Absolutismo

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Absolutismo

  1. 1. <ul><li>Formação dos Estados Nacionais </li></ul><ul><li>Interesse político dos reis associado às necessidades burguesas de ampliação do comércio e fim dos entraves feudais. </li></ul><ul><li>Favorecidos pela crise da nobreza feudal, alguns setores burgueses financiam exército de mercenários de dinastias, iniciando o processo de formação do Estados Nacionais territorialmente definidos e politicamente centralizados. </li></ul>
  2. 2. <ul><li>Funcionamento </li></ul><ul><li>Exército Nacional </li></ul><ul><li>Unificação monetária </li></ul><ul><li>Formação de uma burocracia estatal - composta prioritariamente pela nobreza </li></ul><ul><li>A nobreza mantém os privilégios, apesar de se submeter ao poder político dos monarcas, como não pagar impostos, propriedade de terras, status social e nomeação a cargos políticos. </li></ul><ul><li>Construção da identidade nacional posterior à formação do Estado: </li></ul><ul><li>“ O Estado antecede a nação” (Eric Hobsbawn) </li></ul>
  3. 3. <ul><li>Breve análise de casos: </li></ul><ul><li>O processo de reconquista e sua importância para a formação dos países ibéricos: </li></ul><ul><li>A Revolução de Avis (1384) e a formação de Portugal. </li></ul><ul><li>A união Castela-Aragão e a formação da Espanha. </li></ul><ul><li>A guerra dos Cem Anos e o processo de disputas territoriais e formação da França e da Inglaterra </li></ul>
  4. 5. A Guerra dos Cem Anos e a formação da França e da Inglaterra
  5. 6. Mapas do conflito entre os reinos inglês e francês
  6. 9. <ul><li>Absolutismo </li></ul><ul><li>Representação política dos Estados Nacionais durante a Idade Moderna, consistindo na concentração de poderes através do intervencionismo estatal. </li></ul><ul><li>Eram atribuições dos monarcas chefiar o exército nacional, nomear políticos, criação, execução e julgamento das leis. </li></ul><ul><li>Estabelece o rei como mediador dos conflitos entre a burguesia e nobreza, já que esses segmentos foram incapazes de assumir o Estado, necessitando portanto desse centralismo político. </li></ul>
  7. 10. “ Eu me impus por lei trabalhar regularmente duas vezes por dia. Eu ordenei aos quatro secretários de Estado que nada assinassem sem falar-me, e que nada fizesse nas finanças sem ser registrado num livro, que deveria permanecer comigo” “ O Estado sou eu.” (Luís XIV)
  8. 12. <ul><li>O poder dos reis variava conforme a região. Em alguns Estados Nacionais como em Portugal, Espanha e França a concentração se dá de forma mais acentuada. No caso inglês, a existência da Carta Magna e do parlamento cria uma variação nesse processo. Apesar disso, as dinastias Tudor e Stuart centralizaram o poder diminuindo a ação do parlamento. </li></ul><ul><li>As regiões italianas e alemãs não se centralizaram neste período. Desta forma, se mantiveram como reinos independentes. Já a Holanda se estabelecia como uma República governada pela elite burguesa. </li></ul>
  9. 13. <ul><li>Justificativas Ideológicas </li></ul><ul><li>Conjunto de teorias e estudiosos que de formas diferenciadas justificam, legitimam e reafirmam o poder absoluto dos monarcas. </li></ul><ul><li>Teoria do Direito Divino: poder real com origem divina. Revoltar-se contra o rei era revoltar-se contra Deus. Principais teóricos: Jean Bodin, Jacques Bossuet, Le Bret. </li></ul>
  10. 14. <ul><li>A teoria do Direito Divino caracteriza o absolutismo, portanto, como uma estrutura de governo em que a esfera religiosa e política se encontram unidas. O padroado (união entre os poderes da Igreja e do Estado, presentes nas Monarquias absolutistas européias) confirmam a forma de Estado religioso. Ao Rei estão garantidos direitos sobre questões religiosas e interesses da Igreja em seu país. Por outro lado, a Igreja garante seu poder em todo o país a partir do apoio ao monarca. </li></ul>

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