Seminário neuroendocrinologia

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    Seminário neuroendocrinologia - Presentation Transcript

    1. UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ
      INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS
      PÓS GRADUAÇÃO EM NEUROCIÊNCIAS E BIOLOGIA CELULAR
      BASES CONCEITUAIS EM NEUROCIÊNCIAS – NEUROENDOCRINOLOGIA
      PROFESSOR DOMINGOS PICANÇO-DINIZ
      Controle Neuroendócrino da Homeostase dos Fluidos Corporais
      Ijair Costa
      Caio Maximino
      Suellen Moraes
      Tarcyane Garcia
    2. INTRODUÇÃO
      - OSMOLALIDADE PLASMÁTICA
      • VOLUME DOS COMPARTIMENTOS
      CONSTÂNCIA DO MEIO INTERNO
      CONTROLE
      ÁGUA E SAL
      - INGESTÃO
      • EXCREÇÃO
    3. COVs, AV3V, AP
      OSMORRECEPTORES
      Vasos hepáticos, renais, intestinais
      Osmolalidade plasmática/ concentração de sódio
      MECANORRECEPTORES
      Sistema Cardiovascular
      Volume/ pressão
    4. Área septal
      Amígdala
      Complexo
      Basolateral
      Complexo
      Corticomedial
      Bulbo olfatório
      (–)
      (+)
      Hipotálamo
      Ântero-medial
      (HMA) (+)
      Hipotálamo
      Ântero-lateral
      (–)(HAL)
      (+)
      (–)
      Estimula a reposição de Sal
      Inibe a reposição de Sal
    5. RESPOSTAS EFETORAS
      SINAIS AFERENTES
      Osmolalidade Plasmática [Na+]
      INTEGRAÇÃO SISTEMA NERVOSO CENTRAL
      Volume sanguíneo
      Pressão sanguínea
    6. HIPOVOLEMIA/ HIPEROSMOLALIDADE
      VASOPRESSINA (AVP)
      OCITOCINA
      Receptores -G
      Receptores –G
      V1a, V1b
      V2
      Gq
      Gi
      Fosfolipase C
      AMPc
      IP3
      DAG
      Controle da pressão sanguínea
      Efeitos Antidiuréticos
      Contratilidade Miometral
    7. SISTEMA NERVOSO CENTRAL
      VASOPRESSINA
      OCITOCINA
      Aumento do Consumo de H2O2
      Diminuição do consumo de Sal
      Sistema Hipotálamo-hipofisário
      * Núcleo Paraventricular (PVN)
      * Núcleo Supra-Ótico (SON)
    8. Sistema Renina–Angiotensina (SRA)
      Sistêmico
      Cerebral
    9. SRA –SISTÊMICO:
      • Manutenção da concentração de Na+ do LEC
      • Liquido orgânico
      Angiotensinogênio / fígado/ C. Sistêmica (renina)
      RENINA (RINS – arteríola aferente do G. renal)
      Angiotensinogênio Ang-I
      Ang-IAng-II
      pulmões,rins,cél.endot.
      sist. vascular
      RENINA
      ECA
    10. Mecanismos de controle da secreção de Renina
      Principais Estimulos:
      P.A. Renal / daNa+ que alcança as células da mácula densa.
      Estimulação da inervação beta-adrenérgica renal.
      Catecolaminas circulantes/prostaglandinas e prostaciclinas.
      Principais Inibidores:
      Ang-2 / ANP / AVP
    11. Mecanismos envolvidos na síntese de Renina
      Liberação de Noradrenalina nas terminações simpática renais
      Ativação pelo
      cAMP Produção de Prostaglandinas na Mácula Densa ( Na+)
      Elevação da concentração de Ca+ intracelular
      • Outros: NO (síntese – elementos vasculares e células tubulares renais)
      NOS / Renina // ativação de cGMP Renina
    12. Ações da Angiotensina II
      Angiotensina I Angiotensina II ( PA )
      Retenção de água Aldosterona
      e sais
      Ação sobre Receptores:
      Células da musculatura vascular / Zona glomerular do Córtex Adrenal
      Túbulos Renais
      Estimula :
      secreções ACTH / AVP / catecolaminas / vasoconstrição / comportamento alimentar (ingestão de água e apetite ao sódio)
    13. Sistema Renina-Angiotensina CerebralAspectos Gerais
      • PA Sede apetite Na+ secreção AVP ACTH
      • Funções cognitivas / AT1
      • ANG II Cerebral regula PA independentemente do RAS Sistêmico por interferir na secreção de AVP, ACTH ou na modulação de reflexo barorreceptor e da atividade de eferências sinápticas.
