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ESTRATEGIA DA  EMBRAPA  PARA  O PROGRAMA DE AGROENERGIA São Paulo, 09/11/2006 Evandro C. Mantovani Secretaria de Gestão e ...
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PLANO NACIONAL DE AGROENERGIA Publicado & lançado:  ESALQ/USP Piracicaba, SP – 14 de Outubro /2005
O Plano Nacional de Agroenergia é o instrumento norteador das ações do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento...
5 DIMENSÕES DO PROGRAMA <ul><li>ECONOMICO </li></ul><ul><li>SOCIAL  </li></ul><ul><li>AMBIENTAL </li></ul><ul><li>DIFFEREN...
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<ul><li>Diversidade de matérias primas -  regionalização; </li></ul><ul><li>Grande potencial de expansão agrícola; </li></...
RECURSOS: OLEAGINOSAS MATÉRIAS-PRIMAS <ul><li>Soja; </li></ul><ul><li>Mamona; </li></ul><ul><li>Dendê; </li></ul><ul><li>G...
DIVERSIDADE DE MATERIAS PRIMAS PARA DIFERENTES LOCAIS DENDÊ SOJA-MAMONA-ALGODÃO (CAROÇO) SOJA-ALGODÃO-GIRASSOL-CANOLA SOJA...
 
 
 
<ul><li>Diversidade de matérias primas -  regionalização; </li></ul><ul><li>Grande potencial de expansão agrícola; </li></...
POTENCIAL DE EXPANSÃO AGRÍCOLA NO BRASIL MA PI TO BA MG GO SP MS MT MT MA PI TO BA MG GO SP MS <ul><li>O Brasil é o único ...
<ul><li>Área com aptidão para dendê - 30 milhões de ha; </li></ul><ul><li>Área com babaçu nativo - 17 milhões de ha; </li>...
Consórcio de  Agroenergia Setor Público: MAPA,  MME, MCT.... Cooperação Internacional Recomendações de políticas Plano Nac...
Possíveis Formatos Estratégicos Minoritário: Ações como ativo PD&I - pessoal e infra-estrutura da Embrapa- SNPA Majoritári...
Consórcio de  Agroenergia Setor Público: MAPA,  MME, MCT.... Cooperação Internacional Recomendações de políticas Plano Nac...
PROGRAMA DE PD&I DA EMBRAPA  Biodiesel Florestas Energeticas Etanol Residuos
MATRIZ DE PRODUÇÃO DE AGROENERGIA AGROENERGIA ÓLEOS VEGETAIS GORDURAS ANIMAIS CANA, MANDIOCA ETANOL RESÍDUOS FLORESTAS BRI...
FOCO DA FASE DE P&D AGENDA DE VIABILIZAÇÃO  PESQUISA & DESENVOLVIMENTO ELABORAÇÃO DO PLANO NACIONAL DE AGROENERGIA E  CRIA...
Biodiesel – espécies tradicionais Gestão Colza Soja Mamona Girassol Dendê Estudos Sócio - econômicos Impactos Ambientais e...
Cana – novas tecnologias
Florestas Energéticas Florestas nativas e plantadas Produção de matéria-prima Processos agroindustriais Derivados de alto ...
AGROENERGIA: ZONEAMENTO AGROECOLÓGICO POTENCIAL DENDÊ SOJA-MAMONA-ALGODÃO (CAROÇO) SOJA-ALGODÃO-GIRASSOL-CANOLA SOJA-ALGOD...
Recursos Financeiros Embrapa Agroenergia Embrapa Agroenergia Unidades de Pesquisa Embrapa (37)  5 Unidades Regionais : N, ...
