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Pierre Levy <ul><li>Nasceu em 1956, na Tunísia, e é professor da Universidade de Ottawa, Canadá </li></ul><ul><li>Pensador...
http://twitter.com/#!/plevy
 
Ciberespaço e Cibercultura <ul><li>Ciberespaço (ou rede) </li></ul><ul><ul><li>É o novo meio de comunicação que surge da i...
Para pensar a cibercultura <ul><li>É necessário reconhecer dois fatos: </li></ul><ul><ul><li>O crescimento do ciberespaço ...
Novos caminhos <ul><li>Os grandes conceitos técnicos que exprimem e sustentam a cibercultura criam novas condições e possi...
O movimento social da cibercultura <ul><li>Apesar de ser um fenômeno associado à técnica, a emergência do ciberespaço é fr...
Um novo universal <ul><li>Hipóteses </li></ul><ul><ul><li>A cibercultura expressa o surgimento de um novo universal, difer...
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Potência do ciberespaço <ul><li>Qualquer tentativa para reduzir o novo dispositivo de comunicação às formas midiáticas ant...
Por que precisamos compreender a cibercultura?
Manuel Castells <ul><li>Nasceu em 1942, na Espanha, sociólogo, </li></ul><ul><li>Leciona Comunicação na Universidade da Ca...
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Redes de computadores, sociedade civil e o Estado <ul><li>As sociedades mudam através dos conflitos e são administradas pe...
Em torno de valores culturais <ul><li>Movimentos culturais (que visam a defesa ou a proposição de modos próprios de vida e...
Movimentos em rede <ul><li>A Internet está se tornando um meio essencial de expressão e organização das expressões, que co...
Contra-ataques <ul><li>Como o poder está cada vez mais em funcionamento em redes globais, ignorando em grande parte das in...
Democracia e internet <ul><li>Convivemos com um grave crise de legitimidade política e decepção dos cidadãos com seus repr...
Política informacional <ul><li>No entanto, a Internet desempenha um papel fundamental na nova dinâmica política: </li></ul...
A relação Estado x Cidadão <ul><li>A questão fundamental é que os governos podem espionar, legal ou ilegalmente, aos seus ...
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O que é o Wikileaks <ul><li>Organização transnacional sem fins lucrativos, sediada na Suécia, que publica, em seu site, po...
Quem é a Wikileaks <ul><li>Segundo o site da WikiLeaks, entre seus fundadores estão dissidentes chineses, jornalistas, mat...
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Wikileaks no Brasil <ul><li>WikiLeaks Brasil é uma organização formada por pessoas físicas que identificam-se com os ideai...
 
 
O que é o Transparência Hacker <ul><li>A comunidade Transparência Hacker é um espaço para que desenvolvedores web, jornali...
Questões para o debate <ul><li>A cibercultura seria fonte de exclusão? </li></ul><ul><ul><li>É preciso observar a tendênci...
 
 
 
 
 
 
 
Bibliografia <ul><li>Castells, Manuel.  A galáxia da internet </li></ul><ul><li>________.  A ciberguerra do Wikileaks </li...
 
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A era da informação

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Apresentação de Cristina Aparecida da Silveira França. 2011

