IX AGROCAFÉ A sustentabilidade Econômica da Cafeicultura Gílson Ximenes Diretor Presidente Conselho Nacional do Café 03/03...
SOBRE O COSELHO NACIONAL DO CAFÉ - CNC <ul><li>Fundado em 1981 </li></ul><ul><li>Participou de todos os momentos críticos ...
SOBRE O COSELHO NACIONAL DO CAFÉ - CNC <ul><li>Participa dos importantes fóruns internacionais de café: </li></ul><ul><li>...
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A sustentabilidade Econômica da Cafeicultura  Passado, Presente e Futuro <ul><li>No Passado: </li></ul><ul><li>Marcos regu...
A sustentabilidade Econômica da Cafeicultura – Críticas ao modelo do passado <ul><li>Política   “guarda- Chuva” para conco...
APESAR DISSO ... <ul><li>O agronegócio Café Mundial faturava na década de 1980 U$30 bilhões, os produtores U$9 bilhões (30...
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O CONSELHO NACIONAL DO CAFÉ AGRADECE A OPROTUNIDADE DE ESTAR PRESENTES COM TODOS VOCÊS <ul><li>UM GRANDE ABRAÇO A TODOS! <...
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IX Agrocafé APRES - Apresentação 9º Agrocafé 2008

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IX Agrocafé APRES - Apresentação 9º Agrocafé 2008

  1. 1. IX AGROCAFÉ A sustentabilidade Econômica da Cafeicultura Gílson Ximenes Diretor Presidente Conselho Nacional do Café 03/03/2008
  2. 2. SOBRE O COSELHO NACIONAL DO CAFÉ - CNC <ul><li>Fundado em 1981 </li></ul><ul><li>Participou de todos os momentos críticos da história recente da Agricultura Brasileira defendendo o interesse dos produtores </li></ul><ul><li>09 Presidentes ao longo de sua história </li></ul><ul><li>Idealizou a formação do Conselho Deliberativo de Política do Café – CDPC, criado em 1996 com participação de Governo e demais membros da cadeia do café. </li></ul>
  3. 3. SOBRE O COSELHO NACIONAL DO CAFÉ - CNC <ul><li>Participa dos importantes fóruns internacionais de café: </li></ul><ul><li>Organização Internacional do Café – membro titular da junta Consultiva do setor Privado </li></ul><ul><li>4 C´s – código comum para a comunidade cafeeira – Membro fundador e tem um de seus membros ocupando a Diretoria da Junta Executiva. </li></ul>
  4. 4. SOBRE O COSELHO NACIONAL DO CAFÉ - CNC <ul><li>Sede em São Paulo </li></ul><ul><li>Escritório de representação política em Brasília </li></ul><ul><li>Sócios: 21 cooperativas de produtores. Que representam 50 mil produtores que recebem 40% da produção nacional de café e 53% da produção de café arábica. </li></ul>
  5. 5. A sustentabilidade Econômica da Cafeicultura Passado, Presente e Futuro <ul><li>No Passado: </li></ul><ul><li>Marcos regulatórios garantiam através de intervenções no mercado, preços que asseguravam a renda para os produtores </li></ul><ul><li>A nível internacional: Acordo de cláusulas econômicas na Organização Internacional do Café. </li></ul><ul><li>A nível nacional: IBC (Instituto Brasileiro do Café) realizava intervenções no mercado através de cotas de contribuições e formação de estoques reguladores. </li></ul>
  6. 6. A sustentabilidade Econômica da Cafeicultura – Críticas ao modelo do passado <ul><li>Política “guarda- Chuva” para concorrentes ao produzir melhores preços no mercado internacional, as intervenções favoreceram o aumento de produção de outros países. </li></ul><ul><li>O aumento da produção internacional não foi acompanhada de ações estratégicas para o aumento do consumo e agregação de valor, via verticalização da produção até o consumidor final . </li></ul>
  7. 7. APESAR DISSO ... <ul><li>O agronegócio Café Mundial faturava na década de 1980 U$30 bilhões, os produtores U$9 bilhões (30% do total) </li></ul><ul><li>Hoje o Agronegócio Café fatura no mundo U$80 bilhões, os produtores U$7,5 bilhões (8% do total) </li></ul><ul><li>O faturamento aumentou, mas os produtores não se beneficiaram. </li></ul>
  8. 8. A sustentabilidade Econômica Presente <ul><li>Na década de 90 todos os marcos regulatórios AIC e IBC acabaram </li></ul><ul><li>Os produtores melhoraram a produtividade, através do incremento tecnológico e renovação da lavoura, mas todos os benefícios foram apropriados pelos consumidores </li></ul><ul><li>O resultado é o maior nível de endividamento e inadimplência da história da cafeicultura brasileira </li></ul>
  9. 9. Endividamento da Produção <ul><li>Solução: </li></ul><ul><li>Adotar as novas políticas para formação de preços em níveis sustentáveis. Priorizar financiamento do produto em detrimento do custeio e adequar o voluma de dívidas dos produtores, limitando a amortizações máximas de 3% da renda anual. </li></ul>
  10. 10. A sustentabilidade Econômica o desafio da construção de novos modelos <ul><li>Premissas: </li></ul><ul><li>Planejamento da produção e oferta, em níveis que mantenham a renda e possibilitem o desenvolvimento da atividade </li></ul><ul><li>Redução da volatilidade do mercado pois o maior inimigo dos preços baixos são os preços baixos, dos preços altos os preços altos </li></ul><ul><li>A longo prazo, preços muito baixos e muito altos são inimigos dos produtores . </li></ul>
  11. 11. A sustentabilidade econômica Construindo modelos futuros <ul><li>Seguro – Renda </li></ul><ul><li>Utilização de instrumentos de política agrícola: Preço como medida compensatória a valorização do real – garantindo renda e competitividade – e opções públicas como seguro de preços de venda e possibilidade de recomposição gradual dos estoques. </li></ul>
  12. 12. A sustentabilidade econômica Construindo modelos futuros <ul><li>Construção de Consórcio entre cooperativas, que tenham entre os seus objetivos: </li></ul><ul><li>Agregação de valor ao produto, pela industrialização e comercialização do produto primário </li></ul><ul><li>Exportações diretas </li></ul><ul><li>Programa de treinamento e aprimoramento profissional para dirieintes e funcionários das cooperativas </li></ul><ul><li>Difusão e transferência de tecnologia para produtoes </li></ul>
  13. 13. O CONSELHO NACIONAL DO CAFÉ AGRADECE A OPROTUNIDADE DE ESTAR PRESENTES COM TODOS VOCÊS <ul><li>UM GRANDE ABRAÇO A TODOS! </li></ul>

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