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ÁSIA - Parte 1 (UNO)
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  • Professor: na imagem, judeu ortodoxo e palestino cruzam-se em rua de Jerusalém oriental.
  • Professor: do ponto de vista geográfico, considera-se atualmente que a Ásia faz parte da Eurásia, enorme massa territorial que inclui a Europa.
  • Professor: a escala indicada se refere ao mapa impresso no módulo. De acordo com a maneira como os europeus passaram a encarar a Ásia a partir do século XVIII, a rica diversidade interna desse continente desapareceu para dar lugar a uma visão preconceituosa, em que tudo parecia mais ou menos igual. O retrato artificial do Oriente que então se difundiu apresenta-o com características exóticas, estranhas e, na essência, inferiores às do Ocidente. Segundo essa ideologia eurocêntrica – que o intelectual palestino Edward Said chamou, numa abordagem crítica, de “orientalismo” –, ao Ocidente corresponderiam a racionalidade, a ética do trabalho, a disciplina; ao Oriente, a superstição, a luxúria, a atitude contemplativa.
  • Professor: a escala indicada se refere ao mapa impresso no módulo. A Ásia, mais que qualquer outro continente, caracteriza-se pela intensa presença de cadeias montanhosas espalhadas por todo o território, desde o Mediterrâneo até as margens do mar da China e o arquipélago japonês.
  • Professor: assim como outros lagos salinos que não possuem escoamento para suas águas, o mar Morto tem se tornado cada vez mais salgado, devido à evaporação na sua superfície e à adição do sal trazido pelas nascentes vizinhas. Sua água apresenta o mais alto grau de salinidade em todos os depósitos aquáticos do mundo – 35%, dez vezes mais que a média da água marinha, o que torna impossível a sobrevivência de qualquer espécie animal ou vegetal. A concentração de sal é tamanha que os banhistas não conseguem afundar. Projetos de irrigação nas duas margens do rio Jordão, em Israel e na Jordânia, drenam boa parte de suas águas no trajeto até o mar Morto. Por isso, tanto o rio Jordão como o mar Morto estão perdendo volume. Na Ásia central, os rios Amu Daria e Sir Daria tiveram suas águas utilizadas em projetos de irrigação, principalmente para plantações de algodão no Uzbequistão. Isso fez com que grande parte do mar de Aral secasse e a água restante tivesse salinidade muito alta. Não há mais peixes, e as populações próximas enfrentam vários problemas de saúde. Além de grandes prejuízos econômicos, a quase total destruição do Aral é considerada um dos maiores desastres ambientais do mundo.
  • Professor: a escala indicada se refere ao mapa impresso no módulo.
  • Professor: a escala indicada se refere ao mapa impresso no módulo.
  • Professor: a escala indicada se refere ao mapa impresso no módulo.
  • Professor: a maior parte das terras do Oriente Médio foi governada durante quatro séculos pelo Império Otomano (ou Turco), dissolvido em 1918, após a Primeira Guerra Mundial.
  • Professor: a escala indicada se refere ao mapa impresso no módulo.
  • Professor: escala 1:730km, calculada para exibição em tela cheia na resolução 800x600 pixels. Pode variar em função das configurações do computador. Esse mapa já foi apresentado no slide 13; utilize-o para explicar a questão populacional no Oriente Médio, em que grandes concentrações humanas nas áreas mais favoráveis às atividades econômicas, como o litoral do Barein, coexistem com imensos vazios populacionais – regiões inóspitas, habitadas apenas por nômades e moradores de povoados esparsos.
  • Professor: o filme Promessas de um Novo Mundo é um documentário que aborda o conflito entre judeus e palestinos. No trecho selecionado vemos os refugiados palestinos através da fala de crianças moradoras da região.
  • Professor: os conflitos ocorridos no Oriente Médio nas últimas décadas resultaram em grandes levas de refugiados. Os palestinos constituem o maior grupo deles: são 4,3 milhões espalhados pelo mundo. Metade da população palestina residente no Oriente Médio vive em tal condição. A Jordânia é o país que concentra o maior número de refugiados palestinos. A ocupação do Iraque por tropas dos Estados Unidos, em 2003, produziu 1,5 milhão de refugiados, abrigados principalmente na Jordânia e na Síria. O Irã é o país do Oriente Médio com o maior número de refugiados em seu território – 2 milhões deles, na maioria afegãos que deixaram sua casa durante o longo período de guerras civis e intervenções estrangeiras que se iniciou em 1979. A Síria abriga 702 mil refugiados (quase todos iraquianos) e a Jordânia, 600 mil (palestinos e iraquianos).
  • Professor: a escala indicada se refere ao mapa impresso no módulo.
  • Professor: a escala indicada se refere ao mapa impresso no módulo.
  • Professor: a imagem não se encontra no módulo. Em sua incursão pela Palestina, o jornalista e cartunista Joe Sacco visitou a Faixa de Gaza e Israel para relatar o que acontecia, de fato, dentro de uma das mais tumultuadas zonas de conflito do mundo. A partir de relatos, produziu uma história em quadrinhos de grande impacto político e social.
  • Professor: a imagem não se encontra no módulo. Aos palestinos, que somavam 1,3 milhão de habitantes, foi destinada uma área de 11.500 km², e aos 700 mil judeus, os 14.500 km² restantes. Desde então, com a criação do Estado de Israel, o Oriente Médio tornou-se palco de confrontos que envolveram israelenses, palestinos e outros povos árabes. Os motivos do conflito não dizem respeito apenas às diferenças religiosas; têm a ver também com o controle de fronteiras e com o domínio de terras cultiváveis, de recursos hídricos e de regiões petrolíferas próximas a Israel.
  • Professor: a imagem não se encontra no módulo. A Liga Árabe é composta por Arábia Saudita, Argélia, Palestina, Bahrein, Djibuti, Egito, Emirados Árabes, Iêmen, Ilhas Comores, Iraque, Jordânia, Kuwait, Líbano, Líbia, Marrocos, Mauritânia, Omã, Catar, Síria, Somália, Sudão e Tunísia. Foi criada no Egito, em 1945, com o objetivo de promover relações pacíficas entre os países árabes. Divide-se em diferentes departamentos, como política, economia e questões sociais, e promove reuniões anuais com representantes dos países-membros.
