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  • 1. J o r n a l U ni v e r s i t á r i o — Z o o t e c ni a S i n o p ANO 1 EDIÇÃO 3 10/12/2009 Genoma da vaca é sequenciado! Nesta edição: Agência FAPESP – Um dor do Laboratório de amento foi iniciado há grupo internacional de Bioquímica e Biologia seis anos, em seguida Porque os Gatos sempre 2 cientistas, com partici- Molecular Animal da do projeto Genoma Hu- caem de pé? pação brasileira, se- Universidade Estadual mano, realizado em Fotos zoofantasy 3 quenciou pela primei- Paulista (Unesp), em 2002. “Com a infra- 5 ra vez o genoma de Araçatuba (SP), as instrutora implantada e Carne suína um animal bovino – informações disponibi- preços mais baixos, a 8 uma vaca da espécie lizadas pelos traba- comunidade científica Miss Sinop Bos taurus. Um segun- lhos deverão impulsio- percebeu que seria 4 do grupo apresentou nar as pesquisas vol- possível sequenciar o Curiosidades as primeiras aplica- tadas para o aumento genoma de espécies de Visita Anhambi 10 ções do sequencia- da qualidade da carne produção. Os códigos mento: um mapea- e do leite dos países genéticos de espécies robô ordenhadeira 11 mento da diversidade como rato, macaco e RECEITA DO ZOORNAL 12 genética encontrada camundongo foram entre 20 raças distin- descritos com interes- Raças 13 tas. ses científicos, mas Cotações 16 Os resultados dos tra- pela primeira vez te- balhos realizados por mos um inventário ge- ambos os consórcios nético de uma espécie foram descritos em que produz a maior dois artigos destaca- parte da carne e do dos na capa da edição leite do planeta”, disse. Dois consórcios de desta sexta-feira produtores. O genoma bovino é pesquisa internacio- (24/4 2009) da revis- Segundo Garcia, com constituído por pelo nais, com participa- ta Science. O sequen- as técnicas tradicio- menos 22 mil genes. ção brasileira, com- ciamento, que revela nais de melhoramento As informações foram pletam primeiro se- a distinção genética genético, as informa- obtidas a partir do se- entre o gado, seres ções de cada animal quenciamento de uma quenciamento de um humanos e outros ma- são geradas a partir fêmea taurina, da raça animal de produção e míferos, é o primeiro da observação fenotí- Hereford, chamada L1 apresentam mapea- realizado com rumi- pica e do resultado da Dominette. mento da diversidade nantes e, de acordo produção de seus fi- “Em comparação aos genética entre 20 ra- com os autores, o pri- lhotes. “Os dados le- genomas de outros ma- ças, meiro dirigido a uma vam no mínimo quatro míferos como o rato e o espécie animal de in- anos para conclusão e camundongo, o geno- teresse comercial. demandam gastos ma bovino é o que De acordo com um para sustento de to- mais se assemelha ao dos participantes bra- dos os animais e de humano”, afirmou. sileiros dos dois con- suas crias.” Os estudos sugerem sórcios, José Fernan- Garcia explica que o que os bovinos e ou- do Garcia, coordena- trabalho de sequenci- tros ruminantes diver-
  • 2. Página 2 Continuação Genoma da vaca é sequenciado giram de um ancestral tem constatar o im- a capacidade dos bo- comum ao dos seres pacto da seleção de vinos em converter, humanos há cerca de animais. As informa- de forma eficiente, 95 milhões de anos. ções concluem que alimento de baixa Bovinos e humanos rearranjos no DNA qualidade como o continuam a comparti- estão relacionados capim, em produtos lhar um elevado grau aos genes envolvidos de energia densa co- de conservação na or- nos processos de i- mo carne e leite”, in- ganização das arquite- munidade, lactação, dicou. turas dos cromosso- metabolismo e diges- mos. tão.“Especula-se que Fonte: “Essa proximidade os locais de rearranjo pode auxiliar em pes- do DNA são pontos quisas de doenças que foram focos de humanas, com desen- seleção nesses ani- volvimento de mode- mais, seja de forma los em bovinos”, dis- natural, seja dirigida. se Garcia.Os dados Imaginamos que es- revelados pelo se- sas mudanças poderi- quenciamento permi- am ajudar a explicar Você já percebeu que os Gatos sempre caem de pé? “Para chamar a atenção do leitor, insira uma citação ou Você não precisa fazer labirinto (sistema de impacto. Alguns gatos frase interessante do texto aqui.” um teste, mas obser- equilíbrio localizado no também “achatam” seus ve um gato caindo de ouvido interno) para de- corpos como um pára- algum local, ele sem- terminar o que é acima quedas, para criar mais ou abaixo e então gira resistência