A Expansão marítima

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9 comments

Comments 1 - 9 of 9 previous next Post a comment

  • + guest74ce5ba Bruno Andrade 4 weeks ago
    vcs s]ao d++ gostei muito do seu trabalho parabéns..
  • + guest91902e guest91902e 6 months ago
    parabens nao sao poucos que fazem um trabalho assim e RARO...SUSEN KELY
  • + guesta42131 guesta42131 7 months ago

    com isto aprendi muito mais do que ja sabia este site dame muito jeito para a materia de historia

    laura=)
  • + guest263c39 guest263c39 8 months ago
    vou pegar pa mim pa apresentar
  • + guest8abf385 guest8abf385 8 months ago
    A apresentação esta ótima!
    Parabéns!
  • + guest139a3319 guest139a3319 9 months ago
    otimo
  • + guest19b3f9 guest19b3f9 11 months ago
    Acho que está uma apresentação fabulosa que resume todos os Descobrimentos portugueses: o bom e o mau da expansão portuguesa. Parabéns!
  • + guest5e787f guest5e787f 11 months ago
    porcaria
  • + guest8e7d8d guest8e7d8d 2 years ago
    isso é uma bosta
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A Expansão marítima - Presentation Transcript

  1. A EXPANSÃO MARÍTIMA
  2.  
  3. PERÍODO HENRIQUINO (INFANTE D. HENRIQUE) • Conquista de Ceuta (1415), cidade escolhida pela sua: l ocalização geográfica e pela sua localização estratégica. • Viagens marítimas de descoberta da Costa Africana (1434 – Gil Eanes dobra o Cabo Bojador; 1441, Nuno Tristão chega ao Cabo Branco e em 1460 Diogo Gomes atinge a Serra Leoa). • Reconhecimento e exploração dos recursos naturais dos arquipélagos atlânticos. • Colonização dos arquipélagos atlânticos, sob o regime de capitanias-donatárias. • Sistema de monopólio atribuído ao Infante D. Henrique (é ele quem controla o comércio).
  4. PERÍODO DE D. AFONSO V • Retorno à política de conquista das cidades marroquinas (Arzila, Alcácer-Ceguer e Tânger). • No litoral africano criam-se feitorias: de Arguim e S. Jorge da Mina, importantes postos de ligação entre Portugal e África. • Relações amistosas com os reis africanos. • Comércio de escravos, ouro, marfim, malagueta, peixe... (trocadas por sal, tecidos e objectos variados). • Entrega da expansão a particulares (arrendamento da costa africana a Fernão Gomes), com a condição de continuarem as descobertas na costa africana. Fim do monopólio régio.
    • PERÍODO DE D. JOÃO II
    • • O comércio colonial torna-se definitivamente monopólio da coroa.
    • • Continuam as descobertas africanas (em 1488 Bartolomeu Dias dobra o Cabo das Tormentas, que passa a designar-se por Cabo da Boa Esperança).
    • • Assinatura do Tratado de Alcáçovas, que divide o mundo pelo paralelo das Canárias (a sul ficariam as terras portuguesas).
    • • Cristovão Colombo descobre as Antilhas, ao serviço de Castela.
    • • Assinatura do Tratado de Tordesilhas (o mundo é divido por um meridiano em duas partes, a Oriente para Portugal, a Ocidente para Castela).
    • Verifica-se uma verdadeira diáspora portuguesa.
  5. PERÍODO MANUELINO (D. MANUEL I) • Vasco da Gama descobre o caminho marítimo para a Índia. • Pedro Alvares Cabral (re)descobre o Brasil. • O Oriente é controlado politicamente graças à criação do cargo de vice-rei (D. Francisco de Almeida e D. Afonso de Albuquerque). • O rei D. Manuel funda o mais importante entreposto português de controle comercial régio: a Casa da Índia • Goa torna-se a sede da administração no Oriente. • Funda-se uma feitoria em Antuérpia, de onde os produtos são distribuídos para toda a Europa.
    • PERÍODO MANUELINO (D. MANUEL I)
    • Domínio do Oriente
    • 1505-1509 - Francisco de Almeida: entendia que a força de Portugal devia assentar numa forte esquadra e no domínio de importantes rotas do Índico (domínio dos mares). Manteve permanentemente uma frota no Oceano Índico e estabeleceu o sistema de licenças pagas (cartazes) para todos os navios mercantes que não fossem portugueses. Era a política do Mare Clausum.
    • PERÍODO MANUELINO (D. MANUEL I)
    • Domínio do Oriente
    • 1509-1515 - Afonso de Albuquerque: defendia a existência de uma armada poderosa, mas também a conquista de praças importantes. Assim, procura dominar pontos estratégicos em terra: Goa; Ormuz e Malaca. A política deste vice-rei é de concretização da conquista. Para isso leva a cabo uma acção de miscigenação (casamento entre portugueses e indianas).
  6. PERÍODO DE D. JOÃO III A exploração do Brasil 1ª FASE: entre 1503 e 1530 . Regime de arrendamentos a cristãos-novos que exploram essencialmente o pau-brasil. A exploração foi entregue a um grupo de burgueses, em que se destacava Fernão de Noronha, que - em troca do comércio do pau-brasil, madeira que abundava nas terras brasileiras - se comprometeu a desbravar 300 léguas da costa por ano.
