Acção Sexualidade

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  • 1. Doenças sexualmente transmissíveis
  • 2. Glossário:
    • SIDA: Síndrome da Imunodeficiência adquirida
    • VIH: Vírus da Imunodeficiência humana
    • Icterícia: Pele e olhos com uma cor amarelada
    • Neoplasia: alterações celulares que acarretam um crescimento exagerado destas células, ou seja, proliferação celular anormal, sem controle e autónoma, na qual reduzem ou perdem a capacidade de se diferenciar, em consequência de mudanças nos genes que regulam o crescimento e a diferenciação celulares. A neoplasia pode ser maligna ou benigna.
  • 3.
    • As doenças sexualmente transmissíveis são doenças provocadas por bactérias, fungos, e vírus e que se transmitem por contacto sexual íntimo, quando um dos parceiros se encontra infectado. Existem várias destas doenças, também conhecidas por doenças venéreas, sendo de salientar a Sida, a Sífilis, a hepatite, entre muitas outras.
  • 4.
    • Papilomavírus Humano (PHV)
      • Cerca de 33% das mulheres estão contaminadas com este vírus, que pode causar cancro do colo do útero e do pénis, para além de desconforto e dores intensas a nível genital.  
    • Pediculose Púbica      
      • Transmitida por um tipo de piolho específico (Phthirus pubis), esta doença é popularmente conhecida como "chatos".
  • 5. SIDA
  • 6. O que é?
    • É uma doença provocada pelo vírus VIH. Este vírus introduz-se no organismo humano, podendo permanecer “inactivo” (as pessoas chamam-se Seropositivas), ou “activo”, destruindo o sistema imunitário da pessoa. Um indivíduo infectado com este vírus pode contrair e desenvolver infecções muito variadas ou mesmo certos tipos de cancro. A SIDA ainda não tem cura, sendo mesmo mortal.
  • 7. Sintomas:
    • Apenas alguns desenvolvem,
    • ao serem contagiados, os primeiros sintomas, muito parecidos com a gripe (febre, transpiração e debilidade geral) e em cerca de 30% dos casos verifica-se também um inchaço dos gânglios de pescoço, axilas e virilhas. Estes pacientes não associam este mal-estar com a SIDA, pensam que se trata de um forte resfriado ou esgotamento. Se o inchaço durar 3 meses, quase podemos estar seguras que essa pessoa é portadora do vírus.
  • 8. Prevenção:
    • A única prevenção é não ter relações sexuais com portadores do vírus da SIDA. Mas como na maioria dos casos, nem o próprio portador sabe que a tem, a única prevenção possível é utilizar sempre o preservativo.
  • 9. Formas de contágio: Partilhar lâminas
  • 10. Partilhar escovas de dentes
  • 11. Relações homossexuais
  • 12. Relações heterossexuais
  • 13. Tatuagens
  • 14. Da mãe para o feto
  • 15. Partilhar seringas
  • 16. Formas de não-contágio Partilhar copos e talheres
  • 17. Contactos sociais
  • 18. Trocar roupa
  • 19. WC
  • 20. Sexo seguro
  • 21. Beijar
  • 22. Picadas de insectos
  • 23. Banho, piscinas…
  • 24. Brincar
  • 25. Sífilis
  • 26. O que é?
    • É uma doença provocada pela bactéria Treponema Pallidum , que apesar de ser contagiosa e perigosa, é curável se for tratada a tempo. A sífilis ataca qualquer tipo de tecido desde a pele aos ossos, fígado, órgãos genitais e olhos. O seu maior perigo é alcançar o sistema nervoso e o coração, o que pode levar à morte. A bactéria, para sobreviver, precisa de um ambiente quente e húmido.
  • 27. Formas de contágio:
    • Quase exclusivamente por contacto sexual. Um simples beijo em qualquer zona que tenha uma pequena ferida, é arriscado. Não há contágio através dos sanitários, toalhas e outros objectos.
  • 28. Prevenção:
    • O preservativo é muito eficaz e a mulher pode aplicar irrigações vaginais com líquidos desinfectantes suaves. Fazer análises antes do casamento e durante a gravidez.
  • 29. Hepatite
  • 30. O que é?
