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selecionada aleatoriamente.                              TEXTO II                                               D o reconh...
Com base no trecho de Morte e Vida Severina (Texto I)e na análise crítica (Texto II), observa-se que a relaçãoentre o text...
*AMAR25dom9*QUESTÃO 103                                                                             Utilizadas desde a Ant...
*AMAR25dom10*QUESTÃO 106                                                                               As canções de Noel ...
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*AMAR25dom11*QUESTÃO 109                                                                             2 JUD¿WH FRQWHPSRUâne...
Disponível em: http://www.itaucultural.org.br. Acesso em: 27 jul. 2010.                                                   ...
*AMAR25dom12*QUESTÃO 112                                                                        A o desejo do eu lírico de...
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Enem 2011, Linguagens e Matemática, prova e gabarito - Conteúdo vinculado ao blog http://fisicanoenem.blogspot.com/

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Baixado diretamente do sítio oficial do Inep, http://inep.gov.br . Se for usar as questões, cite a fonte. Todo o conteúdo vinculado a este arquivo está descrito, organizado e lincado no nosso blog:
http://fisicanoenem.blogspot.com/

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Enem 2011, Linguagens e Matemática, prova e gabarito - Conteúdo vinculado ao blog http://fisicanoenem.blogspot.com/

  1. 1. EXAME NACIONAL DO ENSINO MÉDIO A COR DO SEU CADERNO DE QUESTÕES É AMARELA. MARQUE-A EM SEU CARTÃO-RESPOSTA 2º DIA CADERNO 5 AMARELO 2011PROVA DE REDAÇÃO E DE LINGUAGENS, CÓDIGOS E SUAS TECNOLOGIAS PROVA DE MATEMÁTICA E SUAS TECNOLOGIAS LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES SEGUINTES1 Este CADERNO DE QUESTÕES contém a Proposta de Redação e 9 No CARTÃO-RESPOSTA, preencha todo o espaço 90 questões numeradas de 91 a 180, dispostas da seguinte maneira: compreendido no círculo correspondente à opção escolhida a. as questões de número 91 a 135 são relativas à área para a resposta. A marcação em mais de uma opção anula a de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias; questão, mesmo que uma das respostas esteja correta. b. as questões de número 136 a 180 são relativas à 10 O tempo disponível para estas provas é de cinco horas e trinta área de Matemática e suas Tecnologias. minutos. ATENÇÃO: as questões de 91 a 95 são relativas à língua estrangeira. Você deverá responder apenas às questões 11 Reserve os 30 minutos finais para marcar seu CARTÃO-RESPOSTA. Os rascunhos e as marcações assinaladas no CADERNO DE relativas à língua estrangeira (inglês ou espanhol) escolhida QUESTÕES não serão considerados na avaliação. no ato de sua inscrição. 12 Somente serão corrigidas as redações transcritas na FOLHA DE2 Confira se o seu CADERNO DE QUESTÕES contém a REDAÇÃO. quantidade de questões e se essas questões estão na ordem mencionada na instrução anterior. Caso o caderno esteja 13 Quando terminar as provas, acene para chamar o aplicador e incompleto, tenha qualquer defeito ou apresente entregue este CADERNO DE QUESTÕES e o CARTÃO- RESPOSTA/FOLHA DE REDAÇÃO. divergência, comunique ao aplicador da sala para que ele tome as providências cabíveis. 14 Você poderá deixar o local de prova somente após decorridas duas horas do início da aplicação e poderá levar seu CADERNO3 Verifique, no CARTÃO-RESPOSTA e na FOLHA DE REDAÇÃO, que DE QUESTÕES ao deixar em definitivo a sala de provas nos se encontra no verso do CARTÃO-RESPOSTA, se os seus dados últimos 30 minutos que antecedem o término da prova. estão registrados corretamente. Caso haja alguma divergência, 15 Você será excluído do exame no caso de: comunique-a imediatamente ao aplicador da sala. a) prestar, em qualquer documento, declaração falsa4 ATENÇÃO: após a conferência, escreva e assine seu nome nos ou inexata; espaços próprios do CARTÃO-RESPOSTA e da FOLHA DE b) agir com incorreção ou descortesia para com REDAÇÃO com caneta esferográfica de tinta preta. qualquer participante ou pessoa envolvida no5 ATENÇÃO: transcreva no espaço apropriado do seu CARTÃO- processo de aplicação das provas; RESPOSTA, com sua caligrafia usual, considerando as letras c) perturbar, de qualquer modo, a ordem no local de maiúsculas e minúsculas, a seguinte frase: aplicação das provas, incorrendo em comportamento indevido durante a realização do Exame; A alma de outrem é outro universo. d) se comunicar, durante as provas, com outro participante verbalmente, por escrito ou por qualquer outra forma;6 Marque no CARTÃO-RESPOSTA, no espaço apropriado, a e) utilizar qualquer tipo de equipamento eletrônico e opção correspondente à cor desta capa. ATENÇÃO: se você de comunicação durante a realização do Exame; assinalar mais de uma opção de cor ou deixar todos os campos f) utilizar ou tentar utilizar meio fraudulento, em em branco, sua prova não será corrigida. benefício próprio ou de terceiros, em qualquer7 Não dobre, não amasse nem rasure o CARTÃO-RESPOSTA, etapa do Exame; pois ele não poderá ser substituído. g) utilizar livros, notas ou impressos durante a realização do Exame;8 Para cada uma das questões objetivas, são apresentadas 5 opções h) se ausentar da sala de provas levando consigo o identificadas com as letras A, B, C, D e E. Apenas uma CADERNO DE QUESTÕES antes do prazo estabelecido responde corretamente à questão. e/ou o CARTÃO-RESPOSTA a qualquer tempo. *AMAR25DOM0*
  2. 2. *AMAR25dom1* PROPOSTA DE REDAÇÃOCom base na leitura dos textos motivadores seguintes e nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação,redija texto dissertativo-argumentativo em norma padrão da língua portuguesa sobre o tema VIVER EM REDE NOSÉCULO XXI: OS LIMITES ENTRE O PÚBLICO E O PRIVADO, apresentando proposta de conscientização socialque respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatospara defesa de seu ponto de vista. /LEHUGDGH VHP ¿R A ONU acaba de declarar o acesso à rede um direito fundamental do ser humano – assim como saúde, moradiae educação. No mundo todo, pessoas começam a abrir seus sinais privados de ZL¿, organizações e governos semobilizam para expandir a rede para espaços públicos e regiões onde ela ainda não chega, com acesso livre e gratuito. ROSA, G.; SANTOS, P. Galileu. Nº 240, jul. 2011 (fragmento). $ LQWHUQHW WHP RXYLGRV H PHPyULD Uma pesquisa da consultoria Forrester Research revela que, nos Estados Unidos, a população já passoumais tempo conectada à internet do que em frente à televisão. Os hábitos estão mudando. No Brasil, as pessoasjá gastam cerca de 20% de seu tempo on-line em redes sociais. A grande maioria dos internautas (72%, deDFRUGR FRP R ,ERSH 0tGLD
  3. 3. SUHWHQGH FULDU DFHVVDU H PDQWHU XP SHU¿O HP UHGH ³)D] SDUWH GD SUySULD VRFLDOL]DomRdo indivíduo do século XXI estar numa rede social. Não estar equivale a não ter uma identidade ou um númerode telefone no passado”, acredita Alessandro Barbosa Lima, CEO da e.Life, empresa de monitoração e análisede mídias. $V UHGHV VRFLDLV VmR yWLPDV SDUD GLVVHPLQDU LGHLDV WRUQDU DOJXpP SRSXODU H WDPEpP DUUXLQDU UHSXWDo}HV 8PGRV PDLRUHV GHVD¿RV GRV XVXiULRV GH LQWHUQHW p VDEHU SRQGHUDU R TXH VH SXEOLFD QHOD (VSHFLDOLVWDV UHFRPHQGDPque não se deve publicar o que não se fala em público, pois a internet é um ambiente social e, ao contrário do quese pensa, a rede não acoberta anonimato, uma vez que mesmo quem se esconde atrás de um pseudônimo podeVHU UDVWUHDGR H LGHQWL¿FDGR $TXHOHV TXH SRU LPSXOVR VH exaltam e cometem gafes podem pagar caro. Disponível em: http://www.terra.com.br. Acesso em: 30 jun. 2011 (adaptado). DAHMER, A. Disponível em: http://malvados.wordpress.com. Acesso em: 30 jun. 2011.INSTRUÇÕES: ‡ 2 UDVFXQKR da redação deve ser feito no espaço apropriado. ‡ 2 WH[WR GH¿QLWLYR deve ser escrito à tinta, na IROKD SUySULD, em até 30 linhas. ‡ $ UHGDomR FRP DWp VHWH
