Everardo Mantovani - AGROCAFÉ 2010

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Everardo Mantovani - AGROCAFÉ 2010

  1. 1. REALIZAÇÃO <br />HOTEL PESTANA<br />SALVADOR - BA<br />08 a 10 de março de 2010<br />
  2. 2. Grupo de Estudo e Soluções para Agricultura Irrigada<br />DEA - UFV<br />“A irrigação do cafeeiro, suas características, gestão e custos”.<br />Everardo C. Mantovani<br />Professor Titular do DEA – UFV<br />Membrodacoordenação do NCI<br />
  3. 3. 1. INTRODUÇÃO<br />3<br />
  4. 4. Café:<br />Um gigante na corda bamba.<br />Café: Um gigante na corda bamba.<br />SOLUÇÕES<br /><ul><li>Diversas possibilidades: discutidas no evento;
  5. 5. Do ponto de vista dairrigação:
  6. 6. Potencializar/otimizar a produtividade:</li></ul>-> irrigações no momento e naquantidadecerta;<br /><ul><li>Reduçãodos custosdiretos e indiretos (irrigação):</li></ul> -> consumo e contrato de energia, <br />mão de obra, equipamento (manutenção), <br />lâmina de irrigação, …<br />
  7. 7. SOLUÇÕES<br /><ul><li>Potencializar/otimizar a produtividade;
  8. 8. Redução dos custosdiretos e indiretos;</li></ul>GESTÃO DA IRRIGAÇÃO<br />
  9. 9. GESTÃO DA IRRIGAÇÃO<br />Envolve (além de outrosfatores)<br />Caracterização e identificação de critériosparaotimizar a produtividade do ponto de vista das necessidadeshídricasdacultura:<br />Caracterização e identificaçãodos custosdairrigação com vistas a suaotimização:<br />
  10. 10. GESTÃO DA IRRIGAÇÃO<br />Sistema de irrigação/bombeamento/energia:<br /><ul><li>Novas áreas: projeto;
  11. 11. Áreasimplantadas: diagnóstico/ajustes;</li></ul>Sistema de gestão das decisões:<br /><ul><li>Avaliar: solo, clima, cultura, …
  12. 12. Pessoal: Direção, técnico e operacional;
  13. 13. Sistema de decisão: quando e quantoirrigar</li></ul>Sistemas de controle:<br /><ul><li>Estratégia (metas), relatórios, avaliaçõessafra;</li></ul>Integração com outrasáreasdaprodução:<br /><ul><li>Fitossanidade, nutrição, variedade, tratosculturais…</li></li></ul><li>Infraestrutura / Logística<br />O<br />R<br />G<br />A<br />N<br /> I<br />Z<br />A<br />Ç<br />Ã<br />O<br />Ambiental<br />Instrumentos Mercado<br />Legislação (Segurança)<br />Negociação Internacional<br />Promoção Comercial<br />FONTE: DR. ROBERTO RODRIGUES <br />Elaboração: GV Agro<br />Sustentabilidade<br />Finalizar Doha<br />Mercado<br />Consumidor<br />Produtor Rural<br />Social<br />Econômico<br />Renda<br />Renda<br />Sanidade<br />Renda<br />Renda<br />Rastreabilidade<br />O<br />Qualidade<br />R<br />Investimento<br />Tecnologia<br />G<br />Serviços Ambientais<br />GESTÃO DA IRRIGAÇÃO<br />Seguro<br />A<br />Emprego e Salário<br />Crédito<br />N<br />Educação<br />EnergiaBiocombustíveis<br /> I<br />Defesa Sanitária<br />Saúde<br />Z<br />Acesso a Insumos<br />A<br />Crédito<br />Direito de Propriedade<br />Agregação de Valor<br />Ç<br />Estoques Mundiais<br />Inovação &<br />Ã<br />Programas Sociais<br />Sustentabilidade<br />O<br />8<br />
  14. 14. 2. ANÁLISE CONJUNTURAL<br />9<br />
  15. 15. AS DEMANDAS DE PRODUÇÃO DE ALIMENTOS, FIBRAS E DE AGROENERGIA, <br />SÓ PODEM SER ATINGIDAS COM O USO CRESCENTE DA IRRIGAÇÃO.<br />
  16. 16. FOCOS DA IRRIGAÇÃO<br />GESTÃO<br />SUSTENTABILIDADE<br />IRRIGAÇÃO<br />
  17. 17. Brasil<br />ALTA TECNOLOGIA DE IRRIGAÇÃO<br />Adaptados às mais diversas situações<br />
  18. 18. Evolução das áreas irrigadas no Brasil nas últimas décadas<br />Adaptado de Christofidis, 2003 e ABIMAQ <br />
  19. 19. Evolução das áreas irrigadas no Brasil (2000-2008) <br /><ul><li> Média Anual – 120 mil ha
  20. 20. Forte depressão do mercado nos anos de 2005 a 2007.
