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Cultura Da Convergencia, Lileracia Dos Media E Biblioteca
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Cultura Da Convergencia, Lileracia Dos Media E Biblioteca

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  • 1. UNIVERSIDADE DE AVEIRO UNIVERSIDADE DO PORTO PROGRAMA DOUTORAL EM INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO EM PLATAFORMAS DIGITAIS CULTURA DA CONVERGÊNCIA, LITERACIA DOS MEDIA E BIBLIOTECA ESCOLAR CASSIA CORDEIRO FURTADO DISCIPLINA: CULTURA DA CONVERGÊNCIA DOS MEDIAS DOCENTES: PROFA. DRA. LIDIA OLIVEIRA SILVA PROF. DR. JOSÉ AZEVEDO Aveiro 2008
  • 2. CULTURA DA CONVERGÊNCIA, LITERACIA DOS MEDIA E BIBLIOTECA ESCOLAR CASSIA FURTADO Resumo Com o avanço vertiginoso das áreas de comunicação e da informática, o mundo presencia o surgimento de uma nova sociedade, onde a tecnologia de informação e comunicação se faz onipresente, mudando nossa forma de pensar e agir. A Sociedade do Conhecimento não é só um fenômeno tecnológico, tem repercussão política, econômica, educacional e cultural. Destacamos a convergência dos media, pois a partir desse processo temos importantes aspectos na educação e na cultura que devem ser prioridades nas políticas sociais dos países, especialmente os em fase de desenvolvimento. A literacia dos media (media literacy) deve ser vista com um aprimoramento da literacia tradicional, sendo assim é de responsabilidade das instituições educacionais, como a biblioteca escolar. Este artigo tem como objetivo fazer um recorte na literatura sobre o papel da biblioteca escolar, na cultura da convergência, como produto final da Disciplina Cultura de Convergência dos Medias. Palavras chave: convergência dos media; cultura da convergência; literacia dos media; biblioteca escolar; educação INTRODUÇÃO O Século XXI é marcado pelo imenso avanço tecnológico, especialmente pelo desenvolvimento das telecomunicações e informática, acarretando mudanças na sociedade, transformando os sistemas sociais e afetando todos as áreas do conhecimento, em vários níveis. A informação e a comunicação, com destaque para os media, ocupam lugar central nas nossas vidas. Sendo assim, torna-se fundamental os cidadãos adquirirem habilidade e competências para viverem nesse mundo, marcado por mudanças e por transformações na forma de produzir e consumir informações. O paradigma da cultura da convergência dos media não se limita somente ao aspecto tecnológico, mas, e principalmente, pelas transformações culturais e sociais advindas, especialmente com relação às crianças e jovens.
  • 3. As instituições educacionais, em especial, a escola e a biblioteca, trabalham agora num novo cenário e encontram novos desafios, como exemplo: a cultura da convergência e a literacia dos media. CULTURA DA CONVERGÊNCIA A década de 90 marca o mundo em que se vive pelas transformações irreversíveis que ocorrem na sociedade. Transformações que, apesar de ocorrerem de forma heterogênea, afetam todos os povos e países. As inovações tecnológicas estão presentes na vida de todos os indivíduos, na sua casa, no seu trabalho, no seu lazer e em outras atividades. O desenvolvimento da tecnologia informacional está transformando o novo século em um mundo cada vez mais ligado em rede de informação global, onde milhões de pessoas se conectam, buscando e disponibilizando informação em tempo real, nesse aspecto, destacamos a evolução, cumulativa e irreversível, do avanço dos computadores e da telefonia móvel. Nesse ambiente, a informação adquiriu, agora, um novo conceito, podendo ser um texto escrito, uma foto, uma musica, um vídeo etc. Destacamos a presença da convergência na tecnologia off line e/ou on line, uma vez que, podemos ter em um suporte digital, como o DVD, vários tipos de informação (texto, som, imagem) e também, podemos estar conectados com outros usuários, trocando essas mesmas informações (FIDALDO, 2008). Jenkins (2008) proclama Sola Pool como o “profeta da convergência dos meios de comunicação”, pois em 1983, o autor alertava que um único suporte poderia oferecer vários serviços e que, também, vários serviços poderiam ser oferecidos por suportes distintos. Com relação à tecnologia, a convergência dos media, representa atualmente o ápice do desejo dos usuários, tudo em um só ponto, aqui e agora. A tecnologia da convergência responde os anseios dos usuários, uma vez que, seu objetivo principal é melhorar a qualidade de vida e promover a integração entre os mesmos. Outro aspecto que merece ser destacado é a interatividade permitida pela convergência dos media, o indivíduo passa de mero consumidor, para produtor de informações.
