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Caderno ilustrado silmara_com tutoriais

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  • 1. CADERNO PEDAGÓGICO AS MULTIMÍDIAS COMO FERRAMENTAS DIDÁTICAS NA ESCOLA PARANAENSE SILMARA CANDIDA DE OLIVEIRA CARMEZINI 2010
  • 2. AS MULTIMÍDIAS COMO FERRAMENTAS DIDÁTICAS NA ESCOLA PARANAENSE Caderno Pedagógico apresentado ao Núcleo Regional de Educação de Londrina e da Secretaria da Educação – Paraná, com requisito obrigatório para o cumprimento do Programa de Desenvolvimento Educacional – PDE 2009, sob a orientação da Professora Claudia Chueire de Oliveira.
  • 3. Londrina – PR 2010 IDENTIFICAÇÃO • Professor PDE: Silmara Cândida de Oliveira Carmezini • Área PDE: Pedagogia • NRE: Londrina • Professor Orientador IES: Claudia Chueire de Oliveira • IES vinculada: Universidade Estadual de Londrina • Escola de Implementação: Colégio Estadual Marechal Castelo Branco • Público objeto da intervenção: Professores do Ensino fundamental dos Anos Finais • Tema de estudo: As Novas Tecnologias de Informação e Comunicação na Educação do Paraná
  • 4. AOS PROFESSORES "A gratidão é um sentimento que sempre me fez muito bem, a oportunidade de ser grata a uma pessoa é única e quase não deixo passar. E este momento que estou vivendo é muito especial e gostaria de agradecer você por estar ao meu lado para compartilhar o meu aprendizado e continuarmos a aprender juntos. O conhecimento cresce onde sementinhas são lançadas, florescem sob o sol. De um coração caloroso e bom, cresce mais quando é cuidada. Quase todos temos motivos para a gratidão, quando pessoas em nossas vidas têm tempo para partilhar e nos fazer saber por bons atos que nós estamos em seus pensamentos e que elas se importam. As coisas que você faz, com tanta
  • 5. compreensão e bondade, me enchem de gratidão por ter você para dividir sonhos e ideais. Obrigada, por se importar comigo, e aceitar fazer parte do meu projeto, espero fazer a diferença no seu pensar, no seu agir como professor(a), isso tudo me fortalece e me faz acreditar mais e mais que a educação é possível." Silmara Carmezini SUMÁRIO APRESENTAÇÃO___________________________________________________ _________1 e 2 OBJETIVO__________________________________________________________ ____________3 DESENVOLVIMENTO______________________________________________ ____________3 • OFICINA I – Metodologia e Tecnologia____________________________5 • OFICINA II – A Internet na Educação: pesquisa escolar na Internet________________________________________________________________ _______12
  • 6. • OFICINA III – Uso pedagógico do blog___________________________13 • OFICINA IV – Construção do Site da escola_______________________25 • PESQUISA ESCOLAR NA INTERNET: CTRL+C & CTRL+V VERSUS CÓPIA MANUSCRITO_______________________________________ ________26 • OFICINA V - o uso do blog no ensino______________________________41 • PASSO-A-PASSO PARA CRIAÇÃO DE UM BLOG____________________46 • OFICINA VI - INSTRUÇÕES PARA CONSTRUÇÃO DO SITE DAS ESCOLAS ATRAVÉS DO TUTORIAL DO SÍTIO DAS ESCOLAS PÚBLICAS DO PARANÁ._________________51 • ANEXO______________________________________________________ ________76 • REFERÊNCIAS_______________________________________ _________82
  • 7. APRESENTAÇÃO Um dos maiores desafios do Estado do Paraná é de universalizar uma educação de qualidade, como política de Estado de ação contínua e permanente. Não se trata de construir prédios e chamá-los de “escolasÓ, mas sim de proporcionar espaços de ensino-aprendizagem em que tanto os educadores quanto os educandos sejam respeitados integralmente. Neste sentido, deve-se considerar o contexto atual que se encontra a escola paranaense, alicerçada em políticas públicas voltadas para as Novas Tecnologias da Informação e Comunicação (NTIC´s), que requer uma educação que esteja articulada com as novas demandas em relação a utilização da TV Pendrive, do computador e da Internet. Para tanto, é imprescindível que a educação tenha como suporte para sua consolidação, a formação continuada dos profissionais da educação, e que seja de acordo com a realidade a qual a escola, o corpo docente, o corpo discente e funcionários estão inseridos. O presente trabalho pedagógico terá a problematização citada abaixo, como princípios norteadores para a sistematização das atividades propostas neste caderno pedagógico. • Qual é o contexto da Escola Pública Paranaense que favorece a utilização das NTCI´s? • Por que é necessário a utilização das NTIC´s na prática pedagógica docente ?
  • 8. • Quais são as multimídias mais adequadas como ferramentas didáticas que podem contribuir na melhoria do ensino? Visando cumprir e atender as reais necessidades do ensino público paranense o Programa de Desenvolvimento Educacional – PDE é uma política pública voltado ao professor da Rede Pública do Estado do Paraná, que tem como objetivo a Formação Continuada. O programa prevê atividades, distribuídas em três eixos: “atividades de integração teórico-prática, atividades de aprofundamento teórico e atividades de instrumentalização tecnológicaÓ (Portal dia-a-dia Educação / Orientação n.03/2008-PDE/SEED). Para a atividade teórico- prática, o professor PDE deve elaborar uma Proposta de Material Didático-Pedagógica, sob a orientação do Professor Orientador da IES. Sendo assim, o material didático aqui apresentado é o Caderno Pedagógico destinado aos professores de Ensino Fundamental e Médio, organizado em 4 Oficinas Pedagógicas com objetivo geral, fundamentação teórica, objetivos específicos, sugestões de atividades, textos, vídeos e referências. Esse Caderno Pedagógico será aplicado no ano de 2010, na escola de implementação Colégio Est. Marechal Castelo Branco- Primeiro de Maio. O qual será avaliado pelo Grupo de Trabalho em Rede – GTR, visando a sua sistematização e viabilidade.
  • 9. OBJETIVO Desenvolver estudos e pesquisas na área da tecnologia educacional no contexto das políticas públicas do Estado do Paraná, visando propiciar aos professores, fundamentação teórica e prática, a fim, de estabelecer um novo vínculo entre o docente e as novas ferramentas de trabalho, consequentemente novos encaminhamentos teórico-metodológicos, novas linguagens, novas relações. DESENVOLVIMENTO O Material Didático elaborado é um Caderno Pedagógico apresentado, contendo vídeo, textos específicos, objetivos, sugestões de atividades e referenciais. A proposta é trabalhar as Unidades com os professores em Oficinas Pedagógicas , previstas no
  • 10. cronograma do projeto , no Laboratório de Informática do Colégio Est. Marechal Castelo Branco. A Professora PDE coordenará o trabalho através de uma apostila e um CD ROM com o Material Didático para auxiliar os cursistas, os quais acompanharão os passos detalhadamente e realizarão as atividades propostas. As Oficinas Pedagógicas serão de (08) encontros de (04) horas obtendo o total de( 32) horas. As atividades serão organizadas de acordo com cada oficina. Para iniciar o trabalho será realizado uma aula inaugural do Projeto de Implementação na Escola tendo como objetivos: • Mobilizar e sensibilizar os cursistas para a importância de se atualizar e capacitar através da formação continuada e em especial valorizar o Programa de Desenvolvimento Educacional - PDE. • Levar os participantes do curso a um momento de confraternização e interação, por meio de um “café pedagógicoÓ, em que todos possam estar expressando as suas expectativas frente ao curso. • Apresentar os documentos elaborados pela Professora PDE 2009 - Silmara C. de O. Carmezini. Programa de Desenvolvimento Educacional – PDE. ( PROJETO DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA NA ESCOLA, PROJETO DE IMPLEMENTAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA NA ESCOLA / CADERNO PEDAGÓGICO E O PLANO DE TRABALHO DOCENTE). As atividades que serão desenvolvidas durante o “café pedagógicoÓ:
  • 11.  Acolhida com a “Oração do ConhecimentoÓ. Gabriel Chalita.  Dinâmica de grupo: cochicho.  Vídeo: A Importância das Tecnologias- Disponível em: http://www.youtube.com/watch? v=0Z2VnWfe33M&feature=related.  Elaboração de contrato pedagógico com os professores cursistas.  Apresentação do materiais produzidos: • Projeto de Intervenção na Escola; • Projeto de Implementação/Material Didático Pedagógico – Caderno Pedagógico; • Plano de Trabalho Docente; OFICINA I 1. O LABORATÓRIO DO PROGRAMA PARANÁ DIGITAL Objetivo:
  • 12. - Conhecer o Programa Paraná Digital e os seus Aplicativos no Laboratório de Informática. ATIVIDADE 1- PERCORRENDO O AMBIENTE PARANÁ DIGITAL TUTORIAL PASSO-A-PASSO (LINUX). PRD - Programa Paraná Digital É uma rede tecnológica educativa que propicia acesso à modernos recursos da Tecnologia da Informação e Comunicação aos professores e alunos da Rede Pública de Educação Básica do Paraná. • Elementos norteadores • Inclusão digital e social. • Internet em todas as escolas estaduais. • Portal Dia-a-dia Educação. • Nova estrutura dos laboratórios • Laboratório Multiterminal • Acessando o Linux no PRD: Para acessar o sistema é necessário se logar. O nome de usuário e senha são criados pelo ADM da escola. Ao ligar o computador aparecerá uma tela pedindo para digitar o nome de usuário: Para acessar o sistema é necessário se logar. O nome de usuário e senha são criados pelo ADM da escola. Ao ligar
  • 13. o computador aparecerá uma tela pedindo para digitar o nome de usuário: Pronto! Estamos no sistema e podemos utilizar todas as ferramentas disponíveis. SALVAR ARQUIVOS NO SISTEMA LINUX Para salvar os arquivos neste sistema é importante considerar que para abrir nosso arquivo em outro sistema (windows) temos que escolher a extensão de arquivo onde ambos reconheçam. Também precisamos cuidar ao dar um nome ao nosso arquivo, onde não deve se utilizar caracteres especiais (acentos, cedilha, traço...), letra maiúscula nem espaço entre as palavras, no caso temos como exemplo: - Para imagem: nomedaimagem.jpg - Para slides (impress e power point): nome_do_arquivo.ppt - Para texto (writer e word): nomedoarquivo.doc - Para planilhas (clac e excel): nome.xls INTERNET .Para acessar a internet clique em: Aplicações - Internet - Buscador
  • 14. .Ferramentas de busca: São sites que permitem realizar pesquisas de assuntos diversos, imagens, vídeos, áudios, etc. Exemplos: • SALVANDO IMAGENS: Realize uma pesquisa de imagem, digitando um assunto de seu interesse no buscador e: 1) pesquisar; 2) escolher; 3) clicar sobre a imagem; 4) visualizar (clicando novamente sobre ela); 5) clicar com o botão direito do mouse; 6) salvar imagem; 7) nomear e acrescentar a extensão .jpg;
  • 15. 8) salvar. • COPIANDO E COLANDO TEXTOS: Realize uma pesquisa de conteúdo, sobre um assunto de seu interesse (mesmo da imagem), escolha um site, abra-o clicando sobre o link azul: 1) selecionar o trecho que deseja copiar; 2) clicar com o botão direito do mouse ; 3) copiar texto selecionado; 4) ir ao documento (texto, slide ou planilha); 5) clicar com o botão direito onde deseja colar; 6) colar. • Para colar é necessário abrir o programa onde deseja inserir o texto, por exemplo o: BROFFICE – WRITER (Editor de Texto) Para abrir o Editor de Texto Writer siga os seguintes passos: Aplicações - Escritório - Textos (broffice-writer). Digitando, Formatando e Salvando Texto. Colar um texto copiado da internet:  clicar com o botão direito onde deseja inserir o texto copiado;
  • 16.  colar. Ou digite a sugestão de texto abaixo conforme ele aparece, ou produza seu próprio texto: “O estudo da gramática não faz poetas. O estudo da harmonia não faz compositores. O estudo da psicologia não faz pessoas equilibradas. O estudo das 'Ciências da Educação' não faz educadores. Educadores não podem ser produzidos. Educadores nascem.Ó (O EDUCADOR, Rubem Alves) • FORMATANDO O TEXTO: .Para formatar um texto (trocar o tipo de letra, tamanho, cor, alinhamento e etc, pode-se utilizar os ícones de atalho: Para formatar o parágrafo, espaçamento entre linhas, e outros: Formatar - Parágrafo - Recuos e Espaçamento - Recuos - Primeira Linha - Automático - Espaçamento de Linha - 1,5 linha - Alinhamento - Justificado –ok • SALVAR O TEXTO: Para salvar seu texto em sua pasta, clique em: Arquivo - Salvar Como - Nome do Arquivo (seu nome tudo em minúsculo e sem caracteres especiais)Tipo de Arquivo - Microsoft Word 97/2000/XP(.doc) – Salvar • SALVAR NO pen drive: 1º) É NECESSÁRIO MONTÁ-LO: Para salvar seu texto no disquete deverá montá-lo
  • 17. antes de usar: Coloque o pen drive - clique em Aplicações Sistema – pen drive - ok 2º) SALVANDO: Arquivo - Salvar Como – pen drive - Nome do Arquivo (seu nome tudo em minúsculo e sem caracteres especiais) - Tipo de Arquivo - Microsoft Word 97/2000/XP(.doc) -Salvar. 3º) IMPORTANTE: Antes de retirar o pen drive, você deve desmontá-lo: clique em Aplicações - Sistema - Disquete ?ok • FECHANDO E ABRINDO ARQUIVOS: - Feche seu arquivo, no canto superior direito da tela, clicando no “xÓ. - Vá até a barra superior e clique em Aplicações - Minha Pasta, procure pelo arquivo com seu nome, dê dois cliques para abri-lo. - Para abrir um arquivo que esteja salvo somente no pen drive, após montá-lo, clique em Aplicações - Minha Pasta - (duplo clique) Arquivo com o seu nome (duplo clique) • IMPRIMINDO UM DOCUMENTO: .Antes de imprimir seu documento, você pode visualizá-lo.: Arquivo - Visualizar Página .Para retornar ao documento, clique em Fechar Visualização.