ao ar e cair pre cai de pé. seu tronco para que as mais vagarosamente. Os gatos fazem parecer patas fiquem para baixo. Se você tem um gato, fácil: pulando ou caindo A sua traseira segue o tome cuidado ao abrir as de alguma estante alta movimento. janelas, no entanto. Um ou qualquer móvel para pássaro pode facilmente pousar graciosamente distraí-lo o suficiente nas suas quatro patas. para que ele perca o Mas há um esforço feli- equilíbrio – eles ainda no complicado que ocor- assim podem ferir-se em re nessas quedas tão quedas mesmo quando estilosas. pousam em suas patas. Os gatos tem um senso Quedas menores, de um de equilíbrio altamente a dois andares, podem apurado e uma espinha Mesmo os filhotes po- ser mais arriscadas que muito flexível (porque dem cair sem medo, as mais altas, pois ele eles possuem mais vér- pois a maioria aprende a pode não ter tempo sufi- tebras que os humanos), dominar a habilidade ciente para endireitar- o que os habilita a girar quanto possuem apenas se. seus corpos para corrigir 7 semanas de vida. sua posição enquanto Os gatos também são caem, uma habilidade ajudados nas quedas inata conhecida como pelos seus pequenos “reflexo corretivo”. corpos, estrutura óssea Quando um gato pula ou leve e pêlo espesso o Fonte:http:// cai de um local alto, ele que diminui a velocidade ceticismo.wordpress.com usa sua visão ou seu de queda e suaviza o
  • 3. ZOOFANTASY Página 3
  • 4. Página 4
  • 5. Página 5 Carne suína: a mais consumida no mundo! E no Brasil? Atendendo ao pedido do Zoornal o professor Anderson Corassa redigiu uma reportagem com dados sobre a suíno cultura. Prof. Anderson Corassa UFMT-Sinop Segundo dados da Organização Mundial para Alimentação a carne oriunda da produção de suínos é a que apresenta o maior consu- mo por habitante na comparação com as de origem de aves e de bovinos. No ano de 2005 o consumo per capita foi 15,9; 12,6 e 9,4, respectivamente. O que possivelmente aponta estranheza do leitor é que o cenário nacional é diferente. O maior consumo não é de carne suína, pelo contrário, esta é a menos consumida entre as três supracitadas. Sabemos da preferência pela carne bovina na mesa do brasileiro que já é de longa data, mas esta não está mais absoluta neste ranking. Desde o ano de 2006, o consumo per capita de carne de frango vem, ora à frente, ora atrás, tomando o lugar da carne bovina. O que de fato não é simples compreender é a limitada evolução do consumo interno de carne suína, o que contraria a tendência mundial. Os 13,4 kg consumidos por cada brasileiro apontam uma distancia monstruosa ao consumo médio de países como Canadá, China ou Taiwan com valores acima dos 35 kg/ano. É bem verdade que durante um tempo as condições de produção destes animais não eram exatamente as mais indicadas, o que justificaria a repulsa a compra dos produtos dessa origem. No entanto a suinocultura atual, inclusive brasileira, apresenta um panorama totalmente identificado aos preceitos de segurança alimentar. Desde o momento em que passamos a ser um fornecedor de produto ao mercado externo, as exigências em relação às boas práticas de produção vem sendo atendidas como forma de aumentar a comercialização internacional e agregar valor ao produto final. Atualmente, a suinocultu- ra brasileira ocupa a quarta posição no ranking mundial de produtores, ficando atrás apenas de China, Comunidade Européia (com 25 países membros) e Estados Unidos. Mesmo considerando-se que somente 20% da produção nacional é exportada, este volume de 530 mil toneladas segue para diversos países como Rússia, Hong Kong e Ucrânia. Unidade de termi- nação de suínos. Fonte: Indea-MT. Vários fatores respondem por essa participação da carne suína nacional no cenário global. Baixos custos de produção, principal- mente devido a disponibilidade de ingredientes como milho e farelo de soja, e mão-de-obra ajudam a tornar o produto competitivo em termos de preço. O status sanitário do rebanho, livre das principais enfermidades como febre aftosa e peste suína clássica, como no caso de Santa Catarina, permite ultrapassar barreiras estabelecidas pela Organização Mundial de Saúde Animal para cer- tificação quanto a biosseguridade. A segurança alimentar é garantida pelo rigoroso processo de rastreabilidade quanto a origem de cada animal produzido, abatido, processado e enviado ao destino, via identificação dos animais. A cobrança do Ministério da Agri- cultura via agroindústrias vem penalizando