Your SlideShare is downloading. ×
0
Anselmo apresentação Seminário Capixaba de Indicações Geográficas
Anselmo apresentação Seminário Capixaba de Indicações Geográficas
Anselmo apresentação Seminário Capixaba de Indicações Geográficas
Anselmo apresentação Seminário Capixaba de Indicações Geográficas
Anselmo apresentação Seminário Capixaba de Indicações Geográficas
Anselmo apresentação Seminário Capixaba de Indicações Geográficas
Anselmo apresentação Seminário Capixaba de Indicações Geográficas
Anselmo apresentação Seminário Capixaba de Indicações Geográficas
Anselmo apresentação Seminário Capixaba de Indicações Geográficas
Anselmo apresentação Seminário Capixaba de Indicações Geográficas
Anselmo apresentação Seminário Capixaba de Indicações Geográficas
Anselmo apresentação Seminário Capixaba de Indicações Geográficas
Anselmo apresentação Seminário Capixaba de Indicações Geográficas
Anselmo apresentação Seminário Capixaba de Indicações Geográficas
Anselmo apresentação Seminário Capixaba de Indicações Geográficas
Anselmo apresentação Seminário Capixaba de Indicações Geográficas
Anselmo apresentação Seminário Capixaba de Indicações Geográficas
Anselmo apresentação Seminário Capixaba de Indicações Geográficas
Anselmo apresentação Seminário Capixaba de Indicações Geográficas
Anselmo apresentação Seminário Capixaba de Indicações Geográficas
Anselmo apresentação Seminário Capixaba de Indicações Geográficas
Anselmo apresentação Seminário Capixaba de Indicações Geográficas
Anselmo apresentação Seminário Capixaba de Indicações Geográficas
Anselmo apresentação Seminário Capixaba de Indicações Geográficas
Anselmo apresentação Seminário Capixaba de Indicações Geográficas
Anselmo apresentação Seminário Capixaba de Indicações Geográficas
Anselmo apresentação Seminário Capixaba de Indicações Geográficas
Anselmo apresentação Seminário Capixaba de Indicações Geográficas
Anselmo apresentação Seminário Capixaba de Indicações Geográficas
Anselmo apresentação Seminário Capixaba de Indicações Geográficas
Anselmo apresentação Seminário Capixaba de Indicações Geográficas
Anselmo apresentação Seminário Capixaba de Indicações Geográficas
Anselmo apresentação Seminário Capixaba de Indicações Geográficas
Anselmo apresentação Seminário Capixaba de Indicações Geográficas
Anselmo apresentação Seminário Capixaba de Indicações Geográficas
Anselmo apresentação Seminário Capixaba de Indicações Geográficas
Anselmo apresentação Seminário Capixaba de Indicações Geográficas
Anselmo apresentação Seminário Capixaba de Indicações Geográficas
Anselmo apresentação Seminário Capixaba de Indicações Geográficas
Anselmo apresentação Seminário Capixaba de Indicações Geográficas
Anselmo apresentação Seminário Capixaba de Indicações Geográficas
Anselmo apresentação Seminário Capixaba de Indicações Geográficas
Anselmo apresentação Seminário Capixaba de Indicações Geográficas