  • 18. .Para imprimir vá até o menu Arquivo - Imprimir - Número de Cópias: 1 - ok. • CRIANDO TABELAS: Menu Tabela -Inserir -Tabela -defina 3 colunas e 5 linhas -ok .Selecione a primeira linha, clique em Tabela -Mesclar células -ok. .Digite um título e as demais informações de sua tabela. .Caso queira “retirar/apagar” as linhas de sua tabela, selecione- a, vá até Tabela è Propriedades da tabela - Bordas - Linha - Estilo Nenhum -ok. Minimizar a janela Serve para minimizar ou reduzir o tamanho da janela. É muito útil quando trabalhamos com váriasjanelas abertas trabalhamos com várias janelas simultaneamente. Rolar o texto para baixo. Rolar o texto para cima. Maximizar a janela Serve para ampliar a janela Fechar a janela Serve para fechar a janela ou sair do editor de texto janela.
  • 19. ATIVIDADE 2- CONHECENDO O PORTAL DIA-A-DIA- EDUCAÇÃO. OFICINA II 2. METODOLOGIA E TECNOLOGIA “Não pode haver felicidade quando as coisas nas quais acreditamos são diferentes das que fazemos”. Freya Stark Objetivo: - Estabelecer relações ente a metodologia e a tecnologia no ensino. ATIVIDADE 1 - VÍDEO: METODOLOGIA E TECNOLOGIA
  • 20. Disponível em: <http://br.youtube.com/results? search_query=metodologia+e+tecnologia&search_type=&aq=o > Reflexão e discussão: a) Qual é a crítica que o vídeo faz? b) O que é mais importante à metodologia ou a tecnologia? Justifique. c) Como as tecnologias podem contribuir para a melhoria do ensino-aprendizagem? ATIVIDADE 2 - ELABORE UM TEXTO FAZENDO UMA SÍNTESE SOBRE O CONCEITO DE “METODOLOGIAÓ E DE “TECNOLOGIAÓ, SEGUINDO AS INSTRUÇÕES DO TUTORIAL PASSO-A-PASSO DO EDITOR DE TEXTO (BROFFICE-WRITER). ATIVIDADE 3 - ENVIAR O SEU TEXTO POR E-MAIL. (.anexo) ATIVIDADE 4 – COPIAR IMAGENS DA INTERNET. (anexo) ATIVIDADE 5 - TAREFA Como tarefa para casa, escolha um tema de seu interesse e pesquise imagens no google, a fim de elaborar uma pasta com diversas imagens que fiquem arquivadas como um banco de dados.
  • 21. OFICINA III 3. CRIAÇÃO DE SLIDES “Sempre há o que aprender, ouvindo, vivendo e sobretudo, trabalhando: mas só aprende quem se dispõe a rever suas certezas”. Darcy Ribeiro Objetivos: - Identificar o BROFFICE – IMPRESS (ARESENTAÇÃO) como ferramenta de apresentação e elaboração de texto. - Criar slides utilizando as principais ferramentas que este recurso oferece com: layouts, plano de fundo, inserir figuras, salvar. ATIVIDADE 3 – CRIAR APRESENTAÇÕES EM SLIDES COM O TEXTO E IMAGENS QUE VOCÊ TEM ARQUIVADOS EM SUA PASTA SEGUINDO OS PASSOS DO TUTORIAL. TUTORIAL BROFFICE – IMPRESS (APRESENTAÇÕES) 1. Clique em “Aplicações → Escritório → Apresentações (BROffice– Impress)”. 2. Quando abrir a janela “Assistente de Apresentações” clique no botão “Criar”. 3.O programa se abrirá e você visualizará uma tela como esta da figura 3. O programa se abrirá e você visualizará uma tela como esta da figura abaixo:
  • 22. Inserindo a figura a ser trabalhada Para inserir uma figura e “editá-laÓ, clique em “Inserir → Figura → Do arquivo” (Figura 1). Em seguida, na próxima tela, escolha a imagem que deseja inserir nos slides e clique em “Abrir”(Figura 2): Figura 1
  • 23. Figura 2 Inserindo os recursos sobre a figura 4. Para inserir Textos ou outro desenho qualquer sobre a sua imagem, utilize a barra de ferramentas situada na parte inferior do slide, observe a figura abaixo Para inserir qualquer uma das ferramentas acima, basta clicar com o mouse uma vez no ícone da ferramenta escolhida, posiciona-lo (o mouse) sobre a figura, clicar e arrastar o mouse segurando o clique. Alterando o tamanho da imagem
  • 24. 5. Para alterar o tamanho de uma figura do slide, clique e segure nos indicadores (quadradinhos verdes) que aparecem em torno do componente, em seguida arraste para deixar do tamanho desejado. OBS: Se durante esse processo a tecla shift ( ) for mantida pressionada, a propor鈬 o entre a largura e altura ser mantida. Alterando o tamanho e a cor do texto 6. Para alterar o conteúdo de um texto ou alterar suas propriedades (tipo, tamanho e cor de letra, posicionamento do texto, entre outras), clique sobre o texto e em seguida utilize as ferramentas da “barra de formatação de textoÓ, geralmente localizada acima da “tela de trabalhoÓ. MODELO E TAMANHO FORMATAÇÃO COR DA LETRA DE LETRA NEGRITO, ÍTALICO, SUBLINHADO, ALINHAMENTO OBS: Algumas funções só funcionam se o texto estiver selecionado, para isso, clique e segure no incício do texto e arraste até o fim do trecho desejado. Para apagar um componente do slide, clique sobre ele, ou sobre a borda, se for uma “caixa de textoÓ, e em seguida use a tecla “DeleteÓ. Se você quiser trabalhar com mais de uma imagem, basta inserir mais slides, clicando no menu “InserirÓ e no item “SlideÓ. Veja figura abaixo:
  • 25. Ou você pode ir no + slide. IMPORTANTE: TUDO O QUE VOCÊ FEZ ATÉ AQUI FOI TRABALHAR AS SUAS FIGURAS NO PROGRAMA “IMPRESS”, QUE É UM PROGRAMA DE “APRESENTAÇÃO DE SLIDES”, NÃO RECONHECIDO PELA TV MULTIMÍDIA/PENDRIVE, PORTANTO, PARA QUE AS SUAS FIGURAS SE
  • 26. TORNEM COMPATÍVEIS COM A TV, VOCÊ DEVE EXPORTÁ-LAS PARA O FORMATO APROPRIADO (JPG). Exportando os slides para o formato jpg 7. Clique no menu “ArquivoÓ e no item “ExportarÓ para abrir a janela “ExportarÓ. A janela “ExportarÓ se abrirá no centro da tela. No campo “Formato de arquivoÓ escolha a opção “Documento HTML (BrOffice.org Impress)Ó, normalmente essa opção já vem destacada. No campo “Nome do arquivoÓ digite um nome para o arquivo. Clique no botão “ExportarÓ.
  • 27. Na próxima tela clique em “Próximo”, duas vezes e, em seguida escolha a opção “Formato comprimido JPG”. Para finalizar clique em “Criar”. Se aparecer uma pequena janela pedindo se deseja salvar, clique em “Não salvar”. Pronto.
  • 28. Pronto. Suas figuras estão salvas na sua pasta pessoal. Clique em “Aplicações → Minha Pasta”. Clique sobre a pasta para qual você exportou os slides e aperte a tecla “EnterÓ. Elimine os arquivos com extensão “.htmlÓ, clicando sobre cada arquivo e usando a tecla “DeleteÓ. NOTA: Os arquivos com as extensãos “html” não têm nenhuma função para a TV, portanto é melhor exclui-los, deixando somente os arquivos “jpg”. DISPONÍVEL EM: http://apoiocrte.pbworks.com/f/apostila_Impress.pdf. Acesso 15/06/2010. Coordenação Regional de Tecnologia na Educação – NRE Ivaiporã. ATIVIDADE 4 - SALVAR E CONVERTER VÍDEOS. CONVERSÃO DE VÍDEOS NO ZAMZAR
  • 29. Entrar no site – www.zamzar.com – Para converter arquivos (textos, músicas, videos) que estejam no seu computador, disquete, cd, pendriver... clique em Convert Files, como está circulado em vermelho abaixo. – No campo Step 1, clicar em Arquivo e procurar o arquivo desejado. Não se preocupe porque ele não vai aparecer o nome dele no espaço em branco mas vais estar lá, ok? – No campo Step 2, você escolhe o tipo de extensão que você deseja. (Para passar na TV MULTIMIDIA: Som em MP3, Imagem em JPG e Vídeo em MPEG ou MPG) – No campo Step 3, você digita seu e-mail. – No campo Step 4, clicar em Convert. – Feito todos esses passos, o site vai enviar para o seu e- mail (as vezes vai no rapidinho, as vezes demora 15 min, 30 min, ou seja, aguarde que logo chega) o arquivo convertido para a extensão desejada. – Aí é só baixar no seu computador, ou disquete, cd, pendrive, onde quiser... – DICA: O arquivo convertido só fica no seu e-mail durante 24 horas, passou disso ele expira. Até fica a mensagem do ZAMZAR na sua caixa de entrada, mas dentro fica vazio.
