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Relatório sobre a Feira e equipamentos, projetos, e tecnologia
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Relatório sobre a Feira e equipamentos, projetos, e tecnologia

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Feira de exposições durante a Expocatadodores 2009

Feira de exposições durante a Expocatadodores 2009

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  • 1.   A feira   Feira de projetos, produtos e serviços de organizações de catadores de todo o Brasil recebeu  cerca  de  1.300  visitas  diárias  de  moradores  da  região,  profissionais  liberais  e  pesquisadores,  além das instituições diversas a seguir:  ABES  ACESSO ILIMITADO ME  AGENCIA  DES ECON ABC  ALERIS LATASA  ASCANOVI  ASMATO  ASSOCIACAO DE SENS.AMBIENTAL  BAHIA PET RECICLAGEM LTDA  BANCO DO BRASIL  BR MAIS 10 AMBIENTAL  BRASIL RESPONSAVEL  C.HELIO DE SOUZA  CAIXA ECONOMICA FEDERAL  CAMARA DOS DEPUTADOS  CECCO  CEM  CGM  CONFEP  CONSEG BELA VISTA BIXIGA  CONSORCIO DO ABC  CONSULADO DA MULHER  COOPAR/FEBRACOM  COOPERLINIA AMBIENTAL  COOR FORMACAO  CRCA  DATAPREV EMPRESA DE TECNOLOGIA E INFORMACOES DA PREVIDENCIA  ECO ATITUDE ACOES AMBIENTAIS  ECOBIOPLANT 
  • 2.   ECOOIDEIA  EMSULB  ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA ‐ ESP  ETE ALBERT EINSTEN  FLACIPEL  FORUM COLETA SELETIVO  FORUM PARA O DESENVOLVIMENTO DA ZONA LESTE  FUNDACAO ALPHAVILLE  FUNDACAO BANCO DO BRASIL  FUNDACAO GETULIO VARGAS  FUNDACION AVINA  GA TRADE BRAZIL  GRAFICA PR  HPA  IBRAES  IFP  INCOOP  INCOOP/UFSCAR  INEA  INNOVA  INSTITUTO POLIS  INSTITUTO RECICLA CIDADAO  IPESA  JOHNSON & JOHNSON  LMX PET  MAX EBERHART V.D LTDA  METAMORFOSE LOBO  MULLER E CAMACHO  ONG VIVA A RECICLAGEM  ORGANIZAÇÃO DE AUXILIO FRATERNO  OSCIPTERCON BRASIL  PREF MUN SAO CAETANO DO SUL  PREF MUNICIPAL DE JAGUARIUNA 
  • 3.   PREF. MUNIC. SUMARE  PREFEITURA DE DIADEMA  PREFEITURA DE GUARULHOS  PREFEITURA MMUNICIPAL S. JOSE DOS CAMPOS  PREFEITURA MUNICIPAL DE AMERICO BRASILIENSE  PREFEITURA MUNICIPAL DE CAMPINAS  PREFEITURA MUNICIPAL DE OSASCO  PREFEITURA S. PAULO ‐SVMA‐DGDSUL  PROJETO COLETA SELETIVA BRASIL CANADA  REDE DAS AGENDAS 21 LOCAIS DE SAO PAULO  RR TORNEARIA  SECRETARIA DE SAUDE DE CAMPINAS  SECRETARIA DO MEIO AMBIENTE DO ESTADO DE SAO PAULO   SEMAST  SENSO  SVN INDE COM LTDA  UNIP   UNISOL BRASIL  VISA NOROESTE   VISUAL VERDE  VIVA AMBIENTAL  WICCE   
  • 4.   Os stands  Caixa Econômica Federal  O banco expôs seus produtos e experiências de apoio a organizações de catadores em diversas  regiões do Brasil em conjunto com a ong Moradia e Cidadania    Catação – Fundação Avina e Aliança Empreendedora  Projeto de inclusão produtiva de catadores da cidade de Curitiba – PR, em o apoio do MNCR...    Banco do Brasil  Expôs seus produtos e experiência de apoio a organização de catadores em diversas regiões do  Brasil.     Prefeitura Municipal de Guarulhos  Apresentou o projeto de coleta seletiva municipal e o apoio a cooperativa local que transforma  sucata em moveis e objetos de decoração.     Jhonson e Jhonson   Expôs  o  projeto  Saúde  do  Catador  que  tem  diversas  ações  do  Estado  de  São  Paulo  para  atendimento de trabalhadores da coleta seletiva. A empresa distribuiu protetor solar durante  o evento.     Studio Ambiental   Oficina  de  artesanato  apresentou  seus  produtos  e  ensinou  os  presentes  a  desenvolver  os  produtos oriundos de materiais descartados.     Eco Oleo   Projeto visa a reciclagem de óleo de cozinha para a produção de biodiseo    Fragmac  Empresa  faz  corda  de  varal  com  fios  de  PET,  exibiu  da  feira  seu  maquinário  e  o  processo  de  produção dos produtos.    