  21. 21. Retomada em 2008,
  22. 22. 2009 – Entre os valores de 2008 e 2007
  23. 23. Estamos oscilando ao redor do mesmo patamar nos últimos 10 anos:
  24. 24. qual a meta que queremos e precisamos atingir ?</li></li></ul><li>Desde que corretamente gerenciados, os mananciais para irrigação serão mantidos, aumentando a produtividade agrícola, reduzindo a pressão por mais desmatamento e garantindo alimentação sustentável. Sendo assim, é absolutamente essencial que se planeje bem o uso da água, para não faltar comida, mas também para os indispensáveis outros fins nas áreas urbanas.<br />Todo mundo sabe que um dos fatores mais importantes para desenvolvimento sustentável da humanidade é a água. Embora seja um recurso renovável, seu uso mal orientado já vem provocando escassez pelo mundo afora, ... <br />Portanto, a boa gestão desse recurso natural é fundamental para o bem estar dos povos.<br />Podemos aumentar bastante a área irrigada no Brasil, mas devemos fazê-lo com muito juízo e equilíbrio. O Estado tem papel básico na gestão da água, e já há no país órgãos responsáveis por ela. Aprimorar seu funcionamento e reduzir a burocracia melhorarão o acesso às modernas tecnologias de irrigação, permitindo mais áreas irrigadas e maior segurança alimentar.<br />ARTIGO DA FOLHA DE SÃO PAULO<br />ARTIGO DA FOLHA DE SÃO PAULO<br />Não se pode permitir o uso indiscriminado de um bem tão maravilhoso. Mas também não se deve inviabilizar o aumento da produção de alimentos. O equilíbrio não é tão difícil.<br />
  25. 25. INCERTEZAS NAS DECISÕES<br />Lâmina<br />projeto<br />Projeto<br />Instalação ...<br />Sistema<br />Irrigação<br />MANEJO<br />IRRIGAÇÃO<br />PROJETO<br />Treina<br />mento<br />Tempo Lâmina<br />eficiência<br />Operação e<br />Manutenção<br />Custo <br />Energia<br />INCERTEZAS -> ERROS -> DIMINUI A VIABILIDADE<br />
  26. 26. PANORAMA ATUAL DA IRRIGAÇÃO <br />“DENTRO DA FAZENDA” <br />GERENCIAMENTO EMPÍRICO<br />(pouca técnica)<br />SISTEMAS DE IRRIGAÇÃO MODERNOS <br />INCERTEZAS<br />PROBLEMAS: Econômicos, Sociais e Ambientais<br />SOLUÇÃO: <br />Implantação de um programa de <br />Gestãoda Irrigação<br />
  27. 27. AGRICULTURA IRRIGADA<br />POR UM LADO:<br />- Produção e produtividade;<br /><ul><li> Emprego e renda (consistente e estável);
  28. 28. Diminui o êxodo rural;
  29. 29. Desenvolvimento para região, estado e país ...</li></ul>- Necessita de um grande volume de água;<br /><ul><li> Excesso de aplicação em muitas áreas;
  30. 30. Possibilidade de problema ambiental;
  31. 31. Limitação de recursos hídricos ...</li></ul>POR OUTRO LADO:<br />
  32. 32. SOLUÇÃO<br />USO RACIONAL DA ÁGUA NA IRRIGAÇÃO<br />EFICIÊNCIA<br /><ul><li>PolíticasPúblicas;
  33. 33. Políticas das Empresas;
  34. 34. Prog. de concientização;
  35. 35. Lei das águas;
  36. 36. …</li></ul><br />Ações fora da “fazenda”<br />(externas)<br />e<br />Ações dentro da “fazenda” <br />(internas)<br /><ul><li>Conscientização;
  37. 37. Programas de</li></ul>GESTÃO DA IRRIGAÇÃO;<br />
