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Inovação & tecnologia   aula criatividade
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Inovação & tecnologia aula criatividade

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  • 1. Prof. MSc. Anderson FerreiraInovação e TecnologiaProf. MSc. Anderson FerreiraBrasília, 1º Sem de 2013
  • 2. Prof. MSc. Anderson FerreiraAula - Criatividade
  • 3. Prof. MSc. Anderson FerreiraContextualização
  • 4. Prof. MSc. Anderson FerreiraCriatividade“Uma organização repleta de pessoas criativas nãoé necessariamente uma organização inovadora...Isso pode até ser contraproducente”.Philip KotlerReflexão
  • 5. Prof. MSc. Anderson FerreiraCriatividade“A criatividade tem mais a ver com a arte delidar com impossibilidades do que com acapacidade de solucioná-las, aonde as mentesmais analíticas obtém os melhores resultados.”Philip KotlerConceito
  • 6. Prof. MSc. Anderson FerreiraCriatividadeConceito• O processo de criar novas ideiasenvolve a combinação de conceitos eelementos existentes em novas eoriginais associações;• O radar é uma combinação deelementos conhecidos: ondas de rádio,amplificadores e osciloscópios;• A Internet também é a combinação detecnologias disponíveis: computadorese telecomunicações.
  • 7. Prof. MSc. Anderson FerreiraCriatividadeSob o ponto de vista humano: é a obtenção de novos arranjos de ideias e conceitos já existentes formandonovas táticas ou estruturas que resolvam um problema de forma incomum, ou obtenham resultados de valorpara um indivíduo ou uma sociedade. Criatividade pode também fazer aparecer resultados de valor estéticoou perceptual que tenham como característica principal uma distinção forte em relação às "ideiasconvencionais“;Sob o ponto de vista cognitivo: é o nome dado a um grupo de processos que procura variações em umespaço de conceitos de forma a obter novas e inéditas formas de agrupamento, em geral selecionadas porvalor (ou seja, possuem valor superior às estruturas já disponíveis, quando consideradas separadamente).Podem também ter valor similar às coisas que já se dispunha antes mas representam áreas inexploradas doespaço conceitual (nunca usadas antes);Sob o ponto de vista neurocientífico: É o conjunto de atividades exercidas pelo cérebro na busca depadrões que provoquem a identificação perceptual de novos objetos que, mesmo usando "pedaços" deestruturas perceptuais antigas, apresentem uma peculiar ressonância, caracterizadora do "novo valioso",digno de atenção;Sob o ponto de vista computacional: É o conjunto de processos cujo objetivo principal é obter novasformas de arranjo de estruturas conceituais e informacionais de maneira a reduzir (em tamanho) arepresentação de novas informações, através da formação de blocos coerentes e previamente inexistentes.Vários Pontos de Vista....
  • 8. Prof. MSc. Anderson FerreiraCriatividadeMitos sobre a Criatividade• Criatividade é inata, um dom e nãopode ser aprendida ou desenvolvida;• Para ser criativo é necessário ser umrebelde, louco, gênio ou artista;• Inteligência é criatividade;• Todos os novos produtos resultaramde descobertas acidentais;• Não há limites (ou parâmetros) para acriatividade;• A criatividade não acontece se hápressão.
  • 9. Prof. MSc. Anderson FerreiraCriatividadeEm 1968, os pesquisadores George Land eBeth Jarman realizaram uma reveladorapesquisa sobre criatividade com um grupode 1.600 jovens nos EUA. O estudo sebaseou nos testes usados pela NASA paraseleção de cientistas e engenheirosinovadores. No primeiro teste as criançastinham entre 3 e 5 anos e 98% apresentaramalta criatividade; o mesmo grupo foi testadoaos 10 anos e este percentual caiu para30%; aos 15 anos, somente 12%mantiveram um alto índice de criatividade.Teste similar foi aplicado a mais de 200.000adultos e somente 2% se mostraramaltamente criativos.Fatos sobre a CriatividadeTeste feito pela NASA
  • 10. Prof. MSc. Anderson FerreiraCriatividadePelo menos uma certeza:
  • 11. Prof. MSc. Anderson FerreiraCriatividadeBloqueios Mentais• Paredes Mentais que nos impedem deperceber corretamente o problema ouconceber uma solução;• Alguns são criados por nós mesmos:temores, percepções, preconceitos,experiências, emoções, etc;• Outros são criados pelo ambiente:tradições, valores, regras, pressões,falta de apoio, conformismo, etc;• Nos impede de ver um problema ouuma solução de uma maneira nãoconvencional.
  • 12. Prof. MSc. Anderson FerreiraCriatividadeBarreiras à Criatividade
  • 13. Prof. MSc. Anderson FerreiraCriatividadeBloqueios Culturais• Barreiras que impomos a nós mesmos devido àsociedade, cultura ou grupo que pertencemos;• Rejeição do modo de pensar de pessoas ou gruposdiferentes;• Alguns desses bloqueios:o Aqui nós não pensamos deste jeito;o Nosso jeito é o certo;o Respeitamos nossas tradições;o Não se mexe em time que está ganhando!