Anselmo apresentação Seminário Capixaba de Indicações Geográficas
Anselmo apresentação Seminário Capixaba de Indicações Geográficas
Anselmo apresentação Seminário Capixaba de Indicações Geográficas
Anselmo apresentação Seminário Capixaba de Indicações Geográficas
Anselmo apresentação Seminário Capixaba de Indicações Geográficas
Anselmo apresentação Seminário Capixaba de Indicações Geográficas
Anselmo apresentação Seminário Capixaba de Indicações Geográficas
Anselmo apresentação Seminário Capixaba de Indicações Geográficas
Anselmo apresentação Seminário Capixaba de Indicações Geográficas
Anselmo apresentação Seminário Capixaba de Indicações Geográficas
Anselmo apresentação Seminário Capixaba de Indicações Geográficas
Anselmo apresentação Seminário Capixaba de Indicações Geográficas
Anselmo apresentação Seminário Capixaba de Indicações Geográficas
Anselmo apresentação Seminário Capixaba de Indicações Geográficas
Anselmo apresentação Seminário Capixaba de Indicações Geográficas
Anselmo apresentação Seminário Capixaba de Indicações Geográficas
Anselmo apresentação Seminário Capixaba de Indicações Geográficas
Anselmo apresentação Seminário Capixaba de Indicações Geográficas
Anselmo apresentação Seminário Capixaba de Indicações Geográficas
Anselmo apresentação Seminário Capixaba de Indicações Geográficas
Anselmo apresentação Seminário Capixaba de Indicações Geográficas
Anselmo apresentação Seminário Capixaba de Indicações Geográficas
Anselmo apresentação Seminário Capixaba de Indicações Geográficas
Anselmo apresentação Seminário Capixaba de Indicações Geográficas
Anselmo apresentação Seminário Capixaba de Indicações Geográficas
Anselmo apresentação Seminário Capixaba de Indicações Geográficas
Anselmo apresentação Seminário Capixaba de Indicações Geográficas
Anselmo apresentação Seminário Capixaba de Indicações Geográficas
Anselmo apresentação Seminário Capixaba de Indicações Geográficas
Anselmo apresentação Seminário Capixaba de Indicações Geográficas
Anselmo apresentação Seminário Capixaba de Indicações Geográficas
Anselmo apresentação Seminário Capixaba de Indicações Geográficas
Anselmo apresentação Seminário Capixaba de Indicações Geográficas
Anselmo apresentação Seminário Capixaba de Indicações Geográficas
Anselmo apresentação Seminário Capixaba de Indicações Geográficas
Anselmo apresentação Seminário Capixaba de Indicações Geográficas
Anselmo apresentação Seminário Capixaba de Indicações Geográficas
Anselmo apresentação Seminário Capixaba de Indicações Geográficas
Anselmo apresentação Seminário Capixaba de Indicações Geográficas
Anselmo apresentação Seminário Capixaba de Indicações Geográficas
Anselmo apresentação Seminário Capixaba de Indicações Geográficas
Anselmo apresentação Seminário Capixaba de Indicações Geográficas
Anselmo apresentação Seminário Capixaba de Indicações Geográficas
Upcoming SlideShare
Loading in...5
×

