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  • 1. Oficina para Elaboração do Plano de Aplicação Plurianual dos Recursos da Cobrança na Bacia Hidrográfica do rio Doce – PAP DOCE Documentos Norteadores 23 e 24 novembro de 2011 – Governador Valadares/MG Nelson Neto de Freitas Gerente de Gestão de Recursos Hídricos AGÊNCIA NACIONAL DE ÁGUAS
  • 2. Oficina para Elaboração do Plano de Aplicação Plurianual dos Recursos da Cobrança na Bacia Hidrográfica do rio Doce – PAP DOCE Documentos Norteadores Plano Integrado e Planos de Ações Contrato de Gestão Pacto das Águas
  • 3. Plano Integrado e Plano de Ações (PIRH e PARHs)
  • 4. Diagnóstico “ A bacia que temos” Prognóstico “ A visão de futuro da bacia” PIRH e Planos de Ações “ Metas, Programas e Ações para atingir os objetivos almejados pela bacia” 2a Etapa 3a Etapa PIRH Doce: etapas 1a Etapa
  • 5. PIRH Doce: principais produtos
    • Relatório Diagnóstico da Bacia do Rio Doce
    • Prognóstico quanto aos Recursos Hídricos da Bacia nos horizontes de planejamento considerados
    • Relatório de Metas do Plano de Recursos Hídricos
    • Programa de Investimentos do Plano de Recursos Hídricos
    • Diretrizes para Implementação dos Instrumentos de Gestão
    • Proposta de Arranjo Institucional da Gestão dos Recursos Hídricos
    • Plano Integrado de Recursos Hídricos da Bacia Hidrográfica do Rio Doce (PIRH-Doce) - Relatório Final e Relatório Executivo
    • Planos de Ações de Recursos Hídricos das Bacias Afluentes ao Rio Doce (PARHs-MG e PARHs-ES)
  • 6. PIRH Doce: Objetivos, Metas, Programas e Ações 7 Metas Superiores 7 Questões Referenciais 7 Objetivos Prog. (16) Sub. (04) Estudos e proj. (08) 03 04 01 01 02 02 02 01 04 05 03 66 Metas de Gestão Qualidade da água Quantidade de água Enchentes Universalização Saneamento Incremento Áreas Protegidas Implementação Instrumentos Implementação Ações Plano Ações e Indicadores Estudos e Projetos Obras e Serviços Levantamentos e Cadastros Articulação
  • 7. PIRH Doce: Questões Referenciais e Objetivos QUESTÃO REFERENCIAL SITUAÇÃO ATUAL E TENDENCIAL OBJETIVO I. Qualidade da água – Enquadramento A qualidade da água não respeita a expectativa de enquadramento. Esta situação deve permanecer em um cenário sem uma gestão integrada dos recursos hídricos. Melhoria gradativa da qualidade da água nos trechos mais críticos Atendimento ao Enquadramento II. Disponibilidade de água - balanços hídricos Observado déficit nos balanços hídricos em determinados trechos de rios, segundo as simulações realizadas, que indicam uma situação de maior restrição no cenário futuro sem gestão. Demandas de irrigação elevadas na porção inferior da bacia, sem base de informações consistente Atingir um cenário onde não ocorram déficits hídricos. Nesta situação, haveria o atendimento pleno dos usos consuntivos. Eliminar, reduzir ou gerenciar as situações de conflito de uso, durante todo o ano, predominando os usos mais nobres. III. Suscetibilidade a enchentes Ocorrência frequente de enchentes /inundações em zonas urbanas, ao longo do curso do rio Doce e de alguns afluentes, sendo previsíveis maiores impactos no cenário sem gestão. Redução de danos quando da ocorrência de enchentes IV. Universalização do saneamento Sub-bacias com indicadores de abastecimento de água, esgotamento sanitário ou coleta de resíduos sólidos abaixo da média estadual, com a tendência de manutenção do quadro a médio prazo. Aumento dos indicadores de saneamento ambiental até o atingimento da média Estadual V. Incremento de áreas legalmente protegidas O total das áreas sob