  38. 38. BENEFÍCIOS DA GESTÃO DE IRRIGAÇÃO<br />ENERGIA<br />ENERGIA ↓<br /> PRODUTIVIDADE ↑<br /> PRODUTIVIDADE<br /> FITOSSANIDADE<br /> FITOSSANIDADE ↓<br /> NUTRICIONAL<br /> NUTRICIONAL ↑<br /> VIDA ÚTIL<br /> VIDA ÚTIL ↑<br /> MÃO DE OBRA<br /> MÃO DE OBRA ↓<br /> CERTIFICAÇÃO<br /> CERTIFICAÇÃO ↑<br /> ...<br /> ...<br />20<br />
  39. 39. 21<br />CONCEITO FUNDAMENTAL<br />CONCEITO FUNDAMENTAL<br />+<br />CAFEICULTURA SEQUEIRO<br />CAFEICULTURA IRRIGADA<br />≠<br />ÁGUA<br />Nova cafeicultura  P&D<br />  Conscientização<br />
  40. 40.
  41. 41.
  42. 42. 3. IRRIGAÇÃO NA CAFEICULTURA<br />24<br />
  43. 43. 25<br />
  44. 44. 2,25 milhões ha<br />240.000 ha irrigados<br />10,3% da área total<br /><ul><li> densidade
  45. 45. idade
  46. 46. tecnologia</li></ul>fatores<br />25% da produção nacional<br />26<br />
  47. 47. CARACTERIZAÇÃO DA CAFEICULTURA IRRIGADA (240.000 ha)<br /> TAMANHO<br /> PEQUENAS: até 50 ha = 30%<br /> MÉDIAS: 50-100 ha = 45% <br /> GRANDES: 100-500 ha = 20%<br /> EMPRESAS: mais de 500 ha = 5%<br /> LOCALIZAÇÃO (PRINCIPAIS REGIÕES)<br /> PEQUENAS: CHAPADA DA BAHIA, TRIÂNGULO MINEIRO, E. SANTO, <br /> JEQUITINHONHA, ZONA DA MATA MG,<br /> MÉDIAS: ALTO PARANAIBA, TRIANGULO, E. SANTO, SUL MG<br /> GRANDES: OESTE BAHIA, NORDESTE MG, TRIÂNGULO GOIAS, DF<br />EMPRESARIAIS: OESTE BAHIA, NORDESTE MG, GOIAS, DF<br />
  48. 48. 28<br />
  49. 49. Por que irrigar o cafeeiro ?<br /><ul><li>aumentara produtividade;
  50. 50. aumentar a rentabilidade;
  51. 51. otimizar a utilização de insumos;
  52. 52. Diminuir o risco;
  53. 53. ...</li></ul>29<br />
  54. 54. DESAFIOS<br />Geral: implantação de um programa de gestão;<br />Específicos: caso a caso<br />30<br />
  55. 55. Tipos de Implantação de Programas de Gestão :<br />Função:<br /><ul><li> da capacidade de investimento;
  56. 56. infra-estrutura disponível;
  57. 57. da prioridade do momento;
  58. 58. da precisão desejada.</li></ul>Programa Simples<br />ou<br />Programa Avançado<br />Sistema profissional<br />Ao final”:<br />apresentar soluções<br />
  59. 59. SISTEMAS DE IRRIGAÇÃO UTILIZADOS NO CAFEIRO<br /><ul><li>Aspersão Convencional e Canhão;
  60. 60. Aspersão Fixa ou Semi-fixa (Malha);</li></ul>PEQUENAS: até 50 ha = 30%<br /> MÉDIAS: 50-100 ha = 45% <br /> GRANDES: 100-500 ha = 20%<br /> EMPRESAS: mais de 500 ha = 5%<br />
  61. 61. Aspersão convencional <br />
  62. 62. ASPERSÃO EM MALHA<br />
  63. 63. CONTROLES BASICOS<br />Conceitos Básicos Fundamentais<br />Uniformidade de Vazão<br /><ul><li> Controle da pressão,
  64. 64. Padronização de bocais,
  65. 65. Giro uniforme,
  66. 66. Mistura de aspersores.</li></ul>35<br />
  67. 67. OPERACIONALIDADE<br />ASPERSÃO<br />CONVENCIONAL<br /><br /><br />MALHA<br /><br />
  68. 68. ASPERSÃO EM MALHA<br />
  69. 69. ASPERSÃO EM MALHA<br />
  70. 70. SISTEMAS DE IRRIGAÇÃO UTILIZADOS NO CAFEIRO<br /><ul><li>Pivô Central Convencional;
  71. 71. Pivô Central Plantio Circular (“LEPA”);</li></ul>PEQUENAS: até 50 ha = 30%<br /> MÉDIAS: 50-100 ha = 45% <br /> GRANDES: 100-500 ha = 20%<br /> EMPRESAS: mais de 500 ha = 5%<br />
  72. 72. Pivô Central Convencional<br />
  73. 73.