  • 30. Conversão de vídeos (direto) da Internet – É bem semelhante as passos citado acima. Só que quando os vídeos se encontram na internet, você deve clicar em Dowload Vídeos, como também está selecionado em vermelho logo abaixo. – Em Step 1, clique em URL, na barra que ficou o (http//) clique e apague, você coloca o ENDEREÇO (nome do vídeo ou do arquivo ),que está na internet, geralmente esse endereço você encontra perto do vídeo desejado. E só copiar e colar. – Em Step 2, você escolhe a extensão desejada. Selecione o MPG. – Em Step 3, você coloca seu e-mail. – E finalmente no Step 4, clicar em Convert.. Veja na barra abaixo (files to convert) que está sendo completada a conversão
  • 31. - Acessar o e-mail pessoal, clicar na mensagem Zamzar Conversions; - clique no link maior, em azul (ilustração 40)l. Depois é só clicar no retângulo verde, no canto inferior direito Download Now (ilustração 41); - na janela que se abre, clicar em Salvar como e escolha entre seu computador ou pen drive. – escolha a pasta, e clique em salvar. Disonível em: http://www.diaadia.pr.gov.br/autec/arquivos/File/PDE %202009/zamzarpassoapasso.pdf. Acesso 16/06/2010.
  • 32. OFICINA IV 4. A PESQUISA NA INTERNET OBJETIVOS: - Ler, analisar, interpretar e debater o texto sobre a importância da pesquisa da Internet no ensino. - Reconhecer a importância do blog para o ensino e utilizá-lo como uma das ferramentas tecnológias para aprimorar o ensino-aprendizagem.
  • 33. ATIVIDADE 4 – LEITURA E REFLEXÃO DO TEXTO: PESQUISA ESCOLAR NA INTERNET: CTRL+C & CTRL+V VERSUS CÓPIA MANUSCRITO • A INTERNET NA EDUCAÇÃO A Internet é um território rico em informações interligadas – os hipertextos –, que permitem o cada um fazer o seu caminho, isto é, a sua própria leitura. Trata-se de uma infinidade de páginas, disponibilizadas em diferentes formatos e pelas mais variadas fontes. Diante desse cenário, o uso da Internet para realização de pesquisas dirigidas pelo professor proporciona ao aluno o desenvolvimento de aprendizagens relacionadas a identificar e selecionar informações relevantes. Essas aprendizagens envolvem levantamento de hipóteses, análise, comparação e síntese, mas também habilidades como leitura de hipertextos e uso de navegadores e de buscadores. Convido você à leitura do texto e fazer uma análise sobre as dificuldades que os professores têm enfrentado para utilizar a Internet como ferramenta pedagógica. Pesquisa escolar na Internet: Ctrl+C & Ctrl+V versus Cópia Manuscrito Enquanto as redes se desenvolvem com computação quântica e teoria do Caos, a escola insiste em querer manter uma ordem que nunca existiu. Este é mais um relato de case sobre como práticas obsoletas tendem a resistir em ambientes onde os novos paradigmas de aprendizagem introduzidos pelo uso das
  • 34. TICs não são bem compreendidos pelos educadores e sobre como e porque isso deve ser mudado. A situação em questão deu-se na escola do meu filho, que agora cursa a quarta série de nove anos (antiga terceira série). A escola é uma escola particular de uma cidade média do interior paulista que atende a um público das classes C e D (classe média e média baixa) e todas as séries, do Maternal ao Ensino Médio, incluindo alguns Cursos Técnicos. É uma escola grande e tradicional, porém bem cuidada e com uma boa qualidade de ensino comparada à média das escolas paulistas. Embora a escola seja tradicional e não tenha nenhum enfoque significativo no uso pedagógico das TICs, como muitas outras, ela oferece algumas “aulas na sala de informáticaÓ, mas são raros os professores que utilizam as TICs de forma significativa em suas práticas ou com seus alunos e a escola não oferece suporte para esse uso em sala de aula. Assim, o perfil pedagógico dos professores e de suas aulas é o perfil tradicional de uso da lousa e do giz como suas principais ferramentas tecnológicas. Este case trata da forma truncada e superficial como a pesquisa na Internet é vista pelo corpo docente (e pela escola) e sobre como é possível propor mudanças nessas concepções a fim de se mudarem também algumas práticas pedagógicas que visem promover uma melhor adequação da escola à realidade do aluno atual. Papiro antigo. Podemos copiá-lo na íntegra sem que, no entanto, saibamos o significado de nenhuma de suas palavras. Resumidamente, o problema discutido aqui pode ser descrito como se segue: “A professora da quarta série de nove anos, em reunião de início de ano, anuncia que durante o ano serão solicitadas algumas pesquisas aos alunos e que estes devem devolver suas produções em papel, com textos copiados à mãoÓ. A justificativa para tal proposta é que “os alunos tendem a copiar e colar integralmente os textos que encontram na InternetÓ. Embora essa metodologia possa parecer que faça algum sentido e sua justificativa pareça ser “bem intencionadaÓ, e assim foi compreendida pela quase totalidade dos pais
  • 35. presentes à reunião, veremos a seguir que esse tipo de atividade de pesquisa escolar, onde se usa a Internet como uma das fontes de informação, não condiz com a metodologia proposta (cópia à mão e apresentação em papel) e que, essa metodologia de cópias à mão não apenas é obsoleta como também é sensivelmente prejudicial à aprendizagem dos alunos. O problema da pesquisa escolar na Internet Já dispomos de milhares de publicações, livros, artigos e papers tratando do uso da Internet como ferramenta de pesquisa e é um consenso entre educadores que utilizam as TICs que a Internet é, sem dúvida, a maior fonte de pesquisa disponível de forma acessível aos alunos. Portanto, não pretendo focar aqui na utilidade da Internet como fonte de pesquisa, o que estou dando como fato concreto, e sim nas mudanças do percurso de aprendizagem dos alunos ao utilizarem a Internet como meio de obtenção de informações e na necessidade de compreender essas mudanças para ensinar melhor e permitir que o aluno aprenda mais. Toda pesquisa é, em sua essência, uma coleta de informações a partir das quais se podem produzir resultados variados, que vão desde o uso imediato da informação coletada até a produção de novas informações e novos conhecimentos a partir da análise, desconstrução e reconstrução dos conhecimentos obtidos com a pesquisa. A pesquisa escolar, quando voltada aos alunos do Ensino Básico e, em especial, aos alunos do Ensino Fundamental, visa objetivos bastante amplos, dos quais, para efeitos ilustrativos, relaciono apenas dez objetivos gerais e mais cinco relativos ao uso das TICs: 1. desenvolver atitudes autônomas de busca de informações; 2. desenvolver a habilidade de usar diferentes meios de pesquisa (livros, revistas, entrevistas, experimentações, Internet, CDROMs e muitas outras fontes); 3. desenvolver a habilidade de leitura e interpretação de textos; 4. expandir o universo textual do aluno, colocando-o diante de diferentes formas de linguagem (textos com diversas formas de linguagem, figuras, gráficos, ilustrações, imagens, filmes, etc.);
  • 36. 5. desenvolver a capacidade de análise e síntese das informações (respeitado o nível de desenvolvimento cognitivo da série e faixa etária do aluno); 6. desenvolver habilidades artísticas relativas à apresentação gráfica dos trabalhos de pesquisa produzidos, fazendo-se uso de imagens e ilustrações diversas, bem como de programas e instrumentos de produção artística; 7. desenvolver a habilidade de escrita, reescrita e produção textual; 8. desenvolver habilidades de comunicação ao apresentar os resultados da pesquisa; 9. desenvolver habilidades de trabalho colaborativo (pesquisando-se em grupos e contando com apoio de adultos); 10.trabalhar questões de ética e cidadania relativas à propriedade intelectual; 11. desenvolver habilidades no uso das TICs (computadores, Internet, gravadores, filmadoras e outras tecnologias de pesquisa, armazenamento de informações, tratamento de textos e imagens, etc.); 12.desenvolver habilidades de pesquisa usando-se bancos de dados não classificados (uso da Internet); 13.desenvolver habilidades de comunicação digital (produzir textos, apresentações, filmes e outros materiais em mídias digitais, trocar informações e colaborar por meios digitais); 14.desenvolver habilidades de publicação digital (publicar em blogs, comunidades, galerias de imagens, etc.); 15.desenvolver habilidades de integração de diferentes mídias (uso de multimídia: texto,som e imagem). Os "buscadores" são parte de uma revolução gigantesca na forma de se acessar informações dispersas por todo o planeta. Embora o universo de aprendizagens relativo à pesquisa escolar seja imenso, poucos são os professores que têm consciência da maioria dessas possibilidades de aprendizagem e, portanto, poucos planejam pesquisas voltadas a essas aprendizagens – principalmente as cinco últimas listadas, que dizem respeito ao uso das TICs. O resultado que normalmente se vê, e se critica, são trabalhos de pesquisa que consistem basicamente nos processos de
  • 37. Ctrl+C e Ctrl+V, ou seja, na cópia e cola de textos ou excertos de documentos e imagens que depois são impressos e entregues ao professor. Vendo-se diante do problema de receber trabalhos de pesquisa que são meras cópias, muitos professores tentam impedir que o aluno faça uso do computador e da Internet e, nessa tentativa, solicitam que os alunos lhes entreguem os trabalhos “escritos à mãoÓ, como se “escrever à mãoÓ fosse alguma espécie de garantia de que o aluno fez o trabalho ao invés de apenas copiá-lo. Argumentam também que, tendo que copiar à mão, o aluno é obrigado a ler o texto que está copiando. Esquecem-se, esses professores, de que “copiar à mãoÓ é tão somente uma forma rudimentar de cópia e que todos nós podemos copiar textos escritos em línguas que não compreendemos sem cometer nenhum erro gramatical e sem compreender absolutamente nada do que estamos copiando. As origens do problema Monges copistas (Gravura do século XIII). Sugestão de filme sobre o tema: "O nome da Rosa". Com o advento das tecnologias digitais, e principalmente da Internet, as queixas sobre pesquisas escolares copiadas na íntegra parecem ter aumentado muito e a facilidade com que se pode copiar textos integral ou parcialmente dá-nos a idéia de que a Internet criou uma cultura de copiar e colar que até então não existia. Mas isso não é verdade. A reprodução de textos na íntegra ou de excertos reorganizados em um novo texto é uma prática que remonta o advento da escrita. Os alunos sempre copiaram textos nas pesquisas escolares e os trabalhos que eram antes entregues com cópias à mão não possuíam um conteúdo melhor do que os que são hoje copiados eletronicamente. Na verdade os trabalhos copiados eletronicamente são bem mais ricos em informações e conteúdos do que os de “antigamenteÓ porque a mídia digital permite agregar mais textos e imagens com um custo de elaboração muito menor.