  4. 4. OLQKDV HVFULWDV VHUi FRQVLGHUDGD ³LQVX¿FLHQWH´ H UHFHEHUi QRWD ]HUR ‡ $ UHGDomR TXH IXJLU DR WHPD RX TXH QmR DWHQGHU DR WLSR GLVVHUWDWLYRDUJXPHQWDWLYR receberá nota zero. ‡ $ UHGDomR TXH DSUHVHQWDU FySLD GRV WH[WRV GD 3URSRVWD GH 5HGDomR RX GR DGHUQR GH 4XHVW}HV WHUi R número de linhas copiadas desconsiderado para efeito de correção.LC - 2º dia | Caderno 5 - AMARELO - Página 1
  5. 5. *AMAR25dom2*LINGUAGENS, CÓDIGOS E SUAS TECNOLOGIAS Em relação às pesquisas, a utilização da expressão university graduates evidencia a intenção de informar queQuestões de 91 a 1354XHVW}HV GH D RSomR LQJOrV
  6. 6. A as doenças do coração atacam dez mil pacientes. B as doenças do coração ocorrem na faixa dosQUESTÃO 91 dezesseis anos. C as pesquisas sobre doenças são divulgadas no meio acadêmico. D jovens americanos são alertados dos riscos de doenças do coração. E maior nível de estudo reduz riscos de ataques do coração. QUESTÃO 93 +RZ¶V RXU PRRG For an interesting attempt to measure cause and effect try Mappiness, a project run by the London School of Economics, which offers a phone app that prompts you to record your mood and situation. 7KH 0DSSLQHVV ZHEVLWH VDV ³:H¶UH SDUWLFXODUO LQWHUHVWHG LQ KRZ SHRSOH¶V KDSSLQHVV LV DIIHFWHG E WKHLU GLASBERGEN, R. 7RGD¶V FDUWRRQ. ORFDO HQYLURQPHQW ʊ DLU SROOXWLRQ QRLVH JUHHQ VSDFHV Disponível em: http://www.glasbergen.com. Acesso em: 23 jul. 2010. DQG VR RQ ʊ ZKLFK WKH GDWD IURP 0DSSLQHVV ZLOO EH absolutely great for investigating.”Na fase escolar, é prática comum que os professorespassem atividades extraclasse e marquem uma data :LOO LW ZRUN :LWK HQRXJK SHRSOH LW PLJKW %XW WKHUH DUH RWKHU SUREOHPV :H¶YH EHHQ XVLQJ KDSSLQHVV DQGpara que as mesmas sejam entregues para correção. ZHOOEHLQJ LQWHUFKDQJHDEO ,V WKDW RN 7KH GLIIHUHQFHNo caso da cena da charge, a professora ouve uma FRPHV RXW LQ D VHQWLPHQW OLNH ³:H ZHUH KDSSLHU GXULQJestudante apresentando argumentos para WKH ZDU´ %XW ZDV RXU ZHOOEHLQJ DOVR JUHDWHU WKHQA discutir sobre o conteúdo do seu trabalho já entregue. LVSRQtYHO HP KWWSZZZEEFFRXN $FHVVR HP MXQ DGDSWDGR
  7. 7. B HORJLDU R WHPD SURSRVWR SDUD R UHODWyULR VROLFLWDGRC VXJHULU WHPDV SDUD QRYDV SHVTXLVDV H UHODWyULRV O projeto Mappiness, idealizado pela London School ofD reclamar do curto prazo para entrega do trabalho. Economics, ocupa-se do tema relacionadoE FRQYHQFHU GH TXH IH] R UHODWyULR VROLFLWDGo. A ao nível de felicidade das pessoas em tempos de guerra.QUESTÃO 92 B j GL¿FXOGDGH GH PHGLU R QtYHO GH IHOLFLGDGH GDV *RLQJ WR XQLYHUVLW VHHPV WR UHGXFH WKH ULVN RI pessoas a partir de seu humor.dying from coronary heart disease. An American study C ao nível de felicidade das pessoas enquanto falamthat involved 10 000 patients from around the world has ao celular com seus familiares.found that people who leave school before the age of 16 D à relação entre o nível de felicidade das pessoas e oDUH ¿YH WLPHV PRUH OLNHO WR VXIIHU D KHDUW DWWDFN DQG GLH ambiente no qual se encontram.than university graduates. E j LQÀXrQFLD GDV LPDJHQV JUD¿WDGDV SHODV UXDV QR :RUOG 5HSRUW 1HZV 0DJD]LQH 6SHDN 8S. Ano XIV, nº 170. Editora Camelot, 2001. aumento do nível de felicidade das pessoas. LC - 2º dia | Caderno 5 - AMARELO - Página 2
  8. 8. *AMAR25dom3*QUESTÃO 94 WarUntil the philosophy which holds one race superior :DU LQ WKH HDVW ZDU LQ WKH ZHVWAnd another inferior :DU XS QRUWK ZDU GRZQ VRXWK ʊ,V ¿QDOO DQG SHUPDQHQWO GLVFUHGLWHG DQG DEDQGRQHG :DU ʊ ZDU ʊ 5XPRUV RI ZDU(YHUZKHUH LV ZDU ʊ 0H VD ZDU $QG XQWLO WKDW GD WKH $IULFDQ FRQWLQHQW ZLOO QRW NQRZ SHDFH :H $IULFDQV ZLOO ¿JKW ʊ ZH ¿QG LW QHFHVVDU ʊThat until there is no longer $QG ZH NQRZ ZH VKDOO ZLQFirst class and second class citizens of any nation, $V ZH DUH FRQ¿GHQW LQ WKH YLFWRU8QWLO WKH FRORU RI D PDQ¶V VNLQ […],V RI QR PRUH VLJQL¿FDQFH WKDQ WKH FRORU RI KLV HHV ʊ MARLEY, B. Disponível em: http://www.sing365.com. Acesso em: 30 jun. 2011 (fragmento).Me say war.[…]And until the ignoble and unhappy regimesthat hold our brothers in Angola, in Mozambique,South Africa, sub-human bondage have been toppled,8WWHUO GHVWURHG ʊ:HOO HYHUZKHUH LV ZDU ʊ 0H VD ZDUBob Marley foi um artista popular e atraiu muLWRV ImV FRP VXDV FDQo}HV LHQWH GH VXD LQÀXrQFLD VRFLDO QD P~VLFDWar, o cantor se utiliza de sua arte para alertar sobreA a inércia do continente africano diante das injustiças sociais.B a persistência da guerra enquanto houver diferenças raciais e sociais.C as acentuadas diferenças culturais entre os países africanos.D DV GLVFUHSkQFLDV VRFLDLV HQWUH PRoDPELFDQRV H DQJRODQRV FRPR FDXVD GH FRQÀLWRVE a fragilidade das diferenças raciais e sociaiV FRPR MXVWL¿FDWLYDV SDUD R LQtFLo de uma guerra.QUESTÃO 95 LVSRQtYHO HP KWWSZZZJDU¿HOGFRP $FHVVR HP MXO $ WLUD GH¿QLGD FRPR XP VHJPHQWR GH KLVWyULD HP TXDGULQKRV SRGH WUDQVPLWLU XPD mensagem com efeito de humor.$ SUHVHQoD GHVVH HIHLWR QR GLiORJR HQWUH -RQ H *DU¿HOG DFRQWHFH SRUTXHA -RQ SHQVD TXH VXD H[QDPRUDGD p PDOXFD H TXH *DU¿HOG QmR VDELD GLVVRB -RGHOO p D ~QLFD QDPRUDGD PDOXFD TXH -RQ WHYH H *DU¿HOG DFKD LVVR HVWUDQKRC *DU¿HOG WHP FHUWH]D GH TXH D H[QDPRUDGD GH -RQ p VHQVDWD R PDOXFR p R DPLJRD *DU¿HOG FRQKHFH DV H[QDPRUDGDV GH -RQ H FRQVLGHUD PDLV GH XPD FRPR PDOXFDE -RQ FDUDFWHUL]D D H[QDPRUDGD FRPR PDOXFD H QmR HQWHQGH D FDUD GH *DU¿HOGLC - 2º dia | Caderno 5 - AMARELO - Página 3
  9. 9. *AMAR25dom4*LINGUAGENS, CÓDIGOS E SUAS TECNOLOGIAS O Comitê do Patrimônio Mundial reúne-se regularmenteQuestões de 91 a 135 para deliberar sobre ações que visem à conservação e4XHVW}HV GH D RSomR HVSDQKRO
  10. 10. à preservação do patrimônio mundial. Entre as tarefas atribuídas às delegações nacionais que participaramQUESTÃO 91 da 34ª Sessão do Comitê do Patrimônio Mundial, Los fallos de software en aparatos médicos, como destaca-se amarcapasos, van a ser una creciente amenaza para lasalud pública, según el informe de Software Freedom Law A participação em reuniões do Conselho InternacionalCenter (SFLC) que ha sido presentado hoy en Portland de Monumentos e Sítios.(EEUU), en la Open Source Convention (OSCON). B realização da cerimônia de recepção da Convenção /D SRQHQFLD ³0XHUWR SRU HO FyGLJR WUDQVSDUHQFLD do Patrimônio Mundial.de software en los dispositivos médicos implantables” C organização das análises feitas pelo Ministério daaborda el riesgo potencialmente mortal de los defectosinformáticos en los aparatos médicos implantados en las Cultura brasileiro.personas. D discussão sobre o estado de conservação dos bens já declarados patrimônios mundiais. Según SFLC, millones de personas con condicionesFUyQLFDV GHO FRUD]yQ HSLOHSVLD GLDEHWHV REHVLGDG H E HVWUXWXUDomR GD SUy[LPD UHXQLmR GR RPLWr GRLQFOXVR OD GHSUHVLyQ GHSHQGHQ GH LPSODQWHV SHUR HO Patrimônio Mundial.software permanece oculto a los pacientes y sus médicos. QUESTÃO 93 La SFLC recuerda graves fallos informáticosocurridos en otros campos, como en elecciones, en la µHVPDFKXSL]DU¶ HO WXULVPRIDEULFDFLyQ GH FRFKHV HQ ODV OtQHDV DpUHDV FRPHUFLDOHVR HQ ORV PHUFDGRV ¿QDQcieros. Es ya un lugar común escuchar aquello de que Disponível em: http://www.elpais.com. Acesso em: 24 jul. 2010 (adaptado). hay que desmachupizar el turismo en Perú y buscar visitantes en las demás atracciones (y son muchas) queO título da palestra, citado no texto, antecipa o tema que WLHQH HO SDtV QDWXUDOHV DUTXHROyJLFDV SHUR OD FLXGDGHODserá tratado e mostra que o autor tem a intenção de inca tiene un imán innegable. La Cámara Nacional deA relatar novas experiências em tratamento de saúde.B alertar sobre os riscos mortais de determinados 7XULVPR FRQVLGHUD TXH 0DFKX 3LFFKX VLJQL¿FD HO softwares de uso médico para o ser humano. de los ingresos por turismo en Perú, ya que cada turistaC denunciar falhas médicas na implantação de que tiene como primer destino la ciudadela inca visita softwares em seres humanos. entre tres y cinco lugares más (la ciudad de Cuzco, laD divulgar novos softwares presentes em aparelhos de Arequipa, las líneas de Nazca, el Lago Titicaca y la médicos lançados no mercado. VHOYD