  • Professor: a escala desse mapa pode variar em função das configurações do computador. Use a animação para ilustrar a movimentação política durante o conflito e, assim, explicar aos alunos a atual formação desses territórios.
  • Professor: o filme Razões para a Guerra é um documentário que analisa as forças que alimentam a máquina militar americana. No trecho selecionado temos a explicação da influência do petróleo nos conflitos mundiais.
  • Professor: o filme Razões para a Guerra é um documentário que analisa as forças que alimentam a máquina militar americana. No trecho selecionado temos a explicação da influência do petróleo nos conflitos mundiais.
  • Professor: nesse vídeo temos um trecho da cobertura da Rede Globo durante o bombardeio de Bagdá por tropas americanas.
  • Professor: a escala indicada se refere ao mapa impresso no módulo. Também chamado de “sul da Ásia”, o subcontinente indiano corresponde à região peninsular situada ao sul da cordilheira do Himalaia e banhada pelo oceano Índico. É composto por sete países – Paquistão, Índia, Nepal, Butão, Bangladesh, Sri Lanka e Maldivas – que, além da posição geográfica, compartilham alguns traços culturais importantes.
  • Professor: repare a influência inglesa na arquitetura dessa estação de trem indiana.
  • Professor: os servos e os integrantes das castas menos privilegiadas foram relegados a uma condição ainda inferior – tornaram-se os sem-casta ou “intocáveis”. Na atualidade, esses grupos preferem ser chamados de dalits, isto é, “oprimidos”.
  • Professor: a escala indicada se refere ao mapa impresso no módulo.
  • Professor: a trajetória econômica da Índia apresenta numerosos contrastes. Depois da independência, o país pôs em prática uma estratégia de desenvolvimento com base na busca de industrialização pela substituição das importações. Até o início da década de 1990, a economia indiana era comandada pelo Estado, responsável pelas atividades produtivas por meio tanto de empresas públicas como de mecanismos de controle da iniciativa privada. A economia passou por uma grande transformação com a redução do controle governamental, o incentivo ao ingresso do capital estrangeiro e a privatização de uma parcela das empresas estatais. O país se integrou aos circuitos da economia globalizada e tem mostrado, nos últimos 15 anos, altas taxas de crescimento.
  • Professor: a escala indicada se refere ao mapa impresso no módulo.
  • Professor: a escala deste mapa pode variar em função das configurações do computador. Esse mapa já foi apresentado no slide 13, utilize-o para explicar a questão populacional na Índia.
  • Professor: marcado por altos índices de analfabetismo e mortalidade infantil, o Nepal está entre os países menos desenvolvidos do mundo.A maioria da população fala nepalês, uma língua da família indo-europeia semelhante ao híndi, mas com a inclusão de muitas palavras das línguas tibetano-birmanesas. O hinduísmo é a religião predominante, porém seus praticantes são muito influenciados pelo budismo e pelo islamismo. A ampla maioria da força de trabalho dedica-se à agricultura, que tem como principais cultivos o trigo e o arroz. A região mais produtiva é o Terai, que, com apenas 17% do território, responde por mais de 60% do PIB.
  • Professor: a escala indicada se refere ao mapa impresso no módulo. Separado da Índia por um estreito de apenas 35 quilômetros de largura, o Sri Lanka tem uma história marcada por invasões. Os cingaleses, principal grupo étnico do país (78% da população), descendem de arianos adeptos do budismo que se instalaram na ilha entre os séculos V e III a.C. O país se integrou aos circuitos comerciais do Ocidente a partir do século XVI, com a chegada dos portugueses, que durante um século dominaram a ilha, chamada por eles de Ceilão. O Sri Lanka está mergulhado há 25 anos em um conflito sangrento motivado pelo desejo de independência do povo tâmil, que se considera discriminado pela maioria cingalesa.
  • Professor: independente desde 1965, a República das Maldivas é composta por 1.200 ilhas agrupadas em 27 atóis, muitas das quais são desabitadas. O solo é muito pobre e apenas 10% dele é cultivável. O país, fortemente castigado pelo tsunami em 2004, é um dos mais pobres e isolados do planeta.
  • Professor: a escala indicada se refere ao mapa impresso no módulo. Com exceção do Afeganistão, os demais países da Ásia central fizeram parte da União Soviética durante quase todo o século XX. São eles o Cazaquistão, o Uzbequistão, o Turcomenistão, o Tadjiquistão e o Quirguistão.
  • Professor: a escala deste mapa pode variar em função das configurações do computador.
  • Professor: a trajetória histórica comum confere relativa unidade religiosa à região, com o predomínio do islamismo sunita, praticado por 98% da população no Afeganistão, 88% no Turcomenistão, 84% no Tadjiquistão, 76% no Uzbequistão e 65% no Quirguistão. No Cazaquistão há 50% de muçulmanos e uma grande proporção de habitantes (35%) que se declaram ateus ou sem religião, além de uma presença expressiva de cristãos (11%), em sua maioria ortodoxos.
  • Professor: a questão linguística se reveste de grande importância política nas antigas repúblicas soviéticas, onde o idioma russo exerceu uma influência avassaladora. Na década de 1990, os governantes desses países adotaram uma política de reforço dos idiomas nacionais como parte de uma ampla campanha para fortalecer uma identidade própria e consolidar a independência recém-obtida. Na região inteira, as línguas nativas deixaram de ser escritas em alfabeto cirílico, com a adoção das letras latinas.
  • Professor: a escala deste mapa pode variar em função das configurações do computador. Esse mapa já foi apresentado no slide 13, utilize-o para explicar a questão populacional na Ásia central. Um traço marcante na Ásia central é a proporção elevada de habitantes nas áreas rurais. Apenas três cidades possuem mais de 1 milhão de habitantes: Cabul (Afeganistão), com 2,5 milhões; Tashkent (Uzbequistão), com 2,1 milhões; e Almaty (Cazaquistão), com 1,1 milhão.