    • É uma doença no fígado, quase sempre causada por um vírus, mas também pelo álcool e por alguns medicamentos. O fígado fica impedido de desempenhar a sua função. Se não for tratada, pode provocar a morte. O vírus sobrevive durante bastante tempo e resiste a alguns desinfectantes.
  • 31. Hepatite A
  • 32. Transmissão:
    • O vírus propaga-se através das mãos (e daí para a boca), dos alimentos ou da água contaminados, ou através do contacto directo com fezes, durante os cuidados de higiene, incluindo a mudança de fraldas.
  • 33. Sintomas:
    • O mais frequente é não ter sintomas, mas quando surgem são: febre, cansaço, perda de apetite, vómitos, diarreia, dores abdominais e icterícia.
  • 34. Tratamento:
    • Não existe um tratamento específico para a Hepatite A. Repousar, fazer uma alimentação equilibrada, evitar o álcool e medicamentos metabolizados pelo fígado, como o paracetamol, são as principais recomendações. Ao fim de algumas semanas, o fígado restabelece-se. Após a cura surgem anticorpos protectores que impedem nova infecção para sempre.
  • 35. Prevenção:
    • A prática de uma higiene adequada é essencial: lavar frequentemente as mãos, particularmente após o contacto com alimentos crus, terra ou fezes. Previne-se também através da vacinação (não consta no plano nacional de vacinação).
  • 36. Hepatite B
  • 37. Transmissão:
    • Transmite-se através do contacto com sangue e fluidos orgânicos infectados (sémen, secreções vaginais), com agulhas contaminadas, da mãe para o filho durante o parto…
  • 38. Sintomas:
    • A grande maioria das crianças e adultos não desenvolvem sintomas. Mas os mais frequentes, e que surgem quatro semanas a seis meses após a infecção, são: perda de apetite, náuseas e vómitos, fraqueza e fadiga, dores abdominais, e nalguns casos icterícia e alteração das fezes e da urina.
  • 39. Complicações:
    • O principal risco da hepatite B é tornar-se crónica: assim acontece quando se prolonga por mais de seis meses, podendo conduzir a sérias complicações (falência hepática, cirrose e cancro do fígado).
  • 40. Tratamento:
    • Na fase crónica, são usados medicamentos antivíricos, que impedem que o vírus se reproduza e medicamentos que estimulam a resposta imunitária.
  • 41. Prevenção:
    • Praticar sexo com preservativo; usar agulhas estéreis; não partilhar objectos pessoais como lâminas de barbear ou escovas de dentes; usar luvas quando houver risco de contacto com sangue (na desinfecção de feridas, por exemplo); em caso de gravidez, fazer o teste do vírus da hepatite B. Previne-se também através da vacinação (consta no plano nacional de vacinação).
  • 42. Distribuição anual da hepatite B
  • 43. Candidíase
  • 44. Sintomas:
    • No homem verifica-se uma inflamação acompanhada de pontinhos vermelhos no pénis e ardor. A mulher sofre de inflamação e irritação nos lábios da vulva, acompanhado de um fluxo espesso e esbranquiçado. Pode haver complicações, como é o caso da uretrite.
  • 45. Formas de contágio:
    • Contacto sexual ou proliferação do fungo.
  • 46. Prevenção:
    • Abstinência sexual logo após o aparecimento da infecção e durante o tratamento. Algumas doenças, como a diabetes ou o hipotiroidismo, favorecem o aparecimento de Candidíase, assim como a gravidez, irrigações vaginais e os tratamentos com cortisona e antialérgicos.
  • 47. Gonorreia
  • 48. Sintomas:
    • Aparece um ardor e um pus acinzentado ou esverdeado, através do pénis ou da vagina, entre 15 a 30 dias após o contágio. Também se pode sentir dor ao urinar.
  • 49. Formas de contágio:
    • Contacto sexual; durante o parto.
  • 50. Prevenção:
    • É muito eficaz o uso do preservativo e/ou a lavagem da vagina com desinfectantes adequados ao corpo humano.
  • 51. Herpes genitais
  • 52. O que é?
    • É uma doença causada pelo vírus Herpes Simplex . Não tem cura, apenas existem medicamentos que aliviam as dores. Afectam os órgãos genitais e as zonas envolventes.