  11. 11. GHMD HQ HO SDtV XQ SURPHGLR GH GyODUHVE apresentar os defeitos mais comuns de softwares em aparelhos médicos. (unos 1 538 euros).QUESTÃO 92 Carlos Canales, presidente de DQDWXU VHxDOy TXH la ciudadela tiene capacidad para recibir más visitantes %LHQYHQidR D %UDVtOLD que en la actualidad (un máximo de 3 000) con un sistema El Gobierno de Brasil, por medio del Ministerio de la SODQL¿FDGR GH KRUDULRV UXWDV SHUR QR TXLVR DYDQ]DUXOWXUD GHO ,QVWLWXWR GHO 3DWULPRQLR +LVWyULFR $UWtVWLFR una cifra. Sin embargo, la Unesco ha advertido en variasNacional (IPHAN), da la bienvenida a los participantes ocasiones que el monumento se encuentra cercano alGH OD  6HVLyQ GHO RPLWp GHO 3DWULPRQLR 0XQGLDOHQFXHQWUR UHDOL]DGR SRU OD 2UJDQL]DFLyQ GH ODV 1DFLRQHV SXQWR GH VDWXUDFLyQ HO *RELHUQR QR GHEH HPSUHQGHU8QLGDV SDUD OD (GXFDFLyQ OD LHQFLD OD XOWXUD QLQJXQD SROtWLFD GH FDSWDFLyQ GH QXHYRV YLVLWDQWHV DOJR(UNESCO). con lo que coincide el viceministro Roca Rey. 5HVSDOGDGR SRU OD RQYHQFLyQ GHO 3DWULPRQLR Disponível em: http://www.elpais.com. Acesso em: 21 jun. 2011.0XQGLDO GH HO RPLWp UH~QH HQ VX  VHVLyQ PiVde 180 delegaciones nacionales para deliberar sobre las A reportagem do jornal espanhol mostra a preocupaçãoQXHYDV FDQGLGDWXUDV HO HVWDGR GH FRQVHUYDFLyQ GH diante de um problema no Peru, que pode ser resumidoriesgo de los bienes ya declarados Patrimonio Mundial, SHOR YRFiEXOR ³GHVPDFKXSL]DU´ UHIHULQGRVHcon base en los análisis del Consejo Internacional de A à escassez de turistas no país.Monumentos y Sitios (Icomos), del Centro InternacionalSDUD HO (VWXGLR GH OD 3UHVHUYDFLyQ OD 5HVWDXUDFLyQ GHO B ao difícil acesso ao lago Titicaca.3DWULPRQLR XOWXUDO ,520
  12. 12. GH OD 8QLyQ ,QWHUQDFLRQDO C à destruição da arqueologia no país.SDUD OD RQVHUYDFLyQ GH OD Naturaleza (IUCN). D ao excesso de turistas na terra dos incas. Disponível em: http://www.34whc.brasilia2010.org.br. Acesso em: 28 jul. 2010. E à falta de atrativos turísticos em Arequipa. LC - 2º dia | Caderno 5 - AMARELO - Página 4
  13. 13. *AMAR25dom5*QUESTÃO 94 QUESTÃO 95 (O WDQJR (V SRVLEOH UHGXFLU OD EDVXUD Ya sea como danza, música, poesía o cabal En México se producen más de 10 millones de m3H[SUHVLyQ GH XQD ¿ORVRItD GH YLGD HO WDQJR SRVHH XQD de basura mensualmente, depositados en más de 50 millarga y valiosa trayectoria, jalonada de encuentros y tiraderos de basura legales y clandestinos, que afectandesencuentros, amores y odios, nacida desde lo más de manera directa nuestra calidad de vida, pues nuestroshondo de la historia argentina. recursos naturales son utilizados desproporcionalmente, El nuevo ambiente es el cabaret, su nuevo cultor como materias primas que luego desechamos y tiramosla clase media porteña, que ameniza sus momentos convirtiéndolos en materiales inútiles y focos deGH GLYHUVLyQ FRQ QXHYDV FRPSRVLFLRQHV VXVWLWXHQGR LQIHFFLyQel carácter malevo del tango primitivo por una nueva Todo aquello que compramos y consumimos tienepoesía más acorde con las concepciones estéticas XQD UHODFLyQ GLUHFWD FRQ OR TXH WLUDPRV RQVXPLHQGRprovenientes de Londres y París. UDFLRQDOPHQWH HYLWDQGR HO GHUURFKH XVDQGR VyOR OR Ya en la década del ‘20 el tango se anima incluso indispensable, directamente colaboramos con el cuidadoa traspasar las fronteras del país, recalando en lujosos del ambiente.salones parisinos donde es aclamado por públicos Si la basura se compone de varios desperdiciosselectos que adhieren entusiastas a la sensualidaddel nuevo baile. Ya no es privativo de los bajos fondos y si como desperdicios no fueron basura, si losporteños; ahora se escucha y se baila en salones separamos adecuadamente, podremos controlarloselegantes, clubs y casas particulares. y evitar posteriores problemas. Reciclar se traduce en importantes ahorros de energía, ahorro de agua El tango revive con juveniles fuerzas en ajironadas potable, ahorro de materias primas, menor impacto enYHUVLRQHV GH JUXSRV URFNHURV SUHVHQWDFLRQHV HQ los ecosistemas y sus recursos naturales y ahorro deelegantes reductos de San Telmo, Barracas y La Boca y tiempo, dinero y esfuerzo.películas foráneas que lo divulgan por el mundo entero. Disponível em: http://www.elpolvorin.over-blog.es. Acesso em: 22 jun. 2011 (adaptado). Es necesario saber para empezar a actuar... Disponível em: http://www.tododecarton.com. Acesso em: 27 abr. 2010 (adaptado).Sabendo-se que a produção cultural de um paísSRGH LQÀXHQFLDU UHWUDWDU RX LQFOXVLYH VHU UHÀH[R GH $ SDUWLU GR TXH VH D¿UPD QR ~OWLPR SDUiJUDIR ³(VDFRQWHFLPHQWRV GH VXD KLVWyULD R WDQJR GHQWUR GR necesario saber para empezar a actuar...”, pode-se constatar que o texto foi escrito com a intenção deFRQWH[WR KLVWyULFR DUJHQWLQR p UHFRQKHFLGR SRU A informar o leitor a respeito da importância daA PDQWHUVH LQDOWHUDGR DR ORQJR GH VXD KLVWyULD QR reciclagem para a conservação do meio ambiente. país. B indicar os cuidados que se deve ter para não consumirB LQÀXHQFLDU RV VXE~UELRV VHP FKHJDU D RXWUDV alimentos que podem ser focos de infecção. regiões. C denunciar o quanto o consumismo é nocivo, pois é oC sobreviver e se difundir, ultrapassando as fronteiras gerador dos dejetos produzidos no México. do país. D ensinar como economizar tempo, dinheiro e esforçoD manifestar seu valor primitivo nas diferentes D SDUWLU GRV PLO GHSyVLWRV GH OL[R OHJDOL]DGRV camadas sociais. E alertar a população mexicana para os perigosE LJQRUDU D LQÀXrQFLD GH SDtVHV HXURSHXV FRPR causados pelos consumidores de matéria-prima Inglaterra e França. reciclável.LC - 2º dia | Caderno 5 - AMARELO - Página 5