  • 14. Prof. MSc. Anderson FerreiraCriatividadeBloqueios Intelectuais e de Comunicação• Falta de informação e conhecimento;• Informação incorreta ou incompleta;• Fixação funcional ou profissional;• Crença na solução única;• Uso inadequado ou inflexível demétodos para solução de problemas;• Inabilidade para formular eexpressar com clareza problemas eideias.
  • 15. Prof. MSc. Anderson FerreiraCriatividadeBloqueios Emocionais• Desconforto em explorar e manipularideias;• Nos impedem de comunicar nossasideias à outras pessoas:o Medo de correr riscos;o Receio de parecer ridículo ou tolo;o Dificuldade de isolar o problema;o Negativismo – assume que vai dar errado;o Desconforto e insegurança com incertezas eambiguidades;o Incapacidade de distinguir entre a realidadee a fantasia.Hardy
  • 16. Prof. MSc. Anderson FerreiraCriatividadeBloqueios de Percepção• Obstáculos que nos impedem de perceberclaramente o problema ou a informaçãonecessária para resolvê-lo;• Inabilidade para enxergar o problema sobdiversos pontos de vista:o Estereótipos: assumindo que um item ou ideiaidentificado não pode ter outro uso ou função, alémdaquela já conhecida;o Fronteiras imaginárias: projetamos fronteiras noproblema e na solução que não existem na realidade;o Sobrecarga de informação: nos perdemos com aquantidade de informações ao ponto perder o caminhoda solução.
  • 17. Prof. MSc. Anderson FerreiraCriatividadePodemos aprender a ser criativos?
  • 18. Prof. MSc. Anderson FerreiraCriatividadeFatores de CriatividadeExpertise MotivaçãoHabilidadesCriativo• Expertise: conhecimentose habilidades básicas emuma determinada área;• Motivação: paixão pelotrabalho e prazer nasolução dos problemas;• Habilidade Criativa:flexibilidade, imaginação,curiosidade, fluência edomínio dos princípios etécnicas.
  • 19. Prof. MSc. Anderson FerreiraCriatividadeCérebro CriativoMuitas áreas diferentes docérebro estão envolvidas noato de conceber de umasolução criativa, ou seja,atribuir ao lado direito ouesquerdo, e,consequentemente, ao ladoracional ou emocional acriatividade, não temfundamento científico.http://noticias.bol.uol.com.br/internacional/2010/05/08/cientistas-tentam-mapear-a-criatividade-no-cerebro.jhtm
  • 20. Prof. MSc. Anderson FerreiraCriatividadeComo funciona o Cérebro CriativoOs sete estados cerebrais associados ao pensamento criativo, segundo a pesquisadora ShelleyCarson, autora do livro “Seu Cérebro Criativo”:Conectar - Estado de atenção desfocada que permite enxergar conexões entre objetos ou conceitos queparecem naturalmente disparatados. Esse estado facilita gerar soluções múltiplas para um problema. É abase para o pensamento divergente.Pensar – Favorece usar informações armazenadas na memória para resolver um problema. É o que usamosdiariamente para o planejamento.Visualizar – Favorece o pensamento não-verbal e a identificação de padrões entre conceitosindependentes. O pensamento tende a vir em metáforas. É o estado cerebral da imaginação.Absorver – A cabeça se abre para novas ideias, conhecimento e experiências, sem críticas. Tudo fascina echama atenção.Transformar – Nesse estado, a pessoa se sente inconformada, insatisfeita, ansiosa e dolorosamentevulnerável. Mas motivada para se expressar. O mau humor é a deixa para buscar uma transformação do quenão está bom em algo melhor, por meio da arte e da performance.Avaliar – É o estado da seleção, do olhar crítico. A pessoa julga o valor das ideias, conceitos, produtos,comportamentos e até outras pessoas. Depois da geração de ideias criativas, o cérebro se prepara paraselecionar as que servem.Seguir o fluxo – Os pensamentos e ações passam a fluir numa sequência harmoniosa, como se fossemorquestrados por forças externas. É o que favorece a improvisação no jazz, a escrita narrativa da ficção e adescoberta passo a passo de um novo fato científico.
  • 21. Prof. MSc. Anderson FerreiraCriatividadeSer criativo não é só terideias originais – é pensarem como torná-lasrealidade...
