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Curso DIR/Floortime 2011 Curitiba Roberta Caminha
 

Curso DIR/Floortime 2011 Curitiba Roberta Caminha

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III JORNADA DE NEUROCIÊNCIA CENEP...

III JORNADA DE NEUROCIÊNCIA CENEP
Centro de Neuropediatria do Hospital das Clínicas
Curso ministrado por Roberta Caminha
Terapeuta DIR em formação
Doutoranda Psicologia – PUC Rio
robertacaminha@gmail.com


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  • Dinamica do dedo na mão e dinamica da bala nos círculos
  • Ex: podemos comer mas se não digerirmos a comida não há nutrição do corpo com o cérebro é o mesmo

Curso DIR/Floortime 2011 Curitiba Roberta Caminha Curso DIR/Floortime 2011 Curitiba Roberta Caminha Presentation Transcript

  • INTRODUÇÃO AO MODELO DIR / FLOORTIME Helena Fagundes Gueiros Fisioterapeuta/Terapeuta DIR em formação Integração sensorial- SPD Foundation [email_address] Roberta Caminha Terapeuta DIR em formação Doutoranda Psicologia – PUC Rio [email_address]
    • Modelo de base desenvolvimentista
    • Fundado por Dr. Greenspan e Serena Wider
    • Apresenta as etapas básicas ou capacidades funcionais do desenvolvimento - “escada do desenvolvimento”
    • Permite aos profissionais ajudar as famílias a entender o desenvolvimento socio-emocional de suas crianças
    • Linguagem simples
    • criar interações emocionalmente significativas que propiciem o desenvolvimento dos 6 níveis básicos de desenvolvimento
    • Floortime – Tempo de chão – Técnica central do DIR – pais e filhos
  • DIR – DEVELOPMENTAL, INDIVIDUAL-DIFFERENCE, RELATIONSHIP-BASED APPROACH A idéia do modelo é enxergar a criança de forma holística, promover seu engajamento e seu prazer em relacionar-se, sempre levando em consideração suas diferenças individuais e seu nível de desenvolvimento.
    • Desenvolvimento da criança não acontece de forma isolada
    • desenvolvimento inserido em um ambiente que vai desenhar o desenvolvimento das capacidades emocionais, cognitivas, sociais, motoras, etc...
    • Capacidades descritas por 6 níveis que são a base para o aprendizado e desenvolvimento
    • Crianças com desenvolvimento típico alcançam esses níveis facilmente e naturalmente.
    • Importante: terapeutas tem que saber o que está por trás de cada nível para saber como ajudar crianças
  • D – NÍVEIS DE DESENVOLVIMENTO
    • Primeira área de habilidades sociais, relacionada com regulação física/fisiológica.
    • A auto regulação é a base para as outras habilidades sociais.
    • É a capacidade de manter-se calmo e organizado para ter atenção e aprender com o ambiente, perceber as informações sensoriais do ambiente e do próprio corpo.
    • Na maior parte do tempo a criança é capaz de, mesmo sob estresse, ter regulação interna harmoniosa e balanceado interesse pelo mundo.
    • A criança tem comportamentos imprevisíveis, desregulados e de isolamento.
      • (0-3m)
      • Auto regulação, Atenção e Interesse pelo mundo
    Nível 1
    • A criança é capaz de focar em outra pessoa e sentir prazer nessa interação de forma a querer se relacionar cada vez mais. FALLING IN LOVE!!!
    • Relação interpessoal vinculada a experiências emocionais positivas = Prazer = Motivação para buscar mais interações
    • Social Alertness – bebê responde a sorrisos, sorrindo, prestando atenção ao outro – começa a ficar responsivo as interações sociais (externas) – antes era mais influenciado pelas sensações internas.
    • A habilidade de formar relacionamentos e manter conexões é necessária para desenvolver as próximas habilidades sociais.
    • A criança demonstra um investimento multisensorial nas pessoas, rico e profundo (principalmente pelos cuidadores primários), mesmo sob estresse. Criança sabe que o outro existe! Criança DESEJA fazer parte de uma relação!!
    • Envolvimento vazio, impessoal ou pobre em emoção. A criança parece distante ou indiferente aos outros. Como se o outro não existisse!
      • (2-7m)
    Vínculo afetivo (engajamento, relacionamento) Nível 2
    • Desenvolvimento da comunicação intencional
    • Causa e efeito – criança percebe que as ações dela provocam uma resposta no outro, no mundo de modo geral
    • Comunicação de 2 vias (criança sorri – mãe sorri – criança sorri novamente) – sorriso se torna intencional
    • Interação com muitos círculos de comunicação
    • Emoções se transformam em comunicação
    • Habilidades necessárias para sustentar essas interações:
      • Perceber sinais do outro (palavras, tons, gestos), entender seus significados, estar motivado e organizado para dar sinais ao outro.
    • Círculo bem sucedido = base para engajamentos sociais mais complexos
    • início do planejamento motor
      • (3-10m)
    • A criança usa uma gama de sentidos e emoções para se engajar em trocas comunicativas propositais e flexíveis, mesmo sob estresse.
