Mobicidade consulta aos candidatos 2012 copy
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“A bicicleta na visão dos candidatos à Prefeitura de Porto Alegre”

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Mobicidade consulta aos candidatos 2012 copy Mobicidade consulta aos candidatos 2012 copy Presentation Transcript

  • mobicidade Associação pela Mobilidade Urbana em Bicicleta CONSULTA aos Candidatos“A bicicleta na visão dos candidatos à Prefeitura de Porto Alegre” Porto Alegre • 2012
  • A Mobicidade,mobicidade Associação pela MobilidadeAssociação pela Mobilidade Urbana em Bicicleta Urbana em Bicicleta, surgiu em Porto Alegre com a intenção de ser uma referência para a comunidade, representando e atuando como interlocutora das demandas dos usuários de bicicleta em todas as suas expressões, embasando assim as políticas públicas relacionadas à mobilidade urbana.
  • OBJETIVO ampliar e qualificar o debate em torno do tema e gerar mecanismos de fiscalização e pressão para a implantação de melhorias durante a duração dos próximos mandatos municipais.
  • Uma só questão “Se eleito (a), O que o Sr. (a)pretende fazer para melhorar as condições de uso da bicicleta como meio de transporte eestimular o uso de bicicletas em Porto Alegre?”
  • AdãoVillaverdePT
  • Adão VillaverdeNossa proposta para o transporte cicloviário em Porto Alegre se encontra na implantação do Projeto BelaCidade, o qual visa revitalizar o mobiliário urbano, recuperar as calçadas e a aplicação completa, nospróximos quatro anos, do Plano Diretor Cicloviário Integrado de Porto Alegre, que prevê 495 km deciclovias e ciclofaixas na nossa cidade, a mesma extensão do sistema de ciclovias de Nova York, porexemplo. Isso será feito começando com a recuperação dos trajetos do Caminho dos Parques,simplesmente abandonado pela prefeitura de Porto Alegre desde 2009, para posterior ampliação dessarede de vias de transporte de forma gradual e planejada, algo muito diferente do que ocorreu com ainauguração, pela atual gestão municipal, às vésperas da eleição, da ciclovia de 2 quadras na AvenidaIpiranga.Ao invés desse projeto de improviso, vamos delimitar uma ciclofaixa a partir da terceira faixa dessaimportante avenida da nossa capital, que interliga, por exemplo, a PUCRS e o Campus da UFRGS, para ouso dos ciclistas. Isso tornará o trajeto da ciclovia mais lógico, retilíneo e rápido, diferente do que é previstopela atual administração que pretende implementar um trajeto em ziguezague, alternando as pistas daAvenida Ipiranga, forçando o ciclista a parar diversas vezes seu trajeto para atravessar as pontes sobre oarroio dilúvio para seguir seu percurso.Visamos priorizar o pedestre e o ciclista, revitalizando as calçadas em parceria com das comunidadesde Porto Alegre, envolvendo os cidadãos, as associações de moradores e de comerciantes interessadosnum projeto mais amplo de cidade turística também para o lazer, e que seja acessível a todos,especialmente às pessoas com deficiência, idosos e outras pessoas que possam ter redução de suamobilidade.As ciclovias, através da retomada do projeto da Ciclovia dos Parques terão esse caráter de lazer eturismo, ligando os principais parques que são pontos turístico da cidade. Mas também se tornarãoalternativa de mobilidade com a criação de ciclofaixas ao longo das grandes avenidas, com a devidadelimitação de espaços e segurança ao ciclista, interligando as regiões da cidade em uma rede de viasde longo alcance, podendo ser utilizadas por quem quiser usar a bicicleta como maio de transportepara ir trabalhar ou estudar.
