• Share
  • Email
  • Embed
  • Like
  • Save
  • Private Content
Eduardo assad agrocafé salvador
 

Eduardo assad agrocafé salvador

on

  • 513 views

 

Statistics

Views

Total Views
513
Views on SlideShare
426
Embed Views
87

Actions

Likes
0
Downloads
14
Comments
0

2 Embeds 87

http://www.redepeabirus.com.br 86
http://peabirus.com.br 1

Accessibility

Categories

Upload Details

Uploaded via as Microsoft PowerPoint

Usage Rights

© All Rights Reserved

Report content

Flagged as inappropriate Flag as inappropriate
Flag as inappropriate

Select your reason for flagging this presentation as inappropriate.

Cancel
  • Full Name Full Name Comment goes here.
    Are you sure you want to
    Your message goes here
    Processing…
Post Comment
Edit your comment

    Eduardo assad agrocafé salvador Eduardo assad agrocafé salvador Presentation Transcript

    • Aquecimento Global e Café Salvador 11 de março de 2013 Eduardo Delgado Assad Embrapa Informática Agropecuária
    • PRECAUÇÃO OU INAÇÃO ?*Cada espécie vegetal adapta-se ao clima predominante na região.*A inação preconizada pelos “céticos” poderá ser danosa ao país. *Precaução e caldo de galinha não mata ninguém.
    • EVIDÊNCIAS-BASE CIENTÍFICA DO AQUECIMENTO GLOBAL
    • Evidência nº1 da Ação Humana A marca dos combustíveis fósseis no ar e nos coraisHá diferentes tipos de carbono no ar,conhecidos como isótopos de carbono. Otipo mais comum é o carbono-12, maisleve, e preferido pelas plantas.Combustíveis fósseis como carvão oupetróleo vem de plantas que viveram hámilhões de anos. Então, quando osqueimamos, nos estamos emitindo maisdeste carbono-12 leve, o que deve causar aqueda da relação entre o carbono-13. Issoé o que observa-se em medições naatmosfera , corais e esponjas marinhas.Esta é evidência forte de que o aumento dodióxido de carbono no ar esta diretamente Medições (relação entre o carbono-ligado as emissões humanas. 13 e o carbono-12) feitas na Grande Barreira de Corais. Guia Cientifico do Ceticismo quanto ao Aquecimento Global,
    • Evidência nº2 da Ação HumanaMenos calor escapando para o espaço Menos calor escapando para o espaço Satélites medem a radiação infravermelha que sai para o espaço, observando assim com clareza o efeito estufa. Uma comparação entre os dados dos satélites de 1970 e 1996 verificou que há menos energia escapando para o espaço nos comprimentos de onda em que os gases estufa absorvem energia. Guia Cientifico do Ceticismo quanto ao Aquecimento Global, 2010
    • Evidência nº3 O padrão de aquecimento dos oceanos Os oceanos do mundo tem acumulado calor pelos últimos 40 anos. O padrão que se observa no aquecimento dos oceanos pode apenas ser explicado pelo aquecimento por efeito estufaCalor acumulado da Terra desde 1950. A taxa deacúmulo de calor desde 1970 tem a energia equivalentea 2,5 bombas de Hiroshima por segundo Temperatura oceânica observada (vermelho) comparada com os resultados dos modelos que incluem aquecimento por efeito estufa (verde).Média móvel de 12 meses das variações datemperatura global Guia Cientifico do Ceticismo quanto ao Aquecimento Global, 2010
    • Mais evidências da realidade do aquecimento global Parmesan & Yohe 2003 , NOAA