    • A criança usa comportamentos e emoções aleatórios, caóticos ou até rígidos, sem um propósito e sem a intenção de se engajar em uma troca comunicativa.
    Círculos de Comunicação Nível 3
    • A quarta área se refere à negociação para alcançar desejos e necessidades
    • Criança usa comunicação de 2 vias para solucionar problemas
    • Habilidades nessa área dependem da capacidade da criança ligar mentalmente a seqüência das ações e agir para brincar e resolver problemas.
    • Link de sentimentos e ações
    • Quanto mais emocionalmente e fisicamente regulada a criança está maior a probabilidade dela ter sucesso nos desafios sociais.
    • Nível pré - simbólico de comunicação gestual
    • Formando uma noção de individualidade
    • Ex: Criança vai até a porta receber o pai, segura sua mão e o chama para brincar
    • A criança organiza comportamentos para comunicar desejos e necessidades e responde de forma apropriada e precisa aos sinais emocionais dos outros, mesmo sob estresse.
    • Os comportamentos e as emoções da criança são estereotipados, fragmentados, desorganizados e ela não consegue ler a intenção dos outros.
      • (10-18m)
    Solução de Problemas e Organização Comportam. Nível 4
    • Uso de símbolos para comunicar emoções, USO DE IDÉIAS, criatividade
    • Isso se dá através da brincadeira imaginativa envolvendo objetos e situações da vida real
    • Dominando habilidades relacionadas com pensamento simbólico a criança é capaz de comunicar sentimentos e ideais através de palavras (ex: antes bebe demonstrava afeto pela mae com beijos e abraços, nesse nivel já consegue verbalizar: eu te amo)
    • Capacidade crucial para lidar com desafios sociais que envolvem sentimentos e ideais.
    • Inicio da comunicação verbal- Cuidado não é simplesmente falar!
    • A criança usa pensamentos e idéias (símbolos) para expressar, expandir e compartilhar desejos, sentimentos e intenções.
    • a criança mostra desejos e sentimentos através de ações ao invés de pensamentos ou idéias (símbolos).
      • (10-30m)
    Capacidade Simbólica e Brincadeira Imaginativa Nível 5
    • Formar conexões lógicas entre emoções, idéias e pessoas. Construir pontes no meio das idéias – ser racional – como, pq, onde?
    • Ao dominar essas habilidades a criança terá noção de seus próprios sentimentos, desejos e necessidades e será capaz de separar suas experiências das experiências dos outros.
    • Criança conecta experiências internas e externas – “Estou chateado porque voce roubou meu brinquedo.”
    • Criança emite opinião
    • As habilidades de perceber diferenças, pensar sobre elas de forma lógica e comunicar elas através de símbolos, são necessárias para resolver desafios sociais.
    • O pensamento é lógico e flexível e se dá através de uma gama de emoções e interações. A criança consegue diferenciar suas experiências da dos outros, explorar os sentimentos e construir em cima da idéia do outro.
    • A criança é carinhosa e capaz de se relacionar com outros, porém comunica somente suas próprias idéias. Não consegue separar suas idéias e sentimentos das dos outros
      • (30-48m)
    Pensamento Emocional, Lógico - Abstrato Nível 6
  • NÍVEIS DE DESENVOLVIMENTO
    • No desenvolvimento típico esses 6 níveis são alcançados com aproximadamente 4, 5 anos. No caso de crianças autistas ou com outros problemas de desenvolvimento esse período é muito maior.
    • Para os níveis seguintes cada pessoa tem o seu tempo.
    • Nível 7 – Pensamento triangular e Multicausal
      • Ex: João não quer brincar comigo pq não gosta de mim, ou pq está cansado, ou pq não gosta do meu jogo...
      • Ex: Gosto mais do Pedro do que do João pq ele tem brinquedos mais legais ou mamãe não deixa eu ver TV então vou perguntar pro meu pai
    • Nível 8 – Gray Area, Pensamento emocionalmente diferenciado
      • Solução de problemas mais complexos e em grupo
      • Estou só um pouco zangado
    • Nível 9 – Sense of self crescente, reflexão
      • Pessoa reflete sobre suas ações, considera as experiencias do presente passado e pensa no futuro
      • Inclusão da familia, comunidade, noção de responsabilidade...
  •  
    • Cada criança é diferente!!!
    • Saúde
    • Família – rede social – dinâmica familiar
    • Aspecto sensorial – como ela percebe o mundo?
      • Hiperresponsiva
      • Hiporresponsiva
      • Busca sensorial
      • Problema motor
    Cada criança tem o seu padrão de resposta a estímulos sensoriais, o organismo de cada criança funciona de uma forma particular e cada criança está imersa em um ambiente diferente.