  • 5.   Hospital Bandeirantes  Apresentou  sua  parceria  com  a  Cooperativa  Cooperglicério  distribuindo  folders  e  explicando  sobre sua campanha de coleta de óleo de cozinha para a produção de biodiseo.     Inbra Metais   Empresa produz lingotes de alumínio provenientes da reciclagem de latinhas de alumínio que  são vendidas para empresas do setor automobilístico.     Itaipu Binacional  Expôs seus produtos tecnológicos que preservam o meio ambiente como um Carro de passeio  movido a eletricidade.  Um carrinho de catador movido a energia circulou durante a feira, além  do projeto de apoio a organizações de catadores da região da Bácia do Paraná 3.    Ministério da Ciência e Tecnologia   Apresentou maquinário de confeção de produtos (bolsas, cadeiras, etc) com PET desenvolvido  por artesão e apoiados pelo Ministério.      Nossa São Paulo  Expôs folders e atividades de fomento a políticas públicas no município de São Paulo    Oficina Arte e Luz da Rua – OAF  Expôs  seus  produtos  provenientes  da  reciclagem  e  do  bagacho  de  cana.  São  confeccionados  por moradores de rua da cidade de São Paulo.     Projeto Coleta Seletiva Brasil‐Canadá  Expôs as ações de intercambio da entre a universidade de Victória (Canadá) e a Faculdade de  Educação da USP    Secretaria Nacional de Economia Solidária – TEM    MNCR Sudeste  Dezenas  de  cooperativas  e  ações  exibiram  seus  produtos,  banners,  folder  e  experiência  de  coleta seletiva da região sudeste.  
  • 6.     MNCR Nordeste  Dezenas  de  cooperativas  e  ações  exibiram  seus  produtos,  banners,  folder  e  experiência  de  coleta seletiva da região nordeste     MNCR Centro‐Oeste  Dezenas  de  cooperativas  e  ações  exibiram  seus  produtos,  banners,  folder  e  experiência  de  coleta seletiva da região Centro‐oeste.      MNCR  Norte  Dezenas  de  cooperativas  e  ações  exibiram  seus  produtos,  banners,  folder  e  experiência  de  coleta seletiva da região norte     Movimento Nacional da População de Rua  Movimento social que exibiu sua ações de reinserção social de moradores de rua, bem como a  luta por direitos sociais.     Exposição do artista Vik Muniz   Seis telas do artista plástico brasileiro, radicado nos Estados unidos, foram expostos durante a  feira.  As  obras  tem  como  tem  a  reciclagem  e  os  catadores  do  lixão  do  Jardim  Gramacho,  Duque de Caxias – RJ    Comitê de Catadores do Vale do Paraíba  Cooperativas do Vale do Paraíba, no Estado de São Paulo, tiveram espaço privilegiado durante  a feira exibindo as experiência de gestão e inclusão social de suas organizações.     Rede Latino Americana de Recicladores   Durante todo o evento, delegados da America latina estiveram reunidos em reuniões de troca  de experiência e articulação política. Estiveram presentes 12 países da America Latina e Caribe,  além da Ímdia.     MNCR Secretaria Nacional 
  • 7.   Stand mostrou vídeos e fotografias de ações do MNCR, além de produtos como vídeos, CDs,  livros de fotografia, bolsas, jornais e folder.     Central de Triagem  Uma  central  de  triagem  foi  montada  durante  o  encontro  reproduzindo  a  estrutura  de  uma  cooperativa, com maquinário adequado. Realizou a coleta seletiva durante a feira.     Registro da Feira   
  • 8.  
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  • 26.   Clipping    Blog Luiz Nassif   03/11/2009 ‐ 10:11   A República dos Catadores de Lixo  Quando Lula chamou a atenção dos jornalistas para os catadores de lixo, a impressão inicial  era que chamava a atenção para grupos sociais desvalidos. Não apenas isso. O Movimento  Nacional de Catadores de Materiais Recicláveis (MNCR) é uma experiência fantástica, que tem  avançado no uso de novas ferramentas tecnológicas.  Do Bloco Temático de Saneamento do Portal Luís Nassif  Software inédito auxilia trabalho de catadores  LILIAN MILENA  Da Redação – ADV  Parceria desenvolve sistema online inédito para auxiliar catadores de materiais recicláveis em  todo o Brasil. O programa de software livre promove a chamada “inteligência geográfica” ao  determinar as melhores rotas para os trabalhadores, além de evitar sobreposição de  territórios e definir pontos ideais para a implantação de novos galpões.  O sistema consiste num banco de dados criado por técnicos do Parque Tecnológico da Usina  de Itaipu (PTI) e representantes do Movimento Nacional de Catadores de Materiais Recicláveis  (MNCR).  Os trabalhos estão em fase final de implementação. Segundo o coordenador do MNCR de  Minas Gerais, Luis Henrique da Silva, foram selecionados dois membros de cada comitê  regional para alimentar o sistema com informações – o grupo recebeu treinamento durante a  Expo Catadores 2009. O software pode ser acessado livremente pela internet a partir de senha  fornecida pelo MNCR.  O superintendente de Gestão Ambiental da Itaipu, Jair Kotz, explica que o acesso não terá  custo algum às cooperativas ou associações que participarem do banco de dados. “O software  é uma expertise, uma estrutura que já tínhamos instalada e com a parceria deixamos a  disposição do MNCR”. O movimento de catadores é quem coordenará e disponibilizará os  dados, enquanto o PTI dará suporte e atuará como servidor do sistema.  Continua  Por Lima 