    • Evidência nº4 Noites mais quentes do que os dias...Um efeito estufa mais intenso implicaria que noites deveriam se aquecer maisrápido que os dias. Durante o dia, o sol aquece a superfície da Terra. A noite, asuperfície se resfria irradiando calor para o espaço. Os gases estufa tornamesse processo mais lento. Se o aquecimento fosse causado pelo sol, nosteríamos uma tendência mais forte de aquecimento durante o dia. Ao invésdisso, o que observamos e o numero de noites quentes aumentando maisrápido que o numero de dias quentes. Variação de longo prazo no número anual de dias quentes (vermelho) e noites quentes (azul). Quente é definido aqui como os 10% mais quentes do período estudado. Guia Cientifico do Ceticismo quanto ao Aquecimento Global, 2010
    • Evidência nº5 Mais calor está retornando para a superfícieUm efeito estufa mais intenso implicaque deveríamos ver mais radiação deonda longa descendente (voltando daatmosfera para a superfície Terra). Issofoi observado diretamente. Destesresultados, concluiu-se: “Estes dadosexperimentais devem efetivamenteencerrar a discussão de céticos de quenão haveria evidência experimental daconexão entre o aumento de gases Tendência da radiação de onda longaestufa na atmosfera e o aquecimento descendente de 1973 a 2008. Aglobal.” América do Norte está em branco porque os dados desta região não abrangem todo o período de 1973 a 2008 Guia Cientifico do Ceticismo quanto ao Aquecimento Global, 2010
    • Evidência nº6 Aquecimento observado mais no inverno que no verão Conforme o aquecimento por efeito estufa aumenta, prevê-se que os invernos se aqueçam mais rápido que os verões. Isso acontece porque o efeito estufa tem um efeito maior no inverno. E isso que se observa nos registros instrumentaisVariações de temperatura em média móvel para o inverno e verão, média apenas continental, de 1850 a2009. Guia Cientifico do Ceticismo quanto ao Aquecimento Global, 2010
    • Evidência nº7 da Ação Humana Resfriamento da alta atmosferaConforme os gases estufa aprisionam mais calor na baixa atmosfera, menoscalor alcança a alta atmosfera (estratosfera e camadas superiores). Assim, aciência prevê que o efeito estufa provocaria um aquecimento da atmosferabaixa e um resfriamento da alta atmosfera. Isso está sendo observado porsatélites e balões meteorológicos. Variações de temperatura (graus centígrados) nas atmosferas alta e baixa, medidas por satélites (RSS) Guia Cientifico do Ceticismo quanto ao Aquecimento Global, 2010
    • Os últimos 50 anos observamos: Dramática degradação do capital natural do Planeta Aumento de CO2, N2O, CH4 Aquecimento Global Degradação da terra Perda de Biodiversidade Eutrofização Poluição Extração de Água ….. 1900 1950 2000Rockstrom
    • IMPACTOS PREVISTOS PARA O BRASIL - Intensificação das chuvas no Sul e Sudeste; - O Nordeste deverá se tornar mais árido; - Substituição gradual da floresta amazônica oriental por vegetação de savana; - Diminuição na disponibilidade de água no semiárido; - Aumento no nível do mar. (Fonte: Prof. Hernani Löebler, Dep. de Ciências Geográficas-UFPE)
    • ÍNDICE DE VULNERABILIDADE Regiões mais vulneráveis a mudança de clima Amazônia e Nordeste constituem o que poderia ser chamado de climatic change hot spots e representam as regiões mais vulneráveis do Brasil às mudanças de clima. (Fonte: Instituto Meteorológico da Suíça)
    • O mundo, segundo os modelos climáticos A NOVA GEOGRAFIA DA PRODUÇÃO ANOS ANOS AGRÍCOLA 70 80 1990 1996 2001 2007 AQUECIMENTO GLOBAL E A NOVA GEOGRAFIA DA PRODUÇÃO AGRÍCOLA NO BRASIL – 2008
    • Modelos climáticos usados nas avaliações do IPCC: FAR (1990), SAR (1996), TAR (2001) e AR4 (2007).A complexidade dos modelosvem aumentando e oscenários são maisconsistentes e aderentes aoclima atual