  • SISTEMAS SENSORIAIS
  • SENSAÇÕES EXTERNAS (kranowitz, 2005)
  • SENSAÇÕES INTERNAS Sistema Vestibular (orelha interna) Sensação interoceptiva ( órgãos internos) Propriocepção (músculos e articulações) (kranowitz, 2005)
  • SENSIBILIDADE SOMÁTICA (SENSITIVA)
    • Sensibilidade Tátil
    • Tato
    • Pressão
    • vibração
    • Prurido
    • Sensibilidade Térmicas
    • Sensações Dolorosas
    • Sensibilidade Proprioceptiva
    (Tortora & Derrickson, 2010) Sentidos especiais -Vestibular -Visual -Auditivo
  • RECEPTORES SENSITIVOS (Tortora & Derrickson, 2010) terminação livre
  • RECEPTORES DA SENSIBILIDADE SOMATICA(CORPORAL) RECEPTOR LOCALIZAÇÃO SENSAÇÃO ADAPTAÇÃO Terminação livre Pele, órgãos internos, vasos e articulações Dor,temperatura, tato grosseiro e propriocepção Lenta Corpúsculo de Meissner Epiderme Tato, pressão e vibração Rápida Corpúsculo de Pacini Derme, articulações, parede das vísceras Pressão e vibração Rápida Corpúsculo de Ruffini Toda pele(derme), ligamentos e tendões Estiramento da pele Lenta Discos de Merkel Epiderme Tato e pressão Lenta Plexos da raiz pilosa Pele pilosa Tato Rápida Órgãos Tendinosos de Golgi Tendões Propriocepção (tensão muscular) Lenta Fuso muscular Músculo Propriocepção (comprimento muscular) Lenta
  • REPRESENTAÇÃO CORTICAL DA ÁREA MOTORA E SENSITIVA SOMÁTICA PRIMARIA Área primária sensitiva Área primária motora (Tortora & Derrickson, 2010) Proporção que cada região ocupa no córtex
  • REPRESENTAÇÃO CORTICAL DA ÁREA MOTORA E SENSITIVA SOMÁTICA PRIMARIA
  • SISTEMAS DE BASE SISTEMAS FUNCIONAIS (AUXILIARES) Jean Ayres (2005)
    • Dá informações sobre o mundo, especificamente sobre o formato, tamanho e textura de objetos
    • manipulaçao de objetos
    • Segurança e laço afetivo (toque social)
    • Dividido em 2 partes:
      • Sistema protetor
      • Sistema discriminativo
    • Movimento, equilibrio, controle postural, posiçao e relação do corpo com a gravidade (relaçao mais importante)
    • Localizado no ouvido interno
    • Sensação de segurança
    • Coordena os movimentos dos olhos, cabeça e corpo no espaço.
    • Importante para as habilidades sensoriais e motoras, que conseqüentemente influenciam no desenvolvimento de habilidades emocionais e cognitivas.
  • SISTEMA VESTIBULAR
    • Sensação dos músculos e das articulações
    • Nos fornece informações sobre a posição do corpo
    • permite o ajuste automatico do corpo para evitar uma queda, por exemplo.
    • Também nos orienta com relaçao a força necessária para desempenhar determinada atividade
  • SISTEMAS FUNCIONAIS (AUXILIARES)
    • Nos informa sobre a qualidade e localização espacial do som
    • Importância escuta pré-natal da voz da mãe – conforto e segurança - Preferência por sons - música, manhês
    • Primitiva no nascimento
    • Reconhecimento da mãe
    • Predisposição inata para estímulos que se assemelhem a um rosto
    • Surge tardiamente , amadurece rapidamente
    • Domina a experiência sensorial humana
    • Papel importante na leitura da linguagem nao verbal durante interaçoes sociais
    • permite perceber as sensações causadas por diferentes substâncias na boca (doce, amargo, azedo, salgado)
    • Reconhecimento da mãe após nascimento
    • Influência no apetite e escolha de alimentos com função protetora
    • Essencial nas interações sociais : reconhecimento de coisas familiares, atração sexual e vínculo da criança pequena com os pais (principalmente mãe)
    • Processo pelo qual o ser humano se torna capaz de perceber, aprender e organizar as sensações recebidas do meio e de seu próprio corpo, de forma a criar respostas adaptativas.
    • É o que transforma as sensações em percepções.
    • Informações sensoriais que chegam ao cérebro a todo instante devem ser organizadas de forma que a experiência sensorial seja integrada e percebida como um todo.
    • Forma a base para o aprendizado, comportamento social e desenvolvimento emocional.
    Jean Ayres (2005)
    • Um componente importante para que a integração sensorial aconteça é a modulação. O sistema se modula aumentando ou reduzindo a energia de determinadas mensagens.
    • Capacidade básica de integração sensorial se desenvolve através da interação
    • Habilidades da criança, desde as comportamentais, emocionais e até acadêmicas, têm sua origem em uma fundação sensório-motora.
    • Capacidade de aprendizagem de uma criança está relacionada à sua habilidade de integrar informações sensoriais.