proteção legal, na forma de UCs corresponde a 1,5% da área total da Bacia. Algumas bacias afluentes não possuem unidades de conservação integral As APP’s, principalmente matas ciliares, encontram-se bastante alteradas pelo uso antrópico. O número de UCs pode sofrer elevação, mas de forma desordenada na situação sem gestão. Atingir o valor de 10% de áreas sob proteção formal, com pelo menos uma unidade de conservação de proteção integral em cada bacia afluente Instituir uma ação consistente de recomposição de APP na área da bacia VI. Implementação dos Instrumentos de Gestão de Recursos Hídricos Dos instrumentos previstos na legislação – plano de bacia, enquadramento, outorga, cobrança, sistema de informações, apenas a outorga está implementada, parcialmente, e o Plano de Bacia e o Enquadramento estão sendo implementados. Sem uma gestão efetiva, esta situação de baixa velocidade de implantação do sistema de gestão de recursos hídricos deve ser mantida. Implementação de todos os Instrumentos de Gestão dos Recursos Hídricos (plano de bacia, enquadramento, outorga, cobrança, sistema de informações) VII. Implementação das ações do PIRH Doce A implementação do PIRH Doce exigirá uma estrutura gerencial capaz de integrar diversas ações distintas, estabelecendo procedimentos de planejamento constantes e eficazes. Na situação sem uma gestão integrada, não há ambiente propício para a realização do PIRH. Estabelecer uma estrutura organizacional (material, recursos humanos e de procedimentos) que dê suporte ao gerenciamento das ações do PIRH Doce
  • 8. PIRH Doce: Questões Referenciais e Metas superiores QUESTÃO REFERENCIAL DESCRIÇÃO DA META I. Qualidade da água Em até 20 anos (ou no ano de 2030), as águas superficiais da bacia do rio Doce terão classes de uso da água compatíveis ou melhores do que a classe 2 em toda a extensão da bacia, considerando-se indicadores tais como: DBO; OD; pH; temperatura; cor; turbidez; e coliformes fecais ou totais. II. Disponibilidade de água Em 20 anos (ou no ano de 2030), não são observados conflitos pelo uso da água, sendo que a demanda atual e futura projetada é atendida pela vazão de referência atual ou suplementada pela implantação de medidas estruturais e não estruturais que elevem este valor de referência até o mínimo suficiente para atender àquelas demandas. III. Suscetibilidade a enchentes Em 20 anos, as perdas de vidas humanas na bacia devidas às cheias são reduzidas a zero e as perdas econômicas são reduzidas a 10% do valor atual, com ações locais para combater as enchentes/inundações de origem convectiva e com ações regionais, para combater as de origem frontal. IV. Universalização do saneamento Em 2030, as coberturas dos serviços de esgotamento sanitário nas áreas urbanas e rurais da bacia, esgotamento pluvial das cidades com mais de 5.000 habitantes e de recolhimento, tratamento e destinação final de resíduos sólidos são iguais ou superiores à média dos estados em que cada bacia está localizada, enquanto que o abastecimento de água atinge a 100% dos núcleos residenciais. A redução da carga orgânica dos esgotos sanitários é da ordem de 90% até o ano de 2020, considerando o patamar expresso na CIPE rio Doce. No mesmo ano, todos os municípios são atendidos por aterros sanitários e unidades de triagem e compostagem. V. Incremento de áreas legalmente protegidas Até o ano 2030, a bacia do rio Doce apresenta uma elevação do número de unidades de conservação efetivamente implantadas e manejadas, atingindo um patamar de 10% de seu território com restrição de uso, para conservação