  • 27.   Sobre o projeto do BNDES para financiamento de cooperativas dos catadores:  >> Apoio a Projetos de Catadores de Materiais Recicláveis  >> Catadores terão linha de crédito do BNDES para fortalecer cooperativas  >> BNDES vai financiar carros elétricos para catadores de material reciclável, anuncia Lula  Por Rodrigo  Nassif, atualmente resido na Europa e posso lhe assegurar que nosso modelo de coleta  seletiva é infinitamente mais avançado.  Talvez por não ter mão‐de‐obra disposta a trabalhar no processo de triagem do material, a  gama de produtos que eles reciclam aqui é bem menor.  Plástico, por exemplo, não é recolhido na minha cidade. E olha que estamos falando de um  lugar onde o uso de embalagens plásticas é uma coisa de louco!  A consciência ambiental da população também é mais em tese do que na prática.  São Paulo tem feira sobre reciclagem  Reciclar o lixo faz bem para o meio ambiente, gera empregos e renda pra muita gente. Só na  capital são recolhidas, todos os dias, 140 toneladas de lixo reciclável.      Portal Luis Nassif   Software inédito auxilia trabalho de catadores    Postado por Saneamento em 31 outubro 2009 às 14:00  LILIAN MILENA  Da Redação ‐ ADV    Parceria desenvolve sistema online inédito para auxiliar catadores de materiais recicláveis em  todo o Brasil. O programa de software livre promove a chamada “inteligência geográfica” ao  determinar as melhores rotas para os trabalhadores, além de evitar sobreposição de  territórios e definir pontos ideais para a implantação de novos galpões.    O sistema consiste num banco de dados criado por técnicos do Parque Tecnológico da Usina  de Itaipu (PTI) e representantes do Movimento Nacional de Catadores de Materiais Recicláveis  (MNCR).    Os trabalhos estão em fase final de implementação. Segundo o coordenador do MNCR de 
  • 28.   Minas Gerais, Luis Henrique da Silva, foram selecionados dois membros de cada comitê  regional para alimentar o sistema com informações – o grupo recebeu treinamento durante a  Expo Catadores 2009. O software pode ser acessado livremente pela internet a partir de senha  fornecida pelo MNCR.    O superintendente de Gestão Ambiental da Itaipu, Jair Kotz, explica que o acesso não terá  custo algum às cooperativas ou associações que participarem do banco de dados. “O software  é uma expertise, uma estrutura que já tínhamos instalada e com a parceria deixamos a  disposição do MNCR”. O movimento de catadores é quem coordenará e disponibilizará os  dados, enquanto o PTI dará suporte e atuará como servidor do sistema.    Banco de Dados    O coordenador de comunicação do MNCR, Davi Amorim, destaca que no banco de dados,  chamado de Cadastro Nacional de Cooperativas, serão incluídas também informações como  número de catadores, situação socioeconômica do trabalhador, número de homens e  mulheres por associação, quantos contribuem com a previdência, e quantos são alfabetizados,  “tudo isso irá contribuir para que a demanda dos catadores seja melhor discutida. E dados  concretos favorecem articulação e reivindicação de políticas públicas”, completa.    Estima‐se que em todo Brasil existam cerca de 800 mil catadores de materiais recicláveis, mas  apenas 5% deles, ou 40 mil, estão devidamente cadastrados. Amorim explica que o  desenvolvimento do banco de dados levou cerca de seis meses. “Uma coisa que contribuiu  muito foi a disposição dos programadores [de Itaipu] que tiveram que entender primeiro o  funcionamento das cooperativas para então criar uma estrutura simples de ferramentas que  se adaptasse a realidade sociativista”, coloca.    A principio, o programa foi preparado para receber conteúdo e determinar a melhor rota de  atuação de cada cooperativa ou associação. Kotz conta que o próximo passo será incluir  ferramentas que permitam registrar a quantidade de materiais coletados para que no futuro  seja possível estabelecer o total de recicláveis que o país recupera. Amorim completa  informando que os coordenadores treinados serão novamente reunidos, após um ano do uso  do sistema, para discutirem a aplicação de novas ferramentas no software. 
  • 29.     O movimento dos catadores desenvolve junto à Universidade Federal de São João Del Rey, de  Minas Gerais, outro sistema chamado Cata Fácil. O software foi programado para melhorar a  gestão das cooperativas ao registra o total coletado por tipo de material. “Podemos estudar a  possibilidade de conectar futuramente os dois sistemas [Cata Fácil e Cadastro Nacional de  Cooperativas]”, propõe Amorim.    Os dados oficiais sobre os materiais recolhidos são imprecisos. O último levantamento do  Ministério das Cidades – 6º Diagnóstico do Manejo de Resíduos Sólidos – foi realizado em 418  das 5.564 cidades do país. A amostragem aponta que o Brasil recicla o equivalente a 2,2 quilos  por habitante/ano. O mesmo estudo revela que em 2007 os catadores foram responsáveis por  83% das coletas realizadas nos municípios pesquisados.    Parcerias  O trabalho de Itaipu faz parte do Programa Coleta Solidária, iniciado em 2003, na Bacia do  Paraná 3 ‐ região que compreende 9 municípios e trabalham cerca de 2,6 mil catadores. No  início do projeto foram implementadas associações e cooperativas. A parceria com o MNCR se  deu em 2008 e inclui o teste de carrinhos movidos a energia elétrica, com capacidade para  carregar até 500 quilos, em cinco estados, além do Paraná: São Paulo, Minas Gerais, Rio Grade  do Sul, Bahia, Rio Grande do Norte e Pernambuco.    Dentre os objetivos do programa está o de melhorar a parceria entre municípios e  cooperativas para que os catadores participem efetivamente da gestão dos resíduos. A Lei  Nacional de Saneamento Básico, nº 11.445/07, contém as diretrizes gerais que permitem a  contratação direta desses trabalhadores pelos municípios, “mas muitas vezes isso não  acontece com a alegação de que falta organização e por isso vulnerabilidade na prestação  desse serviço”, explica Kotz.    O representante do MNCR de Minas Gerais, Luis Henrique Silva, ressalta que o intuito de  convênios, como os realizados com Itaipu e Universidade Federal de Del Rey, é melhorar o  acesso à tecnologia, logo, a competitividade das cooperativas no serviço de gestão de  resíduos.   
