Senai   recife
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  • Here we see that TeraSPEED removes the water peak leaving the fibre open for operation around the 1400 window or E band. This gives 60% more useable wavelengths
  • 25
  • 25
  • VisiPatch is our unique reverse patching system which has greater density than other patching options and is 1/3 less expensive for an excellent fit in the data center
  • 34
  • In this diagram, you can see several of the key components of the InstaPATCH Plus system. On the bottom of the frame you will see and example of our high density shelves in a 1U package. On the top of the frame you will notice several different Modular components mounted in the modular panel Starting on the left, we have a new TeraSPEED module - notice the royal blue LC connector adapters and the yellow trunk cables in the rear – we do follow our normal color code scheme for multimode and singlemode to aid customers in identifying the cable infrastructure more easily. As we move to the middle module, you will notice that w have a 6 position MPO Only module with LazrSPEED and TeraSPEED trunk cables mounted on the rear. This module will be the location that we will use the new Ruggedized fanouts with MPOs on one end and duplex or simplex connectors on the other. As we move to the third position, you will see the familiar 24 LC InstaPATCH Plus Module. While familiar, it has been improved. If you look close enough you can make out the new Alpha Beat Labeling System on the face of the module. Lets move to the next slide and get another perspective on this diagram.
  • From this rear view of the diagram, you can clearly see that we have two labels on the high density 1U shelf on the bottom of the frame. One of the labels is for the ALPHA position and one is for the BETA position. I will cover more on that in a few minutes. You will also notice the yellow trunk cables for the TeraSPEED links and the Aqua trunk cables for the LazrSPEED links. Just plug them in and you are ready to go. Everything remains nice and neat- compact yet easy to administer. Let’s move on to a bit more detail on what puts the PLUS in InstaPATCH Plus.
  • We need to make this clear
  • 22
  • 44
  • 53
  • 29

Senai recife Presentation Transcript

  • 1. Cabeamento Estruturado SENAI - Recife
  • 2. Introdução O que é o Cabeamento Estruturado
    • Sistema que compõe a infra-estrutura física de telecomunicações de um edifício ou campus.
    • Composto por cabos, dispositivos de conexão e respectivos acessórios (passivo).
    • Interliga os terminais de telecomunicações (micros, telefones, sensores, TV, câmeras, atuadores, etc) às respectivas centrais (servidores, switches, PABX, centrais de alarme, controladoras, etc).
  • 3. Introdução O que é o Cabeamento Estruturado
    • Projetado como entidade única .
    • Atende um edifício ou todos os edifícios de um campus. Somente propriedade privada.
    • Composto por elementos padronizados por normas nacionais e internacionais, seguindo padrões abertos e interoperáveis.
    • Evolução em relação ao cabeamento proprietário.
  • 4. Introdução V antagens do Cabeamento Estruturado
    • Padronização
    • Durabilidade
    • Flexibilidade
    • Modularidade
    • Integração
    • Segurança
    • Performance
  • 5. Custo da Rede Parada
  • 6. Normas de Cabeamento
  • 7. Normas de Cabeamento
    • ANSI/TIA/EIA (Estados Unidos)‏
      • 568-B: cabeamento em edifícios comerciais
        • 568-B-1: generalidades, topologia, cabos, performance
        • 568-B-2: cabos de cobre de 100 ohms
        • 568-B-3: fibras ópticas
      • 569-B: caminhos e espaços
      • 606-A: administração do cabeamento
      • 607-A: aterramento para telecomunicações
      • 570-A: cabeamento residencial
      • 942: cabeamento para Data Centers
  • 8. Normas de Cabeamento
    • ISO/IEC (Internacional)‏
      • 11.801: cabeamento em edifícios comerciais
    • CENELEC (Europa)‏
      • EN 50.173: cabeamento em edifícios comerciais
    • CSA (Canadá)‏
    • ABNT (Brasil)‏
      • NBR 14.565:2006 rede interna estruturada
  • 9. Normas de Cabeamento ANSI/TIA/EIA-568-B
    • Principal norma norte-americana de cabeamento estruturado.
    • Define requisitos mínimos sobre:
      • subsistemas
      • topologia
      • cabos reconhecidos
      • distâncias máximas
      • conexões entre componentes
      • requisitos de instalação
      • categorias de performance
      • testes aplicáveis
  • 10. Normas de Cabeamento ANSI/TIA/EIA-568-B
    • Subdividida em:
      • 568-B-1: generalidades, como descrito antes
      • 568-B-2: componentes de cobre 100 ohm
      • 568-B-3: componentes em fibra óptica
    • A 568-B-2 e a 568-B-3 definem os componentes de cobre e fibra óptica, respectivamente, como tipos de cabos, conectores, desempenho mínimo, parâmetros de testes aplicáveis,etc.
  • 11. Normas de Cabeamento ANSI/TIA/EIA-569-B
    • Trata dos caminhos e espaços utilizados pelo cabeamento.
    • Caminhos : toda a infra-estrutura de suporte dos cabos, como dutos, calhas, canaletas, leitos, etc.; define raios de curvatura, taxas de ocupação, detalhes construtivos.
    • Espaços : locais onde ficam os dispositivos de conexão dos cabos e equipamentos de telecomunicação; define tamanhos mínimos, condições ambientais, distâncias, alturas, etc.
  • 12. Normas de Cabeamento ANSI/TIA/EIA-606-A
    • Discorre sobre a administração e identificação do cabeamento.
    • Define as cores de identificação a serem utilizadas nos dispositivo de conexão.
    • Estabelece quatro classes de administração, dependendo da complexidade da instalação:
      • Classe 1: andar único
      • Classe 2: edifício único
      • Classe 3: campus (site) único
      • Classe 4: múltiplos sites
  • 13. Normas de Cabeamento ANSI/TIA/EIA-607-A
    • Não mostra como fazer um sistema de aterramento!
    • Cobre os requisitos para vinculação e aterramento de telecomunicações como um sistema.
    • Estabelece técnicas adicionais de aterramento para melhorar o desempenho dos sistemas de telecomunicações.
  • 14. Normas de Cabeamento ANSI/TIA/EIA-942
    • Norma para cabeamentos em Data Centers.
    • Requisitos, recomendações e categorias.
    • Quatro categorias de data centers:
      • Tipo 1: básico
      • Tipo 2: redundante
      • Tipo 3: administrável
      • Tipo 4: à prova de falhas
    • Recomendações: arquitetura, mecânica, elétrica e comunicações.
  • 15. Normas de Cabeamento NBR 14565:2006
    • Norma brasileira de cabeamento estruturado, revisada.
    • Engloba os tópicos cobertos pela TIA-568, TIA-606 e TIA-607.
    • Baseada na ISO/IEC 11801:2002.
    • A ser publicada no início de 2007.
    • Obrigatória, de acordo com o Código de Defesa do Consumidor!
  • 16. Cabos
  • 17. Cabos
    • O cabo é o principal elemento de um sistema de cabeamento estruturado!
    • É por ele que trafega os sinais que levam as informações pela rede.
    • São classificados por níveis de performance.
    • Os cabos podem ser de uso interno, externo ou ambos ( indoor/outdoor )‏
    • Há dois grandes grupos de cabos:
      • Cabos de cobre
      • Cabos de fibra óptica
  • 18. Cabos de Cobre
    • Os cabos de cobre são os mais utilizados, por seu baixo custo e facilidade de instalação.
    • Carregam sinais elétricos de baixa tensão e corrente, em diversas faixas de freqüência.
    • São sujeitos a interferências eletromagnéticas (EMI), em maior ou menor grau.
    • Há basicamente dois tipos de cabos de cobre usados em telecomunicações:
      • Par trançado
      • Cabo coaxial
  • 19. Par Trançado
    • O par trançado é o mais utilizado tipo de cabo de cobre, em sistemas estruturados.
    • Cada cabo é composto por uma capa externa que envolve uma certa quantidade de condutores.
    • Os condutores são organizados em pares, que são trançados entre si para reduzir interferências (NEXT, FEXT).
    • Cada condutor é composto por um fio de cobre e respectivo isolamento plástico.
  • 20. Par Trançado
    • Os condutores podem ter diversas bitolas (diâmetros), sendo os reconhecidos pelas normas:
      • 22 AWG = 0,64mm 2
      • 24 AWG = 0,51mm 2 (o mais usado)‏
      • 26 AWG = 0,40mm 2 (mais para cordões)‏
    • Os cabos de par trançado se dividem em:
      • Par Trançado Não Blindado (UTP)‏
      • Par Trançado Blindado (ScTP ou FTP)‏
      • Par Trançado Duplamente Blindado (SSTP)‏
  • 21. Cabos de Cobre
    • Par Trançado Não Blindado (UTP)‏
      • 100 Ohms de impedância
      • Quatro pares (horizontal)‏
      • Multipar (backbone)‏
    • Par Trançado Blindado (FTP/ScTP)‏
      • 100 Ohms de impedância
      • Folha ou malha metálica sobre todos os pares
      • Quatro pares (horizontal)‏
      • Multipar (backbone)‏
  • 22. UTP
    • O UTP ( Unshielded Twisted Pair ) é o tipo de cabo mais usado nas Américas, Ásia e parte da Europa.
    • Cada cabo UTP é composto por 4 ou mais pares trançados, sem que haja uma blindagem metálica entre a capa e os condutores.
    • Impedância: 100 ohms.
    • Condutores geralmente 24 AWG.
  • 23. ScTP/FTP
    • O ScTP ( Screened Twisted Pair ) ou FTP ( Foiled TP ) é muito usado na França, Alemanha e países próximos a eles.
    • Cada cabo ScTP é composto por 4 ou mais pares trançados, com uma blindagem (malha ou folha) metálica entre a capa e os condutores.
    • Impedância: 100 ohms; condutores 24 AWG.
    • A blindagem reduz a interferência com o meio, se corretamente instalado.
  • 24. SSTP
    • O SSTP ( Shielded Shielded TP ) é um novo tipo de cabo, que visa reduzir a interferência com o meio e entre os pares.
    • Além da blindagem geral (como a do ScTP), há uma blindagem sobre cada par de condutores.
    • Ainda não normatizado.
  • 25. Cabos UTP de 4 Pares Marrom Ring 4 Branco/Marrom Tip 4 Verde Ring 3 Branco/Verde Tip 3 Laranja Ring 2 Branco/Laranja Tip 2 Azul Ring 1 Branco/Azul Tip 1 COR CONDUTOR PAR
  • 26. TIP B ranco E ncarnado (vermelho)‏ P reto A marelo V ioleta (sempre à esquerda)‏ RING A zul L aranja V erde M arrom C inza (sempre à direita)‏ B om E ntão P restar A tenção, V iu? A ssim L evamos V antagem M esmo, C erto? Padrão de Cores
  • 27. Cabos UTP de 25 Pares Violeta/Azul 21 Violeta/Laranja 22 Violeta/Verde 23 Violeta/Marrom 24 Violeta/Cinza 25 Preto/Azul 11 Preto/Laranja 12 Preto/Verde 13 Preto/Marrom 14 Preto/Cinza 15 Amarelo/Azul 16 Amarelo/Laranja 17 Amarelo/Verde 18 Amarelo/Marrom 19 Amarelo/Cinza 20 Vermelho/Azul 6 Vermelho/Laranja 7 Vermelho/Verde 8 Vermelho/Marrom 9 Vermelho/Cinza 10 Branco/Cinza 5 Branco/Marrom 4 Branco/Verde 3 Branco/Laranja 2 Branco/Azul 1 COR PAR
  • 28. Pinagens de Tomada TIA/EIA-568-B
  • 29. Categorias de Cabo UTP TIA & ISO
  • 30. Evolução das Categorias/Velocidades
  • 31. Cat.3 (Classe C)‏
    • Menor categoria existente na norma.
    • Testado a até 16 MHz.
    • Suporta até o Ethernet a 10 Mb/s (10Base-T).
    • Excelente para comunicação de voz, telefonia analógica e digital, ISDN, xDSL, etc.
    • Hoje, usado apenas nos backbones de voz.
  • 32. Cat.5e (Classe D)‏
    • Aprovado no adendo 5 da TIA-568-A, incorporado na TIA-568-B.
    • Substitui o Cat.5 e o Cat.4, que deixam de existir.
    • Testado a até 100 MHz (como o Cat.5), mas inclui os novos parâmetros (PS-NEXT, FEXT, etc).
    • Suporta Gigabit Ethernet (1000Base-T).
  • 33. Cat.6 (Classe E)‏
    • Publicado em julho/2002 como adendo à TIA-568-B.2.
    • Testado a até 250 MHz.
    • A até 200 MHz o ACR deverá ser positivo.
    • Testado com os novos parâmetros.
    • Suporta Gigabit Ethernet (1000Base-TX), ATM a 1 Gbps e mais...
    • Suportará 10GBASE-T?
  • 34. Cat.6 (Classe E) ACR no Cat.6 0 200 250 Frequency (MHz)‏ dB Atenuação NEXT ACR
  • 35. Classe F
    • Não será normatizado pela TIA como Cat.7.
    • Testado a até 600 MHz.
    • ACR positivo até 500 MHz.
    • Cabo duplamente blindado (SSTP).
    • Pares individualmente blindados, mais blindagem geral.
    • Condutores 23 AWG (0,55mm).
    • Há duas versões de conectores: uma compatível com o RJ-45 (coma mais vias) e outra não!
  • 36. Cat.6a / Classe E A (draft)‏
    • A ser ratificado em 2006.
    • Testado a até 500 MHz.
    • Suporta o 10 Gigabit Ethernet sobre UTP (10GBase-T).
  • 37. Exemplos de Cabos UTP Cat. 5e Cat. 6
  • 38. Exemplos de Cabos UTP Cat. 6 Cat. 6a
  • 39. Cabo Cat. 6a
  • 40. Cabos de Cobre Internos
    • Os cabos de cobre para uso no interior de edificações devem possuir proteção contra propagação de chama e emissão de gases .
    • São classificados, de acordo com o NEC® ( National Electrical Code ) americano, em:
      • Plenum (CMP): para uso em locais onde há passagem de ar ambiental (ar condicionado, ventilação).
      • Riser (CMR): para uso na vertical, em shafts.
      • Uso geral (CM): para uso nos demais locais do interior do edifício.
      • Uso especial (CMX): para uso em residências ou totalmente embutidos em infra-estrutura não combustível.
    • Na Europa, devem ser classificados como LSZH ( Low Smoke Zero Halogen ).
  • 41. Cabos de Cobre: CM... Cabos de Fibra: OF... Plenum (Instalado em locais com circulação de ar ambiental): OFNP, OFCP, CMP Riser (Instalado na vertical, entre andares): OFNR, OFCR, CMR Propósito geral (horizontal ou atravessando até um andar): OFN, OFC, CM Condutivo (Possui elemento metálico): OFCP, OFCR Não Condutivo (Não possui elemento metálico): OFNP, OFNR Combustão Limitada: Novo, melhor que Plenum!