qualquer produtor que por ventura não respeite as proibições de produtos que apresen- tam riscos a saúde humana, destinando animais dessa origem a graxarias para produção de farinha de carne e ossos ou mesmo à incineração. Obviamente, todas as considerações anteriores estão relacionadas a carne submetida a inspeção sanitária, seja municipal, estadu- al ou federal. O que ocorre nas marginais regiões interioranas do país, em que animais são abatidos sem obedecer princípios de higiene e profilaxia, distoa do correto e não pode oferecer garantias ao consumidor. É claro, cada cidadão tem livre arbítrio quanto a escolha da compra, mas é preciso saber que os supostos riscos estão justamente naquela carne produzida sem princípios de des- vermifugação, vacinação, uso de fármacos preventivos e medicamentosos, entre outras. Infelizmente muitos consumidores ainda fazem da imagem do “porco” como o animal de produção, diferentemente do que ocorre na prática, onde é a imagem do “suíno” é a correta. Trata-se da mesma espécie, mas as condições em que os animais são criados hoje, em nada lembram aquele animal de vinte ou trinta anos atrás, onde criava-se de qualquer forma e o principal produto era a gordura ou banha. O suíno moderno vem sendo desenvolvido através do melhoramento genético há pelo menos cinco décadas,
  • 6. Página 6 justamente para atender larvar (cisticerco), podem dução confinada, a suinocul- as exigências do consumi- ser os suínos, bovinos, tura oferece risco desprezí- dor, especialmente quanto carneiros, etc. Como o vel em relação a ocorrência ao teor de gordura destes suíno constitui o hospedei- de teníase entre animais animais. No inicio da sele- ro intermediário da tenía- abatidos sob inspeção. Pro- ção, os animais apresenta- se, sua contaminação só va disso foi o levantamento vam de 40 a 45% de carne pode ocorrer pela ingestão realizado por Pedroso de magra e espessuras de dos ovos de tênia do solo Paiva (2005) entre os princi- toucinho de 5 a 6 centrí- ou de alimentos (ou água) pais estados produtores de metos, atualmente obser- contaminados com fezes suínos (tabela 1). vam-se valores de 55 a de pessoas portadoras de Mais recentemente a preo- 65% e 1,5 a 1%, respecti- teníase. A presença de cupação em relação a ocor- vamente. Nos últimos 20 cisticercose em animais, rência da Gripe A H1N1, que anos, o teor de gordura principalmente suínos, erroneamente foi chamada diminuiu 35%, o de calori- demonstra, sempre, condi- de gripe suína, mesmo tendo as em 20% e o de coleste- ções sanitárias inadequa- comprovação de risco zero a rol em 15% (Roppa, 1997). das nos plantéis. Logo, partir do consumo de carne Outro questionamento entendemos que a manei- suína também acabou por ainda presente em alguns ra efetiva de acabar com o limitar o aumento de consu- mercados diz respeito ao ciclo do parasita é a identi- mo da carne suína. risco de contrair teníase e/ ficação e tratamento do Do ponto de vista zootécni- ou cisticerose através do hospedeiro definitivo: o ser co a atividade vem evoluindo consumo de carne suína. humano. Fica claro que fantasticamente ano a ano. Segundo Silva (2005) a trata-se de um problema E isso pode ser comprovado Teníase é a doença causa- de saúde publica, vincula- pelos bancos de dados das da por um parasita chama- do às questões socioeco- principais granjas de produ- do de Taenia solium no nômicas, educação e de ção brasileira. Alias, o pró- caso dos suínos , e Taenia saneamento básico. É prio controle zootécnico tor- saginata no caso dos bovi- essencial frizar que em nou-se rigoroso, sem espa- nos, e que precisam de criações intensivas, o su- ços para equívocos. A anota- dois hospedeiros para posto contato dos animais ção de todos os índices zoo- completar o seu ciclo evo- com dejetos humanos não técnicos em programas de lutivo.Um é o Homem, que existe, além de serem gerenciamento permite ao é o único hospedeiro defi- alvos de constante fiscali- zootecnista maior segurança nitivo da taenia (único a zação de órgãos como na tomada de decisão quan- possuir a fase adulta do secretarias de meio ambi- to à opção genética, momen- verme). ente, Ibama, vigilância to ótimo de abate, ajuste de O outro hospedeiro, cha- sanitária e ministério da alimentos e níveis nutricio- mado de intermediário agricultura. nais, descarte de animais pois nele só ocorre a fase Devido ao regime de pro- improdutivos, treinamento Controle zootécnico de granja com auxilio de palm-top.