  • 53. Sintomas:
    • O herpes caracteriza-se por vesículas, em forma de cacho, que aparecem 4-5 dias após o contágio, que acabam por rebentar e deixar a carne a descoberto. São acompanhadas por um ardor intenso.
  • 54. Formas de contágio:
    • Transmite-se por contacto sexual.
  • 55. Prevenção:
    • Abstenção de relações sexuais enquanto durem os sintomas.
  • 56. Gravidez na adolescência
  • 57.
    • A adolescência implica um período de mudanças físicas e emocionais que é considerado, por vários autores, um momento de crise.
    • Não podemos descrever a adolescência como uma simples adaptação às transformações corporais, mas sim como um importante período no ciclo de vida que corresponde a diferentes tomadas de posição sentidas ao nível social, familiar e também sexual.
    • A puberdade, marca o início da vida reprodutiva de rapazes e raparigas, sendo caracterizada por mudanças fisiológicas e psicológicas.
    • Uma gravidez na adolescência provoca alterações na transformação que já vem ocorrendo de forma natural, ou seja, implica um duplo esforço de adaptação interna fisiológica e uma dupla movimentação de duas realidades que convergem num único momento: estar grávida e ser adolescente.
  • 58. Porque é que é tão difícil ser adolescente e estar grávida?
    • Quando se trata de uma adolescente, às mudanças emocionais e físicas são acrescidas questões de ordem psicossocial e ainda de falta de apoio, as quais podem tornar a gravidez numa experiência traumática, num problema emocional e de saúde e promotor de exclusão social.
    • Numa mulher adulta, quando a gravidez é planeada, ocorre uma crise maturacional (transição) que implica mudanças significativas ao nível emocional e físico. Contudo, o facto de ter sido desejada a vinda de um novo ser, abre à mulher uma nova perspectiva da sua vida que é a sua dimensão de mãe.
  • 59. Quais são as principais queixas apresentadas pela jovem grávida?
    • Dificuldade na relação com os pais pelo surgimento da gravidez; algum desapontamento, culpas e acusações que poderão ocorrer aquando da chegada da notícia ou permanecer ainda por mais tempo;
    • Dificuldade na relação consigo própria pela “necessidade” de integrar a gravidez e a expectativa da maternidade nos seus projectos e interesses de adolescente;
    • Receio de possíveis alterações no relacionamento com o seu namorado;
    • Dificuldade em conseguir gerir a relação com o seu grupo de amigos;
    • Dificuldade em encontrar um espaço onde se sinta confortável para falar sobre os seus medos e dúvidas face à situação vivida.
  • 60. Qual a forma de tornar toda esta situação mais fácil?
    • É importante criar condições para a expressão de sentimentos em relação a si própria e à sua gravidez.
    • A adolescente tem necessidade de exprimir e partilhar sentimentos sem se sentir julgada, ser entendida pelos outros e sobretudo ter uma base de conhecimentos que lhe permita viver a maternidade e aceitar as mudanças corporais que são inerentes ao seu estado.
    • Para além disso, deverá ser conduzida à compreensão da gravidez inserida num programa de cuidados pré-natais adequados.
    • A gravidez na adolescência é, portanto, um problema que deve ser levado muito a sério e que não deve ser subestimado nem por adolescentes, nem por educadores e professores.
  • 61.  
  • 62.