  • 38. A única diferença entre os trabalhos copiados antes da era da Internet e os trabalhos copiados agora está no pressuposto altamente questionável de que ao fazer uma cópia “à mãoÓ o aluno aprende aquilo que copia. Esse pressuposto é questionável porque a prática da cópia manuscrita não implica em aprendizagem do conteúdo que se copia e a leitura empregada em uma atividade de cópia não tem o caráter de busca de compreensão do texto copiado. Pesquisas escolares apresentadas como simples cópias de textos, sejam eles obtidos na Internet ou em algum livro da biblioteca escolar, originam-se de uma série de fatores que estão diretamente ligados à atuação do professor. Dentre eles cito alguns: 1. Falta de planejamento pedagógico do professor. Como em qualquer atividade pedagógica, é preciso ter claros os objetivos, recursos, métodos, formas de avaliação e redirecionamentos futuros. Pesquisas precisam ser “planejadas como projetosÓ e não apenas “solicitadas como atividadesÓ; 2. Falta de clareza na proposta de pesquisa e falta de orientação adequada aos alunos sobre os procedimentos envolvidos em uma pesquisa escolar de forma geral. Os alunos precisam ter claros os procedimentos que terão de empregar para executar a pesquisa. Isso equivale a produzir e distribuir inicialmente aos alunos uma rubrica de avaliação do trabalho de pesquisa solicitado a eles; 3. Forma pobre com que a pesquisa é proposta, geralmente como uma “coleta genérica de dadosÓ. Trabalhos de pesquisa são bem mais interessantes quando propostos como “caça ao tesouroÓ, “webquestÓ, “desafiosÓ e “problemas abertosÓ que demandem a pesquisa proposta como ferramenta de resolução e não como produção final; 4. Falta de disposição do professor para analisar as produções de maneira crítica e construtiva, resumindo-se apenas ao trabalho de “coletar e classificar a pesquisaÓ. Se, por um lado o aluno usa do artifício de copiar e colar, por outro, muitos professores apenas “pesam o trabalhoÓ e o avaliam pelo número de páginas ou pela apresentação visual, sem realmente analisarem a pesquisa em si, o roteiro de produção do aluno e, principalmente, a efetividade da aprendizagem decorrente da pesquisa;
  • 39. 5. Abandono intelectual do aluno durante o processo de pesquisa. Para muitos professores o aluno deve ser capaz de fazer, de uma única vez e sem apoio do professor, uma pesquisa que retorne exatamente o que o professor deseja e da forma como ele gostaria que a pesquisa fosse feita. Uma pesquisa escolar é um processo que precisa ser assistido, apoiado e redirecionado enquanto ocorre e não apenas avaliado depois de finalizado. Portanto, a origem do problema da metodologia de copiar e colar empregada pelos alunos não está em uma “falha de caráter dos alunosÓ, na sua “preguiça de ler e resumirÓ ou na “facilidade com que se pode copiar e colar textos inteiros ou excertos e imagens da InternetÓ, mas sim na incapacidade do professor de propor, apoiar, acompanhar e participar com o aluno de pesquisas onde a cópia pura e simples não atenda aos requisitos previamente definidos na tarefa. Se o professor quiser ensinar ao seu aluno sobre energia solar e seu uso e, para tanto, pedir ao aluno que simplesmente “faça uma pesquisa sobre energia solarÓ, ele retornará com uma grande pilha de papéis que podem não ter nenhuma relação com a informação que se gostaria que ele tivesse acessado e compreendido, mas que certamente terão alguma vaga relação com o tema “energia solar e seus usosÓ. Mas se o professor propor ao aluno que construa um “fogão solarÓ ele certamente fará pesquisas sobre energia, energia solar, fogões, usos da energia, etc., e, possivelmente, terá que conversar com outras pessoas, solicitar mais ajuda, coletar dados, resumir, ler e compreender, obter recursos, criar um protótipo e ser capaz de apresentá-lo, explicando seu uso e a relação entre a energia solar e o aparato tecnológico propriamente dito. Para isso tudo ele consultará a Internet e talvez copie e cole muitas coisas, mas ao final ele não retornará simplesmente com uma pilha de papéis cujo conteúdo ele mesmo desconhece. Observe que no exemplo acima a pesquisa é tratada como um “processoÓ e não como um fim em si mesma. Os novos percursos de aprendizagem com o uso das TICs A solução proposta pela professora do meu filho, que consistia em “exigir que o aluno copiasse sua pesquisa à mãoÓ é uma das muitas soluções que nada solucionam e
  • 40. sobre as quais pouco se reflete. Além dessa, também há outras soluções igualmente esdrúxulas, como fazer uma prova para comprovar que o aluno aprendeu (que leva o aluno ao duplo fracasso se ele fracassou na pesquisa) ou apresentar trabalhos de pesquisa individuais e “diferentesÓ dos trabalhos dos colegas que pesquisaram a mesma coisa (que se baseia no pressuposto errado de que todas as pesquisas sobre um mesmo tema devem resultar diferentes). Para entender porque a solução proposta pela professora do meu filho é uma péssima solução é preciso entender o processo pelo qual meu filho, e o aluno da atual geração digital, faz uma pesquisa escolar usando as tecnologias digitais e a Internet. Vou tentar exemplificar esse processo a partir de um exemplo real ocorrido no ano passado, quando sua professora de inglês solicitou que fosse feita uma pesquisa sobre os lugares pitorescos de New York. Para fazer essa pesquisa foram seguidos os passos abaixo (que eu acompanhei pessoalmente durante todo o processo): 1 – Compreender o que significa “lugar pitorescoÓ e saber identificar um deles quando o encontrar. Para isso meu filho usou um dicionário e a Internet e descobriu que se tratava dos “pontos turísticosÓ de New York. O dicionário lhe deu o significado da palavra e a busca na Internet lhe mostrou alguns exemplos desses lugares. Usar dicionários (impressos ou digitais) e mecanismos de busca na Internet para obter o significado das palavras e exemplos de sua ocorrência é parte natural do “método de aprendizagem da geração atual”; 2 – Criar um documento de edição de texto (ou apresentação de slides) em branco, onde serão copiados os textos, excertos, imagens e outros dados obtidos na Internet. O uso de editores de texto (como o Word ou o editor do OpenOffice) para armazenar, organizar e editar as informações obtidas, para que depois se possa formatar o trabalho final digitalmente, é um recurso imprescindível hoje em dia e substitui com inúmeras vantagens o procedimento de fotocopiar, ou copiar à mão, todo o material; 3 – Pesquisar em diversas fontes as informações desejadas. Meu filho pesquisou em vários sites e páginas da Internet, buscou imagens e até mesmo vídeos. Além disso ele também pesquisou em enciclopédias e revistas impressas. As informações digitais consideradas “úteisÓ foram recortadas, copiadas e coladas no documento de edição de texto. As informações encontradas em impressos serviram de apoio para busca de informações digitais correspondestes. O uso de informações digitalizadas, em detrimento daquelas impressas em papel, deve-se a maior facilidade de manipular informações digitais nos dias de hoje.
  • 41. 4 – Selecionar e organizar as informações encontradas. Muitas informações encontradas são redundantes, algumas fontes são mais completas, algumas imagens são mais atraentes, etc. Toda a informação encontrada foi pré- selecionada e organizada por critérios de classificação que demandam comparações e análises. O uso de um documento eletrônico de texto permite inserir, organizar, excluir e modificar textos, figuras e layouts com uma facilidade que somente essa mídia permite. 5 – Editar, formatar e criar uma versão publicável do documento de resumo da pesquisa. Como a professora do ano passado solicitou que o trabalho fosse apresentado em uma “cartolinaÓ, a formatação do documento de resumo da pesquisa procurou criar páginas que pudessem ser impressas e então coladas na cartolina. Documentos eletrônicos não deveriam ser impressos, salvo raras exceções, e deveriam ser apresentados com projetores multimídia, lousas digitais ou mesmo na Internet para acesso a partir da rede. É evidente que meu filho, então com oito anos de idade, não tem ainda autonomia e habilidades para executar sozinho todos esses passos, e principalmente as etapas que envolvem análise, reescrita no padrão formal da língua e formatação final do documento. É nesse ponto que eu, como pai, interfiro procurando ajudar no desenvolvimento dessas habilidades. No entanto essa não deveria ser uma função apenas minha, mas sim da escola! É à escola que cabe preparar os alunos para o uso dos recursos tecnológicos de que eles dispõem na sociedade e que podem auxiliá-lo na realização de tarefas como essa. Em nenhum outro lugar fora da escola se pede às pessoas que façam um trabalho de pesquisa e o apresente em uma cartolina! A geração digital lida com naturalidade com o hipertexto e as TICs. Os alunos da geração digital, como o meu filho, não percorrem os mesmo caminhos de aprendizagem que seus professores percorreram. Não há sentido ou propósito pedagógico em pedir a eles que copiem à mão um texto que podem copiar teclando Ctrl+C e Ctrl+V. Eles não fazem essas cópias digitais por preguiça, e sim porque são inteligentes e é uma grande burrice desperdiçar minutos preciosos da vida copiando à mão aquilo que se pode copiar em pouco segundos apertando-se umas poucas teclas.