    Jean Ayres (2005)
  • INTEGRAÇÃO SENSORIAL
    • “ Podemos pensar que as sensações são “alimento” para o cérebro – não há nutrição se houver um mal processamento.” ( Jean Ayres)
    “ Habilidades básicas como reconhecer as pessoas e coisas pressupõe habilidades ainda mais simples como aprender a atribuir significado a um estimulo visual. Compreender a fala requer aprender a processar sons, o que requer primeiramente reconhecer sons como coisas que podem ser processadas, e reconhecer o processamento como uma forma de extrair ordem do caos”. (p 295) Jim Sinclair (1992)
  • SISTEMAS SENSORIAIS / RELAÇÕES INTERPESSOAIS
    • As primeiras experiências de um bebê são de natureza sensorial, e é através dessas experiências que o bebê dá sentido ao mundo - base das relações interpessoais (Stern, 1992).
    • percepção amodal - capacidade inata de traduzir uma informação recebida em uma modalidade sensorial para outra. (Ex: tátil/visual – chupeta e áudio/visual – vídeo)
    • Bebês - capacidade inata de ser sensível e responsivo ao outro (Hobson, 2004).
    • Habilidade de tolerar a estimulação sensorial ocorre primeiramente nas interações mãe-bebê e a tolerância sensorial é intimamente relacionada à regulação dos estados de ativação (arousal) e ao desenvolvimento das habilidades de interação precoce. (DeGangi e Greenspan, 1989)
  • DESENVOLVIMENTO SENSORIAL TÍPICO Orientação social e estabelecimento de relações afetivas.
  • O PROCESSO DE INTEGRAÇÃO SENSORIAL DE JEAN AYRES
  • Os Sentidos Integração dos sentidos Produto final Auditivo Vestibular Proprioceptivo Tátil( toque) Visual Movimento dos olhos Postura Equilíbrio Tônus muscular Segurança gravitacional Sugar comer Vinculo mãe –bebe Conforto tátil Percepção do corpo Coordenação dos lados do corpo Planejamento motor Nível de atividade Atenção Estabilidade emocional Fala Linguagem Coordenação viso-motor Percepção visual Atividade com propósito Habilidade de concentração Habilidade de organização Auto estima Auto controle Auto confiança Habilidade de Aprendizado acadêmico Capacidade de pensamento abstrato e raciocínio Especialização dos lados do corpo e cérebro ----------------------------------------------------------------------------- -------------------------------------------------------------------------------- ----------------------------------------------------------------------------- --------------------------------------------------------------------------------- ---------------------------------------------------------------------------------------- Primeiro nível Segundo nível Terceiro nível Quarto nível
  • DESENVOLVIMENTO DE BAIXO PARA CIMA!!!
  • GREENSPAN / AYRES
    • Irritado o tempo todo
    • Baixo tônus muscular
    • Ciclos de sono irregulares
    • Não gosta de colo
    • Desenvolvimento lento
    • Qualidade de movimento abaixo do esperado
    SINAIS SUGESTIVOS DE PROBLEMAS SENSORIAIS 1 Ano
    • Desajeitado motoramente
    • Articulação verbal pobre e desenvolvimento da linguagem pobre
    • Extremamente irritado com machucados
    • Medo de andar em superfícies diferentes
    • Medo de escorregador e outros
    • Bagunça na mesa e rejeição a novos alimentos
    SINAIS SUGESTIVOS DE PROBLEMAS SENSORIAIS 1 a 2 Anos
  • PROBLEMAS SENSORIAIS NO AUTISMO - LITERATURA
    • Evidências indiretas de problemas sensoriais no autismo têm origem em pesquisas de privação sensorial e em estudos com indivíduos com problemas de visão e audição.
    • Primeiros trabalhos sobre autismo já descreviam reações incomuns a estímulos sensoriais. (Kanner, 1943 e Asperger, 1944)
    • Sentidos operam de forma isolada e o cérebro não consegue organizar os estímulos de modo a obter um significado. (Hatch-Rasmussen, 1995)
    • Sintomas do autismo como consequência de alguma lesão cerebral que faz com que o autista perceba os estímulos de forma diferente – disfunção sensorial. (Doman, 1986 e Delacato, 1974)
    • Estado aumentado de ativação crônico - overarousal. (Hutt, Hutt, Lee e Ounted, 1964)
    • Flutuação entre os estados aumentado e diminuído de ativação – over e underarousal. Falha na modulação do input sensorial e experiencia perceptiva instável. (Ornitz e Ritvo, 1968)
    • Atenção superseletiva. (Lovaas e Newsom, 1976)
    • Baixo limiar de aversão a estimulação social. Estímulos sociais facilmente excedem esse limiar devido a sua natureza imprevisível e complexa, o que nao acontece com estímulos não sociais que são previsíveis. Autista perde oportunidade para aprender sobre emoções. (Dawson e Lewy, 1989)
    • Modelo de processamento sensorial – forma como indivíduo responde a eventos sensoriais é uma combinação de seu limiar neurológico e sua estratégia de resposta. (Dunn, 1997)
    • Limiar neurológico - quantidade de estímulo necessária para que o sistema nervoso perceba e reaja a esse estímulo
    Estratégias de Respostas e Autoregulação Limiar/Reatividade Passivo Ativo Alto Baixo Registro (cansada, apática, desinteressada) Busca sensações (inquita, ativa, excitável) Baixo Sensibilidade Sensorial (distraído) Evita Sensação (resistência a mudanças)
    • A maioria das pesquisas utiliza instrumentos baseados em questionários para pais e cuidadores. Mais utilizado: Perfil Sensorial (Dunn e Westman, 1995)
    • Não há nenhum instrumento de avaliação sensorial direta para identificar prejuízos sensoriais precocemente. Exceção: TSFI – Teste das Funções Sensoriais em bebês (DeGangi e Greenspan, 1989).