e preservação ambiental, em cada UPGRH/UA. O grau de conservação das Unidades de Conservação (UCs) e Áreas de Preservação Permanente (APPs) é suficiente para contemplar a totalidade dos biomas de interesse, bem como buscar a formação de corredores ecológicos eficientes para a dispersão e conservação das espécies de fauna e flora identificadas como de importância e relevância para a bacia. VI. Implementação dos Instrumentos de Gestão de Recursos Hídricos No prazo máximo de dois anos, a bacia do rio Doce apresenta um enquadramento aprovado e implantado, com cenários evolutivos possíveis; um sistema de outorga que considere os critérios definidos pelos Comitês de Bacia e órgãos gestores, sendo as informações de fácil acesso e auditáveis, e as retiradas e os lançamentos devidamente localizados e monitorados; um sistema de informações hidroclimatológicas consistente e operacional, (...); um sistema de cobrança pelo uso da água aceito pelos usuários de água e pela população da bacia, (...) VII. Implementação das ações do PIRH Doce As ações previstas no PIRH Doce são implantadas de acordo com os cronogramas e os custos previstos, sendo que o arranjo institucional e os recursos disponibilizados são suficientes para a obtenção de níveis satisfatórios de eficiência da gestão integrada dos recursos hídricos
  • 9. Hierarquia das Metas: PIRH Doce: Objetivos, Metas, Programas e Ações Relevância Urgência Soma Hierarquia Cor símbolo Alta (3) Alta (3) 6 1 Média (2) 5 2 Baixa (1) 4 3 Média (2) Alta (3) 5 2 Média (2) 4 3 Baixa (1) 3 4 Baixa (1) Alta (3) 4 3 Média (2) 3 4 Baixa (1) 2 5
  • 10. Hierarquia das Metas: PIRH Doce: Objetivos, Metas, Programas e Ações
  • 11. Programas do Plano:
  • 12. Hierarquia dos Programas P 11 - Programa de Saneamento da Bacia P 12 - Programa de Controle de Atividades Geradoras de Sedimentos P 13 – Programa de Apoio ao controle de efluentes em pequenas e micro empresas P 21 - Programa de Incremento de Disponibilidade Hídrica- P 22 - Programa de Incentivo ao Uso Racional da Água na Agricultura P 23 - Programa de Redução de Perdas no Abastecimento Público de Água P 24 - Implementação do Programa “Produtor de Água” P 25 – Ações de convivência com a seca P 25.a Estudos para avaliação dos efeitos das possíveis mudanças climáticas globais nas relações entre disponibilidades e demandas hídricas e proposição de medidas adaptativas P 31 - Programa de Convivência com as Cheias P 41 - Programa de Universalização do Saneamento P 42 – Programa de Expansão do Saneamento Rural P 51 - Programa de Avaliação Ambiental para Definição de Áreas com Restrição de Uso P 51.a Projeto Restrição de uso das áreas de entorno de aproveitamentos hidrelétricos P 52 - Programa de Recomposição de APP’s e nascentes P 52.a – Projeto de recuperação de lagoas assoreadas e degradadas P 61 - Programa de Monitoramento e Acompanhamento da Implementação da Gestão Integrada dos Recursos Hídricos P 61 1 Sub-programa Cadastramento e manutenção do cadastro dos usuários de recursos hídricos da Bacia P 61 2 Sub-programa Fortalecimento dos Comitês na Bacia segundo o arranjo institucional elaborado no âmbito do plano e objetivando a consolidação dos Sistemas Estaduais de Gerenciamento de Recursos Hídricos. P 61 3 Sub-programa Gestão das Águas subterrâneas P 61 4 Sub-programa Revisão e Harmonização dos Critérios de Outorga P 61.a Projeto Desenvolvimento de um Sistema de Informações sobre Recursos Hídricos da Bacia do Rio Doce P 61.b Estudos complementares para elaboração de proposta de enquadramento dos corpos d’água P 61.c Projeto Diretrizes