  • 42. Por outro lado, apesar dos aparatos e facilidades tecnológicas atuais, as aprendizagens realmente relevantes continuam sendo as mesmas de antes da era digital, apenas acrescida agora de outras aprendizagens que permitem o uso proficiente das novas tecnologias. Solicitar aos alunos que façam trabalhos de pesquisas copiados à mão não supre as necessidades de aprendizagem que já existiam antes e impedem as novas aprendizagens sendo, portanto, um duplo erro. O resultado final da pesquisa feita pelo meu filho no ano passado, e que estou tomando como exemplo aqui, foi a produção de uma folha de cartolina que deveria então ser fixada na parede da classe. Poderia ter sido bem melhor se o resultado final fosse “mostrado em um filmeÓ ou em uma apresentação de slides multimídia, mas mesmo sem se chegar a esse nível de exigência de uso das TICs, as aprendizagens relevantes ocorreram de forma bastante significativa. Percebi que depois dessa pesquisa a capacidade de busca de informações na Internet e de lidar com diversas informações conflitantes, redundantes ou irrelevantes melhorou bastante. Mudando paradigmas No caso atual o desfecho foi bastante positivo. Logo após a reunião com a professora, que pareceu não compreender muito bem que sua atitude é anti-pedagógica e prejudicial aos alunos, reuni-me com a coordenação da escola e, depois de expor os argumentos que exponho nesse artigo, a coordenação decidiu reorientar o corpo docente com relação ao uso das TICs na escola. Porém, se não fosse pela minha intervenção e pela decisão da coordenação da escola de promover o uso pedagógico das TICs, a situação seria bem diferente. Muitos professores sentem-se em "crise existencial" diante das TICs. É preciso se inserir na nova realidade para não se sentir um "excluído do mundo". Um número muito grande de professores desconhece os novos paradigmas de aprendizagem baseados no uso das novas tecnologias digitais e ignoram o fato de que a aprendizagem dos seus alunos não se dá apenas dentro do ambiente de sala de aula. A professora do meu filho nesse ano é uma moça ainda bem nova e só tem cinco anos de
  • 43. experiência no magistério, o que a colocaria dentro de um universo de professores que já vem fazendo uso das novas tecnologias em sua própria aprendizagem. Porém, fazer uso das novas tecnologias não é garantia, por si só, da compreensão correta do seu potencial pedagógico. Mesmo professores que já são eles mesmos da era digital se vêm ainda presos a práticas antiquadas e a paradigmas e mitos que vem sendo reproduzidos geração após geração de novos professores. O papel da gestão escolar nesse momento de mudança de paradigmas é fundamental, pois é a ela e, em especial, à coordenação pedagógica, que cabe a responsabilidade pelo aperfeiçoamento do corpo docente, a disponibilização de recursos e, principalmente, a orientação pedagógica adequada para o uso proficiente não apenas das novas tecnologias, mas também das novas metodologias de ensino e aprendizagem. Investir pesadamente nessa mudança de paradigmas é papel de todos nós. Ao discutir isso com a coordenação pedagógica da escola do meu filho eu desempenhei vários papéis, inclusive o meu papel de educador que não se extingue quando saio da minha própria sala de aula. Mas meu papel como pai e cidadão, que exige uma escola adequada às necessidades dos alunos atuais, talvez tenha sido o mais importante para a conclusão desse case. Educadores, formadores de opinião, gestores de políticas públicas e todos os cidadãos precisam se empenhar em exigir das escolas práticas pedagógicas e metodologias mais afinadas com os tempos atuais. Não podemos permitir que a escola continue sendo uma instituição à parte da sociedade, como se fosse uma espécie de dinossauro não extinto vivendo em um mundo perdido e distante da realidade. As TICs não são apenas uma opção a mais na Educação, elas são parte de uma realidade onde todos nós, inclusive a escola, estamos inseridos. Não se pode ignorá-las e, sobretudo, não se pode dar continuidade a práticas pedagógicas que dificultem a apropriação do uso dessas TICs pelos alunos. Por isso é preciso investir pesadamente na capacitação dos professores que ainda não compreendem esses novos paradigmas. A própria escola precisa refletir e aprender se quiser produzir alunos reflexivos e capazes de aprender a aprenderem de forma autônoma. Disponível em: http: professordigital.wordpress.com. Acesso 16/05/10.
  • 44. Sugestão de encaminhamento metodológico de pesquisa na internet - Apresente aos alunos o tema da pesquisa, já colocando as perguntas que terão de responder ao final da atividade. Evite propor orientações muito amplas, como por exemplo: “pesquise sobre a águaÓ. Quanto mais objetiva é a meta, melhores serão os resultados, exemplo: “pesquise sobre a água potávelÓ ou “pesquise sobre o ciclo da águaÓ. - Os alunos podem iniciar a atividade em buscadores ou em links previamente selecionados pelo professor. - Seguindo um roteiro, os alunos analisam o conteúdo dos sites. Lembre-se de que as páginas sugeridas devem ter sido anteriormente analisadas pelo professor. Adicionar um link na lista de Favoritos Se o site corresponder às expectativas dos alunos em relação ao tema, peça que adicionem o link à lista de favoritos. Favoritos É um recurso para armazenar links interessantes que se pretende visitar novamente, Sem necessidade de digitar o endereço. Para adicionar um link, clique em “favoritosÓ, no menu do navegador. É possível organizar os links por pastas temáticas, o que facilitará suas consultas. Selecionar informações a respeito do tema Para selecionar o conteúdo do site, os alunos precisam entender muito bem qual é o objetivo da pesquisa.
  • 45. Que tipo de informação ele busca? Tendo isso claro, peça que eles leiam atentamente o conteúdo. Ao encontrar alguma informação relevante, oriente-os no registro da mesma: copiar e colar no Bloco de Notas as idéias principais do tema pesquisado. O Bloco de Notas é utilizado porque possibilita que se copie apenas o texto, sem formatação. A mediação do professor nesse momento é fundamental. Elabore perguntas que auxiliem o aluno no conteúdo a ser selecionado. Essa é uma estratégia importante que contribui para que o copiar e colar não seja um ato meramente mecânico e destituído de significado. Cabe ao professor também chamar a atenção para a citação da fonte, para que os alunos criem o hábito de registrar a origem da informação encontrada. Para orientá-los, proponha um percurso para a seleção do conteúdo: - Qual a idéia principal? - Qual o conceito/definição do tema? - Existem exemplos que podem ser colocados? - É possível acrescentar informações? - Pode-se sugerir sites a serem visitados na Internet ou livros da sala de Leitura? - Existem vídeos a respeito? Após a seleção das informações no Bloco de notas, oriente o aluno a copiar e colar no processador de texto (Word) ou em um programa de apresentação. Ao trazer as informações para o Word, oriente o aluno a fazer considerações sobre o que foi pesquisado. Não esqueça de comentar sobre a necessidade de acrescentar, ao final do trabalho, as fontes utilizadas para a pesquisa.
  • 46. Revisando o texto Após a produção inicial, os alunos devem revisar o conteúdo do texto elaborado, a formatação e a forma de apresentação. DEPOIS Expondo o trabalho O aluno pode apresentar para os colegas o tema de sua pesquisa, contando como foi o seu percurso: dificuldades encontradas; quantos e quais sites salvou na lista de favoritos; se utilizou as informações da página principal e/ou de links; uso de imagens, vídeos e/ou áudios da página e outros aspectos que julgar importantes. Avaliação Retomando os objetivos Os alunos foram capazes de: • Adicionar o site em favoritos? • Selecionar informações relevantes nos sites? • Indicar outras fontes relacionadas? • Copiar e colar no Bloco de Notas? • Organizar a apresentação da sua pesquisa? Retomando o registro inicial Os alunos devem retomar seus registros e procederem a uma auto-avaliação refletindo sobre “o que aprendi com esse projetoÓ. Oriente-os a comparar o que aprenderam como que já sabiam e avaliar se suas expectativas de aprendizagem foram contempladas. O professor deverá retomar suas anotações iniciais com o uso do projetor multimídia e, em uma roda de
  • 47. conversa, registrar as aprendizagens da classe após o desenvolvimento da proposta. Outra opção de proposta Você pode propor a comparação de duas ou mais páginas, confrontando informações, identificando semelhanças e diferenças em cada uma delas. Isto possibilitará a análise da qualidade dos sites. Outra possibilidade é utilizar os sites desta atividade para aplicar a proposta de Avaliação de Sites, indicadas pelo professor, com seus alunos. É possível realizar também uma análise da linguagem utilizada nos sites pesquisados. Há predomínio de texto, imagens ou animações? A Internet possibilita o uso simultâneo de variados recursos e tecnologias. Vale a pena promover uma reflexão crítica com os alunos sobre as características desse veículo de comunicação e informação tão presente na sociedade atual. Quais os avanços que ela traz para a civilização? E os limites? Realizar uma busca na Internet é uma ação que exige paciência e concentração para não se perder pelos milhares de endereços e seus hiperlinks, que oferecem variadas opções de percursos. Trata-se de uma atividade própria do atual contexto digital da sociedade. Diferentemente do livro — em que há uma predominância da leitura linha a linha, da primeira até a última página da obra —, a Internet permite traçar infinitos caminhos não-lineares. Ao trabalhar o procedimento de busca em sala de aula, o professor passa a valorizar o ensino e a aprendizagem da habilidade de pesquisa na Web. Como
  • 48. encontrar aquilo que se procura sem ceder à tentação de clicar em chamadas atraentes que nada têm a ver com o objetivo da pesquisa? É necessário interpretar as informações recebidas. Veja alguns sites de busca: http://www.google.com.br/ http://altavista.com.br/ http://www.yahoo.com.br/ http://br.cade.yahoo.com/ http://www.uol.com.br http://www.terra.com.br http://www.aonde.com.br/ http://www.achei.com.br/ Dica: orientação para busca nos sites Oriente os alunos explicando que, para buscar informação na Internet, é preciso ser o mais específico possível. Por exemplo, se quer saber sobre folclore da região norte do Brasil, não digite apenas “folcloreÓ no campo de busca. Assim aparecerão milhões de links no resultado, a maioria sem nenhuma relação com o que você procura. Especifique: “folclore amazônicoÓ, “folclore argentinoÓ, entre muitos outros. - Depois, é importante explicar alguns comandos que podem ser inseridos para filtrar o resultado e assim facilitar a busca. Comandos para filtrar o resultado da busca
  • 49. - Se desejar encontrar a definição de alguma palavra, objeto etc., digite “define: (palavra)Ó. - Usar aspas no inicio e no fim (" "), limita a pesquisa na frase digitada. - O asterisco (*) amplia o resultado de uma pesquisa. Exemplo: se digitar Brasil*, aparecerá o resultado da pesquisa para brasileiro, brasileira etc. - Sinal de subtração (-) elimina a palavra ou a frase, para encurtar o resultado de uma busca. Exemplo: Cordilheira -dos Andes. O sinal traz as páginas que contenham qualquer cordilheira, menos a dos Andes. - O sinal de adição (+) amplia a busca e traz páginas que contenham as duas expressões Ex. “folclore brasileiro + regiãoÓ. - O conectivo "e" (para buscas em site de língua portuguesa), ou "and" (para sites de busca em língua inglesa), deve ser colocado entre duas palavras, assim, a pesquisa traz páginas que contenham as duas expressões. Exemplo: Brasil e Angola. O resultado da pesquisa vai trazer páginas que contenham informação sobre os dois países. - "Ou" (busca em site de língua portuguesa), ou "or" (busca em língua inglesa), deve ser colocado entre duas palavras, para trazer páginas que contenham uma das duas palavras. Exemplo: Brasil ou Angola. O resultado da pesquisa vai mostrar informação sobre um dos dois países. Exercício de pesquisa (alunos) Oriente os alunos a fazerem uma pesquisa a partir de um tema previamente selecionado, utilizando esses recursos. Solicite que registrem o percurso.
  • 50. OFICINA V 5- O USO DO BLOG NO ENSINO Objetivo: - Reconhecer a importância do blog para o ensino e utilizá-lo como uma das ferramentas tecnologicas para aprimorar o ensino-aprendizagem. ATIVIDADE 5 - O BLOG COMO FERRAMENTA DIDÁTICO PEDAGÓGICO Blog é uma abreviação da palavra Weblog: Web (rede, teia) e log (registro). É um diário virtual que pode ser educacional, familiar, pessoal e comunitário. Sua principal característica é a facilidade de criação e publicação de novos conteúdos na Internet pelo criador do blog e pelos visitantes, possibilitando a comunicação rápida, simples e organizada.
