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Preparatório Concurso Odonto Estomatologia
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  • Fonte professor Allan Giovanini
  • Transcript

    • 1. Curso Preparatório para Concursos Estomatologia Cassius Torres-Pereira Departamento de Estomatologia UFPR Doutor em Estomatologia PUC-RS Consultor em Estomatologia para o Ministério da Saúde
    • 2. Concurso Público da Prefeitura Municipal de Curitiba Edital 03/2009 São classificados como lesões malignas: A) Sarcomas, melanomas, nevo e carcinomas. B) Sarcoma, eritroplasias, líquen plano e leucoplasias. C) Líquen plano, ceratose actínia, carcinoma e eritroplasias. D) Tumores de glândulas salivares, leucoplasias e líquen plano. E) Eritroplasias, nevo, melanoma e leucoplasias.
    • 3. Concurso Público da Prefeitura Municipal de Curitiba Edital 03/2009 <ul><li>São doenças sistêmicas que podem se apresentar com manifestações bucais do tipo gengivite descamativa: </li></ul><ul><li>A) Pênfigo vulgar e eritema multiforme. </li></ul><ul><li>B) Histoplasmose e candidíase. </li></ul><ul><li>C) Herpes bucal recorrente e varicela zoster. </li></ul><ul><li>D) Infecções estreptocócicas e neissuria </li></ul><ul><li>gonohoeae. </li></ul><ul><li>E) Granuloma piogênico e reação do tipo corpo </li></ul><ul><li>estranho. </li></ul>
    • 4. Concurso Público da Prefeitura Municipal de Curitiba Edital 03/2009 <ul><li>Qual é o tratamento apropriado para uma paciente de </li></ul><ul><li>15 anos com uma gengivite influenciada pelo uso de </li></ul><ul><li>medicamento Dilantin e que apresenta, além de </li></ul><ul><li>aumento gengival, pseudobolsas periodontais e </li></ul><ul><li>acúmulo exagerado de biofilme dental? </li></ul><ul><li>A) Controle profissional do biofilme dental. </li></ul><ul><li>B) Gengivectomia e osteoplastia. </li></ul><ul><li>C) Cirurgia a retalho de Wildman modificado. </li></ul><ul><li>D) Controle profissional do biofilme dental e gengivectomia. </li></ul><ul><li>E) Gengivectomia. </li></ul>
    • 5. PREFEITURA MUNICIPAL DE LONDRINA N º 0 2 3 / 2 0 0 9 <ul><li>Preencha as lacunas abaixo e, em seguida, assinale </li></ul><ul><li>a alternativa correta.A aparência de dente “rosado” é </li></ul><ul><li>um sinal patognomônico de _____________ e o </li></ul><ul><li>tratamento é_____________. </li></ul><ul><li>(A) traumatismo dental / pulpotomia </li></ul><ul><li>(B) traumatismo dental / pulpectomia </li></ul><ul><li>(C) reabsorção radicular interna / pulpectomia </li></ul><ul><li>(D) reabsorção radicular interna / exodontia </li></ul><ul><li>(E) manchamento por tetraciclinas / clareamento </li></ul>
    • 6. PREFEITURA MUNICIPAL DE LONDRINA N º 0 2 3 / 2 0 0 9 <ul><li>De acordo com o Instituto Nacional do Câncer </li></ul><ul><li>(INCA), o câncer de boca é uma denominação que </li></ul><ul><li>inclui os cânceres de lábio e de cavidade oral </li></ul><ul><li>(mucosa bucal, gengivas, palato duro, língua oral e </li></ul><ul><li>assoalho da boca). O principal sintoma deste tipo </li></ul><ul><li>de câncer </li></ul><ul><li>(A) é o aparecimento de feridas na boca que não cicatrizam </li></ul><ul><li>em uma semana. </li></ul><ul><li>(B) são ulcerações superficiais dolorosas. </li></ul><ul><li>(C) são ulcerações superficiais não dolorosas. </li></ul><ul><li>(D) consiste em dificuldade para falar, mastigar e engolir. </li></ul><ul><li>(E) é dor e presença de linfadenomegalia cervical. </li></ul>