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Estratégia da Embrapa para o Programa de Agroenergia

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Secretaria de Gestão e Estratégia

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Estratégia da Embrapa para o Programa de Agroenergia

  1. 1. www.iea.usp.br/iea/online/midiateca/bioenergiamantovani.ppt
  2. 2. ESTRATEGIA DA EMBRAPA PARA O PROGRAMA DE AGROENERGIA São Paulo, 09/11/2006 Evandro C. Mantovani Secretaria de Gestão e Estratégia
  3. 3. <ul><li>A demanda projetada de energia no mundo continua aumentando a uma taxa de 1,7% ao ano, e alcançará 15,3 bilhões de toneladas equivalente petróleo (TEP), em 2030; </li></ul><ul><li>Reservas mundiais de petróleo , atualmente estimadas em 1,137 trilhão de TEP, estarão disponíveis até 2046 ; </li></ul><ul><li>Reservas brasileiras de petróleo disponíveis até 2024 , mantido o atual nível de consumo; </li></ul><ul><li>Preço de petróleo na década 2005 a 2015 deverá oscilar acima de US$ 60,00/barril, devendo atingir US$ 100,00/ barril; </li></ul><ul><li>Em decorrência de pressões sociais e ambientais associadas à elevação de preços do petróleo , estão sendo criadas condições de mercado para impulsionar a produção de agroenergia no Brasil . </li></ul>CENÁRIOS
  4. 4. Solar % Estamos aqui Solar % Estamos aqui ANOS Solar FONTE: NAKICENOVIC, GRÜBLER E MACONALD, 1998. % CENÁRIOS O INÍCIO DE UMA NOVA ERA
  5. 5. FONTE: MME, 2006. CENÁRIOS A QUESTÃO ENERGÉTICA MATRIZ ENERGÉTICA NO MUNDO
  6. 6. FONTE: MME, 2006. CENÁRIOS A QUESTÃO ENERGÉTICA MATRIZ ENERGÉTICA NA OCDE
  7. 7. FONTE: MME, 2006. CENÁRIOS A QUESTÃO ENERGÉTICA MATRIZ ENERGÉTICA BRASILEIRA LENHA/ CARVÃO VEGETAL 13,1% CANA-DE-AÇÚCAR 13,9% OUTROS 2,7%
  8. 8. O MAPA DA ENERGIA NO BRASIL Gas Natural Energia elétrica Álcool Petróleo Carvão Energia Eólica Biodiesel Produção Potencial FONTE: MME, 2006. ESTRUTURA DA OFERTA INTERNA DE ENERGIA NÃO RENOVÁVEL RENOVÁVEL % BRASIL (2005) 55,3 44,7 MUNDO (2003) 86,7 13,3 OCDE (2003) 94 6 ENERGIA RENOVÁVEL Energia Elétrica Produtos da Cana-de-Açúcar Lenha e Carvão Vegetal ENERGIA NÃO RENOVÁVEL Petróleo e derivados Gás natural Urânio e derivados Carvão
  9. 9. 1931 - Governo autoriza a mistura de 5% de álcool na gasolina; 1966 - Governo estabelece em 25% o lim. máx. álcool na mistura; 1975 - Lançamento do Proálcool e Proposta do Plano de Produção de Óleos Vegetais para Fins Energéticos (Pro-óleo); Previa-se uma mistura de 30% de óleo vegetal no óleo diesel; 1979 – Sob os efeitos da guerra Irã-Iraque, quando o preço do petróleo passou de US$ 14,00 para US$ 30,00/barril, foi iniciada a segunda fase do Próalcool; HISTÓRICO E CONSIDERAÇÕES GERAIS
  10. 10. 1983 – Programa Nacional de Energia e início de pesquisa de biodiesel a partir da soja - Universidade Federal do Paraná; 1990 – Programa Proálcool x Baixo Preço do Petróleo: crise 2002 – Mistura Álcool/gasolina :agora 20 a 25%; 2003 – Carros Flex Fuels; HISTÓRICO E CONSIDERAÇÕES GERAIS
  11. 11. 2005 - Lei 11.097 aprovada em 13 de janeiro de 2005, percentuais de biodiesel; AÇÕES DO BRASIL NO CAMPO DA AGROENERGIA HISTÓRICO E CONSIDERAÇÕES GERAIS(Cont.)