  • 42. Cabos de Cobre Externos
    • Os cabos externos devem possuir proteção contra umidade, raios UV e outros agentes, particularmente os cabos de par trançado.
    • Há poucos fabricantes que possuem cabos de Categoria 5 ou melhor apropriados para uso externo.
    • Fabricantes nacionais produzem cabos de telefonia apropriados, cuja nomenclatura começa com “CTP-APL”.
  • 43. Cabo UTP 4 pares Cat.6 Externo
    • Cabo UTP 4 pares Cat.6 (de acordo com TIA/EIA 568-B.2-1 e ISO/IEC 11801)‏
    • Geleado, com cruzeta e capa preta de polietileno.
  • 44. Princípios de Transmissão (UTP)‏
  • 45. Par Não Trançado
  • 46. Par Trançado
  • 47. Mesmo Passo de Trançamento Acoplamento Capacitivo
  • 48. Passos de Trançamento Diferentes Menor Acoplamento
  • 49. O Decibel Expressa uma razão entre duas Tensões ou Potências Razão de Tensão dB = 20log 10 V1/V2 Razão de Potência dB = 10log 10 P1/P2 6 dB = 2:1 Razão de Tensão, 4:1 Razão de Potência 40 dB = 100:1 Razão de Tensão Uma diafonia de 40 dB significa que 1% da tensão transmitida aparece como ruído em um par adjacente
  • 50. O Decibel
  • 51. Parâmetros de Teste TIA ISO .
  • 52. Perda por Inserção (Atenuação)‏ Medida da perda do sinal, à medida em que este trafega pelo canal. Quanto menor o valor em dB, melhor. Transmitter Receiver
  • 53.  
  • 54. Near End Crosstalk (NEXT)‏ NEXT Medida do acoplamento de sinal (interferência) de um par para outro, dentro do mesmo cabo (paradiafonia). Medido em duplas de pares (1 com 2, 1 com 3, etc.). Quanto maior o valor em dB, melhor. Transmitter Receiver
  • 55.  
  • 56. Attenuation to Crosstalk Ratio (ACR)‏ A relação (diferença em dB) entre o tamanho do sinal desejado e o tamanho de NEXT indesejado acoplado. ACR = NEXT - Atenuação. Quanto maior o valor, melhor. O ACR deve ser maior que zero para suportar transmissões multipares. NEXT Transmitter Receiver
  • 57. ACR 0 10 20 30 40 50 60 0 50 100 Freqüência (MHz)‏ dB Atenuação NEXT ACR
  • 58. Power Sum NEXT (PS-NEXT)‏ A somatória das potências de NEXT de todos os pares transmissores sobre o par receptor. Calculado par a par. Quanto maior, melhor. Transmitter Transmitter Transmitter Receiver
  • 59. Power Sum ACR (PS-ACR)‏ A relação (diferença em dB) entre o tamanho do sinal desejado e o tamanho de PS-NEXT indesejado acoplado. PS-ACR = PS-NEXT - Atenuação. Quanto maior, melhor. Transmitter Transmitter Transmitter Receiver
  • 60. Far End Crosstalk (FEXT)‏ O vazamento indesejado do par transmissor no par receptor na extremidade mais distante do cabeamento (telediafonia). Medido em duplas de pares. Quanto maior, melhor. FEXT Receiver Transmitter
  • 61. Equal Level FEXT (ELFEXT)‏ A relação entre o sinal desejado recebido no par receptor e o ruído indesejado (FEXT) acoplado no par receptor de um sinal originado da outra extremidade do canal. ELFEXT = FEXT - Atenuação. Quanto maior, melhor. FEXT Atenuação Receiver Transmitter Transmitter
  • 62. Power Sum ELFEXT (PS-ELFEXT)‏ É a somatória de potência de ELFEXT de todos os outros pares do cabeamento. Medido a cada par. Quanto maior, melhor. Transmitter Receiver Transmitter Transmitter Transmitter PSELFEXT
  • 63. Perda por Retorno (RL)‏ A relação entre o sinal transmitido e o sinal refletido pelo cabeamento. Quanto maior, melhor. Equipment Cord Cross Connect UTP Cable Consolidation Point Information Outlet Transmitter Receiver
  • 64.  
  • 65. Propagation Delay & Delay Skew Prop. Delay : tempo de propagação do sinal pelo cabo. Delay Skew : a diferença no tempo de propagação entre os diferentes pares de um mesmo cabo. Medido em ns (nanossegundos). Quanto menor, melhor.
  • 66.  
  • 67. Fibras Ópticas
  • 68. Princípios de Transmissão Construção
    • As fibras usadas em telecomunicações são feitas de vidro.
    • Usualmente, o diâmetro do vidro (fibra nua) é de 125µm.
    • Sobre o vidro, há uma camada de proteção chamada de “acrilato” (coating), de 250µm.
    • Em alguns tipos de cabos, há ainda uma segunda camada de proteção, em PVC, chamada “buffer”, de 0,9mm.
  • 69. Princípios de Transmissão Construção - Corte Transversal
    • Fibra nua
    • Acrilato
    • Buffer (opc.)‏
  • 70. Princípios de Transmissão Construção
    • A parte da fibra que é de vidro ainda é subdividida em duas camadas:
      • Núcleo:
        • Parte central da fibra
        • Por onde trafega todo o sinal
        • Possui maior índice de refração
      • Casca:
        • Recobre o núcleo
        • Possui menor índice de refração
        • Diâmetro de 125µm
    núcleo casca acrilato
  • 71. Princípios de Transmissão Construção - Corte Transversal
    • Núcleo
    • Casca 125µm
    • Acrilato 250µm
  • 72. Princípios de Transmissão Construção
    • O sinal é transmitido em uma FO através da reflexão da luz na interface entre o núcleo e a casca.
    • A reflexão ocorre por causa da diferença no índice de refração entre núcleo e casca.
  • 73. Princípios de Transmissão Construção
    • As fibras são classificados de acordo com o diâmetro do núcleo:
      • Monomodo:
        • Núcleo entre 8 e 10µm
        • Apenas um modo de luz trafega pelo núcleo
      • Multimodo:
        • Núcleo de 50 ou 62,5µm
        • Vários modos de luz trafegam pelo núcleo
  • 74. Princípios de Transmissão Construção
  • 75. Princípios de Transmissão Modos
    • As primeiras fibras multimodo (MM) eram de índice degrau (núcleo com um único índice de refração)‏
    • Atualmente, elas são de índice gradual (núcleo com gradiente de índices de refração), minimizando a “dispersão modal”
    • Fibras monomodo (SM) só trafegam um modo de luz
    Fibra multimodo índice degrau Fibra multimodo índice gradual Fibra monomodo
  • 76. Princípios de Transmissão Modos
  • 77.  
  • 78.  
  • 79. Princípios de Transmissão Largura de Banda
    • Uma característica muito importante das FOs é a “largura de banda”.
    • A largura de banda representa a máxima taxa de sinalização que uma fibra pode transportar.
    • É medida em “MHz.km”, sendo portanto inversamente proporcional à distância.
    • Geralmente, a largura de banda é inversamente proporcional ao diâmetro do núcleo.
    • As fibras SM não têm a largura de banda especificada.
  • 80. Princípios de Transmissão Atenuação
    • A atenuação é a perda de potência óptica à medida em que um sinal trafega pelo canal óptico.
    • É medida em “dB” (decibel), e é diretamente proporcional à distância.
    • A atenuação do sinal pode ser compensada por repetidores.
  • 81. Princípios de Transmissão Atenuação - Causas
    • Absorção do material
      • Íons (OH) - e íons de metais Cr, Fe e Cu.
    • Espalhamentos do material
      • Rayleigh, Mie, Raman e Brillouin
    • Espalhamentos específicos do guia de onda
      • Intrínsecos
        • Alterações no diâmetro do núcleo, diferenças no índice de refração, acoplamentos modais e espalhamento na casca
      • Extrínsecos
        • Micro curvaturas
        • Macro curvaturas (redução da qtd. de modos e diferenças na velocidade de propagação em curvas)‏
  • 82. Princípios de Transmissão Atenuação - Causas
    • Perdas de acoplamento
      • Devido a :
        • Diferentes diâmetros das fibras
        • Diferença na abertura numérica das fibras
        • Diferentes perfis de índice de refração
        • Desalinhamento transversal
        • Intervalo axial
        • Desalinhamento angular
        • Reflexos nas superfícies
  • 83. Princípios de Transmissão Atenuação - Exemplos
    • Perda óptica Luz que chega do
    • (em dB) outro lado (em %)‏
    • -01 dB 80%
    • -03 dB 50%
    • -06 dB 25%
    • -10 dB 10%
    • -20 dB 01%
    Perda de potência em dB = 10*log(pot 1 /pot 2 )‏ Pot 1 = Potência da luz que ‘entra’ na fibra Pot 2 = Potência medida na outra extremidade
  • 84. Princípios de Transmissão Atenuação - Gráfico comprimento de onda (nm)‏ atenuação (db/km)‏
  • 85. Fiber Basics - Wavelength Windows – Cost of Opto-electronics 800 1000 1200 1400 1600 850nm 1 st Window 1300nm 2 nd Window 1550nm 3 rd Window Fiber Attenuation dB Low Loss High Cost Wavelength
  • 86. Princípios de Transmissão Atenuação
    • Das 3 janelas de transmissão mais usadas, a de 850nm é a que apresenta maior atenuação e a de 1550nm, a menor.
    • A faixa ao redor de 1400nm não pode ser utilizada devido sua alta atenuação, causada pela absorção do radical - OH (pico d’água).
    • Fibras monomodo de última geração não apresentam esse pico, sendo ideais para utilização com DWDM em toda a faixa entre 1280nm e 1625nm.
  • 87. Normas Fibras Reconhecidas
    • As fibras ópticas reconhecidas para uso em Cabeamento Estruturado pela TIA-568-B.3 são:
  • 88. Normas Fibras Reconhecidas
    • As fibras ópticas MM reconhecidas para uso em Cabeamento Estruturado pela ISO são:
  • 89. Princípios de Transmissão Comprimento de Onda
    • A luz que é utilizada em fibras ópticas é medida em “comprimentos de onda”.
    • O comprimento de onda é o tamanho de uma onda, medido entre duas cristas ou dois vales .
    • Esse comprimento é medido em submúltiplos do metro, usualmente “nanômetros”.
    • Um nanômetro (nm) eqüivale a 1x10 -9 metro.
  • 90. Princípios de Transmissão Comprimento de Onda Comprimento de Onda (  )‏
  • 91. Princípios de Transmissão Comprimento de Onda
    • Os comprimentos de onda mais utilizados em redes locais (LAN) são:
      • 850nm
      • 1300nm ou 1310nm
      • 1550nm
    • Os dois primeiros são usados em fibras MM e os dois últimos, em fibras SM.
  • 92. Princípios de Transmissão Dispersão
    • Outro fator que contribui para a redução na distância do canal óptico é a “dispersão”. Existem dois tipos básicos de dispersão:
      • Dispersão Modal
      • Dispersão Cromática
  • 93. Princípios de Transmissão Dispersão Modal
    • Cada “modo” de luz viaja por um caminho diferente pelo núcleo da fibra, cada qual com seu comprimento.
    • Modos que viajam por caminhos mais curtos chegam antes ao final da fibra.
    • Os pulsos de luz são compostos por centenas de modos.
    • Portanto, o pulso tende a se espalhar (no tempo) à medida em que trafega pela fibra.
  • 94. Princípios de Transmissão Dispersão Modal
    • Esse espalhamento é conhecido por “dispersão modal”, e é a principal causa do limite de banda das fibras MM.
    Sinal de Entrada Sinal de Saída t Pot. t Pot.
  • 95. Princípios de Transmissão Dispersão Cromática
    • Um pulso de luz possui uma “largura espectral” dependente do tipo de transmissor. Essa largura é maior para LEDs e menor para laseres.
    • Cada faixa de “comprimento de ondas” viaja a uma velocidade diferente pela fibra. Conseqüentemente, a duração do pulso tende a aumentar com a distância.
    • A dispersão cromática depende do comprimento de onda central do pulso e é medida em “ps/nm.km”.
  • 96. Princípios de Transmissão Dispersão Cromática
    • Usualmente, o ponto de menor dispersão cromática situa-se por volta de 1300nm, exceto pelas fibras de “dispersão deslocada” (DSF), nas quais esse valor é de 1550nm (ponto de menor atenuação).
    • Atualmente, as DSF foram substituídas pelas NZ-DSF (Non-Zero DSF), por serem melhores para DWDM ( Dense Wave Division Multiplex ).
    • É uma fator crítico somente para fibras SM e em trechos de longa distância, especialmente quando usadas técnicas de DWDM.
  • 97. Princípios de Transmissão Dispersão Cromática NDSF DSF NZ-DSF(+)‏ NZ-DSF(-)‏
  • 98. Princípios de Transmissão Abertura Numérica
    • Abertura Numérica (NA) é um número que expressa a habilidade da fibra em captar a luz emitida por um “transmissor”.
    • Corresponde ao ângulo máximo, relativo ao eixo da fibra, de aceitação da luz para que ela seja transmitida pela fibra.
    • NA = seno  sendo  o ângulo de aceitação.
  • 99. Princípios de Transmissão Abertura Numérica Casca Cone de Aceitação Núcleo NA = seno  
  • 100. Princípios de Transmissão Abertura Numérica
  • 101. Princípios de Transmissão Fibra Monomodo - Perfis
  • 102. DMD
  • 103. DMD
    • Como vimos, as fibras MM têm sua banda limitada pela “dispersão modal”.
    • A largura de banda das fibras TIA e ISO OM1/OM2 é calculada com base na dispersão modal sob transmissores overfilled (LED).
    • Porém, quando são usados transmissores laser em fibras MM (VCSEL), surge um novo problema, o DMD ( Differential Mode Delay - Atraso de Modo Diferencial).
    • As fibras ISO OM3 têm suas bandas especificadas já levando-se em consideração transmissores laser a 850nm.
  • 104. DMD Núcleo Casca Fibra convencional - 50 ou 62.5µm Fibras multimodo possuem tipicamente de 300 a 1100 modos Laser Detector Modo 1 Modo 2
  • 105. DMD LASER Poucos modos LED Todos os modos Neste caso, o DMD causa erros de bit . A potência, concentrada em apenas 2 modos com alto atraso, causa uma divisão. O DMD degrada muito pouco a performance.