    • 7. PREFEITURA MUNICIPAL DE LONDRINA N º 0 2 3 / 2 0 0 9 <ul><li>Na infecção pelo HIV podem ocorrer alterações nos exames laboratoriais, </li></ul><ul><li>sendo a plaquetopenia um achado comum (Ministério da Saúde. </li></ul><ul><li>Recomendações para Terapia anti-retroviral em Adultos Infectados pelo </li></ul><ul><li>HIV. 2008). Complete as lacunas da assertiva a seguir e, em seguida, assinale </li></ul><ul><li>a alternativa correta. A contagem normal de plaquetas deve estar entre </li></ul><ul><li>_______ / mm3 sendo que o tempo de sangramento considerado normal é </li></ul><ul><li>em torno de _______minutos. </li></ul><ul><li>(A) 50.000 – 80.000 / 5 – 10 </li></ul><ul><li>(B) 30.000 – 80.000 / 2 – 3 </li></ul><ul><li>(C) 100.000 – 400.000 / 5 – 10 </li></ul><ul><li>(D) 30.000 – 50.000 / 2 – 3 </li></ul><ul><li>(E) 80.000 – 100.000 / 2 – 3 </li></ul>
    • 8. PREFEITURA MUNICIPAL DE BOMBINHAS ESTADO DE SANTA CATARINA E D I T A L N º 0 0 1 / 2 0 0 9 <ul><li>O tempo mínimo que se deve esperar após realizar extrações dentárias para que se possa iniciar a radioterapia é de </li></ul><ul><li>(A) 7 a 14 dias, mas se possível aguardar 3 semanas. </li></ul><ul><li>(B) 30 dias. </li></ul><ul><li>(C) 60 dias. </li></ul><ul><li>(D) 90 dias. </li></ul><ul><li>(E) 180 dias. </li></ul>
    • 9. <ul><li>Segundo o Instituto Nacional do Câncer, cerca de </li></ul><ul><li>3(três) mil pessoas morrem vítimas de câncer bucal </li></ul><ul><li>no Brasil por ano. Assinale a alternativa NÃO </li></ul><ul><li>apresenta um dos principais fatores de risco para o </li></ul><ul><li>câncer de boca. </li></ul><ul><li>(A) Fumo. </li></ul><ul><li>(B) Má higiene bucal. </li></ul><ul><li>(C) Má alimentação. </li></ul><ul><li>(D) Deficiência imunológica. </li></ul><ul><li>(E) Exposição à radiação solar. </li></ul>
    • 10. Câncer de Boca e o Ministério da Saúde Política Nacional de Saúde Bucal Coordenação Nacional de Saúde Bucal/DAB/SAS/MS
    • 11. Política Nacional de Saúde Bucal <ul><li>6. AMPLIAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DA ATENÇÃO BÁSICA </li></ul><ul><li>À atenção básica compete assumir a responsabilidade pela detecção das necessidades, providenciar os encaminhamentos requeridos em cada caso e monitorar a evolução da reabilitação, bem como acompanhar e manter a reabilitação no período pós-tratamento. Considerando a complexidade dos problemas que demandam à rede de atenção básica e a necessidade de buscar-se continuamente formas de ampliar a oferta e qualidade dos serviços prestados, recomenda-se a organização e desenvolvimento de ações de: </li></ul><ul><li>6.1. Prevenção e controle do câncer bucal </li></ul><ul><li>realizar rotineiramente exames preventivos para detecção precoce do câncer bucal, garantindo-se a continuidade da atenção, em todos os níveis de complexidade, mediante negociação e pactuação com representantes das três esferas de governo. </li></ul><ul><li>oferecer oportunidades de identificação de lesões bucais (busca ativa) seja em visitas domiciliares ou em momentos de campanhas específicas (por exemplo: vacinação de idosos); </li></ul><ul><li>acompanhar casos suspeitos e confirmados através da definição e, se necessário, criação de um serviço de referência, garantindo-se o tratamento e reabilitação . </li></ul><ul><li>estabelecer parcerias para a prevenção, diagnóstico, tratamento e recuperação do câncer bucal com Universidades e outras organizações. </li></ul>
    • 12. Brasília/DF, 29 de julho a 1º de agosto de 2004 <ul><li>Cerca de 90 mil participantes diretos nas etapas municipal, estadual e nacional </li></ul><ul><li>Votado integralmente pelos 883 delegados eleitos </li></ul>
    • 13. Serviço Mínimo Ofertado nos Centros de Especialidades Odontológicas do Brasil Sorridente Portaria/GM nº 599, de 23 de março de 2006 <ul><li>Cirurgia Oral Menor; </li></ul><ul><li>Atendimento a pacientes com necessidades especiais; </li></ul><ul><li>Estomatologia com ênfase na prevenção e detecção </li></ul><ul><li>do câncer bucal; </li></ul><ul><li>Periodontia; </li></ul><ul><li>Endodontia. </li></ul>
    • 14. Dentistas da Rede Pública de Florianópolis Garbin,2007
    • 15. Dentistas da Rede Pública de Florianópolis Garbin,2007
    • 16.  
