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Os criativos

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Pecha Kucha de Planejamento Publicitário, PUC-Rio. 2/09

Pecha Kucha de Planejamento Publicitário, PUC-Rio. 2/09

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  • Esses são os criativos (Agatha) Pode ser você, eu, ele, ela, seu vizinho, o Stalimir, o Lula, a Xuxa, o William Bonner, a Giselle, o Silvio Santos ou a Maisa. Isso não importa! O importante é que qualquer um pode vir a ser um criativo. A pergunta é: como um criativo age?
  • Eles obtém informações e combinam dados (Fred) Quando a gente recebeu esse briefing deu vontade de sair correndo. Era quase igual a fazer propaganda de “cercado de galinha”. Mas a gente não teve escolha, afinal briefing dado é briefing cumprido!
  • Dados podem ser: objetivos para atingir o briefing e dados gerais, que o criativo acumula ao longo da vida. (Camile) Como não tinha mesmo como escapar, criamos coragem e começamos. Lemos o livro que era o dado principal para atingir o objetivo do trabalho. Mas quando a leitura acabou as coisas pareciam mais feias ainda.
  • Como resumir uma história a partir do livro “Raciocínio criativo na publicidade”? (Rodrigo) Como resumir um livro que parecia ao primeiro momento “irresumível”? Como ficar 20 segundos falando sobre cada slide? Poderíamos simplesmente virar e falar pra todos apreciarem nossos lindos bonequinhos. Mas preferimos encher lingüiça.
  • Slide Informação+ dados (desenho) (Felipe) Foi aí que tudo o que vivemos começou a fazer sentido! Filmes, aulas, acontecimentos, idas ao cinema, conversas de bar... Todas as experiências se juntaram para nos ajudar. Foi a partir daí que história começou a funcionar.
  • O alvo (Agatha) Com o livro lido, nossos dados memoriais combinados, e através de trabalho em equipe, precisamos definir claramente o nosso alvo. Pra gente não foi nada difícil, mas nem sempre a vida profissional vai apontar, assim, tão facilmente a direção.
  • A alma do outro- fazer com que a idéia torne-se memorável (Fred) No nosso caso, o alvo eram nossos queridos amigos de turma e, claro, a professora! Responsável por garantir o nosso coeficiente de rendimento alto. O objetivo é fazer com que todos tirem proveito de alguma forma da pretensão desse trabalho.
  • Que é= atingir as necessidades do marketing (Camile) A necessidade do nosso marketing é conseguir transmitir para a turma de maneira criativa, um pouco do que a gente entendeu em apenas 6 minutos e 40 segundos. Fazer algo criativo com o tempo minimamente contado é um grande desafio... E aí ficamos pensando....
  • Como? (Rodrigo) A gente não tem a mínima idéia! Dava pra fazer de mil maneiras ou de maneira nenhuma. As idéias não surgiam, depois surgiam, se transformavam, fugiam e nada parecia dar em lugar nenhum. A gente parecia estar rodando em círculos.
  • ãhn... digamos que não existe um como. (Felipe) E não existe mesmo! O como é muito subjetivo. A idéia pode surgir em uma tarde cinzenta, no meio de uma aula da Cândida, ou o comum: na casa da sua namorada conversando com o seu sogro sobre novos mercados para criação de galinhas.
  • O criativo precisa estar inspirado (Agatha) Para isso nos reunimos no pires para nos inspirar! Depois rolou um cinema, passeamos no jardim botânico, vimos o cristo e no final, pra relaxar desse dia tenso, a gente comeu uma pizza com sorvete. Como nada funcionou, a gente foi conversar com nosso sogro!
  • ou às vezes inverter o jogo e mudar o conceito de marketing (Fred) Pra gente inverter o conceito de marketing era impossível e, provavelmente, resultaria em um mau humor da professora gerando um consequente zero. A gente achou melhor pensar criativamente...
  • Pensar criativamente é, antes de tudo, pensar. (Camile) Pensamos no livro, na professora, na nossa vida, no encontro inspirador no pires, em como atingir o objetivo do trabalho e em como fazer algo diferente na conversa com o sogro e nos benditos 6 minutos e 40 segundos.
  • Reagir às informações (Rodrigo) Durante todo o processo em que estivemos pensando estávamos buscando soluções. No inicio pareceu impossível, mas como fomos devidamente preparados para lidar com situações inusitadas, nossos dados se combinaram, e o impossível tornou-se concreto.
  • Novamente... como? (Felipe) Ainda não fazemos a mínima idéia. As coisas simplesmente foram fluindo. As idéias que não surgiam surgiram e corremos contra o tempo porque já estava quase na hora de apresentar o trabalho. E como todos sabem, com prazo não se brinca!
  • Não há fórmulas para pensar criativamente/ o criativo simplesmente é um apaixonado (Agatha) E nós nos apaixonamos pelo desafio de conseguir trazer para a turma alguma coisa realmente significativa. Não estamos aqui dizendo que conseguimos, mas a gente está tentado, então, por favor, dá um desconto, tá?
  • Às vezes a solução é mais simples do que se imagina . (Fred) Depois de passar semanas sem dormir, vindo a aula como zumbis, pensando em soluções mirabolantes, conseguimos enxergar que o trabalho não precisava de alta produção para se tornar inesquecível. Então resolvemos usar nosso próprio trabalho para narrar a história.
  • vale qualquer coisa pra ser criativo/ Só é preciso encontrar um jeito para provocar a criatividade. (Camile) Até o próprio estudo serve como fonte de criatividade. Só é preciso estar atento e aberto para qualquer possibilidade que possa estimular nossa mente e principalmente, permitir que o nosso inconsciente trabalhe. O criativo é um radar.
  • Pensar ao contrário, seguir o convencional, não há certo ou errado. (Rodrigo) Por isso optamos pelo mais simples e que estava escondido. Ao pensar em solucionar o problema, usamos o problema como própria solução. E assim nós finalmente conseguimos matar a charada que tanto nos preocupava.
  • O criativo é pago para arriscar... desde que acerte (Felipe) E o nosso trabalho vai chegando ao fim, sendo concluído de forma satisfatória, pelo menos para o nosso ego. Pena que nesse caso arriscamos, mas não fomos pagos. Aproveitem para desfrutarem dos últimos segundos do nosso slide.