Programa Doutoral em Multimédia em Educação Educação a Distância Factores Críticos de Sucesso em  Comunidades  de Prática ...
Introdução - Objecto de estudo <ul><li>Motivações dos professores para adesão a comunidades de prática; </li></ul><ul><li>...
Introdução - Estrutura <ul><li>Conceito de comunidade de prática (Community of Practice - CoP) e evoluções para CoP online...
Introdução - Selecção de bibliografia <ul><li>Palavras-chave:  </li></ul><ul><ul><li>Barreiras;  </li></ul></ul><ul><ul><l...
Introdução - Pesquisas <ul><li>Bases de dados científicas </li></ul><ul><ul><li>indicadores de referência: </li></ul></ul>...
Conceito - CoP com forte componente presencial <ul><li>Os intervenientes na comunidade envolvem-se numa série de actividad...
Conceito - VCoP <ul><li>Rede colaborativa de indivíduos que partilham uma área de investigação e comunicam sobre ela, onli...
Comunidades de professores online <ul><li>Principal objectivo </li></ul><ul><li>Melhorar o conhecimento dos participantes,...
Comunidades de professores online <ul><li>MOTIVAÇÕES PARA A PARTICIPAÇÃO </li></ul><ul><li>Interesses comuns e desenvolvim...
Factores críticos  - Comunidade viva <ul><li>i. &quot;Design for evolution“ Evolução progressiva da comunidade, envolvendo...
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Motivações e barreiras <ul><li>Responsabilidade de actualização profissional - Meirinhos (2007)  </li></ul><ul><li>Uma ref...
Motivações e barreiras <ul><li>Falta de confiança, receio de que os conhecimentos não sejam relevantes ou adequados a uma ...
FCS <ul><li>Tecnologia </li></ul><ul><ul><li>Uma comunidade virtual necessita, para funcionar, de uma infraestrutura que i...
FCS <ul><li>&quot;Collective trust is a crucial element of virtual team functioning&quot;  (Gibson, 2003) </li></ul>Gibson...
FCS Miranda (2008)    o papel do líder ou moderador é crucial para a manutenção no tempo ou sustentabilidade da CoP, sobr...
FCS Brown & Duguid (2002)     fazer parte  ≠  pertencer a    participação activa favorece a aprendizagem Andrews e Schwa...
Conclusões <ul><li>Comunidades em contexto de formação formal  </li></ul><ul><ul><ul><li>Motivação associada ao eventual r...
Conclusões <ul><li>Referências aos  recursos  são quase inexistentes </li></ul><ul><ul><li>Alusões à consulta da informaçã...
Conclusões <ul><li>Competências tecnológicas dos professores </li></ul><ul><li>Parece não ser consensual o que acontece qu...
Conclusões <ul><li>Parece-nos possível inferir  </li></ul><ul><li>Ultrapassada uma barreira, ela não se transforma num fac...
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Apresenta Final Xp

  1. 1. Programa Doutoral em Multimédia em Educação Educação a Distância Factores Críticos de Sucesso em Comunidades de Prática de Professores online Ana Loureiro; Carlos Vaz; Mª Rosário Rodrigues; Paula Antunes
  2. 2. Introdução - Objecto de estudo <ul><li>Motivações dos professores para adesão a comunidades de prática; </li></ul><ul><li>Dificuldades sentidas; </li></ul><ul><li>Factores críticos de constituição e desenvolvimento das comunidades de professores online. </li></ul><ul><ul><li>O estudo do desempenho das CoP foi, durante algum tempo, centrado nas características de design das tecnologias de suporte (Carroll, 2003) </li></ul></ul>
  3. 3. Introdução - Estrutura <ul><li>Conceito de comunidade de prática (Community of Practice - CoP) e evoluções para CoP online/virtuais e CoP online/virtuais formadas por docentes. </li></ul><ul><li>Levantamento das motivações dos professores para adesão a comunidades e seus factores críticos de sucesso (FCS). </li></ul><ul><li>Reflexão sobre a relação entre os dados recolhidos e a conceptualização do conceito </li></ul>
  4. 4. Introdução - Selecção de bibliografia <ul><li>Palavras-chave: </li></ul><ul><ul><li>Barreiras; </li></ul></ul><ul><ul><li>Factores de motivação; </li></ul></ul><ul><ul><li>Participação; </li></ul></ul><ul><ul><li>Partilha de conhecimento; </li></ul></ul><ul><ul><li>Aprendizagem informal; </li></ul></ul><ul><ul><li>Aprendizagem formal. </li></ul></ul><ul><ul><li>Comunidade de prática; </li></ul></ul><ul><ul><li>Comunidade virtual de aprendizagem; </li></ul></ul><ul><ul><li>Cop - factores críticos de sucesso; </li></ul></ul>