  • 7. Página 7 de mão-de-obra, etc. O índice ção Brasileira dos Criadores tos vem mudando a visão do zootécnico chamado “dias de Suínos vem realizando a consumidor, que uma vez não produtivos” reflete este campanha “Um novo olhar bem informado, passa a rigor na produção de suínos, sobre a carne suína”, financi- preferir esta carne. Traba- onde pode-se à partir deste, ando pesquisas científicas e lhos realizados em algumas quantificar e reduzir os dias divulgando as virtudes da redes atacadistas aponta- que cada porca (matriz) este- carne suína. Um dos pontos ram para aumento nas ven- ja na granja sem função fortes da campanha diz res- das de carne acima de 200% produtiva, como gestação ou (ABCS, 2008). lactação, diminuindo os cus- Já é possível encontrarmos tos com alojamento e ali- apresentações extremamen- mentação com animais de te atraentes em nossos mer- menor produtividade. cados como picanha suína, Ao compararmos os valo- filé mignon, prime rib, além res de alguns índices em dos tradicionais costelinha, 1998 do referenciado livro lombo e pernil. Suinocultura Intensiva (Sobestiansky et al., 1998) e os valores apresentados em 2008 por uma empresa de gerenciamento notamos diferenças muito expressivas entre aquilo que foi colocado como meta e o que é realida- de no intervalo de uma déca- da (tabela 2). peito a apresentação do Para justamente contrapor produto nos mercados. Di- estes equívocos a Associa- versidade de cortes e produ-
  • 8. Página 8 Maura Menegon é eleita miss Sinop Grosso 2010. “A respon- acadêmica de zootecnia. Acadêmica de Zootecnia sabilidade é muito gran- e integrante de CAZOO A escolha da miss Sinop de. É a cidade que eu Maura Menegon, 19 foi no ginásio olímpico amo e todas as meninas anos, é a miss Sinop Pasinha. Todas as candi- tinham potencial para 2010. Ela venceu o con- datas desfilaram em representar Sinop e eu curso,disputado por trajes de banho e social. vou fazer o meu melhor mais 11 candidatas. . (no Miss Mato Grosso)”, Maura obteve o maior disse Maura, emociona- número de pontos, dos Fonte: http:// da. Maura reside em www.sonoticias.com.br jurados, e vai represen- Sinop há vários anos e é tar Sinop no Miss Mato Maria Cecília e Rodolfo e Estudavam Zootecnia A nova dupla sertaneja do da não sabe é Maria Cecí- davam zootecnia, e por momento para quem ain- lia e Rodolfo, ambos estu- fim foram convidados para cantar em algumas festas, felizmente o publi- co que acompanhava as apresentações gostaram bastante, o que serviu de estimulo para que os mesmos dessem início a sua carreira como profis- sionais.Fonte:http:// www.blogers.com.br
  • 9. Página 9 Bode é preso acusado de tentar roubar carro na Nigéria É pessoal o mundo do relataram aos policiais da história surreal, o crime não tem limites que, enquanto esta- animal ficou detido na até pod e and a vam fazendo uma pa- delegacia. "Não pode- “roubando” carro. É trulh a, eles vi- mos confirmar a histó- cada uma que me a- ria, mas o bode está parece. sob nossa custódia", A polícia nigeriana afirmou Mohammed. prendeu um bode a- Em algumas partes da pós seguranças alega- Nigéria, nação mais rem que um bandido ram duas pessoas populosa da África, que estava em fuga tentando roubar um muitas pessoas acre- Seguranças afirmaram veículo. ditam em feitiçaria. havia se transformado à polícia que bandido se no animal depois de De acordo com Mo- Após a prisão do ani- transformou no animal. tentar roubar um carro hammed, os seguran- mal, muitos nigerianos Mazda, de acordo com ças contaram ainda têm ido até a delegaci- Em algumas partes da a emissora britânica que "perseguiram os a para ver o bode e Nigéria, muitas pessoas criminosos, mas um poder fotografá-lo. "Sky News". acreditam em feitiçaria. Segundo o porta-voz deles escapou en- da polícia no estado quanto o outro se Fonte: de Kwara, Tunde Mo- transformou em um http://g1.globo.com/Not hammed, os vigilantes bode". Apesar icias/PlanetaBizarro Cadela amamenta porquinhos órfãos em fazenda nos EUA 'É bom ver coisas boas na vida e essa é uma delas', disse Angel Roman. Cena pouco comum acon- teceu em uma fazenda no estado da Flórida