  • 4. “Nesse cenário, as pessoas tomaram a mídia em suas próprias mãos e passaram a explorar elas mesmas novas ferramentas e plataformas que lhes permitam criar e veicular os seus próprios conteúdos. Por trás da cultura da convergência, está uma outra: a participativa” (JENKINS, 2008). A convergência dos media possibilita a formação de redes sociais, com a produção, difusão e recepção dos conteúdos, as pessoas se unem em torno de uma temática comum, tendo como meios um suporte digital. E, principalmente, os conteúdos dos media oferecem a possibilidade de “aprender a fazer”, o que, segundo Dellors (1999), é um dos quatro pilares da educação, aprender com base na experiência, no resolver, decifrar. LITERACIA DOS MEDIA A Sociedade do Conhecimento exige novas habilidades e competências, surge à necessidade de aprendermos a usar a informação, especialmente a disponibilizada pelos meios de comunicação, o mundo está em constante mudança, a informação é cada vez mais efêmera, sendo assim, a literacia dos media torna-se fundamental para os cidadãos. Em 1974, o bibliotecário Paul Zurkowsk, usou o termo information literacy como técnicas e habilidades para o uso dos recursos informacionais. O termo sofreu evoluções e passou a ser objeto de vários estudos, destacamos a definição dada pela American Library Assocition, em 1989, que acentua que o indivíduo deve, diante de uma infinidade de informações, ser “capaz de reconhecer quando a informação é necessária, e ter as capacidades para localizar, avaliar e usar eficazmente” (DUDZIAK, 2003, p.26). Merece destaque, o interesse de bibliotecários pelo novo conceito e suas relações com biblioteca e educação. O trabalho de Carol Kuhlthau enfatiza a necessidade da information literacy está inserida na educação formal, sendo foco das bibliotecas escolares, e alerta para a busca de informações, através das tecnologias de informação e comunicação, especialmente por parte dos estudantes (KUHLTHAU,1989). O Relatório Learning for the 21 st century (2008) que identifica competências para o aprendizado, aponta competência de literacia para a informação e para os media, como necessidade dos alunos aprenderem a selecionar e criar
  • 5. informações, onde está incluso, não somente textos, mas também imagens, áudio e animação. A literatura cientifica atual sugeri uma infinidade de literacies, incluindo a literacia dos media. Sendo considerada um paradigma dessa sociedade, é definida como “um processo de aprendizagem (e ensino) num dado contexto, mas principalmente em cenários formais, informais, sociais, familiares e mediáticos” (VIEIRA, 2008). Percebemos que a literacy dos media está inserida nos campos do conhecimento da educação e ciência da informação, devendo ser objeto de estudo compartilhado de educadores e bibliotecários, num cenário de formal de ensino e aprendizado. A escola não deve ficar a margem da sociedade atual, ser omissa a essa realidade, e ao papel que os media desempenham na formação dos seus alunos. As crianças e jovens tem acesso a uma enorme variedade e quantidade de informações, que recebem principalmente fora do ambiente escolar, especialmente a informação disponibilizada pelos media, e a escola deve prepará-los para indagações como; fonte, pertinência, relevância, atualidade e segurança dessas informações. O Office of Communications – OFCOM (2006) inclui como componentes da literacia dos media o acesso, a compreensão e a criação de informações em vários contextos. O acesso aos