  14. 14. *AMAR25dom6*QUESTÃO 96 Na modernidade, o corpo foi descoberto, despido e modelado pelos exercícios físicos da moda. Novos espaçose práticas esportivas e de ginástica passaram a convocar as pessoas a modelarem seus corpos. Multiplicaram-seas academias de ginástica, as salas de musculação e o número de pessoas correndo pelas ruas. SECRETARIA DA EDUCAÇÃO. DGHUQR GR SURIHVVRU: educação física. São Paulo, 2008.Diante do exposto, é possível perceber que houve um aumento da procura porA exercícios físicos aquáticos (natação/hidroginástica), que são exercícios de baixo impacto, evitando o atrito (não prejudicando as articulações), e que previnem o envelhecimento precoce e melhoram a qualidade de vida.B mecanismos que permitem combinar alimentação e exercício físico, que permitem a aquisição e manutenção de níveis adequados de saúde, sem a preocupação com padrões de beleza instituídos socialmente.C SURJUDPDV VDXGiYHLV GH HPDJUHFLPHQWR TXH HYLWDP RV SUHMXt]RV FDXVDGRV QD UHJXODomR PHWDEyOLFD IXQomR LPXQROyJLFD LQWHJULGDGH yVVHD H PDQXWHQomR GD FDSDFLGDGH IXQFLRQDO DR ORQJR GR HQYHOKHFLPHQWRD exercícios de relaxamento, reeducação postural e alongamentos, que permitem um melhor funcionamento do organismo como um todo, bem como uma dieta alimentar e hábitos saudáveis com base em produtos naturais.E dietas que preconizam a ingestão excessiva ou restrita de um ou mais macronutrientes (carboidratos, gorduras ou proteínas), bem como exercícios que permitem um aumento de massa muscular e/ou modelar o corpo.QUESTÃO 97 COSTA, C. 6XSHULQWHUHVVDQWH. Fev. 2011 (adaptado).Os amigos são um dos principais indicadores de bem-estar na vida social das pessoas. Da mesma forma que emRXWUDV iUHDV D LQWHUQHW WDPEpP LQRYRX DV PDQHLUDV GH YLYHQFLDU D DPL]DGH D OHLWXUD GR LQIRJUi¿FR GHSUHHQGHPVHGRLV WLSRV GH DPL]DGH YLUWXDO D VLPpWULFD H D DVVLPpWULFD DPEDV FRP VHXV SUyV H FRQWUDV (QTXDQWR D SULPHLUD VHbaseia na relação de reciprocidade, a segundaA reduz o número de amigos virtuais, ao limitar o acesso à rede.B SDUWH GR DQRQLPDWR REULJDWyULR SDUD VH GLIXQGLUC UHIRUoD D FRQ¿JXUDomR GH ODoRV PDLV SURIXQGRV GH DPL]DGHD facilita a interação entre pessoas em virtude de interesses comuns.E tem a responsabilidade de promover a proximidade física. LC - 2º dia | Caderno 5 - AMARELO - Página 6
  15. 15. *AMAR25dom7*QUESTÃO 98 $R UHÀHWLU VREUH a possível extinção do livro impresso e o surgimento de outros suportes em via eletrônica, o 4XHP p Sobre, pouco se apega, é um giro-o-giro no cronista manifesta seu ponto de vista, defendendo quevago dos gerais, que nem os pássaros de rios e lagoas. O A o cordel é um dos gêneros textuais, por exemplo,senhor vê: o Zé-Zim, o melhor meeiro meu aqui, risonho que será extinto com o avanço da tecnologia.H KDELOLGRVR 3HUJXQWR ʊ =p=LP SRU TXH p TXH YRFr B o livro impresso permanecerá como objeto culturalQmR FULD JDOLQKDVG¶DQJROD FRPR WRGR R PXQGR ID] ʊ veiculador de impressões e de valores culturais.4XHUR FULDU QDGD QmR ʊ PH GHX UHVSRVWD ʊ (X JRVWR C R VXUJLPHQWR GD PtGLD HOHWU{QLFD GHFUHWRX R ¿P GRmuito de mudar... [...] Belo um dia, ele tora. Ninguém prazer de se ler textos em livros e suportes impressos.discrepa. Eu, tantas, mesmo digo. Eu dou proteção. D os textos continuarão vivos e passíveis de[...] Essa não faltou também à minha mãe, quando eu reprodução em novas tecnologias, mesmo que osera menino, no sertãozinho de minha terra. [...] Gente livros desapareçam. E os livros impressos desaparecerão e, com eles,melhor do lugar eram todos dessa família Guedes, a possibilidade de se ler obras literárias dos maisJidião Guedes; quando saíram de lá, nos trouxeram diversos gêneros.MXQWR PLQKD PmH H HX )LFDPRV H[LVWLQGR HP WHUULWyULRbaixio da Sirga, da outra banda, ali onde o de-Janeiro vai QUESTÃO 100no São Francisco, o senhor sabe. TEXTO I ROSA, J. G. *UDQGH 6HUWmR: Veredas. Rio de Janeiro: José Olympio (fragmento). 2QGH HVWi D KRQHVWLGDGHNa passagem citada, Riobaldo expõe uma situação Você tem palacete reluzentedecorrente de uma desigualdade social típica das áreas Tem joias e criados à vontaderurais brasileiras marcadas pela concentração de terras Sem ter nenhuma herança ou parentee pela relação de dependência entre agregados e 6y DQGD GH DXWRPyYHO QD FLGDGHfazendeiros. No texto, destaca-se essa relação porque E o povo pergunta com maldade:o personagem-narrador 2QGH HVWi D KRQHVWLGDGHA UHODWD D VHX LQWHUORFXWRU D KLVWyULD GH =p=LP 2QGH HVWi D KRQHVWLGDGH demonstrando sua pouca disposição em ajudar seus O seu dinheiro nasce de repente agregados, uma vez que superou essa condição E embora não se saiba se é verdade graças à sua força de trabalho. Você acha nas ruas diariamenteB descreve o processo de transformação de um meeiro Anéis, dinheiro e felicidade... — espécie de agregado — em proprietário de terra. Vassoura dos salões da sociedadeC denuncia a falta de compromisso e a desocupação 4XH YDUUH R TXH HQFRQWUDU HP VXD IUHQWH dos moradores, que pouco se envolvem no trabalho Promove festivais de caridade da terra. Em nome de qualquer defunto ausente...D mostra como a condição material da vida do ROSA, N. Disponível em: http://www.mpbnet.com.br. Acesso em: abr. 2010. VHUWDQHMR p GL¿FXOWDGD SHOD VXD GXSOD FRQGLomR GH TEXTO II homem livre e, ao mesmo tempo, dependente. Um vulto da histyULD GD P~VLFD SRSXODU EUDVLOHLUDE mantém o distanciamento narrativo condizente com reconhecido nacionalmente, é Noel Rosa. Ele nasceu sua posição social, de proprietário de terras. HP QR 5LR GH -DQHLUR SRUWDQWR VH HVWLYHVVH YLYRQUESTÃO 99 estaria completando 100 anos. Mas faleceu aos 26 anos de idade, vítima de tuberculose, deixando um acervo de $ GLVFXVVmR VREUH ³R ¿P GR OLYUR GH SDSHO´ FRP D grande valor para o patrimônio cultural brasileiro. Muitaschegada da mídia eletrônica me lembra a discussão de suas letras representam a sociedade contemporânea,idêntica sobre a obsolescência do folheto de cordel. Os como se tivessem sido escritas no século XXI.folhetos talvez não existam mais daqui a 100 ou 200 Disponível em: http://www.mpbnet.com.br. Acesso em: abr. 2010.anos, mas, mesmo que isso aconteça, os poemas de Um texto pertencente ao patrimônio literário-culturalLeandro Gomes de Barros ou Manuel Camilo dos Santos brasileiro é atualizável, na medida em que ele secontinuarão sendo publicados e lidos — em CD-ROM, refere a valores e situações de um povo. A atualidadeHP OLYUR HOHWU{QLFR HP ³FKLSV TXkQWLFRV´ VHL Oi R TXr 2 da canção Onde está a honestidade?, de Noel Rosa,texto é uma espécie de alma imortal, capaz de reencarnar evidencia-se por meioem corpos variados: página impressa, livro em Braille, A da ironia, ao se referir ao enriquecimento de origemIROKHWR ³coffee-table book´ FySLD PDQXVFULWD DUTXLYR duvidosa de alguns.3) 4XDOTXHU WH[WR SRGH VH UHHQFDUQDU QHVVHV H B da crítica aos ricos que possuem joias, mas não têmem outros) formatos, não importa se é Moby Dick ou herança.Viagem a São Saruê, se é Macbeth ou O livro de piadas C da maldade do povo a perguntar sobre a honestidade.de Casseta Planeta. D do privilégio de alguns em clamar pela honestidade. TAVARES, B. Disponível em: http://jornaldaparaiba.globo.com. E da insistência eP SURPRYHU HYHQWRV EHQH¿FHQWHVLC - 2º dia | Caderno 5 - AMARELO - Página 7
  16. 16. *AMAR25dom8*QUESTÃO 101 QUESTÃO 102 TEXTO IO meu nome é Severino,não tenho outro de pia.Como há muitos Severinos,que é santo de romaria,deram então de me chamarSeverino de Maria;como há muitos Severinoscom mães chamadas Maria, Disponível em: www.ccsp.com.br. Acesso em: 26 jul. 2010 (adaptado).¿TXHL VHQGR R GD 0DULD O anúncio publicitário está intimamente ligado ao ideárioGR ¿QDGR =DFDULDV de consumo quando sua função é vender um produto.mas isso ainda diz pouco: No texto apresentado, utilizam-se elementos linguísticoshá muitos na freguesia, H H[WUDOLQJXtVWLFRV SDUD GLYXOJDU D DWUDomR ³1RLWHV GRpor causa de um coronel Terror”, de um parque de diversões. O entendimento daque se chamou Zacarias propaganda requer do leitore que foi o mais antigo A D LGHQWL¿FDomR FRP R S~EOLFRDOYR D TXH VH GHVWLQDsenhor desta sesmaria. o anúncio.Como então dizer quem fala B a avaliação da imagem como uma sátira às atraçõesora a Vossas SenhorLDV de terror. C a atenção para a imagem da parte do corpo humano MELO NETO, J. C. 2EUD FRPSOHWD 5LR GH -DQHLUR $JXLODU IUDJPHQWR
