em =A7+B8. (note que  eu analisei o arrasto nas quatro direções, mas andando apenas uma única célula em cada direção!)  Se  a  fórmula  apresentar  o  caractere  fixador  de  referência  ($  em  ambos  os  programas),  o  comportamento  também  é  o  mesmo no Excel e no Calc. Vamos exemplificar com a fórmula =C$1+$H9.  Se esta fórmula for arrastada para baixo, vira =C$1+$H10; se for arrastada pela alça para uma célula acima, a fórmula fica  =C$1+$H8;  novamente,  se  ela  for  arrastada  para  a  direita,  pela  alça,  ficará  =D$1+$H9;  e,  por  fim,  se  for  feito  o  arrasto  para  a  esquerda, será criada a fórmula =B$1+$H9.    Funções    As funções são cálculos pré‐programados que ambos os programas possuem. Há funções para trigonometria, estatística,  matemática financeira, geometria, bancos de dados, texto etc.  Quando  se  usa  uma  função  comum  aos  dois  programas  (a  maioria  delas  é  comum!),  os  recursos  de  referência  são  os  mesmos e a sintaxe da função também!    Exemplo: a função SOMA é a mesma em ambos os programas, pois, tanto no Excel quanto no Calc:  =SOMA(B1;B10) resulta na soma das células B1 e B10 apenas! O Símbolo de ponto‐e‐vírgula significa E. Portanto, pode‐se ler a a  função acima como SOMA DE B1 E B10.  =SOMA(B1:B10)  resulta  na  soma  de  todas  as  células  presentes  entre  B1  e  B10  (pois  o  sinal  de  dois‐pontos  significa  até).  Então  pode‐se ler a função acima como SOMA DE B1 ATÉ B10.    Somente uma coisa com relação aos intervalos não é igual entre os programas: No Excel, pode‐se substituir o sinal de : (dois‐pontos)  por um único . (ponto) ou por vários pontos (como ......), ou seja, a função:  =SOMA(B1:B10)  é equivalente, no Excel, a  =SOMA(B1.B10) e =SOMA(B1...B10) e =SOMA(B1..........B10)    No Calc, lembre‐se disso, só funciona o sinal de : (dois‐pontos) para indicar intervalo de várias células! Esses sinais de . ou  ... ou até ........ são frescura que só o Excel tem!    QUANTIDADE DE FUNÇÕES  O Calc tem muito mais funções que o Excel! Enquanto que o programa da Microsoft nos apresenta cerca de 230 funções, a  planilha  do  BrOffice.org  possui  quase  370!  As  funções  comuns  aos  dois  são  idênticas  (na  forma  de  escrever,  como  vimos  com  a  soma) e nos seus nomes! MÉDIA, MÁXIMO, MÍNIMO, SOMASE, CONT.SE, CONT.NÚM, SE, PROCV, PROCH, PGTO, são algumas das  funções que ambos possuem!O Calc nos apresenta, diferentemente do Excel, algumas funções para conversão de bases numéricas  28
  • 29. (bom  para  quem  é  da  área  de  informática  e  eletrônica),  como  OCTABIN,  OCTADEC,  OCTAHEX,  HEXABIN,  HEXADEC,  HEXAOCT,  BINADEC, BINAOCT, BINAHEX e outras de uso geral (“uso”??) como DOMINGODEPÁSCOA, ÉANOBISSEXTO e mais algumas... Vixi...    Copiando e Movendo Fórmulas  Esta  é  realmente  a  “menina  dos  olhos”  da  FCC!  O  candidato  que  deseja  prestar  um  concurso  organizado  por  esta  instituição, tem que saber o que acontece quando se copia ou move uma fórmula!  E, Graças a Deus, é igual nos dois!  Tanto o BrOffice.org Calc quando o Microsoft Excel fazem a mesma coisa:  Se uma fórmula for copiada de uma célula de origem, ela será atualizada (reescrita diferente) quando for colada em uma outra  célula qualquer.  Se uma fórmula for recortada (movida) de uma célula de origem, ela será colada idêntica em na outra célula.  Exemplo, imagina a célula B8, que contém a fórmula =C10‐G5 e, essa fórmula é recortada e colada na célula E12. O que acontecerá?  Bom, como ela foi recortada, ela aparecerá, em E12, do mesmo jeito, idêntica a como estava em B8.  Se, porém, a célula B8, que contém a fórmula =C10‐G5 tiver essa fórmula copiada e colada na célula E12, sabemos que a fórmula  em E12 será diferente, atualizada, de acordo como movimento que aconteceu... E, aproveitando, vou mostrar como se responde  uma questão como essa: Imagine a seguinte Questão (estilo FCC)...    “Um usuário do Excel (ou do Calc), escreve, em uma planilha inicialmente vazia, a fórmula =C10‐G5 na célula  B8 e a copia, colando‐a na célula F12. A fórmula que será reescrita em E12 será:”  Em primeiro lugar, separe três componentes da questão:  – Fórmula;  – Célula de Origem; e  – Célula de Destino      MICROSOFT EXCEL – PLANILHAS ELETRÔNICAS    Cálculos, cálculos, cálculos...  Nossa  vida  está  repleta  de  matemática.  Necessitamos  constantemente  calcular  contas,  valores  a  receber  e  a  pagar  (a  segunda  sempre  é  mais  freqüente).  Para  nos  auxiliar  nesta  cansativa  tarefa,  fazemos  uso  de  programas  que  gerenciam  planilhas  de  cálculos (o mais comum e poderoso é, sem  dúvida,  o  Microsoft  Excel).  Esses  programas podem calcular para nós (desde  que  construamos  a  estrutura  desses  cálculos),  podem  comparar  dados  e  desenhar  gráficos,  infelizmente  ainda  não  aprenderam a pagar as contas...  A  Microsoft  não  ficou  de  fora  na  briga dos programas de Planilha, o Excel é  o  mais  fácil  e  poderoso  programa  de  cálculos que existe. A “cara” do Excel está  apresentada  a  seguir,  bem  como,  as  explicações  mais  básicas  de  seus  componentes:  1)  Barras  de  Menus  e  Barras  de  Ferramentas:  Têm  as  mesmas  funções  no  Word,  os  comandos  dos  menus  Arquivo  e  Editar  são  basicamente os mesmos, algumas ferramentas também (pode comparar com a foto da tela do Word). Todos os comandos do Excel  estão aqui.  2) Barra de Fórmulas: O que se escreve em qualquer parte do Excel, é apresentado ao mesmo tempo nesta barra em branco (que só  está em branco porque não há nada escrito). Se em algum lugar do Excel existir um valor numérico obtido por uma fórmula, esta  barra mostrará a fórmula que estiver por trás do número.  3) Barra de Endereço: Apresenta o endereço da célula onde nos encontramos naquele momento. O endereço pode ser o padrão do  Excel, como F79, ou podemos renomeá‐lo, por exemplo, para TOTAL, ou qualquer outra coisa.  4) Área de trabalho do Excel: A área de trabalho do Excel tem algumas particularidades que devemos compreender: O Excel não se  parece com uma página (ele não tem essa preocupação, como o Word tem). Ele é formado por 256 colunas (da A até a IV) e 65536  linhas (numeradas). O encontro de uma linha com uma coluna forma uma célula, que é o local onde escrevemos os dados no Excel.  Por exemplo, O encontro da coluna B com a linha 4 forma a célula denominada B4. O encontro da coluna GF com a linha 7845 forma  29
  • 30. a célula GF7845. Para escrever numa célula basta Clicar nela e começar a digitar, se confirmarmos com ENTER, o conteúdo fica na  célula, se cancelarmos com ESC, o conteúdo não chega a entrar na célula.  5) Guias das planilhas: O Arquivo do Excel é chamado PASTA DE TRABALHO, isso significa que quando você salva um documento no  excel, este é chamado de Pasta de Trabalho. Um arquivo do Excel pode possuir várias planilhas (pense nas planilhas como “páginas”  das pastas de trabalho). Cada planilha possui 256 colunas e 65536 linhas independentes das outras planilhas. Inicialmente o Excel  possui  3  planilhas,  que  podem  ser  renomeadas  (dando  dois  cliques  na  guia  da  planilha)  e  podemos  também  acrescentar  mais  planilhas (Menu Inserir / Planilha). Podemos excluir uma planilha que não desejemos mais no Menu Editar, opção Excluir Planilha.  6) Barras de rolagem: Como não é possível colocar todas as 256 colunas e 65536 linhas numa tela só, podemos utilizar as barras de  rolagem para visualizar as partes da planilha que porventura estiverem sendo escondidas.    CONHECIMENTO DOS PRINCIPAIS RECURSOS DO EXCEL  É possível realizar uma série de operações com o Excel, ele nos permite construir verdadeiros “programas” para calcular  aquilo que desejarmos. Para esse fim, o excel conta com uma série de comandos, dos quais alguns são inteiramente idênticos aos  do Word, inclusive com suas teclas de atalho (Como Salvar, Imprimir, Novo, Copiar, Colar, etc...). Para digitar no Excel, usamos as  células, como vemos a seguir:   Note  que  cada  informação  foi  digitada  em  uma  célula diferente, inclusive o título, que, por ser muito maior  que  a  largura  da  célula,  se  estendeu  pelas  células  adjacentes  (mas  foi  digitado  somente  na  célula  A1).  A  Célula C11 é chamada de Célula Ativa, pois o cursor (borda  mais  grossa)  está  apontando  para  ela  neste  momento.  Basicamente,  toda  informação  digitada  no  Excel  pode  ser  interpretada de 3 formas: Ou é um texto, ou um número,  ou um cálculo. Em suma, quando digitamos algo no Excel, o  programa  lê  o  que  foi  digitado,  no  momento  em  que  confirmamos a célula, e verifica se o que foi digitado é um  texto,  ou  um  número  ou  um  cálculo.  Não  existe  nenhuma  outra  maneira  de  interpretação  da  informação  por  parte  do  Excel,  somente essas três. Seguem abaixo os critérios para que o excel interprete as informações: Texto: Contendo letras, espaços, sem  que seja número ou cálculo, o excel interpreta como se fosse texto, exemplo: Av. Bernardo Vieira de Melo, 123 Número: quando  possuir  apenas  caracteres  numéricos,  ou  pontos  ou  vírgulas  em  posições  corretas,  é  entendido  como  número,  exemplo:  123  ou  1.300,00  Cálculo:  Toda  vez  que  começamos  a  célula  com  o  sinal  de  =  (igual)  o  excel  tende  a  interpretar  como  cálculo,  exemplo:  =A10+(A11*10%).    FÓRMULAS E FUNÇÕES NO EXCEL – COMO AUTOMATIZÁ‐LO  No Excel podemos fazer uso de cálculos para que o próprio programe calcule por nós, existem basicamente dois tipos de  cálculos: As fórmulas e as funções, ambas devem ser escritas  com o sinal de = (igual) precedendo‐as para serem entendidas  como cálculos. Preste atenção à tela abaixo, verifique que as  células em negrito são respostas aos dados inseridos em cima:   Pode‐se  ver  que  a  célula  ativa  (no  caso,  E11)  está  apresentando o valor 160, mas seu verdadeiro conteúdo está  sendo  mostrado  na  Barra  de  Fórmulas  (=E4+E5),  que  é  a  fórmula que Soma o valor que está a célula E4 com o valor da  E5. Ou seja, quando preenchemos uma célula com um cálculo,  este  implica  no  aparecimento  do  resultado,  mas  a  fórmula  ainda pode ser vista com a ajuda da Barra de Fórmulas. Não  se  deve  construir  fórmulas  deste  tipo:  =12+140,  pois  esta  fórmula  está  somando  dois  valores  fixos,  portanto,  seu  resultado  sempre  será  fixo  (152,  no  caso).  