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  1. 1. A sociedade da informação <ul><li>Pierre Levy </li></ul><ul><li>Manuel Castells </li></ul><ul><li>Wikileaks </li></ul><ul><li>Transparência Hacker </li></ul>
  2. 2. Pierre Levy <ul><li>Nasceu em 1956, na Tunísia, e é professor da Universidade de Ottawa, Canadá </li></ul><ul><li>Pensador dos complexos movimentos da tecnociência na atualidade. Seus livros foram traduzidos em mais de 20 países. O livro Cibercultura (1997) é resultado de um relatório apresentado ao Conselho Europeu dentro do projeto &quot;Novas tecnologias: cooperação cultural e comunicação“. </li></ul><ul><li>Formação em História das Ciências, Sociologia e Filosofia com uma experiência técnica na realização de sistemas de informação inteligentes. </li></ul><ul><li>Conduz a Cátedra de Pesquisa na Universidade de Ottawa-Canadá, intitulada &quot;Tecnologia e Transferência de Saberes: os fenômenos de inteligência coletiva&quot;. </li></ul>
  3. 3. http://twitter.com/#!/plevy
  4. 5. Ciberespaço e Cibercultura <ul><li>Ciberespaço (ou rede) </li></ul><ul><ul><li>É o novo meio de comunicação que surge da interconexão de computadores. O termo especifica não apenas a infra-estrutura material da comunicação digital, mas também o universo de informações que ela abria. </li></ul></ul><ul><li>Cibercultura </li></ul><ul><ul><li>É o conjunto de técnicas (materiais e intelectuais), de práticas, de atitudes, de modos de pensamento e valores que se desenvolvem junto com o crescimento do ciberespaço. </li></ul></ul>
  5. 6. Para pensar a cibercultura <ul><li>É necessário reconhecer dois fatos: </li></ul><ul><ul><li>O crescimento do ciberespaço resulta de um movimento internacional de jovens ávido para experimentar, coletivamente, formas de comunicação diferentes daquelas propostas pelas mídias clássicas; </li></ul></ul><ul><ul><li>Estamos vivendo a abertura de um novo espaço de comunicação, e cabe apenas a nós explorar as potencialidades mais positivas deste espaço, nos planos econômico </li></ul></ul>
  6. 7. Novos caminhos <ul><li>Os grandes conceitos técnicos que exprimem e sustentam a cibercultura criam novas condições e possibilitam ocasiões inesperadas para o desenvolvimento das pessoas e das sociedades, mas elas não determinam automaticamente nem as trevas nem a iluminação para o futuro humano. </li></ul>
  7. 8. O movimento social da cibercultura <ul><li>Apesar de ser um fenômeno associado à técnica, a emergência do ciberespaço é fruto de um verdadeiro movimento social </li></ul><ul><ul><li>Grupo líder – juventude metropolitana escolarizada </li></ul></ul><ul><ul><li>Palavras de ordem - interconexão, criação de comunidades virtuais, inteligência coletiva </li></ul></ul><ul><ul><li>Aspirações coerente </li></ul></ul>
  8. 9. Um novo universal <ul><li>Hipóteses </li></ul><ul><ul><li>A cibercultura expressa o surgimento de um novo universal, diferente das formas culturais que vieram antes dele no sentido que ele se constrói sobre a determinação de um sentido global qualquer. </li></ul></ul><ul><ul><li>A cibercultura leva a co-presença das mensagens de volta a seu contexto, como ocorria nas sociedades orais, mas em outra escala, e órbita completamente diferente. </li></ul></ul><ul><ul><li>Essa nova universalidade se constrói e se estende por meio da interconexão das mensagens entre si, por meio de sua vinculação permanente com as comunidades virtuais em criação, que lhe dão sentidos variados em uma renovação permanente. </li></ul></ul>
  9. 10. <ul><li>O ciberespaço visa um tipo particular de relação entre as pessoas </li></ul><ul><ul><li>Prática de comunicação interativa, recíproca, comunitária e intercomunitária </li></ul></ul><ul><ul><li>Horizonte de mundo virtual vivo, heterogêneo e “intotalizável” em que todos podem participar e contribuir </li></ul></ul><ul><li>Ferramenta de organização </li></ul><ul><ul><li>de comunidades de todos os tipos </li></ul></ul><ul><ul><li>todos os tamanhos em coletivos inteligentes </li></ul></ul><ul><ul><li>articulação dos coletivos inteligentes entre si </li></ul></ul>A aspiração do ciberespaço