      • ANG II Sistêmica / órgãos circunventriculares
      • Enzimas / receptores da ANG / identificados no cérebro.
    14. Evidências da localização cerebral do RAS
      Gatten (1978) Núcleo Caudado de cães : Renina
      Radioimunoensaio / imunohistoquímica
      Angiotensinogênio / hipotálamo / tronco cerebral
    15. Mecanismo de síntese da ANG II Cerebral
      ANG I ANG II ANG III
      NH2 PEPTIDASE
      ANG IV
      ANG II / IMUNOCITOQUIMICA – HIPOTÁLAMO, SFO, SL, BULBO, NÚCLEO CAUDADO, PUTÂMEN, COLUNA INERMÉDIO-LATERAL SIMPÁTICA
      ECA
    16. Receptores ANG :
      Receptores de membrana AT1 e AT2
      AT1// Vasoconstrição,secreção de aldosterona etc..
      AT2//Diferenciação celular , vasodilatação etc..
      AT1 (SNC) auto-radiografia – Diencéfalo, Mesencéfalo, Ponte e M. Espinhal, pequenas e grandes artérias adjacentes às meninges e plexo coróide.
    17. E. Neurais Sensíveis à ANG II
      Lâmina terminal/CVOs/áreas límbicas
      AP/SFO/OVLT - sítios de ANG
      AP- Ação pressora da angiotensina
      SFO- comportamento de ingestão,secreção de AVP
      OVTL
    18. Funções da AGN II no desencadeamento da sede e apetite ao sódio.
      Interações da ANG II com outros hormônios.
    19. SISTEMA NERVOSO AUTÔNOMO E A HOMEOSTASE HIDROELETROLITICA
    20. O papel da inervação Simpática Renal sobre a excreção de Sódio
      Rim: regula homeostase cardiovascular e hidrossalina.
      Excreção de NaCl
      Excreção de Agua
      Secreção de renina
      Controle
      Fatores humorais
      SNS
    21. Nervos simpáticos renais:
      Túbulos
      Vasos
      Células granulares justaglomerulares
      Controlam:
      Fluxo, taxa de filtração,transporte de água e solutos e produção/secreção hormonal via SNC e periférico, pela atividade do RSNA.
    22. NSR são estimulados: redução PA e volume LEC.
      > volume LEC = reduz atividade Simpática Renal para aumentar excreção.
      Estimulação NN S. Renal via adenoreceptores β libera noradrenalina:
      Vasoconstrição
      Antinatriurese
      renina
    23. Antinatriurese se deve ao aumento da reabsorção tubular NaCl e H2O, redução do fluxo sng. Renal e taxa filtração e s.renina-ang
      Desnervação renal: 25% reabsorção tubular é feita,ação apenas da ANGII
      Para ANGII ser efetiva é necessário inervação. Intacta.
    24. Regulação da atividade neuronal simpática renal pelo SNC
      Diencéfalo e TC: regulam por projeções diretas do cérebro para pré-ganglionares(ME)
      Reflexos modulam RSNA:
      Artérias periféricas, barorreceptores cardíacos, quimiorreceptores e somáticos.
      ANGII – agir em SN como neurot/ horm. A forma circulante age na AP* N. trato solitário e N. parabraquial lateral.*
      *Lesão = inibe hipertensão crônica via ANGII
    25. O papel de Receptores alfa-adrenérgicos e colinérgicos do SNC no controle da Natriurese
      Conclusão
      Natriurese carbacol-induzida independe da alteração na atividade neuronal eferente renal. (=OT/ ANP)
      *Fluido tubular/ plasma
    26. REGULAÇÃO NEUROENDÓCRINA DA SECREÇÃO DE ANP
    27. Controle do balanço hidromineral por circuito neural cerebral
      Anderssons e cols. 1966: Hipotálamo exerce participação no controle da homeostase hídrica e salina.
      Anos 60 : Papel do SNC ingestão.