A  maneira  mais  usada  (e  ideal)  de  se  utilizar  cálculos  é  usando  referências  de  outras  células  (como  no  caso  anterior,  que  se  falou  em  E4  e  E5).  Portanto,  os  cálculos  no  Excel,  sejam  fórmulas  ou  funções  (que  iremos  ver  posteriormente),  são  utilizados  para  automatizar  a  planilha de cálculos, desde que se utilize referência de outras células, onde estão localizados os dados a serem calculados.  Fórmulas  são  os  cálculos  no  Excel  que  parecem  com  expressões  matemáticas,  e  que  utilizam  apenas  operadores  matemáticos e referências de células ou valores. Em suma, quando o cálculo possuir apenas números e sinais matemáticos, é uma  fórmula. Exemplos de fórmulas: =E1+12 =C1*C2 =A1*(3‐B1)/(2‐F40) =A1+A2 =J17*2%‐E1*3%.  O uso dos parênteses tem a mesma função no Excel que possui na matemática, que é forçar a resolver uma determinada  parte do cálculo antes de outra que teria maior prioridade. Sabemos que a multiplicação e a divisão têm maior prioridade que a  adição e a subtração, e que, numa expressão, elas seriam resolvidas primeiro. Mas se possuirmos parênteses, a história pode tomar  rumos  diferentes,  verifique  os  exemplos  abaixo:  2+4*2  =  2+8  =  10  (Multiplicação  realizada  primeiramente,  pois  tem  prioridade)  (2+4)*2 = 6*2 = 12 (Adição realizada primeiro, por causa dos parênteses) Como escrever equações complexas com o Excel? Não se  preocupe,  isso  é  só  um  problema  de  “tradução”,  que  seria  apenas  a  mudança  do  modo  de  escrita  conhecido  por  todos  que  entendem matemática para o modo que o excel entende, veja abaixo: 18 – [20 X (3+1) – 2] =(18‐(20*(3+1)‐2)) / ((2‐1)*7) (2‐1) X 7  30
  • 31. Como pode ver, para separar numerador de denominador, foi necessário usar não somente o símbolo de divisão (a barra /  ),  mas  também  os  parênteses  para  definir  bem  quem  seria  dividido  e  quem  seria  o  divisor.  Foi  por  isso  que  cercamos  completamente o numerador com um par de parênteses e fizemos o mesmo com o denominador. Operadores matemáticos usados  nas fórmulas: Operação Matemática Excel    Adição A+B =A+B  Subtração A‐B =A‐B  Multiplicação AxB =A*B  Divisão A:B =A/B  Potenciação AB =A^B  Funções são comandos que existem somente no Excel, para executarmos equações matemáticas complexas, ou equações  de comparação, referência, condição, contagem, e até mesmo, operações com texto. Existem cerca de 230 funções diferentes, para  as  mais  diferentes  áreas  de  utilização  de  cálculos,  como  engenharia,  matemática  geral  e  financeira,  trigonometria,  geometria,  estatística, contabilidade, e funções gerais como as que trabalham exclusivamente com hora e data, com texto e com referências  condicionais.  Basicamente  qualquer  função  do  Excel  pode  ser  escrita  com  a  seguinte  Sintaxe:  =NOME_DA_FUNÇÃO  (ARGUMENTOS).  Onde NOME_DA_FUNÇÃO é o nome da mesma (cada função tem o seu) e os ARGUMENTOS são informações que fazer a função  trabalhar  corretamente.  Algumas  funções  solicitam  um  argumento,  outras  podem  solicitar  vários  argumentos,  outras  funções  simplesmente  requerem  os  parênteses  vazios.  Se  alguma  função  necessita  de  mais  de  um  argumento,  eles  vêm  separados  por  ;  (ponto  e  vírgula)  dentro  dos  parênteses.  Abaixo  uma  listagem  das  mais  usadas  funções  do  programa,  com  suas  explicações  e,  é  claro, os exemplos de como utilizá‐las. Cabe aqui apenas um lembrete, não existem funções para realizar todos os tipos de cálculos,  portanto, se for necessário criar um cálculo específico (como a média ponderada de uma determinada faculdade), deve‐se utilizar  fórmulas, não funções.    LISTAGEM DAS FUNÇÕES MAIS USADAS NO EXCEL    NOME DA FUNÇÃO  SERVE PARA SINTAXE  EXEMPLO  Somar  as  células  que  forem  citadas  =SOMA(Células)  SOMA  dentro dos parênteses.  =SOMA(A4:A10)  Realiza a operação de Média Aritmética  =MÉDIA(Células)  MÉDIA  nas células descritas como argumento.  =MÉDIA(C1;C2;C3)  Retorna  como  resposta  o  maior  valor  =MÁXIMO(Células)  MÁXIMO  numérico  que  encontrar  nas  células  do  =MÁXIMO(A8:A20)  argumento.  Retorna  o  menor  valor  dentro  das  =MÍNIMO(Células)  MÍNIMO  células do argumento citado.  =MÍNIMO(D1:D230)  Conta  quantas  vezes  aparece  o  critério  =CONT.SE(Intervalo.;Critério)  CONT.SE  citado,  dentro  do  intervalo  de  células  =CONT.SE(F1:F11;”João”)  citado.  Realiza  uma  avaliação  comparativa  entre  dois  valores  (células)  e  retorna  =SE(Teste;ValorV;ValorF)  SE  uma  das  duas  respostas  definidas  em  =SE(A1<7;”Reprovado”;“Aprovado”)  seus argumentos.  AGORA  Mostra a Data e a Hora atuais  =AGORA()  HOJE  Mostra a Data Atual  =HOJE()  PI  Mostra o valor de PI (π)  =PI( )  =SEN(Valor)  SEN  Mostra o SENO de um ângulo  =SEN(A17)  =COS(Valor)  COS  Mostra o COSSENO de um ângulo  =COS(C123)  Ainda há muitas funções que podem ser úteis para os mais variados tipos de profissionais, como contadores, engenheiros,  professores, ou qualquer um que queira trabalhar com o Excel como sua ferramenta de trabalho.    COPIANDO FÓRMULAS E FUNÇÕES    No excel, cada fórmula, deve ser usada para um determinado cálculo, observe na tela que se segue que temos 6 alunos e  conseqüentemente 6 médias serão calculadas, mas apenas construímos uma delas (a do primeiro aluno).  Se  quisermos  que  as  outras  crianças  tenham  médias  automaticamente  calculadas,  devemos  construir  as  outras  funções  também (uma para cada aluno, ou seja, uma para cada linha).  31
  • 32.                           Não  se  preocupe  com  a  quantidade  de  fórmulas  que  você  vai  ter  de  digitar,  na  verdade,  com  o  recurso  da  ALÇA  DE  PREENCHIMENTO, o excel construirá as outras fórmulas baseadas no formato da original.   Como funciona? Verifique na figura ao lado, com a média já pronta que a Célula Ativa possui  um  quadradinho  preto  em  sua  extremidade  inferior  direita.  Ele  aparece  em  todas  as  células  que  selecionamos e se chama Alça de Preenchimento. Depois que construir a  fórmula  que  deseja  copiar,  arraste‐a  por  essa  Alça  até  atingir  a  linha  desejada  (ou  coluna,  podemos  arrastar  lateralmente  também.  O  interessante  desta  estória  é  que,  a  segunda  fórmula  (que  no  caso  da  figura  é  a  média  de  SICLANO)  não  pode  ter  o  mesmo  conteúdo  da  primeira,  afinal  MÉDIA(B4:E4)  é  pra  ser  somente  a  de  FULANO.  Mas  o  Excel atualiza a cópia das fórmulas, pois as referências são relativas, então, na segunda linha teremos  MÉDIA(B5:E5) e abaixo MÉDIA(B6:E6) e assim por diante. Como podemos ver na figura ao lado (já com  as fórmulas prontas).   Esse recurso de copiar fórmulas não é possível somente com o uso da Alça de Preenchimento, também podemos realizalo  com Copiar (CTL+C) e colar (CTRL+V), ou arrastando o conteúdo da célula com o CTRL pressionado (que significa COPIAR).  ATENÇÃO1: Se usar CTRL+X (recortar) para depois colar, a fórmula presente na célula não se alterará, ou seja, continuará apontando  para as referências para as quais estava apontando antes, isso serve para arrastar o conteúdo da célula sem o CTRL também.  ATENÇÃO 2: Se quiser Fixar uma referência antes de copiar uma fórmula, para que ela não seja atualizada com o movimento, basta  colocar $ (cifrão) antes da componente que deseja fixar (ou seja, se quer fixar a coluna da célula A4, escreva $A4, se quer fixar a  linha, escreva A$4, se quer fixar Coluna e linha, escreva $A$4) Por exemplo, se copiarmos a fórmula =B4+C4 para duas linhas abaixo,  ela vai se tornar =B6+C6, mas se a escrevermos =B4+C$4, ao copiarmos para duas linhas abaixo, ela se tornará =B6+C$4(espero que  tenha entendido).  NOTA: se a Alça de Preenchimento for usada em palavras, elas se repetem, a menos que as palavras existam num conjunto de listas  (seqüências) que o Excel possui. Por exemplo, se você digitar SEG e arrastar a alça, o Excel criará TER, QUA, QUI, etc... O mesmo  acontece com Textos seguidos de números ALUNO1, ALUNO2, etc...    ERROS #    Algumas vezes cometemos erros de construção da fórmula, não pela sintaxe da mesma, mas por erros nas referências das  células  utilizadas.  O  Excel  às  vezes  nos  retorna  mensagens  de  erro,  normalmente  precedidas  pelo  sinal  de  #  (sustenido).  As  mensagens  de  erro  #  mais  comuns  estão  listadas  abaixo:  #VALOR!:  Este  erro  é  apresentado  quando  criamos  uma  fórmula  que  aponta  para  uma  referência  que  possui  TEXTO.  Esse  erro  não  é  apresentado  quando  utilizamos  uma  função,  apenas  quando  foi  utilizada  uma  fórmula.  #NOME!:  Este  erro  ocorre  quando  digitamos  errado  no  nome  de  uma  função,  ou  quando  não  inserimos  corretamente o nome de uma referência de célula, apontando para algo  que não existe. # DIV/0!: O Excel apresenta este erro quando, em algum momento do trabalho, enviamos uma solicitação para que  ele use 0 (zero) como divisor em alguma fórmula. # REF!: este erro ocorre quando a referência de célula não é válida. # NÚM!: O  Excel apresenta este erro quando há algum problema com um valor numérico na fórmula em questão.     LISTAGEM DAS FERRAMENTAS E COMANDOS PRÓPRIOS DO EXCEL    Formatar Células: O Menu Formatar possui uma opção chamada Células, que também pode ser acessada pelo atalho CTRL+1, nesta  opção  podemos  alterar  toda  e  qualquer  configuração  no  que  diz  respeito  ao  formato  das  células  do  Excel,  como  cores,  tipos  de  letra, bordas, formato dos números, alinhamento do texto e até mesmo se a célula pode ser travada ou não. Na próxima página  segue uma imagem da tela de Formatação de Células, e suas várias “orelhas” de opções:  32