  • 22. Prof. MSc. Anderson FerreiraCriatividadeTeorias da Criatividade AArquitetura Cognitiva de Jean-François Richard Análise Fatorial e Pensamento Divergente Associacionismo Criatividade como Força Vital Criatividade como Gênio Intuitivo Criatividade como Inspiração Divina Criatividade como Loucura Criatividade e Inteligências Múltiplas Criatividade e os Hemisférios Cerebrais Criatividade e Psicanálise Criatividade e Psicologia Humana Gestalt Koestler e a Bissociação Laske e Inteligência Artificial Percepção e Representação
  • 23. Prof. MSc. Anderson FerreiraCriatividadeTeorias da CriatividadeA Psicologia Cognitiva estuda os processos de aprendizagem e de aquisição de conhecimento.Para a psicologia cognitiva, a cognição é entendida como um processo disparado por umasituação, compreendida pelos mecanismos perceptivos do cérebro. Tal situação é umaperturbação interna ao indivíduo, possivelmente fruto de uma ressonância causada por algumfator externo.Toda situação, para ser compreendida, deve ser representada pelo indivíduo. Portanto, pode-sedizer que a representação é a construção de um “modelo de similaridade” para o mundo, combase na experiência de vida e na varredura feita na memória em busca de situações análogas.Caso não seja possível representar adequadamente a situação, o indivíduo irá recorrer aos seusprocessos de raciocínio, buscando construir a representação para a situação a fim de podercompreendê-la. Isso é o que acontece na resolução de problemas.A Arquitetura Cognitiva de Jean-François Richard
  • 24. Prof. MSc. Anderson FerreiraCriatividadeTeorias da CriatividadeA Arquitetura Cognitiva de Jean-François RichardA relação entre conhecimentos,representações e raciocínios é tal queum complementa o outro. Em outraspalavras, os conhecimentosexistentes podem ser reforçados ourefutados conforme surjam novasrepresentações de situações,construídas por instrução (por meiode representações “prontas” deacontecimentos) ou por descoberta(solução de problemas práticos, por“tentativa e erro”)Fonte: FIALHO, Francisco. Uma introdução à engenharia do conhecimento.Florianópolis: UFSC, 1999 (apostila).
  • 25. Prof. MSc. Anderson FerreiraCriatividadeTeorias da CriatividadeAnálise Fatorial e Pensamento DivergenteCategoria Descrição- Cognitivas - Reconhecimento de informações- Produtivas - Uso de informações- Avaliativas - Julgamento daquilo que é reconhecido ou produzidoem função da adequação às exigências.Segundo Guilford, a mente abrange 120 fatores ou capacidades diferentes – dosquais 50 são conhecidos –, formando duas classes principais: capacidades dememória e capacidades de pensamentos.As capacidades de pensamentos são divididas em categorias, espécies e fatores,conforme o quadro a seguir:Quadro 1: As categorias de pensamento conforme Guilford
  • 26. Prof. MSc. Anderson FerreiraCriatividadeTeorias da CriatividadeAnálise Fatorial e Pensamento DivergenteA fatoração de Guilford ainda determina uma segunda divisão paraas categorias produtivas, identificando duas espécies depensamentos: o convergente e o divergente. O pensamentoconvergente move-se em direção a uma resposta determinada ouconvencional, a partir de um sistema de regras previamenteconhecido. Já o divergente tende a ocorrer quando o problema aindanão é conhecido ou quando não existe ainda método definido pararesolvê-lo. A criatividade, portanto, estaria grandemente localizadano pensamento divergente, que abrange onze fatores, apresentadosno quadro 2.
  • 27. Prof. MSc. Anderson FerreiraCriatividadeTeorias da CriatividadeAnálise Fatorial e Pensamento DivergenteFatores DescriçãoFluência vocabular Capacidade de produzir rapidamente palavras que preenchem exigências simbólicas especificadas.Fluência ideativa Capacidade de trazer à tona muitas idéias numa situação relativamente livre de restrições, em que não é importantea qualidade da resposta.Flexibilidade semântica espontânea Capacidade ou disposição de produzir ideias variadas, quando livre o indivíduo para assim proceder.Flexibilidade figurativa espontânea Tendência para perceber rápidas alternâncias em figuras visualmente percebidas.Fluência associativa Capacidade de produzir palavras a partir de uma restrita área de significado.Fluência expressionista Capacidade de abandonar uma organização de linhas percebida para ver outra.Flexibilidade simbólica adaptativa Capacidade de, quando se trata com material simbólico, reestruturar um problema ou uma situação, quandonecessário.Originalidade Capacidade ou disposição de produzir respostas raras, inteligentes e remotamente associadas.Elaboração Capacidade de fornecer pormenores para completar um dado esboço ou esqueleto de alguma forma.Redefinição simbólica Capacidade de reorganizar unidades em termos das respectivas propriedades simbólicas, dando novos usos aoselementos.Redefinição semântica Capacidade de alterar a função de um objeto ou parte dele, usando depois de maneira diversa.Sensibilidade a problemas Capacidade de reconhecer que existe um problema.Quadro 2: Fatores do pensamento divergente segundo Guilford
  • 28. Prof. MSc. Anderson FerreiraCriatividadeTeorias da CriatividadeAssociacionismoAs raízes do associacionismo remontam a John Locke, no século XIX. Parte doprincípio de que o pensamento consiste em associar ideias, derivadas da experiência,segundo as leis da frequência, da recência (temporalidade) e da vivacidade. Quantomais frequentemente, recentemente e vividamente relacionadas duas ideias, maisprovável se torna que, ao apresentar-se uma delas à mente, a outra a acompanhe.Essa abordagem diz que, para se criar o novo, se parte do velho, em um processo detentativa e erro, por meio da combinação de ideias até que seja encontrado um arranjoque resolva a situação. Há algumas críticas a essa teoria, como coloca Kneller:Dificilmente, entretanto, o associacionismo se adapta aos fatos conhecidos da criatividade. Pensamento novo significa quese retiraram do contexto ideias anteriores e se combinaram elas para formar pensamento original. Tal pensamento ignoraconexões estabelecidas e cria as suas próprias. Não seria fácil atribuir as ideias de uma criação criativa a conexões entreideias derivadas de experiência pregressa, uma vez numa criança relativamente incriativa experiências semelhantes podemdeixar de produzir uma única ideia original. Na verdade, seria de esperar que a confiança nas associações passadasproduzisse, em lugar de originalidade, respostas comuns e previsíveis.