      Lesões bil. hipotálamo – ingestão seletiva
      Área Septal
      AV3V
      Complx. Amidalóide
      Hipotálamo
      Bulbo olfatório
      Ingestão/ excreção de NaCl
    28. Controle do balanço hidromineral por circuito neural cerebral
      Conclusão
      Via neural controladora converge para hipotálamo, principal circuito integrador.
    29. Controle do balanço hidromineral por circuito neural cerebral
      Novas técnicas: neurônio secretores de ANP e seus receptores no SNC
      * Estímulo osmótico
    30. Controle do balanço hidromineral por circuito neural cerebral
      O ANP cardíaco atinge SNC podendo auto regular-se. (AR -)
      AV3V = < [ANP] plasma pela expansão volumétrica sem PA; FC
      ICV = Reduz excreção basal de NaCl e bloqueia natriurese via colinérgica.
    31. Neurotransmissores / neuromoduladores do SNC e modulação da Homeostase Hidromineral
      Dopamina
      Aumenta o fluxo sanguíneo renal; filtragem, secreção de Na+ e depuração de creatinina independente de efeitos cardíacos.
      Baixas doses: diminuem resistência vascular sistêmica renal, aldosterona e interage com ANP - rins.
      Potencializa efeito diurético/ natriurético -ANP
    32. Neurotransmissores / neuromoduladores do SNC e modulação da Homeostase Hidromineral
      Interação com diferentes subtipos de R = efeitos antagônicos.
      Lee e col. (2000), inibe ou estimula ANP, de acordo com subreceptor.
      Via infusão: natriurese e diurese sem ANP
      ANP não envolvida na natriurese por dopa
      Simpatectomia central
      Diurese e natriurese
      ANP
      Antagonista Dopa
    33. Neurônios GABAérgicos hipotalâmicos
      Atuação desses na AVP pouco estabelecido.
      GABA no 3ºV não altera resposta secretora AVP; pressora ANG II nem carbacol.
      Mais, >PA por ANG II (sist)> GABA (prox. PVN), sem alterar AVP.
      ANP (PO e hipot. Ant) < GABA
    34. Endotelinas
      Células endoteliais; regula funções cardiovasculares.
      Atua em células alvo por ETA e ETB
      No SNC controla PS e met. Eletrolítico
      Aumenta PA
      ET
      SNC
      Secreção de AVP (vivo, vitro)
      Resposta pressora independe de AVP, ratos Bratelboro
    35. Investigações
      AV3V – expansão hídrica = natriurese; aumento ANP
      IV – sem alterações em ANP
      ET
      Central – aumento PA; AVP; nada em ANP*
      Neur. diencefálicos
      Cultura
      Aumento ANP
      Átrio cardíaco (vitro)
      *SNC: PA; AVP; via simpática, > FC, com natriurese induzida por ANP
    36. Neurotensina
      Peptídeo intestinal, presente nos rins.
      Aumenta concentração via alimentar.
      Reduz PS; natriurese e níveis de ANP.
    37. Substância P
      SNC e fibras aferentes; ação inibitória na excreção de NaCl
      Evidencias:
      Injetada na APO medial de animais com sobrecarga hídrica = redução na excreção de NaCl/K e volume
      Antagonista = revertia processo
      SP bloqueio parcialmente o carbacol (natriurese)
    38. Hormônio estimulante dos melanócitos.
      Lobo intermédio da hipófise; controle hidromineral; ação natriurética; estimula ANP
      Ação α-MSH independe PS e hemodinâmica renal, tendo ação inibitória direta na reabsorção tubular NaCl; aumenta [ANP] plasmáticas – ação no átrio e modulação via autonômica.
    39. Neuropeptideo Y
      SNC e SNP;
      Modula função renal
      PYY – ação oposta ANP
      Modulação ANP – nível atrial
      Fluxo renal
      Natriurese
      [ANP] sistêmico
    40. Peptídeos opióides
    41. Opióides endógenos
      Met-Encefalinas: Tyr-Gly-Gly-Phe-Met
      Leu-Encefalinas: Tyr-Gly-Gly-Phe-Leu
      Gerados a partir da clivagem da proencefalina.
      α-dinorfinas
      Dinorfina A
      Dinorfina B
      Gerados a partir da clivagem da prodinorfina
      β-endorfina
      Gerado a partir da clivagem da POMC
      δ
      κ
      μ
    42. Receptores μ-opióides
      A maior parte dos analgésicos opióides usados para tratar a dor são parecidos com a morfina, e agem sobre receptores μ.