  • 106. DMD Fibra convencional - 50 or 62.5µm Fibra ISO OM3 Detector 10G VCSEL 850nm 10G VCSEL 850nm Detector Os bits se misturam, causando erros Os pulsos recebidos são distintos e detectáveis O Differential Mode Delay (DMD) DEVE ser controlado para se obter 10Gb em 300 metros 10Gb sobre fibras MM convencionais limita-se a 32-82 m Fotos reais a 300 metros
  • 107. DMD Núcleo Casca Amostra de fibra MM Vista lateral Amostra de fibra MM Vista da extremidade Núcleo de fibra SM
    • Laser SM de 850 nm varre o núcleo da fibra
    • O pulso é transmitido em intervalos de <2 micron pelo núcleo da fibra
    • Cada atraso de pulso é anotado e o DMD é calculado
    • Processo rápido e automático
    DMD = Diferença no tempo de atraso entre os primeiros e os últimos pulsos a chegarem Detector de alta velocidade Exemplo de DMD Scan DMD Casca Núcleo
  • 108. Princípios de Transmissão Fibra Monomodo – Sem Pico D’água
    • As fibras sem pico d’água (ZWP) não possuem a zona de baixa atenuação ao redor da faixa de 1400nm.
    • As fibras ZWP pode usar toda a faixa entre 1280nm e 1625nm.
    • As ZWP comportam até 16 canais em CWDM ( Coarse WDM) e até 400 canais em DWDM ( Dense WDM).
    • Padronizada como ITU-T G.652c/d
  • 109. CWDM Equipamento de baixo custo Fibra Monomodo – Sem Pico D’água O L E S C U 1300 1350 1400 1450 1500 1550 1600 Wavelength (nm)‏ 0 0.3 0.6 0.9 1.2 1250 Loss (dB / km)‏ Conventional Fiber Loss G.652c SONET, Ethernet, 1300 nm VCSELs CWDM Business Access DWDM 2.5 Gb/s SONET, IP CATV Aplicações
  • 110. Fibra Monomodo sem “pico d’água” Zero Water Peak Fiber Completely Open, New Lanes Ideal For High Speed Traffic Standard Fiber Partially Blocked by Water 1310 nm band 1400 nm band 1550 nm band 1310 nm band 1400 nm band 1550 nm band menos canais 400 optical channels Lanes Closed
  • 111. Distâncias das Aplicações em FO S = 850nm L = 1300nm E = 1550nm
  • 112. Light & Eye Safety
    • Light energy emitted by lasers and High radiance LED’s may cause eye damage
    • Lasers classed from 1 low to 4 very high power
    • Class 3 can emit dangerous radiation levels
    • An ‘enclosed’ class 3 laser channel can be classified class 1 but care must be taken to ensure its not compromised
    • ‘ Uncontained’ systems such as during testing or damage fiber must be de-energized prior to viewing or repair. ( Treat as an electrical installation and ensure circuits cannot be re-energized when being worked upon )‏
  • 113. Cabos de Fibra
    • Os cabos de fibra óptica podem ser:
      • Internos ( indoor )‏
      • Externos ( outdoor )‏
      • Internos/Externos ( indoor/outdoor )‏
    • A escolha do tipo de cabo depende do tipo do ambiente a que ele for exposto.
  • 114. Cabos de Fibra Internos
    • Os cabos internos devem ter proteções quanto à propagação de chamas e emissão de gases tóxicos.
    • São leves e finos, e geralmente possuem fibras de aramida para aumentar sua resistência.
    • Em seu interior cada fibra é envolta em um buffer de 0,9mm de diâmetro. Também conhecidos como tight .
  • 115. Cabos de Fibra Internos
    • Os cabos ópticos internos são classificados, de acordo com o NEC® americano, em:
      • Plenum (OFNP e OFCP): para uso em locais onde há passagem de ar ambiental.
      • Riser (OFNR e OFCR): para uso na vertical, em shafts.
      • Uso geral (OFN e OFC): para uso nos demais locais do interior do edifício.
      • OFNx: cabos totalmente dielétricos.
      • OFCx: cabos com elementros metálicos.
    • Na Europa, devem ser classificados como LSZH ( Low Smoke Zero Halogen ).
  • 116. Cabos de Fibra Externos
    • Os cabos externos precisam ser protegidos contra umidade, calor, raios UV, roedores e demais condições ambientais severas.
    • Cabos externos não podem ser usados dentro dos edifícios , pois não possuem as proteções contra propagação de chama e emissão de gases.
  • 117. Cabos de Fibra Externos
    • Cabos ópticos externos usualmente possuem um duto interno preenchido com um gel derivado de petróleo , para proteção contra umidade. Por isso, também são chamados de loose .
    • Entre o duto e a capa externa, podem haver diversos elementos de tração e, opcionalmente, uma armadura de aço anti-roedor.
  • 118. Constructed with industry standard 3mm buffer tubes (with central strength member) that are compatible with standard hardware, cable routing and fan-out kits 4-288 core counts available The cable core is water blocked with dry water-blocking materials making access and handling of individual tubes easier Cable – Stranded Loose tube dielectric
  • 119. Armored with a corrugated polymer coated steel tape provides added crush protection and meets the Telecordia requirements for Superior Armored cable Constructed with industry standard 3mm buffer tubes (with central strength member) that are compatible with standard hardware, cable routing and fan-out kits The cable core is water blocked with dry water-blocking materials making access and handling of individual tubes easier Cable – Stranded Loose tube metallic
  • 120.
    • Cabos Dielétricos ou Metálicos para planta externa.
    • Capacidades: 4 a 288 fibras (tubos de até 12 fibras)‏
    Cabos de Fibra p/ Planta Externa Stranded Loose Tube
  • 121. Outside Plant Steel Strength Members
    • Metallic and non-Metallic versions
    • Larger core counts require splitters (see later)‏
    Cable – Central Core
  • 122. Cabos de Fibra p/ Planta Externa Central Core
    • Cabos preenchidos com gel.
    • Uso exclusivamente externo (até 15m internamente).
    • Normalmente de 4 a 96 fibras por cabo.
    • Dielétricos ou metálicos (anti-roedor).
  • 123. Cabos de Fibra Externos
    • Dentro do duto, as fibras, recobertas somente com o acrilato, ficam soltas, livres das tensões que pode sofrer o cabo.
    • Antes de se fazer qualquer coisa com essas fibras (conectorizar ou emendar), deve-se buferizá-las . Colocá-las dentro de buffers ocos, fabricados especialmente para isso.
    • Também deve-se prover o bloqueio do gel , para evitar seu vazamento.
  • 124.
    • External and some Indoor/Outdoor OSP fibre is 250micron buffered and requires ‘sleeving’
    • Required for when terminating connectors directly
    • This is mandatory
    • Not required when splicing 900 micron pigtails
    Tube Coated fibers (250  m)‏ OSP Cable NO !  Outside Plant Buffering 250micron external fibers
  • 125.
    • If using fiber optic campus cable, additional termination items may be required
    • Cable clamp, Splitter Kits
      • Buffer tubing or breakout Kits, B-Sealant
      • Grounding materials
    Earth clamp Splitter Outside Plant Splitting and bonding OSP fiber
  • 126. Cabos de Fibra Internos/Externos
    • Os cabos indoor/outdoor combinam as características dos anteriores.
    • Possuem classificação para uso interno , mas também possuem proteção contra umidade e outros agentes, como os cabos externos.
    • Não possuem a geleia de petróleo.
    • As fibras já vêm em buffers .
  • 127. Cabos de Fibra para Backbone Indoor/Outdoor
    • Cabos secos tipo Tight .
    • Uso externo e/ou interno.
    • Capa externa na cor preta.
    • Dielétrico.
    • Até 36 fibras.
    • Capa Riser e LSZH.
  • 128. Cabos de Fibra para Backbone Indoor/Outdoor
    • Cabos secos tipo Stranded Loose Tube .
    • Uso externo e/ou interno.
    • Capa externa na cor preta.
    • Dielétrico.
    • Até 288 fibras.
    • Capa Riser ou LSZH.
  • 129. Cabos Ópticos “Armados”
    • Cabos ópticos indoor armados (aço ou alumínio).
    • Possuem uma armadura metálica do tipo “ interlocking ”.
    • Fibras monomodo e multimodo.
    • Capa externa Riser ou Plenum.
    • Economiza espaço, não necessitando de duto.
    • Proteção contra tensões excessivas de puxamento e torções/raios de curvatura.
    • De 04 a 72 fibras (subunidades de 6 ou 12 fibras)‏
  • 130. Transceivers Ópticos
  • 131. Transceivers Ópticos
    • Em cada extremidade de um canal óptico é ligado um “ transceiver óptico”.
    • Um transceiver é composto por dois dispositivos:
      • Transmissor
      • Receptor
    • O transceiver pode transmitir os sinais de duas maneiras:
      • Serial
      • Multiplexação
  • 132. Transceivers Ópticos Transmissor
    • O transmissor é responsável por “iluminar” a fibra, nela inserindo os pulsos de luz que carregam as informações.
    • Usualmente conhecido pela sigla “TX”.
    • Os tipos de transmissores mais usados são:
      • LED (diodo emissor de luz)‏
      • VCSEL (laser de emissão de superfície e cavidade vertical)‏
      • LD (diodo laser; Fabry-Perot ou Distibuted Feedback )‏
      • CD (laser de compact disk )‏
  • 133. Transceivers Ópticos Transmissor
    • Quando um LED é utilizado, diz-se que é uma emissão “overfilled” (transbordante), pois todo o núcleo é iluminado.
    • Ao se utilizar laser, somente a parte central do núcleo é iluminada.
    • Suas principais características são:
      • Comprimento de onda central
      • Largura espectral
      • Potência média
      • Freqüência de modulação
  • 134. Transceivers Ópticos Transmissor - Comprimento de Onda Central
    • Os principais comprimentos de onda utilizados são:
      • Janela 1: 850nm (LED e VCSEL)‏
      • Janela 2: 1300nm ou 1310nm (LED e LD)‏
      • Janela 3: 1550nm (LD)‏
    • Os principais tipos de LD são:
      • Fabry Perot (FP): distâncias médias (até 15km, em média); maior espaçamento entre canais WDM.
      • Distributed Feedback (DFB): longas distâncias; menor espaçamento entre canais WDM.
  • 135. Transceivers Ópticos Transmissor - Largura Espectral
    • A potência total do pulso de luz é dividida em uma faixa de valores em torno do comprimento de onda central.
    • Essa faixa de valores é conhecida como “largura espectral”.
    • A largura espectral é medida em “nm”, e é correspondente à largura do feixe na intensidade conhecida como FWHM.
    • Ela pode ir de poucos nm, em LDs, até centenas de nm, em LEDs.
  • 136. Princípios de Transmissão Transmissor - Largura Espectral comprimento de onda (nm)‏ intensidade
  • 137. Princípios de Transmissão Transmissor - Largura Espectral comprimento de onda (nm)‏ intensidade
  • 138. Transceivers Ópticos Transmissor - Potência Média
    • Cada tipo de transmissor apresenta uma potência (de saída do sinal) média diferente.
    • Essa potência é medida em “dBm” ou em “miliwatts” (0dBm = 1mW).
    • A potência é especificada para determinados tamanhos de núcleo e abertura numérica (NA).
    • Quando LEDs são usados, menores níveis de potência são transmitidos para fibras de núcleo 50µm em relação às de 62,5µm. Com LD e VCSEL, isso não ocorre.
  • 139. Transceivers Ópticos Transmissor - Freqüência de Modulação
    • Freqüência de Modulação do transmissor é a taxa na qual ele muda de intensidade. Cada nível de intensidade pode significar “0” ou “1”.
    • A freqüência de modulação dos LEDs é baixa, limitando sua taxa de transmissão para até 622 Mb/s, enquanto a dos laseres pode exceder a 10 Gb/s.
  • 140. Transceivers Ópticos Receptor
    • Os Receptores são dispositivos dotados de fotodetectores, que convertem o sinal óptico recebido em sinais elétricos.
    • O seu comprimento de onda deve ser igual ao do transmissor.
    • Suas características principais são:
      • Sensibilidade
      • Taxa de erro de bit (BER)‏
      • Faixa dinâmica
  • 141. Transceivers Ópticos Receptor - Sensibilidade e BER
    • A sensibilidade do receptor indica o nível mínimo de potência que o sinal deve ter para conseguir interpretar os sinais dentro de um limitado número de erros.
    • O BER corresponde à quantidade de erros que podem ocorrer em uma transmissão, em comparação com a quantidade total de bits transmitidos. (Ex.: 10 -10 para Ethernet 10 Mb/s)‏
  • 142. Transceivers Ópticos Receptor - Faixa Dinâmica
    • A Faixa Dinâmica ( Dynamic Range ) define a potência máxima que pode ser recebida para que se possa manter determinado BER.
    • Se o sinal for muito forte (p.ex., acima da faixa dinâmica), pode haver distorções no sinal e aumento da taxa de erro de bit.
  • 143. Transceivers Ópticos Transmissão Serial
    • Na transmissão serial, os bits/sinais são transmitidos em seqüência, usando-se apenas um comprimento de onda.
  • 144. Transceivers Ópticos Transmissão Por Multiplexação
    • Pode-se transmitir diversos sinais simultaneamente por uma única FO através da multiplexação.
    • Com esse recurso, pode-se trafegar diferentes deixes de luz pela fibra ao mesmo tempo, cada uma com um comprimento de onda ligeiramente diferente.
    • É chamado de Multiplexação por Divisão de Comprimento de Onda – WDM ( Wavelength Division Multiplex ).
  • 145. Transceivers Ópticos Transmissão Por Multiplexação Electrical Optical
  • 146. Tecnologias Ópticas para LAN
  • 147. Tecnologias Ópticas Para LAN
    • Existem diversas tecnologias de rede que se utilizam da fibra óptica como meio físico.
    • Dentre elas:
      • Ethernet
      • ATM
      • FDDI
      • Fibre Channel
      • Outras...
    • Neste curso, estudaremos mais de perto o Ethernet.
  • 148. Tecnologias Ópticas Para LAN Ethernet
    • O Ethernet pode trabalhar em diversas velocidades:
      • 10 Mb/s
      • 100 Mb/s
      • 1000 Mb/s ou 1 Gb/s
      • 10 Gb/s
    • Ele pode usar diversos meios físicos, mas nesse curso cuidaremos apenas do meio FO.
    • O IEEE é quem publica as normas para o padrão Ethernet, sob o comitê 802.3.
  • 149. Tecnologias Ópticas Para LAN Ethernet - Transceivers
    • Para cada velocidade e meio físico em que o Ethernet trabalha, é necessário utilizar um transceiver correspondente.