  • 33.   As outras páginas desta tela, como fonte e Bordas, têm suas funções definidas, e o nome já diz tudo. Como este comando  do Excel é muito extenso e importante, estudemo‐lo com mais detalhamento:  Ajusta o formato dos números de uma célula, como o número de casas decimais, os símbolos decimais e de  Número  milhar,  os  separadores  de  hora  e  data,  o  formato  do  úmero  negativo,  o  formato  dos  valores  de  moeda,  e  muitos outros ajustes.  Ajusta a forma como o texto se comporta na célula, se está à direita ou à esquerda, no centro (tanto horizontal  como vertical), e até mesmo se o texto ficará inclinado ou não. Há também como fazer o texto estar em duas  Alinhamento  linhas na mesma célula.  Fonte  Ajusta o tipo da letra utilizada na célula, bem como Negrito, Itálico, cores das letras e seu tamanho.  Altera  o formato  das bordas que cercam  uma  célula,  é possível  alterar  estilos,  largura,  cor  e qualquer  outra  Borda  configuração.  Padrões  Altera as cores de fundo das células, que podem não ser brancas.  Informa  se  a  célula  pode  ser  ou  não  alterada  quando  travamos  a  planilha.  Se  marcarmos  que  a  célula  está  Proteção  travada, no momento em que protegemos a planilha, ela não poderá ser mais alterada, apenas pela pessoa  que possua a senha para desprotegê‐la.  Outros comandos do Microsoft Excel serão mostrados a seguir para conhecimento e “decoreba” mesmo.  COMANDO  PARA  MENU  FERRAMENTA  Serve  para  alterar  o  estilo  de  moeda  atual  para  o  FORMATAR/  Estilo Moeda Euro  €  Euro  CÉLULA  Mescla  as  células  selecionadas  as  transformando  em  apenas  1  célula,  onde  recebem  o  endereço  da  FORMATAR/  Mesclar e Centralizar  primeira célula da mesclagem (se mesclar A1, B1 e  CÉLULA    C1,  o  endereço  que  vai  ser  apresentado  é  A1)  e  ainda centraliza o conteúdo da célula.  Soma  automaticamente  os  valores  contidos  em  Autosoma    determinadas células    Realiza  um  auxílio  à  construção  de  funções.  Pode‐ INSERIR/  se  construir  desde  as  mais  simples  funções,  até  as  Colar Função  FUNÇÃO    mais complexas.  Essas  duas  ferramentas  classificam  os  valores  de  DADOS/  Classificar  uma  determinada  coluna  de  células  nas  ordens  CLASSIFICAR  crescente e decrescente respectivamente.    Formata a célula para que qualquer número escrito  FORMATAR/  Estilo de Moeda  nela tenha o formato da moeda corrente no país.  CÉLULA    Formata a célula para que qualquer número escrito  FORMATAR/  Estilo de Porcentagem  nela tenha o formato de Percentual.  CÉLULA    Formata a célula para que qualquer número escrito  nela apresente o número de casas decimais padrão  FORMATAR/  Separador de Milhares  do país, e também mostre os pontos que separam  CÉLULA    os milhares (no caso do Brasil).  Aumenta  ou  diminui  as  casas  decimais  de  um  Aumentar/Diminuir  determinado  número,  cada  clique  numa  das  FORMATAR/  casas decimais  CÉLULA  ferramentas  implica  em  alteração  em  uma  casa    decimal.  Apresenta  uma  tela  que  auxilia,  passo  a  passo,  na  INSERIR/  Assistente de Gráfico  construção de gráficos com os dados existentes na  GRÁFICO  planilha.    33
  • 34. Auto Filtro  Permite  escolher  entre  os  dados  que  serão  vistos  numa listagem.    DADOS/ FILTRAR        INTERNET – A MAIOR REDE DE COMPUTADORES DO MUNDO – UM PEQUENO HISTÓRICO    Em 1969, “segundo reza a lenda”, foi criada uma conexão, através de um cabo, entre dois grandes centros de Informática,  leia‐se dois quartéis militares americanos. Estava consumada a primeira “rede” de computadores. Uma rede é, simplesmente, uma  conexão  física  e  lógica  entre  computadores  no  intuito  de  poderem  “trocar  informações”.  Essa  rede  foi  crescendo,  tomando  de  assalto as centrais de informática de Universidades e Centros de Pesquisa do País até formar o que eles batizaram de ARPANET, uma  rede militar e de pesquisa que atingia a maioria das Escolas e quartéis da terra do Tio Sam.  Nesta época, o acesso a essa rede era limitado aos professores, alguns alunos e líderes militares, cada um com seus limites  bem  definidos.  Só  que  alguns  rebeldes  (alunos,  funcionários,  soldados,  o  que  quer  que  fossem),  acabaram  por  se  tornar  conhecedores muito bons do sistema e sabiam burlar a segurança digital e ter acesso a informações antes proibidas a eles, inclusive  passariam  a  acessar  de  casa,  de  seus  pequenos  computadores  TK85,  CP200  e  outras  maquininhas  que  hoje  não  parecem  tão  poderosas... Esses “espertinhos” viriam a se tornar o que chamamos hoje de Hackers (termo que, na verdade, significa fuçador).  E a rede cresceu, se tornou popular, comercial (o que, por Deus, tendo nascido na “Capital do Capitalismo Selvagem”, não  se tornaria comercial, não é?) além de divertida, variada e, por muitas vezes, perigosa. Internet (Rede Internacional) é, de longe, a  maior de todas as redes de computadores do mundo, chegando ao patamar de 300 milhões de usuários atualmente.    A INTERNET HOJE  A Internet apresenta‐nos uma série de serviços, como uma grande loja de departamentos, que tem de tudo para vender.  Podemos usar a Rede somente para comunicação, com nosso endereço de E‐mail (daqui a pouco, será mais usado que o correio  tradicional, se já não é), podemos apenas buscar uma informação sobre um determinado assunto e até mesmo comprar sem sair de  casa. Ah! Tem mais: Assistir filmes e desenhos animados, paquerar, vender, tirar extratos bancários, fazer transferências, pagar o  cartão de crédito, jogar uma partidinha de xadrez com o sobrinho do Kasparov na Rússia, marcar hora no dentista, etc...  A  Internet  está  fisicamente  estruturada  de  forma  “quase”  centralizada.  Explicando:  não  há  um  “computador  central”  na  rede, não há um “cérebro” que a controle, mas existe uma conexão de banda muito larga (altíssima velocidade) que interliga vários  centros de informática e telecomunicações de várias empresas, esta “rodovia” é chamada Backbone (mais ou menos como “Coluna  vertebral”). Veja na figura seguinte uma representação bastante simplificada da estrutura física da Internet, e imagine que cada um  de nós está na ponta das linhas mais externas...  Em  cinza  podemos  ver  o  Backbone,  interligação  entre  grandes  (grandes  mesmo)  empresas  em  todo  o  mundo  (os  quadrados), e os meios pelos quais elas transferem informações entre si (pela necessidade de grande tráfego, normalmente usam  satélites, fibra ótica, microondas e outras coisas que nem temos coragem de imaginar).  As bolinhas brancas são as empresas que chamamos de provedores, elas “compram” o acesso à rede e o revendem, como  cambistas em um jogo de futebol, ainda existe certa velocidade entre os provedores menores e os do Backbone.  Nós,  meros  usuários,  estamos  na  ponta  das  linhas  que  saem  dos  provedores,  normalmente  conectados  pela  linha  telefônica. Mas hoje em dia existem novos sistemas, acessíveis a grande parte da população internauta do mundo, para realizar um  acesso mais rápido, como ondas de rádio, sub‐redes em condomínios, discagem mais veloz, etc.  O mais interessante sobre a internet é o fato de o usuário A, residente no Brasil (em nosso esquema acima), fazer parte da  mesma rede que o amigo nipônico 2. E, por isso, teoricamente, eles possuem acesso às mesmas informações, e podem, desde que  usando  programas  adequados,  se  comunicar  via  correspondência  (E‐mail)  ou  em  tempo  real  em  um  bate‐papo  (Chat)  que  literalmente atravessa o mundo em segundos.    TCP/IP – PROTOCOLO DE COMUNICAÇÃO DA INTERNET  Já imaginou se um Árabe, viajando ao Brasil, se depara com a mulher mais linda do mundo, que, sem que ele soubesse,  acabara de chegar de sua terra natal, a Moldávia (Onde fica a Moldávia?). Na tentativa de iniciar uma conversa com ela, ele esquece  que não fala uma palavra de português (pois imagina que ela é brasileira). O que ele fez? Qual é, caro leitor, o Servidores Cliente  Cliente  mais  provável  desfecho  para  a  cena,  sabendo‐se  que  eles  se  conheceram  e  casaram?  Vale  salientar  que  eles  conheciam  apenas uma língua estrangeira além das línguas próprias.  Se  você  respondeu  que  eles  conversaram  em  Inglês,  está  certo,  ou  pelo  menos,  mais  próximo  do  que  poderia  ter  acontecido. Pois o inglês é, atualmente, a língua “universal”. OK! Esta pequena estória serve para ilustrar o funcionamento de uma  rede  de  computadores,  que,  apesar  de  diferenças  enormes  entre  seus  participantes  (computadores  com  diferentes  sistemas  operacionais, línguas, velocidades, capacidades de memória) conseguem se comunicar entre si com extrema perfeição. Toda rede  de computadores tem sua comunicação dependente de um protocolo, ou de vários. Protocolo é o nome dado a um conjunto de  regras  que  os  computadores  devem  seguir  para  que  a  comunicação  entre  eles  permaneça  estável  e  funcional.  Resumindo,  computadores diferentes, numa mesma rede, só se entendem se falarem a mesma língua (o protocolo).  Para a Internet, foi criado um protocolo chamado TCP/IP (Transmission Control Protocol / Internet Protocol) que tem como  característica principal o fato de que cada computador ligado à Rede deve possuir um endereço, chamado endereço IP, distinto dos  outros. O Endereço IP é formado por 4 números, que variam de 0 a 255, separados por pontos,  como no exemplo: 203.12.3.124 ou em 2.255.255.0 ou até 17.15.1.203. Acho que já deu pra entender.  34
