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Nem Tudo O Que BalançA Cai

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Apresentação em Power Point do texto Nem tudo o que balança cai: Objetos de aprendizagem no ensino de línguas de Vilson J. Leffa online em http://www.leffa.pro.br/trabalhos/obj_aprendizagem.pdf

Apresentação em Power Point do texto Nem tudo o que balança cai: Objetos de aprendizagem no ensino de línguas de Vilson J. Leffa online em http://www.leffa.pro.br/trabalhos/obj_aprendizagem.pdf

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Transcript

  • 1. Nem tudo o que balança cai: Objetos de aprendizagem no ensino de línguas Vilson J. Leffa (UCPEL) Carolina Costa de Souza Gomes Introdução à Lingüística Computacional Professora Violeta Quental
  • 2. Introdução
    • Objetivo: explicar o que são objetos de aprendizagem e tentar mostrar seu impacto no ensino da língua,estrangeira ou materna
  • 3. Definição de objetos de aprendizagem
    • Qualquer coisa (DOWNES, 2003; FRIESEN, 2001; MORTIMER, 2002).
    • Qualquer coisa digital (WILEY, 2000).
    • Qualquer coisa com objetivo educacional (QUINN & HOBBS, 2000).
    • Qualquer coisa digital com objetivo educacional (ALBERTA LEARNING, 2002; CISCO SYSTEMS, 2001; KOPER, 2001).
  • 4. Características dos objetos de aprendizagem
    • Granularidade
    • Reusabilidade
    • Interoperabilidade
    • Recuperabilidade
  • 5. Os repositórios
    • Repositórios públicos
    • Repositórios vinculados a universidades
    • Repositórios de empresas privadas
    • Repositórios para o ensino de línguas
    • Exemplos de projetos brasileiros
  • 6. Uma tentativa de avaliação
    • A proposta da neutralidade teórica
      • “não sabemos se temos ou não uma teoria instrucional, mas não nos importamos com isso” WILEY, sobre os produtores de software que propõem a neutralidade teórica.
  • 7. Uma tentativa de avaliação
    • Teoria restrita ao design e usabilidade do objeto
      • 1. O OA tem um objetivo claro, imediatamente relevante para o aprendiz?
      • 2. reflete uma preferência de aprendizagem específica (visual,auditiva ou sinestésica)?
      • 3. desenvolve a competência no nível apropriado?
      • 4. ajuda os aprendizes a desenvolver o conceito que está sendo apresentado?
      • 5. pode ser usado em disciplinas de áreas diferentes?
      • 6. pode ser usado em outros cursos?
  • 8. Uma tentativa de avaliação
    • Teoria restrita ao design e usabilidade do objeto
      • 7. pode ser agrupado em conjuntos maiores de conteúdo, incluindo disciplinas tradicionais?
      • 8. requer a aplicação de habilidades de pensamento de nível superior?
      • 9. independe de outras fontes (capítulos de livros, vídeos)?
      • 10. contém todo o material necessário para que o aprendiz complete a atividade (introdução, conteúdo a ser desenvolvido, conclusão)?
      • 11. é fácil de ser usado pelo aprendiz?
      • 12. usa princípios éticos?
      • 13. segue a filosofia, normas ou regimento da instituição?
  • 9. Uma tentativa de avaliação
    • Olhando além do objeto
      • ênfase no núcleo do sintagma, a palavra “objetos”, relegando a um segundo plano a locução “de aprendizagem”
  • 10. Conclusão
    • é preciso aumentar a oferta de OAs
    • saber buscar e usar um objeto adequado às nossas necessidades envolve um nível de competência profissional tão importante quanto à competência necessária para saber buscar e citar uma fonte bibliográfica
    • o conhecimento de como produzir o próprio material facilitaria o encadeamento dos objetos, do mesmo modo como o domínio da escrita leva a um texto coeso, mesmo que vários autores sejam citados