    • Os transceivers Ethernet são nomeados de acordo com o seguinte padrão: xBASE-y
      • x = velocidade em Mb/s ou Gb/s
      • BASE = a transmissão é em banda base; existem alguns tipos de Ethernet em banda larga (BROAD), mas praticamente não são utilizados
      • y = distância máxima (em centenas de metros), meio físico ou outros detalhes relativos ao meio
  • 150. Tecnologias Ópticas Para LAN Ethernet - Transceivers
    • 10BASE-FL
      • Transmissão a 10 Mb/s
      • Utiliza duas fibras MM
      • Distância máxima de 2km
      • Transmissão com LED a 850nm
    • 100BASE-FX
      • Transmissão a 100 Mb/s
      • Utiliza duas fibras MM
      • Distância máxima de 2km (full duplex) ou 412m (half duplex)‏
      • Transmissão com LD a 1300nm (incompatível com 10BASE-FL)‏
  • 151. Tecnologias Ópticas Para LAN Ethernet - Transceivers
    • 100BASE-SX (ANSI/TIA/EIA-785)‏
      • Transmissão a 100 Mb/s
      • Utiliza duas fibras MM 50/125µm
      • Distância máxima de 300m
      • Transmissão com VCSEL a 850nm (permite auto-negociação 10/100 Mb/s com o 10BASE-FL)‏
    • 1000BASE-SX
      • Transmissão a 1 Gb/s
      • Utiliza duas fibras MM
      • Distância máxima de 220m a 1,1km (dependendo da fibra)‏
      • Transmissão com VCSEL a 850nm
  • 152. Tecnologias Ópticas Para LAN Ethernet - Transceivers
    • 1000BASE-LX
      • Transmissão a 1 Gb/s
      • Utiliza duas fibras MM ou SM
      • Distância máx. de 550m a 600m (MM) ou 5km (SM)‏
      • Transmissão com LD a 1300nm
    • 10GBASE-S
      • Transmissão a 10 Gb/s
      • Utiliza duas fibras MM
      • Distância máx. até 33m (62,5µm) ou 550m (50µm otimizada)‏
      • Transmissão com VCSEL a 850nm
  • 153. Tecnologias Ópticas Para LAN Ethernet - Transceivers
    • 10GBASE-LX4
      • Transmissão a 10 Gb/s em CWDM de 4 canais
      • Utiliza duas fibras MM ou SM
      • Distância máx. até 300m (MM) ou 10km (SM)‏
      • Transmissão com LD a 1300nm
    • 10GBASE-E
      • Transmissão a 10 Gb/s
      • Utiliza duas fibras SM
      • Distância máx. até 40km (SM)‏
      • Transmissão com LD a 1550nm
  • 154. Tecnologias Ópticas Para LAN Ethernet - Transceivers
    • 10GBASE-LX4
      • Transmissão a 10 Gb/s em CWDM de 4 canais
      • Utiliza duas fibras MM ou SM
      • Distância máx. até 300m (MM) ou 10km (SM)‏
      • Transmissão com LD a 1300nm
    • 10GBASE-E
      • Transmissão a 10 Gb/s
      • Utiliza duas fibras SM
      • Distância máx. até 40km (SM)‏
      • Transmissão com LD a 1550nm
  • 155. Tecnologias Ópticas Para LAN Ethernet - Transceivers
    • 10GBASE-LX4
      • Transmissão a 10 Gb/s em CWDM de 4 canais
      • Utiliza duas fibras MM ou SM
      • Distância máx. até 300m (MM) ou 10km (SM)‏
      • Transmissão com LD a 1300nm
    • 10GBASE-E
      • Transmissão a 10 Gb/s
      • Utiliza duas fibras SM
      • Distância máx. até 40km (SM)‏
      • Transmissão com LD a 1550nm
  • 156. Tecnologias Ópticas Para LAN Outros
    • Fibre Channel
      • 1062 Mb/s: fibras MM, até 860m; fibras SM, até 10km
      • 2125 mb/s: fibras MM, até 540m
      • 4250 Mb/s: fibras MM, até 290m
    • ATM
      • 155 Mb/s: fibras MM, até 2km; fibras SM, até 15km
      • 622 Mb/s: fibras MM, até 500m; fibras SM, até 15km
    • As distâncias acima dependem do tipo de fibra, de conectores e de transmissores.
  • 157. Dispositivos de Conexão
  • 158. Dispositivos de Conexão
    • Todo cabo, de cobre ou fibra óptica, deve conectado a um dispositivo de conexão, em ambas as suas extremidades.
    • Um dispositivo de conexão é um dispositivo que provê terminações mecânicas para os meios de transmissão, e ficam presos a estruturas fixas (como racks, pranchas de madeira ou caixas de tomadas).
  • 159. Dispositivos de Conexão
    • Dessa forma, os cabos ficam protegidos contra puxões ou outros tipos de acidentes.
    • Nos dispositivos de conexão, pode-se acessar cada par ou fibra do cabo para se fazer a conexão desejada, através de cordões.
  • 160. Dispositivos de Conexão Blindados
    • Quando se usa cabos blindados (ScTP, FTP ou SSTP), os dispositivos também devem ser blindados.
    • A blindagem dos cabos deve ser vinculada à blindagem dos dispositivos (patch panels e tomadas).
    • Todo o conjunto deve ser aterrado.
    • Jamais deve-se interromper a blindagem do canal.
  • 161. Dispositivos de Conexão Tipos
    • Os dispositivos de conexão dividem-se em:
      • Dispositivos de cobre
      • Dispositivos ópticos
      • Dispositivos mistos: reúnem as funções dos dois anteriores.
  • 162. Dispositivos de Conexão Cobre
    • Os dispositivos para terminação em cobre possuem conexões do tipo IDC (engate rápido, através do deslocamento do isolamento).
    • São os principais:
      • Patch panels (painéis de conexão): com capacidades de 24 ou 24 portas (cada porta suporta um cabo de UTP/ScTP de 4 pares)‏
      • Blocos (tipo 110 ou outros): capacidades de 100, 112, 300, 336 ou 900 pares.
      • Tomadas (jacks): cada tomada suporta um cabo UTP/ScTP de 4 pares.
  • 163. Dispositivos de Conexão Cobre Patch Panel (PatchMax)‏ Tomadas Blocos 110 Bloco VisiPatch
  • 164. THE 100 AND 300-PAIR 110A WIRING BLOCK ASSEMBLIES Capacidades: 100 e 300 pares. Com ou sem pernas. Adaptador opcional para rack 19”
  • 165. Blocos 110A em Racks 19” Suporta 200 pares e dois jumper troughs por unidade.
  • 166. 110 connector blocks
    • Opções:
    • 3 pares: circuitos especiais
    • 4 pares: cabeamento horizontal
    • 5 pares: backbone de telefonia
  • 167. Alta Densidade UTP: Sistema VisiPATCH
    • Sistema reversível
    • Facilita a administração
    • Etiqueta nos Patch Cords
    • Elimina riscos de desconexão acidental.
  • 168. Família VisiPatch Categoria 6
  • 169. Detalhe da Bandeja 28 Pair wiring block
    • Cada bandeja suporta 28 pares:
    • 7 cabos de 4 pares ou
    • 1 grupo de 25 pares (BB de voz)‏
    1 2
  • 170.
    • VisiPatch is 4 pair ‘oriented’ as today more applications require all 4 pairs
    • Although blocks are 4 pair, applications like voice & data may be patched in 1, 2 or 4 pair
    • Multipairs are terminated one per row leaving 3 pairs per frame (Remember this when sizing fields)‏
    Picture shows 1, 2 and 4 pair patch leads patched to 4 pair outlets (blue field)‏
  • 171. Bloco VisiPatch 336 pares
    • Em dois tamanhos:
    • 4 bandejas (112 pares)‏
    • 12 bandejas (336 pares)‏
    • Empilhável (até 36 bandejas)‏
    • Tampa dos guias opcional
    • Pode ser instalado em racks de 19” (adquirir brackets)‏
  • 172. Bloco VisiPatch no Rack 19” Um par de brackets suporta dois blocos, lado-a-lado. Cada bracket adicional, suporta mais dois blocos.
  • 173. 110 Connector System - VisiPatch VisiPatch vs 110P Installation
  • 174. Uma imagem vale mais que mil palavras
  • 175. Outra imagem vale mais que… VisiPATCH depois de 6 meses de uso
  • 176. VisiPatch 19” EIA Modular Patch Panel Kit (cont’d)‏
    • Proven SYSTIMAX SCS performance
    • Alternative solution to modular RJ45 patching
    • Supports small to large installations
    • Support standard 19” EIA rack-mounted application
    • Provides termination for up to fourteen 4-pr cables per 1U
    • Panel and 56-pr kits can be ordered separately
    • Fast, easy installation
    • Standard tools: Screwdriver, D Impact Tool
  • 177. Patch Cords 110 VisiPatch cord 110 cord
  • 178. PATCH PANEL 1100GS5
    • 24 ou 48 portas (Category 6A)‏
    • A terminação traseira usa clipes ‘Termination Manager’
  • 179.
    • Suporta qualquer jack da série M (Cat.5e até Cat.6a)‏
    • Versões M2000-1U de 24 jacks e M2000-2U de 48 jacks
    • A etiqueta é colocada à esquerda de cada porta
    • O formato da etiqueta em Microsoft Word está no site de acesso exclusivo do Business Partner
    • Há uma proteção sobre as etiquetas
    M2000 Modular panel
  • 180. PATCHMAX GS3 Disponível com 24 (4 módulos; 2U) ou 48 portas (8 módulos; 3U). Categoria 6.
  • 181.
    • Categoria 6
    • 24 or 48 modular jack
    • Termination from rear
    • 4 x 6 port jack PCB modules
    PATCH PANEL 1100GS3
  • 182.
    • The panel is angled to enhance the flow of UTP cable and cords to each side of the panel
    • The angled feature eliminates the need for inter-bay cord and cable organizers which significantly improves total frame density
    • The angled feature improves visibility of labeling and port identification
    • Categoria 6
    • Available in 24 port and 48 port models
    • Universal A/B Wiring
    Modular Patch Panels 1100A XL GS3 Modular Angled Patch Panel
  • 183.
    • 24 port for use with MGS500. Up to 36 port for other M series connectors all within 1U
    • Also accepts Audio/Video baluns and InstaPATCH ™ Fiber Modules
    • Ordered complete except modules alternatively can be ordered in separate components
    Modular Patch Panels UMP Universal Modular Panel
  • 184. 36 Port UMP 36 Port UMP without Cord Manager Front Port Labels Cord Manager Rear Port Labels
  • 185. PATCHMAX PS Disponível com 24 (4 módulos; 2U) ou 48 portas (8 módulos; 4U). Categoria 5e
  • 186.
    • Categoria 5e
    • 24 or 48 modular jack
    • Termination from rear
    • 4 x 6 port jack PCB modules
    PATCH PANEL 1100PSE
  • 187. Dispositivos de Conexão Cordões
    • Para interligar os dispositivos de conexão entre si ou para ligá-los a equipamentos ativos (micros, switches, etc.), deve-se utilizar cordões ( patch cords ).
    • Há cordões dos tipos:
      • Cobre : UTP ou ScTP; Cat.3, 5e ou 6; 1, 2 ou 4 pares; com conectores RJ-45 ou de engate rápido.
      • Fibra : MM ou SM; 1 (simplex) ou 2 (duplex) fibras; com variadas combinações de conectores.
    • Os cordões podem ter vários tamanhos, desde que não ultrapassem o especificado nas normas.
  • 188. Patch Cords Categoria 6 Categoria 5e Categoria 6a
  • 189. Dispositivos de Conexão Gerenciáveis
    • Gerenciamento automático de conexões e manobras, ópticas e em UTP.
    • Administração via software, rastreamento ao toque de um botão, ordens de serviço automatizadas, alarmes, plantas em CAD.
  • 190. iPatch Components
    • Coração do sistema iPatch
    • Desenvolvido sobre as plataformas 1100 (UTP), 600A e 600B (FO)‏
    • Provê a funcionalidade para monitoração e rastreamento de conexões
    • Botão de rastreamento e LED para cada porta
    • UTP: 24 ou 48 portas, PowerSUM ou GigaSPEED XL
    • FO: 12 conexões SC-duplex ou LC-duplex
    iPatch Panel
  • 191.
    • Combines NM and RM functionality in one unit
      • RM: Collects and Communicates connectivity info from/to iPatch Panels
      • NM: Collects and Communicates connectivity info from/to RM to SM software
    • One RM Plus is required per rack – 2U size
    • Simplifies system design
    • Improved user interface: three LED indicators
    • Supports up to 40 1U panels per rack
    • Provides audible and visual guidance to technician
    • Interactive Display
    • Alerts technicians to alarm conditions at the rack
    • Reports status changes to the telecom administrator
    The iPatch ® Rack Manager Plus
  • 192. Identificação de objetos, condutores, e fibras Rastreamento dos componentes
  • 193. SEGURANÇA : monitoramento total (alarmes)‏ System Manager Events SNMP Traps                          Mensagens Pop-up Inclusive fora do escritório
  • 194. Fiber Administration Fiber optic panel - overview Wall Mounted Rack Mounted Modular (cassette)‏ Panel Shelf (couplers)‏ Pre-Terminated (InstaPatch Plus)‏ Internal only 1100 PATCHMAX 600G2 1000G2 LIUx00
  • 195. 100A 12 x ST or SC 24 x LC 12 splices (with optional shelf)‏ 200A 24 x ST or SC 48 x LC 24 splices (with optional shelf)‏ 100 & 200LS LIU Fiber Administration Panels Wall mounted LIU’s – 100 & 200A
  • 196.
    • 1U or 2U fully enclosed shelves
    • Available in fixed or slide-out options
    • 1U accepts 4 fiber modules
    • 2U accepts 8 fiber modules
    • Suitable for termination of internal or internal / external type fibers
    • RoloSpice kit available.
    • Per 1U tray 24 mechanical or 32 fusion splices
    • Lid included
    600G2 Modular Shelf Fiber Administration Panels
  • 197.
    • Multimodo e monomodo
    • Suitable for 600G2 or 1000G2 panels
    • All modules come with adapters
    • Available with or without pre-terminated pigtails
    • ST or SC versions come with option A/B providing 6 different colored pigtails on each
    G2 Modules & Splice Wallets
    • Multi-Media bezel and blank options
    • Easy access
    • Individual splice trays
    • Mechanical or Fusion
    • 600G2 Rolo-Splice 1U (2 trays) 2U (4 trays)‏
    Rolo-Splice 600G2 1U 2U Fiber Administration Panels
  • 198.
    • 4U modular shelf with rear and front access
    • Separate shelves for splicing and termination
    • The “Splice Wallet” provides easy access and administration of six (6) individual splice trays
    • Equipped with two (2) Splice Wallets, the 1000G2 modular Shelf can accommodate 144 mechanical splices (12 per splice tray) and 192 fusion splices (16 per splice tray)‏
    • Easy slide out construction provides easy access to splice wallets or optionally ROLO splice
    1000G2 Modular shelf Splice-wallet 1000G2 Fiber Administration Panels
  • 199.
    • Accept up to 12x 1000 type panels or InstaPATCH modules
    • Loaded and unloaded panels available
    • Accept up to 2 splice wallets (optional)‏
    1000G2 Panel shelf Fiber Administration Panels
  • 200.
    • Available in fixed or slide out options 1U only
    • Accepts 48LC and 24SC/ST
    • Simplex/Duplex
    • Suitable for termination of internal or internal / external type fibers
    • Accept up to 2 rolo-splices (optional)‏
    • Includes trough and cover (not shown)‏
    600A/B Panel Shelf Fiber Administration Panels
  • 201.