  74. 74. PIVÔ CENTRAL:Rebocável<br />
  75. 75. IRRIGAÇÃO EM 100% DA ÁREA<br /><ul><li> Maior consumo de água;
  76. 76. Maior consumo de energia;
  77. 77. Irrigação do “mato”;
  78. 78. Perda de água por arraste pelo o vento;
  79. 79. Maiores perdas por evaporação;
  80. 80. Direção adequada para o plantio (leste-oeste);</li></li></ul><li>IRRIGAÇÃO LOCALIZADA<br />ECONOMIA DE ÁGUA e ENERGIA<br />
  81. 81. Emissor “Quad Spray” (LEPA)<br />
  82. 82. Emissor “Quad Spray” (LEPA)<br />
  83. 83. DESAFIOS ESPECÍFICOS<br />PLANTIO CIRCULAR X RETILINEO<br /><ul><li>Economia de água/energia;
  84. 84. Escaldadura;
  85. 85. Comparar !</li></ul>ESCOAMENTO SUPERFICIAL:<br />SISTEMAS ALTERNATIVOS ?<br />47<br />
  86. 86. 48<br />Emissorescomerciais x alternativos Café:<br />“LEPA”<br />“GAMBILEPA” <br />
  87. 87. 49<br />Valores de CUC (Coef. Uniformidade) <br /> Cafeicultura do Oeste da Bahia.<br />
  88. 88. SISTEMAS DE IRRIGAÇÃO UTILIZADOS NO CAFEIRO<br /><ul><li> Gotejamento;</li></ul>PEQUENAS: até 50 ha = 30%<br /> MÉDIAS: 50-100 ha = 45% <br /> GRANDES: 100-500 ha = 20%<br /> EMPRESAS: mais de 500 ha = 5%<br />
  89. 89.
  90. 90. 52<br />Cabeçal de controle<br />
  91. 91.
  92. 92.
  93. 93. DESAFIOS<br />ESPECÍFICOS<br /><ul><li>Operação e manutenção (cuidados)
  94. 94. Manejo em campo (bulbo molhado)</li></ul>55<br />
  95. 95. Tempo de irrigação<br />bulbo<br />molhado<br />
  96. 96. Distribuição de densidade de comprimento de raízes (cm cm-3) do cafeeiro sob sistema de irrigação localizada por gotejamento<br />
  97. 97. Escolha do sistema a ser implantado<br /><ul><li> Custo de implantação;
  98. 98. Qualidade da água;
  99. 99. Facilidade de utilização;
  100. 100. Características do local (vento, topografia...)
