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    Oliveira de azeméis Oliveira de azeméis Presentation Transcript

    •  Distrito : Aveiro Concelho : Oliveira de Azeméis Freguesia : Santiago de Riba-Ul Localização Geográfica : Oliveira de Azeméis fica situado na Grande Área Metropolitana do Porto, região Norte e NUTIII Entre Douro e Vouga, a cerca de 208 metros de altitude Oliveira de Azeméis é uma cidade Tipos de construções de Oliveira de azeméis: Piscinas municipais – Centro de formação Ápio Assunção -
    •  Parque de La salete – Câmara Municipal -
    •  Origem da Povoação : Oliveira de Azeméis foi elevada a cidade em 16 de maio de 1984. Narrativas de tradição popular : São várias as festas e romarias de carácter religioso celebradas neste concelho Começando pela própria cidade de Oliveira de Azeméis temos as festas em honra de Nossa Senhora de La-Salette, na segunda semana do mês de Agosto. Nas freguesias temos em Carregosa a festa do Mártir S. Sebastião, em Janeiro, a festa de Nossa Senhora da Ribeira, em Agosto, as Festas de Santo António, a de Nossa Senhora de Lurdes no dia 1 de Agosto e a festa de S. Miguel que se efectua no mês de Setembro. Em Cesar, a festa de S. Pedro no primeiro domingo de Julho. Chegando a Fajões temos a festa de Nossa Senhora da Ribeira, a de S. Martinho e a de S. Marcos. As festas em honra de Nossa Senhora da Alumieira animam a freguesia de Loureiro na segunda-feira de Páscoa. Em Macinhata da Seixa são celebrados o Santo António e o Santo André. Em Madaíl o S. Mateus na segunda semana de Setembro. (entre outros ... )
    • Acontecimentos Históricos : Terminada a guerra civil entre liberais e absolutistas, o país sofreu uma reorganização administrativa. As vereações passaram a sereleitas pelos munícipes - que reunissem as condições para podervotar - sendo o Presidente escolhido, através de voto secreto, pelosvereadores eleitos.As sucessivas vereações procuraram melhorar as acessibilidades doConcelho e as condições de vida, com a construção e reparação decondutas de água e fontanários, de cemitérios, de um hospital e deedifícios escolares.Datam desta época, por oferta de beneméritos, a instalação doPrimeiro sistema de abastecimento de água canalizada e deiluminação pública da vila.Situações excepcionais, como as cheias de 1879, reflectiram-se naactividade municipal, com a Câmara tentar minorar os estragos eacudir às carências da população.Feríado Municipal : Segunda 2ª Feira de Agosto.
    •  Ruas de Oliveira de Azeméis : Rua 12 de Dezembro Rua 16 de Maio Rua 25 de Abril Rua 5 de Janeiro Rua Actor Alfredo Ferreira da Silva (Santiago de Riba - Ul) Rua Adelino da Costa (Nova) Rua Adeolato de Carvalho Rua Alberto Fernandes Coelho Rua Albílio Correia Oliveira Campos Rua Alexandre Ferreira da Costa (Gaio) Rua Alfredo Andrade Rua Alípio Brandão Rua Amândio Pereira Lucas Rua António Alegria Rua António Bernardo Rua António da Silva Novo Rua António da Silva Tavares (Santeiro) Rua António Ferreira Resende (Carreto) (entre outros...)
    •  Estátuas : Menino da pilinha Monumento aos Mortos da Grande Guerra
    •  Instituições : Associação de Melhoramentos Pró-Outeiro Associação de Solidariedade Social Pequeno Conde ATL 3 Níveis ATL de Macieira de Sarnes Centro de Apoio Familiar Pinto Carvalho
    •  Os mais antigos monumentos de Oliveira de Azeméis são : Os castros de Ul e de Ossela Monumentos Romanos como o Marco Miliário.