  • 30.   Globo: SPTV 1º Edição  28/10/2009  São Paulo tem feira sobre reciclagem  Reciclar o lixo faz bem para o meio ambiente, gera empregos e renda pra muita gente. Só na  capital são recolhidas, todos os dias, 140 toneladas de lixo reciclável.  Reciclar o lixo faz bem para o meio ambiente, gera empregos e renda pra muita gente. Só na  capital são recolhidas, todos os dias, 140 toneladas de lixo reciclável e mais de 20 mil pessoas  vivem da separação do lixo.     Exemplos de como essa pode ser uma atividade cada vez mais moderna e organizada podem  ser vistos a partir de hoje numa feira na Vila Guilherme. A Expocatadores reúne gente que  trabalha com reciclagem de lixo em várias partes do Brasil, além de catadores da América  Latina, do Caribe, representantes de ONGs e gente que estuda o assunto.     A Expocatadores está mostrando até sexta‐feira várias possibilidades de se trabalhar com  reciclagem. Uma cooperativa de Guarulhos está fazendo móveis com pneus usados que  levariam mais de 500 anos para se decompor naturalmente. Lá eles viram utilitários e até  criações como uma fonte com lata, galão de água e sapato velho.     Empresas que orientam artesãos e dão cursos expõem bolsas, sacolas, jogos americanos feitos  com tiras de garrafa pet.     Idéias luminosas também surgem dos fundos de garraf apet no abajur esférico. O bagaço de  cana das feiras livres cria telas coloridas de fibra para luminárias de mesa.     Para aproveitar a durabilidade das garrafas plásticas, foi montada uma fabrica de fios de varal.     Depois de cortar o fundo da pet, as máquinas fazem tirinhas da garrafa, que em seguida são  trançadas várias vezes até obter um fio bem forte. A valorização do material é de no mínimo  10 vezes e sem precisar derreter, o que gastaria mais energia.     O prefeito Gilberto Kassab foi à exposição para abrir os seminários. O Movimento Nacional dos  Catadores quer incentivo e tecnologia para melhorar as condições de trabalho.  
  • 31.     A Expocatadores vai até sexta‐feira, na Rua Chico Pontes, número 1.500, na Vila Guilherme. A  entrada é grátis e o horário, das dez da manhã às dez da noite.    Portal UOL  28/10/2009 ‐ 07h00  Com exposição, catadores buscam visibilidade para poder cobrar pela reciclagem  Haroldo Ceravolo Sereza  Do UOL Notícias  Em São Paulo  •   Catador de rua na região da marginal Tietê, em SP  • Coleta seletiva de lixo chega a 56% dos municípios  • Catadores de ferro‐velho sofrem efeito da crise na Espanha  • Governo vai retirar impostos sobre produtos reciclados, anuncia Minc  • Brasil recicla 91% das latas que vende e segue líder mundial  Para eles, é a primeira vez.    Catadores de rua realizam, a partir de hoje, em São Paulo, uma feira internacional expondo o  trabalho, realizando debates e reunindo experiências e tecnologias do setor.     "A Reviravolta Expocatadores é a nossa primeira experiência de grande porte", afirma Carlos  Alencastro de Cavalcanti, coordenador paranaense do Movimento Nacional dos Catadores de  Rua. "Já existem feiras de reciclagem organizadas pelas empresas. Esta é a primeira organizada  pelos catadores. Nesse sentido, é uma grande conquista", diz.   
  • 32.   Os organizadores esperam reunir mais de 1.500 catadores do Brasil, América Latina e Caribe,  além de representantes da Europa (França e Itália) e da Ásia (Índia).     Além disto, são aguardados 6.000 visitantes, entre empresários, organizações não  governamentais, organizações de fomento, agentes do poder público e pesquisadores ligados  aos temas de reciclagem e desenvolvimento sustentável. Na quinta‐feira, o presidente Luiz  Inácio Lula da Silva visita a feira.    "É um evento inovador", complementa Roberto Laureano da Rocha, da coordenação geral do  evento e uma das lideranças do Movimento Nacional dos Catadores de Rua. O objetivo do  evento, além de facilitar as trocas de informações e disseminar técnicas e tecnologias, é atrair  a atenção para a pauta política do movimento.  A gente quer ser remunerado como qualquer outro serviço. O material reciclado é  material que não vai para o aterro   • Roberto Laureano da Rocha, da coordenação geral do evento  E uma pauta extensa, que inclui a discussão sobre a regulamentação da profissão pelo  Congresso e a busca por um regime especial de previdência, espelhando‐se no modelo que  hoje já vigora para os pescadores ‐ que, basicamente, reduz o custo da contribuição, tornando  mais viável o pagamento e, por extensão, a aposentadoria do trabalhador.    Mas uma das principais reivindicações do setor é que o serviço seja remunerado pelo poder  público.     "A nossa principal reivindicação é a contratação de catadores como prestadores de serviço  para as prefeituras. A gente quer ser remunerado como qualquer outro serviço. O material  reciclado é material que não vai para o aterro, e esse trabalho a gente faz hoje  'gratuitamente'", diz Laureano da Rocha. "Quando recebemos alguma coisa, é da área da  assistência social. Acabam esquecendo que estamos na cadeia produtiva."    Ainda não há experiências concretas que sigam a proposta do movimento, embora algumas  prefeituras estejam entre as convidadas para apresentar os meios que encontraram para  apoiar as cooperativas de coleta e reciclagem. 