  • Professor: é importante perceber e ressaltar aos alunos que no contexto geopolítico da Guerra Fria, o que importava era fortalecer os inimigos dos soviéticos.
  • Professor: a escala indicada se refere ao mapa impresso no módulo.
  • Professor: essa questão está ligada à habilidade 15 da área de Ciências Humanas da matriz de referência.
  • Professor: essa questão está ligada à habilidade 10 da área de Ciências Humanas da matriz de referência.
  • Transcript

    • 1. GEOGRAFIA M.13 Slides Abertura: Abertura: Na diversidade, a necessidade de diálogo Na diversidade, a necessidade de diálogo DO EDITOR PALAVRA ÁSIA: ORIENTE MÉDIO, ÁSIA CENTRAL E SUBCONTINENTE INDIANO Capítulo 1: Capítulo 1: O continente asiático O continente asiático Capítulo 2: Capítulo 2: Oriente Médio Oriente Médio Capítulo 3: Capítulo 3: O subcontinente indiano O subcontinente indiano Capítulo 4: Capítulo 4: Ásia central Ásia central Resolução dos exercícios Resolução dos exercícios Multimídia Trecho de filme: Trecho de filme: Trecho de filme: Trecho Promessas de um novo mundo Promessas de um novo mundo Razões para a Guerra Razões para a Guerra Mapa animado: animado: Vídeo: Vídeo: A questão Palestina questão Palestina Mapa interativo: Mapa interativo: Ásia: climas, vegetação e monções Ásia: climas, vegetação e monções Guerra no Iraque Guerra no Iraque X SAIR
    • 2. IMAGEFORUM/GETTY IMAGES Esfriamento da Terra e primeiras células: 3 bilhões de anos Na diversidade, a necessidade de diálogo X SAIR SAIR
    • 3. JON SPARKS/CORBIS/LATINSTOCK Capítulo 1 O continente asiático X SAIR SAIR
    • 4. ROMEO GACAD/AFP/GETTY IMAGES SAMANEH/SHUTTERSTOCK Um território de contrastes Dubai, Emirados Árabes Manila, Filipinas 1 O continente asiático X SAIR SAIR
    • 5. Um território de contrastes Na Ásia, as diferenças de estilo de vida são tão extremas quanto as existentes na paisagem natural. Hotéis luxuosos dos “petro-Estados” no golfo Pérsico Favelas miseráveis de Bangladesh Durante as três últimas décadas, a economia da Ásia tem se destacado como o motor que impulsiona a prosperidade mundial (Tigres Asiáticos). Constituída de regiões que se desenvolveram com pouco contato entre si. 1 O continente asiático X SAIR SAIR
    • 6. Um território de contrastes As regiões da Ásia 1 O continente asiático X SAIR SAIR
    • 7. Relevo e hidrografia 1 O continente asiático X SAIR SAIR
    • 8. PAUL PRESCOTT/SHUTTERSTOCK JÖRG JAHN/SHUTTERSTOCK Relevo e hidrografia O Everest faz parte do Himalaia, cordilheira formada pelo choque de duas placas tectônicas. A paisagem rochosa é uma das características de aldeias localizadas na Capadócia, no planalto da Anatólia. 1 O continente asiático X SAIR SAIR
    • 9. GUILLERMO GARCIA/SHUTTERSTOCK RUSSELL KORD/ALAMY/OTHER IMAES Relevo e hidrografia No mar Morto, entre Israel e Jordânia, a salinidade da água é tão elevada que torna impossível afundar. Indonésia, o mais extenso arquipélago do mundo 1 O continente asiático X SAIR SAIR
    • 10. MICHAEL S. YAMASHITA/CORBIS Relevo e hidrografia O Mekong nasce nas grandes altitudes do planalto do Tibete (China) e corta a Indochina, onde propicia a cultura do arroz, o principal produto agrícola da região. 1 O continente asiático X SAIR SAIR
    • 11. Vegetação 1 O continente asiático X SAIR SAIR
    • 12. População e urbanismo 1 O continente asiático X SAIR SAIR
    • 13. População e urbanismo Tóquio-Yokohama (Japão) Seul-Incheon (Coreia do Sul) 18,1 Manila (Filipinas) 15,6 Jacarta (Indonésia) 15,1 Délhi (Índia) 15,0 Xangai (China) 14,0 Calcutá (Índia) 14,0 Teerã (Irã) 13,5 Lahore (Paquistão) 12,6 Dacca (Bangladesh) 12,4 Istambul (Turquia) 11,8 Osaka (Japão) 1 O continente asiático 23,0 Mumbai (Índia) Megacidades asiáticas (2007) (em milhões de habitantes) 35,1 11,2 Bangcoc (Tailândia) 10,1 Beijing (China) 10,0 X SAIR SAIR
    • 14. JON SPARKS/CORBIS/LATINSTOCK Capítulo 2 Oriente Médio X SAIR SAIR
    • 15. O berço da civilização 2 Oriente Médio X SAIR SAIR
    • 16. O berço da civilização A história do Oriente Médio é marcada por mais de mil anos de conflitos com a Europa. Impérios islâmicos dominaram a península Ibérica no século VIII e lá permaneceram até o século XV. Turcos otomanos ocuparam o sudeste da Europa e avançaram em direção ao oeste até serem detidos, em 1683, quando tentavam conquistar Viena, então capital do império dos Habsburgo. Durante o período, exércitos europeus promoveram inúmeras invasões em nome da fé cristã – as Cruzadas. Nos últimos dois séculos, a correlação de forças se inverteu e o Oriente Médio caiu sob o domínio econômico e político da Grã-Bretanha e da França, que lá instalaram colônias e protetorados. 2 Oriente Médio X SAIR SAIR
    • 17. KAZUYOSHI NOMACHI/CORBIS/LATINSTOCK GRAPHEAST/ALAMY/OTHER IMAGES O berço da civilização Além de gigantescas reservas de petróleo, a Arábia Saudita investe em refinarias e na indústria petroquímica. O islamismo, atualmente a religião que mais cresce no mundo, nasceu no Oriente Médio. 2 Oriente Médio X SAIR SAIR
    • 18. O berço da civilização Rota de passagem entre a Europa e o subcontinente indiano até a porção oriental da Ásia A importância geopolítica do Oriente Médio Em seu subsolo existem gigantescas reservas petrolíferas, 68% das reservas mundiais estão situadas nessa região. Outro fator de tensão política é a presença, desde 1948, do Estado de Israel, instalado por imigrantes judeus na Palestina. 2 Oriente Médio X SAIR SAIR
