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Absolutismo
 

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    Absolutismo Absolutismo Presentation Transcript

      • Formação dos Estados Nacionais
      • Interesse político dos reis associado às necessidades burguesas de ampliação do comércio e fim dos entraves feudais.
      • Favorecidos pela crise da nobreza feudal, alguns setores burgueses financiam exército de mercenários de dinastias, iniciando o processo de formação do Estados Nacionais territorialmente definidos e politicamente centralizados.
      • Funcionamento
      • Exército Nacional
      • Unificação monetária
      • Formação de uma burocracia estatal - composta prioritariamente pela nobreza
      • A nobreza mantém os privilégios, apesar de se submeter ao poder político dos monarcas, como não pagar impostos, propriedade de terras, status social e nomeação a cargos políticos.
      • Construção da identidade nacional posterior à formação do Estado:
      • “ O Estado antecede a nação” (Eric Hobsbawn)
      • Breve análise de casos:
      • O processo de reconquista e sua importância para a formação dos países ibéricos:
      • A Revolução de Avis (1384) e a formação de Portugal.
      • A união Castela-Aragão e a formação da Espanha.
      • A guerra dos Cem Anos e o processo de disputas territoriais e formação da França e da Inglaterra
    •  
    • A Guerra dos Cem Anos e a formação da França e da Inglaterra
    • Mapas do conflito entre os reinos inglês e francês
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    •  
      • Absolutismo
      • Representação política dos Estados Nacionais durante a Idade Moderna, consistindo na concentração de poderes através do intervencionismo estatal.
      • Eram atribuições dos monarcas chefiar o exército nacional, nomear políticos, criação, execução e julgamento das leis.
      • Estabelece o rei como mediador dos conflitos entre a burguesia e nobreza, já que esses segmentos foram incapazes de assumir o Estado, necessitando portanto desse centralismo político.
    • “ Eu me impus por lei trabalhar regularmente duas vezes por dia. Eu ordenei aos quatro secretários de Estado que nada assinassem sem falar-me, e que nada fizesse nas finanças sem ser registrado num livro, que deveria permanecer comigo” “ O Estado sou eu.” (Luís XIV)
    •  
      • O poder dos reis variava conforme a região. Em alguns Estados Nacionais como em Portugal, Espanha e França a concentração se dá de forma mais acentuada. No caso inglês, a existência da Carta Magna e do parlamento cria uma variação nesse processo. Apesar disso, as dinastias Tudor e Stuart centralizaram o poder diminuindo a ação do parlamento.
      • As regiões italianas e alemãs não se centralizaram neste período. Desta forma, se mantiveram como reinos independentes. Já a Holanda se estabelecia como uma República governada pela elite burguesa.
      • Justificativas Ideológicas
      • Conjunto de teorias e estudiosos que de formas diferenciadas justificam, legitimam e reafirmam o poder absoluto dos monarcas.
      • Teoria do Direito Divino: poder real com origem divina. Revoltar-se contra o rei era revoltar-se contra Deus. Principais teóricos: Jean Bodin, Jacques Bossuet, Le Bret.
      • A teoria do Direito Divino caracteriza o absolutismo, portanto, como uma estrutura de governo em que a esfera religiosa e política se encontram unidas. O padroado (união entre os poderes da Igreja e do Estado, presentes nas Monarquias absolutistas européias) confirmam a forma de Estado religioso. Ao Rei estão garantidos direitos sobre questões religiosas e interesses da Igreja em seu país. Por outro lado, a Igreja garante seu poder em todo o país a partir do apoio ao monarca.
    •