  101. 101. Tamanho e Formato da área;
  102. 102. Consumo de água;
  103. 103. Conhecimentopróprioouassessoria;
  104. 104. …</li></li></ul><li> 4. GESTÃO DA DECISÃO<br />ASPECTOS BÁSICOS<br />59<br />
  105. 105. 2005 à 2010<br />HISTÓRICO <br />SOLUÇÕES INTEGRADAS<br /> 1994 a 2004<br />GESAI<br />ENSINO, PESQUISA E DESENVOLVIMENTO<br />UFV<br />+<br />PLANILHAS<br />SISTEMA DE GESTÃO PROFISSIONAL E PROJETOS<br />+<br />EQUIPAMENTOS, TREINAMENTO,<br />GESTÃO PEQUENAS E MEDIAS PROPRIEDADES, TREINAMENTO<br />
  106. 106. SIGNIFICADO DO TERMO GESTÃO DA IRRIGAÇÃO<br />Visão antiga: Manejo da Irrigação, ou seja:<br /><ul><li>Definir QUANDO e QUANTO irrigar;
  107. 107. Visão importante mais incompleta/equivocada; </li></ul>Visão atual: <br />“GESTÃO OU GERENCIAMENTO DA IRRIGAÇÃO”<br /><ul><li>Avaliação do solo, planta, clima, água, equipamento, energia”;
  108. 108. Considerar a estratégia da condução da lavoura/metas;
  109. 109. Treinamento do pessoal;
  110. 110. Implantação monitoramento (manejo);
  111. 111. Sistema de aferição e interação com outras áreas;
  112. 112. Acompanhamento periódico (visitas, relatórios ...);
  113. 113. ...</li></li></ul><li>GESTÃO DA IRRIGAÇÃO<br />ENVOLVE: MANEJO DA IRRIGAÇÃO<br />SISTEMA DE MONITORAMENTO<br />SISTEMA DE DECISÃO (SOFTWARE)<br />62<br />
  114. 114. MONITORAMENTO<br />CLIMA<br />PLANTA<br />SOLO<br />Decisão <br />Controle <br />QUAL USAR ?<br />SOLUÇÃO TÉCNICA E OPERACIONAL<br />63<br />
  115. 115. CLIMA  BALANÇO HÍDRICO<br />Funciona como uma conta bancária;<br />-<br />ENTRADA <br />SAÍDA<br />CHUVA + IRRIGAÇÃO<br />PERCOLAÇÃO + ESCOAMENTO<br />+ EVAPOTRANSPIRAÇÃO<br />ESTIMA-SE A VARIAÇÃO DA UMIDADE DO SOLO<br />(“Caixa d’água”)<br />
  116. 116. ET de referência (mm) <br />Cultura e sua fase de <br />desenvolvimento<br />Freqüência de <br />molhamento<br />Forma de <br />molhamento<br />ETc = ETo x Kc x Ks x KL<br />Lâmina líquida de irrigação<br />(mm)<br />65<br />
  117. 117. Lâmina bruta de irrigação: Lliquida/Eficiência <br /> EFICIÊNCIA DE IRRIGAÇÃO <br />1. Perdas durante a aplicação:<br />Evaporação (do jato); <br />  Arraste pelo vento.<br /> 2. Perdas após aplicação:<br /> Escoamento e percolação: projeto<br />  Qualidade da distribuição: UNIFORMIDADE<br />66<br />
  118. 118. RESULTADOS DE PESQUISAS QUE JUSTIFICAM <br />O USO DA TECNOLOGIA E DOS PROCEDIMENTOS<br /><ul><li>Diversos trabalhos para distintas culturas e locais:
  119. 119. Exemplificar:</li></ul> Resultados recentes para café;<br /><ul><li>Oeste da Bahia;</li></ul>67<br />
  120. 120. Produtividade (sacas/ha) GOTEJAMENTO submetido a diferentes lâminas de irrigação (softwareIrriplus).<br /><ul><li>Local: Fazenda Café do Rio Branco LEM/Barreiras – BA
  121. 121. Cafeeiros Variedade Catuaí Vermelho IAC 144
  122. 122. Plantio dezembro 2002 no espaçamento - 3,80 x 0,50 m</li></li></ul><li>Comparação da produtividade (sacas/ha)<br />PIVÔ CENTRAL.<br /><ul><li>Local: Fazenda Café do Rio Branco LEM/Barreiras – BA
  123. 123. Cafeeiros Variedade Catuaí Vermelho IAC 144
  124. 124. Plantio dezembro 2000 no espaçamento - 3,60 x 0,50 m</li></li></ul><li>Tipos de Implantação de Programas de Gestão :<br />Função:<br /><ul><li> da capacidade de investimento;
  125. 125. infra-estrutura disponível;
  126. 126. da prioridade do momento;
  127. 127. da precisão desejada.</li></ul>Programa Simples<br />ou<br />Programa Avançado<br />Sistema profissional<br />
  128. 128. EMPRESA IRRIGER<br />Gestão profissional da<br />agricultura irrigada<br />www.irriger.com.br<br />
  129. 129. IRRIGER<br /> Empresa de base tecnológica que se dedica integralmente à prestação de serviço na área de irrigação;<br /><ul><li> Engenharia de Irrigação:
  130. 130. Implantação do Sistema de Gerenciamento de Irrigação.