  • 35. Dois computadores não podem ter, ao mesmo tempo, o mesmo endereço IP, isso acarretaria problemas no recebimento de  qualquer tipo de informações. Para certificar‐se que não haverá dois computadores com o mesmo endereço IP na Internet – que é  muito vasta – foi desenvolvido um sistema de atribuição automática desse endereço.  Quando  um  computador  se  conecta  na  Internet,  através  de  um  provedor,  este  recebe  o  endereço  IP  de  um  servidor  localizado na empresa que provê seu acesso. Este servidor não vai atribuir aquele endereço IP a nenhum outro computador que se  conectar enquanto este ainda permanecer on‐line. Após a saída (desconexão) do computador, o endereço IP poderá ser atribuído a  qualquer outro computador.  Nas  redes  internas,  em  empresas,  normalmente  os  endereços  IP  são  fixos,  ou  seja,  cada  máquina  já  traz  consigo  seu  endereço, cabe ao administrador da rede projeta‐la para evitar conflitos com outras máquinas.    NOMENCLATURAS DA REDE (URL)  No  nosso  imenso  mundo  “real”,  dispomos  de  várias  informações  para  localização  física,  identificação  pessoal,  entre  outros... E no “mundo virtual”, como achar informações sem ter que recorrer aos endereços IP, que denotariam um esforço sobre‐ humano para decorar alguns? Como elas estão dispostas, organizadas já que se localizam, fisicamente, gravadas em computadores  pelo mundo?  A internet é um conjunto imenso de informações textuais, auditivas, visuais e interativas, armazenadas em computadores,  interligadas entre si. Uma informação, qualquer que seja o seu tipo (endereço de e‐mail, website, servidor de FTP, newsgroups –  termos que conheceremos a seguir), pode ser encontrada através de uma URL (Uniform Resource Locator). Uma (ou um) URL é um  endereço que aponta para um determinado recurso, seja uma imagem, um computador, um usuário, uma página de notícias, etc.  Assim como Avenida João Freire, 123 – Apt. 1201 – Recife – PE pode nos apontar a localização de alguma informação dentro de um  escopo físico, a URL é suficiente para nos orientar dentro da Internet por completo.  Exemplo: jantonio@hotlink.com.br é uma URL que localiza uma caixa de correio eletrônico para onde podem ser enviadas  mensagens.  Já  http://www.macromedia.com.br  é  uma  URL  que  aponta  para  o  website  da  Macromedia  (empresa  americana  especializada em programas para a Web). Todos os endereços usados para a comunicação na Internet são chamados de URL. Uma  URL está diretamente associada a um endereço IP, ou seja, qualquer endereço da Internet (URL) é, na verdade, uma forma mais  amigável de achar um computador xxx.xxx.xxx.xxx qualquer.  O principal componente de qualquer URL é o que chamamos de domínio (domain), que identifica o tipo da empresa/pessoa  a  que  pertence  esta  URL.  Vamos  tomar  como  exemplo,  o  domínio  telelista.com.br  que  identifica  um  endereço  brasileiro  (.br),  comercial (.com), cujo nome é telelista. Isso não significa que a empresa proprietária do domínio se chama Telelista.  Baseando‐se  neste  domínio,  pode  haver  muita  coisa,  como  Sites  (seria,  por  exemplo,  http://www.telelista.com.br),  endereços  de  E‐mail  para  os  usuários  da  empresa,  como  em  diretor@telelista.com.br,  jdarruda@telelista.com.br,  contato@telelista.com.br, entre outros, servidores para FTP (transferência de arquivos) como ftp.telelista.com.br, e muito mais.  Por padrão, os endereços de domínios e suas URLs derivadas são escritos em minúsculas (para evitar confusões). O que não  exclui a possibilidade de haver algum endereço com uma ou mais letras maiúsculas.    SERVIÇOS QUE A INTERNET OFERECE  A  Internet  é  um  paraíso  que  nos  oferece  facilidades  e  mordomias  antes  imaginadas  somente  pela  cabeça  dos  magos  da  ficção científica escrita ou audiovisual. Podemos destacar alguns dos serviços, oferecidos pelas empresas especializadas em Internet,  para o perfeito uso da Grande Rede. Entre eles, o “xodó”, e filho mais velho é o correio eletrônico (E‐mail).  A) E‐MAIL (CORREIO ELETRÔNICO)  O E‐mail é o sistema que permite que cada usuário da Rede possua uma “caixa‐postal”, um espaço reservado em algum  computador  para  receber  mensagens  eletrônicas  enviadas  por  outros  usuários  que  também  possuem  suas  próprias  caixas.  Cada  caixa postal é localizada por uma URL única no mundo.  O formato da URL da caixa postal segue uma convenção determinada há muito (na verdade, bem próximo à própria criação  da  Internet):  usuário@domínio  define  a  sintaxe  de  uma  URL  de  caixa  postal  de  correio  eletrônico  na  Internet.  O  símbolo  @  (chamado de “arroba” no Brasil), tem seu verdadeiro nome americano de “at” que significa “em”, então na verdade, o endereço de  qualquer  correio  eletrônico  significa  “usuário  em  domínio”  ou,  traduzindo  menos  literalmente,  “usuário  nesse  domínio”.  Por  exemplo: jantonio@hotlink.com.br significa que sou o usuário jantonio pertencente ao domínio hotlink.com.br.  Os  programas  clientes  de  Correio  Eletrônico  mais  conhecidos  são:  Outlook  Express,  Internet  Mail,  Eudora,  Netscape  Messenger,  Notes,  etc.  Um  programa  cliente  qualquer  deve  ser  perfeitamente  configurado  para  poder  receber  e  enviar  as  mensagens. Devemos indicar‐lhe a URL ou o IP dos servidores POP e SMTP. POP significa Post Office Protocol e identifica o servidor  que  recebe  as  mensagens  que  nos  enviam.  SMTP,  ou  Simple  Mail  Transfer  Protocol  identifica  o  servidor  que  envia  nossas  mensagens para fora. Essas informações variam em cada provedor.  No nosso caso, o programa que será utilizado no curso é o OUTLOOK EXPRESS, da Microsoft. É importante saber que para  se utilizar o Outlook Express para buscar e enviar mensagens eletrônicas, deve‐se primeiro dispor de uma caixa postal em algum  provedor,  sem  a  caixa  postal,  o  Outlook  não  poderá  enviar  mensagens  e  também  não  terá  de  onde  recebêlas.  Para  acessar  o  Microsoft  Outlook,  clique  no  botão  INICIAR,  vá  à  opção  PROGRAMAS  e  acione  o  ícone  OUTLOOK  EXPRESS.  Conheça  alguns  componentes do programa:  1) Painel das pastas: Possui algumas pastas (compartimentos) onde podemos guardar as mensagens recebidas, caso queiramos criar  uma  pasta,  como  por  exemplo,  a  pasta  AMIGOS,  para  guardar  os  e‐mails  recebidos  por  pessoas  mais  próximas,  basta  acionar  ARQUIVO  /  NOVA  PASTA.  Algumas  pastas  são  especiais,  como  a  caixa  de  entrada  que  guarda  os  e‐mails  recém  recebidos.  Explicações mais detalhadas a seguir.  35
  • 36. 2) Painel das mensagens: Mostra uma listagem das mensagens presentes na pasta selecionada (no caso da foto, a Caixa de Entrada  possui  seis  mensagens).  Quando  a  mensagem  está  selecionada,  seu  conteúdo  aparece  no  painel  do  conteúdo.  Quando  uma  mensagem apresenta um CLIP (ícone) significa que esta mensagem trouxe um arquivo anexado (atachado). No caso das mensagens  da foto, além das mensagens propriamente ditas, recebi arquivos, que posso desanexar e abrir normalmente em algum aplicativo.  3)  Painel  do  Conteúdo:  Mostra  o  conteúdo  escrito  na  mensagem  selecionada.  O  botão  grande  do  CLIP  na  extremidade  superior  direita serve para ver os arquivos anexos, ou mesmo, desanexá‐los.  4) Painel dos Contatos: Apresenta uma lista das pessoas que estão cadastradas no seu livro de endereços (um banco de dados que  contém as informações das pessoas com quem você troca mensagens) O Outlook Express apresenta algumas pastas especiais, que o  acompanham desde a instalação (outras podem ser criadas com o decorrer do uso). Essas pastas especiais são:   Caixa de Entrada: Nesta pasta ficam as mensagens que recebemos. Inbox em inglês.  Caixa de Saída: Quando escrevemos novas mensagens, e clicamos em Enviar, as mensagens não são imediatamente enviadas ao  provedor, elas ficam guardadas na Caixa de Saída (Outbox) até que eu mande definitivamente enviá‐las. Isso é um recurso muito  útil,  pois  podemos  escrever  várias  mensagens,  para  vários  destinatários  diferentes  enquanto  nosso  micro  estiver  desligado  da  INTERNET, depois é só conectá‐lo à rede e enviar todas as mensagens (economia de dinheiro, pela conta telefônica).  Itens  Enviados:  Guarda  cópias  das  mensagens  que  já  foram  definitivamente  enviadas,  isso  garante  que  tenhamos  uma  cópia  de  tudo o que mandamos, para conferência posterior.   Itens Excluídos: é a famosa LIXEIRA. Quando tentamos apagar alguma mensagem, esta vai para a lixeira do programa, e de lá poderá  ser expurgada definitivamente.  A barra de ferramentas do programa é muito simples de entender, vamos a ela:  NOVO MEMO: Abre a janela para criação de uma nova mensagem e posterior envio.  RESPONDER  AO  REMETENTE:  Clique  neste  botão  caso  queira  responder  ao  Remetente  da  mensagem  selecionada  no  painel  das  mensagens.  RESPONDER A TODOS: Clique neste botão para responder a todas as pessoas que receberam a mensagem a ser respondida (caso o  remetente a tenha mandado para mais alguém além de você)  ENCAMINHAR: Reenvia um Correio para um outro destinatário  IMPRIMIR: Imprime a mensagem selecionada  EXCLUIR:  Envia  a  mensagem  selecionada  para  a  pasta  ITENS  ENVIADOS.  Caso  a  pasta  já  seja  esta,  a  mensagem  é  apagada  definitivamente.  ENVIAR/RECEBER: Envia todas as mensagens que estiverem na Caixa de Saída e solicita o recebimento de todas as mensagens que  estiverem na caixa postal no servidor.  ENDEREÇOS: Apresenta uma listagem dos endereços que estão cadastrados no seu Livro de Endereços (um pequeno programa que  guarda num banco de dados os seus amigos organizadamente).  Para  enviar  uma  mensagem  para  alguém  que  não  esteja  em  sua  lista  de  contatos,  execute  um  clique  no  botão  NOVO  MEMO,  na  tela  principal  do  Outlook.  Caso  o  destinatário  da  mensagem  esteja  em  sua  lista  de  contatos,  basta  acionar  um  duplo  clique no nome correspondente na listagem, de qualquer maneira, a tela apresentada será:  O  campo  DE:  mostra  a  conta  de  correio  que  você  está  usando  para  enviar  (o  outlook  pode  gerenciar  várias  contas  de  correio).  Digite  o  endereço  eletrônico  do  destinatário  no  campo  PARA:  Se  quiser  que  outra(s)  pessoa(s)  receba(m)  a  mesma  mensagem, escreva seu(s) endereço(s) no campo CC:.  