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Absolutismo e Mercantilismo numa sociedade de ordens

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O Antigo Regime Presentation Transcript

  • 1. ABSOLUTISMO E MERCANTILISMO NUMA SOCIEDADE DE ORDENS
  • 2. Desde a Idade Média que os reis pretendiam uma diminuição do poder dos nobres, tentando concentrar nas suas mãos o maior número de funções e actividades por forma a fortalecer o seu próprio poder e a enfraquecer o poder dos seus adversários. Defende-se a origem divina da autoridade do rei (vem de Deus). O rei absoluto: O ABSOLUTISMO
  • 3. A SOCIEDADE DO ANTIGO REGIME
  • 4. O fortalecimento de um Estado assentava na maior concentração de riqueza. Ora se esta riqueza vinha do comércio colonial e, portanto, das transacções comerciais, o Estado não podia deixar de intervir no comércio. Esta intervenção, com interesses políticos, denomina-se Mercantilismo . Segundo os seus teorizadores, a riqueza de um Estado é directamente proporcional à existência de metais preciosos nesse mesmo Estado. Quanto mais ouro e prata possuísse um país, maior riqueza poderia alcançar, já que poderia cobrar mais impostos aumentando as suas riquezas (teoria metalista). O COMÉRCIO COLONIAL E O MERCANTILISMO Países Mercantilistas Países Mercantilistas ouro Prata ouro Não! Sim! Prata
  • 5. O MERCANTILISMO Países Mercantilistas
    • Proibição à entrada de produtos manufacturados.
    • Procura-se obter uma balança comercial favorável.
    • lançamento de impostos aduaneiros muito elevados, sobre a importação de produtos manufacturados,
    • instituição de prémios ao comerciante com mais exportações,
    • ajuda ao desenvolvimento industrial (subsídios, privilégios e desenvolvimento das manufacturas, para que se melhore a produção nacional e assim se aumente o número de produtos a exportar).
    Como:
  • 6. O PERÍODO MERCANTILISTA EM PORTUGAL
    • Defensores :
    • Manuel Severim de Faria, simpatizante das práticas mercantilistas inglesas;
    • Duarte Ribeiro de Macedo ( Discurso sobre a Introdução das Artes em Portugal ), defende a criação da manufactura de tecidos, espelhos e artigos de luxo com vista a evitar exportações.
    • A ideia proposta por estes dois homens foi posta em prática por D. Luís de Menezes , 3º Conde de Ericeira, no reinado de D. Pedro:
    • Contrata artífices ingleses para virem ensinar em Portugal,
    • Procura desenvolver as indústrias de lã na Covilhã e Portalegre. Melhora também o fabrico de colchas de Castelo Branco e da seda em Vila Real.
    • Cria ainda medidas proteccionistas, aumentando as tarifas aduaneiras aos produtos estrangeiros.
    • Lança pragmáticas (leis que proibiam a compra no estrangeiro de produtos de luxo).
  • 7. Os grandes proprietários do vinho do Porto, entre estes, o Marquês do Alegrete e o Duque do Cadaval, tinham enorme poder económico e político. Deste modo, conseguiram que o Conselho da Fazenda se opusesse à política manufactureira. Também a descoberta do ouro do Brasil acende a cobiça dos ingleses, pois viam uma nova fonte de receitas em metal sonante. O FALHANÇO DAS IDEIAS MERCANTILISTAS EM PORTUGAL
  • 8.
    • É no seguimento desta descoberta, que é assinado o Tratado de Methuen. Celebrado em 1703 entre D. Pedro II e a Inglaterra, estabelecia a obrigatoriedade da Inglaterra comprar o vinho do Porto, pagando este apenas 2/3 dos direitos pagos pela França. Portugal não poria obstáculos à entrada dos lanifícios ingleses.
    • Este tratado vai ser bastante prejudicial para Portugal:
    • Destruição das manufacturas que começam a nascer,
    • Impedimento do desenvolvimento industrial,
    • Alargamento do plantio da vinha a zonas destinadas aos cereais,
    • Aumento das importações aos ingleses,
    • Saída de grandes quantidades de ouro brasileiro para pagar as importações.
    • (Falência das primeiras tentativas mercantilistas portuguesas)
    O FALHANÇO DAS IDEIAS MERCANTILISTAS EM PORTUGAL
  • 9. Os homens do séc. XVIII pretendem um tipo de governo que podendo ser presidido por um monarca, deveria ser regido em benefício do povo. O monarca iluminado, podendo governar sem o povo (daí a designação de Despotismo), tem que o fazer a favor do povo e não das ordens privilegiadas. Este sistema de governo é o Despotismo Esclarecido , que em Portugal foi exercido pelo Marquês de Pombal, em nome do rei D. José I. Segundo o Marquês de Pombal, o governo devia ser exercido de acordo com a razão, o que era contrário a certas ideias das ordens privilegiadas. Assim, era necessário reformar todo o sistema de governo, criando novas instituições, submetendo os grupos privilegiados ao Estado e reformando a Justiça e o Ensino. POMBAL E O DESPOTISMO ESCLARECIDO
  • 10. AS REFORMAS POMBALINAS
    • Submissão de todos os grupos
    • Execução de alguns nobres (Marquês de Távora, Duque de Aveiro...);
    • Expulsão dos Jesuítas,
    • Extinção da Inquisição,
    • Abolição do termo “Cristão Novo”.
    • Reforma da Justiça
    • Uniformização da lei (todos são iguais),
    • Abolição de privilégios do Clero e da Nobreza, que eram prejudiciais ao reino.
  • 11.
    • Novas Instituições
    • Junta do Comércio para controle da actividade comercial (1755),
    • Intendência Geral da Polícia (1760),
    • Erário Régio (1761) para recolha dos impostos do Estado,
    • Real Mesa Censória (1768).
    • Política de fomento industrial
    • (nova crise em 1760, leva a uma nova política mercantilista):
    • Concessão de títulos de nobreza a comerciantes,
    • Criação de Companhias de Comércio (Companhia de Grão Pará e Maranhão, Companhia das Vinhas de Alto Douro...),
    • Reorganização das manufacturas existentes e criação de novas (de lã, vidros, louças...)
    AS REFORMAS POMBALINAS
  • 12.
    • Reconstrução de Lisboa após o terramoto de 1755
    • Obras a cargo dos Eng. Carlos Mardel e Eugénio dos Santos,
    • Todas as casas eram semelhantes em largura e altura, simples e baratas,
    • As ruas eram de largura desigual, consoante a sua importância,
    • Criação de um sistema de esgotos e abastecimento de água.
    • Reforma do Ensino
    • Extinção da Universidade de Évora,
    • Remodelação dos Estudos Jurídicos e Teologia ,
    • Modernização dos Estudos de Humanidades e Ciências,
    • Criação de novas faculdades (ex. Matemática), laboratórios (Física e Química) e o Jardim Botânico)...
    AS REFORMAS POMBALINAS