  5. 5. Introdução - Pesquisas <ul><li>Bases de dados científicas </li></ul><ul><ul><li>indicadores de referência: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>relevância dos artigos </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>hierarquia temática de classificação nas bases de dados </li></ul></ul></ul><ul><li>Estudos científicos de instituições de ensino superior portuguesas, cuja temática incluía as CoP de professores. </li></ul><ul><li>Expectativa: contribuir para a sistematização do conhecimento numa área ainda muito pouco explorada. </li></ul>
  6. 6. Conceito - CoP com forte componente presencial <ul><li>Os intervenientes na comunidade envolvem-se numa série de actividades sobre uma temática que lhes é comum , e vão gerando a ideia de um empreendimento comum . Ao longo do tempo vão criando um reportório comum , constituído por ideias, memórias, ferramentas, vocabulário e simbologia. </li></ul>
  7. 7. Conceito - VCoP <ul><li>Rede colaborativa de indivíduos que partilham uma área de investigação e comunicam sobre ela, online. </li></ul><ul><li>O enfoque VCoP é a construção do conhecimento através da colaboração, da realização de tarefas em equipa, de uma reestruturação da forma de pensar e de trabalhar (Illera, 2007) </li></ul><ul><li>Verifica-se uma perda da proximidade física e de elementos de interacção, mas as VCoP adaptaram-se através do reforço simbólico de pertença. Illera (2007) </li></ul><ul><li>VCoP vs CoP online (diferença pouco significativa, segundo Martins (2007), </li></ul><ul><ul><li>VCoP - membros não se conhecem presencialmente </li></ul></ul><ul><ul><li>Cop online - alguns membros conhecem-se presencialmente </li></ul></ul>
  8. 8. Comunidades de professores online <ul><li>Principal objectivo </li></ul><ul><li>Melhorar o conhecimento dos participantes, sem conduzir a uma investigação original. Podem existir em contexto de aprendizagem formal, contexto de formação contínua ou desenvolvimento profissional (Bos, 2007). </li></ul>
  9. 9. Comunidades de professores online <ul><li>MOTIVAÇÕES PARA A PARTICIPAÇÃO </li></ul><ul><li>Interesses comuns e desenvolvimento profissional. </li></ul><ul><li>Permite comunidades de âmbito geograficamente mais vasto (Wenger, 2001). </li></ul><ul><li>Perspectiva a construção do conhecimento no desenvolvimento profissional dos docentes (Vavasseur, 2006) . </li></ul>TECNOLOGIA
  10. 10. Factores críticos - Comunidade viva <ul><li>i. &quot;Design for evolution“ Evolução progressiva da comunidade, envolvendo novos membros pela construção de laços de confiança. </li></ul><ul><li>ii. Abrir o diálogo entre as perspectivas internas e externas Perspectiva forte de descoberta sobre a sua identidade, eventual envolvimento de especialistas externos - aumento do sentido de pertença. </li></ul><ul><li>iii. Sugerir diferentes níveis de participação Movimento saudável entre os níveis de participação, procurando que o sentido de pertença se mantenha. Actividades diversificadas e desafiantes </li></ul><ul><li>iv. Desenvolver espaços comunitários públicos e privados Forte inter-relação entre as relações individuais dos membros e os eventos públicos da comunidade. </li></ul>
  11. 11. Factores críticos - Comunidade viva <ul><li>v. Centrar no valor O reconhecimento do valor da comunidade é lento e depende das experiências profissionais dos elementos – importância da explicitação do valor. </li></ul><ul><li>vi. Combinar familiaridade e entusiasmo Harmonizar confiança para intervir com pensamento divergente. </li></ul><ul><li>vii. Criar um ritmo para a comunidade Equilíbrio entre o entusiasmo de exposição a muitas ideias e o conforto de uma relação mais íntima. </li></ul><ul><li>(Wenger, 2002) </li></ul>
  12. 12. Motivações e barreiras <ul><li>Responsabilidade de actualização profissional - Meirinhos (2007) </li></ul><ul><li>Uma referência, sempre disponível, sempre consultável </li></ul><ul><li>Uma ferramenta útil na resolução de problemas, facilitada pelo contacto com peritos. </li></ul><ul><li>Principal motivação: a partilha de conhecimento, encarado como um bem público. </li></ul><ul><li>Consciência de que têm algo a dar em prol da comunidade, do bem comum (Ardichvili, 2003; Hew e Hara, 2007). </li></ul>
  13. 13. Motivações e barreiras <ul><li>Falta de confiança, receio de que os conhecimentos não sejam relevantes ou adequados a uma determinada discussão. </li></ul><ul><li>Insegurança quanto aos contributos possíveis numa discussão, no receio de não ser reconhecido e de se expor ao ridículo. </li></ul>