No campo ASSUNTO: informe, de maneira breve, sobre o que a mensagem se trata, e, por fim, no grande campo branco,  digite o corpo de sua mensagem. Regras de etiqueta em cartas comerciais / formais são perfeitamente aceitas no mundo Virtual!  Caso  deseje  enviar  um  arquivo  anexado  à  mensagem  de  correio,  Clique  no  botão  ANEXAR  (o  botão  do  Clip,  na barra  de  ferramentas). Os arquivos anexados fazem o e‐mail ser enviado e recebido mais lentamente, devido ao “peso” em bytes do arquivo,  portanto avalie bem se o arquivo está com o tamanho mínimo possível, e, se puder, compacte‐o.  Quando  receber  um  arquivo  anexado  em  alguma  mensagem,  avalie  duas  coisas:  Quem  mandou?  Por  que  mandou?  Lembre‐se que a INTERNET é o maior canal de proliferação de vírus de computador do planeta, e você só poderá ser infectado por  algum se executar um arquivo infectado, portanto, se executar um arquivo que tenha recebido por E‐mail.  Remetentes desconhecidos são desconfiáveis: NUNCA ABRA UM ARQUIVO ANEXADO DE UMA PESSOA QUE NÃO CONHECE.  Desconfie principalmente dos arquivos com extensão EXE, BAT, COM, DLL, DOC (isso mesmo, Word), XLS (excel), VBS, PIF. Se alguém  avisa que te mandou uma foto dele(a), só a veja se a extensão do arquivo for JPG, BMP ou GIF (essas três extensões não assimilam  vírus – por enquanto).  B) WWW (WORLD WIDE WEB)  Chegamos  ao  ponto  mais  rentável  da  Grande  Rede,  interesse  de  todos  os  que  realizam  este  treinamento.  Conheça  um  pouco das definições da WWW, a “teia mundial”:  A WWW é um sistema criado no início da década de 90 que permite a estadia de um documento em um determinado local  (identificado  por  uma  URL  única)  para  que  todos  possam  acessá‐lo.  Funciona  mais  ou  menos  como  a  Televisão,  em  que  basta  sintonizar um canal e ter acesso imediato às informações nele contidas.  No início da Web, era possível colocar documentos com conteúdo apenas de texto, com o passar do tempo, a linguagem de  criação destes documentos (HTML) e os programas clientes para vê‐los (os Browsers) foram se tornando mais cheios de recursos,  como  a  possibilidade  de  apresentar  figuras,  sons,  interatividades  (links  e  formulários)  e  animações  (que  chamamos,  generalizadamente, de multimídia).  36
  • 37. Os documentos existentes na WWW são chamados de “páginas”, esses documentos na verdade são arquivos construídos  com uma linguagem chamada HTML (Hyper Text Markup Language, ou linguagem de marcação de hipertexto). Um conjunto destas  páginas, dentro de um escopo definido, é chamado de site (ou Website). Um exemplo simples é o seguinte:  http://www.cajuina.com.br é a URL que aponta para o diretório onde estão guardados os arquivos do suposto site desta  hipotética empresa. Esses vários arquivos (um site não é formado apenas por um arquivo), são documentos HTML, figuras GIF ou  JPG, animações em Flash, ou outro programa, etc.  Para que um usuário da rede possa ver um site, ele deve possuir um programa Cliente para a Web, esse tipo de programa é  chamado  Browser  (literalmente  “folheador”  ou  mais  conhecido  como  “navegador”).  Os  dois  mais  conhecidos  navegadores  no  mercado são o Internet Explorer, da Microsoft, e o Netscape Navigator.  Para acessar um endereço qualquer, basta digitá‐lo na barra de endereços do Browser e pressionar ENTER. Verifique abaixo  o detalhe da barra de endereço do Internet Explorer apontando para a URL do site da Coca Cola.  Os  botões  apresentados  na  parte  superior  da  tela  do  Browser  são  muito  úteis  durante  uma  navegação  um  pouco  mais  demorada:  VOLTAR: Faz com que o Browser volte à página que estava sendo visualizada antes da atual.  AVANÇAR: Caso se tenha voltado demais, pode‐se avançar para uma página à frente.  PARAR:  Se  a  página  estiver  demorando  muito  para  ser  carregada  e  suas  informações  ainda  não  estiverem  sendo  mostradas  (consumindo completamente a paciência) pode‐se clicar neste botão para solicitar ao Browser que não a carregue mais.  ATUALIZAR: Botão que solicita ao Browser uma nova carga da página, caso a mesma tenha sido interrompida por algum motivo.  PÁGINA INICIAL: Faz o Browser voltar à página que estiver configurada como página inicial em suas configurações.  IMPRIMIR:  Imprime  a  página  que  estiver  sendo  visualizada  (embora  seja  mais  interessante  acionar  o  comando  ARQUIVO  /  IMPRIMIR).    De acordo com a janela apresentada abaixo, poderemos expor partes do Internet Explorer:    B.1) Barra de Título: É onde podemos encontrar o ícone de comando do Internet Explorer, o título do site que estamos visitando, o  nome do programa e os botões de comando.  B.2)  Barras  de  Menu  e  Ferramenta:  São  barras  que  disponibilizam  informações  de  forma  objetiva  ou  não  para  que  os  usuários  possam ter uma melhor funcionabilidade do seu Browse. Na barra de menus, são apresentados os nomes do menus, e ao clicarmos  em cima deles aparecerá um menu referente ao qual clicamos. Já na barra de ferramentas, as opções estão postas de forma clara e  de acesso rápido, para que possamos visualizar o nome de alguma ferramenta, basta colocar o mouse em cima da mesma.  B.3)  Barra  de  Endereço:  É  onde  são  apresentados  todos  os  endereços  dos  sites  que  o  usuário  digitou.  Para  acessar  a  essas  informações, ou o usuário clica no triângulo preto (droop down) mais a direita dessa barra, ou pressionas as teclas F4 ou CTRL+F4.  Para acessar algum sítio basta digitar a URL nesta barra e se o sítio existir ou estiver on‐line o browse abrirá essas informações ao  usuário.  B.4) Barra de Rolagem: Serve para apresentar todo o conteúdo dos sites visitados. A barra de rolagem pode aparecer na vertical  e/ou na horizontal.  B.5)  Barra  de  Status:  Apresenta  ao  usuário  quando  um  site  está  sendo  aberto,  quantas  informações  faltam  para  serem  feitos  o  download, se o site possuir alguma certificação de segurança aparecerá um cadeado...  B.6)  Área  de  Apresentação  ou  Trabalho:  É  onde  são  desenvolvidas  todas  as  atividades  do  sites,  onde  são  apresentados  os  conteúdos dos sítios, downloads, uploads, preenchimento de formulários, bate‐papo...  B.7)  Botões  de  comando:  São  os  botões  responsáveis  pelo  redimensionamento  da  janela.  Temos  as  opções:  Fechar,  maximizar,  restaurar e minimizar. Quando uma janela estiver maximizada aparecerá o ícone de restaurar, informando ao usuário que a janela  pode ser restaurada e assim vice‐versa.  B.8) Ícone de Comando: É o ícone que apresenta um menu de opções se clicamos uma vez sobre ele com qualquer tecla do mouse,  aparecerá  as  seguintes  opções:  mover,  tamanho,  fechar,  maximizar,  restaurar  e  minimizar.  E  se  clicarmos  duas  vezes  a  janela  é  fechada.  Um  recurso  muito  utilizado  pela  WWW  e  que  foi  copiado  pelos  programas  mais  novos  (como  WORD,  EXCEL,  etc.)  é  o  HYPERLINK (área na página onde o mouse vira uma “mãozinha”). Link ou Hyperlink é uma ligação entre duas informações, quando  37
  • 38. clicamos em um link (como o da coca‐cola, acima) somos imediatamente transportados para o determinado endereço e passamos a  ver aquela informação pelo nosso Browser.  É isso que faz da WWW uma rede interligada, cada página tem um ou mais links, que ligam a outras páginas com mais links,  formando uma rede de informações que levaria “a vida toda e mais seis meses” para ser vista por completo...  Na WWW encontramos vários tipos de assuntos, como Futebol, Medicina, Empresas prestadoras de serviço, e até compras  On‐Line (o chamado E‐Commerce, ou comércio eletrônico). Podemos comprar sem sair de casa, é só entrar numa página que venda  alguma coisa, clicar para escolher o que se quer comprar, digitar o número do cartão de crédito, preencher um formulário com os  dados pessoais e: PRONTO, é esperar a encomenda chegar (pode‐se comprar até do exterior).  C) FTP (TRANSFERÊNCIA DE ARQUIVOS)  Estar conectado a uma rede é muito vantajoso e nos traz uma série de possibilidades, como compartilhamento de arquivos  e  até  mesmo  de  dispositivos  físicos  (impressoras  e  modems)  com  outras  máquinas.  Mas  para  copiar  arquivos  de  uma  localidade  remota  para  o  nosso  micro  e  vice  versa,  nós  nos  utilizamos,  direta  ou  indiretamente,  de  um  recurso  chamado  FTP  (File  Transfer  Protocol).  O FTP é um protocolo que permite a cópia de arquivos entre servidores/estações, muito popularizado em servidores UNIX  (Sistema  operacional  mutiusuário  mais  comum  entre  os  servidores  da  Internet).  Além  de  copiar,  podemos  renomear,  excluir  ou  alterar os atributos de um arquivo que não está em nosso computador, desde que tenhamos privilégios administrativos sobre ele  (isso fica definido no servidor).  Quando  copiamos  um  arquivo  de  um  servidor  remoto  para  o  nosso  computador,  estamos  realizando  um  procedimento  comumente  chamado  de  download,  mas  quando  executamos  a  operação  em  sentido  inverso,  ou  seja,  copiando  do  nosso  computador para uma máquina remota, estamos realizando um upload.  Existem  vários  programas  que  ajudam  na  realização  de  uma  transferência  de  arquivos  para  servidores  remotos,  são  os  programas de FTP, dentre os quais, posso destacar: WS FTP, CuteFTP, Internet Neighborhood, entre outros.  Um exemplo muito comum entre os trabalhadores da Internet para o uso profissional do FTP é a transferência de arquivos  para sites. Podemos criar o site completo em nosso computador e, só depois de terminado, jogá‐lo num servidor para que fique  acessível a todos os internautas. Os profissionais que criam e atualizam sites constantemente são companheiros inseparáveis dos  programas de FTP.  D) SÍTIOS DE COMUNIDADES – ORKUT, UOLK, BELTRANO, GAZZAG...  São sítios/sites que apresentam grupos de amigos através de uma rede de amigos, e comunidades criadas pelos próprios  usuários  que  levam  a  outras  pessoas  participarem  e  assim  acabarem  se  conhecendo  por  essas  redes  de  amigos  e  comunidades.  