  • 33.   Já existem feiras de reciclagem organizadas pelas empresas. Esta é a 1ª organizada pelos  catadores   • Carlos Alencastro de Cavalcanti, coordenador estadual do movimento no PR  De acordo com Cavalcanti, estima‐se que já são mais de 1 milhão de catadores no país. Cerca  de 120 mil estão organizados em cooperativas.     O Movimento Nacional de Catadores de Rua, segundo Laureano da Rocha, reúne cerca de 500  cooperativas. A organização em cooperativas é importante para o setor porque muda a  relação com o atravessador, diz.     Cavalcanti é quem explica a importância da organização: "Quando organizados, muda a  relação do catador com o ferro‐velho. O catador 'independente', por exemplo, acaba  acumulando o material em sua casa; na cooperativa, há um espaço apropriado para isso. A  negociação coletiva aumenta também o valor dos produtos vendidos."     A Expocatadores segue até sexta‐feira, no Mart Center (r. Chico Pontes, 1.500, Vila Guilherme,  zona norte de São Paulo). A Feira de Exposições terá visitação gratuita, das 10h às 22h. Parte  das atividades, ligadas ao movimento, é fechada para catadores e inscritos nos seminários.       Agência Brasil  BNDES vai financiar carros elétricos para catadores de material reciclável, anuncia Lula   Ivy Farias     Repórter da Agência Brasil   Brasília ‐ O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou hoje (29) que o Banco Nacional de    Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) vai financiar carros elétricos para   catadores de material reciclável.    O anúncio foi feito durante a Expocatadores, em São Paulo. Ao discursar, Lula disse que o    presidente do BNDES está disposto a financiar os carrinhos, que são desenvolvidos pela  Usina de Itaipu.  Segundo Lula, a usina cederá os direitos de patente para os catadores. "Itaipu vai 
  • 34.   transferir o dinheiro da patente dos carrinhos para os catadores."  O presidente disse ainda que a intenção é que os carrinhos substituam as carroças que os  catadores puxam com as próprias mãos. "Daqui a pouco os catadores estarão dirigindo  esse carrinho e eles nem darão tchau para gente."  O presidente lembrou que há mais de 30 anos o BNDES possui linhas de crédito para esse  setor e que hoje o país recebe visitantes da América Latina e da Índia para trocar  conhecimentos sobre materiais recicláveis.    O Reporter (MG)   PBH é reconhecida como cidade Amiga do Catador  Por Redação.   O prefeito Marcio Lacerda recebeu na quinta‐feira, dia 29, em São Paulo, uma homenagem do  Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis (MNCR) à cidade. Belo Horizonte  ganhou o Selo Amigo do Catador, na categoria "Prefeitura Amiga do Catador". A capital foi a  única cidade brasileira a receber a condecoração. Dentre as iniciativas da PBH que a levaram a  ser reconhecida como "Amiga dos Catadores", o MNCR considerou as melhorias nas condições  de trabalho nos galpões de triagem uma das mais importantes. Dentre outras autoridades, o  evento contou com a participação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do ministro do  Trabalho e Emprego, Carlos Lupi e do secretário nacional de Economia Solidária, Paul Singer.    Para Marcio, "a homenagem do MNCR com a entrega do Selo Amigo do Catador é a  confirmação de que estamos no caminho certo ao desenvolver políticas sociais que garantem a  construção de uma cidade democrática, reconhecida pela inclusão e justiça social". "Queremos  que Belo Horizonte seja uma cidade que garanta a todos, sem nenhuma distinção, o exercício  pleno da cidadania e o respeito à igualdade e à diversidade", completou o prefeito, que  recebeu o prêmio durante o Expocatadores 2009.    O Selo Amigo do Catador foi criado em 2004 pelo MNCR, em cerimônia que contou com a  presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O objetivo é premiar, anualmente, as  iniciativas que tiveram destaque na contribuição com os catadores e suas organizações. O  MNCR considera o prêmio uma espécie de certificação para aqueles que promovem e  garantem a inclusão do catador na coleta seletiva.   