media, especialmente nos países em desenvolvimento, é um grave problema, haja vista que, a grande maioria da população não utiliza as chamadas “novas tecnologias de informação e comunicação”. Merece preocupação a realidade brasileira, que ainda não teve grandes avanços, com relação à inclusão nas tecnologias de informação e comunicação no sistema educacional, especialmente na formação inicial de seus professores. Em tese de Doutorado, pela UNESP, Barros (2005 p.160) analisou os professores e percebeu que “57% deles na formação inicial e 77,1%, na formação continuada, embora tenham interesse, não sabem manusear bem o computador”. Contudo, entendemos por acesso, não somente usar as tecnologias, mas principalmente saber como utilizar e conceber as tecnologias como um instrumento para aquisição e construção de conhecimento. A compreensão da informação, como componente da literacy dos media, envolve a atitude crítica do seu conteúdo, passando pela reflexão, analise e avaliação. Percebemos que as crianças e jovens não estão sendo preparados no ambiente escolar e familiar para esse contexto. É competência da escola e da família orientá-los para
  • 6. selecionar e usar as informações de maneira correta, desenvolvendo o espírito crítico e senso de cidadania, incluindo aqui, direito e deveres com relação às fontes (BINDÉ, 2007). A criação de conteúdos está relacionada à participação, a produção e a disseminação de informações em ambientes de media. A interatividade, sendo uma das características da convergência dos media, possibilita a participação ativa do cidadão enquanto membro de uma comunidade. Direito à informação e a liberdade de expressão, hoje, envolvem, também, crianças e jovens (PEREIRA, 2008). A escola deve substituir a educação tecnicista por uma educação que estimule a percepção, a criação, à inovação e o espírito científico, voltado para solução de problemas sociais, tendo como instrumento os media. Sendo assim, acreditamos que a literacia dos media é de responsabilidade do sistema educacional e que deve fazer parte de uma “proposta articulável com as práticas pedagógicas na sala de aula e nas actividades escolares em geral, (…) com óbvias incidências nas políticas de educação e nas práticas culturais” (PINTO, 2003, p. 4). O PAPEL DA BIBLIOTECA ESCOLAR Dentre mudanças ocorridas nas instituições educacionais com a sociedade do conhecimento, acreditamos que a biblioteca é uma das que mais sofreu alterações em termos conceituais, passou de deposito de livros a centro de ensino e aprendizagem. Data de 1980, por ocasião da primeira edição, o Manifesto da UNESCO sobre as Mediatecas Escolares, esse conceito ligado à educação. Autores como Calixto1, Campelo2 e Silva3 enfatizam que com base no paradigma da Sociedade do Conhecimento, a biblioteca da escolar deve funcionar como um núcleo central do sistema escolar. Fazendo parte do sistema de informação e de educação de um país, deve ser um centro dinâmico de informação, organizando e fornecendo a informação nos mais variados suportes, permitindo assim, o acesso a uma rede de conhecimentos, ou seja, funcionando em parceria com outras bibliotecas e 1 CAMPELLO, Bernadete Santos. A biblioteca escolar: temas para uma prática pedagógica. 2. ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2005. 64 p. 2 CALIXTO, José António. A biblioteca escolar e a sociedade de informação. Lisboa: Caminhos da educação, 1996. 3 SILVA, Waldeck Carneiro. Miséria da biblioteca escolar. São Paulo; Cortez, 1995. 118p.