Através desses sítios é capaz de encontrar pessoas que já não vemos a anos facilitando assim um renovo na amizade. Mas, assim  como traz benefícios, tem seus malefícios, pois pessoas de certo ponto de vista ficam expostas, com várias informações dispostas  sobre ela nesses sites, então o que tenho a dizer, ta com meda de alguém ver algo seu lá no orkut e sair divulgando é melhor nem  colocar.  E) SITOS DE BUSCA    São sites que rodam a internet em busca de informações que são solicitadas pelos usuários daqueles sites, temos diversas  ferramentas na internet que facilita essas buscas. Hoje, temos sites de busca tão completos, que apresentam áreas para busca de  informações  dentro  de  livros  publicados/distribuídos  pela  internet,  e  assim  o  usuário  faria  suas  pesquisas  escolares  com  maior  facilidade.  Entre  outras  informações,  estes  sites  disponibilizam  informações  lançadas  em  tempo  real  ou  que  já  estão  a  anos  na  internet.  Se você não sabe qual o endereço que contém aquela informação que você procura, pode iniciar sua jornada num SITE DE  BUSCA (Página que ajuda você a procurar por assuntos):  www.cade.com.br, www.altavista.com.br, www.yahoo.com.br, www.radaruol.com.br, www.aonde.com.br   F) CHAT – BATE PAPO PELO COMPUTADOR  Existe  uma  série  de  programinhas  para  comunicação  em  tempo  real  (ou  seja,  eu  escrevo,  você  lê),  esses  programas  são  chamados de Sistemas de CHAT (Bate Papo). O mais conhecido hoje em dia é, sem dúvida, o IRC (Internet Relay Chat). Os usuários  entram  no  programa  (o  mais  famoso  é  o  mIRC),  executam  uma  conexão  a  um  servidor  de  IRC  (que  normalmente  está  em  um  provedor) e entram em salas para conversar, essas “salas” são chamadas de CANAIS.  Não  existe  somente  o  sistema  de  IRC  para  Bate  Papo,  atualmente  está  sendo  muito  usado  um  programa  criado  pela  Mirabilis, uma empresa Israelense, chamado ICQ (um trocadilho com a expressão em inglês para: “EU VEJO VOCÊ”). Este programa  permite que você cadastre outras pessoas que o usem para que toda vez que elas se conectarem a INTERNET, você as veja, e vice  versa, vocês podem trocar palavras, mensagens, ou mesmo enviar arquivos um para o outro.  G) SITES TIPO BLOG´s, FLOG´s E VIDEOLOG´s    São sites na internet que disponibilizam informações dos usuários. Os sites tipo blog, são diários de usuários, onde colocam  informações diárias e podem receber comentários de outros usuários sobre aquilo que escreveram em seu diário cibernético. Já os  tipo  flog,  apresentam  fotos  ou  imagens  diversas  que  o  usuário  dispõe  na  internet  para  que  outros  possam  visualizar,  por  isso  cuidado com as fotos. E por final os videolog´s são sítios que disponibilizam filmagens de usuários, ou seja, é um diário em forma de  vídeo, onde outros usuários podem comentar sobre o que acharam daquelas cenas.    COMO ME CONECTAR À INTERNET?  A  conexão  mais  comum  é  feita  pela  linha  telefônica,  para  tal,  nos  cadastramos  em  um  PROVEDOR  (empresa  que  vende  acesso à INTERNET) e recebemos um LOGIN (nome de usuário para identificação na hora da conexão) e uma SENHA (para a certeza  de que somos nós na hora da conexão).  38
  • 39. Utilizamos  um  recurso  do  Windows  ,  chamado  ACESSO  À  REDE  DIAL  UP,  que  se  localiza  no  MEU  COMPUTADOR.  Neste  programa,  nós  criamos um  ícone  de  discagem, para  que  o  meu  micro consiga  discar para um  outro  telefone  e acessar  uma  rede  qualquer (que pode ser a INTERNET ou mesmo a rede da sua empresa). A seguir temos a imagem da REDE DIAL UP, e os ícones de  conexão existentes, bem como o ícone de criação de discagens.  Dentro do ícone acesso à rede Dial Up, podemos acionar qualquer ícone de conexão telefônica (que já esteja criado) ou  criar  nosso  próprio  ícone  para  conectar  a  algum  servidor.  É  preciso  ter  as  seguintes  informações  para  criar  um  ícone  desses:  Telefone para o qual meu computador vai discar e Endereço IP do computador que irá atender a ligação, login e senha do usuário.  No exemplo a seguir, o telefone é o da HOTlink (3229‐8000), seu endereço IP é 200.249.243.1 e o login do usuário é joaoa.  Pode‐se ver que existem dois ícones na REDE DIAL UP, o ícone de conexão com a HOTlink (Provedor de Internet) e o ícone  Fazer  nova  Conexão,  para  criar  um  outro  ícone  para  conexão.  Atenção,  os  ícones  presentes  nesta  janela  servem  somente  para  executar uma conexão pelo telefone com outros computadores, cada ícone significa uma conexão diferente.  Para se conectar à INTERNET, o ícone do provedor já deve existir, basta então, executá‐lo (com duplo clique), a janela que  se abrirá é a seguinte: Notem que o Nome do usuário, também chamado de LOGIN, está presente, a senha também é requisitada  (aparece com forma de asteriscos, para não ser vista). Se marcarmos a opção SALVAR SENHA, a senha já vai estar presente na janela  quando  a  abrirmos,  se  ela  estiver  desmarcada  (no  caso  acima)  deveremos  colocar  a  senha  sempre  que  a  janela  abrir.  Clicamos,  então, em CONECTAR e o computador faz o resto:  Ele disca para o número do telefone citado na janela, entra em comunicação com o SERVIDOR que irá responder, identifica‐ se como o usuário com aquele login e aquela senha, e se tudo estiver certo, você passará a estar ligado na INTERNET. A janela de  conexão muda para as seguintes, em ordem: *********  A tela da conexão à rede pelo DIAL UP em três momentos diferentes, todos após a solicitação de conexão efetuada na tela  anterior. Após estas janelas, estaremos conectados à REDE pelo Telefone, e nossa linha estará ocupada para quem tentar ligar para  nós. O preço da tarifa telefônica gasta em internet é o mesmo de uma ligação local, afinal, seu computador está se comunicando  com outro telefone em Recife mesmo.  “MODO DE FAZER”  Criando um novo ícone de conexão telefônica na Rede Dial Up:  1) Acesse o Ícone ACESSO À REDE DIAL UP, em Meu Computador.  2) Clique duas vezes em Fazer Nova Conexão.  3)  Digite  o  Nome  da  Conexão  (pode  ser  qualquer  nome,  não  importa)  e  escolha  o  dispositivo  (MODEM)  que  fará  a  conexão  (normalmente, o modem certo já estará sendo exibido aqui). Clique em Avançar para passar à próxima tela.  4) Informe o Número do Telefone do computador a ser chamado e o código da cidade (caso seja necessário). Clique em avançar.  5) Clique em Concluir para finalizar a criação do ícone.  6) Depois de criado, clique com o botão direito do mouse no ícone da conexão que você acabou de criar, escolha propriedades no  menu que aparece.  7) Clique na guia Tipo de Servidor e clique no botão Configurações TCP/IP.  8) Marque a opção Especificar o endereço do Servidor de Nomes e preencha o campo DNS Primário com o Endereço IP do servidor  (aquele número 255.255.255.255, lembra?).  9) Clique em OK, para fechar as janelas e finalizar a operação.   Gravando um Site Visitado no BookMark (livro dos Favoritos):  1)  Já  com  o  seu  Browser  aberto  e  visualizando  a  página  que  você  deseja  marcar  como  favorita,  Clique  em  Favoritos  e  acione  Adicionar a favoritos.  2) Coloque uma descrição da página desejada, normalmente o título da página já aparece aqui, mas você pode alterar para o que  quiser.  3) Caso queira colocar a página dentro de uma pasta (para ficar mais organizado) é só escolher o nome da pasta ou informar que irá  criá‐la, Clique em OK para finalizar.  Adicionando um contato ao seu catálogo de Endereços:  1) Abra o seu Outlook (Iniciar / Programas / Outlook Express)  2) Clique em Ferramentas e, em seguida, clique em Catálogo de Endereços.  3) Abrir‐se‐á uma janela com a lista dos contatos, Clique em Novo Contato.  4) Adicione todas as informações pertinentes ao contato, como nome, sobrenome, endereço eletrônico, etc...  5) Clique em OK para finalizar. Este contato estará automaticamente disponível na listagem de contatos, para que você possa clicar  duas vezes nele e enviar‐lhe mensagens de forma muito prática.  Respondendo uma mensagem:  1) Abra o seu Outlook (Iniciar / Programas / Outlook Express)  2) Receba suas mensagens através de Enviar e Receber  3) Clique em uma das mensagens na lista da Caixa de Entrada.  4) Clique no botão Responder ao remetente.  5) Escreva a mensagem e clique em Enviar para finalizar.  Enviando uma mensagem recebida para outra pessoa:  1) Dentro do Outlook, selecione a mensagem que deseja enviar para outra pessoa.  2) Clique em Encaminhar.  3) Abrir‐se‐á a janela da mensagem escolhida com o campo Para: vazio.  4) Escreva o endereço do destinatário e clique em Enviar.  39