Uma cena pouco co- seus próprios filhotes. tanto, segundo ele, a mum chama atenção "É incrível, é fantástico. cadela "Tequilla" mos- em uma fazenda no É bom ver coisas boas trou instinto maternal e Condado de Lee, no na vida e essa é uma passou a amamentar estado da Flórida delas", disse Angel Ro- os suínos. (EUA). A cadela chama- man, amigo do proprie- da "Tequilla" tem ama- tário da fazenda, Jim mentado, além de seus Favreau. oito filhotes, uma ni- nhada de porquinhos O dono da fazenda con- órfãos, segundo a e- tou que resgatou os missora de TV "NBC 2". porquinhos recém- Mistura das raças rott- nascidos na última a weiler e pit bull, segunda-feira, após a "Tequilla" amamenta os morte de sua mãe, em leitões como se fossem um aguaceiro. No en-
  • 10. Página 10 Acadêmicos da 7ª fase de Zootecnia realizam visita técnica a Anhambi Alimentos ingredientes, diversidade zindo as farinhas de pe- Em 16 de novembro a de ingredientes e formula- nas e sangue e farinha de turma da 7ª fase de Zoo- ções utilizados na nutri- vísceras, utilizados na tecnia da UFMT-Sinop ção de animais monogás- própria fábrica de rações. realizaram visita técnica a tricos; além de pesagem, A visita foi considerada empresa Anhambi Alimen- moagem, pré-mistura, excelente e evidenciou a tos Ltda em Sorriso-MT. A mistura e expedição de importância da visão zoo- visita faz parte da discipli- rações. Também foi possí- técnica no processo de na Nutrição e Alimenta- vel conhecer o processo confecção de rações que ção de Não Ruminantes e de aproveitamento de sub é um dos mais importan- teve como objetivo conhe- -produtos da agroindús- tes na produção animal. cer as instalações da tria, via graxaria, produ- fábrica de rações de uma das maiores empresas avícolas do estado. Atuan- do no setor de produção, abate e comercialização de frangos de corte, a Anhambi Alimentos Ltda está presente no norte de Mato Grosso desde 2002 e abate, nesta planta, aproximadamente 900 mil aves/mês. Na visita, os acadêmicos puderam conhecer os processos de recebimento e armazena- gem de matérias primas, controle de qualidade de Este artigo pode conter de Se fizer uma distribuição um funcionário ou de clien- A visita foi considerada 100 a 150 palavras. interna, poderá analisar tes importantes. excelente e evidenciou a Os temas dos boletins infor- novos procedimentos ou importância da visão mativos são bem variados. melhorias no gerenciamento. zootécnica no processo de Você pode incluir artigos Inclua totais de vendas ou confecção de rações que é sobre novos avanços e des- lucros para mostrar o cresci- um dos mais importantes cobertas tecnológicas em mento da empresa. na produção animal. sua área. Alguns boletins informativos Se preferir, poderá fazer contêm uma coluna atualiza- observações sobre as ten- da a cada edição: uma colu- dências comerciais ou eco- na de dicas, crítica literária, nômicas ou previsões para uma carta do presidente ou clientes. um editorial. Você também poderá fornecer o perfil de Título do artigo interno Acadêmicos da 7ª fase de Zootecnia e Professor Anderson Corassa
  • 11. Página 11 Tecnologia usada pelos produtores holandeses para ordenhar, o robô ordenhadeira. Muitos fazendeiros na Holanda não orde- Quem possui esse equi- nham mais suas vacas pamento gasta cerca de , deixam o serviço para 20% a mais de energia um robô.A ordenha é na propriedade, só que automática, feita por dispensa funcionários , um sistema utilizando essa economia é siquini- um robô, pelo qual a ficativa.Um funcionário retirada do leite ocorre na Holanda pode custar de forma espontânea, até 4 MIL euros por mas inteiramente con- mo recompensa, rece- mês.O custo de manu- trolada. Eric conta que bem ali uma dose de tenção do robô é de 3 tal prática está comple- concentrado fornecida mil euros por ano já in- tando três anos, e ele de acordo com sua mé- cluindo 6 visitas dos téc- está muito satisfeito. dia de produção. Tais nicos do fabricante. www.acervozoo.blogspot.com "Deixa a família livre informações são trans- para outras tarefas", mitidas por um trans- No blog acervo zootécni- cita. As vacas mantidas ponder que levam