  • 35.   Na quarta‐feira, dia 28, a Prefeitura, por meio da Superintendência de Limpeza Urbana (SLU),  apresentou, como convidada do Expocatadores, o tema PAC – Resíduos Sólidos. A SLU vem  somando esforços e se concretizando como uma parceira das cooperativas de catadores da  capital, com aluguel de galpões, abastecimento de água, energia elétrica e vigilância para  diversas associações e cooperativas. Um galpão, que será destinado à atividade de triagem de  materiais, está sendo construído no bairro Granja de Freitas, com recursos do Conselho  Municipal de Saneamento.    Em maio deste ano, a Prefeitura inaugurou uma obra de ampliação do galpão Jatobá (cedido à  Coopersoli Barreiro), cujos recursos utilizados foram do Orçamento Geral da União. Além  disso, a PBH adquiriu, também com recursos assegurados junto ao Governo Federal, por meio  do Programa Saneamento Para Todos, o galpão da rua Ituiutaba, no bairro Prado, até então  alugado pela SLU e cedido à Associação dos Catadores de Papel, Papelão e Materiais  Reaproveitáveis (Asmare).    Todo o material recolhido pelos catadores nas ruas da capital passa por uma triagem, onde é  separado por tipo. Uma vez separado, o material é destinado à reciclagem. As cooperativas e  associações do setor são também uma forma de reinserção na sociedade de ex‐moradores de  rua e pessoas que estavam à margem da sociedade. Somente a Asmare tem hoje cerca de 250  associados.  No Brasil, mais de 160 mil toneladas de lixo são geradas diariamente. Desse total, 45% não têm  destino adequado e vão parar nos lixões, nos rios, nas represas e nos terrenos baldios.      Expocatadores  A entrega do Selo à Prefeitura fez parte da programação do Expocatadores 2009, que começou  na quarta‐feira, dia 28 e termina sexta‐feira, em São Paulo. O evento é promovido pelo MNCR  e tem como principais objetivos promover o diálogo entre diferentes atores (Estado, iniciativa  privada e organizações sociais), estimulando o desenvolvimento de alternativas  mercadológicas para o setor; fomentar o desenvolvimento de políticas públicas de inclusão das  organizações de catadores nos sistemas oficiais de coleta seletiva e divulgar mecanismos de  financiamento e melhores práticas de gestão organizacional.     Várias atividades compõem a programação da Expocatadores 2009, como o Encontro Nacional 
  • 36.   e Internacional de Catadores da América Latina e Caribe, feira de projetos, máquinas e  equipamentos voltados para a promoção da coleta seletiva solidária e um seminário  estratégico para catadores, assessores, técnicos, pesquisadores e profissionais ligados a  projetos de coleta seletiva com organizações de catadores.    Conheça algumas das ações que fazem a PBH ser amiga dos catadores  ‐ Inauguração de obras de ampliação do galpão Jatobá;  ‐ Aquisição do galpão da rua Ituiutaba;  ‐ Constante apoio a cooperativas e associações de catadores;  ‐ Implantação do Plano Técnico de Trabalho Social, para capacitar 300 trabalhadores das  organizações do setor.    Portal Nossa São Paulo  Catadores de material reciclável e governo federal assinam convênios  Publicado em: 29/10/2009 ‐ 16:28     • Meio Ambiente e Saneamento  • Notícias  • Cidade de São Paulo  Organizações representantes de catadores de material reciclável formalizaram com o governo  federal diversos convênios, nesta quinta‐feira (29/10), na Expocatores 2009, promovida pelo  Movimento Nacional de Catadores de Materiais Recicláveis. No momento da assinatura das  parcerias, estavam presentes o presidente da República, Luis Inácio Lula da Silva, ministros, o  prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, entre outras autoridades.   Os documentos assinados foram os seguintes: protocolo para implantar o Plano Nacional de  Coleta Seletiva, com a Eletrobras, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social  (BNDES) e Itaipu Binacional; projeto de fortalecimento das cooperativas, com a Fundação  Banco do Brasil – no valor de R$ 16,5 milhões, verba da Secretaria de Economia Solidária e do  Ministério do Trabalho; contratos de concessão de colaboração financeira não reembonsável,  para aumentar a capacidade produtiva de quatro cooperativas, assinado com o BNDES; Termo  de Cooperação Mútua entre a Fundação Nacional de Saúde, o Movimento Nacional dos  Catadores de Materiais Recicláveis e cooperativas; acordo de Cooperação para implementação 
  • 37.   do Programa Cata Ação (com Coca‐Cola, Movimento Nacional dos Catadores de Materiais  Recicláveis e Avina).    Lula informou que nos próximos anos mais de R$225 milhões serão liberados pelo governo  federal para ajudar a financiar a atividade dos catadores. E fez um apelo aos prefeitos para que  busquem beneficiar os catadores na atividade da reciclagem e não as grandes empresas. “As  pessoas que até agora trabalharam na reciclagem podem ser jogadas para fora, para atender  aos interesses de um grande empresário (...). Quero pedir a todos os prefeitos deste País para  que levem em conta: é muito melhor para a cidade, para o Brasil e para a cidadania termos  muitos ganhando pouco do que ter apenas um ganhando muito."   O prefeito Gilberto Kassab anunciou o compromisso de reativar a cooperativa Granja Julieta,  em Santo Amaro, desativada após um incêndio, em dezembro do ano passado. “Estarei lá  pessoalmente para a reabertura da Granja Julieta”, disse o prefeito.    “Nós mostramos para o prefeito [Kassab] e o presidente [da República] que nós queremos sair  da rua, queremos continuar catando com dignidade e tecnologia”,  afirmou Roberto Machado,  integrante do Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis.   No evento, a Itaipu Binacional transferiu aos catadores a patente do triciclo elétrico para  transportar material reciclável. Falta agora uma linha de financiamento para produzir e  distribuir aos catadores o equipamento, que custa cerca de R$ 1.300 a unidade. Conforme  afirmou o presidente Lula, o BNDES deverá fazer o financiamento.  REPORTAGEM: PAULA CREPALDI paula@isps.org.br    Portal Terra  Lula cobra aprovação de projeto para catadores de lixo  29 de outubro de 2009 • 13h49 • atualizado às 19h49    Fabrício Calado Moreira  Direto de São Paulo  O presidente Luiz Inácio Lula da Silva cobrou do Congresso a aprovação do projeto que cria a  Política Nacional de Resíduos Sólidos e criticou empresas de reciclagem que, segundo ele,  desempregam catadores de material reciclado. As declarações foram feitas durante discurso  na Expo Catadores, que acontece nesta quinta‐feira no Mart Center, Vila Guilherme, zona  norte de São Paulo. 