  12. 12. Biodiesel: estrutura legal Lei 11097/2005 estabeleceu quantidades mínimas de biodiesel na venda de diesel no país. 2005 a 2007 2008 a 2012 2013 .... 2% autorizado 2% compulsório 5% compulsório Mercado Potencial : 800 milhões litros/ ano Mercado Estável: 1 bilhão litros/ ano Mercado Estável: > 2,5 bilhões litros/ano
  13. 13. <ul><li>2005 - Lei 11.097 aprovada em 13 de janeiro de 2005, percentuais de biodiesel; </li></ul><ul><li>Governo lança o Plano Nacional de Agroenergia; </li></ul>2006 – Novos Investimentos programados 2010/2011: 90 plantas de álcool ; 2006 - Criação da Embrapa Agroenergia. AÇÕES DO BRASIL NO CAMPO DA AGROENERGIA HISTÓRICO E CONSIDERAÇÕES GERAIS(Cont.)
  14. 14. Consórcio de Agroenergia Setor Público: MAPA, MME, MCT.... Cooperação Internacional Recomendações de políticas Plano Nacional de Agroenergia DIRETRIZES Fundo de Agroenergia Organizações de Pesquisa & Desenvolvimento Programa Nacional de P&D em Agroenergia Novas tecnologias Setor produtivo Receitas Royalties Entidades patrocinadoras Legenda: Idéias Novas Produto Instituição $ $ $ Setor Privado Embrapa Agroenergia
  15. 15. PLANO NACIONAL DE AGROENERGIA Publicado & lançado: ESALQ/USP Piracicaba, SP – 14 de Outubro /2005
  16. 16. O Plano Nacional de Agroenergia é o instrumento norteador das ações do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, nas cadeias produtivas da agroenergia, subordinando-se às Diretrizes de Política de Agroenergia do Governo Federal PLANO NACIONAL DE AGROENERGIA
  17. 17. 5 DIMENSÕES DO PROGRAMA <ul><li>ECONOMICO </li></ul><ul><li>SOCIAL </li></ul><ul><li>AMBIENTAL </li></ul><ul><li>DIFFERENÇAS REGIONAIS </li></ul><ul><li>INSERÇÃO MUNDIAL </li></ul>
  18. 18. Consórcio de Agroenergia Setor Público: MAPA, MME, MCT.... Cooperação Internacional Recomendações de políticas Plano Nacional de Agroenergia DIRETRIZES Fundo de Agroenergia Organizações de Pesquisa & Desenvolvimento Programa Nacional de P&D em Agroenergia Novas tecnologias Setor produtivo Receitas Royalties Entidades patrocinadoras Legenda: Idéias Novas Produto Instituição $ $ $ Setor Privado Embrapa Agroenergia
  19. 19. Modelo de Ação da Embrapa Agroenergia Embrapa Agroenergia Unidades de Pesquisa Embrapa (37) 5 Unidades Regionais : N, S, CO, NE e SE
  20. 20. Sistema Nacional de Pesquisa Labex - EUA Labex - Europa Embrapa África 17 Sistema Estadual de Pesquisa 13 C omodities 15 Ecorregionais 03 Serviços Especiais Embrapa Sede 09 Temas Básicos
  21. 21. Modelo de Ação da Embrapa Agroenergia Embrapa Agroenergia Unidades de Pesquisa Embrapa (37) 5 Unidades Regionais : N, S, CO, NE e SE
  22. 22. Source: ABIOVE Unidade Norte dende / soja / buriti/macauba Unidade Centro-Oeste soja / mamona / algodão/ girassol / cana de açúcar UNIDADES REGIONAIS (POTENCIAL DE PRODUÇÃO DE CULTURAS) Unidade Nordeste Cana de açúcar Babaçu/soja/mamona Dende/algodão Unidade Sudeste soja/mamona/algodão girassol/cana de açúcar Unidade Sul soja/canola/ algodão/girassol