    • 19. Clima e vegetação A vegetação natural no Oriente Médio 2 Oriente Médio X SAIR SAIR
    • 20. População 2 Oriente Médio X SAIR SAIR
    • 21. População Na Faixa de Gaza há uma concentração populacional especialmente elevada, de cerca de 3.600 pessoas por km². ARISTIDIS VAFEIADAKIS/ALAMY/OTHER IMAGES Isso se deve ao fluxo de refugiados palestinos ao território após a criação do Estado de Israel, em 1948. No Irã, a maioria da população mora no campo, apesar da existência de grandes metrópoles, como Teerã. 2 Oriente Médio X SAIR SAIR
    • 22. Crescimento demográfico Desde a década de 1970, as taxas de crescimento populacional da maioria dos países da região sofreram uma redução. No Líbano, marcado pela disputa de poder entre muçulmanos e cristãos, o número de nascimentos entre as famílias muçulmanas xiitas ultrapassa significativamente a dos cristãos, minoritários no conjunto da população. 2 Oriente Médio Em Israel, entretanto, há um estímulo estatal para um número maior de filhos a fim de compensar a taxa de natalidade mais alta entre os árabes residentes no país e nos territórios palestinos ocupados. X SAIR SAIR
    • 23. Migrações No Oriente Médio, as migrações ocorrem nos dois sentidos, isto é, de entrada e de saída de indivíduos em busca de oportunidades de trabalho fora dos países de origem. STEPHANIE KUYENDAL/CORBIS/LATINSTOCK Uma imigração com efeitos políticos particularmente importantes é a que ocorre em direção a Israel. Na primeira metade do século XX, israelitas de várias origens, sobretudo europeus, se instalaram na Palestina para construir um Estado judaico. Trabalhadores indianos temporários nas ruas de Dubai, nos Emirados Árabes Unidos 2 Oriente Médio X SAIR SAIR
    • 24. Migrações: Promessas de um novo mundo Clique na imagem abaixo para ver o trecho do filme. Duração: 4min26s 2 Oriente Médio X SAIR SAIR
    • 25. ALAN GIGNOUX/ALAMY/OTHER IMAGES Refugiados Após o surgimento do Estado de Israel, milhões de palestinos espalharam-se pelo mundo. Muitos ainda hoje vivem em campos de refugiados, como o de Shatila, em Beirute, capital do Líbano. 2 Oriente Médio X SAIR SAIR
    • 26. Principais idiomas Os idiomas no Oriente Médio 2 Oriente Médio X SAIR SAIR
    • 27. Principais religiões As religiões no Oriente Médio 2 Oriente Médio X SAIR SAIR
    • 28. STAVCHANSKY YAKOV/SHUTTERSTOCK GRAPHEAST/ALAMY/OTHER IMAGES Principais religiões Acima, mesquita de Riad, na Arábia Saudita. No país fica Meca, cidade que todo muçulmano deve visitar ao menos uma vez na vida. À esquerda, o Muro das Lamentações, parte de um antigo templo judaico destruído no século I. 2 Oriente Médio X SAIR SAIR
    • 29. DEA/C. SAPPA/GETTY IMAGES Principais religiões Mosteiro grego ortodoxo de Santa Tecla, Síria 2 Oriente Médio X SAIR SAIR
    • 30. O petróleo A importância econômica e geopolítica do Oriente Médio está associada ao seu papel como principal fornecedor de petróleo mundial As reservas mundiais de petróleo Dos 1,2 trilhão de barris de petróleo do globo, 65% são extraídos no golfo Pérsico. O mercado internacional de gás natural também é liderado pelos países do Oriente Médio. Descobertas recentes levaram a Arábia Saudita a ultrapassar a Rússia como o país que possui as maiores reservas de gás. 2 Oriente Médio X SAIR SAIR
    • 31. A Questão Palestina e os conflitos árabe-israelenses Disputa entre israelenses e palestinos: raízes na Antiguidade Século XVIII: história judaica marcada pela Haskalá Século XIX: sionismo na Europa Restabelecimento do Estado judaico na Palestina Depois da Primeira Guerra Mundial, a região é ocupada por países europeus, interessados no petróleo. Em 1918, conforme decisão da Liga das Nações, a Palestina é submetida à jurisdição britânica. 2 Oriente Médio X SAIR SAIR
    • 32. JOE SACCO A Questão Palestina e os conflitos árabe-israelenses 2 Oriente Médio X SAIR SAIR
    • 33. A Questão Palestina e os conflitos árabe-israelenses 1948: ingleses passam a administração da região para a ONU, que determina a divisão da Palestina em dois territórios. JOE SACCO A HQ Palestina retoma os processos históricos que culminaram nos conflitos. SACCO, Joe. Palestina. São Paulo: Conrad, 2000. p. 12. 2 Oriente Médio X SAIR SAIR
    • 34. JOE SACCO A Questão Palestina e os conflitos árabe-israelenses A recusa dos árabes a aceitar a partilha da Palestina, determinada pela ONU, levou alguns países da Liga Árabe a declarar guerra contra o Estado de Israel, em 15 de maio de 1948. 2 Oriente Médio X SAIR SAIR
    • 35. A questão Palestina (1948-2005) Clique na imagem abaixo para ver o mapa animado. 2 Oriente Médio X SAIR SAIR
    • 36. A guerra Irã-Iraque (1980-1988) Irã Radicais xiitas X Iraque Saddam Hussein, sunita e antigo aliado dos EUA O objetivo era a conquista dos territórios petrolíferos iranianos, a liderança moral do mundo árabe e debilitação da influência xiita no Iraque e nos demais países do Oriente Médio. 2 Oriente Médio X SAIR SAIR