  • 51. No âmbito educacional, o uso do blog pode potencializar processos de colaboração, o exercício da expressão criadora, a valorização da produção com significado social, a autoria e o protagonismo. Estimula também a leitura, a escrita e produção em outras linguagens, podendo constituir redes sociais e de saberes. Nesse sentido, é uma importante ferramenta que possibilita o desenvolvimento de aprendizagens relativas à comunicação digital e à postura autoral na Internet, por meio da publicação de conteúdos. Leia o texto e aponte os benefícios do uso do blog no ensino: Uso pedagógico do blog – o Edublog José Carlos Antonio* Cinco anos atrás eu escrevi um artigo intitulado Blogs, Flogs e a inclusão websocial. Na época, o foco do artigo consistia em mostrar que estava nascendo uma forma de inclusão social na Web, a que eu chamei de "inclusão websocial", em que usuários sem Blog de Matemática conhecimentos da linguagem HTML e de outras linguagens de criação de páginas para a Web podiam começar a criar seus sites e, assim, conquistar seu espaço de autoria na Web por meio dos blogs, dos flogs e de outras ferramentas que então estavam despontando na rede (inclusive o Orkut).
  • 52. Naquela época, os blogs eram vistos por muitos professores como "coisa de adolescente", pois os blogs nasceram com a inspiração de serem "diários digitais" e, além disso, a maioria dos blogs brasileiros tinha de fato esse formato, pois eram blogs criados por adolescentes e que tinham como público alvo outros adolescentes. O fato é que os adolescentes saíram na frente e criaram seus blogs, tornam-se autores e ocuparam seu espaço na Web, enquanto os professores, em sua maioria, ainda discutiam se valia ou não a pena usar novas tecnologias na educação. O tempo passou. Cinco anos, na história da Web, é um tempo imenso! De 2004 para cá, os blogs brasileiros caíram também no gosto de muitos "adultos". Jornalistas, profissionais liberais, donas de casa e (vejam só!) até mesmo professores começaram a ocupar cada vez mais a blogosfera. Hoje em dia eu creio que seja bobagem discutir a utilidade das TIC na educação, ou explicar o que é um blog, mas talvez ainda seja tempo de falar um pouco sobre o uso pedagógico dos blogs, principalmente tendo em vista que a cada dia mais e mais professores ingressam nesse incrível mundo da publicação e da autoria. Apesar de sua origem com formato e pretensão de diário", o blog é, na verdade, um site. Ter um blog ou ter um site é a mesma coisa se o objetivo for possuir um endereço na Internet onde se possam publicar materiais diversos. A única diferença é que um site, no sentido original do termo, é um espaço que requer a criação não apenas de conteúdo, mas também de layouts, programações em HTML, CSS, javascript, PHP, SQL e outras linguagens usadas na Internet. O blog, no entanto, oferece toda essa programação, o layout, as ferramentas de divulgação e até mesmo seu endereço na Web prontos, de forma que aos seus donos cabe apenas prover o conteúdo. E é aí que está o "X" da questão! Para que um blog sobreviva na blogosfera e cumpra seu papel como espaço de publicação e autoria, ele precisa ter pelo menos quatro requisitos básicos: 1. Possuir um objetivo claro 2. Visar a um público específico 3. Possuir conteúdo útil para o público visado
  • 53. 4. Ser atualizado frequentemente Em outras palavras, criar um blog é fácil; criar um blog útil é um pouco mais difícil. Criar um blog útil e mantê-lo útil ao longo do tempo é ainda mais difícil e trabalhoso, mas é muito compensador se o objetivo que você escolheu estiver sendo atingido ao longo da vida do seu blog. Os blogs são ferramentas Web 2.0 disponíveis gratuitamente na rede e oferecidas por muitas empresas. Para criar seu blog você pode usar qualquer uma dessas empresas. O processo de criação dura cerca de cinco minutos e requer apenas uma meia dúzia de cliques no mouse. Veja no final do artigo alguns links de empresas que oferecem blogs e hospedagem gratuita para eles. Alguns exemplos de uso pedagógico para blogs são listados abaixo e não esgotam nem de longe as possibilidades, Blog de Física mas podem ajudar os iniciantes a descobrirem alguma utilidade para o seu blog: Blog de conteúdo curricular: muitos professores usam seus blogs para publicar os conteúdos curriculares de suas aulas e assim permitirem que seus alunos os consultem pela Internet. Com isso, os alunos podem acessar textos, filmes, músicas, simulações, animações e outros materiais usados em classe ou sugeridos como materiais extras;
  • 54. Blog de apoio às atividades de classe: os blogs podem servir como meios auxiliares para propor tarefas ou para receber tarefas. Por exemplo, você pode publicar uma poesia e pedir aos seus alunos que comentem a poesia, como faria em sala de aula com textos impressos. A única diferença é que esses comentários ficam publicados no seu blog; Blog de registro de projeto: você pode usar blogs para registrar o andamento de um projeto. Além de você, os alunos que participam do projeto também podem escrever no blog (ou por meio de comentários ou diretamente, publicando textos eles mesmos, sob sua supervisão). Imagine, por exemplo, que sua escola participe de um projeto de reciclagem. Todas as atividades do projeto, desde as reuniões iniciais até o os resultados finais, podem ser documentadas de forma bem rica (com imagens, textos, filmes, depoimentos gravados, etc.) no blog; Blog institucional da escola: uma escola pode (e realmente deve) possuir um site ou um blog (que é bem mais simples de criar e manter do que um site) onde publique notícias, eventos, avisos, comunicados, horários, dados dos professores e da escola etc., a fim de facilitar sua comunicação com a comunidade. Muitas escolas já possuem blogs e os utilizam como uma forma de prestar contas à comunidade e de informar melhor suas ações; Blog de uma disciplina: como a atualização de um blog requer que seu autor (ou autores) publique novas matérias regularmente, em algumas escolas os professores de uma dada disciplina se unem e mantêm um blog para a disciplina toda. Nesse blog se podem publicar dicas para os alunos, materiais extras, datas de provas, provas resolvidas, listas de exercícios etc., e os alunos podem compartilhar materiais de diversos professores sobre um mesmo assunto. É claro que um único blog pode servir para várias dessas finalidades (e outras ainda), mas tenha em mente que quanto
  • 55. mais "confuso e desfocado" for o seu blog, mais dificilmente ele será útil ou despertará a atenção do seu público alvo. Professores que possuem blogs afirmam que isso facilita seu trabalho, pois com o blog eles podem: • fornecer e armazenar materiais de consulta para os alunos; • criar atividades que os alunos possam acessar de suas casas e entregar via Internet; • criar bibliotecas de atividades e materiais que ficam disponíveis de um ano para outro, poupando espaço e recursos; • divulgar o seu trabalho e torná-lo transparente para os pais dos alunos e para a comunidade toda; • interagir com outros professores de sua área e trocar informações, links, materiais, atividades etc.; • melhorar seu relacionamento com os alunos e fornecer a eles maior possibilidade de acesso ao professor. Uma dica final, e bastante interessante, é criar um blog para a escola e colocar nele os links para os blogs dos professores e alunos da escola, criando assim uma forma simplifica de comunidade virtual e explorando com isso diversas novas possibilidades de interação e participação colaborativa.
  • 56. PASSO-A-PASSO PARA CRIAÇÃO DE UM BLOG Para criar seu blog, algumas sugestões de sites: http://www.blogger.com/start http://weblogger.terra.com.br/ http://www.blogs.com.br/oqueeblog.php Conhecendo blogs e combinando algumas regras - Converse com a classe para a definição do tema do blog. - Exponha aos alunos quais programas serão utilizados no projeto, explicando o uso do Internet Explorer e a criação de pastas nas quais cada aluno salvará seus textos. - Combinem posturas que devem ter ao publicar e comentar na Internet e estabeleça regras de ética e de utilização do blog, formuladas juntamente com eles. - Para ampliar o repertório dos alunos, indique a leitura de textos sobre blogs e aproveite para indicar exemplos de blogs na Internet. Dica No Portal EducaRede (http://www.educarede.org.br), você encontra conteúdos que podem ajudá-lo na realização da atividade. Na seção Internet & Cia., veja os textos: “Educar para o uso responsável dos meios digitaisÓ “Blog: diário virtual que pode ser usado na escolaÓ
  • 57. Na seção Educalinks, confira as categorias: Blogs de Professores Blogs de Projetos Criando o blog - Defina com os alunos o nome do blog, o tema a ser trabalhado, a descrição e o template (modelo da página). − Com auxílio do projetor multimídia, crie o blog com os alunos, acompanhando processo.: http://weblogger.terra.com.br/,http://www.blogger.com /start. - Construam o texto de apresentação do blog coletivamente. - Os alunos devem se cadastrar no site que hospeda o blog da turma. Produzindo os textos - Apresente as ferramentas de edição e publicação, divida os alunos em duplas e oriente-os para a elaboração de um texto e de uma imagem a serem publicados no blog. - Para produzir os textos, é importante dividir os temas entre as duplas. Os alunos digitam o texto no Word e salvam na pasta indicada anteriormente pelo professor. - As duplas devem revisar o texto produzido, preocupando-se com a norma culta da língua. - Os alunos também devem escolher uma imagem na Internet, cuja reprodução seja autorizada, nomeá- la e salvá-la no computador. Eles devem indicar crédito (o site do qual copiou a imagem) e legenda (uma breve descrição da foto).
  • 58. Publicando os textos Quem publica? Esse é um blog coletivo e, geralmente, algumas ações só podem ser feitas pelo criador do blog, no caso, o professor. São elas: publicar texto inicial, publicar mensagens, publicar imagens. Por isso, esses materiais serão publicados pelo professor. Em alguns provedores de blog, o “criadorÓ pode alterar as configurações para permitir que outros usuários também publiquem imagens e mensagens. Para publicar o texto inicial de cada tema, peça aos alunos que enviem o material por e-mail para o professor . Com esse material em mãos, o criador do blog deve inserir as novas postagens (cada uma apresenta o título do subtema da dupla). Copie o texto, insira a imagem e publique no blog. Comentando as produções Após publicar as primeiras mensagens no blog, peça aos alunos que comentem os textos dos colegas. Todos os usuários podem comentar as mensagens. Organização das mensagens Esse é um blog coletivo e está dividido em temas. Portanto, oriente os alunos na organização das mensagens e comentários. DEPOIS
  • 59. Sistematizando o processo Esse projeto pode ser estendido até o professor achar que é a hora de parar ou iniciar outro tema. Para finalizar, proponha à classe a construção de um texto coletivo sobre o processo de construção e uso do blog, retomando os registros iniciais para serem publicados no blog. AVALIAÇÃO Retomando registro inicial A sistematização coletiva do processo de criação e uso do blog pode ser um instrumento de avaliação do professor. Outra estratégia possível e complementar é os alunos fazerem uma auto-avaliação, retomando seus registros iniciais e respondendo a questão “O que aprendi com esse projeto?Ó. Eles podem comparar com o que já sabiam e avaliar se suas expectativas de aprendizagem foram contempladas. Retomando os objetivos Depois que os alunos retomaram seus registros individuais, amplie a conversa com a classe e socialize os ganhos que os alunos apontam as dúvidas e dificuldades no processo. Aproveite para retomar os objetivos e problematizar se eles: - exploraram blogs; - ampliaram o repertório sobre funções e recursos dos blogs; - produziram conteúdo para publicação na Internet; - inseriram comentários nos textos e imagens dos colegas;
  • 60. - pesquisaram imagens na Internet; - publicaram imagens no blog; - criaram as legendas e citaram os créditos das imagens. Opções da proposta - Utilizar o blog com outros objetivos educativos: relato diário de projetos escolares, trabalhos em equipe com as diferentes áreas do conhecimento, anotações de aula etc. - Lançar uma proposta de blogs individuais com temas livres. Se o blog for individual, os alunos devem trocar o endereço entre eles (registram no caderno, no processador de textos e inserem no recurso “FavoritosÓ do navegador de Internet). Em duplas, eles podem comentar o blog um do outro. - No caso dos blogs individuais, cada aluno ou dupla será o “criadorÓ do blog. Com esse perfil será permitida a publicação de fotos digitais. Essa é uma boa oportunidade para exercitar com os alunos o processo de criação e publicação de imagens digitais. Pode-se utilizar máquina digital ou escâner. - Utilizar o fotoblog (um registro publicado na Internet com fotos colocadas geralmente em ordem cronológica, de forma parecida com um blog). Nesse caso, explore um site de publicação de fotos (por exemplo http://fotolog.hyperfotos.com.br), discutindo as diferenças entre blogs e fotoblogs e os objetivos de cada um, e inicie a produção nessa outra ferramenta. - O professor também pode utilizar o blog como um roteiro de aula. Ele constrói o blog com orientações para atividades e fontes para pesquisas e os alunos registram comentários e resultados das atividades.