    •  As crenças/lendas mais conhecidas dizem respeito ao Santuário de La-Salette. Reza a história, e de acordo com o transcrito por António César Guedes (1985, p 3-52) que em Oliveira de Azeméis tudo começou em 1870 quando um Verão escaldante, como não havia memória, trazia as populações aterrorizadas. As nascentes secas, o solo empedernido, as plantas e as frutas definhadas; Tal era o panorama nesse mês de Julho que fazia prever a breve trecho o aspecto da fome e da miséria. Rezavam-se preces em todos os templos da região. Perante este quadro horrível, o Abade da Paróquia de Oliveira de Azeméis, Padre João José Correia dos Santos, organizou a cinco do mês de Julho uma procissão de penitência levando o Santo Cristo até ao Monte de Crasto, junto ao velho Cruzeiro, que recordava a última "estação" do remoto Calvário. Aí, numa breve alocução, sugeriu a ideia de nesse mesmo local se construir uma capelinha em honra de Nossa Senhora da La-Salette. Segundo reza a tradição, muitos dos peregrinos antes de chegarem às suas casas foram apanhados por uma chuva copiosa que pôs termo a tão horrível seca. Logo se procurou dar cumprimento ao voto feito pelo Abade em momento tão angustioso. Em 6 de Janeiro de 1871 lançava-se a primeira pedra para a Capela. A sua construção arrastou-se por vários anos e só foi concluída em 1880 graças aos esforços de uma comissão presidida por Bernardo José da Costa Bastos. A imagem de Nossa Senhora de La-Salette, que havia sido esculpida no Porto, na oficina de Manuel Soares Oliveira, já desde 19 de Setembro de 1875, encontrava-se exposta na Igreja Matriz, esperando pela conclusão da sua capela. Assim, no dia 19 de Setembro de 1880, foi intronizada a Imagem e inaugurada a capela, dando lugar a grandes festejos que atraíram a Oliveira de Azeméis um número impressionante de peregrinos calculado em 15 a 20 mil pessoas. Admitindo um certo exagero dos cronistas da época, o certo é que os festejos atingiram um brilho invulgar. Já na véspera, às 17 horas, o clero e a Comissão Promotora com a Filarmónica de Santiago de Riba-Ul e numerosos fiéis, procederam à bênção da nova capela. E toda a noite se trabalhou para preparar a grande procissão do dia seguinte. Desde a Igreja à capela todo o trajecto apresentava-se com bandeiras, galhardetes, arcos, verdes e muito mais.
    •  Quando a Comissão Patriótica Oliveirense, em 1909, meteu mãos à obra para transformar num parque o árido e inóspito Monte dos Crastos, tomou também conta da capelinha que aí existia desde 1880 consagrada à Nossa Senhora da La-Salette. Em local tão isolado era preciso alguém que tomasse conta da capela e a abrisse quando necessário. A escolha da Comissão Patriótica recaiu num habitante do lugar de Cidacos conhecido pelo "Tio Martinho", homem honesto e cumpridor. Mas o "Tio Martinho" passou a andar preocupado: os roubos sucediam-se e não se descubram os culpados. E atingiu o máximo de falta de respeito e heresia quando roubaram um valioso anel, levando-o com o dedo mínimo da mão direita que partiram a Nossa Senhora. Assim, o "Tio Martinho", apesar de muito cansado, não pôs qualquer dificuldade quando a Comissão lhe pediu para ficar de guarda à capela durante a noite após as festas, dado que havia objectos de culto de valor que tinham servido nas festas, além da caixa de esmolas. Muniu-se de uma espingarda caçadeira que lhe emprestaram e preparou-se para passar a noite tomando as devidas precauções. Passado pouco tempo, acordou com um barulho na capela, mas do sítio onde estava (escadas que davam acesso ao pequeno côro), não via nem era visto. Pegou na arma e, espreitando, viu um vulto junto ao altar. Não esperou por mais nada: Meteu a arma à cara e disparou. Apesar da pequena distância a que disparou (a capela era pequenina), o vulto continuou de pé. O "Tio Martinho", que tinha outro cartucho na arma, aproximou- se intimando o intruso a manter-se quieto. E assim o manteve sob vigilância até o dia clarear. Nesta altura fechou-o bem na Sacristia e saindo cá fora começou a tocar o sinete da capela, ao mesmo tempo que gritava por ladrões. Em breve espaço de tempo tinha ocorrido muito povo, e cercando a capela, entraram no seu interior e prenderam o gatuno. Trouxeram-no para a vila e, na cadeia, foram examinados os ferimentos que se limitavam a alguns chumbos que tinham ficado à flor da pele e, caso curioso, o tiro tinha-lhe decepado o dedo mínimo da mão direita. Interrogado, confessou que tinha sido ele que algum tempo antes tinha roubado o anel e partido o dedo mínimo da mão direita da Nossa Senhora. O "Tio Martinho" voltou à capela e junto ao altar encontrou o dedo, ainda ensanguentado do gatuno. Curiosamente, tantos anos passados, e esse mesmo dedo ainda se encontra num frasco com álcool na actual capela. Como é que os chumbos penetraram na pele, cortaram cerce o dedo do gatuno? O mesmo dedo que ele tinha partido a Nossa Senhora. Coincidência? Milagre?!...