  131. 131. Gestão da água na agricultura não irrigada</li></ul> AUMENTO DE RENTABILIDADE <br />NA AGRICULTURA IRRIGADA<br />
  132. 132. ESTAÇÃO AUTOMÁTICA <br /><ul><li> Temperatura;
  133. 133. Umidade relativa;
  134. 134. Velocidade do vento;
  135. 135. Radiação;
  136. 136. Chuva .</li></ul>Padrão:<br />Penman Monteith <br />73<br />
  137. 137. REGIONAL<br />CENTRO OESTE<br />Centro Oeste<br />Noroeste MG <br />Maranhão MA<br />REGIONAL<br />MINAS - BAHIA<br />Oeste BA<br />Chapada BA<br />REGIONAL<br />TRIÂNGULO<br />Norte MG<br />Triângulo MG<br />Norte ES<br />Cerrado MG<br />VIÇOSA MG<br />SEDE<br />Sul de Minas<br />Paraná<br />GOIÂNIA GO<br />Área Técnica/Comercial<br />Gerência Projetos<br />São Paulo<br />
  138. 138. Números IRRIGER na área de GESTÃO (Fevereiro/2010)<br /><ul><li>Fazendas continuamente monitoradas: 182
  139. 139. Área irrigada atendida: 92.000 ha.
  140. 140. Número de sistemas tipo pivô: 1007.
  141. 141. Cerca de 3500 ha de irrigaçãolocalizada.
  142. 142. Área de monitoramento de sequeiro: 37.000 ha
  143. 143. Equipe: 42 consultores e 6 operacionais
  144. 144. Culturas atendidas: 33 (Cana, Algodão, Batata, grãos, café, tomate, frutas, pastagem, plantas medicinais ...)</li></ul>TECNOLOGIA CITADA<br /> AUMENTO DE RENTABILIDADE <br />NA AGRICULTURA IRRIGADA<br />
  145. 145. AUMENTO DE RENTABILIDADE NA AGRICULTURA IRRIGADA<br /><ul><li>Ranking das culturas monitoradas em 2008/09.</li></li></ul><li>AUMENTO DE RENTABILIDADE NA AGRICULTURA IRRIGADA<br />Alguns clientes que trabalham com gerenciamento de Irrigação - Café:<br />
  146. 146. AUMENTO DE RENTABILIDADE NA AGRICULTURA IRRIGADA<br />Café (CoffeaarabicaL.)<br />ESTRATÉGIAS PARA MANEJO DO CAFÉ:<br /><ul><li> Necessidade hídrica de acordo com: Solo, Clima, Cultura e Equipamento;
  147. 147. A café é um cultura tolerando a um determinado nível de déficit hídrico, com no máximo 25% de redução da evapotranspiração potencial (Ks=1);
  148. 148. Com estresse hídrico, sem estresse, com estresse moderado: depende da estratégia definida pela fazenda;
  149. 149. Cuidado com estresse hídrico em equipamentos com baixa capacidade de aplicação de água ou lavoura desfolhadas;</li></li></ul><li>Formação do botão floral<br />
  150. 150. Déficit hídrico, produtividade e uniformidade floração<br />GOTEJAMENTO.<br />INCERTEZAS:<br /><ul><li> Forma de aplicação de água no gotejamento -> estresse ?
  151. 151. Variedade -> influencianosresultados ?
  152. 152. Riscos: sistema de irrigação com lâminabaixaousistemasantigossem a devidamanutenção, plantas “desfolhadas”…</li></li></ul><li>
  153. 153.
