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Jorge Amado 4

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apresentação biobibliográfica de autor (série autores lusófonos - 4); autor do mês; biblioteca escolar Afonso de Paiva

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  • 1. Jorge Amado 1912-2001 Salvador
  • 2. O Capitão Jorge “Não escrevi meu primeiro livro pensando em ficar famoso, escrevi pela necessidade de expressar o que sentia.”
  • 3. O Capitão Jorge • Um dos maiores contadores de histórias que o Brasil já conheceu, dono de uma obra como nenhuma outra no Brasil, o autor de Gabriela cravo e canela e de muitos outros títulos que atravessaram o oceano e continentes, tornandose bem conhecidos entre os portugueses pelas inúmeras novelas que a TV Globo produziu e que por cá passaram
  • 4. O Capitão Jorge • Como o Capitão que sempre viajou muito, também as suas histórias romperam pelo mundo, divulgando além-mar as imagens de um país exótico, místico e mestiço, povoado de quengas, vagabundos e coronéis, com memórias, lembranças, emoções e sentimentos que ajudaram a mostrar retratos do Brasil ao próprio Brasil, com personagens fortes e inesquecíveis.
  • 5. O Capitão Jorge “Nós não somos isso ou aquilo, nós somos tudo: branco, negro, índio. É isto que faz a nossa singularidade e nos dá uma importância real.”
  • 6. Biografia (resumida) • Jorge Amado nasceu a 10 de agosto de 1912, na fazenda Auricídia, no município de Itabuna, no Estado da Bahia, Brasil. • Passou a infância dividido entre a cidade natal e Salvador. Viveu livre e misturado com o povo da Bahia nos seus anos de adolescência, adquirindo então um conhecimento da vida popular que iria marcar profundamente a sua obra de romancista. Frequentou a Faculdade de Direito, do Rio de Janeiro. Em 1932, levado por Rachel Queiroz, frequenta grupos políticos de esquerda e filia-se no Partido Comunista Brasileiro (PCB).
  • 7. Biografia (resumida) • Em 1935, forma-se em Direito, mas passa a sofrer perseguições políticas, que o levam a exilar-se temporariamente (1941-42). Em 1936 e 1937, conhece as agruras da prisão política. Em 1946, com a redemocratização, elege-se deputado pelo PCB, mas, no ano seguinte, tem o seu mandato suspenso em consequência de ilegalidade do partido. • Foi membro da Academia Brasileira de Letras a 6 de abril de 1961, assim como membro de outras Academias de Letras e de Ciências no Brasil.
  • 8. Biografia (resumida) • Casou em 1945 com a escritora Zélia Gattai, com quem teve dois filhos: João Jorge Amado, nascido no Rio de Janeiro, em 1947 e Paloma Amado Costa, nascida em Praga, em 1951.
  • 9. Prémios (resumo) • • • • • • • • • • Stalin da Paz (União Soviética, 1951) Latinidade (França, 1971) Nonino (Itália, 1982) Dimitrov (Bulgária, 1989) Pablo Neruda (Rússia, 1989) Etruria de Literatura (Itália, 1989) Cino Del Duca (França, 1990) Mediterrâneo (Itália, 1990) Vitaliano Brancatti (Itália, 1995) Luís de Camões (Brasil, Portugal, 1995) • Jabuti (Brasil, 1959, 1995) • Ministério da Cultura (Brasil, 1997)
  • 10. Bibliografia (resumida) • A sua escrita começa muito cedo. Aos 14 anos, começou a trabalhar em jornais e a participar na vida literária, sendo um dos fundadores da Academia dos Rebeldes, grupo que desempenhou um papel importante na renovação das letras baianas. • A obra literária de Jorge Amado conheceu inúmeras adaptações para cinema, teatro e televisão e os seus livros foram traduzidos para 49 idiomas, existindo também exemplares em braile e em formato de audiolivro.
  • 11. Bibliografia (resumida) • • • • • • • • • • O país do Carnaval, 1931 Cacau, 1933 Mar morto, 1936 Capitães da areia, 1937 Seara Vermelha, 1946 O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá, 1948 Gabriela, cravo e canela, 1958 Dona Flor e seus dois maridos, 1966 Tieta do Agreste, 1977 O milagre dos pássaros, 1997
  • 12. O país do Carnaval, 1931 • O primeiro romance de Jorge Amado, com apenas 19 anos. • O livro faz uma crítica à imagem festiva e contraditória do Brasil, a partir do olhar da personagem Paulo Rigger, que mantém uma relação de desconfiança com o Brasil do Carnaval, acreditando que a festa popular mantém o povo alienado.
  • 13. Cacau, 1933 • As condições de trabalho nas plantações de cacau são o foco central deste livro que se esgotou num mês. • Numa narrativa biográfica, marcada pela juventude do autor, o romance conquista pela combinação de crítica social, num retrato de uma época e de um lugar.
  • 14. Mar morto, 1936 • Neste ano, Jorge Amado sofre a sua primeira prisão, por motivos políticos, acusado de participar na “Intentona Comunista”. • Publica “Mar morto” que recebe o Prémio Graça Aranha da Academia Brasileira de Letras. • O romance foi adaptado para novela de rádio na Rádio Nacional do Rio de Janeiro.
  • 15. Capitães da areia, 1937
