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4 – A Motivação <ul><li>As pessoas são diferentes no que toca à motivação: </li></ul><ul><li>As necessidades variam de ind...
4 – A Motivação <ul><li>Apesar de todas as diferenças apontadas, o processo que dinamiza o comportamento é mais ou menos s...
4 – A Motivação <ul><li>O ciclo motivacional: </li></ul><ul><li>Necessidade : É uma força dinâmica e persistente que provo...
4 – A Motivação <ul><li>No ciclo motivacional a necessidade pode ser: </li></ul><ul><li>Satisfeita: Se a necessidade for s...
4 – A Motivação <ul><li>A Hierarquia das necessidades segundo Maslow </li></ul><ul><li>Esta teoria baseia-se na hierarquia...
4 – A Motivação <ul><li>Necessidades Fisiológicas : Constituem o nível mais baixo de todas as necessidades humanas. São as...
4 – A Motivação <ul><li>Linhas gerais da teoria de Maslow </li></ul><ul><li>Uma necessidade satisfeita não é motivadora de...
4 – A Motivação <ul><li>A teoria dos dois factores de Herzberg </li></ul><ul><li>Herzberg alicerça a sua teoria no ambient...
4 – A Motivação <ul><li>Factores higiénicos : Correspondem à perspectiva ambiental. São os factores tradicionalmente utili...
4 – A Motivação <ul><li>Resumo da teoria dos Factores </li></ul><ul><li>A satisfação no cargo é função do conteúdo ou acti...
4 – A Motivação <ul><li>Conclusões (Teoria dos Factores) </li></ul><ul><li>Para introduzir maior dose de motivação no trab...
4 – A Motivação <ul><li>O Modelo contingencial de motivação de Vroom </li></ul><ul><li>Segundo Vroom, existem três forças ...
4 – A Motivação <ul><li>O individuo percebe as consequências de cada alternativa de comportamento como resultados represen...
4 – A Motivação <ul><li>Tarefa a realizar pelos alunos: </li></ul><ul><li>Apresentação de casos práticos sobre:  </li></ul...
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Capitulo iv a motivação

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  • Curso de Gestão de Empresas ESTIG - 2005/2006
  • Capitulo iv a motivação

    1. 1. 4 – A Motivação <ul><li>A complexa natureza do Homem </li></ul><ul><li>O comportamento das pessoas numa organização é complexo, depende de factores internos e externos: </li></ul><ul><li>Factores internos: Dependem das suas características de personalidade, como capacidade de aprendizagem, de motivação, de percepção do ambiente interno e externo, de atitudes, de emoções, de valores, etc. </li></ul><ul><li>Factores externos: Dependem das características organizacionais, como sistemas de recompensas e punições, de factores sociais, de políticas, de coesão grupal existente, etc. </li></ul><ul><li>São exemplos de factores externos: Pressões do chefe, influências dos colegas de trabalho, mudanças na tecnologia utilizada, condições ambientais físicas. </li></ul>Recursos Humanos I CC/ESTIG - 2005/2006
    2. 2. 4 – A Motivação <ul><li>As pessoas são diferentes no que toca à motivação: </li></ul><ul><li>As necessidades variam de individuo para individuo; </li></ul><ul><li>Os valores sociais também são diferentes; </li></ul><ul><li>As capacidades para atingir objectivos, também diferem; </li></ul><ul><li>Os objectivos são distintos de pessoa para pessoa; </li></ul><ul><li>As necessidade, os valores e as capacidades variam no mesmo individuo conforme o tempo. </li></ul>Recursos Humanos I CC/ESTIG - 2005/2006
    3. 3. 4 – A Motivação <ul><li>Apesar de todas as diferenças apontadas, o processo que dinamiza o comportamento é mais ou menos semelhante para todas as pessoas. </li></ul><ul><li>O comportamento é causado por estímulos internos e externos. </li></ul><ul><li>O comportamento não é causal ou aleatório, mas sim, orientado para um objectivo. </li></ul><ul><li>Em qualquer comportamento existe sempre um impulso, um desejo, uma necessidade que representam os motivos do comportamento. </li></ul>Recursos Humanos I CC/ESTIG - 2005/2006