    • 4 x modules
    • 6 x ST or SC per Module or
    • 12 x LC
    • 900micron buffered fiber only
    Fiber Administration Panels Patch Panel Híbrido
  • 202. High Density Shelves InstaPATCH ™ Plus Modular Shelves Front
  • 203. Trunk Cables MPO Connectors Rear InstaPATCH ™ Plus
  • 204.
    • Modular approach enables 96 fibers ready in 10 minutes - traditional field termination may take 16 hours (2 days) for 96 fibers
    • InstaPATCH Plus takes InstaPATCH on to provide: - TeraSPEED in addition to
    • LazrSPEED - Open architecture (coupler inversion as in std. panels) - Simplex and duplex ability - Support of video with SYSTIMAX low RL MPO - Improved ‘Alpha Beta ‘labelling
    InstaPATCH Plus – Modular approach Fiber Administration Panels
  • 205.
    • High Density or
    • 1U x 48 way or 96 LC connectors or
    • 1U x 48 SC
    • G2 series panel options (future)‏
    • Modular
    • 1U x 3 module panel or 4U 12 module shelf
    • Modules in 12 or 24 LC and 12 SC, ST
    InstaPATCH Plus – Three panel styles and Fan out options
    • Pre-terminated fan out assemblies
    Fiber Administration Panels MPO MPO
  • 206. Componentes 12 Fiber LC,SC,ST 1U Panel (3X)‏ 4U Chassis (12X)‏ 24 Fiber LC MPO Panel (2&6 pos.)‏
  • 207.
    • Superior performance for infrastructure at 0.1dB Loss
    • Independent sprung alignment
    • Simplex or Duplex
    • Easy/fast to install
    • Easy to clean
    • Choice for 10Gbps transceivers - already available
    • Pre-radius version available
    Fiber Connectors - LC Soluções em Fibras Ópticas
  • 208.
    • SC Zirconia domed connector available in SC-A (tuneable) and SC-B not tuneable
    • STII+ Zirconia domed connector high performance pull proof design
    • STII Zirconia domed or Alumina Flat tip
    Fiber Connectors – SC,STII+ and STII Soluções em Fibras Ópticas
  • 209. Código de Cores e Polaridade nos DIOs
  • 210. Normas Código de Cores 1 Azul 2 Laranja 3 Verde 4 Marrom 5 Cinza 6 Branco 7 Vermelho 8 Preto 9 Amarelo 10 Violeta 11 Rosa 12 Água
    • Deve-se terminar as fibras nos DIOs seguindo-se a seqüência padronizada de 12 cores.
    • Se o cabo contiver mais de 12 fibras, elas estarão reunidas em grupos de 12; cada grupo terá uma identificação indicando a ordem.
  • 211. Normas Polaridade dos Links Ópticos = Posição A = Posição B = Fibras pares = Fibras ímpares HC = Distribuidor Secundário IC = Distribuidor Intermediário MC = Distr. Geral de Telecom. TO = Ponto de Telecom.
  • 212. Normas Polaridade dos Links Ópticos = Posição A = Posição B = Fibras pares = Fibras ímpares Vista de dentro do DIO Vista de dentro do DIO Vista frontal Vista frontal B - A Ordem dos acopladores A - B Ordem dos acopladores
  • 213. Subsistemas
  • 214. Subsistemas
  • 215. Subsistemas
    • As normas dividem o cabeamento estruturado em sete subsistemas, cada qual com uma função bem definida:
      • Área de trabalho
      • Cabeamento horizontal
      • Salas de telecomunicações
      • Cabeamento de backbone
      • Salas de equipamento
      • Salas de entrada de telecomunicações
      • Administração
  • 216. Subsistemas Área de Trabalho (WA) – voz/dados/imagem
    • Local ocupado pelo usuário.
    • Onde estão os dispositivos terminais de telecomunicações.
    • Tipicamente calculado como possuindo 10m 2 de área.
    • No mínimo, deve possuir dois pontos de telecomunicações (TO): dados e voz.
    • Inclui adaptadores (baluns) e cordões de ligação (patch cords).
    • Cordão de ligação: máximo de 5m.
    Cabeamento da área de trabalho PT PT
  • 217. Tamanhos das Áreas de Trabalho
  • 218. Subsistemas Área de Cobertura – automação de edifícios
    • Local onde é instalado um dispositivo de automação predial (BAS).
    • Tipicamente calculado como possuindo 25m 2 de área (em escritórios).
    • Integra sistemas BAS com o cabeamento estruturado.
    I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I
  • 219. Subsistemas Horizontal
    • Interliga a área de trabalho à sala de telecomunicações mais próximo.
    • Topologia em estrela.
    • Comprimento máximo de 90 metros, tanto para UTP quanto para FO.
    • Pode ser composto pelos cabos:
      • UTP de 4 pares Cat3 (voz)‏
      • UTP de 4 pares Cat5e ou superior (dados)‏
      • FO com 2 fibras multimodo
    • Um cabo por ponto de telecom.
    • Não admite emendas!
    Cabeamento Horizontal
  • 220. Subsistemas Sala de Telecomunicações (TR)‏
    • Espaço fechado que abriga equipamentos de telecomunicações, terminações de cabos e conexões cruzadas.
    • Deve haver pelo menos 1 TR por andar.
    • É o local onde se deve fazer a conexão cruzada entre o cabeamento horizontal e o backbone ou ativos.
    • Atende até 1.000m 2 em áreas de trabalho. Tamanho entre 3 x 2,2m e 3 x 3,4m.
    Armários de Telecomunicações
  • 221. Recomendações da TIA/EIA-569-B para Salas de Telecomunicações Alimentação elétrica: mínimo de duas tomadas duplas de 110V, 20A, cada uma em um circuito. (m)‏ 3 x 3.4 3 x 2.8 3 x 2.2 Área da TR Área de Piso (m 2 )‏ 1,000 800 500
  • 222. Plywood Sala de Telecomunicações TIA/EIA-569-B Rear Rear 3 x 100 mm (4  )‏ 20 mm (3/4  Plywood Backboard Ceiling Level Ladder Rack Ceiling Fluorescent Fixture Ladder Rack (Above Relay Racks)‏ F r o n t F r o n t 19 mm (3/4  )‏ Backboard 914 mm (36  ) x 2134 mm (84  )‏ Door with Lock Externally Opened Only Ceiling Fluorescent Fixture Ceiling Fluorescent Fixture Equipment Power Power Bar 19  Equipt. Rack Power Bar Sleeves (minimum)‏ Ceiling level ladder rack TR Interconnection Conduit (Fire Stopped)‏ 19  Equipt. Rack Instrument Power Eqpt. Power 1 m (39  plus) Aisle (Eqpt. Repair & Install)‏ Distribution Facilities to Offices Distribution Facilities to Offices
  • 223. Subsistemas Backbone
    • Cabos e dispositivos de terminação que provêm interconexões entre TR, ER e EF.
    • Máximo de dois níveis, em estrela hierárquica (1º e 2º níveis). Entre os dois níveis, deve haver um BD (Distribuidor Intermediário).
    • Cabos permitidos e comprimentos máx.:
      • UTP 100ohm: 800m (voz)‏
      • UTP 100ohm: 90m (dados)‏
      • FO MM (62,5/125): 2.000m
      • FO SM (8,3/125): 3.000m
    • Deve-se projetar backbones especializados (um tipo/conjunto de cabos por aplicação), ao contrário do cabeamento horizontal.
    • Deve ser projetado com folga suficiente para atender as demandas atuais e futuras.
    Backbone Interno Backbone Externo
  • 224. Subsistemas Backbone Backbone de 1º Nível Externo (Campus)‏ Backbone de 1º Nível Interno ( Riser )‏ Backbone de 2º Nível Interno ( Riser )‏ CD FD BD
  • 225. Subsistemas Sala de Equipamentos (ER)‏
    • Espaço central que abriga os equipamentos de telecom. que servem os ocupantes de um edifício.
    • Os equipamentos dessa sala são diferentes daqueles nos TRs por sua natureza ou complexidade.
    • Normalmente abriga o CD, de onde parte todo o backbone.
    • Tamanho mínimo de 14m 2 ou 0,07m 2 por área de trabalho atendida.
    • Restrição de acesso, temperatura entre 18° e 24°C, umidade entre 30 e 55%, sem forro suspenso, bem iluminada, livre de poeira e longe de fontes de EMI.
    Sala de Equipamentos
  • 226. Área da Sala de Equipamentos Regra geral: ANSI/TIA/EIA-569-A recomenda 0,07m 2 de ER por WA (1 WA/10m 2 )‏ mais 0,02m 2 de ER por área de cobertura BAS (1 BAS/23m 2 ). Tamanho mínimo: 14m 2 Edifícios de uso Específico  Áreas de Trabalho Até 100 101 a 400 401 a 800 801 a 1200 (m 2 )‏ 14 37 74 111 (ft 2 )‏ 150 400 800 1200 Área
  • 227. Checklist da Sala de Equipamentos
    • ( ) Altura mínima (2,6m)‏
    • ( ) Tamanho da sala (>14m 2 )‏
    • ( ) Iluminação (500 lux a 1m do piso)‏
    • ( ) Resistência do piso (4,8 kPa / 8,8 kN)‏
    • ( ) Alimentação elétrica
    • ( ) Controle climático (*)‏
    • ( ) Portas
    • ( ) Espaço de parede
    • ( ) Aterramento
    • ( ) Energia reserva
    • ( ) Acabamento do piso e paredes
    • ( ) Dutos de água e sprinkler
    * Temperatura: 18°C a 24°C Umidade relativa: 30% a 55% 200 ft. (60m)‏ 150 ft. (45m)‏ Sala de Entrada Sala de Equipamentos Elevadores
  • 228. Subsistemas Sala de Entrada de Telecom. (EF)‏
    • Entrada do prédio para os cabos de sistemas de redes, públicos ou privados.
    • Campo de terminação que intermedeia qualquer cabo externo com o cabeamento interno.
    • Abriga a proteção elétrica e aterramento dos cabos externos.
    • Abriga o PTR (Ponto de Terminação de Rede), onde termina a rede da concessionária.
    • Interliga-se o PTR e o CD com um “cabo de interligação interna”.
    Sala de Entrada de Telecomunicações
  • 229. Subsistemas Visão Geral Distribuidor Geral (CD)‏ Distrib. Intermediário (BD)‏ Distribuidor Secundário (FD)‏ Distribuidor Secundário (FD)‏ Distribuidor Secundário (FD)‏
  • 230. Administração
  • 231. Identificação
    • Todos os elementos do cabeamento (cabos, cordões, dispositivos de terminação, caminhos, etc.) devem ser identificados de maneira única e padronizada .
    • Deve-se seguir as normas NBR 14565 e/ou TIA-606-A.
    • Usar etiquetas adesivas apropriadas nos cabos , que não desbotam ou caem.
    • Dispositivos de terminação devem receber etiquetas coloridas , como a seguir.
  • 232.
    • Azul Distribuição horizontal
    • Púrpura Equipamentos ativos
    • Branco Cab. backbone 1° nível
    • Cinza Cab. backbone 2° nível
    • Marrom Cab. backbone externo (campus)‏
    • Laranja Ponto de Terminação de Rede (PTR)‏
    • Verde Lado do assinante
    • Amarelo Miscelânea
    • Vermelho Reserva; KS (não usado na NBR)‏
    Identificação Código de Cores
  • 233. Modelos de Canais Canal Mais Simples (2 conexões)‏ a: cordão da interconexão (<5m)‏ c: cabo horizontal (<90m)‏ e: cordão de conexão da WA (<5m)‏ a+c+e < 100m TO = Tomada de Telecomunicações Interconexão
  • 234. Modelos de Canais Canal Com Conexão Cruzada (3 conexões)‏ a: cordão/cabo do equipamento b: cordão da conexão cruzada a+b < 5m c: cabo horizontal (<90m)‏ e: cordão de conexão da WA (<5m)‏ a+b+c+e < 100m TO = Tomada de Telecomunicações
  • 235. Modelos de Canais Canal Com Ponto de Consolidação (3 conexões)‏ a: cordão da interconexão (<5m)‏ c: cabo de zona (>15m)‏ d: cabo de extensão c+d: cabo horizontal (<90m)‏ e: cordão de conexão da WA (<5m)‏ a+c+d+e < 100m CP = Ponto de Consolidação TO = Tomada de Telecomunicações
  • 236. Modelos de Canais Canal Completo (4 conexões)‏ a: cordão/cabo do equipamento b: cordão da conexão cruzada a+b < 5m c: cabo de zona (>15m)‏ d: cabo de extensão c+d: cabo horizontal (<90m)‏ e: cordão de conexão da WA (<5m)‏ a+b+c+d+e < 100m CP = Ponto de Consolidação TO = Tomada de Telecomunicações
  • 237.
    • TO’s to support WLAN areas should be ideally located in a honeycomb grid geometry
    • Located in ceilings directly above the floor area they serve
    • Maximum coverage area radius is 12m (40’). TO’s should ideally be located centrally within the coverage area
    • Ceiling height should be taken into account as the cell area at floor level will be reduced. Ceilings that exceed 3m (10’) in height may result in a lower coverage at floor level
    • Access point positioning is a separate design phase (see course ND6600)‏
    Defining the work area cont. Wireless – considerations
  • 238. Tipos de Distribuição Horizontal TO TO TO TR TO TO TO TR CP TO TO TO CP TO TO Home Run Por Zona CP = Ponto de Consolidação
  • 239. Home Run method 4 x UTP 4 x UTP 4 x UTP 4 x UTP 16 x UTP Determine Distribution Design Type
  • 240. Zone method – Consolidation Points 4 x UTP 4 x UTP 4 x UTP 4 x UTP 16 x UTP (or 25 Pair x061 for PSUM)‏ Determine Distribution Design Type
    • Flexible moveable outlet positions
    • Power poles
    • Underfloor
    • Sub-closet
    CP
  • 241. Zone Wiring Pontos de Consolidação
  • 242. Horizontal TO Horizontal Área de Trabalho Área de Trabalho Tipos de Zone Wiring Patch Panel MUTOA Patch Panel CP Terminal Rígido Flexível Terminal
  • 243. Cálculo do tamanho máximo do cordão ao usar MUTOA C = tamanho total dos cabos flexíveis (TR+WA)‏ H = tamanho do cabo horizontal (TR a CP)‏ Fórmula: C = (102 - H) / 1,2
  • 244. Testes
  • 245. Testes
    • Todo ponto em par trançado da rede secundária deve ter seus parâmetros de performance testados com um cable scanner de acordo com a categoria instalada (Cat.5e ou 6).
    • Toda fibra óptica deve ser testada com power meter (teste de perda óptica).
    • Todo os resultados de testes devem fazer parte da documentação.
    • Todos os testes devem PASSAR (de acordo com as tabelas das normas).
  • 246. Testes UTP
    • Antes de se testar os pontos UTP com o cable scanner , deve-se configurar no aparelho:
      • Tipo de cabo (UTP, ScTP, coaxial)‏
      • Categoria do sistema (3, 5, 5e ou 6), se par trançado
      • Modelo do cabo/fabricante (NVP)‏
      • Modelo de teste (para distribuição horizontal):
        • Permanent Link (até 90m e 3 conexões)‏
        • Canal (até 100m e 4 conexões)‏
        • Basic Link (até 94m e 2 conexões): não é mais reconhecido!