  • 16. Capitães da areia, 1937 • Após o golpe de Vargas, Jorge Amado, é preso (por um ano) e os seus livros, considerados subversivos, são queimados em plena Salvador por determinação da Sexta Região Militar. (segundo as atas militares, foram queimados 1.694 exemplares dos títulos: “O país do Carnaval”; “Cacau”; “Suor”; “Jubiabá”; “Mar morto” e “Capitães da areia”). • A 1ª adaptação cinematográfica desta obra, em Salvador no ano de 1969, foi feita pelo cineasta americano Hall Bartlett e foi lançado a 1971 sob o título “The sandpits generals”. Em 2011 foi realizado o último filme, por Cecília Amado, por ocasião dos 100 anos do escritor. • “Os capitães da Areia” – Pedro Bala, Professor, Gato, Sem-pernas, Boa Vida e Dora – são personagens que o escritor baiano um dia criou para habitarem eternamente na memória dos seus leitores. Abandonados pelas suas famílias, eles são obrigados a lutar para sobreviver nas ruas de Salvador. Uma história imortal na literatura mundial que nos emociona e inspira.
  • 17. O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá, 1948 • Para comemorar o primeiro aniversário do filho, escreve esta história. • Por esta altura e em exílio voluntário, viaja pela Europa e União Soviética.
  • 18. O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá, 1948 “A história de amor do Gato Malhado e da Andorinha Sinhá eu a escrevi em 1948, em Paris, onde então residia com minha mulher e meu filho João Jorge, quando este completou um ano de idade, presente de aniversário; para que um dia ele a lesse. Colocado junto aos pertences da crinça, o texto se perdeu e, somente em 1976, João, bulindo em velhos guardados, o reencontrou, dele tomando finalmente conhecimento. Nunca pensei em publicá-lo. Mas tendo sido dado a ler a Carybé por João Jorge, o mestre baiano, por gosto e amizade, sobre as páginas datilografadas desenhou as mais belas ilustrações, tão belas que todos as desejam adimirar. Diante do que, não tive mais condições para recusar-me à puclicação por tantos reclamada: se o texto não paga a pena, em troca não tem preço que possa pagar as aquarelas de Carybé. O texto é editado como o escrevi em Paris, há quase trinta anos. Se fosse bulir nele, teria de reestruturá-lo por completo, fazendo-o perder sua única qualidade: a de ter sido escrito simplesmente pelo prazer de escrevê-lo, sem nenhuma obrigação de público e de editor”. Londres, agosto de 1976 Jorge Amado (2002). O gato Malhado e a andorinha Sinhá: uma história de amor. 40. ed., Rio de Janeiro: Record. .
  • 19. Gabriela, cravo e canela, 1958 • O livro, publicado em agosto, esgota 20,000 exemplares em apenas 2 semanas. • Sai o disco “Canto de amor à Bahia e quatro acalantos de Gabriela, cravo e canela”, trazendo leituras de Jorge Amado e música de Dorival Caymmi. • Em 1975 a Rede Globo produziu a novela baseada no livro e em 1983 é realizado o primeiro filme.
  • 20. Gabriela, cravo e canela, 1958 Gabriela Cravo E Canela (Letra) Quando eu vim para esse mundo Eu não atinava em nada Hoje eu sou Gabriela Gabriela ê meus camarada Eu nasci assim, eu cresci assim e sou mesmo assim Vou ser sempre assim Gabriela, sempre Gabriela Quem me batizou quem me nomeou Pouco me importou é assim que eu sou Gabriela, sempre Gabriela (Voz: Gal Costa)
  • 21. Dona Flor e seus dois maridos, 1966 • A história é dividida em 5 partes, (cada uma aberta por uma lição de culinária de D. Flor, que é professora desta arte, com exceção da quarta parte ) e um intervalo. • O romance é uma história real da década de 30 na Bahia, de uma senhora que enquanto jovem, casara com um boémio senhor, mulherengo e jogador que é morto logo depois do casamento. A viúva, na vida real, conta a sua história ao amigo Jorge Amado que em ficção resolve os dramas desta mulher. • Bruno Barreto realiza o primeiro filme baseado nesta obra em 1976.
  • 22. O adeus a Jorge Amado, 2001 • Com cada vez mais isolado devido a problemas de saúde, celebra em agosto de 2000, 88 anos de vida, embora privado do que muito gostava: ler e comer. É internado em junho de 2001 com vários problemas, acabando por falecer a 6 de agosto de 2001. Foi cremado conforme o seu desejo, e as suas cinzas foram enterradas no jardim de sua residência, no dia em que completaria 89 anos. A sua morte é destacada em jornais de todo o mundo. • Por ocasião dos 100 anos do autor (1912-2012), muitos são os eventos, exposições e demais acontecimentos no Brasil, em torno desta figura épica do país.
  • 23. O Capitão Jorge “O mundo só vai prestar para nele se viver, no dia em que a gente ver um gato maltês casar com uma alegre andorinha, saindo os dois a voar, o noivo e sua noivinha, Dom Gato e Dona Andorinha.”
  • 24. Referências: 1. http://www.fundacaojorgeamado.com.br/jorge_biografia.ht m 2. http://www.jorgeamado.com.br/obra.php3?codigo=12615 3. http://www.memoriaglobo.com 4. http://www.slideshare.net/clauheloisa/jorge-amado12917024 5. http://www.slideshare.net/Jamlsantos/jorge-amado9674366
  • 25. Série Autores Lusófonos 1. Mia Couto 2. José Eduardo Agualusa 3. Ondjaki 4. Jorge Amado A professora bibliotecária, Carla Nunes Ano letivo 2013/2014

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