  • ÉricoCorrêaPSTU
  • Érico CôrreaEm nossa opinião, todas as iniciativas que busquem a preservação do meioambiente devem ser incentivadas. Evidente que o uso de meios de transportealternativos precisarão de campanhas educativas, para criar a cultura e deinvestimentos do poder público. Julgamos que a bicicleta, como meiocomplementar ao sistema público de transporte, assim como a hidrovia, representaum avanço na compreensão de todos em preservar a natureza. O excesso deautomóveis nas ruas, fruto da fúria capitalista e da omissão dos governantes, quenão oferecem um transporte coletivo de qualidade, precisa ser reduzido e asciclovias são uma excelente opção.
  • JocelinAzambujaPSL
  • Jocelin AzambujaComo Prefeito vou fazer as ciclovias em nossa cidade, pois sou o autor das propostas. Estamos vendo cadavez mais se discutir a importância de termos a ampliação do uso da bicicleta, por ser um transporte limpo esaudável tanto para uso no trabalho ou laser, mas para isso é necessário a construção de ciclovias. Otransporte sobre rodas mais antigo da humanidade, está mais moderno do que nunca.Em 1993, quando assumi como Vereador eleito de Porto Alegre, entre outras propostas para a cidade busqueicriar projetos de pistas de ciclovias, fiz projetos de lei que autorizavam o Executivo Municipal a construir pistasde ciclovias, criando projetos de Lei Autorizativos que foram aprovados pelos Vereadores entre 1993/1996.A primeira pista de ciclovia que propus foi em 1994 a Ciclovia da Zona Sul, ligando os bairros Tristeza eAssunção ao bairro Centro, da Av. Diário de Noticias (em frente ao Shopping Barra Sul) à Usina do Gazômetro.Parte da ciclovia já está pronta, iniciada pelo Prefeito José Fogaça.Fiz as leis da Ciclovia de Integração dos Parques, Harmonia, Redenção e Parcão, que o então Prefeito Tarso, fezparcialmente só para uso em fins de semana, nossa proposta é permanente.A outra proposta foi a da Av. Ipiranga, Projeto de Lei Legislativo 01568/1995, ligando a Usina do Gasômetro àzona leste através da Av. Ipiranga, denominada de Ciclovia do Estudante. O Prefeito José Fortunatti, fez agorauma parceria com uma empresa para construção da Ciclovia da Av. Ipiranga, o que nos deixou satisfeitos porque o executivo municipal acordou para a importância das ciclovias.Propusemos também as Ciclovias dentro dos parques, para separar caminhantes de ciclistas e ajudar noprocesso de educação da comunidade.A última proposta que fizemos foi a Ciclovia do Trabalhador ligando a Usina do Gazômetro a Av. Baltazar deOliveira Garcia, através da Av. Sertório.Precisamos incentivar o uso da bicicleta e vou fazer as ciclovias.
  • JoséFortunatiPDT
  • José FortunatiAmpliar o que já estamos realizando, com investimentos concretos em ciclovias, bicicletários eintroduzindo o sistema de aluguel de bicletas, de forma a incentivar o uso da bicleta comomodal de transporte e para lazer. Na questão de ciclovias e ciclofaixas, já concluímos a cicloviada Restinga (4,6 km), a ciclofaixa da avenida Icaraí, estamos executando a civlovia da AvenidaIpiranga (total de 9,4 km) e em seguida as da avenida Beira-Rio e Padre Cacique, concluindo 17,4km de ciclovias integradas - com as da Ipiranga e Diário de Notícias. Já está em licitação a daavenida Sertório, com 11,2 km de extensão. Mais ainda: todas as principais obras viárias da Matrizde Responsabilidade para a Copa do Mundo deverão receber ciclovias, como as avenidasTronco e Voluntários da Pátria, de tal forma que até 2014 a cidade terá cerca de 50km deciclovias, uma das maiores redes do país. O incentivo a essa ação de sustentabilidade se dátambém em forma da implantação de bicicletários, como os do Largo Glênio Peres, Usina doGasômetro, Mercado do Bom Fim e Mercado Público e, mais recentemente, com a adoção dosistema de aluguel de bicicletas, já consagrado nas principais capitais européias e sendointroduzido em outras metrópoles brasileiras. Em Porto Alegre, o sistema, denominado Bike Poa,tem data para funcionar: 22 de setembro, Dia Mundial Sem Meu Carro, nas cinco primeirasestações - Largo Glênio Peres/Mercado Público, Praça da Alfândega, Casa de Cultura MárioQuintana, Usina do Gasômetro e Câmara de Vereadores. Todos estes pontos estarãointegrados com o serviço de transporte público da capital, como metrô, ônibus, lotação ecatamarã. No futuro, o sistema Bike Poa terá 400 bicicletas e 40 estações espalhadas pordiversos pontos da Capital, como universidades, pontos turísticos, pólos de atratividade, além deestações de transporte público.