    • Média de estudos é de que 70% a 80% dos autistas apresentam problemas sensoriais (Harrison e Hare, 2004).
    Pesquisas Científicas
    • Não há consistência de resultados com relação aos sistemas mais afetados.
    • Pesquisas sugerem que os autistas tendem a apresentar anormalidades sensoriais em mais de uma modalidade sensorial.
    • Respostas sensoriais incomuns parecem estar aparentes nos autistas já no primeiro ano de vida. Podem ser úteis para rastreamento precoce.
    • Problemas sensoriais parecem ser mais comuns na infancia, tendem a melhorar com a idade. (Kern e colaboradores,2007)
    Pesquisas Científicas
    • Mais de 50 autobiografias publicadas + dados internet.
    • Problemas sensoriais frequentemente descritos.
    • Estudos pela internet de análise qualitativa de relatos de experiência sensório perceptivas incomuns.
    • Hiper/Hiposensibilidade
    Relatos Autobiográficos
    • Limitações:
      • Relatos nao tão confiáveis – dependem de uma memória apurada.
      • Variedade do grupo de crianças autistas – abrangência do conceito.
      • Dificuldade em estabelecer grupo controle equivalente.
      • Número de sujeitos reduzido.
      • Relatos autobiográficos vem de autistas de alto funcionamento – não podem representar todos os autistas do espectro.
    • Importância dos relatos e estudos para entender o autismo.
    Pesquisas Científicas / Relatos Autobiográficos
    • Padrões mais frequentementes encontrados e relevantes para o entendimento do autismo (Bogdashina, 2003):
    • “ Sou incapaz de falar ao telefone em ambientes barulhentos como aeroportos ou escritórios. Outras pessoas conseguem, mas eu não. Se eu tento ignorar o barulho de fundo, a voz ao telefone também desaparece”. (Grandin, 2000)
    • “ Eu também era muito sensível ao toque; eu sentia anáguas ásperas me roçando como lixas rasgando minha pele. Uma criança não tem como funcionar em uma sala de aula vestindo uma roupa íntima que pareça estar forrada de lixa.” (Grandin,2000)
    • “ Algumas vezes quando as crianças falavam comigo eu mal escutava, outras vezes elas soavam como um tiro.”(White e White, 1987 citado em Bogdashina, 2003)
    • “ Quando criança parecia que eu não sentia dor ou desconforto, que eu não queria ajuda, que eu não sabia o que dizia ou que eu não escutava ou enxergava. Quando algumas dessas sensações, respostas ou compreensões eram decodificadas e processadas de forma a apresentarem um significado pessoal para que eu pudesse, então, respondê-las, eu estava quinze minutos, uma dia, uma semana, um mês, ou mesmo um ano fora do contexto no qual a experiência havia acontecido”. (Williams, 1996, citado em Bogdashina, 2003)
    • “ Eu sempre soube que o mundo é fragmentado. Minha mãe era um cheiro, meu pai um tom, e meu irmão era algo que se movimentava. Nada era por inteiro, exceto as cores e os brilhos do ar.”(Williams, 1992)
    • “ Os números são minha primeira língua, na qual com freqüência penso e sinto. Pode ser difícil para mim entender as emoções ou saber como reagir a elas, de modo que muitas vezes os números me ajudam. Se um amigo diz que se sente triste ou deprimido, imagino-me sentado no vazio escuro do número seis para tentar experimentar a mesma espécie de sentimento e compreendê-lo. Se leio num artigo que uma pessoa se sentiu intimidada por algo, imagino-me ao lado do número nove. Sempre que alguém descreve a visita a um lugar bonito, lembro minhas paisagens numéricas e a felicidade interior que me trazem. Desse modo, os números realmente me ajudam a entender outras pessoas.”(Tammet, 2007, p. 18)
  • (Miller, 2007) Estrutura ainda em desenvolvimento
    • Dispraxia- dificuldade em idealizar, iniciar,criar, inventar,planejar, seqüenciar, modificar e executar ações – EU NÃO CONSIGO
    • motora/ oral- verbal
    • Distúrbio postural – dificuldade em estabilizar o corpo durante o movimento ou retificar a postura quando solicitado pelo movimento – EU NÃO QUERO
    • Dificuldade em regular as respostas aos inputs sensoriais
    • Dificuldade em alcançar e manter um nível ótimo de performance e dificuldade em se adaptar aos desafios do dia a dia
    • Hiper ou Hipo
    • Flutuação entre os estados de hiper e hipo
    • Hiper sensível às sensações – sons, texturas, movimento, odores...