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    • 20. 07 - A ressecção cirúrgica do tumor e a radioterapia são opções freqüentemente utilizadas no tratamento do paciente com câncer de boca. Os efeitos colaterais da radioterapia no complexo maxilo-mandibular são: <ul><li>a) Osterradionecrose, cárie induzida pela radiação e mielossupressão. </li></ul><ul><li>b) Cárie induzida pela radiação, mucosite e mielossupressão. </li></ul><ul><li>c) Osterradionecrose, cárie induzida pela radiação e mucosite. </li></ul><ul><li>d) Mucosite, mielossupressão e perda do paladar. </li></ul><ul><li>e) Perda do paladar, mucosite e mielossupressão. </li></ul>
    • 21. Complicações da terapia anti-câncer <ul><li>Cirurgia </li></ul><ul><li>Radioterapia </li></ul><ul><li>Quimioterapia </li></ul>
    • 22. Tratamento dentário e estomatológico do paciente com câncer de boca <ul><li>Adequação do meio bucal no pré-cirúrgico, radioterápico e quimioterápico </li></ul><ul><li>Acompanhamento e tratamento das lesões bucais e dentárias surgidas durante o manejo do câncer bucal </li></ul><ul><li>Acompanhamento e tratamento das lesões bucais e dentárias surgidas após o tratamento do câncer </li></ul>
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    • 31. Tratamento dentário e estomatológico do paciente com câncer de boca <ul><li>Magalhães,MHCG. et al, 2002 </li></ul><ul><li>31 pacientes irradiados </li></ul><ul><li>90,32% não receberam tratamento odontológico prévio </li></ul><ul><li>83,88% não receberam informações sobre complicações bucais </li></ul><ul><li>da radioterapia </li></ul><ul><li>77,41% não receberam orientações sobre os cuidados com a </li></ul><ul><li>saúde bucal </li></ul>
    • 32. Tratamento dentário e estomatológico do paciente com câncer de boca <ul><li>Toljanic et al. 2002 relataram que 51% de 334 pacientes irradiados, falharam em submeter-se ao acompanhamento periódico da saúde bucal no intervalo de 1 ano seguinte à irradiação. </li></ul>
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    • 41. 08 - O carcinoma epidermóide representa aproximadamente 90% dos cânceres de boca. Ele é encontrado com maior freqüência em algumas regiões da boca, como: <ul><li>a) Mucosa jugal, gengiva e palato duro. </li></ul><ul><li>b) Lábio, mucosa jugal e palato duro. </li></ul><ul><li>c) Assoalho de boca, língua e gengiva. </li></ul><ul><li>d) Língua, gengiva e mucosa jugal. </li></ul><ul><li>e) Lábio, língua e assoalho de boca. </li></ul>
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    • 47. Epidemiologia <ul><li>Brasil </li></ul><ul><li>Estimativa de 10.635 novos casos em 2003 </li></ul><ul><li>Estimativa de 3.245 óbitos em 2003 </li></ul><ul><li>4,25% das mortes por câncer </li></ul><ul><li>6 a causa mortis por câncer em homens </li></ul><ul><li>8 a causa mortis por câncer em mulheres </li></ul><ul><li>(INCA, 2003) </li></ul>
    • 48. Epidemiologia <ul><li>Paraná – Câncer Bucal </li></ul><ul><li>3 o Estado com maior mortalidade proporcional por câncer de boca </li></ul><ul><li>11,8 casos para cada 100.000 homens </li></ul><ul><li>2,38 casos para cada 100.000 mulheres </li></ul><ul><li>(Instituto Nacional do Câncer, 2003) </li></ul>
    • 49. Epidemiologia <ul><li>PR: Incidência e Mortalidade por Câncer Estimativa 2003 </li></ul>(Instituto Nacional do Câncer, 2003) PR PR CWB CWB Novos Óbitos Novos Óbitos Inc/Mort Homens 560 230 110 40 5 / 6 Mulheres 120 50 20 10 10 o / 10 o Total 680 280 130 50