  17. 17. selecionada aleatoriamente. TEXTO II D o reconhecimento do intertexto entre a publicidade e um dito popular. João Cabral, que já emprestara sua voz ao rio, E D SHUFHSomR GR VHQWLGR OLWHUDO GD H[SUHVVmR ³QRLWHVtransfere-a, aqui, ao retirante Severino, que, como do terror”, equivalente à expUHVVmR ³QRLWHV de terror”.o Capibaribe, também segue no caminho do Recife.A autoapresentação do personagem, na fala inicialdo texto, nos mostra um Severino que, quanto maisVH GH¿QH PHQRV VH LQGLYLGXDOL]D SRLV VHXV WUDoRVELRJUi¿FRV VmR VHPSUH SDUWLOKDGRV SRU RXWURV KRPHQV SECCHIN, A. C. -RmR DEUDO: a poesia do menos. 5LR GH -DQHLUR 7RSERRNV IUDJPHQWR
  18. 18. Com base no trecho de Morte e Vida Severina (Texto I)e na análise crítica (Texto II), observa-se que a relaçãoentre o texto poético e o contexto social a que ele fazreferência aponta para um problema social expressoOLWHUDULDPHQWH SHOD SHUJXQWD ³RPR HQWmR GL]HU TXHPIDOD RUD D 9RVVDV 6HQKRULDV´ $ UHVSRVWD j SHUJXQWDexpressa no poema é dada por meio daA GHVFULomR PLQXFLRVD GRV WUDoRV ELRJUi¿FRV GR personagem-narrador.B FRQVWUXomR GD ¿JXUD GR UHWLUDQWH QRUGHVWLQR FRPR um homem resignado com a sua situação.C UHSUHVHQWDomR QD ¿JXUD GR SHUVRQDJHPQDUUDGRU de outros Severinos que compartilham sua condição.D apresentação do personagem-narrador como uma SURMHomR GR SUySULR SRHWD HP VXD FULVH H[LVWHQFLDOE descrição de Severino, que, apesar de humilde, orgulha-se de ser descendente do coronel Zacarias. LC - 2º dia | Caderno 5 - AMARELO - Página 8
  19. 19. *AMAR25dom9*QUESTÃO 103 Utilizadas desde a Antiguidade, as colunas, elementos O hipertexto refere-se à escritura eletrônica não YHUWLFDLV GH VXVWHQWDomR IRUDP VRIUHQGR PRGL¿FDo}HVsequencial e não linear, que se bifurca e permite ao leitor o e incorporando novos materiais com ampliação deacesso a um número praticamente ilimitado de outros textos a possibilidades. Ainda que as clássicas colunas gregaspartir de escolhas locais e sucessivas, em tempo real. Assim, sejam retomadas, notáveis inovações são percebidas,R OHLWRU WHP FRQGLo}HV GH GH¿QLU LQWHUDWLYDPHQWH R ÀX[R GH VXD por exemplo, nas obras de Oscar Niemeyer, arquitetoleitura a partir de assuntos tratados no texto sem se prender EUDVLOHLUR QDVFLGR QR 5LR GH -DQHLUR HP 1RD XPD VHTXrQFLD ¿[D RX D WySLFRV HVWDEHOHFLGRV SRU XP desenho de Niemeyer, das colunas do Palácio daautor. Trata-se de uma forma de estruturação textual que fazGR OHLWRU VLPXOWDQHDPHQWH FRDXWRU GR WH[WR ¿QDO 2 KLSHUWH[WR Alvorada, observa-sese caracteriza, pois, como um processo de escritura/leitura A a presença de um capitel muito simples, reforçandoeletrônica multilinearizado, multisequencial e indeterminado, a sustentação.realizado em um novo espaço de escrita. Assim, ao permitir B o traçado simples de amplas linhas curvas opostas,vários níveis de tratamento de um tema, o hipertexto resultando em formas marcantes.oferece a possibilidade de múltiplos graus de profundidade C a disposição simétrica das curvas, conferindoVLPXOWDQHDPHQWH Mi TXH QmR WHP VHTXrQFLD GH¿QLGD PDV saliência e distorção à base.liga textos não necessariamente correlacionados. 0$586+, / $ LVSRQtYHO HP KWWSZZZSXFVSEU $FHVVR HP MXQ D D RSRVLomR GH FXUYDV HP FRQFUHWR FRQ¿JXUDQGRO computador mudou nossa maneira de ler e escrever, e certo peso e rebuscamento.o hipertexto pode ser considerado como um novo espaço E o excesso de linhas curvas, levando a um exageroGH HVFULWD H OHLWXUD H¿QLGR FRPR XP FRQMXQWR GH EORFRV na ornamentação.autônomos de texto, apresentado em meio eletrônico QUESTÃO 105computadorizado e no qual há remissões associandoentre si diversos elementos, o hipertexto RQFHLWRV H LPSRUWkQFLD GDV OXWDVA é uma estratégia que, ao possibilitar caminhos Antes de se tornarem esporte, as lutas ou as artes totalmente abertos, desfavorece o leitor, ao confundir os conceitos cristalizados tradicionalmente. marciais tiveram duas conotações principais: eramB p XPD IRUPD DUWL¿FLDO GH SURGXomR GD HVFULWD praticadas com o objetivo guerreiro ou tinham um apelo que, ao desviar o foco da leitura, pode ter como ¿ORVy¿FR FRPR FRQFHSomR GH YLGD EDVWDQWH VLJQL¿FDWLYR consequência o menosprezo pela escrita tradicional.C exige do leitor um maior grau de conhecimentos Atualmente, nos deparamos com a grande expansão prévios, por isso deve ser evitado pelos estudantes das artes marciais em nível mundial. As raízes orientais nas suas pesquisas escolares. foram se disseminando, ora pela necessidade de lutaD facilita a pesquisa, pois proporciona uma informação SHOD VREUHYLYrQFLD RX SDUD D ³GHIHVD SHVVRDO´ RUD SHOD HVSHFt¿FD VHJXUD H YHUGDGHLUD HP TXDOTXHU site de SRVVLELOLGDGH GH WHU DV DUWHV PDUFLDLV FRPR SUySULD busca ou blog oferecidos na internet.E SRVVLELOLWD DR OHLWRU HVFROKHU VHX SUySULR SHUFXUVR ¿ORVR¿D GH YLGD de leitura, sem seguir sequência predeterminada, CARREIRO, E. A. (GXFDomR )tVLFD QD HVFROD: ,PSOLFDo}HV SDUD D SUiWLFD SHGDJyJLFD Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008 (fragmento). constituindo-se em atividade mais coletiva e colaborativa. Um dos problemas da violência que está presenteQUESTÃO 104 principalmente nos grandes centros urbanos são as brigas e os enfrentamentos de torcidas organizadas, além da formação de gangues, que se apropriam de gestos das lutas, resultando, muitas vezes, em fatalidades. Portanto, o verdadeiro objetivo da aprendizagem desses PRYLPHQWRV IRL PDO FRPSUHHQGLGR D¿QDO DV OXWDV A se tornaram um esporte, mas eram praticadas com R REMHWLYR JXHUUHLUR D ¿P GH JDUDQWLU D VREUHYLYrQFLD B apresentam a possibilidade de desenvolver o autocontrole, o respeito ao outro e a formação do caráter. C SRVVXHP FRPR REMHWLYR SULQFLSDO D ³GHIHVD SHVVRDO´ por meio de golpes agressivos sobre o adversário. D VRIUHUDP WUDQVIRUPDo}HV HP VHXV SULQFtSLRV ¿ORVy¿FRV em razão de sua disseminação pelo mundo. E se disseminaram pela necessidade de luta pela %UDVtOLD DQRV. Veja 1ž QRY sobrevivência ou coPR ¿ORVR¿D SHVVRDO GH YLGD/ ž GLD _ DGHUQR $0$5(/2 3iJLQD
  20. 20. *AMAR25dom10*QUESTÃO 106 As canções de Noel Rosa, compositor brasileiro de Vila Isabel, apesar de revelarem uma aguçada preocupação O tema da velhice foi objeto de estudo de brilhantes do artista com seu tempo e com as mudanças político-¿OyVRIRV DR ORQJR GRV WHPSRV 8P GRV PHOKRUHV OLYURV FXOWXUDLV QR %UDVLO QR LQtFLR GRV DQRV DLQGDsobre o assunto foi escrito pelo pensador e orador são modernas. Nesse fragmento do samba Não temromano Cícero: A Arte do Envelhecimento. Cícero nota, tradução, por meio do recurso da metalinguagem, oprimeiramente, que todas as idades têm seus encantos poeta propõeH VXDV GL¿FXOGDGHV ( GHSRLV DSRQWD SDUD XP SDUDGR[R A incorporar novos costumes de origem francesa eda humanidade. Todos sonhamos ter uma vida longa, americana, juntamente com vocábulos estrangeiros.R TXH VLJQL¿FD YLYHU PXLWRV DQRV 4XDQGR UHDOL]DPRV B respeitar e preservar o português padrão comoa meta, em vez de celebrar o feito, nos atiramos a um forma de fortalecimento do idioma do Brasil.estado de melancolia e amargura. Ler as palavras de C valorizar a fala popular brasileira como patrimônioCícero sobre envelhecimento pode ajudar a aceitar linguístico e forma legítima de identidade nacional.melhor a passagem do tempo. D mudar os valores sociais vigentes à época, com o NOGUEIRA, P. Saúde Bem-Estar Antienvelhecimento. eSRFD. 28 abr. 2008. advento do novo e quente ritmo da música popular brasileira.O autor discute problemas relacionados ao E ironizar a malandragem carioca, aculturada pelaenvelhecimento, apresentando argumentos que levam a invasão de valores étnicos de sociedades maisinferir que seu objetivo é desenvolvidas.A esclarecer que a velhice é inevitável. QUESTÃO 108B contar fatos sobre a arte de envelhecer.C defender a ideia de que a velhice é desagradável. A dança é um importante componente cultural daD LQÀXHQFLDU R OHLWRU SDUD TXH OXWH FRQWUD R humanidade. O folclore brasileiro é rico em danças que envelhecimento. representam as tradições e a cultura de várias regiõesE mostrar às pessoas que é possível aceitar, sem do país. Estão ligadas aos aspectos religiosos, festas, angústia, o envelhecimento. OHQGDV IDWRV KLVWyULFRV DFRQWHFLPHQWRV GR FRWLGLDQR H brincadeiras e caracterizam-se pelas músicas animadasQUESTÃO 107 FRP OHWUDV VLPSOHV H SRSXODUHV