    4. 4. 4 – A Motivação <ul><li>O ciclo motivacional: </li></ul><ul><li>Necessidade : É uma força dinâmica e persistente que provoca o comportamento. </li></ul><ul><li>A necessidade rompe com o estado de equilíbrio do organismo, causando um estado de tensão , insatisfação desconforto e desequilíbrio. </li></ul><ul><li>Esse estado leva o individuo a um comportamento , ou acção, capaz de descarregar a tensão ou de livra-lo do desconforto e do desequilíbrio. </li></ul><ul><li>Se o comportamento for eficaz, o individuo encontrará a satisfação da necessidade. </li></ul><ul><li>O Organismo volta ao estado de equilíbrio anterior. </li></ul>Recursos Humanos I CC/ESTIG - 2005/2006
    5. 5. 4 – A Motivação <ul><li>No ciclo motivacional a necessidade pode ser: </li></ul><ul><li>Satisfeita: Se a necessidade for satisfeita, deixa de ser motivadora de comportamento, já que não causa tensão ou desconforto. </li></ul><ul><li>Frustrada: Neste caso a tensão provocada pelo surgimento da necessidade encontra uma barreira ou um obstáculo, provocando agressividade, descontentamento, tensão emocional, apatia, indiferença. </li></ul><ul><li>Compensada: Acontece quando a satisfação de uma outra necessidade reduz a intensidade de uma necessidade que não pode ser satisfeita. </li></ul>Recursos Humanos I CC/ESTIG - 2005/2006
    6. 6. 4 – A Motivação <ul><li>A Hierarquia das necessidades segundo Maslow </li></ul><ul><li>Esta teoria baseia-se na hierarquia das necessidades. Segundo Maslow, as necessidades humanas estão arrumadas numa pirâmide de importância e de influencia do comportamento humano. Na base da pirâmide estão as necessidades mais baixas e recorrentes, as chamadas necessidades primárias, enquanto que no topo se encontram as mais sofisticadas e intelectuais, as necessidades secundárias. </li></ul>Recursos Humanos I CC/ESTIG - 2005/2006
    7. 7. 4 – A Motivação <ul><li>Necessidades Fisiológicas : Constituem o nível mais baixo de todas as necessidades humanas. São as necessidades inatas, como necessidade de alimentação, de sono e repouso, de abrigo, etc. São as necessidades relacionadas com a própria subsistência e existência do individuo. </li></ul><ul><li>Necessidades de Segurança : Surgem no comportamento humano quando as necessidades fisiológicas estão relativamente satisfeitas. </li></ul><ul><li>Necessidades Sociais : São as necessidades de associação de participação, de aceitação por parte dos colegas, de troca de amizade, de afecto e de amor. Surgem no comportamento humano quando as necessidades fisiológicas e de segurança estão satisfeitas. </li></ul><ul><li>Necessidades de estima : Envolvem a auto-apreciação, a autoconfiança, a necessidade de aprovação social, de reconhecimento social, etc. A sua frustração pode levar a sentimentos de inferioridade, fraqueza, dependência, os quais por sua vez podem levar ao desanimo e a actividades compensatórias. </li></ul><ul><li>Necessidades de auto-realização : São as necessidades humanas mais elevadas e que se encontram no topo da hierarquia. São as necessidades que levam cada pessoa a tentar ser mais do que é. Estas necessidades estão relacionadas com autonomia, independência autocontrole, competência, da utilização plena dos talentos individuais. </li></ul>Recursos Humanos I CC/ESTIG - 2005/2006
    8. 8. 4 – A Motivação <ul><li>Linhas gerais da teoria de Maslow </li></ul><ul><li>Uma necessidade satisfeita não é motivadora de comportamento. </li></ul><ul><li>Até uma certa idade o comportamento do individuo apenas é dirigido para a satisfação das necessidades fisiológicas. </li></ul><ul><li>A partir de uma certa idade o individuo ingressa numa trajectória de aprendizagem de novos padrões de necessidades. </li></ul><ul><li>à medida que o individuo controla as necessidades fisiológicas e de segurança, surgem as necessidades mais elevadas: Sociais, de estima e de auto-realização. Nem todos os indivíduos conseguem chegar ao nível de das necessidades de auto-realização, ou mesmo ao nível das necessidades de estima. É uma conquista individual. </li></ul><ul><li>As necessidades mais baixas requerem um ciclo motivacional relativamente rápido, enquanto as necessidades mais elevadas requerem um ciclo motivacional extremamente longo. A privação de uma necessidade mais baixa faz com que as energias do indivíduo se desviem para a luta pela sua satisfação. </li></ul>Recursos Humanos I CC/ESTIG - 2005/2006
