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Lei 6.963/2007, 16 de abril 2007   •Autarquia com autonomia administrativa e   financeira   • Vinculado a SEMA (Decreto)
MISSÃO “Promover    o   desenvolvimento    sustentável   dos diferentes segmentos florestais, por meio de políticas e da g...
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EXTRATIVISMO FLORESTAL
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Processo Histórico:O estado do Pará desde o inicio da colonização, tem sofrido profundas modificações na sua cobertura flo...
Fatores Antropicos:                           Madeireira              Mineração Soja                          Pecuária    ...
Pratica da derruba e queima
MUDANÇA DEPARADIGMA             Foto Ribeiro             Foto Ribeiro
Projeto Tijolo VerdeObjetivo: Promover o reflorestamento de áreas alteradas, garantindo a    recuperação do passivo ambien...
Projeto Tijolo VerdeMETAS: 2012/2013.Município de São Miguel do Guamá:• Atender 250 famílias;• Produzir 600 mil mudas,;• C...
Projeto Tijolo Verde    Proposta para redução do período de pousioCapoeiramelhorada
Projeto Tijolo Verde
Considerações finais:• Os modelos de SAFs, predominantes e em  experimentação no Pará revelam a necessidade  de maiores in...
SAFS e REFLORESTAMENTO
Paricá em monocultivo Paragominas                                                                            Lâminas de pa...
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Dia 4 - Simposio 3 - Desafios técnicos para o uso de SAFs na recuperação de áreas degradadas - Kleber Perotes

  1. 1. Simpósio: Desafios Técnicos para o uso de SAFs na recuperação de áreas degradadas. Palestra: SAFs, Sustentabilidade & Desenvolvimento: Alternativa na condução da restauração florestal no Pará.•ter •Cadeia do Leite•Agroindústria Foto Ribeiro•Biodiesel • Produtos e Mercados Diferenciados • Políticas Públicas Engº Agrônomo, Kleber Perotes Foto
  2. 2. Lei 6.963/2007, 16 de abril 2007 •Autarquia com autonomia administrativa e financeira • Vinculado a SEMA (Decreto)
  3. 3. MISSÃO “Promover o desenvolvimento sustentável dos diferentes segmentos florestais, por meio de políticas e da gestão de florestas do Estado do Pará, garantindo a transparência e a democratização dos benefícios para a sociedade.”
  4. 4. UNIDADES REGIONAIS DO IDEFLOR SEDE BELÉM UR SANTARÉM .UR ALTAMIRA UR MARABÁ .
  5. 5. RECURSOS HUMANOS VAGAS VAGAS VÍNCULO SALDO EXISTENTES OCUPADAS Efetivo 92 28 64 40 Comissionado 47 4 (+ 3 efetivo) Temporário 15 (-2) 15 -2Total do quadrofuncional (efetivo+ 139 71 68comissionado)
  6. 6. Total de Florestas no Pará Outras áreas Florestas Públicas *O Estado do Pará possui uma (Áreas alteradas e/ou situadas no Pará extensão territorial de 124,7 milhões de ha Floresta) 46,8 milhões de ha (37,5 %) 77,9 milhões de ha (62,5 %) Florestas Públicas no Pará 16,9 milhões de ha (21,7 %) 61 milhões de ha (78,30 %)Florestas Públicassob dominio do ParáFlorestas Públicassob dominio da União Instituto de Desenvolvimento Florestal do Pará – IDEFLOR
  7. 7. AGENDA MÍNIMA – 2011 - 2014 •Operacionalização das concessões de florestas em áreas públicas estaduais – glebas Mamuru, Arapiuns e Flotas Paru, Faro e Iriri, no Oeste do Pará;GESTÃO DE •Regulamentação estadual da lei de gestãoFLORESTAS PÚBLICAS de florestas públicas (Lei nº 11.284 / 2006); •Regulamentação e Operacionalização da exploração de serviços ambientais em florestais estaduais – FLOTAS; •Implantação do Centro de Treinamento e capacitação para o manejo florestal.