para a Gestão da Região do Delta do Rio Doce, assim como da região da Planície Costeira do Espírito Santo na bacia do Rio Doce P 61.d Projeto - Consolidação de mecanismos de articulação e integração da fiscalização exercida pela ANA, IGAM e IEMA na bacia P 61.e – Projeto Avaliação da aceitação da proposta de cobrança P 62 - Programa de Monitoramento dos Recursos Hídricos P 62 1 Sub-programa de levantamentos de dados para preenchimento de falhas ou lacunas de informações constatadas no Diagnóstico da Bacia P 71 - Programa de Comunicação do Programa de Ações P 72 – Programa de Educação Ambiental P 73 - Programa de Treinamento e Capacitação P 11 - Programa de Saneamento da Bacia P 12 - Programa de Controle de Atividades Geradoras de Sedimentos P 13 – Programa de Apoio ao controle de efluentes em pequenas e micro empresas P 21 - Programa de Incremento de Disponibilidade Hídrica- P 22 - Programa de Incentivo ao Uso Racional da Água na Agricultura P 23 - Programa de Redução de Perdas no Abastecimento Público de Água P 24 - Implementação do Programa “Produtor de Água” P 25 – Ações de convivência com a seca P 25.a Estudos para avaliação dos efeitos das possíveis mudanças climáticas globais nas relações entre disponibilidades e demandas hídricas e proposição de medidas adaptativas P 31 - Programa de Convivência com as Cheias P 41 - Programa de Universalização do Saneamento P 42 – Programa de Expansão do Saneamento Rural P 51 - Programa de Avaliação Ambiental para Definição de Áreas com Restrição de Uso P 51.a Projeto Restrição de uso das áreas de entorno de aproveitamentos hidrelétricos P 52 - Programa de Recomposição de APP’s e nascentes P 52.a – Projeto de recuperação de lagoas assoreadas e degradadas P 61 - Programa de Monitoramento e Acompanhamento da Implementação da Gestão Integrada dos Recursos Hídricos P 61 1 Sub-programa Cadastramento e manutenção do cadastro dos usuários de recursos hídricos da Bacia P 61 2 Sub-programa Fortalecimento dos Comitês na Bacia segundo o arranjo institucional elaborado no âmbito do plano e objetivando a consolidação dos Sistemas Estaduais de Gerenciamento de Recursos Hídricos. P 61 3 Sub-programa Gestão das Águas subterrâneas P 61 4 Sub-programa Revisão e Harmonização dos Critérios de Outorga P 61.a Projeto Desenvolvimento de um Sistema de Informações sobre Recursos Hídricos da Bacia do Rio Doce P 61.b Estudos complementares para elaboração de proposta de enquadramento dos corpos d’água P 61.c Projeto Diretrizes para a Gestão da Região do Delta do Rio Doce, assim como da região da Planície Costeira do Espírito Santo na bacia do Rio Doce P 61.d Projeto - Consolidação de mecanismos de articulação e integração da fiscalização exercida pela ANA, IGAM e IEMA na bacia P 61.e – Projeto Avaliação da aceitação da proposta de cobrança P 62 - Programa de Monitoramento dos Recursos Hídricos P 62 1 Sub-programa de levantamentos de dados para preenchimento de falhas ou lacunas de informações constatadas no Diagnóstico da Bacia P 71 - Programa de Comunicação do Programa de Ações P 72 – Programa de Educação Ambiental P 73 - Programa de Treinamento e Capacitação
  • 13. Programas: Espacialização por UPGRHs / UAs
  • 14. CONTRATO DE GESTÃO
  • 15. CONTRATO DE GESTÃO (ANA / IBIO)
    • OBJETO DO CONTRATO
    • Este Contrato tem por objeto o alcance, pela ENTIDADE DELEGATÁRIA – E.D. , das metas constantes no Programa de Trabalho , cujos resultados são mensurados por meio de indicadores de desempenho da entidade no exercício de funções de Agência de Água na Bacia Hidrográfica do Rio Doce.