    • Trabalho elaborado por:
    • Andreia Figueiredo nº2 9ºB
    • Andreia Marques Nº3 9ºB
    • Daniela Almeida Nº 9ºB
    • Vanessa Lopes Nº 15 9ºB
  • 63. Aparelho reprodutor feminino
  • 64. Aparelho reprodutor feminino
  • 65. Aparelho reprodutor masculino
  • 66. Aparelho reprodutor masculino
  • 67. Fecundação
  • 68. Caracteres sexuais secundários: Maior secreção da hormona de testosterona. Maior secreção de estrogénio e progesterona. Aparecimento de pêlos nos órgãos genitais, axilas, etc. Aparecimento de pêlos nos órgãos genitais, axilas, etc. Aparecimento de Acne; Aparecimento de Acne; Poluções nocturnas; Menstruação mensal; Aumento do tamanho do pénis e dos testículos; Desenvolvimento de seios; Desenvolvimento corporal por aumento da massa muscular; Alargamentos das ancas; Mudança de voz; Raparigas Rapazes
  • 69. SEXUALIDADE
    • Frequentemente ela é apenas sentida como uma necessidade básica de satisfazer um impulso fisiológico do nosso corpo. Este impulso pode ser satisfeito, por exemplo, através da masturbação ou através de um(a) parceiro(a). Mas na maioria das vezes esse “sexo pelo sexo” não é de modo algum completamente satisfatório em termos psicológicos e afectivos. Isso acontece porque, como somos seres humanos, para realizarmos ou vivermos completamente a nossa sexualidade, existe sempre a necessidade de criarmos laços ou relações afectivas e de cumplicidade com a pessoa que escolhemos como companheiro(a). O relacionamento sexual tem assim, na nossa espécie, além da função reprodutiva, dois papéis importantíssimos: a satisfação de um instinto básico, tal como existe nos outros animais, e sobretudo, a criação de laços fortes entre duas pessoas que buscam o prazer mútuo e uma vida em comum.
  • 70. O que é o amor?
    • Todos temos a sensação que sabemos o que é o amor e ao mesmo tempo que não o conhecemos nunca completamente. Também vemos à nossa volta como as pessoas são capazes de amar de formas tão diferentes. Será então que existe uma coisa que é o amor, ou existem vários tipos de amor diferentes?
    • Vários estudos se têm feito para tentar perceber o amor. Viu-se que o amor é constituído por três componentes: a intimidade, a paixão, e a decisão/compromisso.
  • 71.
    • No fundo, o amor é uma história que cada um constrói com a ajuda do seu companheiro, pode ser desde um conto de fadas a uma história de terror. Vai mudando ao longo do tempo e às vezes até podemos adivinhar o futuro da relação que se está a construir, mas nunca podemos ter a certeza dele. É aqui que está o mistério do amor
  • 72. Há Decisão/Compromisso, mas não há Intimidade, nem Paixão. Este é o caso de relações que duram há muito tempo e dos casamentos sem amor. Amor vazio Há Paixão, mas não há Intimidade, nem Decisão/Compromisso. Há uma grande atracção física, esta relação pode desaparecer tão rápido como apareceu, em alguns casos dura muito tempo. Amor à primeira vista Há Intimidade, mas não há Paixão, nem Decisão/Compromisso. Esta é uma relação de proximidade, compreensão, afectividade, bondade e apoio emocional. Amizade Não há Intimidade, nem Paixão, nem Decisão/Compromisso. Isto acontece com muitas das pessoas com quem falamos no dia-a-dia. Não há amor Tipo de relação amorosa Tipo de amor/atracção
  • 73. Há Intimidade, Paixão e Decisão/Compromisso. Não é fácil chegar aqui. Amor consumado Há Paixão mas não há Intimidade. São os casos em que é tomada a decisão de continuar juntos com base na paixão, mas em que não houve tempo de criar uma intimidade. Normalmente, não duram muito. Amor irreflectido ou tonto Há Intimidade e Decisão/Compromisso, mas pode não haver Paixão. Muitas vezes ocorre nas amizades de longa data. Existe a decisão de continuar juntos. Amor conjugal Há Intimidade e Paixão, mas não há Decisão/Compromisso. Existe atracção física e apoio emocional, mas normalmente não decidem juntos por muito tempo. Amor romântico
  • 74. Quando é que se esta preparado para ter relações sexuais?
    •     Não existe uma altura certa, para se estar preparado a começar a vida sexual activa. Todos sabemos que somos diferentes uns dos outros, alguns somos mais altos, outros mais baixos, alguns um pouco gordos, outros demasiado magros, alguns crescemos rapidamente outros levamos muito tempo a nos desenvolver. É assim, também em relação à sexualidade.
    •   Ou seja, uma pessoa não passa de criança a adulto, de um momento para o outro, todos sabemos que há mudanças. Também não se passa a estar preparado de repente!