    • Cenários Climáticos globais para América do SulProjeções de anomalias de temperatura (oC) para América do Sul para operíodo de 2090-2099 (Cenário A2) em relação ao período base de1961-1990 para 15 diferentes modelos climáticos globais disponíveisatravés do IPCC.
    • Cenários Climáticos globais para América do SulProjeções de anomalias de precipitação (mm/dia) para América do Sulpara o período de 2090-2099 (Cenário A2) em relação ao período basede 1961-1990 para 15 diferentes modelos climáticos globais disponíveisatravés do IPCC.
    • Mudança X VariabilidadeVariação da temperatura global da Terra no último milhão de anos em relação à condição atual 1 2 3
    • Efeito Estufa – pior sem ele! O efeito estufa natural é importante para a manutenção da vida na Terra. Sem ele a temperatura média do globo seria de -18 o C; A elevação da concentração de GEE´s tem acentuado essa característica natural da atmosfera terrestre, favorecendo o aquecimento do globo.
    • Variação de 1, 3 ou 5,8 grausnos próximos 100 anos,considerando diferentescenários
    • MUDANÇAS CLIMÁTICAS OBSERVADAS BRASIL
    • VARIAÇÃO DE TEMPERATURA + 1,2°CFonte de Dados: INEMET/Embrapa Renata Ribeiro do Valle Gonçalves - CEPAGRI/UNICAMP
    • VARIAÇÃO DE TEMPERATURA + 0,6°CFonte de Dados: INEMET/Embrapa Renata Ribeiro do Valle Gonçalves - CEPAGRI/UNICAMP
    • Variação das Temperaturas - UFPel, Pelotas- RS 2,4 M édia A nual y = 0,0091x - 17,804 1,9 M édia M ó vel 5 ano s R 2 = 0,3843 1,4 ∆Tmin 0,9 = 1,6ºC 0,4 -0,1 ∆Tmin -0,6 = 1ºC -1,1 50 anos 13 anos -1,6 -2,1 A no sFonte: Marcos S. Wrege & Flavio G. Herter - Lab. Agrometeorologia da Embrapa Clima Temperado (2007)
    • Cortesia: F. Francis- Lamep
    • Frequência Absoluta 0 10 20 30 40 50 60 70 1890 1896 1902 1908 1914 1920 1929 1935 1941 1947Ano 1953 1959 1965 Campinas - SP 1971 1977 1983 1989 1995 2001 2007 Tmin<10ºC
    • Frequência Absoluta 0 50 100 150189319001906191219181924193019361942194819541961 Pelotas - RS1967197319791985199119972003 Tmin<10ºC
    • Frequência Absoluta 100 120 0 20 40 60 80 1917 1922 1927 1932 1937 1942 1947 1952 1957Ano 1962 1967 Piracicaba - SP 1976 1981 1986 1991 1996 2001 2006 Tmax>34ºC Tmax>32ºC
    • Diferenças de Climatologias (1961-90) - (1931-60)
    • MUDANÇAS CLIMÁTICAS OBSERVADAS MUNDO
    • C e rra d o s Café
    • ZONEAMENTO DERISCOS CLIMÁTICOS
    • FENOLOGIA – CAFÉ ARÁBICAVegetativa e Reprodutiva 1. SET-MAR: Vegetação e formação das gemas vegetativas 2. ABR-AGO: Indução, crescimento e dormência das gemas florais 3. SET-DEZ: Florada, chumbinho e expansão dos frutos 4. JAN-MAR: Granação dos frutos 5. ABR-JUN: Maturação dos frutos 6. JUL-AGO: Repouso e senescência dos ramos Camargo & Camargo (2001)
    • Botão floral T>32C estrelinha
    • IAPAR 16/09 2008
    • Dia 29/09 temperature 33oC
    • 40 35 30 Frequency, % 25 Votuporanga Adamantina 20 Campinas 15 10 5 0 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 Continuous DaysPersistence of continuous days with maximum temperatures higher than 34ºC in the regionsof Votuporanga, Adamantina and Campinas. Adjustments using Markov Chain forSeptember-October-November. (Iaffe, A.).
    • 100 80 Probabilidades acumuladas, % 60 40 Adamantina Votuporanga Campinas 20 Seqüência2 0 1-set 16-set 1-out 16-out 31-out 15-nov 30-novFreqüências acumuladas de datas em que foram observados início deperíodos com pelo menos 4 dias seguidos de temperaturas máximassuperiores à 34º C.(Iaffe, A et all. 2003)