  10. 11. Potência do ciberespaço <ul><li>Qualquer tentativa para reduzir o novo dispositivo de comunicação às formas midiáticas anteriores* empobrece o alcance do ciberespaço para a evolução da civilização, mesmo se compreendemos os interesses econômicos e políticos em jogo. </li></ul><ul><li>*Esquema de difusão “um-todos” de um centro emissor em direção a um periferia receptora </li></ul>
  11. 12. Por que precisamos compreender a cibercultura?
  12. 13. Manuel Castells <ul><li>Nasceu em 1942, na Espanha, sociólogo, </li></ul><ul><li>Leciona Comunicação na Universidade da Califórnia </li></ul><ul><li>Entre 1967 e 1979 lecionou na Universidade de Paris, primeiro no campus de Nanterre e, em 1970, na &quot;École des Hautes Études en Sciences Sociales&quot;. Foi nomeado em 1979 professor de Sociologia e Planejamento Regional na Universidade de Berkeley, Califórnia. </li></ul><ul><li>Em 2001, tornou-se pesquisador da Universidade Aberta da Catalunha </li></ul><ul><li>Segundo o Social Sciences Citation Index Castells foi o quarto cientista social mais citado no mundo no período 2000-2006 e o mais citado acadêmico da área de comunicação, no mesmo período. </li></ul>
  13. 14. http://www.manuelcastells.info
  14. 16. Redes de computadores, sociedade civil e o Estado <ul><li>As sociedades mudam através dos conflitos e são administradas pela política. Uma vez que a internet é um meio essencial de comunicação e organização em todos as esferas de atividades, ela também se torna um terreno disputado. </li></ul><ul><li>Os movimentos sociais e o processo político a usam, e o farão cada vez mais, como instrumento privilegiado para atuar, informar, recrutar, organizar, dominar e contradominar. </li></ul>
  15. 17. Em torno de valores culturais <ul><li>Movimentos culturais (que visam a defesa ou a proposição de modos próprios de vida e significado) são construídos em torno de sistemas de comunicação, porque conseguem alcançar aqueles capazes de aderir a seus valores e, a partir daí, atingir a consciência da sociedade como um todo. </li></ul><ul><li>Os movimentos sociais na sociedade em rede tem a tarefa de preencher o vazio deixado pela crise das organizações verticalmente integradas, herdado da era industrial. </li></ul>
  16. 18. Movimentos em rede <ul><li>A Internet está se tornando um meio essencial de expressão e organização das expressões, que coincidem numa dada hora e espaço, e provocam impacto no mundo da mídia, e atuam sobre as instituições e organizações (empresas, por exemplo), por meio das repercussões e impacto de seu impacto sobre a opinião pública. </li></ul><ul><li>Estes os movimentos pretendem conquistar poder sobre a mente, não sobre o Estado. </li></ul>
  17. 19. Contra-ataques <ul><li>Como o poder está cada vez mais em funcionamento em redes globais, ignorando em grande parte das instituições do Estado-nação, os movimentos são confrontados com a necessidade de obter o mesmo alcance global dos poderes vigentes, exercendo seu próprio impacto sobre a mídia, através de ações simbólicas. </li></ul><ul><ul><ul><li>Case : “The Yes Men” - dois ativistas que denunciam o liberalismo através da caricatura e praticam o que eles chamam &quot;correção de identidade&quot;, fingindo ser pessoas poderosas e porta-vozes de organizações proeminentes. Eles criam e mantêm websites falsos, similares aos que eles pretendem satirizar. </li></ul></ul></ul>