    • Incomoda-se com:
      • Cheiros em restaurantes / Sons altos e inesperados
      • Ser tocado de forma inesperada / Cortar cabelo ou escovas de modo geral
      • Andar de carro
    • Responde muito, com muita freqüência ou por muito tempo à um estímulo sensorial
    • Comportamento agressivo ou impulsivo quando sobrecarregado por estímulos sensoriais
    • Irritável com problemas em se relacionar
    • Medo de novas experiências
    • Problema com transições
    • Não habitua
  • HIPER
    • Estratégias Intervenção:
      • Atividades proprioceptivas – almofadas pesadas, carregar obejtos pesados, puxa ou empurrar, brinquedos de vibram, roupa pesada
      • Narrar a atividade para que nada seja imprevisível
      • Preferência por atividades em dupla ao invés de grupo
      • Preferência por lugares pequenos
      • Respeitar necessidade da criança em se organizar
      • Regular tom de voz – co-regulação
    • Menos sensível e percebe menos os estímulos comparado a população em geral
    • Não chora quando se machuca
    • Não percebe quanto é tocado
    • Preferência por atividades sedentárias
    • Não percebe quando precisa ir ao banheiro
    • Passivo, quieto
    • Dificuldade de interação
    • Perde-se em si mesmo facilmente
    • Excessivamente devagar para responder ou completar atividades
    • Desinteresse em explorar objetos, ambiente
  • HIPO
    • Estratégias de Intervenção:
      • Objetivo: acordar o corpo!!
      • Atividades de alerta
      • Jogos com movimento e mudanças rápidas de posições e velocidade
      • Músicas com ritmos diferentes
      • Brincadeira de imitação e alternância de turno
    • Precisa de mais estimulação sensorial do que a população em geral
    • Movimenta-se constantemente, gosta de esbarrar nas coisas, de se jogar
    • Toca as coisas constantemente
    • Dificuldade em respeitar a vez do outro numa conversa, não para de falar
    • Fica irritado e explosivo quando tem que parar de se movimentar
    • Difícil de ser acalmado
    • Habitua facilmente - Mecanismo ainda sendo investigado
  • BUSCA
    • Estratégia de Intervenção:
      • Quebrar as sensações para que a criança não habitue
      • Star and stop games
      • Atividades com propriocepção – empurrar, puxar, apertar
  • EXEMPLOS MANIFESTAÇÕES
  • NÍVEIS DE ATIVAÇÃO
    • Modifique o ambiente. Abaixe as luzes. Mude para um ambiente com menos estímulos.
    • Propriocepção. Propriocepção. Propriocepção!!!
    • Use movimentos lineares e rítmicos com balanços, lycra, lençol
    • Use co-regulação abaixando sua voz e reduzindo seus movimentos
    • Cesse os desafios da criança. Se a criança está superestimulada não exija regulação sensorial e engajamento ao mesmo tempo (ex: se a criança estava usando 1 a 2 palavras para se comunicar e nesse momento só consegue fazer contato visual, aceite o contato e não exija a verbalização até que ela se regule novamente)
    • Se a criança não quiser pressão profunda, faça atividades simples (ex: escalar para pegar um animal em cima de uma pilha de almofadas)
    • Use high affect. Brinque com a voz
    • Siga o interesse da criança. Mude a velocidade e intensidade dos equipamentos para ver qual forma promove a maior regulação e atenção da criança
    • Faça brincadeiras de para/continua nos equipamentos, trabalhando a antecipação da criança, a expectativa (ex: 1, 2, 3 e já, preparar, apontar, fogo....)
    • Cante com ritmo, pule contando, cante e pare para a criança ficar na expectativa e quem sabe tentar completar a música. Coordene movimentar a criança e cantar ao mesmo tempo e em seguida para o movimento e a música para que ela dê alguma indicação de que quer que continue
    • Se uma atividade está funcionando fique nela!e aproveite para construir um maior número de círculos de comunicação
    • Espere, espere, espere.....com cara de antecipação pelo que a criança tem a “ dizer”
  • ESTÍMULOS E NÍVEL DE ATIVAÇÃO Estímulo Inibitórios Facilitadores Vestibular Balanço lento e rítmico Giros rápidos e irregulares Tátil Calor, toque de pressão frio, toque suave Auditivo Musica clássica, ritmos lentos Musica rápida, batidas Olfativo Aromas doces suaves, terra Odores fortes, cítricos Visual Luz difusa constante, ausência de luz Luz brilhante e localizada, pisca- pisca
  • Desenvolvimento Típico TPS
  • PRÁTICA
    • Terapia de integração sensorial / Dieta Sensorial - Terapeuta Ocupacional
    • Psicólogos, fisioterapeutas, fonoaudiólogos etc.... Podem e devem usar técnicas em seus atendimentos
    • Sistema Tátil
      • Esconder objetos ou partes de encaixes em uma caixa de feijão para a criança encontrar
      • Circuito com diferentes texturas onde a criança tem q levar um objeto de um lugar ao outro
      • Batata quente com bexiga cheia de farinha, arroz etc...