  21. 21. ¿JXULQRV H FHQiULRV 1mR WHP WUDGXomR representativos. SECRETARIA DA EDUCAÇÃO. 3URSRVWD XUULFXODU GR (VWDGR GH 6mR 3DXOR: (GXFDomR )tVLFD 6mR 3DXOR DGDSWDGR
  22. 22. [...] A dança, como manifestação e representação da cultura/i QR PRUUR VH HX ¿]HU XPD IDOVHWD UtWPLFD HQYROYH D H[SUHVVmR FRUSRUDO SUySULD GH XPA Risoleta desiste logo do francês e do inglês SRYR RQVLGHUDQGRD FRPR HOHPHQWR IROFOyULFR DA gíria que o nosso morro criou dança revelaBem cedo a cidade aceitou e usou A PDQLIHVWDo}HV DIHWLYDV KLVWyULFDV LGHROyJLFDV LQWHOHFWXDLV H HVSLULWXDLV GH XP SRYR UHÀHWLQGR VHX[...] modo de expressar-se no mundo.Essa gente hoje em dia que tem mania de exibição B aspectos eminentemente afetivos, espirituais e deNão entende que o samba não tem tradução no idioma entretenimento de um povo, desconsiderando fatosfrancês KLVWyULFRVTudo aquilo que o malandro pronuncia C DFRQWHFLPHQWRV GR FRWLGLDQR VRE LQÀXrQFLD PLWROyJLFD H UHOLJLRVD GH FDGD UHJLmR VREUHSRQGRCom voz macia é brasileiro, já passou de português aspectos políticos.Amor lá no morro é amor pra chuchu D tradições culturais de cada região, cujasAs rimas do samba não são I love you PDQLIHVWDo}HV UtWPLFDV VmR FODVVL¿FDGDV HP XP ranking das mais originais.( HVVH QHJyFLR GH alô, alô boy e alô Johnny E OHQGDV TXH VH VXVWHQWDP HP LQYHUGDGHV KLVWyULFDV6y SRGH VHU FRQYHUVD GH WHOHIRQH uma vez que são inventadas, e servem apenas para ROSA, N. In: SOBRAL, João J. V. A tradução dos bambas. 5HYLVWD /tQJXD 3RUWXJXHVD. Ano 4, nº 54. São Paulo: Segmento, abr. 2010 (fragmento). a vivência lúdica de um povo. LC - 2º dia | Caderno 5 - AMARELO - Página 10
  23. 23. *AMAR25dom11*QUESTÃO 109 2 JUD¿WH FRQWHPSRUâneo, considerado em alguns Cultivar um estilo de vida saudável é extremamente momentos como uma arte marginal, tem sidoimportante para diminuir o risco de infarto, mas também comparado às pinturas murais de várias épocas eGH SUREOHPDV FRPR PRUWH V~ELWD H GHUUDPH 6LJQL¿FD jV HVFULWDV SUpKLVWyULFDV 2EVHUYDQGR DV LPDJHQVque manter uma alimentação saudável e praticar apresentadas, é possível reconhecer elementos comunsDWLYLGDGH ItVLFD UHJXODUPHQWH Mi UHGX] SRU VL Vy DV entre os tipos de pinturas murais, tais comochances de desenvolver vários problemas. Além disso, éimportante para o controle da pressão arterial, dos níveis A a preferência por tintas naturais, em razão de seude colesterol e de glicose no sangue. Também ajuda efeito estético.a diminuir o estresse e aumentar a capacidade física, B a inovação na técnica de pintura, rompendo comfatores que, somados, reduzem as chances de infarto. modelos estabelecidos.Exercitar-se, nesses casos, com acompanhamentomédico e moderação, é altamente recomendável. C o registro do pensamento e das crenças das ATALIA, M. Nossa vida. eSRFD PDU sociedades em várias épocas. D a repetição dos temas e a restrição de uso pelasAs ideias veiculadas no texto se organizam estabelecendorelações que atuam na construção do sentido. A esse classes dominantes.UHVSHLWR LGHQWL¿FDVH QR IUDJPHQWR TXH E o uso exclusivista da arte para atender aos interessesA D H[SUHVVmR ³$OpP GLVVR´ PDUFD XPD VHTXHQFLDomR da elite. de ideias.B R FRQHFWLYR ³PDV WDPEpP´ LQLFLD RUDomR TXH H[SULPH QUESTÃO 111 ideia de contraste.C R WHUPR ³FRPR´ HP ³FRPR PRUWH V~ELWD H GHUUDPH´ introduz uma generalização.D R WHUPR ³7DPEpP´ H[SULPH XPD MXVWL¿FDWLYDE R WHUPR ³IDWRUHV´ UHWRPD FRHVLYDPHQWH ³QtYHLV GH colesterol e de glicose no sangue”.QUESTÃO 110 TEXTO I LEIRNER, N. Tronco com cadeira (deWDOKH
  24. 24. Disponível em: http://www.itaucultural.org.br. Acesso em: 27 jul. 2010. Nessa estranha dignidade e nesse abandono, o objeto Toca do Salitre - Piauí Disponível em: http://www.fumdham.org.br. Acesso em: 27 jul. 2010. IRL H[DOWDGR GH PDQHLUD LOLPLWDGD H JDQKRX XP VLJQL¿FDGR TXH VH SRGH FRQVLGHUDU PiJLFR Dt VXD ³YLGD LQTXLHWDQWH TEXTO II e absurda”. Tornou-se ídolo e, ao mesmo tempo, objeto de zombaria. Sua realidade intrínseca foi anulada. JAFFÉ, A. O simbolismo nas artes plásticas. In: JUNG, C.G. (org.). 2 KRPHP H RV VHXV VtPERORV. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2008. A relação observada entre a imagem e o texto apresentados permite o entendimento da intenção de um artista contemporâneo. Neste caso, a obra apresenta características A IXQFLRQDLV H GH VR¿VWLFDomR GHFRUDWLYD B futuristas e do abstrato geométrico. C construtivistas e de estruturas modulares. D abstracionistas e de releitura do objeto. Arte Urbana. Foto: Diego Singh Disponível em: http://www.diaadia.pr.gov.br. Acesso em: 27 jul. 2010. E ¿JXUDWLYDV H GH UHSUHVHQWDomR GR FRWLGLDQRLC - 2º dia | Caderno 5 - AMARELO - Página 11
  25. 25. *AMAR25dom12*QUESTÃO 112 A o desejo do eu lírico de resgatar a movimentação 1R FDSULFKR dos centros urbanos, o que revela sua nostalgia com relação à cidade. O Adãozinho, meu cumpade, enquanto esperava B a percepção do caráter efêmero da vida, possibilitadapelo delegado, olhava para um quadro, a pintura de pela observação da aparente inércia da vida rural.uma senhora. Ao entrar a autoridade e percebendo queR FDE{FR DGPLUDYD WDO ¿JXUD SHUJXQWRX ³4XH WDO *RVWD C D RSomR GR HX OtULFR SHOR HVSDoR EXFyOLFR FRPRGHVVH TXDGUR´ possibilidade de meditação sobre a sua juventude. D a visão negativa da passagem do tempo, visto que E o Adãozinho, com toda a sinceridade que Deus dá esta gera insegurança.DR FDE{FR GD URoD ³0DV SHOR DPRU GH HXV KHLQ GRW{4XH PXLp IHLD 3DUHFH ¿RWH GH FUXLVFUHGR SDUHQWH GR E D SURIXQGD VHQVDomR GH PHGR JHUDGD SHOD UHÀH[mRdeus-me-livre, mais horríver que briga de cego no escuro.” acerca da morte. Ao que o delegado não teve como deixar de QUESTÃO 114FRQIHVVDU XP SRXFR VHFDPHQWH ³e D PLQKD PmH´ (R FDE{FR HP FLPD GD EXFKD QmR SHUGH D OLQKD ³0DLVdotô, inté que é uma feiura caprichada.” BOLDRIN, R. $OPDQDTXH %UDVLO GH XOWXUD 3RSXODU. São Paulo: Andreato Comunicação e Cultura, nº 62, 2004 (adaptado).Por suas características formais, por sua função e uso,o texto pertence ao gêneroA anedota, pelo enredo e humor característicos.B crônica, pela abordagem literária de fatos do cotidiano.C depoimento, pela apresentação de experiências pessoais.D relato, pela descrição minuciosa de fatos verídicos.E reportagem, pelo registro impessoal de situações reais.QUESTÃO 113 PICASSO, P. Guernica ÏOHR VREUH WHOD ; FP 0XVHX 5HLQD 6R¿D (VSDQKD LVSRQtYHO HP KWWSZZZIGGUHLV¿OHVZRUGSUHVVFRP $FHVVR HP MXO Estrada O pintor espanhol Pablo PicDVVR