    • Penalização em função da Temperatura Máxima Média Estimativa de cafeeiros danificados 100 90 80Penalização (%) 70 60 50 40 30 20 10 0 30.0 30.5 31.0 31.5 32.0 32.5 33.0 33.5 34.0 34.5 35.0 Temperatura Máxima Média (°C)
    • Campinas
    • Número de dias com temperatura máxima acima de 34°C Lavras - MG
    • Número de dias com temperatura máxima acima de 34°Cmédia de 291 estações no Brasil
    • Mesma observação para as variedades Rubi, Iapar, Acaia e Topázio. Situação parecida foi também observada em 2004, para temperaturas máximas diárias variando de 31oC à 33 oC Obatã e Tupi não tolerantes a curtos intervalos de estiagem. Produtividade instável.
    • CENÁRIOS FUTUROS IPCC
    • Anomalias – diferenças entre as simulações dos cenários e a normal climatológica (1961-1990).
    • Impactos possíveis doaquecimento global no zoneamentode risco climático do café
    • Café no Estado do Espírito Santo
    • Zoneamento de Riscos Climáticos da Cultura do Café arábica Espírito SantoAtual Classe Área (Km2)Alto Risco 24900 Alto RiscoBaixo Risco_Sequeiro 19669 Baixo RiscoBaixo Risco_Irrigado 3046 Médio Risco
    • Zoneamento de Riscos Climáticos da Cultura do Café arábicaPrecis_2020_a2 Espírito Santo Classe Área (Km2)Alto Risco 17383 Alto RiscoBaixo Risco_Sequeiro 22849 Baixo RiscoBaixo Risco_Irrigado 7384 Médio Risco
    • Zoneamento de Riscos Climáticos da Cultura do Café arábicaPrecis_2050_a2 Espírito Santo Área Classe (Km2)Alto Risco 30784 Alto RiscoBaixo Risco_Sequeiro 14633 Baixo RiscoBaixo Risco_Irrigado 2201 Médio Risco
    • Zoneamento de Riscos Climáticos da Cultura do Café robustaAtual Espírito Santo Área Classe (Km2)Alto Risco 15053 Alto RiscoBaixo Risco_Sequeiro 31951 Baixo RiscoBaixo Risco_Irrigado 612 Médio Risco
    • Zoneamento de Riscos Climáticos da Cultura do Café robustaPrecis_2020_a2 Espírito Santo Área Classe (Km2)Alto Risco 12304 Alto RiscoBaixo Risco_Sequeiro 33985 Baixo RiscoBaixo Risco_Irrigado 1327 Médio Risco
    • Zoneamento de Riscos Climáticos da Cultura do Café robustaPrecis_2050_a2 Espírito Santo Área Classe (Km2)Alto Risco 6386 Alto RiscoBaixo Risco_Sequeiro 37861 Baixo RiscoBaixo Risco_Irrigado 3370 Médio Risco
    • Café ArabicaZoneamento atual Irrigation Necessary Low Climatic Risk Irrigation Recommended Frost Risk High Temperature Risk High Climatic Risk
    • Café ArabicaCenário A2 - 2020 Área de baixo risco 9,48% Irrigation Necessary Prejuízo em milhões Low Climatic Risk Irrigation Recommended R$ 882,6 Frost Risk High Temperature Risk High Climatic Risk
    • Café ArabicaCenário A2 -2050 Área de baixo risco 17,15% Irrigation Necessary Prejuízo em bilhões Low Climatic Risk Irrigation Recommended R$ 1,6 Frost Risk High Temperature Risk High Climatic Risk
    • Perda em área: -9,48% (2020) -17,1% (2050) -33% (2070)Perdas econômicas-882 milhões (2020)-1,6 bilhões (2050)-3 bilhões (2070) Assad e Pinto, 2008
    • Variação proporcional de áreas plantadas com café arábica no estado de Minas Gerais entre 1990 e 2007. Aumento de 6% no total do Estado. 1,4 125% 1,2 1 84% 0,8 60% 0,6Variação (%) 0,4 26% 17% 0,2 13% 14% 9% 0 Jequitinhonha Vale do Rio Doce Zona da mata Meropolitana BH Campos das Norte de Minas Sul/Sudoeste de Vale do Mucuri Triangulo Mineiro Oeste de Minas Noroeste de Minas -6% Vertentes -0,2 Minas -17% -0,4 -42% -0,6 Area (ha) plantada com café arábica entre 1990 e 2005 Fonte: IBGE