  8. 8. AGENDA MÍNIMA – 2011 - 2014 •Implementação de Planos de Desenvolvimento Local para ComunidadesDESENVOLVIMENTODAS POPULAÇÕES tradicionais situadas no entorno das Áreas TRADICIONAIS de Concessão e de Contratos de transição; E •Elaboração do Plano Estadual de Manejo EXTRATIVISMO Florestal Comunitário e familiar – PMFCF e FLORESTAL do Marco regulatório correspondente •Fomentar e estimular a criação de Áreas de Coleta de Sementes- ACS
  9. 9. FOTO: FASE FOTO: FASE FOTO: FASE
  10. 10. TREINAMENTO EM MADEIRA SERRADA CURSO DE CORTE E EXTRAÇÃO DE MADEIRA COM IMPACTO REDUZIDO FOTO: FASE MANEJO DE PAU-MULATOFOTO: FASE FOTO: FASE
  11. 11. EXTRATIVISMO FLORESTAL
  12. 12. AGENDA MÍNIMA – 2011 - 2014 •Implementação de rede certificada de produção de sementes e mudas de espécies nativas; ancoradas nos laboratórios deREFLORESTAMENTO sementes; E CADEIAS PRODUTIVAS •Implantação de Sistemas Agroflorestais - FLORESTAIS SAFs para recuperação de áreas alteradas, em unidades familiares rurais; •Implantação de Projetos de reflorestamento, tendo como espécie ancora o Paricá – Schyzolobium amazonicum Aubl.
  13. 13. Processo Histórico:O estado do Pará desde o inicio da colonização, tem sofrido profundas modificações na sua cobertura florestal. Áreas de floresta nativa (primaria/secundaria) são derrubadas para implantação de atividades agropecuárias,mineração, madeira, monocultivos e urbanização;
  14. 14. Fatores Antropicos: Madeireira Mineração Soja Pecuária FLORESTAAgriculturafamiliar Urbanização
  15. 15. Pratica da derruba e queima
  16. 16. MUDANÇA DEPARADIGMA Foto Ribeiro Foto Ribeiro
  17. 17. Projeto Tijolo VerdeObjetivo: Promover o reflorestamento de áreas alteradas, garantindo a recuperação do passivo ambiental, segurança alimentar e agregação de renda para o agricultor familiar, através do fornecimento de matéria- prima para o setor olero-cerâmico da região.Metas:• Implantação de 03 Pólos de Produção de Mudas;• Produção de Mudas certificadas, suporte técnico e a implantação de SAF’s, priorizando a formação de bancos energéticos;• Recuperar 400 hectares de áreas alteradas.Região: Guamá e Rio Capim (São Miguel e Irituia).
  18. 18. Projeto Tijolo VerdeMETAS: 2012/2013.Município de São Miguel do Guamá:• Atender 250 famílias;• Produzir 600 mil mudas,;• Capacitar 65 multiplicadores em produção de mudas(essências florestais/frutíferas) e Sistemas Agroflorestais – SAF’s, e• Recuperar 250 hectares de área alterada.Município de Irituia:• Atender 150 famílias;• Produzir 200 mil mudas;• Capacitar 25 multiplicadores em produção de mudas (florestais/frutíferas) e Sistemas Agroflorestais – SAF’s e• Recuperar 150 hectares de área alterada no município.
  19. 19. Projeto Tijolo Verde Proposta para redução do período de pousioCapoeiramelhorada
  20. 20. Projeto Tijolo Verde
  21. 21. Considerações finais:• Os modelos de SAFs, predominantes e em experimentação no Pará revelam a necessidade de maiores investimentos em pesquisa em diversos aspectos, tais como: seleção de espécies potenciais, definição de arranjos, analise socioeconômica, além do fortalecimento das parcerias entre as ONGs, Organizações Sociais, Iniciativa Privada, Agentes Financeiros, Instituições de ensino, Pesquisa e ATER .
  22. 22. SAFS e REFLORESTAMENTO
  23. 23. Paricá em monocultivo Paragominas Lâminas de paricá Don Eliseu Toras de paricá Paragominas Lâminas de paricá Don Eliseu OBRIG@DO! kleberperotes@yahoo.com.br (91) 3236-1875

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