  • 29. Prof. MSc. Anderson FerreiraCriatividadeTeorias da CriatividadeCriatividade como Força VitalReflexo da teoria da evolução de Darwin, a criatividade foiconsiderada como manifestação de uma força inerente à vida. Assim,a matéria inanimada não é criadora, uma vez que sempre produziu asmesmas entidades, como átomos e estrelas, enquanto a matériaorgânica é fundamentalmente criadora, pois está sempre gerandonovas espécies. Um dos principais expoentes dessa idéia é Sinnott(1962), quando afirma que a vida é criativa porque se organiza eregula a si mesma e porque está continuamente originando novidades
  • 30. Prof. MSc. Anderson FerreiraCriatividadeTeorias da CriatividadeCriatividade como Gênio IntuitivoEsta explicação deve suas origens à noção do gênio, surgida no fim doRenascimento, para explicar a capacidade criativa de Da Vinci, Vasari,Telésio e Michelângelo. Durante o século XVIII, muitos pensadoresassociaram criatividade e genialidade. Kant apud Kneller “entendeuser a criatividade um processo natural, que criava as suaspróprias regras; também sustentou que uma obra de criaçãoobedece a leis próprias, imprevisíveis; e daí concluiu que acriatividade não pode ser ensinada formalmente”. Além de gênio,essa teoria identifica a criação como uma forma saudável e altamentedesenvolvida da intuição, tornando o criador uma pessoa rara ediferente. É a capacidade de intuir direta e naturalmente o que outraspessoas só podem apurar divagando longamente que rege essa teoria.
  • 31. Prof. MSc. Anderson FerreiraCriatividadeTeorias da CriatividadeCriatividade como Inspiração DivinaSegundo Hallman (1964) apud Kneller (1978), uma das mais velhasconcepções da criatividade é a sua origem divina. A melhor expressão dessacrença é creditada a Platão:“E por essa razão Deus arrebata o espírito desses homens (poetas) e usa-os como seus ministros, da mesmaforma que com os adivinhos e videntes, a fim de que os que os ouvem saibam que não são eles queproferem as palavras de tanto valor quando se encontram fora de si, mas que é o próprio Deus que fala e sedirige por meio deles.”Essa concepção ainda encontra defesa, por exemplo, em Maritain (1953): opoder criativo depende do “reconhecimento da existência de um inconsciente,ou melhor, pré-consciente espiritual, de que davam conta Platão e os sábios, ecujo abandono em favor do inconsciente freudiano apenas é sinal da estupidezde nosso tempo”.
  • 32. Prof. MSc. Anderson FerreiraCriatividadeTeorias da CriatividadeCriatividade como LoucuraTambém creditada à Antiguidade, estaexplicação concebe a criatividade como forma deloucura, dada a sua aparente espontaneidade esua irracionalidade. Platão, novamente, parecehaver visto pouca diferença entre a visitaçãodivina e o frenesi da loucura. Durante o séculoXIX, Lombroso (1891) alegou que a naturezairracional ou involuntária da arte criadora deveser explicada patologicamente
  • 33. Prof. MSc. Anderson FerreiraCriatividadeTeorias da CriatividadeCriatividade e Inteligências MúltiplasA teoria das inteligências múltiplas trata das potencialidades humanas. Seu autor,Howard Gardner (1995), observando que a inteligência possuía maior abrangência,concebeu sua teoria como uma explicação da cognição humana que pode sersubmetida a testes empíricos e definiu inteligência como “a capacidade de resolverproblemas ou de elaborar produtos que sejam valorizados em um ou mais ambientescomunitários.”[1] Essa definição, propositadamente, aproxima-se muito do queGardner (1982) considera a própria essência da criatividade[2].As informações preliminares da pesquisa foram sistematizadas em sete inteligências:linguística ou verbal, lógico-matemática, espacial, musical, corporal-cinestésica,interpessoal e intrapessoal. Recentemente, foi incluída a inteligência naturalística, eencontra-se em consideração a inclusão da inteligência espiritual. O quadro seguintedescreve a natureza de cada inteligência.