    • 37. A guerra Irã-Iraque (1980-1988): Em setembro de 1980, as tropas iraquianas invadiram o Irã e ocuparam o delta do rio Shatt al-Arab, reivindicando a soberania plena da região. Ao atacar o Irã, o Iraque aproveitava a situação caótica no país vizinho após a derrubada, em 1979, do xá Reza Pahlevi pela Revolução Islâmica. O conflito se deslocou para as águas do golfo Pérsico. Tanto o Iraque como o Irã atacaram terminais petroleiros no litoral e navios de outros países a fim de evitar a exportação do produto. Em 1986, os EUA enviam uma frota naval para proteger os navios petroleiros que transportavam as remessas do Kuwait. Em 1988, os países assinam um acordo de paz. Na fase final do confronto, os EUA se posicionaram claramente ao lado do Iraque 2 Oriente Médio X SAIR SAIR
    • 38. A guerra Irã-Iraque (1980-1988): Razões para a Guerra Clique na imagem abaixo para ver o trecho do filme. Duração: 3min24s 2 Oriente Médio X SAIR SAIR
    • 39. A primeira Guerra do Golfo (1990-1991) Agosto de 1990: Iraque invade o Kuwait. Reivindicava territórios do Kuwait e indenização sobre perdas que havia sofrido com a queda no preço do petróleo. George Bush envia tropas para o golfo Pérsico, e o Conselho de Segurança da ONU decreta boicote econômico ao Iraque. Fevereiro de 1991: forças de coalizão invadem o Kuwait e o sul do Iraque. 2 Oriente Médio X SAIR SAIR
    • 40. A segunda Guerra do Golfo (2003-) A primeira fase do conflito consistiu na invasão do Iraque, em 2003. Encontrou forte resistência de forças iraquianas, que impediam, até o fim de 2008, a consolidação de uma nova ordem no país. A iniciativa da guerra partiu do presidente George W. Bush, que, em 2002, acusou o regime iraquiano de fabricar armas de destruição em massa e de participar dos atentados de 11 de setembro. A ONU investigou a denúncia dos EUA; meses depois divulgou um relatório informando que não havia sinal da presença das armas proibidas. 2 Oriente Médio X SAIR SAIR
    • 41. A segunda Guerra do Golfo (2003-) Mesmo sem o aval da ONU, a aliança americano-britânica decidiu-se pela invasão. As tropas, que estavam acampadas no Kuwait, cruzaram a fronteira no dia 20 de março de 2003 e derrotaram facilmente a resistência iraquiana, conquistando a capital, Bagdá. Iraque mergulha no caos. Guerra no Iraque Clique aqui para ver o trecho do filme. Duração: 5min33s 2 Oriente Médio X SAIR SAIR
    • 42. JON SPARKS/CORBIS/LATINSTOCK Capítulo 3 O subcontinente indiano X SAIR SAIR
    • 43. O subcontinente indiano Densidade populacional no subcontinente indiano 3 O subcontinente indiano X SAIR SAIR
    • 44. Índia, o núcleo de uma civilização A Índia nunca existiu como uma entidade política unificada antes de sua independência, em 1947. Os primeiros núcleos de povoamento surgiram em torno de 3000 a.C. A civilização tem sua origem na chegada, por volta de 1500 a.C. dos arianos. A Índia medieval começou a ser pressionada pela expansão islâmica no século IX d.C. 3 O subcontinente indiano No século VI a.C., o budismo chegou à região. Os portugueses conquistaram Goa e outras cidades portuárias no mar da Arábia. Depois, vieram os holandeses e os ingleses. X SAIR SAIR
    • 45. Índia, o núcleo de uma civilização Com a Revolução Industrial a Índia tornou-se alvo da Neocolonialismo. Em 1857, é incorporada como colônia inglesa. Em 1947, sua independência foi proclamada. PHOTO PROVIDER NETWORK/ALAMY/OTHER IMAGES O início da independência foi marcado pela separação dos territórios de maioria muçulmana – os atuais Paquistão e Bangladesh. Estação de trens em Mumbai 3 O subcontinente indiano X SAIR SAIR
    • 46. Religião O hinduísmo, a mais antiga entre as grandes religiões do mundo, é praticado por 74% dos indianos – seguido do islamismo (12%) e do cristianismo (6%) –, e se distingue pela ausência de uma doutrina unificada. 3 O subcontinente indiano X SAIR SAIR
    • 47. Sociedade FRIEDRICH STARK/ALAMY/OTHER IMAGES Dividida em castas, que se diluiu nas últimas décadas, mas cuja influência ainda pode ser notada. Existem quatro categorias básicas: os brâmanes (sacerdotes), os xátrias (guerreiros), os vaixás (agricultores) e os sudras (servos). Os varredores de rua pertencem à casta dos dalits, que se dedicam aos trabalhos considerados impuros. 3 O subcontinente indiano X SAIR SAIR
    • 48. Idiomas Os idiomas na Índia 3 O subcontinente indiano X SAIR SAIR
    • 49. INDRANIL MUKHERJEE/AFP/GETTY IMAGES Economia A fluência na língua inglesa de parte da população, a boa formação profissional e os salários baixos contribuíram para o crescimento da indústria da informática na Índia. 3 O subcontinente indiano X SAIR SAIR
    • 50. Conflitos internacionais Índia X Paquistão Tumultuada partilha do território envolvendo a região da Caxemira Índia X China Tensão devido a territórios da fronteira entre ambos. Houve confrontos militares em 1962 e, desde então, os países mantêm relações frias. 3 O subcontinente indiano X SAIR SAIR
    • 51. A disputa pela Caxemira  Índia e Paquistão disputam a Caxemira desde a independência do subcontinente indiano em 1947.  Caxemira (maioria da população muçulmana)  1980: crescimento do fundamentalismo muçulmano fortalece movimento separatista. 3 O subcontinente indiano X SAIR SAIR