ao co tem um vídeo que num free-stall dispõem pescoço, o qual registra mostra o funcionamento do espaço reservado ao todas suas ações.O va- da ordenhadeira robô. equipamento todas as lor desse “funcionário” Acessem e tenham mais vezes que sentem ne- robotizado de cerca informações sobre essa cessidade de se livrar 100 MIL euros, é um nova tecnologia o vídeo do leite produzido. Co- investimento bem alto . é bem legal. Cavalo de 2,03 metros bate recorde como mais alto do mundo Animal come dois far- O cavalo chamado Re- dos de feno e bebe mington, que vive no 150 litros de água por estado do Texas (EUA), dia.Antigo recordista foi confirmado na sema- era Radar, que mede na passada pelo Guin- 2,01 metros de altura. ness, livro dos recordes, como o mais alto do alto mundo. Ele mede 2,03 metros e pesa 1,36 tonelada, segundo reportagem do jornal “Dallas Morning News”. http://g1.globo.com/g1/planeta-bizarro/ Galinha coloca ovos gigantes em escola britânica Uma galinha coloca regu- las. "Ficamos espantados 340 gramas e foi registra- larmente ovos gigantes em quando ela começou do em 1896, na Inglater- http://g1.globo.com/g1/planeta- uma escola no Reino Uni- a colocar esses enormes ra.Além de Little Lil, a esco- bizarro/ do. Eles têm cerca de 10 ovos, ficamos imaginando la conta com outras três centímetros de diâmetro -- como ela consegue", disse galinhas --Tia Madge, Tia mais do dobro do tamanho ela. Os ovos colocados Edie e Tia Doreen--, mas do normal--, segundo o por Little Lil chegam elas normalmente colocam jornal inglês "Daily Telegra- a pesar mais de 225 gra- ovos medindo entre quatro ph".Segundo a professo- mas --em média, os ovos e sete centímetros. ra Kate Farminer, de 54 pesam 60 gramas. Segun- Na escola, estudam crian- anos, a escola tem quatro do o Guinness, livro dos ças com idade entre 4 galinhas, mas Little Lil, recordes, o maior ovo colo- e 11 anos.Ovos colocados (Foto: Reprodução/Daily Telegraph) como é chamada, é de cado por uma galinha do por Little Lil têm cerca de longe a menor de- mesmo tipo é de cerca de 10 centímetros de diâmetro.
  • 12. Página 12 RECEITA DO ZOORNAL: Cachorro-Quente Universitário Ingredientes Batata-palha. Depois acrescente os paco- tinhos de molho de tomate. 2kg de salsicha (ah! essa pelo menos você já imagi- Modo de preparo do cachorro: nava que iríamos usar!). Antes de colocar as salsi- Frite a cebola no óleo até chas jogue água quente na ela ficar escurinha. para retirar o corante que 3 pacotinhos de molho de tem nela ...ouvi dizer que tomate. alguém disse que dá cân- Corte os 4 tomates e colo- cer hehehe (e hoje em dia 4 tomates. que na panela junto com a o que não dá né?); cebola e deixe cozinhar até Depois de pronto coloque forma o molho . toda gororoba no pão junto 1ª cebola cortada em cubi- com á batata palha. Pron- nhos. to!!! É só comer !! heeh Uma lata de milho verde. Pão para cachorro-quente ou pão francês mesmo ( fica até mais barato). Cerca de 250 mil abelhas são removidas de casa em Miami Especialistas retiraram dentro dos muros de sua eram africanas. Mary cerca de 250 mil abelhas casa.Especialista em Olarte disse que foram Abelhas foram mortas que estavam escondidas remoção de abelhas, recolhidos mais de 100 devido ao receio de nas paredes da casa da Willie Sklaroff disse que quilos de mel e cera nas norte-americana Mary Olar- as abelhas encontradas colméias encontradas que fossem africanas. te, em Miami, no estado da foram mortas devido ao Mary Olarte disse que Flórida (EUA), segundo re- receio de que fossem portagem do jornal "Miami africanas, pois e- foram recolhidos mais Herald". A mulher disse las acabam matando de 100 quilos de mel e que não prestou atenção exemplares de outras cera quando abelhas começa- espécies.No entanto, ram aparecer mortas no segundo o "Miami He- lado de fora de sua resi- rald", a análise feita nas dência. Ela só ficou preocu- abelhas depois que fo- pada quando um operário ram mortas com pestici- descobriu três colmeias das indica que elas não Título do artigo interno