  • 38.   "Algumas empresas estão querendo se apoderar da reciclagem e é um apelo que eu faço aos  prefeitos do Brasil: manter os catadores trabalhando com cidadania é melhor. É melhor ter  muitos ganhando pouco do que apenas um ganhando muito", disse o presidente sem citar  empresas.   Ao cobrar do Congresso a aprovação do projeto que institui a Política Nacional de Resíduos  Sólidos, Lula disse que a proposta "deixará mais de 800 mil trabalhadores orgulhosos". O  presidente citou ainda a linha de financiamento oferecida pelo BNDES aos catadores, que  permitirá a estes trabalhadores venderem carrinhos elétricos projetados pela binacional Itaipú  e financiados pelo banco.   Ao comentar sua participação, mais cedo, na Fenatran, Lula citou investimentos feitos no setor  caminhoneiro por meio do programa Pró‐Caminhoneiro. "A indústria de caminhões estava  numa crise 'desgramada' e agora está 'bombando' a venda de caminhões por causa das  políticas acertadas do governo", afirmou.  Críticas a Kassab  Presente à cerimônia, o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), foi vaiado quando  anunciaram seu nome para subir ao palco. Em seu discurso, o prefeito agradeceu ao governo  federal por destinar R$ 6 milhões para a construção de 10 galpões de reciclagem na cidade.  "São Paulo nunca deu nenhum apoio aos catadores, só conseguimos agora uma audiência com  o Kassab", disse Roberto Rocha, presidente do Movimento Nacional dos Catadores de  Materiais Recicláveis (MNCR). Segundo ele, há cerca de 200 catadores de lixo trabalhando no  Centro de São Paulo, e todos eles serão prejudicados por um projeto de lei que proíbe  catadores com carroças. A proposta aguarda votação na Câmara.  A Expocatadores, cuja primeira edição começou ontem e termina nesta sexta‐feira, reuniu  cerca de 1,5 mil catadores de materiais recicláveis da América Latina e até da Índia, estima a  organização. Na abertura do evento, o presidente do MNCR entregou prêmio aos escolhidos  como amigos dos catadores. A honraria foi entregue ao presidente Lula e ao ministro do  Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Patrus Ananias, à empresa Natura e às prefeituras  de Guarulhos e Belo Horizonte, entre outros.    Agência Brasil 
  • 39.   Lula diz a catadores que prefere "muitos ganhando pouco que poucos ganhando muito"  Ivy Farias  Da Agência Brasil  Em São Paulo     O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse hoje (29), durante visita à Feira de Catadores de  Material de Reciclável (Expocatadores), que vai pedir aos prefeitos de todo o país que  protejam os catadores de pessoas ambiciosas. Segundo ele, o Congresso Nacional vai aprovar a  Lei dos Resíduos e, por isso, essa proteção é necessária.  "Há pessoas que até agora trabalharam na reciclagem, e não é justo que agora o empresário  queira ganhar dinheiro. Prefiro muitos ganhando pouco do que poucos ganhando muito", disse  o presidente.   Na exposição, Lula contou a história de dois catadores, o nordestino Severino Lima e a mineira  Maria Madalena, que afirmam ter orgulho de sua profissão porque é dela que tiram o sustento  de suas famílias honestamente.  Leia mais  • Em feira, empresários buscam aproximação com catadores de rua   • Com exposição, catadores buscam visibilidade para poder cobrar por reciclagem   "O dinheiro é consequência. A maior virtude de vocês [catadores] é que ninguém nunca me  pediu para sair dessa profissão. Pedem respeito e condições para que possam trabalhar sem  ter que baixar a cabeça", ressaltou Lula. Esses profissionais, disse o presidente, "estão  ensinando aos pedantes e arrogantes que o ser humano não pode ser discriminado".  A Expocatadores é promovida pelo Movimento de Catadores de Materiais Recicláveis com o  objetivo de divulgar, fortalecer e profissionalizar o setor. O evento termina amanhã (30).   Em São Paulo, Lula visitou também a 17ª Feira Internacional de Transporte (Fenatran), onde  chegou a tirar fotos nos caminhões, usando bonés das empresas expositoras.   Os ministros Márcio Fortes, das Cidades, Carlos Lupi, do Trabalho, e Paulo Vannuchi, da  Secretaria Especial dos Direitos Humanos, e o presidente do Banco Nacional de  Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, acompanharam o presidente  Lula na visita à Fenatran e à Expocatadores.   