  23. 23. <ul><li>Diversidade de matérias primas - regionalização; </li></ul><ul><li>Grande potencial de expansão agrícola; </li></ul><ul><li>“ Massa Crítica” para iniciar um programa de agroenergia de grande porte; </li></ul><ul><li>Indústria de Óleos Vegetais de grande porte; </li></ul><ul><li>Grande experiência com biocombustíveis – Proálcool. </li></ul>BIOCOMBUSTÍVEL <ul><li>O Brasil apresenta todas as condições para a criação de um programa nacional de produção de agroenergia sustentável e de grande porte. </li></ul>PERSPECTIVAS - PRODUÇÃO DE BIOCOMBUSTÍVEIS NO BRASIL
  24. 24. RECURSOS: OLEAGINOSAS MATÉRIAS-PRIMAS <ul><li>Soja; </li></ul><ul><li>Mamona; </li></ul><ul><li>Dendê; </li></ul><ul><li>Girassol; </li></ul><ul><li>Canola; </li></ul><ul><li>Palmiste; </li></ul><ul><li>Babaçu; </li></ul><ul><li>Amendoim; </li></ul><ul><li>Tucumã; </li></ul><ul><li>Caroço de algodão; </li></ul><ul><li>Pequi; </li></ul><ul><li>Sementes de gergelim; </li></ul><ul><li>Pinhão-manso; </li></ul><ul><li>Buriti; </li></ul><ul><li>Nabo forrageiro; </li></ul><ul><li>Jojoba; </li></ul><ul><li>Linhaça; </li></ul><ul><li>Sebo ou gordura animal; </li></ul><ul><li>Óleos de fritura; </li></ul><ul><li>Resíduos da indústria de refino de óleo. </li></ul>
  25. 25. DIVERSIDADE DE MATERIAS PRIMAS PARA DIFERENTES LOCAIS DENDÊ SOJA-MAMONA-ALGODÃO (CAROÇO) SOJA-ALGODÃO-GIRASSOL-CANOLA SOJA-ALGODÃO-GIRASSOL BABAÇU-MAMONA-PALMA CANA-DE-AÇÚCAR CANA-DE-AÇÚCAR CANA-DE-AÇÚCAR
  26. 29. <ul><li>Diversidade de matérias primas - regionalização; </li></ul><ul><li>Grande potencial de expansão agrícola; </li></ul><ul><li>“ Massa Crítica” para iniciar um programa de agroenergia de grande porte; </li></ul><ul><li>Indústria de Óleos Vegetais de grande porte; </li></ul><ul><li>Grande experiência com biocombustíveis – Proálcool. </li></ul>BIOCOMBUSTÍVEL <ul><li>O Brasil apresenta todas as condições para a criação de um programa nacional de produção de agroenergia sustentável e de grande porte. </li></ul>PERSPECTIVAS - PRODUÇÃO DE BIOCOMBUSTÍVEIS NO BRASIL
  27. 30. POTENCIAL DE EXPANSÃO AGRÍCOLA NO BRASIL MA PI TO BA MG GO SP MS MT MT MA PI TO BA MG GO SP MS <ul><li>O Brasil é o único país no mundo com grande capacidade de expandir sua produção de cana-de-açúcar e oleaginosas para a produção de agroenergia. </li></ul>
  28. 31. <ul><li>Área com aptidão para dendê - 30 milhões de ha; </li></ul><ul><li>Área com babaçu nativo - 17 milhões de ha; </li></ul><ul><li>Área com buriti nativo - 2 milhões de ha; </li></ul><ul><li>Integração agricultura/pastagens - 20 milhões de ha; </li></ul><ul><li>Área arável não explorada - 100 milhões de ha; </li></ul>POTENCIAL DO BRASIL