  • 40. Enviando um arquivo junto com uma mensagem:  1) Abra o Outlook Express  2) Clique no botão Novo Memo (caso o destinatário não esteja em seu Catálogo de endereços) ou Clique duas vezes sobre o nome  do destinatário na lista de contatos.  3) Escreva a mensagem desejada, e, para inserir o arquivo, clique em Anexar (o botão do Clip).  4) Escolha, na janela que se abriu, o arquivo que deseja enviar.   5) Clique em Enviar para enviar a mensagem.  Desanexando um arquivo recebido:  1) Abra o Outlook Express (Iniciar / Programas / Outlook Express)  2) Selecione a mensagem que possui um arquivo anexado (você a reconhecerá pelo ícone do Clip que a acompanha no painel das  mensagens recebidas).  3) Clique no Menu Arquivo, e acione a opção Salvar Anexos.  4) Uma caixa de diálogo (janela) aparecerá solicitando onde (em que pasta) deve salvar os arquivos anexados, informe e pressione  Salvar.    O QUE É?  INTERNET  Maior  Rede  de  Computadores  do  mundo,  é  uma  junção  de  vários  computadores,  oferecendo  e  recebendo  informações  constantemente. Essas informações podem ser separadas pelo tipo de serviço que se usa para acessá‐las.  CORREIO ELETRÔNICO (E‐MAIL)  Serviço muito utilizado na Internet. Constitui‐se numa série de caixas postais no formato usuario@empresa.com, onde o  usuario é o login do proprietário da caixa, e empresa.com é o domínio da empresa na Internet.  WWW (WORLD WIDE WEB)  Parte da internet que reúne uma série de informações dispostas em páginas (Sites), essas informações – no geral – estão  disponíveis para todos os usuários da rede.   As Páginas apresentam muitas informações em forma de texto, sons, vídeo, links, imagens estáticas, etc.  FTP  Protocolo de transferência de Arquivos. Maneira mais fácil de transportar arquivos entre computadores na internet.  BROWSER  Programa utilizado para ler as páginas na INTERNET, o mais utilizado no momento é o INTERNET EXPLORER.  PROVEDOR  Empresa que está conectada permanentemente à Internet e distribui este acesso para usuários finais (normalmente com  fins lucrativos). Ex. FISEPE, Terra, UOL, América On Line.  ARQUIVO  É toda informação, seja ela texto, figura, som, vídeo, que for gravada em disco. No momento em que criamos um texto no  Word, por exemplo, este está sendo armazenado unicamente na RAM, quando o salvamos, estamos criando um arquivo em alguma  unidade de disco (HD ou disquete).  SITE  Conjunto de informações em forma de páginas que estão situadas em algum local da internet, normalmente em endereços  do tipo www.empresa.com.  LINK (HYPERLINK)  Área especial em um documento de internet que, quando acionada por um clique, nos leva diretamente a outra parte do  documento, ou até mesmo a outro documento. Hyperlinks podem ser textos ou figuras.  ARQUIVO COMPACTADO  A  transmissão  de  arquivos  pela  Internet  exige  um  pouco  de  paciência  dos  transmissores  e  receptores  do  mesmo,  principalmente se este arquivo for muito grande (em Bytes). Para minimizar o tempo de transmissão, utiliza‐se com freqüência um  programa compactador para “prensar” o arquivo em um tamanho menor. Para podermos utilizar o arquivo novamente, devemos  proceder com o processo de descompactação. O programa mais conhecido para compactar é o WinZIP.  SITES DE BUSCA  Sites  que  servem  para  procurar  outros  sites  na  rede  por  assunto.  Caso  não  saibamos  em  que  endereço  se  encontra  determinada informação, vamos a um Site de Busca e solicitamos que este procure pelo assunto desejado.  URL  Convenção  mundial  para  representar  endereços  que  possibilitam  encontrar  qualquer  componente  na  grande  rede.  Por  exemplo: http://www.coca‐cola.com/files/coca.bmp é um endereço que permite encontrar um arquivo BMP (papel de parede) no  servidor da coca cola.  POP3  Post  Office  Protocol  3  –  protocolo  usado  para  recebimento  de  mensagens  de  e‐mail  (o  programa  Outlook  Express  e  os  outros programas de e‐mail utilizam o protocolo POP3 para receber mensagens)  SMTP  Simple  Mail  Transfer  protocol  –  protocolo  de  envio  de  mensagens,  é  utilizado  pelos  programas  de  e‐mail  para  ENVIAR  mensagens.  HTTP  40
  • 41. Hyper Text Transfer Protocol: Protocolo para transferência de hiper texto, é usado pelos browsers para a transferência de  páginas da internet para o nosso computador com o intuito de serem lidas.  IRC  Internet  Relay  Chat:  Sistema  de  bate  papo  em  tempo  real  muito  comum  na  internet.  Pode‐se  encontrar  várias  pessoas  reunidas numa mesma sala (chamada CANAL) e escrever frases. Todas as pessoas da sala vão ler o que alguém escrever.    COMBINAÇÕES DE TECLAS DO INTERNET EXPLORER  TECLA  FUNÇÃO  CTRL+A  SELECIONAR TUDO  CTRL+B  ORGANIZDOR DE FAVORITOS  CTRL+C  COPIA  CTRL+E  PESQUISAR  CTRL+F  LOCALIZAR  CTRL+H  HISTÓRICO  CTRL+I  ABRE FAVORITOS  CTRL+L  ABRIR  CTRL+N  ABRE UMA NOVA JANELA  CTRL+O  ABRIR  TECLA  FUNÇÃO  CTRL+P  IMPRIMIR  CTRL+S  SALVAR  CTRL+V  COLAR  CTRL+W  FECHA  F1  AJUDA  F3  PESQUISAR  F4  ABRE A BARRA DE ENDEREÇO  F5  ATUALIZAR INFORMAÇÃO  F11  EXIBE JANELA EM TELA INTEIRA  TAB  VAI PASSANDO POR LINKS OU CAIXAS DE ACESSO  ALT+F4  FECHA  ALT+LETRA SUBLINHADA NA BARRA DE MENU  ABRE O MENU DA LETRA SUBLINHADA  ALT+BARRA DE ESPAÇO  ABRE O ÍCONE DE COMANDO      Existem várias formas e meios de acessar a rede mundial de computadores e várias tecnologias de conexões à internet.     Observe na figura abaixo, e veja que a internet liga todo o mundo:          * Tipos de acesso mais usuais:     ‐ Acesso do tipo linha telefônica (fio de cobre par trançado)     1) Acesso Dial – Up     Este é o tipo de conexão da forma discada, ou seja, o usuário tem um telefone em casa e um computador com um dispositivo de fax  ‐ modem interno ou externo. Esta linha telefônica pública e analógica onde o usuário paga pelo pulso usado, não transmitindo voz e  41
  • 42. dada simultaneamente. Sua taxa de transmissão de dados é altamente baixa e a velocidade tráfego na internet lenta e muito pouco  viável para que necessite de agilidade e rapidez. Porém esta forma de conexão Dial‐Up ainda é muito utilizada.     Observe abaixo, modelo de conexão discada:          Os passos:     1 – Computador PC usa um dispositivo de fax‐modem interno/externo para fazer conexão.     2 – Esta conexão é feita junto a um PSTN (Public Switched Telephone  Network).     3 – A conexão é recebida pelo provedor discado do acesso à internet.     4 – Os dados passam pela estrutura interna do provedor de internet.     5 – E deste ponto os dados são enviados ao backbone principal que libera o acesso à grande rede de computadores (internet).     Veja um dispositivo de fax‐modem externo e interno:     Fax‐modem externo        Fax‐modem interno            2) ADSL     O termo ADSL é a sigla de Assymmetric Digital Subscriber Line ou “Linha Digital Assimétrica para Assinante”.     Trata‐se de uma tecnologia que permite a transferência de dados em alta performance e velocidade por meio de linhas telefônicas  tradicionais.     Esta tecnologia, que no princípio era para poucos usuários por ser pouco acessível financeiramente, se tornou mais usual e se  encontra hoje em grandes patamares de uso no mercado consumidor. A tecnologia ADSL ou “banda larga” como é conhecida ganha  cada mais adeptos em todo o Brasil.  42
  • 43.    ‐ Funcionamento da ADSL     O serviço de ADSL divide a linha telefônica em três canais virtuais, sendo:     1 para voz;     1 para download;     1 para upload.     Na teoria as velocidades de download podem ir da velocidade de 256 Kbps até 6.1 Mbp. No caso de Uploads as taxas variam entre  16 Kbps até 640 Kbps. É claro que estas velocidades dependem centralmente da infra‐estrutura que se está rodando o serviço de  ADSL, bem como do fornecedor da tecnologia ADSL.     Observe acima que entre os canais virtuais disponíveis há um somente para voz. Esta repartição de canais permite que o usuário  fale ao telefone e ao mesmo tempo navegue na internet, ou seja, não é necessário desconectar para falar ao telefone. Isto foi  simplesmente um avanço significativo, pois com o sistema Dial‐up (discado), quando o usuário acessa a internet o telefone fica  ocupado, inviabilizando, alguém entrar em contato, ou mesmo o próprio dono da linha entrar em contato com alguém quando  estiver usando a internet.     De maneira mais simples, o que a tecnologia ADSL faz é aproveitar para a transmissão de dados às freqüências que não são usadas  pelo telefone.     Veja abaixo, esquema de funcionamento ADSL:          Entenda os caminhos:     1 – Um computador com placa de rede conectado à uma linha telefônica e um dispositivo de modem que serve de meio físico de  conexão.     2 – Para que haja a separação na linha telefônica entre dados e voz é necessário que na parte do usuário tenha um aparelho  chamado de Splitter. Neste aparelho o usuário conecta o cabo que sai do aparelho telefônico e o cabo que sai do modem ADSL.     3 – Na parte da central telefônica há também o que chamamos de Splitter. Desta forma quando o usuário realiza uma chamada de  telefone (voz), o sinal é repassado para a rede de comutação de circuitos de companhia telefônica (PSTN) e segue pelo caminho  normal. Ao usar a internet, o sinal percorre o caminho via DSLAN.     4 – Quando a conexão é feita para internet existe um equipamento chamado de DSLAN (Digital Subscriber Line Access Multiplexer),  que é usado para limitar a velocidade do usuário e faz a unificação de diversas linhas ADSL. Este equipamento é o que faz você ter  uma navegação a 256 Kbps mesmo se sua conexão suporte 1 Mbps ou 4 Mbps.     Cabe a este equipamento que fica na parte da provedora do serviço ADSL gerenciar todas essas conexões, distribuindo os serviços  conforme contratado por cada um.     Observe alguns modelos de modem ADSL:     43
  • 44.           ‐ Outros tipos de DSL     a) HDSL     Este é a sigla de (High bit Rate Digital Subscriber Line). Este é um tipo de serviço que usa linha simétrica e oferece  taxas de  transferências de dados de 2 Mbps (formato do padrão brasileiro – 3 pares de fio trançado) ou então uma velocidade de 1.54 Mbps  (formato do padrão americano – 2 pares de fio trançado)     b) SDSL     Esta é sigla Single Line Digital Subscriber Line.     Usa o mesmo mecanismo da HDSL, porém com um único par trançado para fazer o serviço de comunicação.     c) VDSL     Sigla de Very Hight bit Rate Digital Subscriber Line.     É  um  serviço  de  DSL  que  trabalha  com  velocidade  de  taxas  de  13  e  52  Mbps  para  receber  dados  e  1.5   e  2.3  para  enviar  dados,  usando para isto um único cabo de fio trançado.      ‐ Wireless     É um tipo de comunicação sem fio, que pode ser feita através de ondas de rádio, microondas ou satélite.     Wireless (sem fio) ou Wi‐fi (Wireless Fidelity) começou a ser usado no Reino Unido. Significa a transmissão sem a  necessidade de conexão física por meio de cabos. Permite maior flexibilidade de uso.     ‐ Tecnologias Wireless     a)WAP – É uma tecnologia via microondas utilizadas para acesso à internet. Essa tecnologia está voltada para área de  comunicação móvel, subentendo‐se como celular neste caso.     Uma das grandes desvantagens nesta tecnologia é o quesito segurança.     O termo WAP (Wireless Application Protocol) que traduzido em português “Protocolo de aplicações sem fio” é um  padrão internacional para aplicações desenvolvidas para utilizar comunicações sem fio, como exemplificado, ter acesso  à internet a partir de um telefone móvel.     Esta tecnologia foi projetada para prover serviços semelhantes a um browser de internet com recursos voltados para  tecnologia móvel.     Veja na figura um modelo de acesso WAP:     44