      7TM; ligam-se a proteínas Gi e Go (Gi: INH AC, EXC canal K+, INH canal Ca2+; Go: EXC PLC, INH canal Ca2+).
      “Alternative splicing” do MOR-1 gera diferentes variações dos receptores; esses receptores costumam variar no éxon 4 (que codifica o C-terminal).
      RCSB PDB: 2iqo
    43. -○-β-endorfina
      -●- D-ala2-m-enk
    44. -○- Salina
      -●- Morfina
      -■- Vasopressina
      Huidobro-Toro & Huidoboro, 1981
    45. Naloxona
      Salina
    46. Receptores μ-opióides na regulação neuroendrócrina
      A injeção endovenosa de β-endorfina ↑ AVP plasmático de forma dose-dependente e hormética.
      A administração sistêmica de morfina em ratos normo-hidratados apresenta efeito diurético, ↑ reabsorção Na+ e Cl-.
      A administração i.c.v. de β-endorfina ↓ a [AVP]plasm de ratos normo-hidratados ou mantidos sob restrição hídrica.

    47. “[a] morfina [ou outros agonistas μ-opióides] deve exercer uma ação direta nos túbulos renais, sem alteração na hemodinâmica renal e na filtração glomerular” (p. 97)
    48. Receptores κ-opióides
      Ligante endógeno é a dinorfina A.
      7TM; KOR-1 apresenta alta homologia com MOR-1, o que sugere mecanismo fisiológico (proteínas Go e Gi) semelhantes.
      Fármacos: cetociclazocina, pentazocina, nalorfina, nalbufina (agonistas κ e antagonistas μ)  efeito psicotomimético acentuado.
      PDB: 2A0D
    49. Receptores κ-opióides
      “[a] administração de agonista κ-opióide aumenta a diurese, um efeito mediado aparentemente pela inibição da liberação de AVP”.
      ⊶ de agonista no ventrículo lateral (em animais privados de água) ↓ os níveis plasmáticos de ocitocina.
      ⊶ de antagonista (naloxona) ↑ ocitocina plasmática na gestação. Esse efeito é acompanhado da atividade neuronal, indexada pelos níveis de c-fos.
      ⊶ de dinorfina estimula a liberação de ANP in vivo.
    50. Receptores δ-opióides
      Seletivos para encefalinas;
      7TM; mecanismo de ação controverso;
      Ainda não existem fármacos que agem sobre esses receptores; relevância clínica limitada, por enquanto.
      http://www-personal.umich.edu/~him/odsup3.htm
    51. Receptores δ-opióides e regulação neuroendócrina
      FK 33824 tem efeito antidiurético e diminui a excreção renal de Na+ e K+ quando injetada no órgão subfornical (em ratos com sobrecarga hídrica).
      Encefalina aumenta os níveis plasmáticos de AVP.
    52. Receptor ORL-1
      Apresenta alto grau de homologia aos receptores opióides tradicionais.
      Ligante endógeno: nociceptina ou orfanina FQ.
      As ações analgésicas da OFQ/N são revertidas por antagonistas opióides (o que é inesperado, dado que essa substância não se liga aos outros receptores).
      Quando co-expressados, MOR-1 e ORL-1 dimerizam-se, apresentam um perfil farmacológico no qual opióides e a OFQ/N podem deslocar uns aos outros.
    53. Denervação renal
    54. Dimerização de receptores opióides
      Os receptores opióides podem se associar com outros receptores do mesmo tipo (homodímeros) ou com outros GPCRs (heterodímeros).
      Em alguns casos, os heterodímeros apresentam propriedades farmacológicas “sinergísticas”.
      Também podem se associar a receptores adrenérgicos.
    55. Opióides endógenos na diurese, natriurese e controle das [ ] de ANP, AVP e OT
    56. “Em resumo, os resultados supracitados indicam que peptídeos opióides e análogos apresentam efeitos opostos sobre a diurese e natriurese. As respostas diuréticas e natriuréticas são provavelmente causadas pela liberação de ANP e ocorrem em baixas doses desses peptídeos; em doses elevadas, determinam a liberação de AVP e conseqüente antidiurese”
    57. Disparo lento dos neurônios AVPérgicos do SON como set point do equilíbrio hidromineral
      A maior parte dos nrns magnocelulares AVPérgicos da SON apresentam um padrão de disparos lento (< 2 Hz) e irregular semelhante a uma distribuição de Poisson.