  • 13. Página 13 Raças : Piau - Raça Suína Padrão da Raça -Média de leitões aos 21 dias Foi a primeira raça nativa a – 7,06 ser registrada no livro do -Peso médio da leitegada aos Origem: Brasil (GO, MG e PBB, em 1989, em caráter 21 dias (kg) – 38, SP) de cadastro inicial, de acordo Pelagem: Oveira (Branca- com a aprovação do MA, em 28 de setembro de 1986. De 1989 a 1995, já foram registrados na ABCS, 1.250 suínos nos estados do RS, S C e P R . É uma raça que se caracteri- za pela sua rusticidade. Nos 4 últimos anos não houve registro genealógico da raça. Orelhas: Intermediárias entre Ibéricas e Asiáticas Perfil Cefálico: Retilíneo e Subconcavilíneo. 1 – Produtividade da fê- mea -Nº de leitegadas – 31 -Média de leitões nascidos – 9,52 Raça Charolês A raça Charolês é originária de dois milhões. Em 1989, Charolês foi considerada só as fêmeas já eram um pelos técnicos um modelo de da França, mais precisamen- milhão e setecentos mil, no estudo para implantação, no te de Charolais e Brionais, total do seu rebanho. O Herd país, de quaisquer outras Departamento de Saône-et- Book Francês, desde a déca- raças. No restante da Euro- Loire, no Distrito de Charol- da passada, concedeu-lhe o pa seu nível de aceitação é les. Muito antiga, dela exis- primeiro lugar entre todas as também muito grande. tem pré-históricos na Suíça. demais raças, com grande Nas Américas, os Estados Desenvolveu-se na França a vantagem sobre o universo partir do século XVIII, como Unidos e o Canadá oferecem de animais registrados. excelente fornecedor de exemplo de rico e seleciona- carne e animal de tração. Na África, após excelente do plantel, com posição de Por ser bovino musculoso, adaptação, o Charolês tem destaque nas diversas expo- sem tendência a depositar sido adotado para cruza- sições oficiais. A Argentina gordura na superfície, sua mentos industriais, principal- dedicou divulgar atenção à seleção começou a ser ori- mente com gado Brahman. raça e hoje já existe inclusi- entada há três séculos. Na Península Ibérica os li- ve um padrão racial específi- A melhora da qualidade vros especializados desta- co, como veremos mais cam seu grande valor e a adiante. O Uruguai entra permitiu, de 1920 em dian- alta cotação de sua carne no com alto índice de valoriza- te, a opção do Charolês mercado. Na Rússia, o cru- ção deste gado e o seu reba- unicamente como gado de zamento com raças autócto- nho é bastante desenvolvi- corte. O aperfeiçoamento de nes tem entusiasmado os do, tendo considerável influ- sua estrutura corpórea, criadores pelos magníficos ência na formação do plantel espessura da abundante exemplares obtidos. Na Grã- brasileiro. massa muscular, peito pro- Bretanha, a introdução do fundo, membros longos, favoreceram muito a criação da raça - facilitavam seu deslocamento nas pastagens em busca de água em pon- tos mais distantes. Atualmente, 68 países dos cinco continentes e sob os mais variados climas têm no Charolês uma raça privilegi- ada. Na França, em pouco mais de 50 anos, o plantel de um milhão de cabeças - anotado em 1920 - passou
  • 14. Página 14 DOPER O Dorper é uma raça da fator limitante para a três partos em dois a- África do Sul criada nos produção. Um bom ad- nos, uma ovelha Dorper anos de 1930 através ministrador pode organi- poderá produzir 2,25 do Dorset Horn e do zar o manejo na proprie- cordeiros em um ano. Blackheaded Persian. A dade de modo que os O cordeiro Dorper raça foi desenvolvida cordeiros possam ser cresce rapidamente e para as regiões extensi- produzidos durante todo alcança um peso eleva- vas e áridas da África do o ano. A raça é fértil e a do no desmame, o que é Sul. Apresenta alta ferti- porcentagem de ovelhas uma característica eco- lidade, bom comprimen- gestantes após uma nomicamente importan- to de corpo que é cober- estação de monta é rela- te na produção de ovi- to por pêlo curto e lã. A tivamente elevada. O nos tipo carne. Um peso raça tem a cabeça preta vivo de aproximadamen- (Dorper) ou branca te 36 Kg pode ser alcan- (White Dorper). Além çado pelo cordeiro Dor- disso, mostra adaptabi- per com uma idade de 3- lidade, resistência, taxas 4 meses. Isto assegura excepcionais de reprodu- uma carcaça de qualida- ção e crescimento de elevada de