    • 50. Epidemiologia <ul><li>Hospital Erasto Gaertner – 1990 a 1999 </li></ul><ul><li>9,7% de todos os casos de câncer no sul do país </li></ul><ul><li>Câncer de boca: 10,4% de todos os tumores em </li></ul><ul><li>homens </li></ul><ul><li> 1,6% de todos os tumores em </li></ul><ul><li>mulheres </li></ul><ul><li>(LIGA PARANAENSE DE COMBATE AO CÂNCER, 2001) </li></ul>
    • 51. Epidemiologia <ul><li>Hospital Erasto Gaertner – 1990 a 1999 </li></ul><ul><li>Tipo histológico mais comum: carcinoma espinocelular (céls. escamosas, epidermóide) </li></ul><ul><li>70,4% dos casos na faixa etária acima de 50 anos </li></ul>(LIGA PARANAENSE DE COMBATE AO CÂNCER, 2001)
    • 52. Epidemiologia <ul><li>Hospital Erasto Gaertner – 1990 a 1999 </li></ul><ul><li>Câncer de boca – localização </li></ul>(LIGA PARANAENSE DE COMBATE AO CÂNCER, 2001) Homens Mulheres Língua 35,6 31,7 Lábio 29 24,6 Assoalho da boca 15 13,1 Palato 6,9 11,5 Gengiva 2,9 4,9 Outros 10,5 14,2
    • 53. Epidemiologia <ul><li>Hospital Mario Penna – Belo Horizonte </li></ul><ul><li>Dados socioeconômicos do paciente com Ca de Boca </li></ul><ul><li>44,8% dos pacientes analfabetos </li></ul><ul><li>58,9% dos pacientes com renda inferior a 1 salário mínimo </li></ul><ul><li>(Abdo, E.N. et al. , 2002 ) </li></ul>
    • 54. Estadiamento <ul><li>53,4% Estadio III/IV na admissão </li></ul><ul><li>I – Sobrevida de 79,5% </li></ul><ul><li>II – Sobrevida de 59,7% </li></ul><ul><li>III - Sobrevida de 46,3% </li></ul><ul><li>IV - Sobrevida de 21,6% </li></ul><ul><li>(sobrevida em 5 anos) </li></ul>(LIGA PARANAENSE DE COMBATE AO CÂNCER, 2001)
    • 55. 24 - M.N., 10 anos de idade, compareceu ao consultório odontológico com queixa de “feridas na boca”. Na anamnese relatou indisposição há uma semana, com dores de cabeça e febre. Logo em seguida sua gengiva aumentou de tamanho, começando a sangrar. Ao exame clínico encontramos úlceras rasas, circulares, com halo eritematoso, muito sensíveis, espalhadas por toda a mucosa bucal. Frente a esse quadro clínico, a alternativa correta frente ao diagnóstico é: <ul><li>a) Úlceração aftosa recorrente. </li></ul><ul><li>b) Gengivoestomatite herpética primária. </li></ul><ul><li>c) Herpes recorrente. </li></ul><ul><li>d) Gengivite ulcerativa necrosante aguda. </li></ul><ul><li>e) Estomatite alérgica por contato. </li></ul>
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    • 62. 25 - L.C.S., sexo masculino, 18 anos de idade, se apresentou com queixa de aumento de volume na gengiva entre os dentes 23 e 24. Pelo exame clínico, constatamos a presença de um nódulo séssil, de contornos irregulares, coloração avermelhada, com sangramento abundante ao mínimo toque e evolução de 1 ano. O paciente apresentava higiene bucal precária com presença de placa bacteriana e tártaro. Com base no quadro clínico, o diagnóstico é: <ul><li>a) Fibroma e granuloma piogênico. </li></ul><ul><li>b) Granuloma piogênico e hiperplasia fibrosa inflamatória. </li></ul><ul><li>c) Lesão periférica (granuloma) de células gigantes e fibroma. </li></ul><ul><li>d) Granuloma piogênico e lesão periférica (granuloma) de células gigantes. </li></ul><ul><li>e) Hiperplasia fibrosa inflamatória e fibroma. </li></ul>
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    • 77. Granuloma Piogênico Lesão Nodular Séssil ou pediculada Avermelhada ou vinhosa Sangramento espontâneo e áreas de micro-ulceração superficial
    • 78. Granuloma Piogênico <ul><li>Lesões nodulares de coloração avermelhada ou vinhosa </li></ul><ul><li>Provavelmente uma reação inflamatória exagerada ao trauma menor </li></ul><ul><li>Crescimento rápido, às vezes sangramento espontâneo </li></ul><ul><li>Ocorre em qualquer idade mas parece mais freqüente em adultos jovens e adolescentes </li></ul><ul><li>Localização mais comum: gengiva </li></ul><ul><li>(NEVILLE,2001) </li></ul>