  29. 32. Consórcio de Agroenergia Setor Público: MAPA, MME, MCT.... Cooperação Internacional Recomendações de políticas Plano Nacional de Agroenergia DIRETRIZES Fundo de Agroenergia Organizações de Pesquisa & Desenvolvimento Programa Nacional de P D&I em Agroenergia Novas tecnologias Setor produtivo Receitas Royalties Entidades patrocinadoras Legenda: Idéias Novas Produto Instituição $ $ $ Setor Privado Embrapa Agroenergia
  30. 33. Possíveis Formatos Estratégicos Minoritário: Ações como ativo PD&I - pessoal e infra-estrutura da Embrapa- SNPA Majoritário: Ações do investidor nacional Resultados Embrapa Acionistas Privados Embrapa como agente mobilizador dos ativos nacionais de P&D ligados ao agronegócio nacional. Empresa de Propósito Específica -EPE
  31. 34. Consórcio de Agroenergia Setor Público: MAPA, MME, MCT.... Cooperação Internacional Recomendações de políticas Plano Nacional de Agroenergia DIRETRIZES Fundo de Agroenergia Organizações de Pesquisa & Desenvolvimento Programa Nacional de P D&I em Agroenergia Novas tecnologias Setor produtivo Receitas Royalties Entidades patrocinadoras Legenda: Idéias Novas Produto Instituição $ $ $ Setor Privado Embrapa Agroenergia
  32. 35. PROGRAMA DE PD&I DA EMBRAPA Biodiesel Florestas Energeticas Etanol Residuos
  33. 36. MATRIZ DE PRODUÇÃO DE AGROENERGIA AGROENERGIA ÓLEOS VEGETAIS GORDURAS ANIMAIS CANA, MANDIOCA ETANOL RESÍDUOS FLORESTAS BRIQUETES LENHA CARVÃO BIODIESEL BAGAÇO E PALHA COGERAÇÃO
  34. 37. FOCO DA FASE DE P&D AGENDA DE VIABILIZAÇÃO PESQUISA & DESENVOLVIMENTO ELABORAÇÃO DO PLANO NACIONAL DE AGROENERGIA E CRIAÇÃO DA EMBRAPA AGROENERGIA. Matérias Primas Produtos agropecuários Produtos Florestais Resíduos Dejetos Uso da Energia Calor Eletricidade Biocombustíveis Mecânica Processos Fermentação Digestão anaeróbica Gaseificação Hidrólise Pirólise Combustão Reação química
  35. 38. Biodiesel – espécies tradicionais Gestão Colza Soja Mamona Girassol Dendê Estudos Sócio - econômicos Impactos Ambientais e Resíduos Interfaces: Agrogases, Biosegurança, etc Tecnologia produção e uso do biocombustivel Organização da Informação e Transferência de Tecnologia Zoneamento pedo - climático e sanitário
  36. 39. Cana – novas tecnologias
  37. 40. Florestas Energéticas Florestas nativas e plantadas Produção de matéria-prima Processos agroindustriais Derivados de alto valor agregado Eficiência produtiva Impactos ambientais, econômicos e sociais Energia
  38. 41. AGROENERGIA: ZONEAMENTO AGROECOLÓGICO POTENCIAL DENDÊ SOJA-MAMONA-ALGODÃO (CAROÇO) SOJA-ALGODÃO-GIRASSOL-CANOLA SOJA-ALGODÃO-GIRASSOL BABAÇU-MAMONA-PALMA CANA-DE-AÇÚCAR CANA-DE-AÇÚCAR CANA-DE-AÇÚCAR
  39. 42. Recursos Financeiros Embrapa Agroenergia Embrapa Agroenergia Unidades de Pesquisa Embrapa (37) 5 Unidades Regionais : N, S, CO, NE e SE Projeto FINEP PPA Outros Implantação Pesquisa
  40. 43. OBRIGADO !!!

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