Thanks for flagging this SlideShare!

Oops! An error has occurred.

×
Saving this for later? Get the SlideShare app to save on your phone or tablet. Read anywhere, anytime – even offline.
Text the download link to your phone
Standard text messaging rates apply

Anselmo apresentação Seminário Capixaba de Indicações Geográficas

614

Published on

Anselmo apresentação Seminário Capixaba de Indicações Geográficas

Anselmo apresentação Seminário Capixaba de Indicações Geográficas

0 Comments
0 Likes
Statistics
Notes
  • Be the first to comment

  • Be the first to like this

No Downloads
Views
Total Views
614
On Slideshare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
0
Actions
Shares
0
Downloads
10
Comments
0
Likes
0
Embeds 0
No embeds

Report content
Flagged as inappropriate Flag as inappropriate
Flag as inappropriate

Select your reason for flagging this presentation as inappropriate.

Cancel
No notes for slide

Transcript

  1. As Indicações Geográficas como ferramenta de agregação de valor A experiência no ES, Brasil e no mundo <br />Vitória, 07 de Julho de 2011<br />Fernando H. Schwanke / Anselmo Buss Júnior<br />FOCO RURAL Ltda. / ELEMENTUS Consultoria Ltda.<br />
  2. O CENÁRIO NOS OBRIGA A UMA NOVA POSTURA FRENTE AO MERCADO, BASEADA EM:<br />Diferenciação;<br />Assegurar qualidade ao consumidor;<br />Resgatar aspectos “latentes” de competitividade de produtos típicos nacionais;<br />Vincular a diferenciação a critérios internacionalmente aceitos;<br />Uma Indicação Geográfica não é marca de produto, é um sistema que vincula tradição, território e produto.<br />
  3. A origem aliada a qualidade como fator de agregação de valor<br />
  4. CONCEITO DAS INDICAÇÕES GEOGRÁFICAS<br />REPUTAÇÃO<br />NOTORIEDADE<br />Qualidade<br />Tipicidade<br />ORIGEM<br /> GEOGRÁFICA<br />ESPECÍFICA<br />SISTEMA DE GARANTIA DA QUALIDADE / TIPICIDADE<br />(Requisitos compulsórios e voluntários, Controles, Rastreabilidade)<br />MERCADO<br />ORGANIZAÇÃO<br />
  5. CONCEITO DAS INDICAÇÕES GEOGRÁFICAS<br />REPUTAÇÃO<br />NOTORIEDADE<br />ORIGEM<br /> GEOGRÁFICA<br />ESPECÍFICA<br />INDICAÇÃO DE PROCEDÊNCIA<br />
  6. CONCEITO DAS INDICAÇÕES GEOGRÁFICAS<br />Características do <br />produto (comprovadas)<br />com origem<br />no meio<br />ORIGEM<br /> GEOGRÁFICA<br />ESPECÍFICA<br />DENOMINAÇÃO DE ORIGEM<br />
  7. Qualidade – pode ser alcançadaemqualquer lugarOrigem– é apenas de propriedade dos produtores do território (se utilizada e protegida contra usurpações)<br />Origem + Qualidade = diferencial competitivo<br />
  8. 9<br />A QUALIDADE AGROALIMENTAR <br /><ul><li>Qualidadehigiênica (produção)
  9. Qualidade nutricional
  10. Qualidade comercial (apresentação)
  11. Qualidade diferenciada (diferenciais)</li></li></ul><li>Qualidade – pode ser alcançadaemqualquer lugarOrigem– é apenas de propriedade dos produtores do território (se utilizada e protegida contra usurpações)<br />Origem + Qualidade = diferencial competitivo<br />
  12. ORIGEM<br /><ul><li>Não é qualquerorigem…
  13. Tem queterreconhecimento…
  14. Nãosãomuitas…
  15. Jáforammais…
  16. Quempossuiorigem + qualidade = tem queaproveitar!!!!
  17. Como? Eis o grandedesafio…
  18. Demonstrandoaoconsumidorosdiferenciais, e claro, cobrandoporisso…
  19. Trabalho de profissionais, quepodemtransformareste “ouroempó” em “ouromaciço”!!!!</li></li></ul><li>Produtoscomorigemconhecida no ES<br /><ul><li>Socol de Venda Nova do Imigrante
  20. MoquecaCapixaba
  21. Carne de Sol de Montanha
  22. Vinho de Jabuticada de Santa Teresa
  23. Beiju de Conceição da Barra
  24. Café das Montanhas do ES
  25. Quindim de Nova Almeida
  26. Casaca de Barra do Jucú
  27. Casaca e Congo da Serra
  28. Etc…</li></li></ul><li>
  29. Vinhostintos, brancos e espumantesPINTO BANDEIRA - RS<br />
  30. PrimeiraDenominação de Origem do Brasil<br />
  31. REGIÃO DA SERRA DA MANTIQUEIRA DE MINAS GERAIS<br />Processo nº IG200704, de 31 de outubro de 200<br />Espécie: Indicação de Procedência<br />Requerente: Associação dos Produtores de Café da Mantiqueira – APROCAM<br />Produto: Café<br />Publicação da Concessão: RPI 2108, de 31 de maio de 2011 <br /> <br />            <br />