    • Partes signatárias do Contrato de Gestão:
    • - ANA – contratante;
    • - E.D. – contratada;
    • - CBH-DOCE – anuente do contrato.
  • 16.
    • COMPETÊNCIAS
    • E.D. obriga-se a (total 32 itens):
      • SECRETARIA EXECUTIVA:
        • atuar como secretaria-executiva do CBH-DOCE;
        • instalar e manter sede em até dois escritórios regionais , nas cidades a serem indicadas pelo CBH-DOCE ;
      • COBRANÇA:
        • aplicar os recursos provenientes da cobrança pelo uso de recursos hídricos na Bacia Hidrográfica do Rio Doce, transferidos pela ANA , em atividades e ações previstas no Plano de Aplicação Plurianual ;
        • fornecer subsídio ao CBH-DOCE para que este delibere sobre a cobrança pelo uso de recursos hídricos na Bacia Hidrográfica do Rio;
        • propor ao CBH-DOCE, em conformidade com as metas do Programa de Trabalho e o PIRH-DOCE, o Plano de Aplicação Plurianual dos recursos arrecadados com a cobrança pelo uso de recursos hídricos na Bacia, (...);
    CONTRATO DE GESTÃO (ANA / IBIO)
  • 17.
      • COMPETÊNCIAS
      • APOIO TÉCNICO
        • elaborar a sua proposta orçamentária anual , e submetê-la à apreciação do CBH-DOCE;
        • analisar e emitir pareceres sobre os projetos e obras a serem financiados com recursos gerados na cobrança pelo uso de recursos hídricos na Bacia do Rio Doce;
        • efetuar estudos necessários para a gestão dos recursos hídricos em sua área de atuação, em articulação com órgãos e entidades com atuação na Bacia Hidrográfica do Rio Doce.
        • A ANA e o CBH-DOCE poderão exigir da E.D ., a qualquer tempo, informações complementares e a apresentação de detalhamento de tópicos e informações constantes do Relatório de Gestão sobre a execução deste Contrato.
      • ARTICULAÇÃO
        • apoiar o CBH-DOCE na articulação com as entidades estaduais de gerenciamento de recursos hídricos, com vista à celebração de instrumentos de cooperação visando a atingir os objetivos deste Contrato;
        • articular-se com as entidades estaduais de gerenciamento de recursos hídricos, e os comitês de bacias hidrográficas estaduais com atuação na Bacia Hidrográfica do Rio Doce, visando a implementação das ações previstas neste Contrato.
      • PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS
        • encaminhar à ANA , até 31 de maio do ano corrente, a previsão de receita global da cobrança pelo uso de recursos hídricos na Bacia Hidrográfica do Rio Doce, para o ano subseqüente;
        • buscar o cumprimento das metas estabelecidas no Programa de Trabalho, respeitando os prazos e condições, cujos resultados serão mensurados por meio de indicadores de desempenho.
    CONTRATO DE GESTÃO (ANA / IBIO)
  • 18.
    • COMPETÊNCIAS
    • A ANA obriga-se a:
      • providenciar, anualmente, a consignação das dotações destinadas à execução deste Contrato no Projeto de Lei Orçamentária, assim como estabelecer a sua previsão no planejamento plurianual da União;
      • empenhar, à conta deste Contrato, o valor dos recursos financeiros previstos na Lei Orçamentária Anual como receita efetivamente arrecadada pela cobrança pelo uso dos recursos hídricos na Bacia Hidrográfica do Rio Doce;
      • arrecadar os recursos provenientes da cobrança pelo uso dos recursos hídricos nos rios de domínio da União da Bacia Hidrográfica do Rio Doce;
      • transferir mensalmente à E.D., todos os recursos efetivamente arrecadados com a cobrança pelo uso de recursos hídricos na Bacia Hidrográfica do Rio Doce;
      • dar ciência ao Tribunal de Contas da União do conhecimento de qualquer irregularidade ou ilegalidade na utilização de recursos ou bens de origem pública pela E.D. ;
      • disponibilizar à E.D. , a titulo de permissão de uso, equipamentos e materiais para o cumprimento deste Contrato.