      • Desenho com dedos na tinta, espuma, cola
      • Sistema Vestibular
      • Equipamentos suspensos como balanço, corda, escorrega (alternar velocidade , intensidade e movimentos)
      • Brincadeiras de roda
      • Circuitos
      • Sistema Proprioceptivo
      • Cabo de guerra
      • Briga de almofada, sanduíche
      • Carro onde uma criança tem que empurrar a outra
      • Jogar bola (com bola de peso)
      • Massagem
      • Escalar almofadas – coloca objeto no alto para criança escalar
  • ESTUDO DE CASO
      • COMO ESSAS QUESTÕES IDENTIFICADAS AFETAM SEU COMPORTAMENTO?
      • Sua hiporeatividade faz com que seja difícil perceber e responder ao ambiente.
      • Sua dificuldade em registrar e interpretar as informações proprioceptivas e vestibulares afeta sua consciência corporal, equilibrio, estabilidade postural além de afetar sua segurança.
      • Sua resistencia a atividades de movimento pode estar ligada a sua instabilidade postural – insegurança – se não pode interpretar onde seu corpo está no espaço evita algumas situações de movimento.
      • Sua hiperreatividade impacta na sua interação com o ambiente, com isso perde oportunidades de participar em atividades de coordenação motora grossa e conseqüentemente não desenvolve essas habilidades motoras.
      • Sua busca sensorial é uma tentativa de juntar mais informação sobre seu corpo no espaço
      • Desafios sensoriais influenciam habilidade de se comunicar e se engajar, o que prejudica sua interação social
  • INTEGRAÇÃO SENSORIAL/EMOCIONAL
      • É a prática de integrar o input emocional com atividades sensoriais.
      • Toda e qualquer experiência é percebida como um estímulo sensorial e interpretada como um estímulo emocional. Ex: “aquele barulho foi alto, fiquei com medo” ou “ essa roupa é macia, eu gosto”
      • Os dois sistemas são interligados e precisam ser trabalhados.
      • Input sensorial passa pelo sistema límbico.
      • Para criar mudanças no sistema sensorial é preciso trabalhar simultaneamente a percepção sensorial e emocional.
      • Trabalhar só o sensorial não adianta.
      • AFETO ORGANIZADOR CENTRAL DA NOSSA EXPERIÊNCIA!!
      • SENTIMENTOS SÃO COMO UMA COLA PARA NOSSOS PENSAMENTOS E AÇÕES!!!
    • Pais/criança
    • Cuidadores/criança
    • Profissional/criança
    • Profissional/pais
    • Profissional / criança / pais
    • Nosso cliente não é a criança, e sim a família
    • Não pensar em criança com necessidades especiais, mas sim em família com necessidades especiais
    • Objetivo DIR é envolver pais mas não torná-los terapeutas. É fazer pais entenderem naturalmente o mundo da criança
    • Enxergar cada criança como um pequeno projeto de pesquisa!!!
    • Entender em qual nível de desenvolvimento a criança está
    • Sempre ter em mente o perfil da criança, suas diferenças individuais (hiper, hipo, busca)
    • Plano de ação, planejamento de sessão
    • Criar experiências sensoriais emocionalmente significativas
    • OBSERVAR é a palavra chave
    • Co-regulação - Calibrar nossas emoções para dar suporte as diferenças individuais da criança
    • Pensar: como será que é estar naquele corpo??
    • Cuidado com a imprevisibilidade – violação expectativas (abraço)
    • Com nossos autistas, muitas vezes não fazer nada seja estar fazendo muito!!
    • Capacitar pais para que eles passem a conhecer seus filhos e saibam como estimulá-los – presença de pais na sessão
    • Pensar que tanto pais quanto terapeuta estão em desenvolvimento
    • Filmar sessões
    • Cuidado com as avaliações – estado de alerta da criança já está elevado, o que não quer dizer que ela seja hiper (ideal é ver a criança no seu melhor – interação com cuidadores)
    • Sempre buscar engajamento!!
    • Conhecimento do perfil deve se expandir para todos os ambientes e durante atividades rotineiras- adaptações escolares
  • AMBIENTE ESCOLAR
    • Deve ser observado com muita atenção!
    • Não adianta organizar a criança em terapia e em casa se a escola é caótica.
    • O que fazer?
    • Adaptações:
      • do ambiente
      • do material
      • da rotina se necessário
    • Conhecimento do perfil e nível de desenvolvimento da criança
    • Ex: criança ansiosa
    • Relação de confiança
    • A ATIVIDADE NÃO É IMPORTANTE!!
    • O PROCESSO É MAIS IMPORTANTE DO QUE O PRODUTO !
      • Ir devagar, Esperar ! Silencio é OK!!!
    • Deixar a criança liderar – aproveitar seus interesses, suas paixões para ampliar as oportunidades de interação – desafiá-la ao mesmo tempo
    • Considerar todas as capacidades da criança na relação
    • Trabalhar face a face
    • Usar antecipação para se engajar
    • Usar AFETO!Ser dinâmico!!