    • 52. O desafio demográfico  Bangladesh é um dos países mais pobres do mundo e também um dos mais populosos e mais densamente povoados.   Menos de 20% de seus habitantes mora em cidades.  O sucesso no combate à pobreza em Bangladesh depende, em grande parte, da redução do crescimento populacional – uma prioridade nas políticas públicas do país desde a década de 1970, quando apenas 8% das mulheres bengalis utilizavam contraceptivos. Cerca de dois terços da força de trabalho dedicam-se à agricultura, responsável pela produção de aproximadamente um terço do PIB. 3 O subcontinente indiano X SAIR SAIR
    • 53. População 3 O subcontinente indiano X SAIR SAIR
    • 54. Nepal Unificado com pequenas monarquias e domínios feudais em 1768 A expansão do domínio britânico na Índia deu origem à Guerra Anglo-Nepalesa (1814-1816). ATLANTIDE PHOTOTRAVEL/CORBIS/LATINSTOCK Em 1924, o Nepal se tornou independente, mas continuou a fornecer soldados para as tropas britânicas – os gurkhas. Os últimos gurkhas a serviço da Grã-Bretanha foram dispensados em 1997. Monges budistas em Katmandu, Nepal 3 O subcontinente indiano O regime monárquico vigorou no Nepal até maio de 2008, quando foi substituído por uma república parlamentarista. X SAIR SAIR
    • 55. Nepal Do ponto de vista físico, o país se divide em três regiões bem demarcadas: No norte estão as altas montanhas do Himalaia, praticamente despovoadas. No extremo sul, a planície pantanosa do Terai, que abriga um terço da população. A maioria dos nepaleses concentra-se na região intermediária, formada por planaltos e montanhas de baixa altitude, e que inclui o vale de Katmandu, onde se encontra a capital. 3 O subcontinente indiano X SAIR SAIR
    • 56. CHRISTOPHE BOISV EUX/CORBIS/LATINSTOCK Butão     Situado nas encostas do Himalaia permaneceu praticamente fechado ao mundo até a década de 1960. A maior parte da população fala o dzongkha, um dialeto tibetano. O rei é venerado como líder espiritual e exerce poderes absolutos. A maioria dos butaneses pratica uma agricultura de subsistência, com baixa produtividade, o que torna o país dependente da importação de alimentos. Monastério de Taktshang, nas montanhas do Himalaia 3 O subcontinente indiano X SAIR SAIR
    • 57. Sri Lanka O conflito étnico no Sri Lanka 3 O subcontinente indiano X SAIR SAIR
    • 58. JOSE FUSTE RAGA/CORBIS/LATINSTOCK Maldivas A vida econômica gira em torno da pesca, que sustenta 25% dos 200 mil habitantes, e principalmente do turismo. 3 O subcontinente indiano X SAIR SAIR
    • 59. JON SPARKS/CORBIS/LATINSTOCK Capítulo 4 Ásia central X SAIR SAIR
    • 60. Ásia central As etnias nas antigas repúblicas soviéticas da Ásia central 4 Ásia central X SAIR SAIR
    • 61. Ásia: climas, vegetação e monções Clique na imagem para ver o mapa interativo. 4 Ásia central X SAIR SAIR
    • 62. História No século XVIII, os territórios da Ásia central (com exceção do Afeganistão) foram incorporados ao império russo, com o nome de Turquestão. Após a Revolução Russa de 1917, o Turquestão passou a ser controlado por forças comunistas, resultando na sua incorporação à União Soviética como um conjunto de repúblicas formalmente autônomas, mas na subordinadas ao domínio de Moscou. Nessa ocasião, foram traçadas as fronteiras e definidos os nomes que se mantêm na atualidade. 4 Ásia central X SAIR SAIR
    • 63. MICHELE FALZONE/ALAMY/OTHER IMAGES Religião Mesquita em Bukhara, no Uzbequistão 4 Ásia central X SAIR SAIR
    • 64. MASSIMO LISTRI/CORBIS/LATINSTOCK Línguas Na maioria dos países da Ásia central, os idiomas predominantes pertencem ao grupo linguístico túrquico ou turcomano. Já o tadjique, predominante no Tadjiquistão, pertence ao grupo das línguas persas. No Afeganistão, destacam-se, em meio a uma grande diversidade linguística, o persa, falado no dialeto dari por cerca de 50% da população, e o pashtum, o idioma de 35% dos afegãos. O alfabeto cirílico, criado por monges bizantinos no século IX é utilizado na Rússia e em países de línguas eslavas. 4 Ásia central X SAIR SAIR
    • 65. Composição étnica   O mapa das antigas repúblicas soviéticas da Ásia central foi traçado em Moscou, na década de 1920, por dirigentes políticos que desprezaram a diversidade étnica da região. Mais de 1 milhão de cazaques vivem no território de Xingiang, na China. Os uzbeques constituem um dos quatro principais grupos 4 Ásia central IAN TROWER/ALAMY/OTHER IMAGES étnicos do Afeganistão (os outros três são os pashtuns, majoritários, os tadjiques e os persas) e compõem 20% da população do Tadjiquistão. X SAIR SAIR
    • 66. A importância da Ásia central na economia internacional está ligada à existência de enormes reservas de petróleo, gás natural e outros recursos minerais. O Cazaquistão, que ocupa a nona posição entre os países com maior área territorial, destaca-se pela riqueza petrolífera. Tanques de petróleo de empresa canadense no Cazaquistão 4 Ásia central X SAIR SAIR OLEG NOKISHIN/GETTY IMAGES Petróleo
    • 67. Agricultura VYACHESLAV OSELEDKO/AFP/GETTY IMAGES O monocultivo do algodão, incentivado durante o período soviético, é um dos alicerces da economia da Ásia central. Plantação de algodão em vila do Tadjiquistão 4 Ásia central X SAIR SAIR
    • 68. População 4 Ásia central X SAIR SAIR