  26. 26. XP GRVEsta estrada onde moro, entre duas voltas do caminho, mais valorizados no mundo artístico, tanto em termosInteressa mais que uma avenida urbana. ¿QDQFHLURV TXDQWR KLVWyULFRV FULRX D REUD GuernicaNas cidades todas as pessoas se parecem. em protesto ao ataque aéreo à pequena cidade bascaTodo mundo é igual. Todo mundo é toda a gente. de mesmo nome. A obra, feita para integrar o SalãoAqui, não: sente-se bem que cada um traz a sua alma. Internacional de Artes Plásticas de Paris, percorreu toda a Europa, chegando aos EUA e instalando-se no MoMA,Cada criatura é única. GH RQGH VDLULD DSHQDV HP (VVD REUD FXELVWDAté os cães. apresenta elementos plástLFRV LGHQWL¿FDGRV SHOR(VWHV FmHV GD URoD SDUHFHP KRPHQV GH QHJyFLRV A SDLQHO LGHRJUi¿FR PRQRFURPiWLFR TXH HQIRFD YiULDVAndam sempre preocupados. dimensões de um evento, renunciando à realidade,( TXDQWD JHQWH YHP H YDL colocando-se em plano frontal ao espectador.E tudo tem aquele caráter impressivo que faz meditar: B KRUURU GD JXHUUD GH IRUPD IRWRJUi¿FD FRP R XVREnterro a pé ou a carrocinha de leite puxada por um da perspectiva clássica, envolvendo o espectadorbodezinho manhoso. nesse exemplo brutal de crueldade do ser humano.Nem falta o murmúrio da água, para sugerir, pela voz C uso das formas geométricas no mesmo plano, semdos símbolos, emoção e expressão, despreocupado com o volume,4XH D YLGD SDVVD TXH D YLGD SDVVD D SHUVSHFWLYD H D VHQVDomR HVFXOWyULFDE que a mocidade vai acabar. D esfacelamento dos objetos abordados na mesma BANDEIRA, M. 2 ULWPR GLVVROXWR 5LR GH -DQHLUR $JXLODU narrativa, minimizando a dor humana a serviço daA lírica de Manuel Bandeira é pautada na apreensão objetividade, observada pelo uso do claro-escuro.GH VLJQL¿FDGRV SURIXQGRV D SDUWLU GH HOHPHQWRV GR E uso de vários ícones que representam personagenscotidiano. No poema Estrada, o lirismo presente no fragmentados bidimensionalmente, de forma fotográ-contraste entre campo e cidade aponta para ¿FD OLYUH Ge sentimentalismo. LC - 2º dia | Caderno 5 - AMARELO - Página 12
  27. 27. *AMAR25dom13*QUESTÃO 115 Na canção de Geraldo Vandré, tem-se a manifestação No Brasil, a condição cidadã, embora dependa da da função poética da linguagem, que é percebida naleitura e da escrita, não se basta pela enunciação do elaboração artística e criativa da mensagem, por meiodireito, nem pelo domínio desses instrumentos, o que, sem de combinações sonoras e rítmicas. Pela análise dodúvida, viabiliza melhor participação social. A condição texto, entretanto, percebe-se, também, a presençacidadã depende, seguramente, da ruptura com o ciclo da marcante da função emotiva ou expressiva, por meio dapobreza, que penaliza um largo contingente populacional. qual o emissor )RUPDomR GH OHLWRUHV H FRQVWUXomR GD FLGDGDQLD PHPyULD H SUHVHQoD GR 352/(5. Rio de Janeiro: FBN, 2008. A imprime à canção as marcas de sua atitude pessoal,Ao argumentar que a aquisição das habilidades de leitura seus sentimentos.H HVFULWD QmR VmR VX¿FLHQWHV SDUD JDUDQWLU R H[HUFtFLR GD B transmite informações objetivas sobre o tema decidadania, o autor que trata a canção.A critica os processos de aquisição da leitura e da escrita. C busca persuadir o receptor da canção a adotar umB fala sobre o domínio da leitura e da escrita no Brasil. certo comportamento.C incentiva a participação efetiva na vida da D SURFXUD H[SOLFDU D SUySULD OLQJXDJHP TXH XWLOL]D SDUD comunidade. construir a canção.D faz uma avaliação crítica a respeito da condição cidadã do brasileiro. E REMHWLYD YHUL¿FDU RX IRUWDOHFHU D H¿FLrQFLD GDE GH¿QH LQVWUXPHQWRV H¿FD]HV SDUD HOHYDU D FRQGLomR mensagem veiculada. social da população do Brasil. QUESTÃO 118QUESTÃO 116 4XDQGR RV SRUWXJXHVHV VH LQVWDODUDP QR %UDVLO e iJXD TXH QmR DFDED PDLV o país era povoado de índios. Importaram, depois, da Dados preliminares divulgados por pesquisadores África, grande número de escravos. O Português, oda Universidade Federal do Pará (UFPA) apontaram Índio e o Negro constituem, durante o período colonial,R $TXtIHUR $OWHU GR KmR FRPR R PDLRU GHSyVLWR GHágua potável do planeta. Com volume estimado em as três bases da população brasileira. Mas no que se86 000 quilômetros cúbicos de água doce, a reserva refere à cultura, a contribuição do Português foi de longesubterrânea está localizada sob os estados do a mais notada.$PD]RQDV 3DUi H $PDSi ³(VVD TXDQWLGDGH GH iJXDVHULD VX¿FLHQWH SDUD DEDVWHFHU D SRSXODomR PXQGLDO Durante muito tempo o português e o tupi viveramGXUDQWH DQRV´ GL] 0LOWRQ 0DWWD JHyORJR GD 8)3$ lado a lado como línguas de comunicação. Era o tupiEm termos comparativos, Alter do Chão tem quase odobro do volume de água do Aquífero Guarani (com que utilizavam os bandeirantes nas suas expedições.45 000 quilômetros cúbicos). Até então, Guarani era a (P GL]LD R 3DGUH $QW{QLR 9LHLUD TXH ³DV IDPtOLDVmaior reserva subterrânea do mundo, distribuída por dos portugueses e índios em São Paulo estão tãoBrasil, Argentina, Paraguai e Uruguai. ligadas hoje umas com as outras, que as mulheres e os eSRFD. Nº 623, 26 abr. 2010. ¿OKRV VH FULDP PtVWLFD H GRPHVWLFDPHQWH H D OtQJXD TXHEssa notícia, publicada em uma revista de grande nas ditas famílias se fala é a dos Índios, e a portuguesacirculação, apresenta resultados de uma pesquisaFLHQWt¿FD UHDOL]DGD SRU XPD XQLYHUVLGDGH EUDVLOHLUD a vão os meninos aprender à escola.”1HVVD VLWXDomR HVSHFt¿FD GH FRPXQLFDomR D IXQomR TEYSSIER, P. +LVWyULD GD OtQJXD SRUWXJXHVD. Lisboa:referencial da linguagem predomina, porque o autor do /LYUDULD 6i GD RVWD DGDSWDGR
  28. 28. texto priorizaA as suas opiniões, baseadas em fatos. A identidade de uma nação está diretamente ligada àB os aspectos objetivos e precisos. cultura de seu povo. O texto mostra que, no períodoC os elementos de persuasão do leitor. colonial brasileiro, o Português, o Índio e o NegroD os elementos estéticos na construção do texto. formaram a base da população e que o patrimônioE os aspectos subjetivos da mencionada pesquisa. linguístico brasileiro é resultado daQUESTÃO 117 A contribuição dos índios na escolarização dos 3HTXHQR FRQFHUWR TXH YLURX FDQomR brasileiros.Não, não há por que mentir ou esconder B diferença entre as línguas dos colonizadores e asA dor que foi maior do que é capaz meu coração dos indígenas.1mR QHP Ki SRU TXH VHJXLU FDQWDQGR Vy SDUD H[SOLFDU C importância do padre Antônio Vieira para a literaturaNão vai nunca entender de amor quem nunca soube amar de língua portuguesa.Ah, eu vou voltar pra mimSeguir sozinho assim D origem das diferenças entre a língua portuguesa eAté me consumir ou consumir toda essa dor as línguas tupi.Até sentir de novo o coração capaz de amor E LQWHUDomR SDFt¿FD QR XVR GD OtQJXD SRUWXJXHVD H GD VANDRÉ, G. Disponível em: http://wwZOHWUDVWHUUDFRPEU $FHVVR HP MXQ língua tupi.LC - 2º dia | Caderno 5 - AMARELO - Página 13
  29. 29. *AMAR25dom14*QUESTÃO 119 $ PHPyULD é um importante recurso do patrimônio Abatidos pelo fadinho harmonioso e nostálgico dos cultural de uma nação. Ela está presente nas lembrançasdesterrados, iam todos, até mesmo os brasileiros, se do passado e no acervo cultural de um povo. Ao tratar oconcentrando e caindo em tristeza; mas, de repente, fazer poético como uma das maneiras de se guardar oR FDYDTXLQKR GH 3RU¿UR DFRPSDQKDGR SHOR YLROmR que se quer, o textodo Firmo, romperam vibrantemente com um chorado A UHVVDOWD D LPSRUWkQFLD GRV HVWXGRV KLVWyULFRV SDUD Dbaiano. Nada mais que os primeiros acordes damúsica crioula para que o sangue de toda aquela gente FRQVWUXomR GD PHPyULD VRFLDO GH XP SRYRdespertasse logo, como se alguém lhe fustigasse o B valoriza as lembranças individuais em detrimentocorpo com urtigas bravas. E seguiram-se outras notas, das narrativas populares ou coletivas.e outras, cada vez mais ardentes e mais delirantes. Já C reforça a capacidade da literatura em promover anão eram dois instrumentos que soavam, eram lúbricos subjetividade e os valores humanos.gemidos e suspiros soltos em torrente, a correrem D destaca a importância de reservar o texto literárioVHUSHQWHDQGR FRPR FREUDV QXPD ÀRUHVWD LQFHQGLDGD jTXHOHV TXH SRVVXHP PDLRU UHSHUWyULR FXOWXUDOeram ais convulsos, chorados em frenesi de amor:música feita de beijos e soluços gostosos; carícia de E revela a superioridade da escrita poética como formafera, carícia de doer, fazendo estalar de gozo. LGHDO GH SUHVHUYDomR GD PHPyULD FXOWXUDO AZEVEDO, A. 2 RUWLoR 6mR 3DXOR ÈWLFD IUDJPHQWR