  • 247. Modelos de Teste Canal 4 conexões 100 metros
  • 248. Modelos de Teste Permanent Link Cordão proprietário 3 conexões 90 metros
  • 249. (cross-connect)‏ Channel Permanent link CP TO C2 (PP)‏ Modelos de Teste Consolidation point is allowed End of channel End of channel Tester patch cable is not included CP TO C2 (PP)‏ C1 End of permanent link End of permanent link
  • 250. Modelos de Teste Resumo
    • Canal (recomendado)‏
      • Até 100 metros (90 + 5 + 5)‏
      • Até 4 conexões
    • Permanent Link
      • Até 90 metros
      • Até 3 conexões
  • 251. Testes Fibra Óptica
    • Backbones (cab. primário) deve ser testado sempre em dois comprimentos de onda:
      • Multimodo: 850nm e 1300nm
      • Monomodo: 1310nm e 1550nm
    • A distribuição horizontal (secundária) pode ser testada em apenas um comprimento de onda.
    • O teste de perda óptica dá resultados em decibéis (dB), que devem ser guardados para verificação com relação às aplicações pretendidas.
  • 252. Teste do Link Óptico
    • Após instaladas, as fibras devem ser testadas.
    • De acordo com a TIA-568-B.1, o único teste requerido para aceitação do link óptico é o de atenuação.
    • O teste de atenuação (ou “perda óptica”) deve ser feito com um conjunto de “Power Meter” (PM) com “Fonte de Luz” (FL).
    • Deve-se seguir o procedimento de teste chamado de “Método de Um Cordão de Referência” (TIA – Método B).
  • 253. Pontos Principais no Teste de Perda Óptica
    • Teste obrigatório
    • 850 e 1300 nm para multimodo
    • 1310 e 1550 nm para monomodo
    • Uma única direção para cada fibra
    • O “mandril” correto deve ser usado
    • Fontes de luz multimodo têm que ser baseadas em LED e prover um CPR ( Coupled Power Ratio ) de Categoria 1
    • O procedimento correto de referência deve ser seguido
  • 254. Coupled Power Ratio (CPR)‏
    • Um método aproximado de medida da distribuição de potência modal da fonte de luz em fibras multimodo
    • Razão da potência acoplada em fibras multimodo versus fibras monomodo
    • Requisitos de norma:
      • categoria 1 ( overfilled launch )‏
      • mais enrolamento em mandril para testes da instalação
  • 255. Medida do CPR Referencie o medidor e a fonte com cordão multimodo sem o mandril Adicione o jumper monomodo. A nova leitura (dB) é o CPR. Reading must meet these values Category 1 CPRs
  • 256. Uso do Mandril Para Teste em Multimodo
    • Colocado no cordão de lançamento durante referência e teste
    • Condiciona o lançamento para melhorar a consistência entre os equipamentos de teste ao eliminar os modos transientes
    • Tentativa de replicar as condições de lançamento usadas em fábrica para cabos e conectores
    • Permite uma previsão precisa da perda de canal proveniente da soma das perdas de segmentos concatenados
    Wrap and secure cord around mandrel
  • 257. Mandrel Wrap Effect – Multimode Buffer Overfilling LED source Core Cladding Before mandrel wrap After mandrel wrap Highest-order (transient) modes are removed by the mandrel wrap. “ Cladding modes” are removed by the cladding. 50 or 62.5  m 125  m
  • 258. Mandrel Diameter (mm) & Wraps Note: 1 inch = 25.4 mm * SM mandrel suppresses possible 2 nd order mode 1  30 27 28.4 29.1 SM* 5 5 Number of Wraps 20 25 Cord + Mandrel (mm)‏ 17 18.4 19.1 62.5 µm OM1 22 23.4 24.1 50 µm OM3 3.0 cordage 1.6 cordage 0.9 buffer Cord Diameter (mm)‏ Fiber Type
  • 259.
    • Faça a leitura da referência no medidor
    Premises Networks (TIA Method B)‏ Fonte Medidor 850 nm 1300 nm Use cordões com mesmo tamanho de núcleo que o link a ser testado! Senão: Alta perda no acoplamento (62.5 p/ 50)‏ Ou acoplamento muito baixo (50 p/ 62.5)‏
  • 260.
    • Cable test
    Premises Networks (TIA Method B)‏ Fonte Medidor 850 nm 1300 nm Não mexa na conexão do cordão de testes nem remova o mandril do lado da fonte Adicione segundo cordão em boas condições no medidor Measures cable plant including two end connections
  • 261. Adapting Method B for Different Connectors Source 850 nm 1300 nm Use if power meter connector differs from cabling system For example: SC on meter, LC on cabling SC Use 2-cord reference to convert connector types LCs SC / LC Cord 1 Mandrel with five turns of fiber SC Take reference reading at the meter Meter SC / LC Cord 2
  • 262. Adapting Method B for Different Connectors LCs SC / LC Cord 1 Meter SC SC / LC Cord 2 Source 850 nm 1300 nm SC LCs LC / LC Cord LCs Measures Cable Plant Including Two End Connections Add LC / LC Cord to replicate Method B
  • 263. Problems with Method B for Different Connectors Source 850 nm 1300 nm Meter SC SC / LC Cord 2 LCs SC / LC Cord 1 SC Meter SC SC / LC Cord 2 Source 850 nm 1300 nm SC LCs SC / LC Cord 1 LCs LC / LC Cord LCs Different connections introduce uncertainty LC patch cords cannot be verified without LC power meter
  • 264. Dirt and End-Face Quality
  • 265.  
  • 266. Normas Outros Testes
    • Embora a TIA-568-B.1 requeira apenas o teste de atenuação, outros testes podem ser feitos.
    • O teste de largura de banda óptica geralmente é feito somente em fábrica. A largura de banda da fibra deve ser consultada no catálogo do fabricante.
    • O comprimento da fibra pode ser medido com o OTDR desde que se conheça seu “índice de refração” exato.
  • 267. Normas OTDR
    • OTDR: Optical Time Domain Reflectometer - Reflectômetro Óptico no Domínio do Tempo.
    • A principal aplicação do OTDR é achar a causa e localização de uma perda óptica.
    • Como ele, é possível visualizar:
      • A localização de cada componente (seções ed fibra, emendas e conectores)‏
      • A perda aproximada de cada um desses componentes
  • 268. Normas OTDR - Exemplo
    • A: início do pulso; zona morta
    • B: par de conectores; reflectivo
    • C: perda por curvatura ou por emenda não reflectiva
    • D: Emenda reflectiva
    • E: Fim da fibra, ponto de terminação ou fibra rompida
    • F: cursor
    distância (km/mi)‏ Potência relativa (dB)‏
  • 269. Normas OTDR - Uso
    • Quando usar um OTDR:
      • Para localizar e corrigir problemas encontrados durante o teste de atenuação óptica
      • Para verificar se o cabeamento primário (principalmente o campus) foi corretamente instalado
      • Se for uma exigência do cliente, para ser usado como uma “assinatura” da instalação
  • 270. Normas OTDR - Uso
    • Dar preferência a um OTDR de alta resolução.
    • Sempre utilizar uma “fibra de lançamento” entre o OTDR e o link, para pular a “zona morta”.
    • Na maioria das vezes, o teste em uma única direção é suficiente.
    • Se for necessária uma grande precisão na determinação dos valores de perdas nas emendas, fazer os testes em ambos sentidos e tirar a média.
  • 271. Normas Cálculo da Perda Passiva
    • O Cálculo da Atenuação Passiva do Cabeamento compreende:
      • Calcular perda da fibra
      • Calcular perda das conexões
      • Calcular perda das emendas
      • Calcular perda de outros componentes ópticos, se existirem (bypass óptico, acopladores, switches, etc)‏
      • Calcular a atenuação total somando as perdas acima determinadas
  • 272. Normas Perda Óptica Passiva Esperada - Backbone
    • Fibra Óptica:
      • Multimodo (850nm) 3,5 dB/km
      • Multimodo (1300nm) 1,5 dB/km
      • Monomodo (interna) 1 dB/km
      • Monomodo (externa) 0,5 dB/km
    • Conexão:
      • Máxima (pela norma) 0,75 dB
      • Típica - SC ou ST 0,5 dB
      • Típica - LC 0,2 dB
    • Emenda:
      • Máxima (pela norma) 0,3 dB
      • Típica - fusão < 0,1 dB
      • Típica - mecânica 0,15 dB
  • 273. Normas Perda Óptica Passiva Esperada - Horizontal
    • Testar o link secundário a 850 nm ou 1300 nm
    • Perdas esperadas:
      • Perda <= 2,0 dB (90m, home run ou MUTOA), ou
      • Perda <= 2,75 dB (90m, com PCC), ou
      • Perda <= 3,3 dB (300m, FO centralizada), ou
      • Perda <= 4,1 dB (300m, FO centralizada com CP)‏
    • Todos em uma única direção!
  • 274. Cálculo da Perda Óptica Exemplo
    • Cálculo da Atenuação Passiva do Cabeamento:
      • Perda da fibra em determinado comprimento de onda
        • Comprimento: 1,2 km
        • Perda específica: 3,5 dB/km
        • Perda da fibra: 1,2 x 3,5 = 4,2 dB
      • Perda nas conexões ópticas
        • Quantidade de conexões: 2
        • Perda específica por conexão: 0,75 dB
        • Perda por conexões: 2 x 0,75 = 1,5 dB
      • Perda nas emendas
        • Quantidade de emendas: 2
        • Perda por emenda: 0,3 dB
        • Perda em emendas: 2 x 0,3 = 0,6 dB
      • Atenuação passiva total máxima: 4,2 + 1,5 + 0,6 = 6,3 dB
  • 275. Tabela de Perdas Máximas por Aplicação em Fibra
  • 276. Infra-Estrutura
  • 277. Infra-Estrutura
    • É muito importante seguir as recomendações sobre a infra-estrutura que deve ser instalada para abrigar os cabos ópticos.
    • Uma infra-estrutura correta deve:
      • Ter espaço suficiente para um “puxamento” suave
      • Ter espaço para expansões
      • Evitar danos nos cabos e fibras
      • Proteger os cabos
  • 278. Infra-estrutura Vertical
    • The Backbone/Riser system may consist of
    • Sleeves
    • Slots
    • Conduits
    • Cable racks, Tray & Basket
    • ‘ Cable Containment’
  • 279. Infra-estrutura Vertical Cilindro ou Fenda Pelo Piso TIA569-B especifica mínimo de 4 x 4” (100mm) para cada 4.000m 2 + um de reserva Cilindro Cable Strap Riser Cable 1  Min. Curb Fenda 4  Min. Cilindro (25 mm)‏ (100 mm)‏ (25 mm)‏ 1  Min. 12  Min. (300 mm)‏ 4  (100 mm)‏
  • 280. Infra-estrutura Vertical Cilindro & Fenda
    • Se as TRs forem verticalmente alinhadas, pode-se furar o piso para se obter o caminho vertical.
    • Há dois métodos principais para isso:
      • Cilindro ( sleeve ): furo redondo de 4” (100mm) com acabamento em segmento de duto
      • Fenda ( slot ): rasgo retangular
    • Ambos devem ser feitos junto à parede da TR, à esquerda de quem entra na sala.
    • Prover rebarba de 25mm a 75mm para prevenir queda de líquidos pelo furo.
    • Interligar TRs de mesmo piso com dutos de 3”.
  • 281. TYPICAL BACKBONE/RISER SYSTEM a101.052d S 4  (100 mm) Sleeves 4  (100 mm)‏ Conduits Equipment Room To Property 6th Floor 5th Floor 4th Floor 3rd Floor 2nd Floor 1st Floor 4  (100 mm) Sleeves 4  (100 mm) Conduits 4  (100 mm)‏ Conduits Line
  • 282. Infra-Estrutura Vertical
    • Para a passagem vertical, em vez de cilindros pode-se usar “fendas”, cada uma com 100mm x 300mm, no mínimo.
    • Nas interligações entre armários de telecomunicações do mesmo andar, usar dutos de 75mm (3”).
    • Quando se utiliza leitos, eletrocalhas ou canaletas, usar 50% como taxa de ocupação.
    • Ao se utilizar eletrodutos, usar as recomendações das páginas seguintes.
  • 283. Infra-Estrutura - Bitolas de dutos
    • A taxa de ocupação dos eletrodutos depende da sua forma de ocupação: 1, 2, 3 ou mais cabos.
    1 cabo 53% 2 cabos 31% 3 cabos ou mais 40%
  • 284. Infra-Estrutura - Bitolas de dutos
  • 285. Infra-Estrutura Externa
    • Os principais tipos de infra-estrutura externa são:
      • Subterrânea
      • Diretamente enterrada
      • Aérea
      • Túneis
    • Escolher a infra-estrutura baseando-se em:
      • Segurança
      • Custo
      • Flexibilidade
      • Durabilidade e Longevidade
      • Facilidade de instalação
      • Estética
  • 286. Infra-Estrutura Externa - Subterrânea
    • Compostas por dutos enterrados, com ou sem envelopamento e caixas de manutenção.
    • Menor custo de manutenção, preserva a estética, possibilita manutenção rápida e fácil, protege melhor os cabos.
    • Maior custo inicial, requer planejamento cuidadoso.
    • Normalmente, devem ser projetados para durar 100 anos.
    • Ao se projetar linhas de dutos externas (campus), utilizar dutos de 100mm (4”), no mínimo.
    • Dutos para cabos de fibra podem ser equipados com “subdutos”. Cada unidade do subduto deverá ser usada para um único “puxamento”.
  • 287. Infra-Estrutura Externa - Subterrânea Caixa de Manutenção
  • 288. Infra-Estrutura Externa - Subterrânea
    • Projetar as linhas de dutos com uma queda de pelo menos um grau em direção a alguma caixa de passagem (para permitir o escoamento da água).
    • Enterrar os dutos a pelo menos 60cm abaixo do piso acabado.
    • Os dutos devem estar sempre selados, em ambos os lados, para prevenir seu entupimento ou a entrada de gases, água e roedores para dentro das edificações ou caixas de passagem.
    • Emendas devem ser feitas somente nas caixas de manutenção, nunca dentro dos dutos.
    • Manter a continuidade das blindagens nas emendas, vinculando tudo ao aterramento da caixa de manutenção.
  • 289. Infra-Estrutura Externa - Diretamente Enterrada
    • Neste tipo de infra-estrutura, o cabo é diretamente enterrado em uma vala.
    • As emendas devem ser feitas em caixas de passagem.
    • Possuem menor custo inicial, preserva a estética, pode facilmente contornar obstáculos.
    • Manutenção é onerosa e trabalhosa, inflexível, não provê proteção muito boa aos cabos.