    • 69. Os conflitos no Afeganistão No ponto de encontro de vários impérios que ocuparam o continente e com longa tradição de resistência, o Afeganistão tornou-se palco de um conflito internacional no fim da década de 1970. Intervenção soviética em 1979 Na década de 1980 os EUA forneceram armas aos rebeldes. A reação de grupos tribais foi determinante para a retirada dessas forças, em 1989. Voluntários muçulmanos do Oriente Médio aderem ao movimento rebelde, entre eles está Osama bin Laden, líder do grupo Al-Qaeda. A saída dos soviéticos deixou o Afeganistão fragmentado. 4 Ásia central X SAIR SAIR
    • 70. Os conflitos no Afeganistão Em 1996, o Talibã tomou o poder em Cabul e instalou uma ditadura que passou a governar mediante a aplicação rigorosa das leis do Corão. Os EUA colaboraram com o regime do Talibã, por verem um aliado contra o Irã, nos seus dois primeiros anos. Mas, em 1998, quando se comprovou que os atentados terroristas contra embaixadas americanas no Quênia e na Tanzânia haviam sido cometidos pela Al-Qaeda, o apoio foi suspenso. Em 2001, tropas americanas e britânicas invadiram o país em represália ao 11 de Setembro. 4 Ásia central X SAIR SAIR
    • 71. Os conflitos no Afeganistão A distribuição étnica no Afeganistão 4 Ásia central X SAIR SAIR
    • 72. JON SPARKS/CORBIS/LATINSTOCK Navegando no módulo X SAIR SAIR
    • 73. CARACTERÍSTICAS FÍSICAS ORIENTE MÉDIO CARACTERÍSTICAS FÍSICAS, ECONÔMICAS E SOCIAIS QUESTÃO PALESTINA E CONFLITOS ÁRABE-ISRAELENSES GUERRA IRÃ-IRAQUE PRIMEIRA GUERRA DO GOLFO SEGUNDA GUERRA DO GOLFO Navegando no módulo ÁSIA SUBCONTINENTE INDIANO CARACTERÍSTICAS FÍSICAS, ECONÔMICAS E SOCIAIS DISPUTA PELA CAXEMIRA ÁSIA CENTRAL CARACTERÍSTICAS FÍSICAS, ECONÔMICAS E SOCIAIS CONFLITOS NO AFEGANISTÃO X SAIR SAIR
    • 74. Adaptação e consultoria: Professor Diogo Martins de Santana Revisão: Lara Milani (coord.), Adriana B. dos Santos, Alexandre Sansone, Amanda Ramos, Anderson Félix, André Annes Araujo, Aparecida Maffei, David Medeiros, Greice Furini, Maria Fernanda Neves, Renata Tavares Diagramação: Adailton Brito de Souza, Gustavo Sanches, Keila Grandis, Marlene Moreno, Valdei Prazeres, Vicente Valenti Imagens: © Promessas de um novo mundo/ The promises film project/Justine Shapiro, B. Z. Goldberg, Carlos Bolado; © Razões para a Guerra/ Sony Pictures/ Eugene Jarecki; © Bombardeio em Bagdá/ Agência Reuters; Guerra da Coreia/ Thought Equity/Isuzu Imagens; © O ataque atômico à Terra do Sol Nascente/ Thought Equity/Isuzu Imagens; © A Guerra do Vietña/ Thought Equity/Isuzu Imagens VÍDEOS Palavra do editor Produção: Estúdio Moderna Produções Edição: 3D LOGIC MULTIMÍDIA Consultoria: Professor Marcelo Sato Edição: Daniel Lima, Daniela Silva, Luciana Scuarcialupi, Raphael Prado Revisão técnica: Professora Stela Kuperman Pesso Produção: Atômica Studio Locução: Núcleo de Criação Imagens: © Nadir3r/Shutterstock Imagem; ©Pichugin Dmitry/ Shutterstock Imagem; © IDAL/ Shutterstock Imagem; © Aleksander Bolbot/ Shutterstock imagem; © Ivan Montero Martinez/ Shutterstock imagem; © Sam DCruz/ Shutterstock Imagem; © Szefei/ Shutterstock Imagem; © Digitalife/ Shutterstock Imagem; © Sybille Yate; © B & C Alexander/Latinstock. © 2009, Grupo Santillana/Sistema UNO Uso permitido apenas em escolas filiadas ao Sistema UNO Todos os direitos reservados. Nenhuma parte desta publicação pode ser reproduzida, arquivada ou transmitida, de qualquer forma, em qualquer mídia, seja eletrônica, química, mecânica, óptica, de gravação ou de fotocópia, fora do âmbito das escolas do Sistema UNO. A violação dos direitos mencionados constitui delito contra a propriedade intelectual e os direitos de edição. GRUPO SANTILLANA Rua Padre Adelino, 758 – Belenzinho São Paulo/SP – Brasil – CEP 03303-904 Vendas e Atendimento: Tel.: (11) 2790-1500 Fax: (11) 2790-1501 www.sistemauno.com.br FIM X SAIR SAIR JON SPARKS/CORBIS/LATINSTOCK SEQUÊNCIA DIDÁTICA
    • 75. GEOGRAFIA M.13 ÁSIA: ORIENTE MÉDIO, ÁSIA CENTRAL E SUBCONTINENTE INDIANO X SAIR SAIR X SAIR
    • 76. 1 As religiões no Oriente Médio Fonte: HELD, Colbert C. Middle East patterns – places, peoples and politics. Boulder: Westview Press, 2006. p. 100. ENEM – GEOGRAFIA M.13 X SAIR SAIR
    • 77. 1 Ao visitar a Cidade Velha de Jerusalém, Bento XVI foi à Esplanada das Mesquitas (conhecida como Monte do Templo pelos judeus), o terceiro lugar mais sagrado para o Islã, e entrou descalço no Domo da Rocha, de onde o profeta Maomé teria subido aos céus. Em outro momento comovente, o papa depositou um bilhete entre as pedras do Muro das Lamentações, local sagrado para o judaísmo. No bilhete, pediu ao “Deus de Abraão, Isaac e Jacó que leve sua paz à Terra Santa, ao Oriente Médio e a toda a família humana”. Disponível em : <www.estadao.com.br/estadaodehoje/ 20090518/not_imp372504,0.php>. Acesso em: 25 maio 2009. A partir da análise dos mapas, do texto e de seus conhecimentos sobre o assunto, podemos afirmar que: a) A presença da religião muçulmana é a que mais se destaca no Oriente Médio, inclusive na Arábia Saudita, onde se encontram as cidades sagradas de Meca, Medina e Jerusalém. Os muçulmanos são politeístas e formam minorias em vários países na região, como no Irã. b) O papa Bento XVI deixou um bilhete no Muro das Lamentações pedindo paz, pois a região é marcada por conflitos religiosos, principalmente entre judeus e muçulmanos. c) Os cristãos têm forte presença em países como o Líbano, Chipre e Turquia. ENEM – GEOGRAFIA M.13 X SAIR SAIR