  14. 14. FCS <ul><li>Tecnologia </li></ul><ul><ul><li>Uma comunidade virtual necessita, para funcionar, de uma infraestrutura que inclua ferramentas e equipamentos de comunicação síncrona e assíncrona e dispositivos de organização do seu reportório. </li></ul></ul><ul><ul><li>Quebra da noção de tempo e espaço </li></ul></ul><ul><ul><li>Comunicação escrita: simultaneamente uma vantagem (centra no assunto e desinibidora) e uma desvantagem (não tem dicas verbais ou corporais) </li></ul></ul>
  15. 15. FCS <ul><li>&quot;Collective trust is a crucial element of virtual team functioning&quot; (Gibson, 2003) </li></ul>Gibson e Manuel (2003) Carrol (2003)  confiança pessoal confiança institucional Campbell e Uys (2007)  confiança é factor essencial para sucesso de CoP <ul><li>Confiança /Comunicação </li></ul>
  16. 16. FCS Miranda (2008)  o papel do líder ou moderador é crucial para a manutenção no tempo ou sustentabilidade da CoP, sobretudo em ambiente virtual, no qual é essencial a promoção das interacções sociais Hew e Hara (2007)  principais barreiras  falta de tempo ; falta de conhecimentos dos professores <ul><li>Tempo </li></ul><ul><li>Liderança </li></ul>
  17. 17. FCS Brown & Duguid (2002)  fazer parte ≠ pertencer a  participação activa favorece a aprendizagem Andrews e Schwarz (2002)  momentos de socialização são importantes , principalmente numa fase inicial da comunidade  a confiança e as relações pessoais desenvolvem-se com maior facilidade <ul><li>Socialização </li></ul><ul><li>Sentido de pertença </li></ul>Hew e Hara (2007)  fortalecimento de vínculos sociais conduzem a uma maior probabilidade de partilha de conhecimento Sentido de comunidade (Wegerif, 1998) <ul><li>Entendimento comum </li></ul>(Campbell e Uys, 2007)
  18. 18. Conclusões <ul><li>Comunidades em contexto de formação formal </li></ul><ul><ul><ul><li>Motivação associada ao eventual reconhecimento das suas competências </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Uma certa obrigatoriedade na sua participação </li></ul></ul></ul><ul><li>Comunidade de iniciativa de um conjunto de professores </li></ul><ul><ul><ul><li>O tempo disponível pode ser uma barreira. </li></ul></ul></ul><ul><li>Motivações : </li></ul><ul><li>Aprendizagem contextualizada pela prática e em partilha com os seus pares </li></ul><ul><li>Perspectiva egoísta do seu próprio desenvolvimento </li></ul><ul><li>Perspectiva altruísta de contributo para o desenvolvimento dos seus pares </li></ul>
  19. 19. Conclusões <ul><li>Referências aos recursos são quase inexistentes </li></ul><ul><ul><li>Alusões à consulta da informação existente - partilha de experiências entre pares e contributos de especialistas, interpretação compatível com Wenger - abrir o diálogo entre as perspectivas internas e externas. </li></ul></ul><ul><li>&quot;Centrar no valor&quot; e &quot;Combinar entusiasmo com familiaridade&quot; não são referidos </li></ul><ul><ul><li>Tempo de vida das comunidades? </li></ul></ul><ul><ul><li>Contexto de formação subjacente? Valor e uma durabilidade assumidos a priori </li></ul></ul><ul><li>A importância do papel desempenhado pela coordenação e o sentido de pertença parecem consensuais. </li></ul>
  20. 20. Conclusões <ul><li>Competências tecnológicas dos professores </li></ul><ul><li>Parece não ser consensual o que acontece quando deixa de ser uma barreira ao acesso e à partilha de informação. </li></ul><ul><li>Campbel e UyS (2007) concluem que, quando deixam de ser uma barreira e passam a ser um factor que contribui para o sucesso no envolvimento na comunidade. </li></ul><ul><li>Por outro lado, Yuen (2004) conclui que, se os professores dominam bem as tecnologias, tal não significa que sejam participativos na comunidade. </li></ul>
  21. 21. Conclusões <ul><li>Parece-nos possível inferir </li></ul><ul><li>Ultrapassada uma barreira, ela não se transforma num factor de sucesso, mas possibilita uma maior participação na comunidade, se não existirem outras barreiras. </li></ul><ul><li>Uma motivação pode contribuir para derrubar barreiras de índole tecnológica ou pessoal. </li></ul><ul><li>Os FCS estão interligados entre si de forma a que se torna difícil estabelecer uma separação estanque. </li></ul>
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