    • Enterrar os cabos a pelo menos 60cm abaixo do piso acabado.
    • Colocar uma fita de identificação de rota (cor laranja) entre 15 e 30cm de profundidade, ou 40cm acima do cabo.
  • 290. Infra-Estrutura Externa - Diretamente Enterrada Caixa de Passagem
  • 291. Infra-Estrutura Externa - Aérea
    • Neste tipo de infra-estrutura, o cabo é espinado sobre um mensageiro (cordoalha) esticado entre postes.
    • Custo inicial baixo (se já houver postes) e facilidade de inspeção e manutenção.
    • Não preserva a estética na entrada dos prédios, é mais sujeito ao tempo e requer alturas mínimas.
    • Cuidados com a carga dos postes (vertical, transversal e longitudinal) e seu estaiamento.
    • Colocar a fibra acima dos outros cabos de telecomunicações, pois possui menor “flecha”.
  • 292. Infra-Estrutura Externa - Aérea Correto Incorreto
  • 293. Infra-Estrutura Externa - Túnel
    • Um túnel pode ser usado para a passagem de cabos em conjunto com outras utilidades, como eletricidade, gás, CATV, água, etc.
    • Provê fácil inspeção e manutenção, reduz o potencial corrosivo de alguns solos, permite manutenção sem perturbar o trânsito.
    • Custo bastante alto, requer planejamento cuidadoso, facilita sabotagens.
    • Prover 3 trocas de ar por hora (ventilação pessoal).
    • Alocar os cabos de telecomunicações o mais alto possível (prevendo enchentes) e, se possível, na parede oposta em relação ao serviço elétrico.
    • Vincular elementos metálicos com o aterramento elétrico.
    • Cuidado com materiais inflamáveis.
  • 294. Infra-Estrutura Externa - Túnel
  • 295. Raios de Curvatura
    • É muito importante seguir as orientações de raios de curvatura para evitar altas tensões de puxamento ou curvatura excessiva dos cabos e fibras.
    • Uma curvatura excessiva do cabo pode afetar a integridade de sua capa, enquanto uma curvatura excessiva da fibra pode aumentar a perda óptica e eventualmente rompê-la.
  • 296. Raios de Curvatura
    • Raio de curvatura (R) para eletrodutos:
      • Dutos com diâmetro interno (D) de até 25mm (2”): R = 6 x D
      • Dutos com diâmetro interno (D) maior que 25mm (2”): R = 10 x D
    • Raio de curvatura para cabos ópticos, durante o puxamento (sob tensão):
      • FO interna (2 ou 4 fibras) secundária (horizontal): R = 50mm
      • FO interna primária (backbone): R = 15 x D
      • FO externa primária (backbone campus): R = 20 x D
    • Raio de curvatura para cabos ópticos, sem tensão:
      • FO interna (2 ou 4 fibras) secundária (horizontal): R = 25mm
      • FO primária interna ou externa: R = 10 x D
  • 297. Tensão de Puxamento
    • Além do raio de curvatura a “tensão de puxamento”, ou “tensão de tracionamento”, deve ser observada para prevenir danos ao cabo e às fibras.
    • Tensão de puxamento (T) para cabos ópticos:
      • FO interna (2 ou 4 fibras) secundária (horizontal): T = 220N
      • FO interna primária (backbone): T = consultar fabricante
      • FO externa primária (backbone campus): T = 2.700N
  • 298. Métodos de Distribuição Horizontal
    • Pelo Teto
      • Eletrocalha
      • Poke-through
    • Pelo Piso
      • Duto de Piso
      • Piso Elevado
      • Eletroduto Embutido
    • Outros
      • Canaletas pela Parede
      • Ganchos “J”
  • 299. Eletrocalhas Fechadas Header Raceway For Lateral Power Wiring TO Cable Power Wiring Communications Raceway For Lateral Raceway For Power Wiring For Communications Wiring Communications Wiring Header Raceway
  • 300. Eletrocalhas Abertas
    • Não depositar mais do que 150mm de cabos.
    • Taxa máxima de ocupação: 50%
    • Taxa de ocupação em projeto: 25%
    • Evitar cabos entrelaçados.
    • Abraçadeiras devem ficar frouxas.
    • Usar barreira entre UTP e distribuição elétrica.
  • 301.
    • No Jacket distortion allowed
    • Beware of cable ties too tight
    • Consider the use of a suitable membrane when placing cables on a poor surface – such as basket or screed
    • BWP
    • Use wide ties or Velcro (ensure fire compliant)‏
    • Tie should be able to be moved along(otherwise its distorting the jacket)‏
    Eletrocalhas
  • 302.
    • Cálculo de capacidade de eletrocalhas:
      • Calcular a seção transversal do cabo: Ac = ¶ * r 2 (onde r é a metade do diâmetro externo do cabo).
      • Calcular a área total de cabos: Atc = Ac * n (onde n é a quantidade de cabos secundários).
      • Calcular a seção mínima da eletrocalha para que se atenda a taxa de 50%: Ae = Atc / tx (onde tx é a taxa de ocupação; usar 0,5 para 50%, etc).
      • Dividir a seção mínima pela largura pretendida de calha para se obter sua altura mínima.
      • Tirar a raiz da seção mínima para se obter as dimensões de uma calha “quadrada”.
    Eletrocalhas
  • 303.
    • Cálculo de capacidade de eletrocalhas.
      • Exemplo (100 cabos UTP com diâmetro de 6mm):
      • Ac = ¶ * 3 2 = 28mm 2
      • Atc = 28 * 100 = 2800
      • Ae = 2800 / 0,5 = 5600
      • Se usarmos calha de largura 100mm, sua altura deve ser superior a 56mm (5600/100).
      • Se a calha for “quadrada”, deve ter pelo menos 75mm de lado (  5600).
    Eletrocalhas
  • 304. Duto de Piso
  • 305. Layout dos Dutos Core Area Telecommunication Rooms 300 ft (91m)‏ 200 ft (61m)‏
  • 306. Duto de Piso
    • Posicionar os dutos distribuidores paralelos à parede externa mais longa (distantes de 45cm a 60cm dela), em intervalos de 1,5m a 1,8m.
    • Dutos distribuidores devem ter insertos posicionáveis a cada 60cm (ou menos).
    • Os dutos alimentadores devem ser transversais (90º) em relação aos distribuidores, e em outro nível (abaixo).
    • Colocar caixas de passagem nas junções entre alimentadores e distribuidores.
  • 307. Piso Elevado
  • 308. Piso Elevado
    • É o mais prático tipo de infra-estrutura.
    • Deixar vão livre de pelo menos:
      • 15cm a 20cm em escritórios e TRs
      • 30cm em ERs
    • Considerar o seguinte ao projetar distribuições sob piso elevado:
      • rotas dedicadas
      • calhas fechadas ou abertas (leitos)‏
      • distribuição por zona
  • 309. arch2. 1 Canaletas Sobre a Parede
  • 310. Flush-Mounted Satellite Cabinet TOs TO a101.125a S Eletrodutos
  • 311. Eletrodutos
    • Preferir dutos rígidos.
    • Taxa máxima de ocupação: 40%
    • Máximo de duas curvas de 90º (ou uma de 180º) entre caixas de passagem.
    • Máximo de 30m entre caixas de passagem.
    • Não realizar curvas dentro de caixas de passagem.
    • Raios de curvatura:
      • Até 2”: seis vezes o diâmetro do duto
      • Acima de 2”: dez vezes o diâmetro do duto
  • 312.
    • Avoid more than two 90degree bends in 30m (follow TIA/EIA 569 guidelines for conduit design)
    • Ensure conduit offers no internal edges at joints
    • Max pulling strength for 4 pair cable 11kg (Use 80% per bundle)‏
    • BWP
    • Pulling with both hands on a 4 pair cable at the same time is an indication of more than 11kg!
    Eletrodutos
  • 313. Eletrodutos Taxa de Ocupação (Cat5e e 6)‏
  • 314.
    • 1.4 cables per cm 2 (9 cables /in 2 ) loose laid in trays/raceways that prevent crossovers and allow sweep exit
    • 1.1 cables per cm 2 (7 cables /in 2 ) small bundles laid in trays/raceways with crossovers and cables randomly exit and enter
    • Standards generally require a maximum 40% fill
    • Conduit fills below
    Taxa de Ocupação (Cat6a)‏
  • 315. Caixas de Passagem e Emenda X X X m-g001.pcx (e)‏ (f)‏ (c)‏ (d)‏ (a)‏ (b)‏ D W D W D W D W D W D W L L L L L L
  • 316.
    • Max number of 4 pair cables 252 (general requirement anywhere) and 144 X10D cables
    • Max distance between supports such as cable ties and J hooks, rings 1.5m
    • Rounded or flexible edges to the hooks/rings
    • Cable spans should exhibit visible ‘sag’ as an indication of correct tension
    • Do not use false ceilings or their supports
    • BWP (Best Working Practice)‏
    • Use bundle sizes of 24 or 48 cables
    Ganchos “J” Infra-estrutura dos Cabos Máximo de 1,5 m entre ganchos!
  • 317. Compartimentação Corta-Fogo
    • Toda vez que uma barreira corta-fogo for penetrada, deve-se reconstituir suas propriedades originais.
    • Compartimentação horizontal: bloqueio corta-fogo em paredes e outras passagens no mesmo andar.
    • Compatimentação vertical: bloqueio corta-fogo entre andares, principalmente em shafts, cilindros e fendas.
  • 318. Compartimentação Vertical (contra fogo)‏
    • Decreto Estadual (SP) Nº 46.076, de 31 de Agosto de 2001
    • “ Institui o Regulamento de Segurança contra Incêndio das edificações e áreas de risco (...)”
    • Pode ser obtido em: http://www.polmil.sp.gov.br/ccb/ativtec/legisl_estadual.htm
    • Instrução Técnica Nº 09/01: 1.3 A compartimentação vertical se destina a impedir a propagação de incêndio no sentido vertical, ou seja , entre pavimentos elevados consecutivos.
    • Instrução Técnica Nº 09/01: 5.2.2.3 Compartimentação vertical no interior dos edifícios a) no interior da edificação, todas as aberturas no entrepiso destinadas às passagens das instalações de serviços devem ser vedadas por selos corta-fogo;
  • 319. Compartimentação Vertical Decreto Estadual SP NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – Pode ser substituído por sistema de chuveiros automáticos; 2 – Pode ser substituído por sistema de detecção de incêndio e chuveiros automáticos; 3 – Pode ser substituído por sistema de controle de fumaça, detecção de incêndio e chuveiros automáticos; exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações ;
  • 320.
    • Telecommunication cabling should be segregated from mains power on cable runs using a partition or separate containment or in some cases armouring
    • BWP
    • Use cable ties only when necessary and space apart 1m +
    • Use the most conservative rules for separation – SYSTIMAX, International codes eg. EN50174-2, and National country codes and NEC NFPA 70 codes
    Too Many Ties Safety compromised by Power Power Separation Guidelines
  • 321. Separação da rede elétrica
    • Para cabos horizontais de até 90m, é permitida distância “zero” de circuitos elétricos ramais que cumpram todas as seguintes condições:
      • Limitado a uma única fase, 110/220V, 20A, para alimentação de equipamentos típicos de escritório.
      • Os cabos elétricos devem ter uma capa evolvendo os condutores (fase, neutro e terra). Ou os condutores devem ser presos em feixes a intervalos regulares.
      • Há proteção contra surtos elétricos e raios no prédio.
      • As instalações de comunicações e de elétrica tenham sido feitas de acordo com as normas.
  • 322. Separação da rede elétrica
    • Requisitos adicionais:
      • Caixas compartilhadas devem possuir separação de 6mm entre UTP e elétrica.
      • Se os condutores elétricos ficarem soltos, a separação mínima é de 50mm.
      • Distância mínima de reatores de lâmpadas fluorescentes: 50mm.
      • UTP e elétrica devem cruzar em ângulos retos.
  • 323. Separação da rede elétrica
    • Circuitos alimentadores ou grupos com mais de 30 fios de fase: 600mm.
    • Se os cabos elétricos forem blindados, as distâncias podem ser divididas por dois.
    • Se a elétrica e/ou o UTP estiverem em eletrocalhas individuais: 300mm.
    • Se ambos estiverem totalmente em conduítes metálicos (1mm/aço ou 2mm/alumínio) aterrados: distância “zero”.
  • 324. Non-armoured power cables (> 30): Loose lay or in cable basket UTP cables: Loose lay or in cable basket 600 mm Non-armoured power cables (> 30): In cable tray UTP cables: Loose lay or in cable basket 300 mm Cables laid direct to floor Power Separation Guidelines Note: 600mm = 2’ 300mm=1’ 100mm= 4” 50mm=2” 10mm=3/8” 6mm=1/4” 4mm=3/16” 300 mm Armoured power cables (> 30): Loose lay or in cable basket UTP cables: Loose lay or in cable basket
  • 325. Power Separation Guidelines Note: 600mm = 2’ 300mm=1’ 100mm= 4” 50mm=2” 10mm=3/8” 6mm=1/4” 4mm=3/16” PDU 240V, single-phase, non-armoured 1 power circuits Patch Panel Data cables Data cables 415V, three-phase, non-armoured 1 power circuits 600 mm 600 mm Non-metallic wall Note 1: If armoured power circuits are used, the separation distance can be reduced to 300 mm
  • 326. Power Separation Guidelines Note: 600mm = 2’ 300mm=1’ 100mm= 4” 50mm=2” 10mm=3/8” 6mm=1/4” 4mm=3/16” PDU 240V, single-phase non-armoured 1 power circuits Patch Panel Data cables 600 mm Equipment Rack Open frame 300 mm 415V, three-phase non-armoured 1 power circuits 240V, single-phase non-armoured 1 power circuits If the 415V or 240V power is on cable tray distances can be halved Note 1: If armoured power circuits are used, the separation distance can be reduced to 300 mm. In this situation, cable baskets can be used.
  • 327. CABOS EXPOSTOS
  • 328. Electrical Protection
    • Perturbações decorrentes de raios atmosféricos.
    • Contato acidental com cabos elétricos com mais do que 300V de tensão para a terra.
    • Elevação de potencial de terra de mais de 300V.
    • Indução de voltagens superiores a 300V.
    • Circuitos “expostos” precisam de proteção contra sobre-tensão!
    Determine se proteção elétrica é necessária
  • 329. Todo cabo externo é considerado exposto a raios, a não ser que:
    • O cabo seja subterrâneo, com comprimento inferior a 42m, e tenha blindagem contínua aterrada em ambas as extremidades.
    • O cabo esteja instalado em duto metálico aterrado.
    • A área em questão não apresente mais do que cinco dias por ano de tempestades.
    • O cabo esteja inteiramente dentro do cone de proteção de edifícios ou estruturas altas vizinhas.