  • 75. Em que idade deve ser a primeira vez
    •    Tal e como não existe uma altura certa para estar preparado a iniciar a vida sexual activa, também não existe uma data para a primeira vez. Existem várias razões pelas quais um jovem se pode sentir atraído a ter relações sexuais pela primeira vez:
    • Como forma de conseguir maior proximidade;
    • Um modo de ter novas experiências;
    • Para provar a maturidade que se alcançou;
    • Para ser como os outros amigos e conhecidos;
    • Como um meio de encontrar alívio de certas pressões;
    • Para investigar os mistérios do amor;
    • Por desejos e atracções sexuais;
    • Por amor.
  • 76.
    •   Foi feita uma investigação em que se pediu a adolescentes que explicassem o que os levou a ter relações sexuais pela primeira vez. Descobriu-se que:
    • 73% das raparigas e 50% dos rapazes: Tiveram relações sexuais pela primeira vez porque se sentiram pressionados a faze-lo!
    • 11% das raparigas e 6% dos rapazes: Escolheram o amor como a razão para terem deixado de ser virgens!
    •     Isto é muito preocupante, porque significa que muita gente perdeu a virgindade sem realmente o desejar. Ou seja, há o risco de se começar a vida sexual sem estar verdadeiramente preparado para o fazer.
  • 77.
    • Há ainda duas ideias falsas sobre a primeira vez. A primeira é que a mulher sangra quando perde a virgindade. Isto não é certo, visto que algumas mulheres sangram e outras não. O facto de algumas mulheres não sangrarem pode dever-se a várias razões, desde a constituição física até à prática de desporto.
    •     A segunda ideia falsa é que na primeira vez a mulher não engravida. A probabilidade de uma mulher ficar grávida na primeira vez é igual à das restantes vezes que tiver relações sexuais. Assim como tem a mesma de contrair doenças sexualmente transmissíveis .
  • 78. Como detectar a gravidez, o que fazer e não fazer.
    •  
    • Existem vários sinais que indiciam uma gravidez:
    •  
    • Falta de um ou mais períodos menstruais
      • É o sinal "clássico" de que existe probabilidade de se estar perante uma gravidez.
    • Alterações do tamanho e da consistência das glândulas mamárias
      • É também um sinal muito frequente na mulher que engravidou e que de imediato nota alterações nas suas glândulas mamárias.
    • Náuseas (enjoos) e vómitos
      • Aparecem muitas vezes como primeiro sinal, e é frequente acompanharem com maior ou menor intensidade os primeiros meses da gravidez.
    • Outros sinais
      • Também são relatados com frequência fadiga, aumento da frequência urinária, sensações de cheiros estranhos e aumento da sensibilidade aos estímulos.
  • 79.
    • Perante um ou mais destes sinais, sobretudo dos três primeiros, deverá dirigir-se ao seu médico de família ou ginecologista/obstetra, a fim de ser confirmada a gravidez. Normalmente, começa por se fazer um teste às urinas que indica com uma elevada taxa de segurança se ela existe ou não. Os testes vendidos nas farmácias para serem feitos em casa são também bastante fiáveis. Outras técnicas podem ser utilizadas, como seja o caso da ultra sonografia, vulgarmente conhecida por ecografia, que permite não só confirmar a gravidez, como avaliar o tempo de evolução e vitalidade do feto.
  • 80.
    • No caso de se confirmar a gravidez, a primeira atitude a tomar é a de planear a sua evolução. Deverá assim escolher um médico para acompanhar esta situação. Hoje em dia, na maioria dos centros de saúde do país, os médicos de família estão devidamente habilitados e articulados com as maternidades de modo a poderem fazer uma vigilância adequada da mãe e da futura criança. No entanto, se preferir, pode socorrer-se de imediato do apoio do obstetra da sua escolha. O mais importante é que seja feita uma vigilância continuada e regular até ao fim da gravidez, e mesmo até algum tempo depois do parto ter ocorrido.
    • O tempo médio de gestação é de 40 semanas a contar do 1º dia da última menstruação. No entanto, considera-se normal que o parto ocorra entre as 38 e as 42 semanas a contar da mesma data
  • 81. Métodos Anticonceptivos
    • Abstinência
    • Coito interrompido
    • Diafragma
    • Dispositivos intra uterinos (D.I.U.)
    • Espumas, cremes e comprimidos vaginais espermicidas
    • Esterilização
  • 82.
    • Anel vaginal
    • Adesivo contraceptivo
    • Preservativo feminino
    • Preservativo masculino
    • Pílula