  • 61. Dicas - É preciso tomar muito cuidado com direitos autorais, principalmente no que se refere às imagens pesquisadas na Internet. Combine com os alunos o uso de legendas e créditos. - O professor deve ter uma ficha com todo o cadastro dos alunos: nome, e-mail, nome do blog, assunto, endereço do blog. Oriente os alunos a registrarem suas senhas. - Sempre registre os nomes dos blogs utilizados e pesquisados. - Combine com eles a utilização da norma culta. Esteja sempre intermediando esta questão (uso de maiúsculas, acentuação, pontuação, ortografia etc.). - Oriente para que os textos não sejam muito curtos (duas linhas, por exemplo) ou muito longos, respeitando as características dessa ferramenta. Fonte: Caderno de Orientações Didáticas – Ler e Escrever – Tecnologias na Educação. Disponível: http://www.educarede.org.br. Acesso 17/05/10. OFICINA VI 4- INSTRUÇÕES PARA CONSTRUÇÃO DO SITE DAS ESCOLAS ATRAVÉS DO TUTORIAL DO SÍTIO DAS ESCOLAS PÚBLICAS DO PARANÁ. • Em virtude do espaço no SACIR, serão registrados apenas os tópicos do tutorial.
  • 62. Tutorial do sítio das escolas-Criação CRTE DO NRE DE LONDRINA. crteldna@gmail.com 1- ACESSANDO O SÍTIO 2- MÓDULO AÇÕES 3-MÓDULO ADMINISTRAÇÃO DE CONTEÚDO 4-MÓDULO CONFIGURAÇÃO DO SÍTIO 5-MÓDULO DESTAQUES 6-MÓDULO MENU VERTICAL 7-MÓDULO NOTÍCIAS 8-ANEXO A POSTAGEM DOS MATERIAIS NO SITE Para a elaboração do Site da escola os cursistas deverão se organizar de forma em que, cada um deverá ficar responsável para postar um tipo de material no Site. TUTORIAL DO SÍTIO DAS ESCOLAS 1- ACESSANDO O SÍTIO: No exemplo a seguir foi usado o endereço do Colégio Estadual Dr. Gabriel Carneiro Martins de Londrina. Entre com o endereço de sua escola. Preencha os campos Usuário e Senha e selecione a Organização SEED.
  • 63. Em seguida clique em Entrar Será exibida uma caixa de diálogo em inglês. É recomendado clicar em Não ou Never for this site. Aguarde um pouco enquanto a próxima tela é exibida.
  • 64. 2- MÓDULO AÇÕES Trabalhando no menu de Ações: No campo Ir para a página inicial clicar com o botão direito do mouse e clicar na opção Abrir em Nova Aba. Esse procedimento auxilia a visualização do site com as mudanças que estão sendo feitas, sem necessidade de sair da tela de trabalho. Em destaque, encontra-se a nova aba na qual o sítio é visualizado.
  • 65. Em destaque, encontra-se a nova aba na qual o sítio é visualizado. Para ver as atualizações, clique em Atualizar, na aba que mostra o sítio do colégio, como indicado abaixo.
  • 66. Volte para a primeira aba para trabalhar com o menu Módulos. 3-MÓDULO ADMINISTRAÇÃO DE CONTEÚDO Para Incluir/Alterar conteúdo, clique em: Módulo Administração de Conteúdo Incluir/Alterar conteúdo Utilizando a barra de rolagem encontre o item Apresentação e clique nele.
  • 67. Na janela é exibido um campo para preenchimento do item apresentação da Escola. Para habilitar a edição desse campo, clique duas vezes em Source.
  • 68. Em seguida, escreva alguns conteúdos relevantes para a apresentação do estabelecimento. Para inserir imagem no campo, clique no ícone Insert/Edit Image e uma nova aba abrirá. Na nova aba (Imagem Properties), clicar em Browser Server e outra aba Abrirá. Nesta nova aba clique em Browse.
  • 69. Será exibida uma caixa de diálogo na qual você poderá navegar pelas suas pastas até localizar a imagem escolhida. Depois de selecionar a imagem, clique em Abrir.
  • 70. Em seguida, será exibido o nome do arquivo no campo indicado abaixo. Clique em Carregar. Clique no nome do arquivo a ser inserido e volte à aba (Image Properties).
  • 71. Se o procedimento estiver correto, a seguinte página será visualizada: O próximo passo é clicar em OK. A tela irá fechar-se e, então, você deverá retornar para a aba de edição. Na caixa de edição, podem ser utilizados recursos de formatação como um editor de texto. Após terminar o texto, clicar em Alterar.
  • 72. Após terminar o texto, clicar em Alterar. Será exibida uma caixa de diálogo, clique, então, em OK. As alterações estarão salvas.
  • 73. Para verificar suas alterações, abra a aba de exibição do sítio da escola, clique em Atualizar e veja como ficou. Os demais menus do sítio da escola são editados da mesma maneira exemplificada acima.
  • 74. Atenção! NÃO deletar links, imagens e textos que já estejam postados no sítio pela própria CELEPAR/SEED. 4-MÓDULO CONFIGURAÇÃO DO SÍTIO Clique em Módulos Configuração do sítio: Configurar sítio Será exibida a página a seguir:
  • 75. Escreva o e-mail institucional do estabelecimento, por exemplo: ldagabrielmartins@seed.pr.gov.br NÃO altere o Título para o sítio (Nome Escola). Escolha um dos temas de cores disponíveis para o sítio da escola. Clicar em Alterar Informações. 5-MÓDULO DESTAQUES O espaço “destaquesÓ, que aparece na coluna à direita do sítio da escola, serve para fazer links para outros sítios de interesse. Clique em: Módulos Destaques Gerenciar destaques A seguinte tela será exibida.
  • 76. Preencha o campo Link com o endereço completo do sítio desejado. Exemplo: http://crtelondrina.pbwiki.com Todo link inserido no campo de Destaques será obrigatoriamente representado por um “logoÓ que o identifique. Para inserir a imagem, clique em Browser... Será exibida uma caixa de diálogo na qual é localizada a imagem desejada. Selecione a imagem e clique em Abrir.
  • 77. O nome da figura aparecerá no campo Imagem; clique, então, em Gravar. A página a seguir será exibida. Você deverá clicar em Não, para que ela se torne a palavra Sim.
  • 78. Para salvar as alterações clicar em Gravar. Para verificar suas alterações, abra a aba de exibição do sítio da escola. Clique em Atualizar e veja como ficou.
  • 79. 6-MÓDULO MENU VERTICAL Clique em: Módulos Menu Vertical Gerenciar menu Na aba acima apresentada, você não deverá apagar os menus existentes, reconhecidos pelos números de 1 a 10. Mas poderá acrescentar novos menus no campo inferior da tela, conforme indicado a seguir.
  • 80. No campo Nome, deve-se incluir o nome do novo link, exemplo: Alunos “DestaqueÓ O campo Link tem duas opções: a) Deixar em branco para criar uma nova página dentro do sítio da escola; b) Digitar o endereço de um sítio, de maneira que o visitante, ao clicar neste menu, seja direcionado para o sítio em questão. No nosso exemplo deixaremos em branco, pois queremos uma página dentro do próprio sítio da escola. No campo ou selecione o conteúdo, deixe selecionada a aba Nenhum. Se você ativar o campo Abrir em nova Janela, a mesma abrirá em nova aba e a página principal permanecerá aberta. No campo Ordem, deixe a auto-numeração. No nosso exemplo, ele ficou com o número 11. Em seguida, clique em Gravar. Visualizando:
  • 81. Não se esqueça de clicar em Gravar. Após clicar em Gravar, você visualizará a seguinte tela:
  • 82. Note que o menu Aluno “Destaque” é o último da lista, numerado como 11. Pela convenção da Internet, menus do tipo Fale Conosco são geralmente os últimos a serem cadastrados, por isso deve-se entrar em Editar. No campo Ordem, mude o número atual pelo subseqüente do último número mostrado na tabela de menus. No exemplo apresentado, o último menu é 11 “Alunos 'Destaques””. Como o “Fale ConoscoÓ é 10, mudaremos o número 10 para 12. Após a alteração, clique em Alterar e a ordem dos menus serão alteradas. Observe:
  • 83. Os menus foram colocados em ordem e o Fale Conosco passou a ser o último menu da lista. Veja como ficou a página pronta:
  • 84. 7-MÓDULO NOTÍCIAS Clique em: Módulos Notícias Nova Notícia Em seguida a tela Publicar nova Notícia indicada abaixo, será exibida.
  • 85. No campo Título, indicado acima, deverá ser escrito um título conciso da notícia a ser publicada. No campo Escopo, também indicado acima, deverá ser feito um breve resumo da notícia a ser publicada. P.S. Caso o campo de inserção de texto e imagem não esteja habilitado para a edição, clicar em Source duas vezes, pausadamente. No campo Texto complemetar deve ser inserida a notícia, na íntegra. No campo Selecionar arquivo , por meio do botão Browse..., pode ser anexado um documento (imagens, fotos, textos, planilhas) à notícia. Por fim, o campo Opções pode ser usado para definir a data e o horário em que a notícia foi publicada e a data e o horário em que a notícia não estará mais disponível para acesso.
  • 86. Depois de terminada a edição da notícia, clicar no botão Salvar. A tela demorará um breve tempo para ser carregada e, em seguida, a notícia estará inserida no menu Notícias da Escola na página inicial do sítio da escola, conforme ilustrado nas imagens abaixo.