    • Variação proporcional de áreas plantadas com café arábica no estado de São Paulo entre 1990 e 2007. Decrescimo de 61% no total do Estado. 0,5 39% 0,4 0,3 24% 22% 0,2Variação (%) 0,1 0 Araçatuba Araraquara Assis Bauru Cam pinas Marilia Presidente Ribeirão S. Jose do Prudente Preto Rio Preto -0,1 -10% -13% -15% -0,2 -17% -22% -0,3 -27% -0,4 Area (ha) plantada com café arábica entre 1990 e 2005. Fonte: IBGE
    • Jeremy Haggar, University of Greenwich & Kathleen Schepp
    • CIAT - Colômbia
    • CIAT - Colombia
    • http://faostat.fao.org Principais Países Produtores de Café (1000 sacas 60Kg)60000 Brasil (*) Vietnã50000 Colômbia Indonésia40000 Etiópia Índia30000 México Guatemala20000 Peru10000 Costa do Marfim El Salvador 0 Nicaragua 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006
    • Quarto Relatório IPCC (AR4) IPCC AR4 Brasil Colômbia Vietnã Prec DJF 2099 -05 a 10% 10 a 20% 05 a 20% Prec JJA 2099 -30 a -10% 05 a 10% 05 a 10% Temp B1 2029 0,5 a 1,0ºC 0,5 a 1,0ºC 0,5 a 1,0ºC Temp A1B 2029 0,5 a 1,0ºC 0,5 a 1,0ºC 0,5 a 1,0ºC Temp A2 2029 0,5 a 1,0ºC 0,5 a 1,0ºC 0,5 a 1,0ºC Temp B1 2099 2,0 a 2,5ºC 2,0 a 2,5ºC 1,5 a 2,0ºC Temp A1B 2099 2,5 a 4,0ºC 3,0 a 3,5ºC 2,5 a 3,0ºC Temp A2 2099 3,5 a 4,5ºC 3,5 a 4,5ºC 3,0 a 3,5ºC
    • MITIGAÇÃOADAPTAÇÃO CARBONO
    • ARBORIZAÇÃONOS CAFEZAIS
    • Guandu LeucenaBracatinga(Gliricidia) Acacia
    • SAF 1 – F. Guandu ao norte de plantio e Leucena ao sulSAF 2 – Leucena ao norte eGliricidia ao sul
    • FACE, com 10 hectares instalado em Jaguariuna-SP, em funcionamento desde maio de 2011, para auxiliar nas pesquisas de mudanças climáticas e impactos nas doenças de plantas.Estufas de topo aberto, utilizadas nos estudos de impactos demudanças climáticas e doenças de plantas, na Embrapa MeioAmbiente.
    • Ciências genômicas para compreensão da resposta das plantas às mudanças climáticasnível de organização biológica O impacto das mudanças climáticas ocorre sobre os múltiplos níveis de organização biológica. variáveis Pouco se sabe ainda como esse impacto afeta os processos moleculares, bioquímicos e fisiológicos que determinam as respostas em uma cadeia que vai de indivíduos até ecossistemas globais. Por isso, é necessária a incorporação das ciências genômicas aos estudos ecológicos
    • Genômica visando adaptação de culturasagroflorestais a mudanças climáticas: objetivos Identificação de variedades mais adaptadas (resistentes/tolerantes) aos estresses abióticos decorrentes das mudanças climáticas:  [CO2] atmosférica elevada, seca, calor, submergência etc, em condições controladas. Descoberta de mecanismos moleculares, bioquímicos e fisiológicos mediando respostas e adaptação a tais estresses. Desenvolvimento de marcadores moleculares (genéticos e bioquímicos) para seleção assistida de variedades mais adaptadas em programas de melhoramento genético. Descoberta de genes envolvidos em adaptação (resistência/tolerância) com valor biotecnológico.
    • Esquema geral dos experimentos
    • Faixa potencial de utilização das “soluções genéticas” da biodiversidade do cerrado brasileiroQual o valor disso?
    • O desafio do aquecimento global, traz nova dimensão para o futuroda produção do café. Mais tecnologia, mais e mais profissionalizaçãona organização da estrutura produtiva.Não será o fim da produção do café, mas o indicia de novos temos.Temos que estar preparados.ObrigadoEduardo Delgado AssadEduardo.assad@embrapa.br