  32. Brasil2010:<br /><ul><li> 22 pedidos de registronacionais no INPI ( Goiabeiras / Cachoeiro – ES)
  33. Outrostantosprojetosemconstrução</li></ul>MéisPrópolis Vermelha e Verde<br />Textéisde algodão colorido<br /> Cachaças Doces de PelotasVinhos e espumantesPirarucu da Amazônia Pedra Opala<br /> Bordados Divina Pastora, Filé das Alagoas e Renascença do Cariri ParaibanoBrinquedos Cafés Mármore<br />Ostras<br />Frutas<br />Guaraná<br />Farinha de Mandioca<br />
  34. CHARUTOS BAIANOS<br />
  35. ARTESANATO DE PAPEL RECICLADO E FIBRAS DE BANANEIRAS – MARIA DA FÉ-MG<br />
  36. Lavagem e análise do bloco.<br />MÁRMORE DE CACHOEIRO DO ITAPEMIRIN<br />
  37. ASPECTOS MERCADOLÓGICOS<br />MÁRMORE DE CACHOEIRO DO ITAPEMIRIN<br />
  38. MEL DA CHAPADA DO ARARIPE<br />
  39. A Biorregião do Araripe localizada no centro do Nordeste brasileiro, com uma população de aproximadamente 1.500.000 habitantes e área de 45.000 km²<br />
  40. ENDÓGENOS<br />BENEFÍCIOS DE UMA INDICAÇÃO GEOGRÁFICA <br />EXÓGENOS<br />
  41. BENEFÍCIOS DE UMA INDICAÇÃO GEOGRÁFICA <br />ENDÓGENOS:<br /><ul><li>Movimentos de organização da produção, entendimento da cadeiaprodutiva
  42. Valorização do homem, suatradição e cultura (auto-estima)
  43. Parceriasempról de objetivoscomuns
  44. Preservação do ambiente, oupelomenos, busca e luta com estefim
  45. Discussões dos caminhos da valorização da produção
  46. Incremento de outrasatividades
  47. Dona da indicaçãogeográfica, registrada no INPI, de forma vitalícia!!!!!</li></li></ul><li>BENEFÍCIOS DE UMA INDICAÇÃO GEOGRÁFICA <br />EXÓGENOS:<br /><ul><li>Reconhecimento do mercado
  48. Proteçãoaosconsumidores
  49. Reconhecimento dos governos e entidades
  50. Movimentoscontrários…</li></li></ul><li>Indicações Geográficas O uso destaferramenta no mundo<br />Salão Mundial do Alimento<br />SIAL 2010<br />Paris<br />
  51. OBSERVATÓRIO DE TENDÊNCIAS & INOVAÇÕES<br />
  52. Certificações de origem – Tradição <br />
  53. Agregação de valor a uma commoditie<br />
  54. Agregação de valor a uma commoditie<br />
  55. Indicações Geográficas Agregação de Valor<br />É possívelagregar valor as especialidades? <br />
  56. O quê significa para o Sr(a) a expressão Indicação Geográfica?<br />
  57. O quê significa para o Sr(a) a expressão Indicação Geográfica?<br />
  58. Considerando a venda de carne bovina ao seu estabelecimento e que esta carne tenha as seguintes características: origem comprovada através de um selo de “origem e procedência” do PAMPA GAÚCHO, exclusivamente das raças Hereford e Angus, com rastreabilidade (código de barras com inspeção via internet), criados e alimentados com pastagens nativas (sem ração e sem confinamento). Você acha:<br />94% achamextremamenteimportanteouimportante !!!!<br />
  59. Considerando o conceito de origem exposto na pergunta anterior, você pagaria a mais por esta carne?<br />
  60. 47% disseram que pagariam a mais. Perguntamos Quanto?<br />
  61. Agora, considere uma carne com as mesmas características citadas anteriormente, e que também tenha um selo de preservação ambiental, que garante a qualidade da água, preservação da flora e da fauna (animais silvestres e pássaros do Pampa Gaúcho). Você acha:<br />94% achamextremamenteimportanteouimportante !!!!<br />
  62. Considerando o conceito de preservação ambiental exposto na pergunta anterior, você pagaria a mais por esta carne?<br />
  63. 50% disseram que pagariam a mais. Perguntamos Quanto?<br />
  64. O que você considera mais importante na percepção do seu consumidor? (Resposta Múltipla - Estimulada)<br />
  65. Goiabeiras – patrimônioeconômico-cultural e o caminho para o registro da IP<br />
  66. Panelas de Barro de Goiabeiras<br />Um patrimônio brasileiro a ser protegido?<br />
  67. A NOTORIEDADE DAS PANELAS DE BARRO<br />O Ofício das Paneleiras de Goiabeiras foi reconhecido como Cultura Imaterial, conforme o pedido de Registro aprovado na 37ª Reunião do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - IPHAN realizada no dia 21/11/2002. <br />A inscrição no Livro de Registro dos Saberes foi feita no dia 20/12/2002. Esse registro inaugurou o Livro e a partir dessa data o Ofício das Paneleiras de Goiabeiras foi declarado Patrimônio Cultural do Brasil pelo IPHAN.<br />