  18. 20. Democracia e internet <ul><li>Convivemos com um grave crise de legitimidade política e decepção dos cidadãos com seus representantes. Há pouca apropriação da interatividade, do canal multidirecional fornecido pela internet. </li></ul><ul><li>Políticos e instituições divulgam suas informações e respondem burocraticamente (exceto nas eleições*), e muitos cidadãos não vêem sentido em gastar energia em indagações políticas, exceto quando atingidos por um dado evento que desperte sua indignação ou afete seus interesses pessoais. </li></ul><ul><li>A internet não pode fornecer uma solução tecnológica para a crise da democracia. </li></ul><ul><ul><li>*Blog do Planalto, Twitter dos políticos em campanha </li></ul></ul>
  19. 21. Política informacional <ul><li>No entanto, a Internet desempenha um papel fundamental na nova dinâmica política: </li></ul><ul><ul><li>Os meios de comunicação são intermediários necessários entre os políticos e a sociedade. O acesso à mídia tradicional envolve o conhecimento do canal e, em alguns casos, dinheiro suficiente para produzir e disseminar informações. </li></ul></ul><ul><ul><li>A internet fornece um canal horizontal, não controlado e relativamente barato, tanto de um-pra-um, como de um-pra-muitos. E se, por um lado, ela pode fortalecer a democracia com base na promoção da informação e da participação cidadã, também pode aprofundar a crise de legitimidade política, fornecendo uma plataforma mais ampla para a política do escândalo.  </li></ul></ul><ul><li>O problema, então, não é a Internet, mas o tipo de políticas que nossas sociedades estão gerando. </li></ul>
  20. 22. A relação Estado x Cidadão <ul><li>A questão fundamental é que os governos podem espionar, legal ou ilegalmente, aos seus cidadãos. Mas os cidadãos não têm direito à informação sobre aqueles que atuam em seu nome, a não ser na versão censurada que os governos constroem. </li></ul><ul><li>A ciberguerra começou. Não uma ciberguerra entre Estados como se esperava, mas entre os Estados e a sociedade civil internauta. Nunca mais os governos poderão estar seguros de manter seus cidadãos na ignorância de suas manobras. Porque enquanto houver pessoas dispostas a fazer leaks e uma internet povoada por wikis surgirão novas gerações de wikileaks . </li></ul><ul><ul><ul><li>Trecho de artigo publicado no Observatório da Imprensa </li></ul></ul></ul>
  21. 23. http://wikileaks.org
  22. 24. O que é o Wikileaks <ul><li>Organização transnacional sem fins lucrativos, sediada na Suécia, que publica, em seu site, posts de fontes anônimas, documentos, fotos e informações confidenciais, vazadas de governos ou empresas, sobre assuntos sensíveis. </li></ul><ul><li>O site, administrado pela The Sunshine Press, foi lançado em dezembro de 2006 e, em meados de novembro de 2007, já continha 1,2 milhão de documentos. Seu principal editor e porta-voz é o australiano Julian Assange, jornalista e ciberativista. </li></ul><ul><li>Ao longo de 2010, WikiLeaks publicou grandes massas de documentos confidenciais do governo dos Estados Unidos, com forte repercussão mundial. Em abril, divulgou um vídeo de 2007, que mostra o ataque de um helicóptero Apache norte-americano, matando pelo menos 12 pessoas - dentre as quais dois jornalistas da agência de notícias Reuters - em Bagdá, no contexto da ocupação do Iraque. O vídeo do ataque aéreo em Bagdá é uma das mais notáveis publicações do site. </li></ul><ul><li>Em 2 de fevereiro de 2011, o WikiLeaks foi indicado ao Prêmio Nobel da Paz,pelo parlamentar norueguês Snorre Valen. O autor da proposta disse que o WikiLeaks é ”uma das contribuições mais importantes para a liberdade de expressão e transparência” no século XXI. ”Ao divulgar informações sobre corrupção, violações dos direitos humanos e crimes de guerra, o WikiLeaks é um candidato natural ao Prêmio Nobel da Paz”. </li></ul><ul><ul><li>* O termo wiki identifica um tipo específico de coleção de documentos em hipertexto ou o software colaborativo usado para criá-lo. Este software colaborativo permite a edição colectiva dos documentos usando um sistema que não necessita que o conteúdo tenha que ser revisto antes da sua publicação, como é o caso da Wikipedia. Apesar do nome, a WikiLeaks não é uma wiki, os leitores que não têm as permissões adequadas não podem editar o seu conteúdo. </li></ul></ul>