  • 40.   28/10/2009 ‐ 19h00  Em feira, empresários buscam aproximação com catadores de rua  Haroldo Ceravolo Sereza  Do UOL Notícias  Em São Paulo    Com duas garrafas PET, o ex‐catador de rua Claudinei de Lima, faz 10 metros de varal.  •   Catadores mineiras observam fardo na entrada da feira, em São Paulo  •   Claudinei de Lima transforma garrafa PET em fios, que se transformarão num varal, ao  fim do processo 
  • 41.   •   Luminária feitas a partir de bagaço de cana em projeto da Pastoral do Povo de Rua  • Veja mais imagens da feira  O varal PET que ele criou começa com o corte da garrafa para a separação da base. Depois, ela  é lavada. Em seguida, cortada em pequenas fitas, quase fios, que serão trançados por uma  máquina.  O processo que ele desenvolveu virou máquina. Na verdade, máquinas.  Uma empresa especializada em equipamentos para reciclagem, que já vendia prensas,  cortadeiras de papel e esteiras para cooperativas de catadores, contratou Claudinei como  funcionário e, com sua ajuda, está desenvolvendo versões mais seguras e precisas dos  equipamentos que ele inventou. E levou‐as para a 1ª Expocatadores, que acontece em São  Paulo.  "Essa máquina pode cortar até 6.000 fundos de garrafa PET por hora, mas a gente pode fazer  versões diferentes, dependendo da demanda", explica Valter Akio Hatisuka, 20, filho do dono  da Fragmaq e estudante de engenharia mecânica.   Segundo ele, a versão completa do equipamento pode sair por valores que variam de R$ 50  mil a R$ 100 mil, dependendo da customização. Nas contas da empresa, as cordas de varal  agregam quase 10 vezes o valor da garrafa PET ‐ sem contar a venda do fundo e das pontas das  garrafas, que são resíduos do processo.   Cada varal é vendido por cerca de R$ 1,50, ou aproximadamente R$ 11 o quilo, enquanto as  garrafas PET são vendidas por R$ 1,20 o quilo.  A aposta da empresa, assim como a de outras envolvidas no setor de reciclagem, é que as  cooperativas de catadores, organizadas, consigam crédito público, preferencialmente a fundo  perdido, para a compra desses equipamentos.  A ideia é seduzir líderes do movimento de catadores quanto à viabilidade do maquinário ‐  gente como Márcia Isaías Gonçalves, que saiu de Minas Gerais com a amiga Laurinda Pereira 
  • 42.   dos Santos para participar do encontro. Longe do estande da empresa, Márcia citou ao UOL  Notícias a cordinha PET como uma das novidades preferidas do evento.  Enquanto o movimento de catadores se organiza em busca de reconhecimento político e faz  uma série de reivindicações ‐ entre elas, o pagamento pelo setor público pelo serviço de  recolhimento de resíduos que poderiam parar em lixões ‐, os empresários veem nessa  organização uma oportunidade de negócios lucrativos.  A aposta na organização dos catadores é também a da Inbra Metais, que recicla latas de  alumínio para a produção de lingotes. De acordo com Elder Rondelli, gerente do projeto, o  objetivo é eliminar atravessadores, aproximando os catadores dos fornos que derretem  alumínio da sua empresa. "É essa sucata que move o nosso business", explica.  Assim, a empresa quer estimular o relacionamento direto das cooperativas de catadores com  o setor da empresa que compra matéria‐prima dos "garimpeiros urbanos".  "Não quero comprar individualmente. Quero que eles cresçam, que eles recebam mais."  Rondelli explica que, no setor de sucata, quanto maior o volume, maior o preço, o inverso do  que costuma ocorrer em outros setores da economia. Ao eliminar o atravessador, a empresa  também ganha, pois acaba ficando com parte do lucro que para na mão dos intermediários.  "Nossa empresa começou como sucateira em 1934. Em 1976, ela comprava tanta sucata que o  proprietário decidiu ter sua própria fundição. Em breve, vamos estar produzindo 8.700  toneladas por mês de alumínio. Quero tirar as aspas da palavra sucateiro", completa.  Veja também: com exposição, catadores buscam visibilidade para poder cobrar pela  reciclagem  • Leia mais  Os negócios na feira, em si, no entanto, não prometem ser grandes. Nenhuma das duas  empresas esperava fechar grandes negócios no evento.   No estande da Caixa Econômica Federal, dois funcionários recebiam os catadores, explicavam  como obter recursos do Orçamento Geral da União e também "vendiam" a conta social da  instituição, com linha de micro‐crédito de R$ 500 ‐ uma conta que pode movimentar, no  máximo, R$ 1.000 por mês.    Artesanato  Para além da via industrial, a Expocatadores também serve de vitrine para o artesanato  produzido a partir de materiais recicláveis.  É o caso, por exemplo, das luminárias feitas a partir de bagaço de cana na oficina Arte e Luz da 
  • 43.   Rua, mantida pela Casa de Oração da Pastoral do Povo da Rua, em São Paulo.  Segundo a coordenadora do projeto, Hedwig Knist, alemã, o produto, no caso, é um meio. "A  oficina é um meio de estimulá‐los a ter atitude de trabalhador: respeitar os colegas, aceitar os  conflitos, ser pontual", diz. O objetivo final é reincluir moradores de rua no mercado de  trabalho. Atualmente, cerca de 20 pessoas são atendidos pela oficina.  A Expocatadores segue até sexta‐feira, no Mart Center (r. Chico Pontes, 1.500, Vila Guilherme,  zona norte de São Paulo). A Feira de Exposições terá visitação gratuita, das 10h às 22h. Parte  das atividades, ligadas ao movimento, é fechada para catadores e inscritos nos seminários.    Portal G1  BNDES vai financiar compra de carros para catadores  Da Agência Estado   Tamanho da letra  O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou hoje a transferência da patente do carro  elétrico desenvolvido pela Usina Itaipu Binacional para a coleta seletiva de lixo por catadores  no País. O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES),  Luciano Coutinho, confirmou que a instituição vai criar uma linha para financiar a compra dos  carros. "Falta agora viabilizar a linha de financiamento", cobrou o presidente, na abertura da  Expocatadores 2009, na capital paulista.  O veículo tem capacidade para carregar 300 quilos, é movido a uma bateria elétrica, tem  autonomia para rodar entre 25 a 30 quilômetros e tem custo estimado de 6,8 mil. "Luciano  Coutinho já está aqui levantando o dedo, confirmando que o BNDES vai financiar os carrinhos  para que os nossos queridos companheiros catadores tenham acesso às palavras mágicas  'inovação' e 'tecnologia'", afirmou o presidente. O objetivo é que o veículo substitua os  carrinhos de mão na coleta de materiais reciclados.   "São os catadores que irão administrar e vender esses carrinhos daqui para frente", explicou o  presidente. "Daqui a pouco, a gente vai andar pelas ruas do Brasil, vai encontrar catadores  dirigindo aquele carrinho e eles nem vão parar para dar tchau para a gente", acrescentou.         

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