    • 79. Granuloma Piogênico <ul><li>Lesões mais antigas, são menos vasculares e mais fibrosas </li></ul><ul><li>Papila interdental e regiões anteriores são áreas preferenciais, principalmente por vestibular </li></ul><ul><li>(BORK,1996) </li></ul>
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    • 86.  
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    • 88. Granuloma Periférico de Células Gigantes <ul><li>Lesões nodulares de coloração avermelhada ou vinhosa </li></ul><ul><li>Provavelmente uma reação inflamatória exagerada ao trauma menor </li></ul><ul><li>Crescimento rápido, às vezes sangramento espontâneo </li></ul><ul><li>Ocorre em qualquer idade mas parece mais freqüente em homens antes dos 16 anos de idade a após esta faixa torna-se duas vezes mais freqüente em mulheres </li></ul><ul><li>Localização mais comum: gengiva </li></ul>
    • 89. Granuloma Periférico de Células Gigantes
    • 90. Granuloma (Lesão) Periférico de Células Gigantes <ul><li>A excisão cirúrgica deve ser antecedida de exame radiográfico, pois lesão não completamente removida e/ou com infiltração óssea, pode recorrer </li></ul>
    • 91.  
    • 92.  
    • 93.  
    • 94.  
    • 95.  
    • 96. 26 - Paciente do sexo feminino, 30 anos de idade, se apresentou com aumento de volume no corpo da mandíbula, região dos dentes 45, 46 e 47, assintomático e com evolução de aproximadamente 1 ano. Pelo exame clínico constatamos expansão óssea e deslocamento dos dentes 45 e 46 de suas posições normais. Através de radiografia panorâmica observamos uma imagem radiográfica multilocular onde as trabéculas ósseas se encontravam perpendicularmente umas às outras e em outras regiões com aspecto de bolha de sabão. Com base no quadro clínico, o diagnóstico é: <ul><li>a) Ceratocisto e mixoma odontogênico. </li></ul><ul><li>b) Odontoma composto e ameloblastoma. </li></ul><ul><li>c) Mixoma odontogênico e ameloblastoma. </li></ul><ul><li>d) Mixoma odontogênico e odontoma composto. </li></ul><ul><li>e) Ameloblastoma e ceratocisto. </li></ul>
    • 97. Tumores de Origem Odontogênica <ul><li>Classificação quanto à origem: </li></ul><ul><li>Epitelial </li></ul><ul><li>Mesenquimal </li></ul><ul><li>Mista </li></ul><ul><li>Classificação quanto ao comportamento biológico: </li></ul><ul><li>Benignos </li></ul><ul><li>Malignos </li></ul><ul><li>(OMS, 1992) </li></ul>
    • 98. Odontogênese
    • 99. Tumores Odontogênicos de Origem Epitelial <ul><li>Benignos </li></ul><ul><li>Ameloblastoma </li></ul><ul><li>Tumor Odontogênico Escamoso </li></ul><ul><li>Tumor Odontogênico Epitelial Calcificante </li></ul><ul><li>Tumor Odontogênico de Células Claras </li></ul><ul><li>Malignos </li></ul><ul><li>Ameloblastoma Maligno </li></ul><ul><li>Carcinoma intra-ósseo </li></ul><ul><li>(OMS, 1992) </li></ul>
    • 100. Ameloblastoma <ul><li>Freqüência: </li></ul><ul><li>-1% de todos os cistos e tumores dos maxilares </li></ul><ul><li>- Maior ocorrência entre a segunda e a quinta décadas de </li></ul><ul><li>Vida (picos entre 35 e 45) </li></ul><ul><li>-80% ocorrem na mandíbula </li></ul><ul><li>-Área de molares inferiores, ramo ascendente de </li></ul><ul><li>mandíbula. </li></ul><ul><li>-Na maxila: molares superiores, seios maxilares e assoalho </li></ul><ul><li>da fossa nasal </li></ul><ul><li>(TOMMASI e FERNANDES, 2002) </li></ul>
    • 101.  