      • constituir o Grupo de Acompanhamento do Contrato , no âmbito da ANA, que se reunirá preferencialmente em conjunto com suas similares nos CBHs e no IEMA e IGAM;
    CONTRATO DE GESTÃO (ANA / IBIO)
  • 19.
    • COMPETÊNCIAS
    • Ao CBH-DOCE compete:
      • manifestar-se sobre os termos deste Contrato e de seus Aditivos;
      • constituir o Grupo de Acompanhamento do Contrato , no âmbito do CBH-DOCE ;
      • aprovar o Programa de Trabalho do Contrato e o Plano de Aplicação Plurianual dos recursos;
      • zelar pelo cumprimento das metas estabelecidas no Programa de Trabalho deste Contrato respeitando os prazos e condições estabelecidas neste Contrato;
      • aprovar, até 31 de dezembro do ano corrente, o Termo Aditivo ao Contrato para adequação do Programa de Trabalho e alocação de recursos para o ano subseqüente;
      • articular-se com os comitês de bacias hidrográficas estaduais com atuação na Bacia Hidrográfica do Rio Doce, visando à execução das ações previstas no Plano de Aplicação Plurianual.
    CONTRATO DE GESTÃO (ANA / IBIO)
  • 20. PREVISÃO ORÇAMENTÁRIA CONTRATO DE GESTÃO (ANA / IBIO)     2011 2012 2013 2014 2015 União   3.195.258 12.781.031 15.388.794 17.852.529 22.238.697 Espírito Santo   124.678 374.034 440.716 520.427 614.704 Minas Gerais   1.578.040 4.734.121 5.601.220 6.702.555 7.734.044 Piranga 499.423 1.498.268 1.770.421 2.109.898 2.452.231 Santo Antônio 92.028 276.083 327.184 393.545 449.964 Suaçui 143.619 430.858 511.992 621.097 699.449 Manhuaçu 122.552 367.657 435.485 522.969 599.657 Caratinga 156.357 469.071 556.342 670.891 763.600 Piracicaba 564.061 1.692.184 1.999.796 2.384.154 2.769.143
  • 21.
      • Os rendimentos das aplicações financeiras serão, obrigatoriamente, aplicados na execução do objeto deste Contrato, sendo que o percentual de 7,5% deste pode ser utilizado como custeio da ED.
      • 7,5% do montante da cobrança, e 100% dos demais recursos adicionais, poderão ser utilizados pela E.D. para o custeio de atividades administrativas , estando ambos sujeitos às mesmas condições de prestação de contas exigidas para os recursos transferidos.
      • 92,5% do montante da cobrança será aplicado em ações e projetos hierarquizados no Plano de Aplicação Plurianual.
      • RECURSOS ORÇAMENTÁRIOS
    CONTRATO DE GESTÃO (ANA / IBIO)
  • 22.
    • COMISSÕES
    • A ANA constituirá Comissão de Avaliação do Contrato de Gestão que analisará, periodicamente, os resultados alcançados com a execução deste Contrato e encaminhará relatório conclusivo sobre a avaliação realizada, acompanhado da prestação de contas correspondente ao período avaliado, à Diretoria da ANA.
    • A ANA constituirá ainda a Comissão de Acompanhamento do Contrato de Gestão , devendo suas correspondentes nas entidades estaduais de gerenciamento de recursos hídricos, e nos comitês de bacias preferencialmente realizar reuniões conjuntas.
    • Os CBHs constituirão suas Comissões de Acompanhamento , conforme previsto nos respectivos CGs.
