Painel Informal Marcelo Mello

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Painel Informal Marcelo Mello

  1. 1. Workshop de Melhoria de Processos Implementação do MPS e da ISO 9001 Marcelo Mello 28/05/2010
  2. 2. Agenda 1. A Empresa 2. O Programa de Melhoria 3. Diretrizes 4. Dificuldades Encontradas e Ações de Resolução 5. Fatores de Sucesso 6. Indicadores
  3. 3. A Empresa
  4. 4. Características 22 anos de atuação em Tecnologia da Informação Sede no RIO e filial em SPO (escritório virtual) Perfil técnico Rede de confiança (colaboradores e contatos) Atuação por cliente (compromisso) 24 colaboradores diretos + Parcerias Faturamento de 2,7 milhões/ano (referência: 2009)
  5. 5. O Programa de Melhoria
  6. 6. Motivação Origem  No ciclo de planejamento estratégico para o biênio 2006/2007, em dezembro de 2005, a Informal identificou a necessidade de evoluir, estabilizar e disseminar seus processos internos para garantir a qualidade na prestação de serviços. Justificativa  A empresa cresceu e diversificou sua atuação, não sendo mais possível contar somente com a competência técnica dos colaboradores para obter níveis crescentes de satisfação dos clientes. Exigência  Trabalhar dentro de uma mesma linha base, em termos de procedimentos e instrumentos de trabalho (sem rigidez, mas com organização) Oportunidade  Condições oferecidas pela Assespro e pela Riosoft, no âmbito do Programa SOFTEX
  7. 7. Organização: 3 ciclos, em 3 anos 3º ciclo: nível E 2º ciclo: nível G 1º ciclo: ISO 9001
  8. 8. 1º Ciclo de Melhoria Projeto Rumo à ISO 9000 Meta: Implantação do Sistema de Gestão da Qualidade contemplando todas as áreas da empresa Principais etapas: treinamento básico, visitas, reuniões de detalhamento, consultoria individual, treinamento institucional e auditoria interna Consultoria: BCTEC Período: 04/2006 a 08/2007 Referência técnica: Norma ISO 9001 Resultados: Sucesso na Auditoria Externa e Implantação do SGQ Informal
  9. 9. 2º Ciclo de Melhoria Projeto Qualisoft 2006 Meta: implantação do nível G do MR-MPS Principais etapas: análise inicial, treinamento, definição do processo padrão, instalação do framework TABA [ROCHA et al., 2005], projeto piloto e avaliação Consultoria: COPPE/UFRJ Período: 06/2006 a 05/2007 Referência técnica: MR-MPS Resultados: Aprovação na avaliação e Incorporação de novos processos, ferramentas, instrumentos e práticas, já com sinais diretos na prestação dos serviços
  10. 10. 3º Ciclo de Melhoria Projeto Qualisoft 2007 Meta: Implantação do nível E do MR-MPS Principais etapas: análise inicial, treinamento, revisão do processo padrão, projeto piloto e avaliação Consultoria: COPPE/UFRJ Período: 10/2007 a 05/2009 Referência técnica: MR-MPS Resultados: Aprovação na avaliação e Incorporação de novos processos e novas ferramentas.
  11. 11. Próximo Ciclo, já iniciado Busca pelo nível C, em 2011 3º ciclo: nível E 2º ciclo: nível G 1º ciclo: ISO 9001
  12. 12. Diretrizes
  13. 13. Aspectos Gerais Adoção de Modelos de Referência reconhecidos Evolução do Processo de Desenvolvimento de Software Estruturação dos Processos, Produtos e Ferramentas Busca pela Maturidade para apoiar o crescimento da empresa Implantação do SGQ Informal organizado segundo os itens da norma Mesma documentação e evidências para avaliação ou auditoria, com redução da Gerência de Documentos Monitoração do SGQ e dos Processos via Reunião de Análise Crítica
  14. 14. Ferramental
  15. 15. Potencializar!
  16. 16. Visão Geral: Item da norma x Processo 6.2 – Recursos Humanos - Gerência de Recursos Humanos 7.1 – Planejamento da Realização - Definição do Processo Organizacional do Produto - Avaliação e Melhoria do Processo Organizacional 7.3 – Projeto e Desenvolvimento - Gerência de Projeto, Gerência de Requisitos Gerência de Configuração, Garantia de Qualidade e Gerência de Reutilização 8.4 – Análise de Dados - Medição
  17. 17. Dificuldades Encontradas e Ações de Resolução