      Quando uma proporção pequena destes dispara (após perda de sangue, desidratação progressiva ou injeção de hipertônicos), esse padrão muda para uma resposta fásica regular (controlada por IK+ e ICa++).
      (Roper et al., 2004)
      • A dinorfina (agonista κ-opióide) regula a duração do disparo e a atividade de “salva” (burst) das células AVPérgicas do SON.
      • Esse processo de disparo só ocorre quando há pressão homeostática suficiente (i.e., desequilíbrio hidromineral)
    58. Ocitocina
      A OT exerce um efeito estimulador do ANP no coração, e apresenta efeito inotrópico e cronotrópico negativos.
      Aumenta a atividade de renina plasmática em hipovolemia.
      A OT apresenta rcpts em cardiomiócitos e vasos sangüíneos periféricos, sugerindo uma ação vasodilatadora.
      A OT é sensível à regulação estrogênica.
    59. AVP
      É co-liberado com a OT em resposta ao aumento da osmolalidade plasmática.
      Ativa a NOS renal, liberando NO e produzindo cGMP; este atua na membrana luminal dos túbulos, fechando os canais de sódio dependentes de amilorida.
    60. O peptídeo natriuérico atrial
      Ou: Como os romanos observavam demais as excreções dos outros
    61. Bols e aliados: extratos atriais causam efeitos natriuréticos.
      “O ANP liberado pelos miócitos atriais circula até os rins, induzindo diurese e natriurese” (p. 98).
      “A urodilatina é um peptídeo natriurético (...) sintetizado no túbulo distal e age aumentando a natriurese e a diurese de forma parácrina sobre as células tubulares renais.”
    62. Receptores ANPérgicos
      NPR-A: Ligado à guanilato ciclase.
      NPR-B: Ligado à guanilato ciclase.
      NPR-C: Ligado ao receptor de “clearance” (depuração)
      RCSB PDB: 1t34
    63. Sítios natriuréticos neurais
      Lesões da eminência mediana bloqueiam o efeito natriurético, caliurético e antidiurético do NaCl, carbacol (agonista colinérgico não-seletivo) ou noradrenalina.
      ⊶ central do ANP inibe a ingesta de água induzida pela desidratação ou pela ANG II.
      ⊶de ANP ↓ ingesta de NaCl em ratos depletados de sal.
    64. ● WT
      ○Npr3-/-
      △ Npr3+/-
      ● WT
      ○Npr3-/-
      Osmolalidade urinária 0, 1 ou 2 hs após sobrecarga de água
      ou após 12 hs de privação
      Clearance de ANP
    65. Estímulos (e efeitos dessa estimulação) para os nrns ANP
      ↑ [Na+]: órgão vasculoso da lâmina terminal (OVLT), órgão subfornical (SFO), área postrema (AP).
      Expansão do volume extracelular
      ↓ ingesta de H2O
      ↓ ingesta de sal
      ↓ AVP
      ↓ ACTH
      ↓ LH
      ↓ Prl
      ↑ excreção de Na+
      ↓ aldosterona
    66. A qtd de ANP na neuro-hipófise e hipotálamo é cerca de 10.000x < do que a estocada no coração.
      Esse ANP cardíaco pode atuar diminuindo a força de contração e freqüência cardíaca, relaxando os vasos, diminuindo a resistência periférica, e produzindo diurese, natriurese e inibição da ingesta de sal e água  Equilibra a homeostase de volume que foi alterada pela EVE.
    67. EVE
      Barorreceptores
      (átrio direito)
      NTS
      Nrns ACh
      hipotálamo
      Nrns ANP
      hipotálamo
      ↑ [ANP]
      LC
      OT PVN
      ↑ [OT]
      OT SON
      NATRIURESE
    68. ANP
      OT
      NO
      Prostaglandinas
      (+)
      Renina-angiotensina
      Atividade do nervo simpático
      Vasopressina
      Endotelina
      (-)
      Vasodilatação
      Natriurese
    69. http://www.slideshare.net/caio_maximino/neuroendocrino

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