  • ManuelaD’ÁvilaPCdoB
  • Manuela D’ÁvilaTemos de oferecer ao cidadão a possibilidade de conexão entre os diversos modais de transporte,ou seja, a pessoa poder sair de sua casa pedalando, deixar sua bicicleta em um bicicletário públicocom segurança e chegar de ônibus ao seu destino. Queremos priorizar a construção de cicloviasem bairros populares e em regiões e rotas adequadas à realidade de Porto Alegre. As pessoasdevem poder pedalar diariamente para irem ao trabalho ou lazer, tendo infraestrutura adequada.Vamos cumprir o Plano Diretor Cicloviário, já aprovado pela Câmara de Vereadores e sancionadoem 2009. A meta é alcançar os 495 km de ciclovias indicados no Plano. Vamos investir ainda 20%do valor das multas de trânsito na implantação de ciclovias e ciclofaixas. Criaremos uma lei queobrigue a implantação de bicicletários em locais de grande circulação, como shoppings e estádios.Mobilidade urbana é uma pauta prioritária para a cidade, que se tornará ainda mais importantepara a próxima gestão, porque, segundo a Lei Federal sancionada em 2012, os municípios têm atéjaneiro de 2015 para apresentar o Plano de Transporte e Mobilidade Urbana. Sem ele, o municípioficará impedido de receber verbas federais.É preciso frisar que, mais do que estimular o uso das bicicletas e dar estrutura para sua devidautilização, temos de pensar em uma política de redução de deslocamentos, articulada com opróprio desenvolvimento e a organização da cidade. À medida que as oportunidades de trabalho eos serviços públicos e privados estiverem próximos do local de moradia, reduziremosdeslocamentos desnecessários e o congestionamento em bairros da área central de Porto Alegre.
  • RobertoRobainaPSOL
  • Roberto Robaina“Se eleito (a), O que o Sr. (a) pretende fazer para melhorar as condições de uso da bicicleta como meio de transporte e estimular o uso de bicicletasem Porto Alegre?”Primeiro, queria dizer que o debate sobre o incentivo do uso da bicicleta como transporte está em pauta nessas eleições por conta da mobilizaçãode vários ciclistas da nossa cidade. Isso reforça o que o PSOL sempre ressaltada em seu programa: as pessoas precisam confiar na sua força e nasua organização. Só quando tomarmos a política em nossas mãos, nos organizarmos e pressionar os governos, avançaremos em políticas públicasque realmente estejam ligadas às reais demandas da sociedade. Parabéns aos ciclistas!Existem medidas pontuais para que a bicicleta seja incentivada como meio de transporte (já vou falar sobre elas), mas o problema da mobilidadeurbana é muito profundo. A política do Governo Federal do PT de Villaverde, que tem na sua base o PCdB de Manuela e o PDT de Fortunati, tem sidoo incentivo da compra e produção dos automóveis, com a redução do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) dos carros. Não se trata aqui denegar os automóveis, mas do que devemos incentivar. A medida é para fomentar o consumo, mas por que diretamente o de automóveis? Não seriauma alternativa reduzir os impostos cobrados diretamente dos consumidores e estes escolheriam no que gastar? Porto Alegre tem 700 mil carros.São emplacados 90 novos carros por dia na cidade, resultando no crescimento de 30 mil automóveis por ano. Em 10 anos teremos 300 mil carrosnovos na cidade. Ou seja, se não mudarmos a forma que pensamos a mobilidade urbana, não existirá saída. Esse é um problema que só seráresolvido com melhorias significativas no transporte coletivo (ônibus pontuais, confortáveis e com tarifas baixas) e investimentos em outros meios detransporte (metrô, transporte