  18. 18. Dificuldades e Ações – 1º ciclo Dificuldades Ações - Pouca disponibilidade dos integrantes do Alinhamento constante dos envolvidos Comitê de Qualidade para realização das para facilitar os encontros. Elaboração do reuniões. resumo das reuniões, facilitando o acompanhamento no caso de ausência. - Alocação paralela dos responsáveis dos Negociação com gestores de contrato nos processos em atividades de cliente. períodos críticos. Divisão de tarefas para melhor aproveitamento dos recursos. - Baixo conhecimento dos conceitos de Inscrição nos cursos oferecidos pela Engenharia de Software. Riosoft. Incentivo ao estudo. - Baixo conhecimento dos modelos de Organização de palestras específicas e referência. participação dos colaboradores nas reuniões e atividades com a consultoria externa.
  19. 19. Dificuldades e Ações – 2º e 3º ciclos Dificuldades Ações - Comprometimento parcial dos Sensibilização. Em alguns casos, responsáveis dos processos. substituição por outro colaborador. - Contexto de negócio menos favorável Foco nos clientes fixos em detrimento a expansão, até a estabilização. - Experiência restrita e limitação na Substituição de algumas atividades para utilização do framework Taba. outras ferramentas (SVN, por exemplo). Treinamento “on the job” pelo PMO. - Pouco conhecimento das ferramentas Elaboração de guias de utilização. implantadas Treinamento “on the job” pelo PMO ou responsável por processo. - Baixo comprometimento para coleta das Melhoria da comunicação. Alinhamento métricas direto. Escalonamento para diretoria.
  20. 20. Fatores de Sucesso
  21. 21. Aspectos Técnicos Liderança efetiva do projeto de melhoria, contribuindo para a definição dos novos processos e cumprimento de prazos Processo de desenvolvimento padrão desde o nível G, facilitando a implantação das práticas com toda a equipe Compartilhamento regular da situação do projeto com colaboradores, possibilitando correção de rotas de maneira mais fácil Framework padrão (TABA), que facilitou a implantação do processo padrão e integração das ferramentas Adoção de ferramentas para registro de solicitação, unificando o canal de comunicação para pedidos de ajustes, registro de não conformidades e solicitações de melhoria, dentre outros
  22. 22. Aspectos Organizacionais Visão integrada da gestão pela diretoria, evitando re-trabalho e possibilitando o alcance de mais efetividade na definição dos processos Comprometimento das equipes dos projetos, permitindo execução das atividades definidas Treinamentos organizacionais, aumentando as competências e habilidades dos colaboradores Implantação dos processos em nível organizacional, abrangendo a atuação em todos os clientes Criação do grupo de processos, gerando sinergia e facilitando a troca de informações Consultoria da COPPE/UFRJ, permitindo constante troca de conhecimento, aprendizado, entendimento do modelo e capacitação nas ferramentas
  23. 23. Indicadores
  24. 24. Taxa de utilização do Processo Taxa de Utilização do Processo Organizacional (TUPO) 1,20 1,00 0,80 0,60 0,40 0,20 0,00 04/2008 05/2008 06/2008 07/2008 08/2008 09/2008 10/2008 11/2008 12/2008 01/2009 02/2009 03/2009 04/2009 05/2009 06/2009 07/2009 08/2009 09/2009 10/2009 11/2009 12/2009 01/2010 02/2010 Obs.: A linha em vermelho representa o Valor Referência Ideal Informal
  25. 25. Média de Não-Conformidades por projeto 2010_001 2009_004 2009_003 2009_002 NC/projetos GRE 2009_001 NC/projetos GPR 2008_003 2008_002 2008_001 0,00 1,00 2,00 3,00 4,00 5,00 6,00 7,00
  26. 26. Número de Não-conformidades por Classe 14 12 Conformidade Prod. Projetos 10 Aderência processo (proj) 8 6 Conform. Prod. Organizacionais 4 Aderência processo (org) 2 0 1 2 3 1 2 3 4 1 0 0 0 0 0 0 0 0 _0 _0 _0 _0 _0 _0 _0 _0 08 08 08 09 09 09 09 10 20 20 20 20 20 20 20 20
  27. 27. Obrigado. Matriz: Rua do Catete, 311, grupo 1311, Catete - Rio de Janeiro – RJ CEP 22.220-001, Telefone 21-2556.7903 Filial: Alameda Araguaia, 933, conjunto 84, Alphaville, Barueri – SP CEP 06.455-000, Telefone: 11-4191.6065 marcelo@informal.com.br www.informal.com.br

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