  • 34. Prof. MSc. Anderson FerreiraCriatividadeTeorias da CriatividadeCriatividade e Inteligências MúltiplasInteligência CaracterísticasLinguística ou verbal- Habilidade de expressão- Facilidade para se comunicar- Aprecia a leitura- Possui amplo vocabulário- Competência para debates- Transmite informações complexas com facilidade- Absorve informações verbais rapidamenteLógico-matemática- Facilidade para detalhes e análises- Sistemáticas no pensamento e no comportamento- Prefere abordar os problemas por etapas (passo a passo)- Discernimento entre padrões e relações entre objetos enúmerosEspacial- Sua percepção do mundo é multidimensional- Facilidade para distinguir objetos no espaço- Bom senso de orientação- Prefere a linguagem visual à verbalAs inteligências múltiplas de Howard Gardner
  • 35. Prof. MSc. Anderson FerreiraCriatividadeTeorias da CriatividadeCriatividade e Inteligências MúltiplasInteligência CaracterísticasMusical- Bom senso de ritmo- Identificação com sons e instrumentos musicais- A música evoca emoções e imagens- Boa memória musicalCorporal-cinestésica- Boa mobilidade física- Prefere aprender "fazendo"- Prefere trabalhos manuais- Facilidade para apresentações como danças e esportes corporaisInterpessoal- Facilidade para comunicação- Aprecia a companhia de outras pessoas- Prefere esportes em equipeIntrapessoal- Reflexiva e introspectiva- Capaz de pensamentos independentes- Autodesenvolvimento e autorrealizaçãoNaturalística- Confortável com os elementos da natureza- Bom entendimento de funções biológicas- Interesse em questões como a origem do universo, evolução da vida epreservação da saúde
  • 36. Prof. MSc. Anderson FerreiraCriatividadeTeorias da CriatividadeCriatividade e Inteligências MúltiplasInteligência CaracterísticasMusical- Bom senso de ritmo- Identificação com sons e instrumentos musicais- A música evoca emoções e imagens- Boa memória musicalCorporal-cinestésica- Boa mobilidade física- Prefere aprender "fazendo"- Prefere trabalhos manuais- Facilidade para apresentações como danças e esportes corporaisInterpessoal- Facilidade para comunicação- Aprecia a companhia de outras pessoas- Prefere esportes em equipeIntrapessoal- Reflexiva e introspectiva- Capaz de pensamentos independentes- Autodesenvolvimento e autorrealizaçãoNaturalística- Confortável com os elementos da natureza- Bom entendimento de funções biológicas- Interesse em questões como a origem do universo, evolução da vida epreservação da saúde
  • 37. Prof. MSc. Anderson FerreiraCriatividadeTeorias da CriatividadeCriatividade e PsicanálisePara Freud apud Alencar (1993), a criatividade está relacionada àimaginação, que estaria presente nas brincadeiras e nos jogos dainfância. Nessas ocasiões, a criança produz um mundo imaginário, como qual interage rearranjando os componentes desse mundo de novasmaneiras. Da mesma forma, o indivíduo criativo na vida adultacomporta-se de maneira semelhante, fantasiando sobre um mundoimaginário, que, porém, discrimina da realidade. As forças motivadorasde tais fantasias seriam os desejos não satisfeitos, e cada fantasia, acorreção de uma realidade insatisfatória. Essa característica desublimação estaria vinculada, portanto, à necessidade de gratificaçãosexual ou de outros impulsos reprimidos, levando o indivíduo a canalizarsuas fantasias para outras realidades.
  • 38. Prof. MSc. Anderson FerreiraCriatividadeTeorias da CriatividadeCriatividade e Psicologia HumanaSurgiu como uma forma de protesto à imagem limitada do ser humano imposta pela psicanálise. Seusprincipais representantes são Maslow, Rollo May e Carl Rogers, e suas principais ênfases são o valorintrínseco do indivíduo, que é considerado como fim em si mesmo; o potencial humano para desenvolver-se;e as diferenças individuais.Rogers (1959, 1962) apud Alencar (1993) considera que a criatividade é a tendência do homem paraatualizar-se e concretizar suas potencialidades. Para isso, deveria possuir três características:• abertura à experiência, a qual implica ausência de rigidez, uma tolerância à ambiguidade e permeabilidade maior aosconceitos, opiniões, percepções e hipóteses;• habilidade para viver o momento presente, com o máximo de adaptabilidade, organização contínua do self e da personalidade;• confiança no organismo como um meio de alcançar o comportamento mais satisfatório em cada momento existencial.Rogers, portanto, enfatiza a relação do sujeito com o meio e a sua própria individualidade, acreditando naoriginalidade e na singularidade. Maslow (1967, 1969) apud Alencar (1993) possui posição similar,considerando a abertura à experiência como uma característica da criatividade auto realizadora. Já Rollo May(1976) identifica a criatividade como saúde emocional e expressão das pessoas normais no ato de se autorealizar. Como os demais humanistas, considera a interação pessoa-ambiente como fundamental para acriação. Assim, não basta apenas o impulso em auto realizar-se: “também as condições presentes nasociedade, a qual deve possibilitar à pessoa liberdade de escolha e ação”, fazem parte do processo criativo.