  23. 25. Quem é a Wikileaks <ul><li>Segundo o site da WikiLeaks, entre seus fundadores estão dissidentes chineses, jornalistas, matemáticos e tecnólogos de empresas start-up dos EUA, de Taiwan, da Europa, Austrália e África do Sul. Os organizadores afirmam que a WikiLeaks é uma entidade autorregulada. </li></ul><ul><li>De acordo com uma entrevista de janeiro de 2010, a equipe da WikiLeaks é constituída por menos de dez pessoas que trabalham em tempo integral, mas especula-se que a WikiLeaks conte com algo entre mil e dois mil voluntários, que colaboram ocasionalmente - a maioria sem qualquer contrapartida financeira. </li></ul><ul><li>A organização não possui sede oficial. As despesas por ano são de cerca de 200.000 dólares, principalmente empregues em servidores e burocracia. Para pagar suas despesas judiciais, a WikiLeaks conta com doações de organizações de mídia, tais como a Associated Press, o Los Angeles Times e a National Newspaper Publishers Association. </li></ul><ul><ul><li>Entrevista Assange / Revista Trip </li></ul></ul>
  24. 26. http://wikileaksbrasil.org
  25. 27. Wikileaks no Brasil <ul><li>WikiLeaks Brasil é uma organização formada por pessoas físicas que identificam-se com os ideais da instituição WikiLeaks.org   </li></ul><ul><li>WikiLeaks Brasil não tem vínculo formal de nenhuma natureza com a WikiLeaks.org e não somos seus representantes no Brasil </li></ul><ul><li>WikiLeaks Brasil tem uma atuação totalmente independente com objetivo de fortalecer a WikiLeaks.org e fomentar seus ideais pela sociedade brasileira. </li></ul>
  26. 30. O que é o Transparência Hacker <ul><li>A comunidade Transparência Hacker é um espaço para que desenvolvedores web, jornalistas, designers, gestores públicos e outros indivíduos dos mais diferentes perfis proponham e articulem ideias e projetos que utilizem a tecnologia para fins de interesse da sociedade. </li></ul><ul><li>Trabalham primariamente com dados governamentais abertos, promovendo ações que evidenciam a importância desses dados e fazendo pressão para que os organismos do governo brasileiro adotem a mesma medida de liberação de dados públicos em formatos abertos. </li></ul><ul><li>Acima de tudo, provocam e buscam evidenciar questões sociais e políticas através da ressignificação de informações existentes, mas que ainda são de difícil acesso para a sociedade em geral. </li></ul><ul><ul><li>Entrevista Markum na TV Senado </li></ul></ul>
  27. 31. Questões para o debate <ul><li>A cibercultura seria fonte de exclusão? </li></ul><ul><ul><li>É preciso observar a tendência de conexão e seus números absolutos </li></ul></ul><ul><ul><li>Será cada vez mais fácil e barato conectar-se </li></ul></ul><ul><ul><li>Qualquer avanço nos sistemas de comunicação acarreta necessariamente alguma exclusão </li></ul></ul><ul><li>A cibercultura encontra-se em ruptura com os valores fundadores da Modernidade Européia? </li></ul><ul><ul><li>A cibercultura é herdeira do projeto progressista dos filósofos do séc XVII - ideais de republicanos de liberdade, igualdade e fraternidade </li></ul></ul><ul><ul><li>Surge como solução parcial para os problemas da época anterior, e ao mesmo tempo é um campo de conflitos </li></ul></ul><ul><ul><li>A cibercultura continua a grande tradição da cultura européia, em certo sentido, e por outro, transmuta o conceito de cultura. </li></ul></ul>
  28. 39. Bibliografia <ul><li>Castells, Manuel. A galáxia da internet </li></ul><ul><li>________. A ciberguerra do Wikileaks </li></ul><ul><li>Levy, Pierre. Cibercultura </li></ul><ul><li>Silveira, Sergio Amadeu. Ciberativismo, cultura hacker e o individualismo colaborativo </li></ul><ul><li>Conferências Pierre Levy – Sesc-SP – Textos em http://www.sescsp.org.br/Sesc/conferencias_new/subindex. cfm ?Referencia=168& ParamEnd =5 </li></ul>
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