  7. PERÍODO DE D. JOÃO III A exploração do Brasil 2ª FASE: entre 1530 e 1548 . A decadência do comércio oriental, a lucrativa exploração de pau-brasil e os ataques da pirataria francesa ao território levaram D. João III, em 1534, a implantar o sistema de capitanias. Assim, este monarca dividiu o território brasileiro em várias faixas paralelas, entregando-as a 12 capitães-donatários, com amplos poderes sobre os territórios (excepção feita à cunhagem de moeda).
  8. PERÍODO DE D. JOÃO III A exploração do Brasil 3ª FASE: a partir de 1548 . Descoberta do tabaco”. Governo Geral entregue a um Representante Real. Tomé de Sousa tornou-se, então, o primeiro governador-geral do Brasil. O Brasil conheceu um rápido desenvolvimento: milhares de colonos e muitos missionários, servindo-se de índios, mestiços e escravos africanos, arrotearam terras, expandiram culturas agrícolas (em particular a cana-de-açúcar), fundaram povoações e divulgaram a fé cristã. Entre os missionários, merecem destaque os jesuítas. O tabaco torna-se moeda de troca para a compra dos escravos. A partir de 1642 a exploração desta cultura passa a ser livre. A partir de 1674 D. Pedro, por necessidades do erário régio, lança um imposto sobre o consumo do tabaco, em princípio por seis anos, mas que se torna definitivo.
  9. ORGANIZAÇÃO DOS ESPAÇOS COLONIAIS E FORMAS DE EXPLORAÇÃO ECONÓMICA
    • A partir da conquista de Ceuta, Portugal torna-se cabeça de um vasto império diferente de todos os que tinham existido até então: é descontínuo e disperso, predominantemente comercial, encerrando em si diversas culturas e cuja forma de domínio está adaptada à realidade dos locais conquistados:
    • Na costa ocidental de África são fundadas feitorias apoiadas por fortalezas.
    • Nos arquipélagos atlânticos, a colonização foi realizada segundo um sistema de Capitanias- Donatárias , o mesmo acontecendo com o Brasil.
    • Na Índia e Extremo-Oriente, geram-se formas de domínio estabelecidas através de uma intrincada rede de feitorias, vigilância dos mares e criação do posto de Vice-Rei .
    • O Atlântico substitui o Mediterrâneo.
    • Lisboa e Sevilha são os grandes portos do comércio além-mar.
    • As artérias de circulação ou rotas do comércio marítimo português até 1490 são:
    • A Rota da Costa Africana - Guiné e Mina, englobando os arquipélagos atlânticos.
    • A Rota do Atlântico Norte - de Lisboa à Flandres e Norte da Europa - centrada na feitoria de Bruges.
    • O séc. XVI abrange novos espaços e novas rotas:
    • A Rota do Atlântico Nordeste - a Terra Nova - representa o espaço da pesca do Bacalhau que será daqui por diante o complemento indispensável da alimentação.
    • A Rota do Atlântico Central e Sul - Brasil - a rota do pau-brasil, do açúcar e do tabaco.
    • A Rota do Cabo ou das Especiarias - que liga o Ocidente ao Oriente. Com este traçado, Portugal substitui os Italianos no tráfico das especiarias, no mercado europeu.
    • A rota de Manila – que liga Acapulco a Manila (rota espanhola).
      • Desenvolve-se o comércio, que passa a ser à escala mundial (e designado como comércio triangular).
      • O desenvolvimento do comércio iminui a produção interna do reino. A agricultura é abandonada e o artesanato é quase inexistente.
      • O rei é o principal empresário colonial .
      • Desenvolve-se a Economia de Transporte ou Política de Transporte.
    • A nível social e demográfico:
      • Reforço do poder do rei.
      • A Burguesia ascende na escala social.
      • Expansão do Cristianismo.
      • O tráfico negreiro (de escravos) aumenta.
      • Aumenta a emigração para as áreas descobertas.
      • Desenvolve-se a política de miscigenação (casamento entre colonizadores e colonizados).
    • No q uotidiano:
      • Introduzem-se novos hábitos na culinária – uso das especiarias.
      • Introduzem-se novas culturas como o ananás, o milho grosso, o cacau, a batata...
      • Generaliza-se o uso do tabaco.
      • Transformações ao nível do vestuário.
      • As línguas europeias espalham-se por todo o mundo.
      • Desenvolvem-se as ciências e a técnica: Medicina, Ciências Naturais, Náutica...
      • Conhece-se a verdadeira forma do globo terrestre e terminam as fábulas e lendas.
      • O saber livresco (característico da Idade Média) é substituído pelo valor da observação e da experiência – surge o Renascimento.
      • A arte passa a ser uma mistura da arte europeia com elementos indígenas (em Portugal surge o Manuelino, arte típica dos descobrimentos).
  10.  

+ cattoniacattonia, 3 years ago

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