  68. Desde o ano 2.000 AC a cerâmica já era feita e utilizada pelos povos que formaram as tradições arqueológicas Tupiguarani, Una e Aratu. As três tradições estão presentes em sítios arqueológicos localizados nas imediações do bairro de Goiabeiras, na cidade de Vitória.<br /> <br />O ofício das paneleiras produz as panelas de barro utilitárias e sua confecção está intimamente ligada à gastronomia capixaba – indissociável na apresentação das moquecas de peixe e de outros frutos do mar, como também da torta capixaba.  <br />
  69. A atividade, eminentemente feminina, constitui um saber repassado de mãe para filha por gerações sucessivas, no âmbito familiar e comunitário. A técnica cerâmica utilizada é de origem indígena, caracterizada por modelagem manual, queima a céu aberto e aplicação de tintura de tanino. <br /> <br />Apesar da urbanização e do adensamento populacional que envolveu o bairro de Goiabeiras, fazer panelas de barro continua sendo um ofício familiar, doméstico e profundamente enraizado no cotidiano e no modo de ser da comunidade de Goiabeiras Velha.<br />
  70. As panelas são modeladas manualmente, com argila, sempre da mesma procedência, e com o auxílio de instrumentos rudimentares. Depois de secas ao sol, são polidas, queimadas a céu aberto e impermeabilizadas com tintura de tanino, quando ainda quentes. <br /> <br />Sua simetria, a qualidade de seu acabamento e sua eficiência como panela utilitária se devem às peculiaridades do barro utilizado.<br /> <br />O conhecimento técnico e habilidade das artesãs é resultado da tradição passada por várias gerações desde o período pré-colonial.<br />
  71. Área de Goiabeiras em 1966<br />Bairro de Goiabeiras<br />Primeiras obras do BNH<br />Área do Campus da UFES<br />Fonte: Arquivo da UFES, 1967<br />
  72. Fases da Obtenção do Tanino<br />Obtido da casca do mangue vermelho (Rhizophoramangle L.) <br />
  73. A Confecção das Panelas <br />de Barro de Goiabeiras<br />Os principais instrumen-tos utilizados no ofício como o cuité, a cuia e a vassourinha de muxinga são obtidos a partir de espécies vegetais, assim como os seixos rolados utilizados no alisamento das panelas que são encontradas nos leitos dos rios no fundo da baia de Vitória.<br />
  74. A Obtenção da Argila<br />A argila vem da jazida do Vale do Mulembá. Realiza-se a limpeza ou “catação”. Em seguida o barro é amassado, primeiro com as mãos e depois com os pés e a mistura dos tipos de argila que foram incorporados no ato de feitura das bolas na jazida.<br />
  75. A Confecção das Panelas<br />As artesãs retiram das bolas de argila uma quantidade suficiente para confecção de um tipo de panela. Em seguida a argila é novamente amassada, hidratada e limpa.<br />
  76. A Confecção das Panelas<br />Secagem e alisamento com pequenos seixos de pedras com superfícies levemente curvas e lisas.<br />Queima feita numa “cama” de madeira.<br />Tingimento com a tintura de tanino utilizando a vassourinha de muxinga (“açoite”). <br />
  77. Os tipos de Panelas de Barro autorizadas<br />Os produtos autorizados para a IP GOIABEIRAS incluem os seguintes tipos de panelas de barro: a Moquequeira ou Frigideira, a Panela de Arroz ou Pirão, o Caldeirão, a Assadeira e as Panelas de Caldo. <br />
  78. As características da matéria prima utilizada, a argila e o tanino, a habilidade e o conhecimento técnico das paneleiras determinam os principais atributos das panelas de barro de goiabeiras, tais como, sua resistência ao calor e ao impacto, sua eficiência de cozimento e conservação do calor, sua simetria e qualidade de acabamento e sua característica coloração preta.<br />
  79. Agregação de valor através da gastronomia<br />O uso da gastronomiacomovetor de agregação de valor a especialidades<br />
  80. ARROZ DO LITORAL NORTE GAÚCHO<br />
  81. MuitoObrigado!<br />Fernando Henrique Schwanke<br />51 9995 7003<br />fernando@focorural.com.br<br />www.focorural.com.br<br />Anselmo Buss Júnior<br />27 9774 7758<br />anselmo@elementusconsultoria.com.br<br />

×