  • 330. Electrical Protection Protectors Type Gas/Solid-state Sneak current protection 3B1-EW Gas, 1-pair no 3C1-S solid-state, 1-pair no 4B1-EW Gas, 1-pair yes 4C1-S solid-state, 1-pair yes 4C3-S - 75 V. solid-state, 1-pair yes 4 pair Solid state, 4- pair category 5 and 6 specialist
  • 331. Electrical Protection
    • Protection for small pair counts
    • Simple install
    • 6 and 25 pair sizes
  • 332. Electrical Protection VisiPatch VisiPatch VisiPatch VisiPatch VisiPatch VisiPatch VisiPatch VisiPatch VisiPatch VisiPatch VisiPatch VisiPatch Brown Field White Riser Field or Purple PBX Field 489A’s stacked Campus Multicore Internal Multicore or Stub C U S L I S T E D C U S L I S T E D C U S L I S T E D C U S L I S T E D C U S L I S T E D C U S L I S T E D C U S L I S T E D C U S L I S T E D C U S L I S T E D C U S L I S T E D C U S L I S T E D C U S L I S T E D
  • 333.
    • 4 Options Available all providing solid state protection for the 4 pair OSP cables:
    • Cat 6 16V Protector (data)‏
    • Cat 6 OSP 235 Volt Protector (Suitable for Analogue Voice)‏
    • Cat 6 Protector with PoE
    • Cat 5E 16V Protector (data)‏
    Electrical Protection 4 Pair protectors
  • 334. Alta Velocidade
  • 335. Alta Velocidade
    • Com o advento da alta velocidade, não há mais como suportar fibras MM com 2km, como definido pela norma TIA-568.
    • Há a necessidade de se usar fibras com maior largura de banda e controle do DMD.
    • Deve-se tomar cuidado com a atenuação, utilizando-se conexões de menor perda e evitando-se emendas desnecessárias.
    • Consultar as tabelas de distância e atenuação das diferentes tecnologias de rede.
  • 336. Alta Velocidade Ethernet
    • A tecnologia de alta velocidade mais utilizada em LANs é o Ethernet.
    • Para as transceivers GE e 10GE, considerar as seguintes terminações:
      • S = 850nm
      • L = 1300nm ou 1310nm
      • E = 1550nm
  • 337. Gigabit Ethernet
  • 338. Gigabit Ethernet
    • O Gigabit Ethernet (GE) nasceu entre 1997 e 1998, com a publicação dos padrões IEEE 802.3z (GE sobre FO) e 802.3ab (GE sobre UTP).
    • Com a crescente utilização dos 100 Mb/s para cada usuário, torna-se necessário aumentar a capacidade do backbone para 1 Gb/s, evitando-se gargalos.
    • Para FO, são definidos dois formatos físicos:
      • 1000BASE-SX
      • 1000BASE-LX
  • 339. Gigabit Ethernet 1000BASE-SX
    • Utiliza um transmissor VCSEL a 850nm.
    • É suportado apenas por fibras MM.
    • Distâncias suportadas:
      • MM 62,5 - 160 MHz.km: 220m (TIA)‏
      • MM 62,5 - 200 MHz.km: 275m (ISO OM1)‏
      • MM 50 - 500 MHz.km: 550m (TIA & ISO OM2)‏
      • MM 50 - laser 2 GHz.km: 1000m (ISO OM3)‏
      • MM 50 - laser 4,7 GHz.km: 1100m (acima da OM3)‏
  • 340. Gigabit Ethernet 1000BASE-SX
    • Atenuação máxima do canal passivo:
      • MM 62,5 - 160 MHz.km: 2,38 dB (TIA)‏
      • MM 50 - 500 MHz.km: 3,56 dB (TIA & ISO OM2)‏
      • MM 50 - laser 2 GHz.km: 3,56 dB a 600m (ISO OM3)‏
  • 341. Gigabit Ethernet 1000BASE-LX
    • Utiliza um transmissor LD a 1300nm.
    • É suportado por fibras MM e SM.
    • Distâncias suportadas:
      • MM 62,5 - 500 MHz.km: 550m (TIA & ISO OM1)‏
      • MM 50 - 500 MHz.km: 550m (TIA & ISO OM2)‏
      • MM 50 - 500 MHz.km: 600m (ISO OM3)‏
      • SM 8 a 10µm: 5000m (TIA, ISO)‏
  • 342. Gigabit Ethernet 1000BASE-LX
    • Atenuação máxima do canal passivo:
      • MM 62,5 - 500 MHz.km: 2,35 dB (TIA & ISO OM1)‏
      • MM 50 - 500 MHz.km: 2,35 dB (TIA & ISO OM2)‏
      • MM 50 - 500 MHz.km: 2,35 dB a 600m (ISO OM3)‏
      • SM 8 a 10µm: 4,57 dB (TIA, ISO)‏
    • Com o 1000BASE-LX, deve-se utilizar o “cordão condicionador de modo”, em alguns casos.
  • 343. 10 Gigabit Ethernet
  • 344. 10 Gigabit Ethernet
    • O 10 Gigabit Ethernet (10GE) foi ratificado em 2002, com a publicação do padrão IEEE 802.3ae.
    • Em alguns anos, será iniciada a maciça adoção da velocidade 1 Gb/s pra cada usuário, tornando necessária a ampliação dos backbones para 10 Gb/s.
    Gargalo!!! 10G 1G 1G 1G 1G 1G
  • 345. 10 Gigabit Ethernet Arquitetura
    • A camada PHY (correspondente à Camada 1 do modelo OSI, ‘física’) é subdividida em:
      • PCS: Physical Coding Sublayer ; responsável pela codificação e serialização/multiplexação.
      • PMD: Physical Media Dependent ; responsável pela conversão eletro-óptica.
    • Há dois tipos de PHY:
      • LAN PHY: para uso em redes locais
      • WAN PHY: compatível com as especificações SONET/SDH
  • 346. 10 Gigabit Ethernet Arquitetura
    • O PCS ainda pode ser:
      • Serial: os bits são transmitidos serialmente pela fibra.
      • WWDM: são usadas técnicas de multiplexação (4 canais); somente usada em um tipo de LAN PHY.
    • A ‘WAN PHY’ ainda possui um elemento de compatibilização com o SONET/SDH: o WIS ( WAN Interface Sublayer )‏
    • São especificadas PHYs para as três principais janelas de transmissão: 850nm, 1310nm e 1550nm.
  • 347. 10 Gigabit Ethernet Arquitetura
  • 348. 10 Gigabit Ethernet Arquitetura
    • Conseqüentemente, há os seguintes tipos de transceivers 10GE:
      • LAN PHY
        • 10GBASE-SR
        • 10GBASE-LX4
        • 10GBASE-LR
        • 10GBASE-ER
      • WAN PHY
        • 10GBASE-SW
        • 10GBASE-LW
        • 10GBASE-EW
    • Transmissão
    • _R = serial
    • _X4 = CWDM
    • _W = WAN
    • Comprimentos de Onda
    • S_ = 850nm
    • L_ = 1310nm
    • E_ = 1550nm
  • 349. 10 Gigabit Ethernet Arquitetura
  • 350. 10 Gigabit Ethernet 10GBASE-SR
    • Utiliza um transmissor VCSEL a 850nm.
    • É suportado apenas por fibras MM.
    • Distâncias suportadas:
      • MM 62,5 - 160 MHz.km: 26m (TIA)‏
      • MM 62,5 - 200 MHz.km: 33m (ISO OM1)‏
      • MM 50 - 500 MHz.km: 82m (TIA & ISO OM2)‏
      • MM 50 - laser 2 GHz.km: 300m (ISO OM3)‏
      • MM 50 - laser 4,7 GHz.km: 550m (acima da OM3)‏
  • 351. 10 Gigabit Ethernet 10GBASE-SR
    • Atenuação máxima do canal passivo:
      • MM 62,5 - 160 MHz.km: 1,6 dB (TIA)‏
      • MM 62,5 - 200 MHz.km: 1,6 dB (ISO OM1)‏
      • MM 50 - 500 MHz.km: 1,8 dB (TIA & ISO OM2)‏
      • MM 50 - laser 2 GHz.km: 2,6 dB (ISO OM3)‏
  • 352. 10 Gigabit Ethernet 10GBASE-LX4
    • Utiliza um transmissor LD a 1310nm.
    • É suportado por fibras MM e SM.
    • Distâncias suportadas:
      • MM - todas: 300m (TIA & ISO)‏
      • SM: 10km
    • Atenuação máxima do canal passivo:
      • MM - todas: 2,0 dB (TIA & ISO)‏
      • SM: 6,2 dB
    • Com o 10GBASE-LX4, deve-se utilizar o “cordão condicionador de modo”, em alguns casos.
  • 353. 10 Gigabit Ethernet 10GBASE-LR & ER
    • Ambos os padrões são suportados somente por fibras SM.
    • 10GBASE-LR
      • Utiliza um transmissor LD a 1310nm.
      • Distância suportada: 10km
      • Perda máxima do canal passivo: 6,2 dB
    • 10GBASE-ER
      • Utiliza um transmissor LD a 1550nm.
      • Distância suportada: 40km (verif. adicionais se >30km)‏
      • Perda máxima do canal passivo: 10,9 dB
  • 354. 10 Gigabit Ethernet 10GBASE-T
    • Padrão publicado em 2006.
    • Suportado por cabeamento UTP padrão Categoria 6a (a ser ratificado).
    • Canal de 100m e 4 conexões.
  • 355. Cordão Condicionador de Modo
  • 356. Cordão Condicionador de Modo
    • Em inglês, o Cordão Condicionador de Modo (CCM) é conhecido como “offset-launch mode-conditioning”.
    • Ao se usar 1 ou 10 Gigabit Ethernet sob FO, em algumas situações torna-se necessário usar o CCM:
      • Transceiver 1000BASE-LX ou 10GBASE-LX4
      • Fibra multimodo 62,5/125µm
      • Fibra multimodo 50/125µm (somente ISO OM1 ou OM2)‏
      • Preferencialmente em links mais longos (>200m)‏
    • Não é necessário em fibras ISO OM3 e nem com transceivers 1000BASE-SX ou 10GBASE-SR.
  • 357. Cordão Condicionador de Modo Construção Núcleo da fibra MM Núcleo da fibra SM Vista Lateral Vista Frontal Núcleo da fibra MM Núcleo da fibra SM
  • 358. Cordão Condicionador de Modo Utilização
    • Como usar o CCM:
      • Usar um CCM de cada lado do link
      • Conectar o plugue azul (SM) no TX da porta óptica
  • 359. Fiber To The Desk
  • 360. Fiber To The Desk
    • A topologia Fiber To The Desk (FTTD) começa a ser mais empregada à medida em que os preços dos cabos de fibras e interfaces ópticas são reduzidos.
    • O FTTD pode empregar a topologia “Fibra Óptica Centralizada”, que tem comprimento máximo de 300m.
  • 361. Fiber To The Desk Vantagens
    • Com a publicação do padrão 100BASE-SX, torna-se possível a utilização de placas ópticas 10/100 Mb/s auto-negociáveis (ambos usam 850nm).
    • Dispositivos 100BASE-SX são mais baratos (menos de 50%) do que os 100BASE-FX (1300nm LD).
    • Imune à interferência eletromagnética (pode passar perto de motores, reatores e transformadores).
    • Com 300m de limite (FOC), pode oferecer até 10 Gb/s para cada estação de trabalho.
    • Usando-se FOC, há um melhor aproveitamento das portas dos ativos (menos sobra).
  • 362. Fiber To The Desk Desvantagens
    • Ativos ópticos ainda são mais caros que ativos para cabos UTP.
    • Não resolve o problema dos telefones e outros dispositivos ‘convencionais’ (feitos para cobre).
    • Não é possível fornecer alimentação remota ( Power Over Ethernet - IEEE 802.3af).
  • 363. Instalação de Cabos
  • 364. Cuidados com UTP Práticas aceitáveis (devem ser limitadas)‏ Práticas inaceitáveis (não permitidas)‏
  • 365. Cuidados com UTP de 4 pares
    • Evite água, umidade e produtos químicos.
    • Temperatura de instalação e operação dos cabos: entre 20ºC e 60ºC.
    • Abraçadeiras devem ficar meio frouxas e permitir serem deslizadas pelo feixe de cabos.
    • A instalação não deve deformar a capa dos cabos.
    • Tensão máxima de puxamento de cabos de 4 pares: 110N ou 11kg
    • Cuidado com torções nos cabos.
    • Manter raio de curvatura mínimo de 4x seu diâmetro (cabos de 4 pares).
    • Manter o trançamento o máximo possível.
  • 366. Cuidado no trançamento dos pares Não desencapar demais
    • O trançamento do UTP deve ser mantido até o local de terminação.
    • Destrançar o par de um Cat5e/6/6a o menos possível.
  • 367. Lançamento
    • Manter a caixa de cabos UTP sempre na posição vertical. Nunca deitá-la, mesmo para transporte!
    • Prestar atenção na marcação de metragem na capa dos cabos, a intervalos regulares.
    • Gerar uma etiqueta de identificação e colar na extremidade de cada cabo, antes do lançamento! Anotar o número na caixa. Ao final do lançamento, gerar etiqueta igual e colar no cabo, antes de cortá-lo.
  • 368.  
  • 369.  
  • 370.  
  • 371.  
  • 372. Cuidados com os Pares
    • Evite a separação dos fios de um par
    Evite dobrar os pares sobre os outros de forma apertada Sempre dobre no sentido contrário ao trançamento dos pares Evite terminar os pares muito próximos aos contatos
  • 373. Cuidados
    • Cabos de telecomunicações não deve ficar esticados ou sob tensão excessiva.
    • O raio de curvatura mínimo dos cabos deve ser respeitado:
      • 4 vezes o diâmetro de cabos UTP de 4 pares
      • 10 vezes o diâmetro de cabos UTP de mais de 4 pares
      • 10 vezes o diâmetro de cabos FO (repouso)‏
      • 15 vezes o diâmetro de cabos FO (interno sob tensão)‏
      • 20 vezes o diâmetro de cabos FO (externo sob tensão)‏
  • 374. Cuidados
    • Todos os componentes de um canal devem ser da mesma categoria!
    • Não usar patch cords montados em campo.
    • Abraçadeiras plásticas ( tie-wrap ) não devem estar muito apertadas (não deformar capa).
    • Cabos de FO devem ter placa de identificação ao longo da rota.
    Errado
  • 375. Organização Interna do DIO BUFFERED FIBERS ST CONNECTORS AND COUPLINGS SHOWN
  • 376. Organização Interna do DIO BUFFERED FIBERS UNBUFFERED FIBERS SPLICE ORGANISER
  • 377. Organização Interna do LST
  • 378. Organização Interna do LIU
  • 379. Patch Panels Angulados
  • 380. Rack com Cabo de FO Armado
  • 381. Racks com VisiPatch
  • 382. VisiPatch em Parede
  • 383. Identificação no VisiPatch
  • 384. O Que Não Fazer!
  • 385. O Que Não Fazer!
  • 386. O Que Não Fazer!
  • 387. Marcelo Barbosa, RCDD/NTS [email_address] www.apogee.com.br