    9. 9. 4 – A Motivação <ul><li>A teoria dos dois factores de Herzberg </li></ul><ul><li>Herzberg alicerça a sua teoria no ambiente externo e no trabalho do individuo. </li></ul><ul><li>Para Herzberg, a motivação das pessoas depende de dois factores: </li></ul><ul><li>Factores higiénicos </li></ul><ul><li>Factores motivacionais </li></ul>Recursos Humanos I CC/ESTIG - 2005/2006
    10. 10. 4 – A Motivação <ul><li>Factores higiénicos : Correspondem à perspectiva ambiental. São os factores tradicionalmente utilizados pelas organizações para obter motivação dos empregados. Quando estes factores são bons, apenas evitam a insatisfação. Porem, quando são precários, provocam insatisfação. Incluem: </li></ul><ul><li>Condições de trabalho e conforto </li></ul><ul><li>Politicas da organização e administração </li></ul><ul><li>Relações com o supervisor </li></ul><ul><li>Competência técnica do supervisor </li></ul><ul><li>Salários </li></ul><ul><li>Segurança no cargo </li></ul><ul><li>Relações com os colegas </li></ul><ul><li>Factores motivacionais : Referem-se ao conteúdo do cargo, às tarefas e aos deveres relacionados com o cargo em si. Produzem efeito duradouro de satisfação e de aumento da produtividade em níveis de excelência. Incluem: </li></ul><ul><li>Delegação de responsabilidade </li></ul><ul><li>Liberdade de decidir como executar o trabalho </li></ul><ul><li>Uso pleno das habilidades pessoais </li></ul><ul><li>Promoção </li></ul><ul><li>Estabelecimento de objectivos e avaliação relacionada com eles </li></ul><ul><li>Simplificação do cargo (pelo próprio) </li></ul><ul><li>Ampliação do cargo (horizontal ou vertical) </li></ul>Recursos Humanos I CC/ESTIG - 2005/2006
    11. 11. 4 – A Motivação <ul><li>Resumo da teoria dos Factores </li></ul><ul><li>A satisfação no cargo é função do conteúdo ou actividades estimulantes: Factores motivadores. </li></ul><ul><li>A insatisfação no cargo é função do ambiente, da supervisão, dos colegas e do contexto geral do cargo: Factores higiénicos. </li></ul>Recursos Humanos I CC/ESTIG - 2005/2006
    12. 12. 4 – A Motivação <ul><li>Conclusões (Teoria dos Factores) </li></ul><ul><li>Para introduzir maior dose de motivação no trabalho, Herzberg propõe o enriquecimento de tarefas, que consiste ampliar a responsabilidade, os objectivos e o desafio das tarefas do cargo. </li></ul><ul><li>As abordagens de Maslow e Herzberg apresentam alguns pontos de concordância. </li></ul>Recursos Humanos I CC/ESTIG - 2005/2006
    13. 13. 4 – A Motivação <ul><li>O Modelo contingencial de motivação de Vroom </li></ul><ul><li>Segundo Vroom, existem três forças que podem provocar o desejo de aumentar a produtividade, num individuo: </li></ul><ul><li>Objectivos Pessoais do individuo: Podem incluir dinheiro, segurança no cargo, aceitação social, etc. </li></ul><ul><li>Relação percebida entre satisfação dos objectivos e alta produtividade. </li></ul><ul><li>Percepção da sua capacidade de influenciar a sua produtividade. </li></ul>Recursos Humanos I CC/ESTIG - 2005/2006
    14. 14. 4 – A Motivação <ul><li>O individuo percebe as consequências de cada alternativa de comportamento como resultados representando uma cadeia de relações entre meios e fins. Assim, quando o individuo procura um resultado intermediário (produtividade elevada), está tentando atingir meios para alcançar resultados finais (dinheiro, benefícios sociais, apoio do supervisor, promoção ou aceitação no grupo) </li></ul><ul><li>A teoria de Vroom é denominada Modelo Contingencial de Motivação, porque enfatiza as diferenças entre as pessoas e os cargos. O nível de motivação de uma pessoa é contingente sob duas forças que actuam numa situação de trabalho: As diferenças individuais e as maneiras de as operacionalizar. A teoria de Vroom é uma teoria da motivação e não do comportamento. </li></ul>Recursos Humanos I CC/ESTIG - 2005/2006
    15. 15. 4 – A Motivação <ul><li>Tarefa a realizar pelos alunos: </li></ul><ul><li>Apresentação de casos práticos sobre: </li></ul><ul><li>” Aplicação das Teorias à Gestão de Recursos Humanos” </li></ul>Recursos Humanos I CC/ESTIG - 2005/2006
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