    • Buscar o BRILHO NOS OLHOS!!!
      • Não fazer pela criança, dar tempo para que ela faça sozinha!ajude-a a fazer sozinha!!
      • Induzir a criança a pensar, e não a fazer!
    • Estender os círculos de interação
    • Não desistir
    • Fechar todo círculo de comunicação
    • Expandir, expandir, expandir!
    • Ler as dicas da criança – Considerar o que a criança faz como intencional
    • Encorajar a criança a iniciar e ser intencional – Faça com que seja idéia da criança!!!
    • Andar para cima ou para baixo na escada de desenvolvimento se preciso
    • co-regulação, calibrar nosso afeto
    • Estimular planejamento motor
    • Incentivar a criança a solucionar problemas e pensar por ela mesma!
    • Incentivar a criança a ser criativa e usar idéias originais
    • Incentivar a criança a expressar suas emoções/validar e aproveitar essas emoções
    • Incentivar a criança a mostrar as razões por trás de suas idéias, negociar
      • Dar diversas opções se preciso
    • Incentivar interações com outras crianças!!!
  • AVALIAÇÃO
    • FEAS – Functional Emotional Assessment Scale
    • Observação da criança:
      • Movimento
      • Sensorial ( tato, visão, audição)
      • Simbólico
    • Observação do perfil da família
    • A criança não está em um nível- Qualidade!
    • Observar a criança no seu melhor!!!!
  • AVALIAÇÃO
  • VIGNETTE
    • Perfil da Criança
    • D – NIVEIS:
    • Nível 1 – é capaz de manter-se regulada e ter atenção na maior parte do tempo, o que diminui em atividades motoras
    • Nível 2 – apropriado para idade, busca interações
    • Nível 3 –abre e fecha alguns círculos de comunicação usando principalmente afeto e gestos. Sustenta mais de 5 círculos durante brincadeira
    • Nível 4 –mostra habilidades iniciais nesse nível. O planejamento motor está limitando o desenvolvimento desse nível
    • Nível 5- ainda não apresenta habilidades nesse nível pela idade porém já apresenta imitação, pré requisito para este nível.
    • Nível 6 – ainda não tem idade
  • VIGNETTE
    • I - Diferença Individual:
    • Motor
    • Planejamento motor
    • Propriocepção
    • Sistema auditivo
    • Sistema tátil
    • Sistema vestibular
    • Linguagem receptiva e expressiva
    • Capacidades visuo-espaciais
  • VIGNETTE
    • Padrões familiares
    • O que observar?
    • Capacidades de dar conforto
    • Acha o nível apropriado de estimulação
    • É aberto para interagir
    • Apropriado affect para Co-regulação
    • Consegue ler os sinais da criança
  • DISCUSSÃO DE CASO CLÍNICO
    • Paciente 6 anos com diagnóstico de autismo, freqüenta escola regular com uma mediadora.
    • A mediadora relatou que durante a rotina escolar apresenta certos comportamentos que atrapalham seu desempenho nas atividades:
      • Se levanta com freqüência durante a rodinha
      • Permanece na rodinha quando no colo da mediadora
      • Nas atividades com tinta e cola faz uma bagunça e apesar de parecer compreender a atividade seu trabalho não fica organizado
      • Morde os amigos sem nenhum motivo aparente, a professora reparou que essas mordidas ocorrem com freqüência quando juntam as duas turmas
  • DISCUSSÃO DE CASO CLÍNICO
      • Busca abraços apertados ao longo do dia e no pátio se joga contra os amigos, não parece estar brincando
      • Na casinha de bonecas mostra-se isolado (brinca muito focado nos objetos)
      • Segundo relato da mãe utiliza bastante linguagem verbal em casa o que não acontece na escola
      • Perfil sensorial?
      • Estratégias sensoriais?
      • Qual o impacto desse perfil nos níveis de desenvolvimento?
  • NEM SEMPRE O QUE É BOM PRA GENTE É BOM PROS OUTROS!!
  • REFERÊNCIAS
    • Greenspan S. I. & Wieder S. (2006). Engaging Autism – Using the Floortime Approach to Help Children Relate, Communicate, and Think.
    • Greenspan, S. I., & Wieder, S. (1998). The child with special needs. Intelectual and emotional growth.
    • Ayres, J. (2005). Sensory integration and the child.
    • http:// www.icdl.com
    • http://floortimebrasil.blogspot.com
    • http://www.spdfoundation.net/
    • Dissertação de Mestrado de Roberta Costa Caminha
  • LINK VIDEOS INTERESSANTES:
    • http://www.youtube.com/watch?v=BPDTEuotHe0
    • http://www.youtube.com/watch?v=_JmA2ClUvUY
    • http://www.youtube.com/watch?v=M5MuuG-WQRk
    • http://www.youtube.com/watch?v=nPRpY7GoSmo
    • http://www.youtube.com/watch?v=rlsTeqYMPu0&feature=related