aproxima- (alcançando 36 quilogra- damente 16 Kg. Este mas em três ou quatro peso está associado meses) e alta habilidade com o potencial de cres- materna. cimento inerente do cor- A raça Dorper foi deiro Dorper e com a desenvolvida através do sua habilidade de pastar cruzamento da ovelha precocemente. Blackhead Persian com O Dorper é bem a- o Dorset Horn que resul- intervalo entre partos daptado a uma varieda- tou no nascimento de pode ser de oito meses. de de condições climáti- alguns cordeiros Dorper Conseqüentemente, sob cas e de pastejo. Esta totalmente brancos. A condições de boas pas- raça foi desenvolvida diferença na cor permite tagens e manejo ade- originalmente para as que o criador tenha a quado, a ovelha Dorper regiões mais áridas da sua preferência. Cerca pode parir três vezes em República mas, atual- de 85% dos criadores de dois anos. Uma porcen- mente, estão largamen- Dorper, membros da tagem de parição de te espalhados por todas Sociedade de Criadores 150% pode ser alcança- as províncias. Embora da Raça Ovina Dorper da da em rebanhos bem desenvolvida para cria- África do Sul, criam o criados e, em casos ex- ções extensivas, respon- Dorper de cabeça preta. cepcionais, esta taxa de bem em condições A raça Dorper é, nu- pode ser de 180%. Sob intensivas de produção. mericamente, a segunda circunstâncias extensi- O Dorper é uma raça raça mais criada na Áfri- vas, a porcentagem de fácil de criar. Sua pele é ca do Sul e se espalha parição é de 100%. Em coberta por uma mistura por muitos outros paí- um rebanho que contem de pêlo e lã. A pele gros- ses. um grande número de sa protege os ovinos das Aptidão: O Dorper é um borregas, a porcentagem condições climáticas ovino produtor de carne, de parição será em torno adversas e é muito valo- entretanto, suas exigên- de 120%. Se for conside- rizada. No mercado é cias nutricionais não são rada uma taxa de pari- conhecida com o nome tão altas. Esta raça tem ção de 150% (alta inci- de Cape Glovers. uma estação reprodutiva dência de parto gemelar) longa, portanto, a esta- e um manejo que permi- cionalidade não é um ta que a ovelha tenha Fonte: http://www.crisa.vet.br/raca_2001/dorper.htm
  • 15. Página 15 Mato Grosso busca parceria com Embrapa para desenvolvimento da caprinocultura e ovinocultura Nos próximos dias 3 e 4 levantadas nos municí- tado. Ao final do encontro, de dezembro, os pesqui- pios. Esses consórcios será apresentada propos- sadores Marco Bomfim, deverão promover as ta de trabalho de valida- Selmo Fernandes e Fer- cadeias produtivas com ção e transferência de nando Reis, da Embrapa maior potencialidade na tecnologia por meio de Caprinos e Ovinos partici- região, entre elas as de capacitação continuada pam, em Cuiabá, de um caprinocultura e ovinocul- de Agentes de Desenvolvi- workshop promovido pelo tura. Uma parceria entre mento Rural. governo do Mato Grosso a Embrapa e o Estado de com o objetivo de alavan- Mato Grosso está sendo proposta para a elabora- Adriana Brandão car o desenvolvimento da criação de caprinos e ção de um projeto com Jornalista - Embrapa Capri- ovinos no Estado. ênfase na capacitação nos e Ovinos continuada de técnicos MTb CE01067JP O governo do Mato Gros- multiplicadores. so incentivou a criação de (88)3112.7503 15 consórcios intermuni- Durante o evento serão Agência de Notícias de Capri- cipais de desenvolvimen- apresentados a situação nos e Ovinos to econômico e sócio- na caprinocultura e ovino- cultura no Brasil e no http://anco.cnpc.embrapa.br ambiental, a fim de inte- grar ações de governo e mundo, no Mato Grosso e criar estratégias para principais tecnologias e Gentileza : Zoot. Paulo de atender as demandas conhecimentos indicados Tarso pela Embrapa para o Es- INFORMATIVO SEMANAL DO INDICADOR DE PREÇO DO CORDEIRO PAULISTA Gentileza : Zoot. Paulo de Tarso Título do artigo interno
  • 16. Página 16 Cotações 09/12 09/12 09/12 FONTES: http://www.imea.com.br/.... http://www.noticiasagricolas.com.br
  • 17. Contato:cazootecnia@ufmt.br Responsável: Thiago Santana Cotrim Secretário De Comunicação CAZOO SINOP

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