  • 7. instituições educacionais e culturais, para fornecer uma quantidade diversificada de informações ilimitadas. Acrescentamos que, por ser o principal centro de informação da escola, a biblioteca tem como principal desafio no século XXI, preparar a comunidade escolar para literacia dos medias. É preocupante o depoimento, de um bibliotecário, recolhidos por Calixto (2008, p. 8): “As pessoas não são ensinadas na escola a fazer uma pesquisa, não são ensinadas na biblioteca, não são ensinadas em lado nenhum (...). Há um grande desconhecimento sobre a importância da informação e onde é que essa informação pode ser encontrada (...) e por vezes aos níveis mais insuspeitos, pessoas a fazerem mestrados ou doutoramentos, professores...” A escola não reflete a sociedade e sua evolução, continua trabalhando somente com informações e conhecimentos reproduzidos nos livros textos, e nesse ambiente a biblioteca escolar não encontra espaço a não ser servir somente de mero apoio à sala de aula. Torna-se inadiável acrescentar às informações dos livros as informações dos media, uma vez que estas fazem parte do mundo atual. “A literacia dos media é um complemento a literacia tradicional” (Cathy Wing, 2004). A televisão, a radio, a impressa gráfica, a informática, o vídeo, (os games) e muitas outras novas tecnologias da informação e comunicação, que a passos de gigante se vão dando a conhecer, têm provocado sem dúvida uma ruptura radical com o “status quo” antigo (da escola e da biblioteca) (GOMEZ apud SANTOS, 2003, p.16). A biblioteca, por ter um ambiente de aprendizagem mais informal que a sala de aula, pode explorar toda a cultura dos media, que o educando carrega a chegar à escola, e trabalhar a literacia, diminuindo assim, o fosso que a separa do mundo das crianças e jovens. Uma vez que, na biblioteca, os alunos estão livres de avaliação para nota, podemos trabalhar com os conteúdos dos media, abordando temáticas de interesse comuns, desenvolvendo a análise crítica e comparativa desses conteúdos, formando grupos de participação e aumentando a interação social na comunidade escolar.
  • 8. Estamos presenciando uma novo cultura, cultura da convergência, e esse “processo cultural”, definido por Jenkins (2008), tem um forte elo com o processo educacional, pois, “el surgimento de um nuevo sistema de comunicación electrónico, caracterizado por su alcance global, su integración de todos los medios de cmunicación y su interactividad potencial, está cambiando nuestra cultura, y lo hará para sienpre” (CASTELLS, 1999, p.361). CONCLUSÃO Com base nos estudos realizados, percebemos que, a sociedade está em processo permanente de mudanças, tendo conseqüências muito fortes no papel da escola e da biblioteca. Pensamos ser urgente uma reflexão nos modelos atuais, que dominam no sistema educacional, particularmente em paises em desenvolvimento, pois, grande parte das informações e conhecimentos que os educando recebem hoje, tem origem fora do ambiente escolar, uma vez que, eles têm como principal fonte os media. A literatura destaca, com muita ênfase, a responsabilidade da escola e da biblioteca em preparar a comunidade escolar, especialmente os professores e alunos, para compreender os contextos sociais, culturais, econômicos e políticos da convergência dos media. A literacia dos media está sendo implantada, com muita timidez, em alguns países, como uma disciplina curricular, especialmente nos cursos de ensino superior. Podemos citar como exemplo, alguns modelos criados por cientistas da área: Marland, em 1981, desenvolveu os “nove passos” para serem realizados no momento de uma pesquisa; Herring, com o modelo PLUS, em 1996, propõe como etapas da pesquisa: propósito, localização, utilização e auto-avaliação e, também temos o BIG 6, com seis etapas, desenvolvido nos Estados Unidos (CALIXTO, 2008). Destacamos o modelo Kuhlthau's Model of the Stages of the Information Process, desenvolvido em 1993, pela biblioteca Carol Kuhlthau, com as etapas de; Task Initiation, Topic Selection, Prefocus Exploration, Focus Formulation, Information Collection e Search Closure, onde a autora enfatiza a participação da biblioteca escolar nesse processo (KUHLTHAU, 2008). Todavia, pensamos que a literacia dos media deve fazer parte da educação básica, não somente como uma disciplina isolada, mas sim, inclusa em todas as disciplinas através de projetos comuns. Entretanto, vale citar o exemplo da Inglaterra,
