Processo de Aquisição da Escrita (Emília Ferreiro) - Prof. Cristina

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Processo de Aquisição da Escrita (Emília Ferreiro) - Prof. Cristina

  1. 1. Os processos de aquisição da escrita segundo Emília Ferreiro
  2. 2. <ul><li>EMÍLIA FERREIRO </li></ul><ul><li>No contexto da alfabetização, </li></ul><ul><li>aspecto metodológico ≠ aspecto psicológico? </li></ul><ul><li>Discuta com sua colega. </li></ul><ul><li>Metodológico : diz respeito ao método, ou seja, a uma forma, um instrumento, que leve o educando a aprender a ler e escrever. </li></ul><ul><li>Psicológico : como acontece o processo de aprendizagem de leitura e escrita no educando? </li></ul>
  3. 3. <ul><li>Em Psicogênese da Língua Escrita , Emília e sua colega Teberosky esclarecem que a obra </li></ul><ul><li>tem o objetivo de tentar uma explicação dos processos e das formas mediante as quais a criança chega a aprender a ler e a escrever. Entendem por processo o caminho que a criança deverá percorrer para compreender as características, o valor e a função da escrita, desde que esta se constitui no objeto de sua atenção (portanto, do seu conhecimento) (FERREIRO E TEBEROSKY, 1985, p. 15) . </li></ul>
  4. 4. <ul><li>Questões importantes </li></ul><ul><li>O alfabetizando é sujeito participante do processo ensino/aprendizagem e não mais um indivíduo que recebe passivamente os estímulos externos – sujeito cognoscente [Do lat. cognoscens , entis , part. presente de cognoscere 'conhecer, tomar conhecimento. O sujeito que busca adquirir conhecimento ]; </li></ul><ul><li>visão construtivista: uma nova visão de mundo e da natureza humana; sistema de conhecimento que fundamenta a construção da mente e do conhecimento sobre bases anteriores, num processo extremamente dinâmico e reversível de equilíbrio. </li></ul>
  5. 5. <ul><li>Para entender os objetivos propostos por Ferreiro: </li></ul><ul><li>a escrita deve ser apresentada à criança como o produto de uma prática história, um poderoso instrumento nas ações sociais e não como um objeto em si; </li></ul><ul><li>deve-se considerar que muitas crianças chegam à escola sabendo para que serve a escrita, outros não; </li></ul><ul><li>interpretar as escritas infantis é um longo aprendizado, que requer um atitude teórica definida; </li></ul><ul><li>na visão construtivista, o que interessa do erro (ou desvio) é a sua lógica. </li></ul>
  6. 6. Influências <ul><li>Lev Vygotsky (1896-1934) </li></ul><ul><li>Aos educadores interessa em particular os estudos sobre desenvolvimento intelectual. Vygotsky atribuía um papel preponderante às relações sociais nesse processo, tanto que a corrente pedagógica que se originou de seu pensamento é chamada de socioconstrutivismo ou sociointeracionismo; </li></ul><ul><li>os estudos de Vygotsky sobre aprendizado decorrem da compreensão do homem como um ser que se forma em contato com a sociedade. &quot;Na ausência do outro, o homem não se constrói homem“; </li></ul><ul><li>mediação - torna o papel do ensino e do professor mais ativo e determinante do que o previsto por Piaget </li></ul>
  7. 7. <ul><li>Jean Piaget (1896-1980) </li></ul><ul><li>Piaget foi biólogo e dedicou a vida a submeter à observação científica rigorosa o processo de aquisição de conhecimento pelo ser humano, particularmente a criança. </li></ul><ul><li>criou um campo de investigação que denominou epistemologia genética, isto é, uma teoria do conhecimento centrada no desenvolvimento natural da criança; </li></ul><ul><li>segundo Piaget, há quatro estágios básicos do desenvolvimento cognitivo </li></ul><ul><li>1º) sensório-motor: vai até os 2 anos; é um período anterior à linguagem, no qual o bebê desenvolve a percepção de si mesmo e dos objetos a sua volta. </li></ul><ul><li>2º) pré-operacional: dos 2 aos 7 anos, e se caracteriza pelo surgimento da capacidade de dominar a linguagem e a representação do mundo por meio de símbolos. </li></ul>
  8. 8. <ul><li>3º) operações concretas: dos 7 aos 11 ou 12 anos; tem como marca a aquisição da noção de reversibilidade das ações. Surge a lógica nos processos mentais e a habilidade de discriminar os objetos por similaridades e diferenças. 4º) operações formais: por volta dos 12 anos começa o estágio das operações formais. Essa fase marca a entrada na idade adulta, em termos cognitivos. O adolescente passa a ter o domínio do pensamento lógico e dedutivo, o que o habilita à experimentação mental. Isso implica, entre outras coisas, relacionar conceitos abstratos e raciocinar sobre hipóteses. </li></ul>

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