  • 39. Prof. MSc. Anderson FerreiraCriatividadeTeorias da CriatividadeGestaltWertheimer (1945) apud Kneller (1978) afirma que o pensamento criador é umareconstrução de gestalts estruturalmente deficientes. A criação tem seu início comuma configuração problemática, que, de certa forma, se mostra incompleta, porémpermite ao criador uma visão sistêmica da situação. A partir das dinâmicas, das forçase das tensões do próprio problema, são estabelecidas linhas de tensão semelhantes namente do criador. Para “fechar” a gestalt, deve-se restaurar a harmonia do todo. Naspalavras do próprio Wertheimer, “o processo todo é uma linha consciente depensamento. Não é uma adição de operações díspares, agregadas. Nenhum passo éarbitrário, de função conhecida. Pelo contrário, cada um deles é dado com visão detoda a situação.” A teoria da gestalt não explica como surge a configuração inicial,mesmo que problemática, a partir da qual o criador começa a desenvolver seutrabalho. É, portanto, incapaz de explicar a capacidade de fazer perguntas originais,não sugeridas diretamente pelos fatos a sua disposição. Entretanto, para resolver agestalt, é necessária uma reorganização do campo perceptual, o que sugere a relaçãoexistente entre percepção e pensamento.
  • 40. Prof. MSc. Anderson FerreiraCriatividadeTeorias da CriatividadeGestaltGestalt, palavra alemã sem tradução exata emportuguês, refere-se a um processo de dar forma, deconfigurar "o que é colocado diante dos olhos, expostoao olhar": a palavra gestalt tem o significado "(...)deuma entidade concreta, individual e característica,que existe como algo destacado e que tem uma formaou configuração como um de seus atributos."A Gestalt ou psicologia da forma, surgiu no início doséculo XX e trabalha com dois conceitos: supersoma etransponibilidade. De acordo com a teoria gestáltica,não se pode ter conhecimento do "todo" por meio desuas partes, pois o todo é maior que a soma de suaspartes: "(...) "A+B" não é simplesmente "(A+B)", massim um terceiro elemento "C", que possuicaracterísticas próprias".
  • 41. Prof. MSc. Anderson FerreiraCriatividadeTeorias da CriatividadeKoestler e a BissociaçãoKoestler (1964) apud Kneller (1978) apresenta uma teoria da criatividade que tenta integrartodas as suas expressões – ciência, arte e humor. Sua fundamentação lança recursos dapsicologia, da neurologia, da fisiologia, da genética e diversas ciências na proposição de umpadrão comum – a bissociação –, que consiste na conexão de níveis de experiência ousistemas de referências. Koestler argumenta que, no pensamento comum, a pessoa seguerotineiramente em um mesmo plano de experiências, enquanto, no criador, pensasimultaneamente em mais de um sistema de referências.A formação de tais planos de experiências pressupõe a existência de estruturas depensamentos e de comportamentos já adquiridos, que dão coerência e estabilidade, masdeixam pouco espaço para a inovação. Todo padrão de pensamento ou de comportamento(que Koestler chamou de “matriz”) é regido por um conjunto de normas (ou “código”), quetanto pode ser aprendido quanto inato. Esse código possui uma certa flexibilidade e podereagir a algumas circunstâncias.A explosão criadora ocorre quando duas ou mais matrizes independentes interagem entre si.O resultado, segundo Koestler, pode-se apresentar de três formas (ver quadro 1).
  • 42. Prof. MSc. Anderson FerreiraCriatividadeTeorias da CriatividadeKoestler e a BissociaçãoTipo deInteraçãoResultado ExplicaçãoColisão Humor É a interseção de duas matrizes, cada qual consistente por si mesma, porémem conflito com a outra. No decorrer da bissociação, emoção e pensamentoseparam-se abruptamente. Esse conflito causa uma tensão emocional eresolve-se em riso.Fusão Ciência A criação surge do encontro de duas matrizes até então desprovidas derelação. Trata-se de uma convergência de pensamentos em direção a umobjetivo previamente estipulado – as matrizes fundem-se em uma novasíntese.Confrontação Arte As matrizes não se fundem nem colidem, mas ficam justapostas. Os padrõesfundamentais de experiência são expressos novamente a cada novo olhar, emcada época ou cultura. Há uma transposição dos sistemas de referências.Koestler vai ainda mais longe, ao relacionar a criatividade a todas as formas de padrões existentes: acriatividade manifestada na ciência, na arte e no humor tem análogos em todos os níveis da hierarquiaorgânica, desde o mais simples organismo unicelular até o maior dos gênios humanos. Todo padrão depensamento, ou ação, organizado – toda matriz, afinal – é governada por um código de regras, sem deixar depossuir entretanto um certo grau de flexibilidade em sua adaptação às condições do meio ambiente.