    CONTRATO DE GESTÃO DA BACIA DO RIO DOCE CONTRATO DE GESTÃO (ANA / IBIO)
  • 23. CONTRATO DE GESTÃO (ANA / IBIO)
  • 24.
    • 3C - ESTUDOS DE APRIMORAMENTO
    • DOS MECANISMOS DE COBRANÇA
    • Elaboração de estudos de aprimoramento dos mecanismos de cobrança em vigor na bacia, com o objetivo de subsidiar:
    • A cobrança pelo lançamento com inserção de novos parâmetros, além da DBO, pelo consumo de água difuso e pela poluição difusa;
    • O aperfeiçoamento do Kt, com reconhecimento das boas práticas de uso e conservação das águas;
    • A avaliação dos reais impactos das transposições na bacia, em especial comparativamente aos demais usos visando à revisão futura do PPUtransp;
    CONTRATO DE GESTÃO (ANA / IBIO)
  • 25.
    • 3C - ESTUDOS DE APRIMORAMENTO
    • DOS MECANISMOS DE COBRANÇA
    • A implementação de mecanismos que possam universalizar o acesso aos recursos financeiros para todos os segmentos partícipes, não só o setor público;
    • A implementação de mecanismos de financiamento com recursos da cobrança, com retorno financeiro;
    • A instituição de Mecanismo Diferenciado de Pagamento dos valores de cobrança pelo uso de recursos hídricos com o intuito de incentivar ações de melhoria da qualidade, da quantidade de água e do regime fluvial, que resultem em sustentabilidade ambiental da bacia, conforme § 2º do art. 7º da Resolução CNRH nº 48, de 21 de março de 2005.
    CONTRATO DE GESTÃO (ANA / IBIO)
  • 26.
    • 3D - AVALIAÇÃO DA COBRANÇA PELOS USUÁRIOS
    • - Aplicação de pesquisa quadrienal sobre o atendimento dos objetivos da cobrança pelo uso de recursos hídricos, a ser feita junto aos usuários em cobrança, e apresentação de relatório de avaliação dos resultados.
    CONTRATO DE GESTÃO (ANA / IBIO)
  • 27. “ Pacto das Águas”
    • Metas do Pacto que já foram cumpridas;
    • Metas do pacto já apropriadas pelo PIRH
    • Demais metas:
      • Comitê de Integração
      • Encontro Anual de Integração na Bacia
  • 28.
    • Em síntese , o PAP deverá contemplar:
    • Atividades explicitadas no CG cujo desenvolvimento caracterizam investimentos;
    • Algumas Metas específicas do “Pacto” , cujo alcance requer investimentos;
    • Programas/subprogramas/projetos do PIRH/PARHs , observadas as prioridades estabelecidas e excetuados aqueles sob responsabilidade das entidades gestoras.
    Elaboração do Plano de Aplicação Plurianual dos Recursos da Cobrança na bacia Hidrográfica do rio Doce – PAP DOCE Documentos Norteadores
  • 29.  
  • 30. Brandina de Amorim Carlos Leonardo Kulnig Cinelli Fernanda Laus de Aquino Flávia Simões Ferreira Rodrigues Isadora Lobão Mori José Carlos de Queiroz Ludmila Alves Rodrigues Mariana Rodrigues Lírio Nelson Neto de Freitas Osman Fernandes Silva Rosana Mendes Evangelista Tânia Regina Dias da Silva Vera Maria da Costa Nascimento Vivyanne Graça Mello Oliveira Fabiano Henrique da Silva Alves Juliana Vilela Pinto Laura Jovelina Andrade Machado Max Ferreira Alves Equipe GERÊNCIA DE GESTÃO DE RECURSOS HÍDRICOS – GERHI/SAG + UAR GV Rodrigo Flecha Ferreira Alves (Superintendente SAG/ANA) MUITO OBRIGADO! Nelson Neto de Freitas Gerente de Gestão de Recursos Hídricos [email_address] (61) 2109.5209 www.ana.gov.br

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