  30. 30. QUESTÃO 121No romance O Cortiço
  31. 31. de Aluízio Azevedo, as /pSLGD H OHYHpersonagens são observadas como elementos coletivoscaracterizados por condicionantes de origem social, Língua do meu Amor velosa e doce,sexo e etnia. Na passagem transcrita, o confronto que me convences de que sou frase,entre brasileiros e portugueses revela prevalência doelemento brasileiro, pois que me contornas, que me vestes quase,A destaca o nome de personagens brasileiras e omite como se o corpo meu de ti vindo me fosse. o de personagens portuguesas. Língua que me cativas, que me enleiasB exalta a força do cenário natural brasileiro e os surtos de ave estranha, considera o do português inexpressivo. em linhas longas de invisíveis teias,C mostra o poder envolvente da música brasileira, que de que és, há tanto, habilidosa aranha... cala o fado português.D destaca o sentimentalismo brasileiro, contrário à [...] tristeza dos portugueses. Amo-te as sugestões gloriosas e funestas,E atribui aos brasileiros uma habilidade maior com amo-te como todas as mulheres instrumentos musicais. WH DPDP y OtQJXDODPD y OtQJXDUHVSOHQGRUQUESTÃO 120 pela carne de som que à ideia emprestas Guardar e pelas frases mudas que proferesGuardar uma coisa não é escondê-la ou trancá-la. QRV VLOrQFLRV GH $PRU Em cofre não se guarda coisa alguma. MACHADO, G. In: MORICONI, I. (org.). 2V FHP PHOKRUHV SRHPDV EUDVLOHLURV GR VpFXOR. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001 (fragmento).Em cofre perde-se a coisa à vista.*XDUGDU XPD FRLVD p ROKiOD ¿WiOD PLUiOD SRU $ SRHVLD GH *LOND 0DFKDGR LGHQWL¿FDVH FRP DVadmirá-la, isto é, iluminá-la ou ser por ela iluminado. concepções artísticas simbolistas. Entretanto, o textoGuardar uma coisa é vigiá-la, isto é, fazer vigília por selecionado incorpora referências temáticas e formaisela, isto é, velar por ela, isto é, estar acordado por ela, modernistas, já que, nele, a poetaisto é, estar por ela ou ser por ela.Por isso melhor se guarda o voo de um pássaro A SURFXUD GHVFRQVWUXLU D YLVmR PHWDIyULFD GR DPRU HDo que um pássaro sem voos. abandona o cuidado formal.Por isso se escreve, por isso se diz, por isso se publica, B concebe a mulher como um ser sem linguagem epor isso se declara e declama um poema: questiona o poder da palavra.Para guardá-lo: C questiona o trabalho intelectual da mulher e antecipaPara que ele, por sua vez, guarde o que guarda: a construção do verso livre.Guarde o que quer que guarda um poema: D propõe um modelo novo de erotização na líricaPor isso o lance do poema: DPRURVD H SURS}H D VLPSOL¿FDomR YHUEDOPor guardar-se o que se quer guardar. E explora a construção da essência feminina, a partirMACHADO, G. In: MORICONI, I. (org.). 2V FHP PHOKRUHV SRHPDV EUDVLOHLURV GR VpFXOR. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001. da polissHPLD GH ³OtQJXD´ H LQRYD R Op[LFR LC - 2º dia | Caderno 5 - AMARELO - Página 14
  32. 32. *AMAR25dom15*7H[WR SDUD DV TXHVW}HV H QUESTÃO 123 2 UHFXUVR JUi¿FR XWLOL]DGR QR DQ~QFLR SXEOLFLWiULR ʊ GH GHVWDFDU D SRWHQFLDO VXSUHVVmR GH WUHFKR GR WH[WR ʊ UHIRUoD D H¿FiFLD SUHWHQGLGD UHYHODGD QD HVWUDWpJLD GH A ressaltar a informação no título, em detrimento do restante do conteúdo associado. B incluir o leitor por meio do uso da 1ª pessoa do plural 1yV DGRUaríamos dizeU TXH VRPRV SHUIHLWRV 4XH no discurso.VRPRV LQIDOtYHLV 4XH QmR FRPHWHPRV QHP PHVPR R C FRQWDU D KLVWyULD GD FULDomR GR yUJmR FRPR DUJXPHQWR de autoridade.PHQRU GHVOL]H ( Vy QmR IDODPRV LVVR SRU XP SHTXHQR D subverter o fazer publicitário pelo uso de suadetalhe: seria uma mentira. Aliás, em vez de usar a palavra metalinguagem.³PHQWLUD´ FRPR DFDEDPRV GH ID]HU SRGHUtDPRV RSWDU E impressionar o leitor pelo jogo de palavras no texto.SRU XP HXIHPLVPR ³0HLDYHUGDGH´ SRU H[HPSOR VHULD QUESTÃO 124XP WHUPR PXLWR PHQRV DJUHVVLYR 0DV QyV QmR XVDPRVesta palavra simplesmente porque não acreditamos queH[LVWD XPD ³0HLDYHUGDGH´ 3DUD R RQDU RQVHOKRNacional de Autorregulamentação Publicitária, existema verdade e a mentira. Existem a honestidade e adesonestidade. Absolutamente nada no meio. O ConarQDVFHX Ki DQRV YLX Vy QmR DUUHGRQGDPRV SDUD
  33. 33. com a missão de zelar pela ética na publicidade. Nãofazemos isso porque somos bonzinhos (gostaríamos dedizer isso, mas, mais uma vez, seria mentira). Fazemosisso porque é a única forma da propaganda ter o máximoGH FUHGLELOLGDGH ( Fi HQWUH QyV SDUD TXH VHUYLULD DSURSDJDQGD VH R FRQVXPLGRU QmR DFUHGLWDVVH QHOD 4XDOTXHU SHVVRD TXH VH VLQta enganada por umapeça publicitária pode fazer uma reclamação ao Conar.Ele analisa cuidadosamente todas as denúncias e,quando é o caso, aplica a punição. Anúncio veiculado na Revista Veja. 6mR 3DXOR $EULO (G DQR Qž MXO QUESTÃO 122 Disponível em: http://www.ccsp.com.br. Acesso em: 27 jul. 2010 (adaptado).Considerando a autoria e a seleção lexical desse texto, O texto é uma propaganda de um adoçante que tem o VHJXLQWH PRWH ³0XGH VXD HPEDODJHP´ $ HVWUDWpJLD TXHbem como os argumentos nele mobilizados, constata-se o autor utiliza para o convencimento do leitor baseia-seque o objetivo do autor do texto é no emprego de recursos expressivos, verbais e não verbais, com vistas aA informar os consumidores em geral sobre a atuação A ridicularizar a forma física do possível cliente do do Conar. produto anunciado, aconselhando-o a uma busca deB conscientizar publicitários do compromisso ético ao mudanças estéticas. elaborar suas peças publicitárias. B enfatizar a tendência da sociedade contemporânea de buscar hábitos alimentares saudáveis, reforçandoC DOHUWDU FKHIHV GH IDPtOLD SDUD TXH HOHV ¿VFDOL]HP R tal postura. conteúdo das propagandas veiculadas pela mídia. C criticar o consumo excessivo de produtosD chamar a atenção de empresários e anunciantes em industrializados por parte da população, propondo a redução desse consumo. geral para suas responsabilidades ao contratarem D DVVRFLDU R YRFiEXOR ³Do~FDU´ j LPDJHP GR FRUSR IRUD publicitários sem ética. de forma, sugerindo a substituição desse produtoE chamar a atenção de empresas para os efeitos pelo adoçante. E relacionar a imagem do saco de açúcar a um corpo nocivos que elas podem causar à sociedade, se humano que não desenvolve atividades físicas, compactuarem com propagandas enganosas. incentivando a prática esportiva.LC - 2º dia | Caderno 5 - AMARELO - Página 15
  34. 34. *AMAR25dom16*QUESTÃO 125 QUESTÃO 126 TEXTO I 6( 12 ,19(512 e ,)Ë,/ $25$5 O Brasil sempre deu respostas rápidas através da IMAGINE DORMIR.solidariedade do seu povo. Mas a mesma força que nos Com a chegada do inverno, muitas pessoasPRWLYD D DMXGDU R SUy[LPR GHYHULD WDPEpP QRV PRWLYDU perdem o sono. São milhões de necessitados quea ter atitudes cidadãs. Não podemos mais transferir a lutam contra a fome e o frio. Para vencer esta batalha, eles precisam de você. Deposite qualquerFXOSD SDUD TXHP p YtWLPD RX DWp PHVPR SDUD D SUySULD quantia. Você ajuda milhares de pessoas a teremQDWXUH]D FRPR VH HVVD VHJXLVVH D OyJLFD KXPDQD uma boa noite e dorme com a consciência tranquila.Sobram desculpas esfarrapadas e falta competência daclasse política. Veja VHW DGDSWDGR

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