    • 102.  
    • 103.  
    • 104.  
    • 105.  
    • 106. Padrão de Ameloblastoma Unicístico
    • 107.  
    • 108.  
    • 109.  
    • 110.  
    • 111. Tumores Odontogênicos de Origem Mesenquimal <ul><li>Benignos </li></ul><ul><li>Mixoma </li></ul><ul><li>Fibroma odontogênico </li></ul><ul><li>Cementoblastoma benigno </li></ul>
    • 112. Mixoma <ul><li>Freqüência: </li></ul><ul><li>-Segunda e terceira década de vida </li></ul><ul><li>-Atinge pouco mais a maxila que a mandíbula (região posterior + frequente) </li></ul>
    • 113.  
    • 114.  
    • 115.  
    • 116.  
    • 117. Exame complementares <ul><li>Radiografia Panorâmica; </li></ul><ul><li>Radiografia Oculsal; </li></ul><ul><li>Teste de Vitalidade; </li></ul><ul><li>Punção Exploratória; </li></ul><ul><li>Biópsia incisional. </li></ul>
    • 118.  
    • 119.  
    • 120. Teste de Vitalidade <ul><li>Dente 43: Negativo </li></ul><ul><li>Dentes 42,44 e 45: Positivo. </li></ul>
    • 121.  
    • 122.  
    • 123.  
    • 124.  
    • 125.  
    • 126.  
    • 127.  
    • 128.  
    • 129. Aspecto Histopatológico Fonte Allan Giovanini Lâmina 1
    • 130. Lâmina 2 Fonte Allan Giovanini
    • 131. Tumores Odontogênicos de Origem Mista <ul><li>Benignos </li></ul><ul><li>Fibroma ameloblástico </li></ul><ul><li>Odontoameloblastoma </li></ul><ul><li>Tumor Odontogênico Adenomatóide </li></ul><ul><li>Odontoma complexo e composto </li></ul><ul><li>Malignos </li></ul><ul><li>Fibrossarcoma ameloblástico </li></ul><ul><li>Fibro-odontossarcoma ameloblástico </li></ul><ul><li>(OMS, 1992) </li></ul>
    • 132.  
    • 133.  
    • 134.  
    • 135.  
    • 136.  
    • 137. 20 dentículos
    • 138.  
    • 139.  
    • 140.  
    • 141.  
    • 142.  
    • 143.  
    • 144.  
    • 145.  
    • 146. 27 - Paciente com 25 anos de idade, sexo masculino, se queixa de dor na gengiva, mau hálito, gosto metálico e sangramento. Clinicamente observa-se necrose e ulceração interproximal e pseudomembrana fibrinosa. O diagnóstico é: <ul><li>a) Gengivoestomatite herpética. </li></ul><ul><li>b) Gengivite descamativa. </li></ul><ul><li>c) Periodontite juvenil. </li></ul><ul><li>d) Estomatite aftosa recorrente. </li></ul><ul><li>e) Gengivite ulcerativa necrosante aguda. </li></ul>
    • 147. 28 - Paciente apresenta-se ao consultório com alterações gengivais. Ao final dessa primeira visita, sai com as seguintes instruções: <ul><li>– Evitar tabaco, álcool e condimentos. </li></ul><ul><li>– Fazer bochechos com 1 copo de água quente misturada em quantidades iguais com peróxido de hidrogênio a 3% a cada 2 horas e/ou duas vezes ao dia com solução de clorexidina a 0,12%. </li></ul><ul><li>– Exercer as atividades usuais, porém evitar exercícios físicos ou exposições prolongadas ao sol. </li></ul><ul><li>– Escovar delicadamente os dentes para remoção de resíduos com dentifrício suave. Bochechos de clorexidina poderão também ser úteis no controle de placa. </li></ul>
    • 148. Frente a essas instruções, pode-se depreender que ele é portador de: <ul><li>a) Gengivoestomatite herpética aguda. </li></ul><ul><li>b) Pericoronarite aguda. </li></ul><ul><li>c) Abscesso periodontal crônico. </li></ul><ul><li>d) Abscesso gengival. </li></ul><ul><li>e) Gengivite necrosante ulcerativa aguda. </li></ul>
    • 149.  