hidroviário, bicicletas, etc).Pontualmente, para incentivar o uso da bicicleta temos que implementar o Plano Diretor Cicloviário, aprovado em 2009, que prevê quase 500km deciclovias e ciclofaixas em Porto Alegre e verba de 2 milhões anuais para colocá-lo em prática. Além disso, uma emenda no plano determina que 20%da multas arrecadadas em Porto Alegre devem ser destinadas para a execução de ciclovias e campanhas de educação no trânsito referente aouso das bicicletas. Claro que o Plano deve ser implementado de forma democrática, transparente e em parceria com as pessoas que entendem doassunto: os ciclistas. Temos também que aprovar os projetos que já estão tramitando na Câmara Municipal sobre o assunto. A vereadora FernandaMelchionna, do PSOL, que tem sido uma parceira dos ciclistas na Câmara Municipal no que diz respeito a cobrança e pressão pelo cumprimento dalegislação que aborda o uso da bicicleta e a transparência na implementação do Plano, elaborou projetos que obrigam as empresas de transportecoletivo de Porto Alegre a disponibilizarem bike racks nos ônibus, facilitando a locomoção para pessoas que percorrem grandes distâncias e umasegurança em caso de imprevistos, e um projeto que autoriza a colocação de bicicletários nos estabelecimentos comerciais. Campanhas educativaspara mostrar que as bicicletas são parte do trânsito também são importantes. Podemos ter uma estrutura cicloviária bem abrangente, mas osmotoristas também precisam compartilhar a pista.Porto Alegre precisa avançar nas políticas públicas de incentivo do uso da bicicleta. Contem com o apoio do PSOL para isso. Contem com osmandatos dos nosso vereadores na Câmara Municipal e com a disposição da nossa militância.Pedimos o voto no 50 para fortalecer uma alternativa de esquerda coerente que não está a serviço das montadoras de automóveis, das empresasde ônibus e dos partidos tradicionais que defendem uma ordem injusta em detrimento da mobilização social.Um abraço,Roberto Robaina
  • WambertDi LorenzoPSDB
  • Wambert di LorenzoNão faz muito tempo, o país assistiu a um atropelamento massivo de ciclistas na zonacentral de nossa cidade. O fato sensibilizou por algum tempo as autoridades. Agora emperíodo de campanha muito se fala em mobilidade urbana. Praticamente todos oscandidatos apontam dois caminhos para a questão de mobilidade: investimento eminfraestrutura para o trafego de veículos e transporte coletivo. Esquecem-se que abicicleta pode se tornar uma alternativa.Não temos dúvidas que é preciso ampliar os investimentos em ciclovia, mas é precisopensarmos numa ciclovia funcional que leve o cidadão ao trabalho, a faculdade e aolaser. Veja o caso da PUC por exemplo, todos os dias o T1 e o Campus Ipiranga vãolotados, dificilmente vejo algum aluno indo de bicicleta, aliás não há cultura, costumenem estimulo por parte do gestor publico. Quero transformar nossa Porto Alegre nacidade amiga das bicicletas, vou começar estimulando nichos específicos comoservidores públicos, universitários, etc. Vamos criar um incentivo fiscal municipal paraempresas, shoppings e supermercados e as demais que implementarem bicicletário eincentivarem seus consumidores para o uso de bicicleta como meio de transporte.O uso das bicicletas pode ser inclusive estimulado pelo setor da saúde, eu pergunto:Vocês sabem os benefícios que a bicicleta pode trazer para nossa saúde? Nossapopulação esta ficando obesa e cada vez mais com problemas circulatórios. Por fim,além do prazer da prática para o esportista a bicicleta pode ajudar na solução dequestões pontuais de mobilidade e saúde.