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  • 1. Diversidade linguísticano sistema educativo português Maria do Carmo Vieira da Silva Carolina GonçalvesJORNADAS DO OBSERVATÓRIO DE IMIGRAÇÃO, ACIDI, I.P. 16 de Maio de 2011
  • 2. Plano da apresentação Motivações para o estudo Contextualização teórica Estudo empírico Conclusões Recomendações
  • 3. Motivações para o Estudo O que se diz? O que se faz? Como se processa a aprendizagem do PLNM?
  • 4. OBJECTIVOS DO ESTUDO
  • 5. A Língua de escolarização Vida em sociedade Vida na escola Nível de proficência Barreiras linguísticas
  • 6. A língua de escolarização
  • 7. Quem consegueChegará a todos? aceder-lhe facilmente? A Língua de escolarizaçãoQuem apresenta Todos a dificuldades? compreendem?
  • 8. A língua de escolarização (Gouveia e Solla, 2004) Combater o insucesso e o abandono escolar Bom domínio da língua
  • 9. A língua de escolarização Dominínio linguístico Aprendizagens fundamentais Sucesso escolar
  • 10. A língua de escolarização (crispim, 1999) veiculaA Variedade norma especificidadesda escola apresenta
  • 11. A língua de escolarizaçãoMotivação Processo Não-domínio Situação Resistência Preconceitos Finalidades e estereótipos Desmotivação
  • 12. “Formar indivíduosPAPEL DA ESCOLA autónomos e capazes de lidar com situações“Corrigir as assimetrias novas, quer a nívelimputáveis a diferentes linguístico, quer a nívelcondições socioculturais e cognitivo. As competências na escolaDar a todas as crianças e devem ser objecto dejovens idênticas transposição para a vidaoportunidades de em sociedade” (Silva edesenvolverem as suas Gonçalves, 2011: 49)capacidades” (Sim-Sim, 1997)
  • 13. Formação de professores Processo de Bolonha Peças- chave Desafios da Formação ao sociedade do longo da vida conhecimento
  • 14. Formação de professores
  • 15. estudo empírico
  • 16. METODOLOGIAQuestionário aos alunos: análise estatística – SPSS, versão 15.0(Reis, 2000; Howell, 2006) Questionário aos professores: análise categorial de conteúdo (Bardin, 2008; Estrela, 1994)
  • 17. Caracterização dos participantes
  • 18. Distribuição da amostra (alunos)Género N %Masculino 389 45,1Feminino 473 54,9 Total 862 100,0  Entre 12 e 24 anos  Média: 16,18 (DP=1,71) anos
  • 19. Caracterização dos Participantes-alunos País de origem: Portugal = 41,5% Cabo-Verde = 13,8% Angola = 8,6% Guiné-Bissau = 5,2% S. T. Príncipe = 2,6% Brasil = 8,9% Ucrânia = 3,4% Moldávia = 3,2%
  • 20. Caracterização dos Participantes-alunos Línguas faladas em casa: Português N=79,7% Crioulo Cabo Verde N=23,4% Inglês N=11,3% Francês N=7,3% Crioulo Guiné-Bissau N=5,9% Russo N=3,9% Ucraniano N=3,9% Romeno N=3,4% Línguas de Angola N=2,3%
  • 21. Distribuição da amostra (Professores)Escalões etários N %De 20 a 29 anos 3 9,4De 30 a 40 anos 23 71,9De 50 a 59 anos 5 15,6Mais de 60 anos 1 3,1 Total 32 100,0
  • 22. Resultados do estudo empírico: Percepção decompetências linguísticas
  • 23. Resultados do estudo empírico: Percepção de competências linguísticas Frequência de compreensão do discurso em LP Grupo de ascendência Linear-by- Africana Outra Total linear P AssociatioFrequência N % N % N % nRaramente - - 3 2,8 3 0,9Alg vezes 17 7,1 8 7,4 25 7,2Mts vezes 59 24,7 43 39,8 102 29,4 9.649 .002Sempre 163 68,2 54 50,0 217 62,5 Total 239 100,0 108 100,0 347 100,0
  • 24. Resultados do estudo empírico: Percepção de competências linguísticas Frequência de discurso correcto em LP Grupo de ascendência Linear-by- Africana Outra Total linear P AssociatioFrequência N % N % N % nRaramente 3 1,2 5 4,6 8 2,3Alg vezes 37 15,2 23 21,3 60 17,1Mts vezes 113 46,5 47 43,5 160 45,6 4.691 .030Sempre 90 37,0 33 30,6 123 35,0 Total 243 100,0 108 100.0 351 100.0
  • 25. Resultados do estudo empírico: Percepção de competências linguísticas Percepção da competência na expressão escrita em LP Grupo de ascendência Linear-by- Africana Outra Total linear P AssociatioPercepção N % N % N % nMt Insufic 1 0,4 - - 1 0,3Insuficiente 7 2,9 8 7,4 15 4,2Suficiente 60 24,5 31 28,7 91 25,8 5.932 .015Boa 120 49,0 55 50,9 175 49,6Muito Boa 57 23,3 14 13,0 71 20,1 Total 245 100,0 108 100.0 353 100.0
  • 26. Resultados do estudo empírico: Percepção de competências linguísticas Percepção da compreensão da sua oralidade em LP Grupo de ascendência Linear-by- Africana Outra Total linear P Associatio Percepção N % N % N % nPor todos 185 75,8 74 67,9 259 73,4Por alguns 56 23,0 34 31,2 90 25,5 1.953 .162Por ninguém 3 1,2 1 0,9 4 1,1 Total 244 100,0 109 100.0 353 100.0
  • 27. Resultados do estudo empírico: Percepção decompetências linguísticasPercepção das dificuldades em outras disciplinas Grupo de ascendência Africana Outra Total P Percepção N % N % N %Sim 80 32,9 43 38,8 123 35,0Não 163 67,1 65 60,2 228 65,0 .227 Total 243 100,0 108 100.0 351 100.0
  • 28. Resultados do estudo empírico: Percepção decompetências linguísticasImportância de falar a língua materna Grupo de ascendência Africana Outra Total P Importante N % N % N %Sim 227 97,0 104 97,2 331 97,1Não 7 3,0 3 2,8 10 2,9 .1.000 Total 234 100,0 107 100.0 341 100.0
  • 29. Resultados do estudo empírico: Percepção decompetências linguísticasImportância de falar a língua portuguesa Grupo de ascendência Africana Outra Total P Importante N % N % N %Sim 224 96,6 100 95,2 324 96,1Não 8 3,4 5 4,8 13 3,9 .553 Total 232 100,0 107 100.0 341 100.0
  • 30. Resultados do estudo empírico: Questionário aosprofessores
  • 31. Resultados do estudo empírico: Questionário aosprofessores
  • 32. Resultados do estudo empírico: Questionário aosprofessores
  • 33. Resultados do estudo empírico: Questionário aosprofessores
  • 34. CONCLUSÕES Auto-percepção
  • 35. CONCLUSÕES
  • 36. Recomendações
  • 37. Recomendações
  • 38. TESTEMUNHOS / VOZ DOS ALUNOS “Porque moro com a minha família “Porque senão e falamos só Crioulo e a minha avó acontece como muitas não sabe falar Português.” línguas da antiguidade, perde-se.” “Porque não quero nunca perder o meu sotaque brasileiro. Tenho orgulho nele e é a única representação que tenho do meu país.”