    • 150.  
    • 151.  
    • 152. 31 - Nos pacientes portadores de Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS), podem ser observadas lesões bucais como: <ul><li>a) Candidíase bucal, sarcoma de Kaposi, linfoma não Hodgkin, leucoplasia pilosa e GUNA. </li></ul><ul><li>b) Candidíase bucal, síndrome de Sjogren, sarcoma de Kaposi, leucoplasia e GUNA. </li></ul><ul><li>c) Sarcoma de Kaposi, leucoplasia pilosa, líquen plano, candidíase bucal e GUNA. </li></ul><ul><li>d) Candidíase bucal, líquen plano, leucoplasia, GUNA e sarcoma de Kaposi. </li></ul><ul><li>e) Candidíase bucal, sarcoma de Kaposi, líquen plano, síndrome de Sjogren e GUNA. </li></ul>
    • 153. Manifestações Bucais da AIDS <ul><li>Lesões fortemente associadas com a AIDS </li></ul><ul><li>Lesões menos freqüentemente associadas à AIDS </li></ul><ul><li>Lesões vistas em pacientes com AIDS </li></ul><ul><li>(EC Clearinghouse, 1992) </li></ul>
    • 154. Manifestações Bucais da AIDS ( Patton et al .,2002)
    • 155. Manifestações Bucais da AIDS ( Patton et al .,2002)
    • 156. Manifestações Bucais da AIDS ( Patton et al .,2002)
    • 157. Manifestações Bucais da AIDS (Patton et al .,2002) Apesar das diferenças em métodos e limitações de alguns estudos, as lesões que parecem mais prevalentes no paciente HIV positivo são a candidíase pseudomembranosa e a leucoplasia pilosa
    • 158. Manifestações Bucais da AIDS (Shiboski et al .,2001) O padrão de ocorrência de lesões associadas com o HIV parece diferir entre crianças e adultos. As lesões mais comuns nas crianças são a candidíase (maior prevalência que em adultos) e o aumento de volume parotídeo , enquanto a leucoplasia pilosa raramente é verificada
    • 159. Manifestações Bucais da AIDS ( Patton et al .,2002)
    • 160. Manifestações Bucais da AIDS ( Patton et al .,2002)
    • 161. Manifestações Bucais da AIDS ( Patton et al .,2002)
    • 162. Manifestações Bucais da AIDS <ul><li>Poucos estudos abordam a questão da manifestações bucais na AIDS na adolescência </li></ul><ul><li>Candidíase 6% (+ comum) </li></ul><ul><li>Leucoplasia pilosa <1% </li></ul><ul><li>Nenhum caso de aumento parotídeo </li></ul><ul><li>Lesões bucais associadas com presença de mais de 5.000 cópias virais/ml </li></ul><ul><li>(Shiboski et al .,2001) </li></ul>
    • 163. Manifestações Bucais da AIDS <ul><li>56,4% das manifestações bucais de origem fúngica (candidíases pseudomembranosa , </li></ul><ul><li>eritematosa, hiperplásica e queilite angular) </li></ul><ul><li>21% de manifestações bacterianas (gengivite, GUNA e PUNA) </li></ul><ul><li>9,7% manifestações virais (herpes, leucoplasia pilosa, zoster, molusco contagioso) </li></ul><ul><li>10,5% outras (aftas, pigmerntação por AZT, eritema gengival linear) </li></ul><ul><li>2,4% neoplasias (sarcoma de Kaposi e Linfoma não Hodgkin </li></ul>
    • 164. Manifestações Bucais da AIDS (Ramos-Gomez,2002) Lesões bucais são um dos indicadores precoces da progressão da infecção pelo HIV. Dada a facilidade de exame clínico, tais lesões devem servir de parâmetro no diagnóstico e na prevenção da AIDS
    • 165. Manifestações Bucais da AIDS <ul><li>Médicos diagnosticaram 75% das candidíases pseudomembranosas, 58% das candidíases eritematosas e 40% das leucoplasias pilosas quando comparados aos dentistas </li></ul><ul><li>(Hilton et al ., 2001) </li></ul>