  • 9. que desde 1983, introduziu a temática na disciplina Inglês, para crianças a partir dos cinco anos (SANTOS, 2003). Com relação à biblioteca, enfatizamos o distanciamento com o contexto múltiplo e diversificado da Sociedade do Conhecimento, aonde a tecnologia e a informática só chegaram até o tratamento, organização e recuperação dos seus acervos bibliográficos. Sugerimos que, percorram o caminho seguido pelas bibliotecas universitárias, que usam a tecnologia de informação e comunicação e os media na criação de espaços de auto-aprendizagem. Finalmente, pensamos que a escola e a biblioteca ainda não encontram o papel que lhes cabe dentro da Sociedade do Conhecimento. REFERÊNCIAS BARROS, Daniela Melaré Vieira. Tecnologias da inteligência: gestão da competência pedagógica virtual. 2005. 286f. Tese (Doutorado em Educação Escolar) - Universidade Estadual Paulista “Julio de Mesquita Filho”, Araraquara, 2005. Disponível em: < http://www.fclar.unesp.br/poseduesc/tesesdissertacoes.php?id=poseduesc>. Acesso: março 2007. BINDÉ, Jérôme (Org). Rumo às Sociedades do Conhecimento: relatório mundial da CALIXTO, José. Literacia da informação: um desafio para bibliotecas. Disponível em: http://repositorium.sdum.uminho.pt/handle/1822/4768. Acesso em: dezembro 2008 CASTELLES, Manuel. Sociedade em rede. São Paulo, Paz e Terra, 1999. DELORS, Jacques. Educação: um tesouro a descobrir, relatório para a UNESCO da Comissão Internacional sobre educação para o século XXI. 2.ed. São Paulo: Cortez, MEC, UNESCO, 1999. 288p. DUDZIAK, Elisabeth. Information literacy. Ciência da Informação, v.32, n.1, p.23-35, jan./abr. 2003. FIDALGO, Antonio. Convergir para divergir. Disponível em: http://www.campusred.net/aulaabierta/docs/M2_Antonio_Fidalgo%20.doc. Acesso em: dezembro 2008. KUHLTHAU, Carol. Information Search Process: A Summary of Research and Implications for School Library Media Programs. SLMQ, v. 18, n. 1, 1989.
  • 10. _______ Kuhlthau's Model of the Stages of the Information Process Kuhlthau's Model of the Stages of the Information Process. Disponível em: http://library.humboldt.edu/~ccm/fingertips/kuhlthau.html. Acesso em: dezembro 2008. LEARNING for the 21st century. Disponível em: http:llk.media.mit.edu/projects/scratch/paper/Scratch-21stcentury. Acesso em; dezembro 2008. NUNES, Manuela Barreto. O papel da biblioteca escolar na formação da comunidade educativa. Disponível em: www.grupolusofana.pt/pls/portal/doc. Acesso em: março 2008. PEREIRA, SARA. Educação para os media e cidadania. Disponível em: http://repositorium.sdum.uminho.pt/handle/1822/4768. Acesso em: dezembro 2008. PINTO, Manuel. Correntes da educação para os media em Portugal. Revista Ibero- americana, n.32, maio/ago. 2003. SANTOS, Maria Manuela Castro. A educação para os media no contexto educativo. Lisboa, Ministério da Educação, 2003. OFCOM. Media Literacy Audit: Report on media literacy amongst children. Disponível em: http://www.ofcom.org.uk/advice/media_literacy/medlitpub/medlitpubrss/children/ . Acesso em: dezembro 2008 VIEIRA, Nelson. As literacias e o uso responsável da Internet. Disponível em: http://www.obercom.pt/ojs/index.php/obs/article/viewPDFInterstitial/112/155. Acesso em: dezembro 2008. UNESCO. Manifesto da UNESCO para Bibliotecas Escolares. IFLA Journal, v.6, n.5, 1980. WING, Cathy. An Introduction to Internet Literacy. In: The Media Freedom Internet Cookbook. Disponível em: http://www.osce.org/publications/rfm/2004/12/12239_89_en.pdf. Acesso em: dezembro 2008.

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