  • 43. Prof. MSc. Anderson FerreiraCriatividadeTeorias da CriatividadeLaske e a Inteligência ArtificialLaske (1993) considera a criatividade como “um artefato linguístico feito para facilitar asíntese de observações e de hipóteses sobre a habilidade dos seres humanos de validar suasexperiências ou mesmo de transcender a si mesmos”. A partir desse conceito, constrói umavisão da criatividade sustentada em uma abordagem dialética entre crença e performance. Acrença é um conceito emprestado das ciências sociais, que parte do princípio de que acriatividade está presente a priori na espécie humana, e os esforços da ciência devem ser nosentido de demonstrá-la. A performance, por outro lado, deriva da abordagem computacionalda criação e procura descobrir como produzir criatividade a partir da formalização dosprocessos mentais e sua implementação em sistemas de inteligência artificial.Os dois enfoques, entretanto, têm convivido em conflito. A abordagem social não conseguedescrever os processos da criatividade; e a computacional força uma redefinição do conceitode domínio. A conciliação dessas duas abordagens permite a construção e a validação demodelos que podem vir a demonstrar e explicar como a criatividade ocorre e funciona –abordam, portanto, a linha social e a computacional.
  • 44. Prof. MSc. Anderson FerreiraCriatividadeTeorias da CriatividadePercepção e RepresentaçãoO conhecimento do mundo é baseado em representações de situações vivenciadas, reforçadasou refutadas por repetição de situações análogas. A aquisição de tais representações é fruto dosistema sensitivo que equipa a espécie humana, compreendendo a visão, a audição, o tato, opaladar e o olfato. Esses sentidos formam o prisma pelo qual o mundo é percebido e sãoconstruções próprias e exclusivas de cada pessoa. A ótica pela qual determinada situação érepresentada depende da bagagem cognitiva e evidencia maneiras diferentes para atuar comoresposta às perturbações internas que cada pessoa sofre.A montagem das representações passa necessariamente por mecanismos de assimilação darealidade – visão, tato, olfato, audição e paladar. Por meio deles, o cérebro monta esquemas quebuscam explicar a realidade e “enquadrar” o mundo de forma coerente. Cada novo esquemapode reforçar um esquema anterior, sedimentando o conhecimento; gerar um novoconhecimento quando se depara com uma situação original; ou refutar fatos conhecidos quandoa solução para um problema mostra-se ineficaz na situação atual. São nesses casos que a pessoademonstra poder criativo, buscando respostas que eram inexistentes ou inadequadas.Representar, para os cognitivistas, significa compreender uma situação. E a forma como cadaproblema é compreendido constitui fator fundamental para a sua solução.
  • 45. Prof. MSc. Anderson FerreiraCriatividade
  • 46. Prof. MSc. Anderson FerreiraCriatividade
  • 47. Prof. MSc. Anderson FerreiraCriatividadeHedyLamarr
  • 48. Prof. MSc. Anderson FerreiraCriatividadeLamarr inventou o sistema que serviu de base paraos celulares. Durante a Segunda Guerra Mundial,criou um sofisticado aparelho de interferência emrádio para despistar radares nazistas e o patenteouem 1940.A ideia surgiu ao lado do compositor George Antheilem frente a um piano. Eles brincavam de dueto, elarepetindo em outra escala as notas que ele tocava,experimentando o controle dos instrumentos. Elapercebeu que duas pessoas podem conversar entre simudando frequentemente o canal de comunicação.Basta que façam isso simultaneamente.Juntos, Antheil e Lamarr submeteram a ideia aoDepartamento de Guerra norte-americano, que orecusou, em junho de 1941. Em agosto de 1942, foipatenteado por Antheil e "Hedy Kiesler Markey". Aversão inicial consistia na troca de 88 frequências eera feito para despistar radares, mas a ideia pareceudifícil de realizar na época.