    • 166. 32 - Paciente do sexo masculino, 55 anos de idade, fumante (30 cigarros por dia) e alcoólatra. A mucosa do palato duro apresenta lesão avermelhada que se estende para o palato mole e pilar amigdaliano, sem sintomatologia dolorosa, sem ulceração e com evolução de aproximadamente 6 meses. Pelo exposto, a hipótese correta de diagnóstico é: <ul><li>a) Líquen plano erosivo. </li></ul><ul><li>b) Leucoplasia. </li></ul><ul><li>c) Candidíase aguda atrófica. </li></ul><ul><li>d) Eritroplasia. </li></ul><ul><li>e) Estomatite nicotínica. </li></ul>
    • 167. 33 - Paciente do sexo masculino, 60 anos de idade, polonês, agricultor, apresenta o lábio inferior com a superfície fina, atrófica em muitas áreas e com margens do vermelhão do lábio mal definido. Esse aspecto clínico é característico da: <ul><li>a) Queilite actínica. </li></ul><ul><li>b) Queilite angular. </li></ul><ul><li>c) Macroqueilia. </li></ul><ul><li>d) Queilite glandular. </li></ul><ul><li>e) Queilite granulomatosa. </li></ul>
    • 168. 34 - No exame preventivo do câncer de boca, o cirurgião dentista deve observar as lesões com potencial de malignização como: <ul><li>a) Estomatite nicotínica, líquen plano e leucoedema. </li></ul><ul><li>b) Líquen plano, leucoplasia e queilite actínica. </li></ul><ul><li>c) Leucoedema, leucoplasia e estomatite nicotínica. </li></ul><ul><li>d) Leucoplasia, nevo branco esponjoso e líquen plano. </li></ul><ul><li>e) Queilite actínica, nevo branco esponjoso e estomatite nicotínica. </li></ul>
    • 169. Fatores Causais <ul><li>Tabagismo </li></ul><ul><li>Etilismo </li></ul><ul><li>Exposição Solar </li></ul>
    • 170.  
    • 171.  
    • 172. Estratégias de Prevenção do Câncer Bucal <ul><li>Controle dos fatores de risco conhecidos </li></ul><ul><li>Identificação de lesões com potencial de malignização </li></ul>
    • 173. Lesões com Potencial de Malignização <ul><li>Queilite actínica </li></ul><ul><li>Leucoplasia </li></ul><ul><li>Eritroplasia </li></ul><ul><li>Líquen Plano? </li></ul>
    • 174.  
    • 175.  
    • 176. Prof Cleto Piazzetta Diagnóstico Bucal UFPR
    • 177.  
    • 178. Caso 3
    • 179.  
    • 180. Detalhando... <ul><li>Sexo masculino, melanoderma, solteiro, 45 anos </li></ul><ul><li>Lesão branca embaixo da língua ,com ardência ao uso de colutório, 10 anos de evolução. </li></ul><ul><li>Relata uso infreqüente de dipirona para cefaléia. </li></ul><ul><li>Cirurgias para pterígio e cisto testicular </li></ul><ul><li>Fumante há 30 anos, 1 maço/dia </li></ul>
    • 181.  
    • 182. Citologia <ul><li>Prof. Allan Giovanini – Patologista Bucal – UnicenP/UFPR </li></ul>
    • 183. Histologia <ul><li>Prof. Allan Giovanini – Patologista Bucal – UnicenP/UFPR </li></ul>
    • 184. Histologia <ul><li>Prof. Allan Giovanini – Patologista Bucal – UnicenP/UFPR </li></ul>
    • 185.  
    • 186.  
    • 187.  
    • 188. www.slideshare.net/cassiust
    • 189.  
    • 190. Disciplina de Estomatologia UFPR www.estomatologia.ufpr.br Cassius Torres-Pereira Departamento de Estomatologia UFPR

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