  154. 154.
  155. 155. ECONOMIA DE ENERGIA<br />ACÕES<br />Otimização da demanda no período de chuvas (não ligar todos os equipamentos no mesmo momento), diminuição das multas, aumento do uso do horário reservado e adequação e administração da lâmina de irrigação.<br />84<br />
  156. 156. 85<br />
  157. 157. Continuaçãotabela:<br />86<br />
  158. 158. CUSTO IRRIGAÇÃO NA CAFEICULTURA<br />Completo<br />87<br />
  159. 159. INFORMATIVO TÉCNICO DAS ÁREAS DE GESTÃO<br /><ul><li>RELATÓRIO TÉCNICO FAZENDA</li></li></ul><li>Tipos de Implantação de Programas de Gestão :<br />Função:<br /><ul><li> da capacidade de investimento;
  160. 160. infra-estrutura disponível;
  161. 161. da prioridade do momento;
  162. 162. da precisão desejada.</li></ul>Programa Simples<br />ou<br />Programa Avançado<br />Sistema profissional<br />
  163. 163. SOLUÇÕES PARA ÁREAS PEQUENAS E MÉDIAS<br />Sistema IRRISIMPLES de <br />Gerenciamento da Irrigação<br />www.irriplus.com.br<br />EMPRESA DO SISTEMA<br />
  164. 164. Observações<br /><ul><li>SistemaTécnico:
  165. 165. SistemaOperacional:
  166. 166. Implantado por um técnico:
  167. 167. Decisão na propriedade:
  168. 168. Anotação permanente dos dados:
  169. 169. Supervisão periódica do técnico:
  170. 170. Planejamento nova safra:
  171. 171. Filosofia da gestão:
  172. 172. sistema básico ->
  173. 173. Computador -> Tabelas;
  174. 174. Estação completa -> Estação Simplificada;
  175. 175. Alta precisão -> Precisão adequada;
  176. 176. Cálculo: lâmina de irrigação -> água a ser reposta;
  177. 177. Processo é simples, seguro, sem “mágica”, monitora várias culturas ao mesmo tempo, testado em campo.</li></li></ul><li>SISTEMA IRRISIMPLES<br />+<br />Software de fácil utilização<br />Estação meteorológica <br />digital simplificada<br />
  178. 178. TABELAS GERADAS PELO SOFTWARE<br />1) Tmaxe Tmin-> ETo<br />2) ETo-> Consumo de água (min)<br />4) Folha de anotação<br />3) Chuva -> Correção da chuva (min)<br />
  179. 179. ESTAÇÃO SIMPLIFICADA DIGITAL<br />Termômetro<br />Pluviógrafo<br />Chuva = 2 mm <br />Tmax = 30 0C Tmin = 14 0C <br />
  180. 180. Tabela de controle da irrigação<br />
  181. 181. Tabela 1: <br />
  182. 182. Tabela 2<br />
  183. 183. Tabela 3<br />
  184. 184. ETAPAS<br />Implantado e assistido por um técnico (treinado);<br />Fases<br /> 1: Diagnóstico e ajuste do sistema;<br /> 2: Implantação do sistema <br /><ul><li>Tabelas Impressas ou Computador:
  185. 185. Treinamento dos produtores:</li></ul> 3: Acompanhamento;<br /> 4: Avaliação dos resultados e da continuidade. <br />
  186. 186. Treinamento Técnico<br />irriplus@irriplus.com.br<br />www.cptcursospresenciais.com.br<br /> EMPRESA DO SISTEMA<br />www.irriplus.com.br<br />
  187. 187. CAFEICULTURA IRRIGADA<br />CONCLUSÃO<br />A adequadarentabilidadedacafeiculturairrigadadependeda<br />OTIMIZAÇÃO DA PRODUTIVIDADE e dosCUSTOS envolvidosnairrigação. <br />GESTÃO DA IRRIGAÇÃO<br />
  188. 188. Grupo de Estudo e Soluções para Agricultura Irrigada<br />DEA UFV<br />OBRIGADO<br />EVERARDO CHARTUNI MANTOVANI<br />DEA – UFV<br />everardo@ufv.br<br />Viçosa MG Brasil<br />
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