    • 78. d) O texto indica que, ao visitar dois lugares sagrados – um para os muçulmanos (Esplanada das Mesquitas) e outro para os judeus (Muro das Lamentações) –, o papa católico reconhece a legitimidade e a importância das duas religiões, mas indica a superioridade dos cristãos ao não aceitar as tradições e costumes religiosos locais. e) Embora sejam minoria na Índia, os muçulmanos são maioria na Caxemira, onde convivem tranquilamente com os hindus. RESPOSTA: B Os muçulmanos palestinos e os judeus israelenses disputam territórios e fronteiras no Oriente Médio, e estão em conflito. ENEM – GEOGRAFIA M.13 X SAIR SAIR
    • 79. 2 O governo da Índia recusou-se a discutir a discriminação por castas na Conferência sobre Racismo da ONU em 2001. As opiniões a respeito da origem do sistema de castas na Índia são divididas. O país convive com as castas há mais de três mil anos. Membros das castas mais altas são tradicionalmente associados a profissões mais privilegiadas, como o sacerdócio, enquanto aqueles das castas mais baixas geralmente são empregados. As pessoas de castas mais baixas geralmente são chamadas de párias ou intocáveis. A discriminação por castas é proibida na Índia, mas continua sendo parte do dia a dia do segundo país mais populoso do mundo. E, em alguns casos, as pessoas ignoram o sistema assumindo todos os riscos. Um exemplo disso foram as mortes de dois adolescentes que foram enforcados pelos habitantes da vila de Uttar Pradesh (no norte do país) pelo fato de serem de castas diferentes e estarem namorando. Mas o ministro para Assuntos Externos da Índia, Omar Abdullah, afirmou na semana passada que a discriminação por castas não pode ser igualada ao racismo. O ministro rejeitou a discussão do tema na Conferência da ONU sobre o Racismo. ENEM – GEOGRAFIA M.13 X SAIR SAIR
    • 80. Esta decisão colocou em risco 160 milhões de pessoas, membros da casta mais baixa da Índia, os dalits. Representantes dos dalits afirmaram a jornalistas que a Índia falhou ao não abrir sua experiência de racismo e intolerância ao debate internacional. A decisão também atraiu críticas da Organização Não Governamental Human Rights Watch. A porta-voz da organização, Smita Narula, diz que a discriminação baseada em castas é o “apartheid escondido” da Ásia, que afeta milhões de pessoas no sul do continente. Disponível em: <www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/ 2001/010829_racismocastas.shtml>. Acesso em: 27 maio 2009. A leitura do texto e seus conhecimentos sobre o assunto nos permitem afirmar que: a) As diferenças entre as castas não criam desigualdades sociais; estas são unicamente geradas pela posição que cada indivíduo ocupa no sistema produtivo do país. b) A determinação do governo indiano em abolir e não reconhecer o sistema de castas fez com que desde a independência da Índia, na década de 1940, os casos de discriminação e perseguição acabassem e os mais de 160 milhões de dalits fossem incorporados ao convívio social igualitário. ENEM – GEOGRAFIA M.13 X SAIR SAIR
    • 81. c) Apesar do grande avanço econômico dos últimos anos, a Índia não superou as diferenças sociais baseadas em uma tradição de cerca de 3 mil anos. Os dalits têm representantes que criticam o governo indiano por se recusar a discutir a questão das castas e lutam pelos seus direitos de cidadania. d) Além da questão das castas sociais característica da religião hindu, a Índia tem conflitos que envolvem hindus e muçulmanos, principalmente na região da Caxemira, que tem o predomínio de muçulmanos e é reivindicada por Bangladesh, e com os sikhs, que pleiteiam o fim das castas e maior participação no governo federal. e) A Índia desenvolveu tecnologias modernas em vários setores, como em telecomunicações, informática, energia nuclear etc. A participação dos cientistas de origem pária (a maioria dos cientistas são párias) foi fundamental para esse desenvolvimento. RESPOSTA: C A existência de castas sociais excluídas faz com que parte da população seja excluída, também, da economia, diminuindo o mercado consumidor potencial, e dos avanços econômicos. ENEM – GEOGRAFIA M.13 X SAIR SAIR
    • 82. QUESTÕES ENEM Elaboração: Luiz Carlos Parejo Revisão crítica: Marcelo Sato Revisão: Lara Milani (coord.), Alexandre Sansone, André Annes Araujo, Débora Baroudi, Fabio Pagotto, Flávia Yacubian, Greice Furini, Luiza Delamare, Maria Fernanda Neves, Renata Tavares, Valéria C. Borsanelli Diagramação: Adailton Brito de Souza, Gustavo Sanches, Keila Grandis, Marlene Moreno, Valdei Prazeres, Vicente Valenti © 2009, Grupo Santillana/Sistema UNO Uso permitido apenas em escolas filiadas ao Sistema UNO Todos os direitos reservados. Nenhuma parte desta publicação pode ser reproduzida, arquivada ou transmitida, de qualquer forma, em qualquer mídia, seja eletrônica, química, mecânica, óptica, de gravação ou de fotocópia, fora do âmbito das escolas do Sistema UNO. A violação dos direitos mencionados constitui delito contra a propriedade intelectual e os direitos de edição. GRUPO SANTILLANA Rua Padre Adelino, 758 – Belenzinho São Paulo − SP – Brasil – CEP 03303-904 Vendas e Atendimento: Tel.: (11) 2790-1500 Fax: (11) 2790-1501 www.sistemauno.com.br FIM X SAIR SAIR

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