  • 49. Prof. MSc. Anderson FerreiraCriatividadeA ideia não foi concretizada até 1962, quando passou aser utilizada por tropas militares dos EUA em Cuba,quando a patente já expirara; a empresa Sylvaniaadaptou a invenção. Ficou desconhecida, ainda, até1997, quando a Electronic Frontier Foundation deu aLamarr um prêmio por sua contribuição.[1] Em 1998, a"Ottawa wireless technology" desenvolveu Wi-LAN,Inc. "adquirindo 49% da patente de Lamarr“.A ideia do aparelho de frequência de Lamarr eAntheil serviu de base para a moderna tecnologia decomunicação, usada em conexões de Wi-Fi e CDMAusada em telefones celulares.Considerada a "mãe do telefone celular", Lamarr notaracomo era fácil a um terceiro bloquear o sinal contínuousado para o controle dos mísseis. Apesar de terpatenteado a ideia de uma frequência que fosse variávelno percurso entre emissor e receptor, não ganhoudinheiro com isto. Em 1997 recebeu do Governo dosEstados Unidos da América menção honrosa "por abrirnovos caminhos nas fronteiras da eletrônica".
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  • 54. Prof. MSc. Anderson FerreiraCriatividadeCase Kolynos-SorrisoEm 1995 a Colgate-Palmolive adquiriu a Kolynos (no Brasil desde1917). Após 2 anos de discussão e envolvimento do CADE, chegou-sea uma solução para atender aos envolvidos e concorrentes: a Kolynostiraria do mercado por 4 anos seu carro-chefe, o creme dental, líder demercado há décadas. Imaginaram que seria tempo suficiente para queoutros atores pudessem se apresentar ao mercado e romper com umcaso de sucesso que era quase unanimidade....
  • 55. Prof. MSc. Anderson FerreiraCriatividadeCase Kolynos-SorrisoPorém a empresa trabalhou rápido e lançou o creme dental SORRISO,um sucesso que rapidamente alcançou a liderança que a Kolynos tinhano mercado (ações de Marketing intensas, Faustão, etc foram utilizadasde forma maciça)
  • 56. Prof. MSc. Anderson FerreiraCriatividadeCase Kolynos-SorrisoCoincidência???
  • 57. Prof. MSc. Anderson FerreiraCriatividadeCase Kolynos-SorrisoÓbvio que o sucesso não ficaria barato. Os concorrentes, incomodadoscom o sucesso imediato da marca Sorriso, reclamaram da semelhançaentre as embalagens, que fazia clara associação ao produto antigo.Problema: o CADE acatou a queixa e obrigou a empresa a remodelar aembalagem do Sorriso, além de obrigar a empresa a recolher todas asembalagens de todos os supermercados, atacadistas, farmácias, etc.Apesar da empresa ter remodelado rapidamente a embalagem pararecolocá-lo no mercado, o que fazer com tudo que foi recolhido?
  • 58. Prof. MSc. Anderson FerreiraCriatividadeCase Kolynos-SorrisoA solução mais óbvia veio à tona: EXPORTAR OS ESTOQUES!PROBLEMAS:• Importadores de vários países não queriam investir em um produtodesconhecido em seus mercados;• Os volumes eram tão grandes que levariam muito tempo para seremconsumidos;• Como investir em um produto que já estaria sendo modificado?• O custo de armazenamento só aumentava;
  • 59. Prof. MSc. Anderson FerreiraCriatividadeCase Kolynos-SorrisoNa falta de uma solução criativa, tomou-se uma decisão:Destruir o estoque!
  • 60. Prof. MSc. Anderson FerreiraCriatividadeCase Kolynos-SorrisoDiante da falta de uma solução, de ideias.... Muda-se o foco: ao invésde exportar o estoque, como recuperar os US$ 5Mi de dólares deprejuízo que a destruição do estoque representaria?NOVA IDEIA: TROCAR O ESTOQUE!!Após um ciclo de pesquisas e avaliações, encontraram a empresaamericana ARGENT ATWOOD, especializada em intermediarpermutas entre empresas.RESULTADO: trocaram o estoque com uma empresa interessadanos creme dentais, evitando assim um prejuízo de US$ 5Milhões!!!
  • 61. Prof. MSc. Anderson FerreiraSoluçãoobtida paraum problemaou ponto detensãoIdeiaConceito Básico
  • 62. Prof. MSc. Anderson FerreiraIdeiaO termo ideia é usado em duas acepções: como sinônimo deconceito ou, num sentido mais lato, como expressão que trazimplícita uma presença de intencionalidade.A palavra deriva do grego idea ou eidea, cuja raiz etimológica éeidos – imagem. O seu significado, desde a origem, implica acontrovérsia entre a teoria da extromissão (Platão) e a da intromissão(Aristóteles). No centro da polémica está o conceito de representaçãodo real (realidade).Conceito
  • 63. Prof. MSc. Anderson FerreiraIdeiaEurekaA história conta que Arquimedes pronunciou esta palavra após descobrir que o volume de qualquer corpopode ser calculado medindo o volume de água movida quando o corpo é submergido na água, conhecidocomo o Princípio de Arquimedes. Esta descoberta foi feita quando se encontrava na banheira, pelo quesaiu nu para as ruas de Siracusa gritando Eureka!. Eureka significa "encontrar“. A palavra "Eureka" usa-sehoje em dia como celebração de uma descoberta, um achado ou o fim de uma busca.