  • 45.      Não é necessário entender os termos técnicos tipo: Banco de dados, Objetos WML e outros, apenas o sentido de  funcionamento:     1 – Existe um celular (Telefone móvel)     2 – Se conecta a um servidor (Gateway wap)     3 – Por sua vez acessam o servidor de conteúdo que entrega a página buscada (Servidor de conteúdo)     4 – O servidor WTA vai fazer todo o tratamento dos serviços de telefonia (WTA)     b) Bluetooth     É considerado um padrão de comunicação sem fio de curto alcance e baixo custo operacional e de tecnologia  financeiramente acessível.     Por meio desta tecnologia do tipo Wireless os usuários poderão conectar uma grande variedade de dispositivos de  microinformática, de eletrodomésticos e telecomunicações de uma forma prática e simples, sem necessidade alguma de  carregar e ter cabos de conexão.     A taxa média de transmissão de aparelhos baseados nesta tecnologia é de 1 Mbps e a distância máxima entre eles gira  em algo em torno de 2,4 Ghz.     O termo Bluetooth é derivado de um rei chamado Harald Blatan, que comandou o país da Dinamarca no século X, e este  tinha o apelido de Bluetooth que significa “dente azul”.     Veja uma ilustração abaixo:        O bluetooth pode conectar vários tipos de dispositivos.       45
  • 46. Observe outro dispositivo que exemplifica a tecnologia bluetooth     ‐‐Fone de Ouvido sem fio:          c) GPRS     As siglas GPRS significam “General Packet Radio Services” ou “Serviço Geral de Pacotes por Rádio”.     O Sistema GPRS está baseado na comutação de pacotes usando transmissão de dados sobre a rede GSM que é usada  atualmente.     O GPRS aumenta as taxas de transferências de dados e permite que os transportes dos pacotes de dados ocorram de  forma otimizada e com bom desempenho, podendo ultrapassar uma velocidade de 170 Kbps.     Para melhor compreensão geral do GPRS entenda o que é GSM. O termo GSM significa “Global System for Móbile  Communications” ou “Sistema Global para Comunicações Móveis”. Trata‐se de uma tecnologia móvel e o padrão mais  usado para celulares em todo mundo. Por tanto a tecnologia GPRS usava toda esta infra‐estrutura para ampliar e  estabelecer os serviços de comunicações via rádio.     ‐ Veja uma ilustração GPRS:        1 – Notebook estabelecendo conexão com telefone move.     2 – Telefone móvel com modem GPRS se conectando com estação base.     3 – Notebook com modem GPRS estabelecendo conexão com estação base.     4 – Rede GPRS.     5 – Existe uma máquina que recebe os dados GPRS (gateway GPRS).     6 – Os dados saem para internet.      ‐ SNMP  46
  • 47.    A sigla SNMP significa “Simple Network Management”. Este protocolo é responsável pelo gerenciamento de redes. É  mais usado pelas áreas de tecnologia das empresas e serve fundamentalmente para gerenciar tráfego de dados. O  SNMP atua na camada de aplicação.     ‐ SMTP     A sigla SMTP significa “Simple Mail Transfer Protocol”. Traduzindo o termo : “Protocolo de Transferência de Simples  Mensagens". Este protocolo é usado para enviar mensagens via internet. Por meio desse, é possível ter o endereço  eletrônico que grande parte dos usuários utiliza diariamente, exemplo: usuário@gmail.com. Este é um dos protocolos  mais antigos do mundo Web.     Falando um pouco de software de correio eletrônico, este tipo de aplicativo surgiu com a finalidade de auxiliar a  comunicação e a troca de informação entre as pessoas. Anteriormente ao nascimento deste tipo de aplicativo, os  documentos e mensagens eram distribuídos na internet de forma menos ágil. Dessa forma, com a expansão dos serviços  na Web, o correio eletrônico tornou‐se uma ferramenta bastante utilizada na otimização de trabalhos dentro das  organizações ou mesmo na residência dos usuários. O protocolo SMTP atua na camada de aplicação.     O SMTP é mais comumente usado em configurações de programa cliente de recebimento de mensagens eletrônicas.  Exemplos deste tipo de programa: Outlook Express e Eudora.     Veja abaixo, uma tela de configuração no programa de correio eletrônico. Não é intuito desse tutorial ensinar  configurações deste software, será mostrado apenas para efeito de conhecimento.     1 – Tela principal do Outlook Express          2 – Veja o protocolo SMTP onde é configurado e usado para enviar mensagens de correio eletrônico.        3 – POP    47
  • 48.    A sigla POP significa “Post Office Protocol”. É protocolo responsável por verificar e transferir mensagens do servidor de  mensagens para o computador do usuário. Esse protocolo permite que a mensagem seja visualizada apenas por uma  única máquina. O POP é também usado por programas de correio eletrônico para manipulação de mensagens  eletrônicas que são armazenadas em uma caixa de correio eletrônico. O protocolo POP, atualmente, se encontra em sua  terceira versão.     Observe o protocolo POP3, no mesmo programa de recebimento de mensagens, onde é configurado e usado para  receber mensagens de correio eletrônica. O POP3 atua na camada de aplicação.          4 – DHCP     O termo DHCP significa “Dynamic Host Configuration Protocol”. É o protocolo que facilita e otimiza a configuração do  número IP das estações de trabalho de uma rede de computadores.     Este protocolo oferece uma configuração dinâmica com concessão de endereços IP de host e distribui outros  parâmetros de configuração para clientes de rede de computadores.     A configuração do DHCP é feita diretamente na placa de rede do computador cliente e o serviço é realizado por uma  máquina servidor. Para usuários que estão em casa, este configuração somente é utilizada quando o provedor de  internet oferece este recurso.     Observe a tela de configuração do Windows XP:          Leia as informações na indicação: “As configurações IP podem ser atribuídas “automaticamente” se a rede oferecer  suporte a estes recursos. Caso contrário, você precisa solicitar ao administrador da rede as configurações IP  adequados”.     Dessa forma, se a rede que está trabalhando com distribuição automática de IP é o protocolo DHCP que fará este  serviço. O protocolo DHCP atua na camada de aplicação.  48
  • 49.    ‐ TCP     O termo TCP que dizer “Transmission Control Protocol”. Este protocolo verifica se os dados são enviados de forma  correta, em uma seqüência apropriada e sem erros pela rede de computador.     Este protocolo é considerado de grande complexidade e não será estudado aqui de forma ampla.     Neste site existem outros tutoriais referenciando o mesmo e com bom apoio de conhecimento. O TCP atua na camada  de transporte.     O protocolo TCP tem as seguintes características:     » Orientado  à conexão : Apresenta Controle de Fluxo  e Erro fim‐a‐fim.     » É um serviço confiável  de transferência de dados, pois garante a entrega de pacotes de dados.     » Ordena as mensagens.     » Existe uma opção de envio de dados urgentes.     ‐ IP     O termo IP significa “Internet Protocol”, ou Protocolo de Internet.     É o protocolo responsável pelo envio de pacotes de dados. O IP é considerado não confiável, pois não garante a entrega  de pacotes e, além disso, não é orientado a conexão. O protocolo IP atua na camada Inter‐Rede.     ‐ UDP     O termo UDP significa “User Datagram Protocol”. É um tipo de protocolo considerado mais simples e que não é  orientado à conexão e também não é confiável. Trata‐se apenas de uma simples extensão do protocolo IP e foi  arquitetado para atuar em aplicações que não gerem volume muito alto de tráfego na Internet. O UDP atua na camada  de Transporte.     ‐ ARP     O termo ARP quer dizer “Address Resolution Protocol”. É responsável pela conversão  de endereço IP (lógico) em  endereço MAC (físico).     Veja a ilustração abaixo do uso do ARP:     Com o comando efetuado, verifique que é mostrado o endereço IP da máquina e seu respectivo endereço de placa de  rede. Os endereços IP e físicos não estão corretos, evidentemente, apenas  está sendo usa a tela do sistema DOS para  efeito de conhecimento do ARP.     49
  • 50.     NAVEGADORES      Os  navegadores  são  programas  feitos  para  permitir  passar  de  uma  página  para  outra,  ou  navegar  entre  as  páginas  existentes na internet.     Ele traz para tela do computador uma página de internet cuja conexão foi solicitada, localizada e fornecida.     Nesta  página  podem  conter:  textos  normais  em  letras  de  cor  preta,  textos  em  cores  azul,  que  podem  indicar  links  para  outras páginas ou funções internas da página, pode conter figuras, links diversos.     O  link  de  cor azul  pode  indicar  que  ali  é  um  local  chamada  hot  spot (ponto  quente), ou  seja,  possui  conexão  com  outra  página.     Alguns  programas  navegadores  mais  importantes  e  de  maior  utilização  são:  Explorer  e  Netscape.  Temos  mais  alguns:  Mozilla e Firefox, entre outros demais.       O caminho      Um dos principais passos da internet é descobrir aonde se quer ir e onde desejamos chegar para encontrar uma pesquisa  sobre determinado assunto.     A grande variedade de formas com que os lugares são nomeados na internet, para muitas pessoas parece ser complicado e  pouco compreensível, no entanto, existe uma ordem a ser seguida atrás desta aparente desordem.     Funciona  assim:  Toda  pessoa  tem  um  endereço  de  correspondência,  com  rua,  quadra,  número  respectivo  a  casa/apartamento a qual reside, bairro, cep, cidade e estado. Na internet existe uma estrutura semelhante a esta forma de achar  um endereço de alguém.   Os locais na internet, com seus respectivos nomes completos de domínio são chamados de FQDN (Fully Qualifieal Domain  Name).         50