  • 87. ANEXO Questões importantes: 1- Todo conteúdo desenvolvido no site deve ser validado pelo Conselho Escolar e pela Direção da Escola. 2- A primeira versão do site também deve ser validada tecnicamente pelo Assessor da CRTE responsável pela escola, para ser publicado, então, no Portal Dia-a-dia Educação. 3- Fica a cargo do Diretor indicar o administrador local para construção/manutenção do site da escola, podendo ser um profissional técnico-administrativo. O site da escola poderá ser constituído com as informações a seguir (são apenas sugestões de temas relacionados ao link): 1. Apresentação 1.1 Identificação Relatar os fatos e dados significativos desde a fundação da escola como: histórico do nome, alterações de denominações, e outros fatos que permitam identificar as várias situações por que tenha passado o estabelecimento de ensino. O espaço é destinado a informações para que o leitor possa conhecer a identidade da escola. Relatar os fatos e dados significativos desde a fundação da escola como: histórico do nome, alterações de denominações, e outros fatos que permitam identificar as várias situações por que tenha passado o estabelecimento de ensino. O espaço é destinado a informações para que o leitor possa conhecer a identidade da escola. 1.2Localização Preencher nesse espaço informações sobre ônibus, mapa, bairro e
  • 88. pontos de referência da escola. 1.3 Histórico Preencher esse espaço com informações e imagens que fazem a história da escola. ORIENTAÇÃO: Enviar fotos antigas que representem a história de sua escola. 1.4 Imagens ORIENTAÇÃO: Enviar fotos que mostrem os ambientes escolares, respeitando em todos os casos os direitos de uso de imagem. Por esse motivo, divulgue somente fotos desses ambientes sem a presença de pessoas. Obs.: As fotos a serem publicadas no site devem conter no máximo 4 mega bites no total. 2. Organização do Trabalho Pedagógico Escolar 2.1 Projeto Político Pedagógico – PPP É a construção coletiva da identidade da escola pública de qualidade que pressupõe um projeto de sociedade, de educação, de cultura e de cidadania, fundamentado na democracia e na justiça social. 2.2 Regimento Escolar É o documento que normatiza a organização escolar de cada estabelecimento de ensino, regulamentando os propósitos e as intenções descritos no seu Projeto Político-Pedagógico. Portanto, ele é o instrumento legal que regula e disciplina toda a organização didática-pedagógica e administrativa da escola. 2.3 Calendário Escolar O Calendário Escolar para a rede Estadual de Educação Básica para o ano de 2008 define o início e o término do ano letivo, férias e recessos escolares, feriados oficiais, semana de planejamento, de capacitação, semana cultural, garantindo o mínimo de 800 (oitocentas) horas, distribuídas por um mínimo de 200 (duzentos) dias de efetivo trabalho escolar. 2.4 Cronograma de atividades Este espaço refere-se a informações das
  • 89. atividades/açõesdesenvolvidas no âmbito escolar por professores, alunos, funcionários e/ou pais, de acordo com o que está previsto no PPP. 3. Órgãos Colegiados da Escola 3.1 Conselho Escolar O que é – O Conselho Escolar é um órgão colegiado de natureza consultiva, deliberativa, avaliativa e fiscalizadora sobre a organização e a realização do trabalho pedagógico e administrativo da instituição escolar em conformidade com as políticas e as diretrizes educacionais da Secretaria de Estado da Educação, a Constituição Federal, a Constituição Estadual, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, o Estatuto da Criança e do Adolescente, o Projeto Político- Pedagógico e o Regimento Escolar. Quem faz parte – O Conselho Escolar é composto por representantes da comunidade escolar e de representantes de movimentos sociais organizados e comprometidos com a educação pública, presentes na comunidade, sendo presidido por seu membro nato, o(a) diretor(a) da escola. O Conselho Escolar, de acordo com o princípio da representatividade e proporcionalidade, é constituído pelos seguintes conselheiros: diretor; representante da equipe pedagógica; representante do corpo docente (professores); representante dos funcionários administrativos; representante dos funcionários de serviços gerais; representante do corpo discente (alunos); representante dos pais de alunos; representante do Grêmio Estudantil; representante dos movimentos sociais organizados da comunidade (APMF, Associação de Moradores, Igrejas, Unidades de Saúde, etc). Preencher nesse espaço as informações com o nome completo de quem está na equipe, indicando a função que exerce no Conselho Escolar. 3.2 Direção Preencher nesse espaço as informações com o nome completo de quem está na direção e na direção auxiliar,
  • 90. telefone direto e plano de ação 2007/2008. 3.3 Equipe Pedagógica Preencher nesse espaço as informações com o nome completo de quem está na equipe pedagógica, indicando suas atribuições e plano de ação. 3.4 Equipe Administrativa Preencher nesse espaço as informações com o nome completo de quem está na equipe: Secretário(a), Assistente Administrativo(a), Bibliotecário(a), etc., telefone de contato, indicando responsabilidades e atribuições. 3.5 Equipe de Serviços Gerais Preencher nesse espaço as informações com as funções, responsabilidades, atribuições e nome completo de quem está na equipe. 3.6 Conselho de Classe - (Somente explicação, não precisa preencher nada) Quem faz parte - O Conselho de Classe é constituído pelo Diretor (a) e/ou Diretor(a) Auxiliar, pelo(s) Professor(es) Pedagogo(s), por todos os professores e os alunos representantes que atuam numa mesma turma e/ou série, por meio de: I – Pré-Conselho de Classe com toda a turma em sala de aula, sob a Coordenação do professor representante de turma e/ou pelo(s) pedagogo(s); II – Conselho de Classe Integrado, com a participação da equipe de direção, do(s) professor(es) pedagogo(s), do corpo docente, da representação de alunos e pais de alunos por turma e/ou série. É responsabilidade da direção presidir o Conselho de Classe e cabe ao pedagogo organizar as informações e dados coletados a serem estudados no Conselho de Classe. 3.7 Conselho Representante de Turmas Preencher nesse espaço as informações com a função que exerce o aluno e professor representante e o nome completo dos professores representantes, usando somente as iniciais do nome dos alunos. 3.8 Grêmio Estudantil O que é – O grêmio é uma organização sem fins lucrativos que
  • 91. representa o interesse dos estudantes e tem fins cívicos, culturais, educacionais, desportivos e sociais. O grêmio é o órgão máximo de representação dos estudantes da escola. Atuando nele, o educando defende seus direitos e interesses, e aprende ética e cidadania na prática. Quem faz parte – O grêmio é a organização dos estudantes na escola. Ele é formado apenas por alunos, de forma independente, desenvolvendo atividades culturais e esportivas Apresentar os objetivos e estrutura de funcionamento do grêmio de cada escola. Ex.: Presidente, secretário, etc. Preenchendo nesse espaço as informações com o nome completo de quem está na equipe indicando a função que exerce no Grêmio Estudantil. ORIENTAÇÃO: Quando o aluno for menor, colocar somente as iniciais. 3.9 Associação de Pais, Mestres e Funcionários - APMF Já existe um link pré editado para o sítio da APMF, o estabelecimento escolar pode acrescentar ainda a seguintes informações: O que é – Associação de Pais, Mestres e Funcionários, e similares, - pessoa jurídica de direito privado, é um órgão de representação dos pais e profissionais do estabelecimento, não tendo caráter político partidário, religioso, racial e nem fins lucrativos, não sendo remunerados os seus Dirigentes e Conselheiros, sendo constituído por prazo indeterminado. Quem faz parte – A Associação de Pais, Mestres e Funcionários é um órgão formado por membros de toda a comunidade escolar envolvidos no processo educacional, igualmente responsáveis pelo sucesso do desempenho da Escola Pública, que objetiva dar apoio à Direção das escolas, primando pelo entrosamento entre pais, alunos, professores, funcionários e toda a comunidade, com atividades sócio- educativas, culturais e desportivas. Apresentar os objetivos e estrutura de funcionamento da APMF de cada escola. Ex.: Presidente, secretário, etc. Preenchendo nesse espaço as informações com o nome completo dos integrantes. Formação continuada da escola
  • 92. Já existe um link pré editado. Ao estabelecimento escolar podem acrescentar-se, ainda, as seguintes informações: 4.1 Encontro Pedagógico Preencher nesse espaço informações (pequeno resumo do assunto discutido pelos docentes) e datas dos encontros pedagógicos ocorridos no ano corrente. 4.2 Reuniões de Equipe Preencher nesse espaço informações (pequeno resumo do assunto discutido entre os pedagogos) e datas de reuniões de equipe ocorridas no ano corrente 4.3 Reuniões de Pais Preencher nesse espaço informações (pequeno resumo dos casos relevantes e decisões a tomar) e datas de reuniões de pais ocorridas no ano corrente. 4.4 Grupos de Estudos Preencher nesse espaço informações e datas de encontros de grupos de estudo ocorridos no ano corrente. 5. Recursos da Escola – (somente link, não precisa preencher nada) No “Ambiente EscolaÓ do Portal Dia-a-dia Educação encontra-se o aplicativo “Consulta às EscolasÓ. Nesse ambiente você encontrará as informações que você procura sobre a organização da Escola, as quais encontram-se em um dos itens abaixo: - ESCOLA (Dados Cadastrais, Oferta de Ensino, Matriz Curricular, Calendário, Avaliação) - ALUNOS (Turmas e Matrículas, Rendimento Escolar) - CORPO FUNCIONAL (Funções Apoio/Téc. Pedagógicos, Regência, Regência por Disciplina, Freqüência da Regência) - INFRA-ESTRUTURA (Merenda, Material, Fundo Rotativo, Obras/Reparos, Prédio, Energia Elétrica, Telefone) - APMF Clicar no ícone indicado. 6. Espaço escola 6.1 Participação em eventos
  • 93. Preencher esse espaço com as informações e fotos dos eventos ocorridos na escola e também, das participações em eventos estaduais (fera, com ciência, jogos escolares, feiras internas, etc). ORIENTAÇÃO - O Espaço escola pode ter participação de alunos, professores e da comunidade. Deverá descrever as participações nos eventos estaduais e indicar os trabalhos e/ ou atividades apresentados pelos estudantes nesses eventos. Obs.: Lembrando: as fotos a serem publicadas no site devem conter no máximo 4 mega bites no total. 7. Serviços públicos de Apoio Escolar 7.1 Somente link, não preencher nada. 8. Notícias da Educação 8.1 Somente link, não preencher nada. 9. Fale Conosco – Consta endereço e telefone da escola. Também direciona as mensagens para o e-mail de cada escola. ORIENTAÇÃO: Se a escola não tiver um funcionário para responder prontamente os e-mails do FALE CONOSCO, deve-se deixar somente o telefone e endereço, excluindo a ferramenta e-mail. Disponível em:http://crtelondrina2.pbworks.com/f/tutorial_site.pdf. Acesso 16/06/2010. REFERÊNCIAS http://www.educarede.org.br.
  • 94. Http: professordigital.wordpress.com. http://www.unesco.orgeducationpdfdieuzeid.pdf. http://www.professores.uff.br/hjbortal/car/libray/valente.h tml http://www.scielo.br/profmoram http://netescola.pr.gov.br/netescola/escola/043042017/s erviços/shtml http://www.professores.uff.br/hjbortal/car/libray/valente.h tml http://www.diaadia.pr.gov.br/tvpendrive/modules/conteud o/conteudo.php? conteudo= http://www.slideshare.net/claudiadutra/br-office-writer- presentation/ crtelondrina.pbworks.com/O+BROffice+-+Impress http://www.diaadia.pr.gov.br/tvpendrive/ http://zamzar.com/ http://www.google.com.br/

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